domingo, 30 de julho de 2017

"O reajuste do funcionalismo....Sindicatos de servidores ameaçam com greve, desconsiderando o delicado momento pelo qual passam as contas públicas", por Editorial do Jornal "O Estado de São Paulo"

Tentem não se revoltar após a leitura do Editorial " do Jornal "O Estado de São Paulo" de hoje

http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,o-reajuste-do-funcionalismo,70001913361

O reajuste do funcionalismo

Sindicatos de servidores ameaçam com greve, desconsiderando o delicado momento pelo qual passam as contas públicas
     
O Estado de S.Paulo
30 Julho 2017 | 03h00

A secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, informou que o governo estuda adiar os reajustes salariais do funcionalismo já aprovados para 2018 e que resultarão em um custo adicional de R$ 22 bilhões. A simples menção a essa possibilidade bastou para que sindicatos de servidores partissem para a ameaça de greve, desconsiderando o delicado momento pelo qual passam as contas públicas. O País não pode continuar refém de corporações para as quais nada interessa senão benesses, em total desconexão com a realidade nacional.

A maior parte dos reajustes ao qual Ana Paula Vescovi se referiu foi concedida pelo presidente Michel Temer em junho do ano passado, quando ainda era interino, durante o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Compreende-se que, naquela ocasião, na interinidade, Temer se sentisse obrigado a respeitar os compromissos assumidos por Dilma, além de precisar arrefecer a pressão dos funcionários públicos, incitados pelo PT. Uma vez efetivado no cargo, Temer anunciou um severo regime de austeridade de gastos. E hoje, quando a equipe econômica luta para encontrar uma forma de cumprir a meta fiscal e paira no ar a ameaça até mesmo de suspensão do funcionamento de partes da máquina estatal por falta de recursos, está claro que a concessão aos servidores foi um erro.

Durante os governos de Lula da Silva e de Dilma Rousseff, o quadro de funcionários públicos cresceu exponencialmente. Foram adicionados 131 mil servidores nesse período, um acréscimo de 27%, depois de uma tentativa de enxugamento na administração de Fernando Henrique Cardoso. Além de mais numerosos, esses funcionários, de um modo geral, foram contemplados com generosos aumentos salariais, tornando-se mais bem remunerados, em média, do que empregados com formação equivalente no setor privado.

Em junho e dezembro de 2016, foram concedidos aumentos ao funcionalismo que, somados, representam um custo de R$ 64 bilhões até 2019. Na ocasião, Temer argumentou que esses reajustes haviam sido negociados por Dilma Rousseff. Entre os benefícios estão, por exemplo, o pagamento de bônus de eficiência de R$ 3 mil para auditores fiscais da Receita Federal – inclusive aposentados e pensionistas. Dos 45 mil beneficiados, 27 mil já não trabalham, razão pela qual é difícil compreender como se pode falar em “eficiência” nesse caso. Além disso, o vencimento básico inicial de um auditor da Receita foi fixado em R$ 19.211,01. Em 2019, esse valor salta para R$ 21.029,09. Não há nada parecido com esse piso no setor privado.

Assim, é compreensível que um dos primeiros sindicatos a manifestar repúdio à possibilidade de adiamento do reajuste tenha sido o dos auditores fiscais. “Certamente as entidades não ficarão paradas”, informou o presidente do Sindicato dos Auditores Fiscais (Sindifisco), Claudio Damasceno. Já a Confederação Nacional dos Servidores Públicos (CNSP) anunciou que entrará na Justiça para impedir o adiamento. Seu argumento é que, durante a negociação, o governo de Dilma Rousseff não mencionou o estado deplorável das contas públicas. “A outra parte (o governo) tinha de ter colocado o problema na mesa”, disse o presidente da CNSP, Antonio Tuccilio. Ou seja, a notória falta de transparência de Dilma tornou-se desculpa para a manutenção de um reajuste que obviamente não deveria ter sido acertado. “Uma vez que o aumento foi decidido, tem de ser cumprido”, disse o sindicalista.

Assim, mais uma vez, a incapacidade dos governantes de enfrentar a corporação dos funcionários públicos resulta em prejuízo para o País. Enquanto a maioria dos trabalhadores do setor privado luta para manter seu emprego e para ter um salário ao menos suficiente para pagar as contas, em meio aos efeitos da gravíssima crise econômica, o setor público, beneficiando-se de seu livre trânsito no meio político, mantém privilégios e deles não abre mão.

O adiamento de um reajuste salarial que nem deveria ter sido concedido seria uma rara vitória da sensatez num ambiente em que predomina a irresponsabilidade.






Pra quem não teve a oportunidade de ver o filme sobre o Plano Real no cinema, já está disponível na plataforma do "Youtube filmes" o filme completo a partir de R$ 6,90

Pra quem não teve a oportunidade de ver o filme sobre o Plano Real no cinema, já está disponível na plataforma do "Youtube filmes" o filme completo a partir de R$ 6,90

Abaixo, o link para a aquisição do filme completo para locação ou compra. Depois do vídeo, faço alguns comentários do contexto geral

https://www.youtube.com/watch?v=q6a3ainXZC8






Primeiro ponto, importante dizer que foram feitos 2 excelentes livros sobre o Plano Real e publicados ali por volta de 2005.

O primeiro , ' A Real História do Real" , da Maria Clara do Prado, que foi relações públicas (mas economista de formação )do Ministério da Fazenda na época.

O segundo,  "3.000 dias no bunker", de Guilherme Fiuza, um jornalista que já havia escrito um ótimo livro chamado "O Meu nome não é Jhonny", livro que virou filme também.

Segunda questão.......quando o PSDB foi fundado em junho de 1988, o então Senador por São Paulo, Mário Covas, escreveu um texto , que depois foi lido no Congresso, chamado "O Choque do Capitalismo"....Esse texto balizou todo o PSDB dali em diante, considerado um marco na época, já que o Brasil, como todos sabemos, era um país fechado, etc......

Por conta disso, alguns economistas que trabalhavam e davam aula na PUC-RJ se identificaram com o texto.......dali, para a filiação de vários deles ao PSDB foi um pulo....Gustavo Franco e Edmar Bacha foram alguns desses.

O livro do Fiuza e o filme por tabela, curiosamente, não focam em 2 personagens principais do Plano Real, aqui entendido como o PLANO EM SI.....O PLANO como foi concebido....

A essência do Plano foi criada por André Lara Resende e o Persio Arida, 2 economistas que voltavam do Doutorado nos EUA e davam aulas na PUC-RJ.....os 2 tinham escrito um paper em 1984 (há uma confusão no ano que teriam publicado) e que havia sido distribuído no meio acadêmico onde se discutia a adoção de 2 moedas em paralelo para acabar com uma hiperinflação....

Abaixo um texto retirado do portal da FGV dá a idéia do que era esse "rascunho do Plano":

http://www.fgv.br/cpdoc/acervo/dicionarios/verbete-biografico/arida-persio

" Nesse contexto, Pérsio Arida divulgou, juntamente com o economista André Lara Resende, seu colega na PUC-Rio, idéias que constituiriam o núcleo do artigo “Inertial inflation and monetary reform in Brazil”, publicado pelos dois em 1985 na coletânea organizada por J. Williamson, Inflation and indexation: Argentina, Brazil and Israel (Boston, MIT Press). Os dois autores contribuíram para o debate de alternativas à crise econômica brasileira de um ponto de vista “heterodoxo”, isto é, divergente da tradição liberal-monetarista, afirmando que a crise resultava de uma inflação “inercial”: os sucessos alcançados no combate à inflação eram neutralizados pelo efeito de uma “memória inflacionária” que fazia com que a revisão dos contratos incorporasse as taxas mais elevadas do período anterior. Para interromper esse ciclo, os dois economistas conceberam um plano, apelidado “Larida”: seria adotada uma moeda indexada — a OTN (Obrigação do Tesouro Nacional) —, que circularia juntamente com o cruzeiro e, como moeda forte, a ele acabaria se sobrepondo, eliminando-se dessa maneira o fator de propagação inflacionária. A indexação total da economia conduziria, portanto, à sua desindexação definitiva."

Voltando.....

Porém, como vocês podem conferir no filme, o foco é a figura de Gustavo Franco, economista que entra na equipe principal que discutia a elaboração do "Plano final" como uma peça importante, mas com expectativas maiores à frente; pouco tempo depois, já era incorporado como Diretor da Área externa do Banco Central, cargo abaixo apenas do Presidente, naquela altura dada a Pedro Malan

E por que esse foco  ?

É inegável que se houve no governo um cara que defendeu com ferro e fogo o REAL , esse cara foi o Gustavo Franco....

Como toda a sociedade brasileira tinha uma memória fortemente dolarizada da economia, mexer no câmbio em 94,95,96 era extremamente perigoso e arriscado.....como a economia reagiria se mexesse no câmbio ? a inflação voltaria com toda a força ? essa era a discussão na época....e o Gustavo era irredutivel dentro do governo dizendo.....não....não....não....não era hora de mexer no câmbio...

Tal discussão se revelara naqueles tensos anos uma discussão eterna.....mesmo dentro do PSDB.....Serra, por exemplo, discordava da manutenção do câmbio por mais tempo.

O filme acaba colocando o Gustavo numa posição de destaque.....A manutenção do câmbio vai até março de 1999......diga-se de passagem, o estopim não foi a quebra da Rússia....e sim, a moratória da divída externa do estado de Minas Gerais imposta pelo Itamar Franco, recém eleito Governador, que já estava de "birra" com o então reeleito Presidente, Fernando Henrique Cardoso.

Se não fosse Gustavo Franco, talvez o Real não se mantivesse firme......talvez o limite da desvalorização do câmbio fosse 97-98.......desvalorizou-se em 99.......mas ninguém tem bola de cristal pra saber como o país reagiria a uma desvalorização em 95 ou 96.....o risco era enorme.......

Posso dizer a minha opinião que a mantenho até hoje:

Tenho absoluta certeza de que Gustavo Franco estava certo em ampliar esse prazo.....

O FILME é muito bom......não sei se é antológico....faltariam ajustes pra isso.....

Mas, vale a pena ver.



sábado, 29 de julho de 2017

Ainda narrando a bolha americana.....Fiz outro dia um post mostrando a alta do SP500 de 45% em 1 ano e 3 meses no "Pré-Crash" de 1987....até o dia do post, o Dow Jones havia subido 26% em 1 ano...15 dias atrás, 27% alta acumulada.....ontem, mais máximas....em 21.840 pontos.....já temos uma alta de 28%

Ainda narrando a bolha americana.....Fiz outro dia um post mostrando a alta do SP500 de 45% em 1 ano e 3 meses no "Pré-Crash" de 1987....

Até o dia do post, o Dow Jones havia subido 26% em 1 ano...

15 dias ATRÁS, 27% alta acumulada.....ontem, mais máximas....em 21.840 pontos.....já temos uma alta de 28%

28% de 27-6-2016 (17.053 pontos) até 21.840 pontos

Dow Jones, diário, escala logarítmica






"DJW" (Dow Jones Global Index) rompe cunha pra cima e sinaliza mercados mundiais rumo a novos topos nas próximas semanas....as bolhas espalhadas por todo mundo, em especial nos mercados americanos, parecem se preparar para o estágio da mais absoluta loucura.....o último estágio.....Dow Jones pode mirar os 24.000 em poucas semanas

"DJW" (Dow Jones Global Index) rompe cunha pra cima e sinaliza mercados mundiais rumo a novos topos nas próximas semanas....as bolhas espalhadas por todo mundo, em especial nos mercados americanos, parecem se preparar para o estágio da mais absoluta loucura.....o último estágio.....Dow Jones pode mirar os 24.000 em poucas semanas

DJW, Semanal, escala logarítmica, período 4 anos





sexta-feira, 28 de julho de 2017

A mais recente palestra no Brasil de André Lara Resende, um dos formuladores do Plano Real....na presença de alguns dos principais economistas do Brasil , André Lara discute as idéias polêmicas sobre juros contidas em seu último livro "Juros, Moeda e Ortodoxia"

A mais recente palestra no Brasil de André Lara Resende, um dos formuladores do Plano Real....na presença de alguns dos principais economistas do Brasil , André Lara discute as idéias polêmicas sobre juros contidas em seu último livro "Juros, Moeda e Ortodoxia"

2 horas de palestra realizada no INSPER em São Paulo......mas 2 horas que valem a pena...

Antes do vídeo, o livro e a sinopse:

"Neste conjunto de ensaios, André Lara Resende reflete sobre as origens e o desenvolvimento da teoria monetária e suas implicações no contexto brasileiro. Juros, inflação e política fiscal recebem do autor um enfoque inovador, ancorado nas melhores investigações da atualidade, que põem em questão algumas convicções estabelecidas. Da teoria à história, os ensaios discutem as políticas comumente receitadas para a inflação crônica, a recessão e o desemprego. Antes de buscar a polêmica fácil ou propor uma “nova heterodoxia”, este livro pretende estimular o debate ao abrir uma janela de oportunidade para a reflexão sobre políticas públicas da mais alta relevância."











quinta-feira, 27 de julho de 2017

"Pesquisa aponta estado anêmico das empresas", por Portal G1

Notícia publicada hoje no Portal G1


Quinta-feira, 27/07/2017, às 18:06, por João Borges

Pesquisa aponta estado anêmico das empresas

Estudo do economista Carlos Rocca, do Centro de Estudo de Mercado de Capitais, para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra que 45% das empresas não estão gerando receita suficiente para cobrir  as despesas.

A pesquisa foi realizada por uma amostra de empresas de capital aberto e fechado. A crise financeira das empresas, segundo o levantamento, foi causada pela queda nas vendas durante o longo período de recessão, alta dos juros, encarecendo do crédito e, finalmente, a falta mesmo de crédito a partir do momento em que os bancos, temendo inadimplência, passaram a ser mais rigorosos na hora de aprovar empréstimo.

Para completar, o endividamento aumentou. Segundo Carlos Rocca, nessa situação, as empresas sequer conseguem atender à demanda, dificultando a retomada do crescimento. Sem capital de giro, não têm como comprar matéria-prima.

"As empresas estão em estado anêmico", afirma o economista Flávio Castelo Branco, da CNI.

Com base nesse diagnóstico, a CNI solicitou ao BNDES um programa emergencial para financiamento de capital de giro, com recursos de linhas de crédito que não têm subsídio do Tesouro Nacional.

A ideia, segundo Carlos Rocca, seria financiar total da dívida que vence em doze meses, com 24 meses de carência e 60 meses para pagar. As empresas dariam como garantia os recebíveis (créditos a receber dos clientes).

Com esse critério, seria possível recuperar 27% das empresas que estão em dificuldades financeiras. Isso exigirá financiamento de cerca de R$10 bilhões.

Caso as empresas possam incluir garantias imobiliárias, o universo das empresas atendidas poderia chegar a 50% do total, com volume de empréstimo de até R$34 bilhões.







terça-feira, 25 de julho de 2017

Papéis da 3M, terceiro maior peso do Dow Jones, fecham em queda de 5%, tocam sua LTA de 1 ano e meio, mas Dow Jones fecha em alta de 0,47% ajudado pelo setor financeiro e papéis do Mc Donald's

Papéis da 3M, terceiro maior peso do Dow Jones,  fecham em queda de 5%, tocam sua LTA de 1 ano e meio, mas Dow Jones fecha em alta de 0,47% ajudado pelo setor financeiro e papéis do Mc Donald's

MC Donald's é o sexto maior peso do Dow Jones....fechou em alta de 4,75%

Vejam o terceiro gráfico abaixo do índice XLF (Setor financeiro).....alta de 1,24% , fechamento em 25.22......em cima do último pivot mais importante....acima dele, não há muita coisa até a faixa de 30,00

Sim...

Não há muita coisa até a faixa de 30,00.....logo.....

3M, Diário, escala logarítmica




3M, SEMANAL, escala logarítmica





Mc Donald's, Diário, escala logarítmica





XLF, Diário, escala logarítmica







O Colapso do "TED", o Spread entre a Libor de 3 meses e os títulos do tesouro americano de 3 meses, na semana passada....vai a 11 pontos-base numa queda de 40% voltando a níveis de 2014

O Colapso do "TED", o Spread entre a Libor de 3 meses e os títulos do tesouro americano de 3 meses, na semana passada....vai a 11 pontos-base numa queda de 40% voltando a níveis de 2014

TED, Semanal











sábado, 22 de julho de 2017

"Esta semana foi apenas mais uma em que o governo apresentou ao país as cenas explícitas do colapso fiscal em que está o setor público brasileiro", por Miriam Leitão, no Jornal "O Globo"

Ótimo artigo da jornalista Miriam Leitão publicado hoje em sua coluna no Jornal "O Globo"

http://blogs.oglobo.globo.com/miriam-leitao/post/o-labirinto-fiscal.html

COLUNA NO GLOBO

O labirinto fiscal

POR MÍRIAM LEITÃO22/07/2017 06:00

No governo Dilma, as metas bimestrais não eram respeitadas, e no fim do ano se aprovava um número com efeito retroativo para legitimar o fato consumado. Por essas e outras estripulias fiscais ela acabou sendo acusada de crime de responsabilidade. O atual governo tenta fazer tudo para ficar na meta, mas não está livre de encurtamento do mandato, só que pela acusação de corrupção.

A Lei de Responsabilidade Fiscal determina que a cada dois meses o governo apresente seu relatório de receitas e despesas e veja se está havendo frustração de receita e aumento do déficit. E aí ajuste as contas. No governo anterior, várias vezes, isso foi ignorado. A atual administração tenta seguir as regras e ouvir sempre o TCU, mudando a prática em relação ao governo da antecessora. Mas isso não livra o país de continuar prisioneiro do mesmo pesadelo fiscal.

Para não descumprir a lei, o governo adotou uma meta de déficit enorme: R$ 139 bilhões. Achou que assim estaria livre dos riscos de se desviar do objetivo. O que se viu esta semana é que tudo está muito pior do que o previsto. Há uma enorme frustração de receita e pelo andar da carruagem a meta seria estourada. Foi o que levou o governo a aumentar o imposto — coisa que havia prometido não fazer — e fazer novo contingenciamento, apesar de os dois ministros da área econômica dizerem que o atual contingenciamento é inviável.

Há vários problemas herdados, como o do Fies. O ministro Dyogo Oliveira contou ontem na entrevista que R$ 6,3 bilhões da inadimplência do financiamento de estudantes foram incorporados às despesas do governo. Esse rombo é mais da metade do que vai ser arrecadado neste semestre com o imposto e é superior a tudo o que foi cortado de despesas nessa revisão.

O Fies foi uma boa ideia, mal executada. Em 2010, liberou R$ 880 milhões de empréstimos, e então começou a disparar no final da gestão de Fernando Haddad no Ministério da Educação — quando virou candidato à prefeitura de São Paulo. Este ano, o desembolso chegará a R$ 21 bilhões. O custo do programa é a diferença entre a Selic e os 3,5% ao ano de taxa de juros. O que era para financiar estudantes pobres acabou cobrindo também as despesas de educação superior da classe média para a alegria das grandes empresas privadas de ensino. E tudo isso não era contabilizado como gasto público, segundo explicou Dyogo. Era captado apenas “abaixo da linha”, a contabilidade do Banco Central. Seguindo recomendação do TCU, o governo passou a registrar como despesas o crescente calote. O potencial da inadimplência é muito maior e vai continuar pesando nos orçamentos dos anos vindouros.

É realmente indigesto ter um novo aumento de imposto quando o país está em recessão, e por isso os contribuintes reclamam, com razão. Como não há bom transporte público, quem tem carro não tem muita alternativa a não ser usá-lo. Os combustíveis estavam em queda, e o governo aproveitou o espaço para cravar mais uma taxação.

A Fiesp reclamou e voltou com o seu pato amarelo para a porta. O protesto seria mais sincero se a federação abrisse mão das receitas que recebe do Sistema S e que vêm de taxas cobradas das empresas. A Fiesp, e outras entidades patronais, aplaudiram os programas de subsídios, como o PSI, por exemplo, que emprestava a 2,5% ao ano. Isso gerou um custo que tem que ser pago. Os representantes das empresas protestam quando chega a conta, apesar de saberem que a população é que paga o pato.

Esta semana foi apenas mais uma em que o governo apresentou ao país as cenas explícitas do colapso fiscal em que está o setor público brasileiro. E os números de ontem ainda contêm projeções duvidosas. O governo conta que receberá R$ 13 bilhões de Refis, apesar de o Programa Especial de Reestruturação Tributária estar ameaçado no Congresso de virar do avesso e se transformar em um perdão de devedores do Tesouro.

Tudo é mais grave do que foi apresentado esta semana. O que houve foi uma conta de chegar em que o governo aumentou um imposto, fez mais um corte, contou com uma receita incerta, e avisou que espera receita extraordinária que está para sair. A grande dificuldade é que a carga tributária é alta, o governo tem déficit, as despesas fixas continuam a crescer, a dívida continua aumentando e ninguém sabe como sair desse labirinto.

(Com Alvaro Gribel, de São Paulo)



quinta-feira, 20 de julho de 2017

Me chamou a atenção a reversão forte nos mercados europeus no final do pregão..Alemanha e França, por exemplo, reverteram 1%.....Índice "EURO Top 100" novamente sentiu uma LTB....O que aconteceu em 2015 nos mercados mundiais depois que a Europa se "adiantou" numa forte correção 2015-2016 ?

Me chamou a atenção a reversão forte nos mercados europeus no final do pregão..Alemanha e França, por exemplo, reverteram 1%.....

Isso pode ser visto nesse gráfico diário do índice "EURO Top 100" 

Reparem que a abertura do índice foi novamente tocando uma LTB de 2 meses e meio...

Assim....temos desde o inicio de maio uma correção em curso do "EUR" de cerca de 4%



EUR, Diário, escala logarítmica



Agora, voltemos ao gráfico SEMANAL do "EUR"...

Vejam na minha marcação em retângulo preto que o rastreador MACD já está cruzado na venda

Agora, voltem a atenção para o primeiro retângulo mais à esquerda no ano de 2015

O índice faz topo ali no final de março-início de abril-2015

Depois, queda forte até início de 2016 de cerca de 30%


EUR, SEMANAL, escala logarítmica





O que aconteceu em 2015 nos mercados mundiais depois que a Europa se "adiantou" NESSA FORTE CORREÇÃO 2015-2016 ?

Vamos focar no Dow Jones e Bovespa

Dow Jones reluta em corrigir....chega a fazer um ligeiro novo topo um pouco mais à frente de abril.....

Depois, corrige forte em aproximadamente 15%...a maior correção nos últimos 5 anos dos mercados americanos



Dow Jones, SEMANAL, escala logarítmica





E o BOVESPA ?

Demora apenas 2,3 semanas depois do topo dos europeus para entrar na perna mais forte de baixa desde 2010...

O índice toca a faixa de 58.500 e dali perde 36%, perdendo o importante suporte dos 45.000 e parando apenas nos 37.000, fundo dos últimos 2 anos.

Bovespa, SEMANAL, escala logarítmica








segunda-feira, 17 de julho de 2017

Vamos lá gente.....chegou a hora.....Cunha de 3 anos e meio do índice "DJW" (Dow Jones Global Index)....chegamos no vértice.....voltem às suas poltronas....afivelem os cintos....tirem as crianças da sala.....vamos atrás de "tudo".....vamos rastrear tudo...checar o que está por trás dessa cunha no mundo todo

Vamos lá gente.....chegou a hora.....

Cunha de 3 anos e meio do índice "DJW" (Dow Jones Global Index)

Chegamos no vértice.....

Voltem às suas poltronas....afivelem os cintos....tirem as crianças da sala...

Vamos atrás de "tudo".....vamos rastrear tudo...checar o que está por trás dessa cunha no mundo todo


DJW (Dow Jones Global Index), Semanal, escala logarítmica, período 6 anos











Mais do que nunca, vamos acompanhar os mercados chineses e emergentes, depois da queda de 1,4% de hoje no índice "SSEC-China", após perder uma cunha no diário, e, principalmente, após o ETF dos mercados emergentes "EEM" tocar a máxima de 2014 semana passada e de olharmos todas as LTB's do EEM e VWO citadas aqui

Mais do que nunca, vamos acompanhar os mercados chineses e emergentes, depois da queda de 1,4% de hoje no índice "SSEC-China", o principal índice de ações da China,  após esse perder uma cunha no diário no dia de hoje, e, principalmente, após o ETF dos mercados emergentes "EEM" tocar a máxima de 2014 semana passada.

Não somente isso....após olharmos nesses últimos dias as LTB's do "EEM" e "VWO" aqui discutidas

Por ora....

Abaixo, o "SSEC" Diário...Semanal e uma LTB......E, por último, o "EEM" no tempo SEMANAL

SSEC, Diário, escala logarítmica




SSEC, SEMANAL, escala logarítmica



EEM, Semanal, escala logarítmica







Quando eu escrevi o post sobre o rompimento de uma LTB de 9 anos no tempo MENSAL do ETF "VWO", equivalente ao "EEM" para os mercados emergentes ? No dia 13 último.....Pois sim....parece que analistas lá de fora também começaram a olhar algumas coisas na mesma sintonia que eu...no dia 15-07, 2 dias após meu post, o site "rambus1.com" também destaca o "VWO" e o rompimento de uma LTB Longa

Quando eu escrevi o post sobre o rompimento de uma LTB de 9 anos no tempo MENSAL do  ETF "VWO",  equivalente ao "EEM" para os mercados emergentes ?

 No dia 13 último.....

Pois sim....parece que analistas lá de fora também começaram a olhar algumas coisas na mesma sintonia que eu...no dia 15-07-2017, 2 dias após meu post, o site "rambus1.com" também destaca o "VWO" e o POSSÍVEL rompimento de uma LTB longa

Porém, há no texto dele algumas pequenas diferenças

A começar pela própria LTB

Ele utiliza como parâmetro o gráfico do "stockcharts.com".

Há uma diferença entre o "stockcharts.com" e algumas outras plataformas gráficas

Em minha pesquisa, preferi utilizar outra plataforma gráfica, já que a uniformidade dos gráficos de algumas plataformas gráficas se aproximou da que eu postei, e não a do "stockcharts.com"

Com pequenas diferenças ou não, há uma clara aproximação, mesmo com o iminente rompimento da LTB nos prazos mais longos, dos topos de 2007-2008


Aqui, o meu post, no dia 13-07-2017....em seguida ao post, parte do texto do "rambus1.com"

https://pracompraroupravender.blogspot.com.br/2017/07/existe-um-etf-dos-mercados-emergentes.html

Título:

Existe um "ETF" dos mercados emergentes equivalente ao "EEM"....Há uma LTB de 9 anos que tem sido respeitada no fechamento mensal.....nesse momento, essa LTB está rompida
                            
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Existe um "ETF" dos mercados emergentes equivalente ao "EEM"....Há uma LTB de 9 anos que tem sido respeitada no fechamento mensal.....nesse momento, essa LTB está rompida

Ou seja, se o mês fechasse hoje, a LTB está rompida.

Não sei se é bom ou ruim

Ontem, fechou em 41,97; há uma fortíssima resistência em 45,00

Parece a mesma LTB rompida do Bovespa...a mesma do índice "IMOB" no Brasil.

Em tempos onde o FED ainda pratica uma política gradual de aumento de taxas de juros.
Em tempos onde o Dow Jones pode ir claramente aos 23.500-24.000
Em tempos onde podemos ver claramente bolhas por todos os lugares
Em tempos onde podemos reviver todas as aberrações do passado , inclusive com crashes piores depois dessas aberrações.

Quem pode garantir que não haja uma outra grande perna de alta para os mercados emergentes ?

Nesse caso, voltamos ao Bovespa nos 69.500-70.000 ? 72.000 ?

E VALE5 , no topo duplo, faixa de 34,00 ?


VWO, MENSAL, Escala logarítmica, período 10 anos



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Late Friday Night Charts…Emerging Markets & Basic Materials Breaking Out Together .

Posted on July 15, 2017, 5:08 pm by Rambus

While most members are focused on the precious metals ,I’ve been waiting patiently for  two other sectors to setup a long term buy signal which I believe happened last week. I know you are well aware of my mantra that big consolidation patterns lead to big impulse moves. What’s pretty amazing is these 2 sectors have an almost identical  long term consolidation pattern and are breaking out at the same time. It stands to reason that if the Emerging Markets are going to be strong then the Basic Materials sector should benefit as well.

Most like to look at the EEM, emerging market index, but there is another emerging market index which trades with much more volume, VWO which I will use in this post. Lets start with just a simple daily line chart for VWO which shows a H&S bottom in place and a breakout yesterday of the blue bullish rising flag. Keep those two patterns in the back of  your mind when we look at the longer term charts.








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Lembram do post que fiz semana passada sobre o possível rompimento de uma LTB de 9 anos do ETF "VWO", equivalente ao "EEM" para os mercados emergentes ? O Site "MarketWatch", do "The Wall Street Journal" destaca a LTB do "EEM" hoje......

Lembram do post que fiz semana passada sobre o possível rompimento de uma LTB de 9 anos do ETF "VWO", equivalente ao "EEM" para os mercados emergentes ?

O Site "MarketWatch", do "The Wall Street Journal" destaca a LTB do "EEM" hoje......

Vamos a parte do texto e o gráfico em destaque publicado por eles

http://www.marketwatch.com/story/investors-should-pay-attention-to-the-chart-of-the-week-month-and-potentially-year-2017-07-17

"Pay attention to this bullish ‘chart of the week, month and potentially year
By Shawn Langlois
Published: July 17, 2017 9:12 a.m. ET

The chart

Oppenheimer’s Ari Wald calls this “our chart of the week, month and potentially year,” explaining that it “not only carries significance for the future direction of EEM’s trend — we think higher — but also for the cyclical recovery as well because broadening global participation remains a focal point to our outlook.”




As you can see, the iShares MSCI Emerging Markets ETF EEM, -0.48% , which has woefully underperformed the S&P 500 SPX, +0.02%  over the past decade, is breaking out of a 10-year downtrend and is also making a higher high relative to an MSCI global index.

The Reformed Broker blog’s Josh Brown also highlighted the chart in a post over the weekend, saying it has “the potential to become very big news for investors with global allocations and traders looking for the next mega-trend.”


'




sábado, 15 de julho de 2017

Vamos recolocar a foto assustadora do "Pré-Crash Dow Jones Jul 1986- Jul 1987" e do "Atual Movimento Dow Jones"

Vamos recolocar a foto assustadora do "Pré-Crash Dow Jones Jul 1986- Jul 1987" e do "Atual Movimento Dow Jones"

Notem que, nesse caso, fiz questão de comparar o Dow Jones lá de 1987 e o atual

Por que ressalto isso ?

Quando escrevi no post sobre os 2 momentos, comparei SP500 com Dow Jones

Por que isso ?

No Pré-Crash de 1987, o SP500 subiu cerca de 45%do fundo de jul-1986 até ago-1987....

Dow Jones subiu mais !!...

Dow Jones subiu 58% do fundo de jul-1986 até ago-1987....

Mas, volto a dizer...

Abaixo, os 3 gráficos são do Dow Jones....

Dow Jones jul 1986-jul 1987, primeiro à esquerda
Dow Jones 2016-2017, segundoà esquerda

Dow Jones ago 1987-dez 1987,gráfico isolado à direita com o crash de cerca de 32% da máxima a mínima










Ainda temos muito papo "fundamentalista-econômico" pra bater....por isso, a prioridade nos gráficos macros.....assim, outro dia discutimos o retorno do Bovespa a fundos anteriores nos últimos 40 anos......por ora, apenas um gráfico de curto prazo e um canal de alta criado apenas pra acompanhamento

Ainda temos muito papo "fundamentalista-econômico" pra bater....

Por isso, a prioridade nos gráficos macros.....

Assim, outro dia discutimos o retorno do Bovespa a fundos anteriores nos últimos 40 anos.....

Hoje, apenas um gráfico de curto prazo e um canal de alta criado apenas pra acompanhamento para os próximos dias

Bovespa, diário, escala logarítmica






LTA's em curso do Dow Jones e SP500

LTA's em curso do Dow Jones e SP500

Dow Jones, diário, escala logarítmica




SP500, diário, escala logarítmica






sexta-feira, 14 de julho de 2017

Fiz outro dia um post mostrando a alta do SP500 de 45% em 1 ano e 3 meses no "Pré-Crash" de 1987....até o dia do post, o Dow Jones havia subido 26% em 1 ano...hoje, depois de mais um pivot de alta, acúmulo de 27%...e assim vamos narrar a bolha americana....Vamos ver o que falou Michael Lewis sobre o "Crash de 1987".....

Fiz outro dia um post mostrando a alta do SP500 de 45% em 1 ano e 3 meses no "Pré-Crash" de 1987....

Até o dia do post,, o Dow Jones havia subido 26% em 1 ano

De 27-6-2016 (mínima em 17.053 pontos)  a 3-7-2017 (máxima em 21.562 pontos )

Hoje, depois de mais um pivot de alta, isto é, rompeu essa faixa de 21.560 e bateu na máxima do dia 21.680,  acúmulo de 27% desde o fundo de 17.053 em 27-6-2016

E então ? Temos certeza de que mais 3 meses o Dow Jones subirá mais 15%-18% ? Ou seja, cerca de 2.500 pontos ? esbarrando no 24.000 ?

Assim vamos narrar a bolha americana

E o mundo ?

Ora.....o mundo vai junto....tudo vai junto.....


Não deixem de acompanhar por aqui a contagem

Vejam o que diz Michael Lewis, o escritor de "Moneyball" e "The Big Short", entre outros; "The Big Short", o livro que deu origem ao filme, no Brasil chamado de "A Grande Aposta". e que contou como alguns poucos investidores perceberam a Crise do Subprime americano de 2008 e suas consequências

Logo no início do vídeo ( aproximadamente entre 0:33 e 1:00)

"What happened there... was dramatic illustration of  the disconnection that ocurred between financial markets and the real economy"

Essencialmente, o que ele diz......

"O que aconteceu ali foi uma ilustração dramática-surreal da desconexão que ocorreu entre os mercados financeiros e a economia real"









quinta-feira, 13 de julho de 2017

Quem quiser saber até onde vai o repique monstro da VALE desde o ano passado em real, pode olhar para o gráfico em dólar de sua ADR em Nova York e sua LTB de 6 anos

Quem quiser saber até onde vai o repique monstro da VALE desde o ano passado em real, pode olhar para o gráfico em dólar de sua ADR em Nova York e sua LTB de 6 anos

ADR VALE em Nova York,  escala logarítmica, Mensal, 15 anos





Existe um "ETF" dos mercados emergentes equivalente ao "EEM"....Há uma LTB de 9 anos que tem sido respeitada no fechamento mensal.....nesse momento, essa LTB está rompida

Existe um "ETF" dos mercados emergentes equivalente ao "EEM"....Há uma LTB de 9 anos que tem sido respeitada no fechamento mensal.....nesse momento, essa LTB está rompida

Ou seja, se o mês fechasse hoje, a LTB está rompida.

Não sei se é bom ou ruim

Ontem, fechou em 41,97; há uma fortíssima resistência em 45,00

Parece a mesma LTB rompida do Bovespa...a mesma do índice "IMOB" no Brasil.

Em tempos onde o FED ainda pratica uma política gradual de aumento de taxas de juros.
Em tempos onde o Dow Jones pode ir claramente aos 23.500-24.000
Em tempos onde podemos ver claramente bolhas por todos os lugares
Em tempos onde podemos reviver todas as aberrações do passado , inclusive com crashes piores depois dessas aberrações.

Quem pode garantir que não haja uma outra grande perna de alta para os mercados emergentes ?

Nesse caso, voltamos ao Bovespa nos 69.500-70.000 ? 72.000 ?

E VALE5 , no topo duplo, faixa de 34,00 ?

VWO, MENSAL, Escala logarítmica, período 10 anos






"Dólar x Real" muda alguma coisa com a condenação de Lula ? Em relação a grande LTA de 6 anos, por enquanto, nada....nenhuma mudança....3,20 encosta nessa LTA de 6 anos

"Dólar x Real" muda alguma coisa com a condenação de Lula ? Em relação a grande LTA de 6 anos, por enquanto, nada....nenhuma mudança....3,20 encosta nessa LTA de 6 anos

"Dólar x Real" , Semanal, escala logaritmica, período 10 anos






segunda-feira, 10 de julho de 2017

Supercomputador aposta em crash nos mercados em poucos meses baseado em "aceleração das oscilações" ...é o que diz reportagem publicada no site "Financial Sense" e "Zero Hedge"........será que dessa vez é diferente ?

Supercomputador aposta em crash nos mercados em poucos meses baseado em "aceleração das oscilações" ...

É o que diz reportagem publicada semana passada no site "Financial Sense" e hoje pelo site "Zero Hedge".

Será que dessa vez é diferente ?

Vamos a parte dela abaixo:

Aqui, o texto completo:

http://www.financialsense.com/didier-sornette/supercomputer-betting-market-crash

Foi resumido no site Zero Hedge:

http://www.zerohedge.com/news/2017-07-10/sornettes-supercomputer-betting-market-crash-global-bubble-status


Sornette's Supercomputer Is Betting On A Market Crash

Tyler Durden's picture
by Tyler Durden
Jul 10, 2017 3:30 PM

Via FinancialSense.com,

One of the world's most powerful supercomputers, retrofitted for trading the stock market, appears to be betting on a crash in the months ahead.

The Financial Crisis Observatory (FCO) at ETH Zurich released its latest Global Bubble Status Report on July 1st.


As we discussed with FCO’s director, Didier Sornette, on our podcast in May, they use one of the world’s leading supercomputers to monitor global markets each day for two distinct bubble-like characteristics: faster than exponential price movement and accelerating oscillations .

[ZH: We first discussed Sornette's work in 2010 on identifying "critical market crashes", and again in 2013 when Sornette explained "how we can predict the next financial crisis" to a TED audience...

The 2007-2008 crash seemed to come out of nowhere, with no source or group to take responsibility, an unpredictable one-time anomaly — as Sornette calls it: “the wrath of God.” But as he says firmly: Despite what standard risk management tools show, these outliers operate under special mechanisms that make them predictable, perhaps even controllable. Sornette and his team at the Financial Crisis Observatory (FCO) call these special cases “dragon-kings.” Dragon-kings, in direct contrast with “black swans,” are at the core characterized by a slow maturation of instability, which move toward a bubble, until the bubble reaches a climax and bursts.

There are many early warning signs of dragon-kings, but one of the crucial ones is super-exponential growth. Super-exponential growth is trenchant and unsustainable and can be found in many areas of study to predict dragon-kings. Sornette has applied it to Ariane rockets, parturition problems, epilepsy, landslides, even blockbuster movies and YouTube virality.

Dragon-king theory can be applied to 30 years of financial bubble history, starting with the worldwide bubble that started in 1980 and popped in 1987, and ending in the most recent global over-valuation bubble that broke in 2007 and 2008. In December 2007 Sornette predicted the Chinese market bubble, to the disbelief of analysts. Three weeks after his presentation the markets lost 20 percent, and by the end of the year they had lost 70 percent.

Can the dragons be slain? In a way. Learn the art of planning and predicting, says Sornette. If we find pockets of predictability, advanced diagnostics of crises are possible. So that crises may never again take us by such surprise.]




sábado, 8 de julho de 2017

" No Brasil, economia de mercado é "caricatura", diz Eduardo Giannetti" , por Jornal "Valor"

Excelente entrevista do economista Eduardo Giannetti publicada anteontem no Jornal "Valor"

Abaixo, parte do texto

Aqui, o texto completo: http://www.valor.com.br/brasil/5028488/no-brasil-economia-de-mercado-e-caricatura-diz-eduardo-giannetti


06/07/2017 às 05h00 

 No Brasil, economia de mercado é "caricatura", diz Eduardo Giannetti
 Por Sergio Lamucci | De São Paulo


A operação Lava-Jato escancarou a deformação patrimonialista do Estado brasileiro, diz o economista e escritor Eduardo Giannetti, para quem o país tem a oportunidade de corrigir essa distorção. Segundo ele, o problema resulta da combinação de "um patronato político que usa as suas prerrogativas para se perpetuar no poder" e de "empresários de peso, do setor privado, que buscam desesperadamente atalhos de enriquecimento junto a governantes dispostos a negociar". Para Giannetti, o país assiste, "ao vivo", uma aula de sociologia política sobre a deformação patrimonialista do Estado. Ela mostra que "a democracia no Brasil foi sempre um lamentável mal-entendido" - na frase de Sérgio Buarque de Hollanda, em "Raízes do Brasil" - e que a economia de mercado no Brasil é uma caricatura, segundo ele. Na visão de Giannetti, o problema "chegou a um tal paroxismo que abre uma oportunidade de correção profunda". Mudar esse estado de coisas depende de uma reforma política e de uma reforma econômica que as eleições de 2018 "podem viabilizar, mas não garantem", avalia ele, que diz gostar da ideia de uma Constituinte exclusiva, focada na reforma política e em alterar o pacto federativo. Giannetti antevê dois cenários possíveis ao falar das eleições de 2018, um de polarização e outro de pulverização. O de polarização depende fundamentalmente de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ser candidato, afirma o economista. "Se isso ocorrer, vai surgir quase que inevitavelmente um outro polo que será o anti-Lula. Pode ser [João] Doria [prefeito de São Paulo], pode ser [Jair] Bolsonaro [deputado do PSC-RJ]".
Já no de pulverização, sem Lula, haveria "uma dispersão grande de candidatos", com mais políticos se animando a participar do pleito", porque o quadro tende a ficar mais aberto. "Acho que é melhor para o Brasil o cenário de pulverização, embora haja o problema de que ele também abre a porta para outsiders aventureiros."Caso se concretize o de polarização, Giannetti acredita que a eleição tende a ser "muito rancorosa, muito violenta, e muito sem diálogo". Giannetti também fala sobre a sua relação com Marina Silva (Rede), a quem destaca pelo compromisso ético, pela visão de mundo e por ser um "exemplo de vida e de superação". Diz que não se afastou da ex-senadora, de quem foi conselheiro nas eleições de 2010 e 2014, mas considera que ela precisa decidir se é uma líder de movimento, como o americano Martin Luther King e o indiano Gandhi, ou uma candidata a chefe de Executivo.
Ele vê com bons olhos a possibilidade de Marina e o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa estarem juntos na eleição de 2018. Afirma ainda que, "numa condição de aconselhamento e estrategista", está "perfeitamente à disposição". A seguir, os principais trechos da entrevista com o autor de livros como "Trópicos Utópicos" e "O Valor do Amanhã".

Valor: Qual o impacto da nova crise política sobre a economia?

 Giannetti: O timing para a economia não poderia ter sido pior. No momento em que se desenhava finalmente um cenário consistente de recuperação, o processo foi interrompido, os horizontes se encurtaram dramaticamente e se perdeu a condição de governabilidade, que é fundamental para avançar nas reformas e na recuperação de um mínimo de tranquilidade para a economia voltar a ter confiança. Os indicadores de confiança já estão todos regredindo. As decisões de investimento que começavam a ser tomadas foram novamente suspensas e não há um horizonte decisório para ações que envolvam comprometimento de recursos  por um prazo maior. 

Valor: Há mais aspectos preocupantes? 

Giannetti: Uma coisa grave para o Brasil institucionalmente é o modo como essa delação premiada veio a público. Foi muito atabalhoado. Isso vem se repetindo na história da Lava-Jato, e é um enorme desserviço para a justiça, porque cria muito ruído desnecessário. Uma delação dessa  gravidade, quando vem a público, deve ocorrer de um modo organizado, institucional, e não na forma de vazamentos seletivos, com um timing que ninguém sabe o que definiu e por que canal ocorreu.

Valor: Como o sr. vê a situação fiscal?

 Em que medida a trajetória da dívida pública preocupa? Giannetti: A dívida bruta não é grande se você a olhar estaticamente. Ele está acima de 70% do PIB, não é alguma coisa que dispare todos os alarmes. Ela é muito alta para os padrões emergentes, mas, se você olhar no mundo, não é como a do Japão, como  a da Itália. O problema é a taxa de crescimento, que é explosiva. Isso preocupa. E há um problema de Previdência gravíssimo que, se não for tratado a tempo, vai levar o país para a insolvência. O que ocorre no Rio pode ser apenas uma primeira manifestação, se nada for feito, de uma realidade para a nação.

Valor: Há um grande descrédito em relação à política. Isso abre espaço para um candidato fora do sistema em 2018?

 Giannetti: Antes de falar em candidatos, acho importante dizer que o Brasil nunca teve uma oportunidade como essa, que agora se oferece, de corrigir a deformação patrimonialista do Estado. O que é isso? É um patronato político, um estamento político, que usa as suas prerrogativas para se perpetuar no poder, e são empresários de peso, do setor privado, que buscam desesperadamente atalhos de enriquecimento junto a governantes dispostos a negociar. Isso não foi inventado da redemocratização para cá. É uma característica que acompanha a formação do Brasil como nação, mas se escancarou agora de um modo como nunca antes. Nós estamos tendo uma aula de sociologia política, ao vivo, sobre a deformação patrimonialista do Estado brasileiro. Tudo aquilo que Raymundo Faoro [autor de "Os Donos do Poder"] fala, tudo aquilo que Sérgio Buarque de Hollanda fala -"a democracia no Brasil foi sempre um lamentável mal-entendido". Está aí. A caricatura que é o funcionamento da economia de mercado no Brasil. Os grupos que dominam empresarialmente não são aqueles que obtêm o crescimento por meio da inovação, da oferta de bens e serviços cujo valor o mercado reconhece, a sociedade reconhece. Nós temos uma chance de quebrar o lamentável mal-entendido da democracia e de criar finalmente uma verdadeira economia de mercado, em que haja uma separação clara e definida entre o setor público e o privado.

Valor: O sr. não vê o risco de esse cenário político conturbado levar a eleição de uma aventureiro? 

Giannetti: Acho que dois padrões podem ocorrer na eleição de 2018. Um é o de polarização e o outro, de pulverização. O primeiro depende fundamentalmente de Lula ser candidato. Se isso ocorrer, ele tem automaticamente um piso de 20%, 20% e poucos por cento do eleitorado, que o coloca no segundo turno. Nesse quadro, vai surgir quase que inevitavelmente um outro polo que será o anti-Lula. Pode ser Doria, pode ser Bolsonaro. E essa polarização dominará o quadro sucessório.

Valor: E no de pulverização? 

Giannetti: Nesse cenário, Lula não será candidato. Nós vamos ter uma dispersão grande de candidatos e acho que muitos se animarão a participar do pleito, porque vai ficar mais aberto. Acho melhor para o Brasil o cenário de pulverização, embora haja o problema de que ele também abre a porta para outsiders aventureiros. 
Pode surgir alguém do nada, ou um candidato com ideias muito demagógicas e muito irresponsáveis, mas que obtenha do eleitorado algum tipo de adesão. No entanto, seria muito ruim para o Brasil um cenário de polarização radical, porque seria uma eleição muito rancorosa, muito violenta e muito sem diálogo. Para a democracia brasileira, é melhor Lula não ser candidato.

Valor: Como sr. vê João Doria como candidato a presidente? 

Giannetti: Acho que é muito cedo para avaliar a sua aptidão, inclusive como gestor. Acho prematuro. Seria precipitado um voo dessa altura neste momento. 

Valor: Bolsonaro tem avançado nas pesquisas. Ele pode ser eleito?

 Giannetti: Acho muito remota a viabilidade eleitoral de Bolsonaro, mas ao mesmo tempo eu fico extremamente preocupado com as intenções de voto que tem obtido. É o desencanto radical com a política. Ele galvaniza toda a raiva de alguns segmentos que estão absolutamente desgostosos com os caminhos que as coisas tomaram no Brasil. Mas certamente não é por aí que nós vamos melhorar. Um dos cenários mais perturbadores, que me deixaria profundamente melancólico e deprimido, seria Lula e Bolsonaro no segundo turno.




sexta-feira, 7 de julho de 2017

Taxa interbancária Londrina Libor de 3 meses atinge 130 pontos-base no fechamento da semana, o ponto mais alto dos últimos 8 anos

Taxa interbancária Londrina Libor de 3 meses atinge 130 pontos-base no fechamento da semana, o ponto mais alto dos últimos 8 anos....acima disso, tem uma "avenida aberta" pressionando quase toda a estrutura de funding do mundo

Libor 3 meses, diário, período 12 anos



Libor , período 30 anos

LIBOR 3 meses corresponde a linha laranja abaixo...







Índice EWZ, o "Bovespa operado pelos estrangeiros", aciona no fechamento da semana o "cruzamento da morte", MA50 cruza pra baixo sobre MA200 e pôe mais pressão vendedora

Índice EWZ, o "Bovespa operado pelos estrangeiros", aciona no fechamento da semana o "cruzamento da morte", MA50 cruza pra baixo sobre MA200 e pôe mais pressão vendedora

Fechamento hoje em 34,07

Resistência em 36,50 define alguma melhora de curto prazo

Pra baixo, a perda da faixa de 32,80 pressiona o índice em direção a 31,80, depois 31,00

Abaixo de 31,00 não tem muito suporte forte.....parada em 28.80....depois, somente em 25,00

Vejam  no último círculo verde o cruzamento da MA50 (linha azul) sobre a MA200 (linha vermelha)

Vejam nos círculos anteriores os cruzamentos e a dinâmica posterior após os cruzamentos



EWZ, Diário, escala logarítmica








O colapso do barril de petróleo é iminente ?

O colapso do barril de petróleo é iminente ?

Vejamos a dinâmica do barril de petróleo no gráfico diário abaixo......uma grande figura chamada "xícara de café" invertida....

A mesma vista no segundo gráfico abaixo, só que num prazo muito mais longo, período 2009-2016, gráfico Semanal

Vejam no círculo verde a MA50 já cruzada pra baixo sobre a MA200 no tempo diário há cerca de 15 dias


Light Crude Oil, diário




Light Crude Oil,  semanal







O site "Zero Hedge" volta a destacar o impacto de uma mudança na direção das taxas de juros americanas nas crises financeiras dos últimos 100 anos , questão levantada pelo Bank of America.....o Bank of America ressalta que as mudanças de direção são determinantes para instabilidades financeiras graves

O site "Zero Hedge" volta a destacar o impacto de uma mudança na direção das taxas de juros nas crises financeiras dos últimos 100 anos , questão levantada pelo Bank of America.....

O Bank of America faz questão de destacar que as mudanças de direção são determinantes para instabilidades financeiras graves

No gráfico abaixo, dentro do post publicado no "Zero Hedge" que passo a reproduzir mais abaixo, as marcações são feitas em "vermelho"




http://www.zerohedge.com/news/2017-07-07/bofa-massive-market-inflection-point-coming-summer-will-lead-fall-crash

BofA: "Massive Market Inflection Point Coming This Summer: Will Lead To Fall Crash"

by Tyler Durden
Jul 7, 2017 12:05 PM

One week after BofA's Michael Hartnett became the latest strategist to admit the truth, when in his Flow Show report from last week he said that "central banks have exacerbated inequality via Wall St inflation & Main St deflation" and now that they are hoping to quickly and painlessly undo their error, there are "two ways to cure inequality...you can make the poor richer...or you can make the rich poorer..." concluding that the "Fed/ECB are now tightening to make Wall St poorer" because it is "no longer politically acceptable to stoke Wall St bubble", he has followed up with a note in which he looks at the vast change in the market landscape over the past year.

As he says, one year ago, July 11th, 2016, 30-year Treasury yield hit all-time low (2.14%), and Swiss government could have issued a 50-year bond at a negative yield (Chart 2 shows 10- year Swiss yield back to 1900).

One year later, 10-year bond yields up from 1.43% to 2.37% in the US, from -0.27% to 0.10% in Japan, and from -0.17% to 0.56% in Germany. Over the same period, global equity full float market cap rose $10.0tn to $76.3tn.

Then in a follow up from his recent report predicting when the Fed may be preparing to finally open the trapdoor beneath the market, the BofA analyst writes that over the next 6 months, higher interest rates likely be "much more negative for stocks & credit given new central bank policies"; tightening by the Fed, rhetorical tightening by ECB has already succeeded in raising bond yields, volatility, reducing tech stocks, he says as he urges clients to slowly step away from the exits.

And, when looking at near-term catalysts, he views the summer of 2017 as a "massive inflection point in central bank liquidity trade…will likely lead to “Humpty-Dumpty” big fall in market in autumn, in our view." The outcome of this global coordinated tightening, as he has shown below, will be a "financial event"





Antes do Crash dos mercados americanos em 1987, SP500 subiu 45% em 1 ano e 3 meses....maio-86 a ago-87....Dow Jones já subiu 26% em 1 ano....jun-2016 a jul-2017

Antes do Crash dos mercados americanos em 1987, SP500 subiu 45% em 1 ano e 3 meses....maio-86 (mínima de 232 pontos em 16-5-1986)  a ago-87 (máxima de 337 pontos em 25-08-1987)....



SP500, período maio-1986- dez-1987





Agora, Dow Jones já subiu 26% em 1 ano...de 27-6-2016 (mínima em 17.053 pontos)  a 3-7-2017 (máxima em 21.562 pontos )

Se Dow Jones for a 23.500-24.000 nos próximos 3 meses, terá subido algo em torno de 40% , próximo a mesma curva de alta impressionante às vésperas do Crash de 1987....e no mesmo período

Ou seja....daqui em diante, bastaria uma alta de aproximadamente 10%

Como mostrei no penúltimo post, o principal peso do Dow Jones, o "Goldman Sachs", está batendo numa resistência forte......faixa de 230....acima, praticamente só tem 250, ou seja, uma alta de 10% só dos papéis do "Goldman"






quarta-feira, 5 de julho de 2017

Alguém aí sabe por que eu estabeleci a idéia do post anterior ? Vamos por partes.....

Alguém aí sabe por que eu estabeleci a idéia do post anterior ? Vamos por partes.....









Com a correção dos últimos meses, os papéis do Goldman Sachs, "o maior peso" do Dow Jones, estão a 10% do seu "topo duplo"...Logo, o Dow Jones pode ir até a faixa de 23.500 em 2,3,4 meses ? Sim.....

Com a correção dos últimos meses, os papéis do Goldman Sachs, "o maior peso" do Dow Jones, estão a 10% do seu "topo duplo"...Logo, o Dow Jones pode ir até a faixa de 23.500 em 2,3-4 meses ? Sim.....


Goldman Sachs, semanal, escala logarítmica






terça-feira, 4 de julho de 2017

"Número de inadimplentes bate recorde histórico e atinge 61 milhões de pessoas, diz Serasa", por Portal G1

Notícia publicada ontem pelo portal G1:

Todo o texto,aqui: http://g1.globo.com/economia/seu-dinheiro/noticia/numero-de-inadimplentes-bate-recorde-historico-e-atinge-61-milhoes-de-pessoas-diz-serasa.ghtml


Número de inadimplentes bate recorde histórico e atinge 61 milhões de pessoas, diz Serasa

Segundo os economistas da Serasa, o desemprego e a recessão econômica são os principais motivos para os altos índices de inadimplência no país

Por G1
03/07/2017 10h49  Atualizado há 20 horas

O número de consumidores inadimplentes no país chegou a 61 milhões em maio, de acordo com o Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor. Trata-se do maior número da série histórica desde 2012. Somente no mês de maio, cerca de 900 mil consumidores ingressaram no cadastro de inadimplência. Em maio do ano passado, eram 59,5 milhões de pessoas na lista.
Segundo os economistas da Serasa, o desemprego e a recessão econômica são os principais motivos para os altos índices de inadimplência no país.




segunda-feira, 3 de julho de 2017

Abaixo,um aperitivo de um artigo em que estou trabalhando dá a real noção da aberração que foi produzida de 2010 pra cá em termos de "bolha de crédito" no mundo......a explosão do crescimento do "M3", que nada mais é do que "Depósitos à vista mais depósitos a prazo" contabilizados por todos os bancos no mundo....vejam os 5 primeiros da lista...Turquia, Rússia, China, Brasil e Indonésia

Abaixo,um aperitivo de um artigo em que estou trabalhando dá a real noção da aberração que foi produzida de 2010 pra cá em termos de "bolha de crédito" no mundo......a explosão do crescimento do "M3", que nada mais é do que "Depósitos à vista mais depósitos a prazo" contabilizados por todos os bancos no mundo....

Uma das principais correias pra se entender avanços de crédito é o "M3", já que o mesmo carrega o item "depósitos a prazo",

As 5 primeiras linhas de cima pra baixo terminando em maio-2017 são, na ordem:

Turquia, Rússia, China, Brasil e Indonésia

A linha preta "mais grossa" representa a da "OECD".

Toda a compilação de dados tem como base 100 o ano de 2010.

Portanto, quando se vê a Turquia, primeira linha acima do nível de 260, significa que o "M3" cresceu acima de 160% de 2010 até a data compilada














domingo, 2 de julho de 2017

Ontem, o "Real" fez aniversário....23 anos.....depois de 14 anos, o governo foi capaz de jogar a meta da inflação para baixo....depois de 14 anos de um governo "dos trabalhadores".....Comemoramos com a entrevista do Ex-Ministro da Fazenda durante os 8 anos do Governo "FHC", Pedro Malan, apresentada na última quinta-feira no Programa da Jornalista Miriam Leitão

Ontem, o "Real" fez aniversário....23 anos

A semana que passou, depois de 14 anos, o governo foi capaz de jogar a meta da inflação para baixo....depois de 14 anos de um governo "dos trabalhadores".....

Assim, comemoramos com a entrevista do Ex-Ministro da Fazenda durante os 8 anos do Governo "FHC", Pedro Malan, concedida a Jornalista Miriam Leitão e apresentada na última quinta-feira, 29-6-2017 na Globo News

Antes, a capa do Jornal "O Estado de São Paulo" com a divulgação da nova meta inflacionária de 4,25% e 4% para os anos de 2019 e 2020 respectivamente