quarta-feira, 26 de abril de 2017

Foto linda na compra do "Dólar x Real".....falta romper a faixa de 3,20...depois, 3,31-3,36....3,42 e 3,57

Foto linda na compra do "Dólar x Real".....falta romper a faixa de 3,20...depois, 3,31-3,36....3,42 e 3,57

Vejam as divergências altistas de IFR14 e MACD-Histograma na faixa de "3,10 contra 3,03" no tempo SEMANAL...

Vem respeitando a LTA de 5 anos que tenho monitorado aqui.

Hoje já em modo COMPRA no SEMANAL de MACD e Histograma

Nesse momento, 3,195


Dólar x Real, Semanal, escala logarítmica






IBOV e ITUB4 em congestão....VALE5 e VALE3 "em cima" de LTB

Vamos rever o Bovespa já com a abertura de hoje.

Com o Bovespa operando na abertura de hoje, quarta-feira, 26-4-2017, em 64.850 pontos, temos abaixo algumas alternativas interessantes

A que mais me agrada é uma congestão entre a faixa de 62.500 e 66.000-66.500

Ou seja.....não é uma congestão muito clara, porém, por que é hoje a que mais me agrada ?

Porque se olharmos o indice "EWZ" (segundo gráfico abaixo), o "Bovespa operado pelos estrangeiros", ali há uma congestão mais clara, faixa entre 36.00 e 38.50

Para o Bovespa, ainda temos uma LTB, também marcada abaixo e tocada ontem e hoje, começando a ser balizada, mas que se confundiria com a congestão aqui especulada.

Talvez, tão ou mais importante, é olharmos uma LTA destacada abaixo e uma Média Móvel Simples de 200 períodos em linha vermelha passando pouco abaixo dos 62.000 pontos.

Suportes do Bovespa em 64.800, 64.300, 63.800, 63.000 e 62.500
Resistências em 65.200, 66.000 e 66.500

IBOV, Diário, escala logarítmica




EWZ, Diário, escala logarítmica




Olhando ITUB4, aqui há uma congestão muito clara.....faixa 37,20-39,20......também uma MA200 em linha vermelha se aproximando



ITUB4, Diário, escala logarítmica




Analisando VALE5 e VALE3 , aqui há uma coincidência de movimentos.....ambos os papéis estão resvalando sobre uma LTB que começa a se fortalecer no tempo diário, vistas abaixo.....

Rompendo essa LTB para VALE5, papel abre espaço para vôos mais altos em direção a faixa de 28,90-29,00, depois 30,50.....suporte na faixa de 24,50 é importante no curto prazo, caso perdido, papel deve buscar a faixa de 23,50

LTB rompida para VALE3. papel abre espaço para vôos mais altos em direção a faixa de 29,50, depois 30,60.......suporte na faixa de 25,40 é importante no curto prazo, caso perdido, papel deve buscar a faixa de 24,50


VALE5, Diário, escala logarítmica



VALE3, Diário, escala logarítmica











terça-feira, 25 de abril de 2017

VALE3 e VALE5 fecham "em cima" de suas LTB'S curtas

VALE3 e VALE5 fecham "em cima" de suas LTB'S curtas


VALE3, Diário, escala logarítmica



VALE5, Diário, escala logarítmica






Nada muda no Bovespa até romper 66.500..até porque, o "EWZ", o "Bovespa operado pelos estrangeiros", está em congestão

Nada muda no Bovespa até romper 66.500..até porque, o "EWZ", o "Bovespa operado pelos estrangeiros", está em congestão

Fechamento do Bovespa hoje em 65.148 pontos, alta de 1,18%

Comecei a traçar uma LTB vista abaixo....hoje, fechamento "em cima" dela

Suportes agora em 64.800, 64.200, 64.000, 63.800, 63.000 e 62.500
Resistência em 65.200, 66.000 e 66.500

Bovespa, diário, escala logarítmica




EWZ, diário, escala logarítmica







segunda-feira, 24 de abril de 2017

Bovespa em 24-04-2017

Fechamento do Bovespa hoje em 64.389, alta de 0,99%

Abriu forte, na mesma dinâmica dos mercados mundiais, por conta da expectativa positiva em torno do resultado das eleições francesas. Foi lá testar uma resistência intraday forte de 64.800 e recuou ao longo do dia

Abaixo, no primeiro gráfico, notamos a LTA que ressalto há uns 60 dias.....semana passada , resvalou nela.....

Assim, agora temos resistência nesses 64.800, depois 65.200, que pode ser vista claramente também no primeiro gráfico.

Melhora de vez se romper a fundamental faixa de 66.500, que pode ser vista no segundo gráfico

Suportes agora em 64.000, 63.800, e a mais forte nesse momento em 62.500



Bovespa, diário, escala logarítmica, período 1 ano





Bovespa, diário, escala logarítmica, período 12 anos







Principal índice acionário chinês, o "SSEC", começa a semana perdendo a LTA de 2 anos e meio

Principal índice acionário chinês, o "SSEC", começa a semana perdendo a LTA de 2 anos e meio

 "SSEC", semanal, escala logarítmica, período 7 anos









VALE5 tem uma LTB próxima, mas fecha ligeiramente acima de um pivot fundamental, a faixa de 26,20 (antigo 27,00 antes do desconto dos dividendos de hoje)

Abaixo, temos uma foto mais de curto prazo da VALE5, o primeiro gráfico abaixo, onde podemos ver uma LTB passandohoje por volta de 26,80.

Papel fechou hoje em 26,30

No segundo gráfico, uma foto de longo prazo, período 11 anos.

Dá pra ver o fundamental divisor ali na faixa de 26,20; portanto, o papel fecha ligeiramente acima desse divisor

Seria fundamental que amanhã o papel se firmasse acima desse pivot de 26,20 pra pensarmos em vôos mais altos, inclusive dando-lhe força para romper essa LTB.

Acima de 26,20 temos agora 26,73, 27,13 e a faixa de 27,60

Suportes agora em 26,20, 25,30 e 24,46

VALE5, Diário, escala logarítmica, período 6 meses



VALE5, Diário, escala logarítmica, período 11 anos







"Custo da má gestão de Dilma é maior que o da Lava Jato’", por Eduardo Giannetti, em "Revista Época-Jornal "O Estado de São Paulo"

Boa entrevista do economista Eduardo Giannetti, publicada pela Revista Época e pelo Jornal "O Estado de São Paulo" nesse fim de semana.

Abaixo, parte da entrevista.

Aqui, todo o texto: http://epocanegocios.globo.com/Brasil/noticia/2017/04/custo-da-ma-gestao-de-dilma-e-maior-que-o-da-lava-jato.html

‘23/04/2017 - 10H30 - ATUALIZADA ÀS 10H32 - POR ESTADÃO CONTEÚDO

Custo da má gestão de Dilma é maior que o da Lava Jato’

Segundo o economista Eduardo Giannetti da Fonseca, a Lava Jato não troue a crise econômica, mas ajudou a agravá-la

O economista Eduardo Giannetti da Fonseca diz que os impactos da Operação Lava Jato, que apura corrupção na Petrobrás, podem ter efeitos negativos sobre a economia brasileira, que esboça uma reação, mas afirma que as investigações em curso não deram origem à atual recessão pela qual o Brasil passa. Segundo ele, a má condução do governo Dilma Rousseff, com políticas equivocadas, colocou o Brasil nesta profunda crise, gerando a alta taxa de desemprego.

A seguir, trechos da entrevista:

Um levantamento feito pelo Estado mostra que as principais empresas envolvidas na Lava Jato demitiram quase 600 mil pessoas. As novas delações poderão piorar esse cenário?

O impacto (negativo) indireto sobre o emprego é ainda maior. Afeta toda cadeia, desde os fornecedores até o consumo que deixa de ser feito porque a atividade não aconteceu.

Com as delações que vieram à tona semana retrasada, o impacto da Lava Jato na economia pode ser maior daqui para a frente?

Acho que seria um erro de análise atribuir a atual crise econômica e o desemprego à Lava Jato. Estaríamos em crise e com alta taxa desemprego, independentemente da Lava Jato. Não foi a operação que criou esse problema. Ela ajudou a agravar, uma vez que as decisões tomadas no âmbito da corrupção que a operação está revelando foram péssimos investimentos. Um exemplo é a refinaria Abreu e Lima. Foram gastos dezenas de milhões de reais e nenhum real de retorno. A Lava Jato não causou a crise econômica.

Em outras palavras, a Lava Jato não está diretamente ligada à crise econômica... 

Não é o preponderante. Ela é mais o sintoma da crise do que a causa original. Uma coisa é importante esclarecer: o custo econômico da incompetência do governo Dilma é muito maior do que toda a corrupção brasileira, por mais que você superestime essa corrupção. Estamos falando de toda ordem de magnitude. Mesmo na avaliação mais ambiciosa do tamanho da corrupção no país não chega nem perto do custo que teve para a sociedade o acúmulo de equívocos macroeconômicos e de política microeconômicas do governo Dilma.

O sr. se refere só ao governo Dilma ou à gestão petista?

O quadro (econômico) começou a se deteriorar no segundo mandato do governo Lula, após a saída de Palocci (ex-ministro Antônio Palocci). O cenário se agravou e gerou a crise que estamos vivendo no primeiro mandato do governo Dilma, com a adoção da chamada nova matriz macroeconômica e com os erros de políticas microeconômicas nas áreas de energia elétrica, de petróleo e gás, das concessões, do uso do BNDES para favorecer parceiros. Acredito que a corrupção gere muito mais indignação porque é um desvio de responsabilidade moral.

Mas foi o governo Lula que estimulou as políticas de campeãs nacionais. Isso já não era um indício do início do problema?

O segundo mandato do Lula foi um ensaio. Mas a realização em larga escala desses projetos foi no mandato da Dilma. O Lula ainda tinha um álibi de lidar com o impacto da crise econômica global de 2008 e 2009. Podia justificar que eram medidas anticíclicas para diminuir a crise. No governo Dilma já não foi nada disso. Foi uma convicção equivocada de alocação de recursos e intervenção com mão pesada nos setores elétrico e de óleo e gás, na alocação de crédito... Depois, uma inflação muito alta, reprimindo os preços administrados, o que obrigou a aumentar os juros durante a recessão. De novo, a crise atual não tem nada a ver com a corrupção. Não é a primeira vez que o Brasil passa por crises. Foi assim no governo Geisel (Ernesto Geisel). Dilma gerou uma nova década perdida.

Mas as revelações da Lava Jato agravaram o desemprego?
Agravaram sim.

>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>

Mas há risco sistêmico?

A economia está esboçando reação. Provavelmente, estamos saindo neste primeiro trimestre de uma sequência de 11 trimestres de PIB negativo. Uma pena que uma tempestade política coloque em risco essa recuperação. Institucionalmente, para o Brasil, o mais importante é que esse movimento de apuração se complete. Seria um enorme retrocesso se, em nome de qualquer pretexto, houvesse um conluio de acordo para terminar esse processo tão doloroso que é o da apuração e da punição. O que vai causar prejuízo econômico é a paralisia do governo.

Como o sr. vê o cenário eleitoral para 2018?

A única coisa segura é que a expectativa sobre 2018 está mais aberta do que já era porque os nomes que seriam competitivos e estariam concorrendo provavelmente não chegam vivos até lá.

>>>>>>>>>>>>>>>>>>>





Principal índice de ações da França, "CAC", sobe 4,5% depois das eleições presidenciais, e testa topo de 2014.....Bancos disparam..Credit Agricole e Societe Generale sobem 9,5%.....na Alemanha,principal índice de ações , o "DAX" sobe 3% e testa topo histórico nesse momento, faixa de 12.390

Principal índice de ações da França, "CAC", sobe 4,5% depois das eleições presidenciais, e testa topo de 2014.....Bancos disparam..Credit Agricole e Societe Generale sobem 9,5%

Na Alemanha,principal índice de ações , o "DAX" sobe 3% e testa topo histórico nesse momento, faixa de 12.390

CAC, Semanal, período 12 anos




DAX, Semanal, período 6 anos








domingo, 23 de abril de 2017

"'Uma hora um gigantesco barril de pólvora explode a Cidade Maravilhosa', diz consultor", por Jornal "O Estado de São Paulo"

Mais um pouco da excelente matéria publicada hoje pelo Jornal "O Estado de São Paulo"

Aqui, o texto completo:http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,em-decadencia-politica-rio-vivera-uma-decada-de-crise,70001748272

Abaixo, parte da excelente entrevista do economista Raul Velloso, ex-secretário de Assuntos Econômicos do Ministério do Planejamento:

'Uma hora um gigantesco barril de pólvora explode a Cidade Maravilhosa', diz consultor
O ex-secretário de Assuntos Econômicos do Ministério do Planejamento Raul Velloso não vê solução para a crise financeira do Estado sem o equacionamento das despesas com a Previdência

Mariana Durão e Vinicius Neder

23 Abril 2017 | 05h00

RIO - Um barril de pólvora prestes a explodir. É assim que o consultor e especialista em contas públicas Raul Velloso resume a atual situação do Rio. O ex-secretário de Assuntos Econômicos do Ministério do Planejamento não vê solução para a crise financeira do Estado sem o equacionamento das despesas com a Previdência. Nessa função, em 2017 deverá haver um déficit de R$ 12 bilhões.  A contribuição de poderes e setores que Velloso chama de “donos do Orçamento” e a inclusão dos Estados na reforma previdenciária é crucial em sua visão. Sem isso, o Rio conseguirá no máximo sair da “extrema-unção e ir para a UTI”, caso seja aprovado o regime de recuperação fiscal dos Estados. Para ele, o governo federal está sendo, no mínimo, imprudente.

O que levou o Rio à derrocada?

Relativamente às demais esferas, os Estados perderam 5% da receita pública total, do início dos anos 1990 para cá, algo ao redor de R$ 100 bilhões em 2015. Em que pese isso, tiveram o orçamento cada vez mais engessado com gastos cativos crescentes de segmentos que costumo chamar de "donos do Orçamento", vale dizer: Educação, Saúde, Segurança, poderes autônomos (Judiciário, Legislativo, Ministério Público e Tribunal de Contas), serviço da dívida e inativos e pensionistas. Em síntese, receita menor e orçamentos mais rígidos. Mais recentemente, veio o efeito da maior recessão de nossa história, e, no caso do Rio, o ônus adicional da queda brutal do preço do petróleo sobre a arrecadação com royalties. Com quedas fortes de receita, os percentuais de comprometimento acima indicados se elevam e a sobra de recursos diminui, podendo até zerar. Daí ao caos é um pulo.

O que o governo do Rio poderia fazer para solucionar a crise por conta própria?

Quase nada. Sem ajuda do governo federal, no curto prazo, só resta correr atrás de receitas extraordinárias, como a obtida com a venda de recebíveis da dívida ativa, folha de pagamento e resgate de depósitos judiciais, que o Rio já esgotou e, principalmente, atrasar pagamentos, o que obviamente tem limites.

Diante da dificuldade política para aprovar medidas no Legislativo, quais as opções para o governo?

Se jogar de cima da ponte Rio-Niterói... Mesmo que consigam gerenciar esses atrasos, ano que vem é o último ano de mandato e o governo vai ter que liquidar todos os atrasados até lá. Ninguém nos Estados dorme mais pensando como vai atravessar o último ano de mandato deixando atrasados sem ter dinheiro no caixa. A Lei de Responsabilidade Fiscal prevê punição. A situação é se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.

A demora na aprovação do regime de recuperação fiscal dos Estados no Congresso agravará a crise?

Claro que sim. Os atrasos de pagamento estão se acumulando e, ao que consta, já atingem a área de segurança. Você viu no Espírito Santo no que deu. Como a recessão vai demorar a desaparecer, uma hora um gigantesco barril de pólvora explode a Cidade Maravilhosa... A União está sendo, no mínimo, imprudente. Estamos em uma situação emergencial.

>>>>>>>>>>>>>>>>





"Falido, Rio deve passar pelo menos uma década em crise", capa do Jornal "O Estado de São Paulo" de hoje

"Falido, Rio deve passar pelo menos uma década em crise", capa do Jornal "O Estado de São Paulo" de hoje




Abaixo, parte dela:

Em decadência política, Rio viverá uma década de crise

Faltam recursos para serviços básicos e salários de servidores; Estado está em ‘situação falimentar’, diz secretário da Fazenda. Caos expõe o desarranjo do setor público do País

23 Abril 2017 | 05h00

Mergulhado em caos econômico, político e social, o Rio tenta entender como chegou à maior crise de sua história. O rombo do Estado neste ano, de R$ 22 bilhões, é resultado de uma combinação que inclui recessão econômica, retração nas atividades da indústria do petróleo, queda da arrecadação e déficit previdenciário. “A situação é falimentar”, diz o secretário da Fazenda, Gustavo Barbosa. A Federação das Indústrias do Estado do Rio (Firjan) prevê que, mesmo com o plano de recuperação fiscal, o Rio voltará a arrecadar mais do que gasta somente em 2029. Apenas em 2038 o Estado será capaz de pagar, integralmente, os juros e a amortização da dívida com a União.

A corrupção disseminada por toda a administração agravou o quadro e acabou por levar à prisão um ex-governador, ex-secretários e cinco dos sete conselheiros do Tribunal de Contas. O procurador da República Sérgio Pinel, da força-tarefa da Lava Jato no Estado, diz que os desvios atribuídos pelas investigações ao ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) e seu grupo político ajudaram a piorar a situação. >>>>>>>>>>>>>>>>

O descalabro do Rio expõe de forma mais aguda o desarranjo que tem tomado conta de boa parte do setor público no País, resultado principalmente de inépcia administrativa e profundo desprezo pela seriedade no trato do dinheiro público.





sábado, 22 de abril de 2017

Alguém gosta de ver esse gráfico do "Dow Jones x PIB" , com o topo lá no final dos anos 50, depois o topo na "Bolha da Internet" e seu "novo topo" bem próximo ?

Alguém gosta de ver esse gráfico do "Dow Jones x PIB" , com o topo lá no final dos anos 50, depois o topo na "Bolha da Internet" e seu "novo topo" bem próximo ?


"Dow Jones x PIB", Período 70 anos



25 anos de "Alumínio" e seu canal de baixa de 10 anos

25 anos de "Alumínio" e seu canal de baixa de 10 anos






Amanhã, eleições presidenciais na França....então, vamos a uma cunha interessante de 25 anos do Indice "CAC", o principal índice acionário francês

Amanhã, eleições presidenciais na França....então, vamos a uma cunha interessante de 25 anos do Indice "CAC", o principal índice acionário francês

CAC, período 27 anos, escala logarítmica, fechamentos mensais



Os dados do Banco Central mostram um colapso no crédito no Brasil.....o patamar de concessão de crédito para pessoas jurídicas já é o mais baixo desde 2011, e abaixo do nível "Pré-Impeachment"

Os dados do Banco Central mostram um colapso no crédito no Brasil.....o patamar de concessão de crédito para pessoas jurídicas já é o mais baixo desde 2011, e abaixo do nível "Pré-Impeachment"

Vejam abaixo, em linha vermelha, o total de concessão de crédito.....houve um repique depois do impeachment...

Tradicionalmente, como marquei em círculos pretos, há uma forte queda na virada de um ano para outro.....é relativamente normal, dada a queda do movimento da economia em razão de festas de fim de ano e retomada a partir de um novo ano,

No entanto, o que vemos nos 3 anos é que a queda tem sido mais forte......dessa vez, final de 2016-início de 2017, temos uma violenta queda para patamar próximo ao de 2011, início da apuração do Banco Central.

Reparem que, quando separamos os dados pelos segmentos "pessoa física" e "pessoa jurídica", a queda vista pelo segmento "pessoa jurídica" (linha azul ) a leva para um nível já abaixo de 2011.

O crédito "fácil" foi o grande motor para a retomada-repique do crescimento em 2008-2009 e para a produção de bolhas produzidas ao longo do caminho, a principal delas, a bolha imobiliária.

Com o emprego ainda "patinando" em patamares muito baixos, o que podemos vislumbrar ?

Uma real e forte retomada econômica ?

Queda na inadimplência ? Nas provisões ?

Estouro de bolhas no meio do caminho ?

Fonte: Banco Central do Brasil




sexta-feira, 21 de abril de 2017

Abaixo, uma tela com algumas séries que o Banco Central do Brasil publica e que eu costumo acompanhar......todas que estão marcadas com um "envelope" e num retângulo vermelho foram revisadas integralmente pelo Banco Central em fev-2017....todas relacionadas com "crédito"....alguma preocupação especial com o crédito?

Abaixo, uma tela com alguma séries que o Banco Central do Brasil publica e que eu costumo acompanhar......

Todas que estão marcadas com um "envelope" e num retângulo vermelho foram revisadas integralmente pelo Banco Central em fev-2017....

Todas relacionadas com "crédito"....

Alguma preocupação especial com o crédito?


Nesse link, você tem acesso: https://www3.bcb.gov.br/sgspub/consultarvalores/telaCvsSelecionarSeries.paint

basta clicar "em cima" de uma desas séries, aparecerá a mensagem: "Série temporal revisada integralmente em Fevereiro de 2017"





"Caged: Brasil perdeu 63.624 vagas formais de emprego em março", por Revista "Isto é Dinheiro"

Vejam a notícia divulgada ontem pelos portais de notícia....aqui, pela Revista "Isto é Dinheiro"

Vejam a discrepância entre a expectativa do mercado e a realidade

Mas o mercado é sempre assim.......

Aqui, a mediana ...

"O número de março ficou abaixo da mediana das previsões, que indicava abertura de 9.954 pontos no mês passado."


http://www.istoedinheiro.com.br/caged-brasil-perdeu-63-624-vagas-formais-de-emprego-em-marco/

Caged: Brasil perdeu 63.624 vagas formais de emprego em março

Estadão Conteúdo

20.04.17 - 15h46

O Brasil perdeu 63.624 vagas formais de emprego em março deste ano, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. No trimestre, o Brasil registra fechamento líquido de 64.378 empregos. Em março do ano passado, o saldo foi negativo em 118.776 vagas.

O resultado foi pior que o intervalo de estimativas de analistas do mercado financeiro consultados pelo Projeções Broadcast. A pesquisa consultou 18 instituições, cujas previsões iam do fechamento de 37 mil vagas à abertura de 40 mil postos de trabalho.

O número de março ficou abaixo da mediana das previsões, que indicava abertura de 9.954 pontos no mês passado.




quinta-feira, 20 de abril de 2017

Principal Índice chinês de ações, o "SSEC", "em cima" de LTA de 3 anos

Principal Índice chinês de ações, o "SSEC", "em cima" de LTA de 3 anos

 "SSEC", semanal, escala logarítmica







"Crise econômica e fatores locais prejudicam o setor imobiliário na Barra e nos bairros vizinhos......Pedido de recuperação judicial da PDG e fracasso de vendas da Ilha Pura são alguns dos exemplos", por Jornal "O Globo"

Boa matéria publicada hoje pelo Jornal "O Globo" analisando o que sobrou do otimismo em relação ao mercado imobiliário brasileiro, mais especificamente, carioca, após as Olimpíadas e o prolongamento da crise econômica pela qual passa o país.

Como toda "bolha", no início, aquele entusiasmo....

"Vai subir pra sempre"....é o sentimento generalizado.

E todos vão atrás do "pote de ouro".......nada os fazem pensar sobre o que de fato "faz sentido", se é que alguma coisa "faz sentindo" ao longo de todo o processo de "bolha".

Depois, o encontro com a realidade...

Realidade que ainda está longe de terminar....

Muitos ainda insistem em preços de imóveis surreais.....acreditam que uma queda de apenas 20%-30% pode resolver o problema

Sinto muito em lhes dizer......ou baixam os valores ou vão amargar prejuízos gigantescos com tais valores atuais por anos...anos......perdendo para inflação e para outras oportunidades de investimento

Abaixo, parte da matéria....aqui, o texto completo: http://oglobo.globo.com/rio/bairros/crise-economica-fatores-locais-prejudicam-setor-imobiliario-na-barra-nos-bairros-vizinhos-21231209

Crise econômica e fatores locais prejudicam o setor imobiliário na Barra e nos bairros vizinhos

Pedido de recuperação judicial da PDG e fracasso de vendas da Ilha Pura são alguns dos exemplos

 
POR LUCAS ALTINO / STEFANO SALLES 20/04/2017 4:30

RIO - Em 2013, os investimentos feitos por toda a cidade para a realização da Rio-2016 inspiraram o então prefeito Eduardo Paes, que, apostando em uma espiral de valorização dos imóveis, encomendou à Estrela uma versão carioca de um clássico dos jogos de tabuleiro. Assim surgiu o Banco Imobiliário Cidade Olímpica, distribuído para crianças da rede municipal de ensino. Contrariando o prognóstico, porém, um ano após o megaevento esportivo, o segmento enfrenta o momento mais delicado de uma crise prolongada, facilmente perceptível na Barra da Tijuca. O bairro, que abriga o Parque Olímpico, foi também o que mais recebeu empreendimentos comerciais e residenciais. Boa parte deles segue vazia, à espera de compradores e ocupação.

O pedido de recuperação judicial da PDG contribuiu para que um cenário crítico se desenhasse na Barra da Tijuca. Fica no bairro o principal empreendimento da construtora na cidade, o The City Business, na Avenida Embaixador Abelardo Bueno. O complexo reuniria três prédios comerciais, atualmente semiprontos, e um shopping que ainda não começou a ser erguido. Ao todo, são 1.044 salas. Do total, 640 já foram compradas. Os proprietários se organizam para enfrentar o momento de crise enfrentado pela empresa com a Associação de Defesa dos Condôminos e Credores da PDG (ADCPDG), constituída em fevereiro deste ano.

A entidade já representa cerca de 140 proprietários. E, aos poucos, começa a receber também a adesão de compradores de imóveis da construtora em outros empreendimentos da região, como o Expert Suite Services, na Estrada dos Bandeirantes, em Jacarepaguá; e o Grand Family Condomínio Club, em Vargem Grande. Advogado do grupo, que recorre à Justiça para garantir a entrega das unidades, José Roberto Soares de Oliveira explica que a intenção é fazer com que uma outra empresa dê continuidade às obras.

— Desde a quebra da Encol, as incorporações são protegidas pelo patrimônio de afetação: uma legislação que determina que o dinheiro arrecadado pelas construtoras em lançamentos vá diretamente para as obras. Assim, os proprietários não estão entre os 23 mil credores da PDG; as compras não estão atreladas à recuperação judicial. O ideal é que outra empresa assuma as obras e as conclua, uma vez que a recuperação judicial pode durar entre 180 e 360 dias, antes de uma possível transformação em falência — analisa.

O cirurgião geral Armindo Fernando Costa, presidente da Associação de Médicos da Barra da Tijuca (Amebarra), adquiriu em 2014 uma sala comercial no The City Business. A ideia era que o espaço, avaliado em cerca de R$ 300 mil, fosse utilizado pelo filho, recém-formado em Medicina, como consultório. Indignado com o tratamento dado pela empresa aos clientes e com a paralisação das obras, ele decidiu mobilizar outros clientes da PDG.

>>>>>>>>>>>>>>>>

Na ocasião, houve um lançamento cinematográfico de tão impressionante. Muita gente foi enganada. Sinceramente, não acredito que a PDG vá sair dessa. A dívida da empresa é muito grande — afirma.

Em nota, a PDG diz que tem atualmente 20 obras, a maioria em São Paulo e no Rio. Dessas, três devem ser entregues aos clientes em breve e três estão em andamento, entre elas, a do The City Business. As outras 14, esclarece, estão paralisadas, aguardando a negociação entre a construtora e os bancos financiadores, no âmbito da recuperação judicial.

>>>>>>>>>>>>>>

. Embora o número de lançamentos em toda a cidade tenha crescido, sobretudo os de imóveis residenciais, que passaram de 5.857 para 7.329, no bairro ele diminuiu de 409 para 87. Entre as unidades de perfil comercial, a queda foi abrupta: foram 142 lançadas em 2015, contra nenhuma em 2016.






BBTG11 (BTG Pactual Participações) andando já sobre faixa crítica

BBTG11 (BTG Pactual Participações) andando já sobre faixa crítica

Fechou ontem em 17,45, queda de 4,12%

Agora, vejam abaixo como a faixa de 17,00 é fundamental para o papel evitar fortes quedas

Na verdade, abaixo dessa faixa de 17,00, ainda temos uma faixa quase tão importante, a faixa de 15,90-16,00.

Caso as perca, papel abre um "buraco" que pode levá-lo à faixa de 13,50

BBTG11, Diário, escala logarítmica






"FMI aponta novas ameaças à estabilidade", por Jornal "O Estado de São Paulo"

Matéria publicada hoje no Jornal "O Estado de São Paulo"

Abaixo, parte do texto....aqui, todo o texto: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,fmi-aponta-novas-ameacas-a-estabilidade,70001745115

FMI aponta novas ameaças à estabilidade

De acordo com relatório do Fundo, populismo e políticas mal conduzidas surgem como riscos quando o mundo parece recuperar-se

Rolf Kuntz, enviado especial , 
O Estado de S.Paulo

20 Abril 2017 | 05h00

WASHINGTON - Barreiras comerciais, juros altos e afrouxamento da regulação bancária, riscos associados às promessas do presidente Donald Trump, podem ser as novas ameaças ao equilíbrio financeiro, adverte o Fundo Monetário Internacional (FMI). Os emergentes, incluído o Brasil, estarão entre os mais prejudicados, se esses riscos se materializarem.
Nove anos depois do início da última grande crise, a maior desde a depressão dos anos 1930, a economia mundial parece recuperar-se com firmeza. A segurança dos bancos aumentou, com a imposição de regras mais severas, embora ainda soem sinais de alarme em alguns mercados. O cenário melhorou muito, após um longo e trabalhoso ajuste, mas o otimismo dos mercados poderá sumir, se prevalecer a pior combinação de políticas. O aviso está no Relatório de Estabilidade Financeira Global, apresentado ontem pelo diretor do Departamento Monetário e de Mercado de Capitais do FMI, Tobias Adrian.

Os perigos do protecionismo e da menor cooperação internacional vêm sendo apontados em várias manifestações de dirigentes do FMI. Não se pensa em nenhum país em particular, disse Adrian. Em muitos países, acrescentou, uma virada populista questiona os benefícios do livre-comércio e dos vínculos globais. “No FMI, é claro, nós acreditamos no comércio como crucialmente importante para o crescimento global.” Vários países têm sido atingidos pela onda populista e nacionalista, mas a exposição referiu-se principalmente às mudanças em discussão nos EUA.
>>>>>>>>>>>>>

Um forte aumento de juros pode ser necessário para corrigir os excessos de uma política de estímulos mal calibrada. Isso pressionaria empresas com ganhos já insuficientes, ou mesmo pouco mais que suficientes, para a cobertura das obrigações financeiras. As novas pressões poderiam, num dos cenários apresentados no relatório, comprometer empresas com ativos combinados de cerca de US$ 4 trilhões. Esse conjunto corresponde a quase um quarto do universo empresarial considerado na análise.

Juros muito altos e medidas protecionistas poderiam prejudicar de modo especial economias emergentes. Um forte aperto financeiro poderia adicionar US$ 130 bilhões ao endividamento das companhias mais vulneráveis. A dívida desse grupo é estimada em US$ 590 bilhões. Um aumento das barreiras comercias poderia acrescentar até US$ 235 bilhões à divida já existente. No Brasil, a dívida empresarial com cobertura insuficiente corresponde, de acordo com a estimativa do FMI, a cerca de 10% do estoque.

Essa parcela cresceria cerca de três pontos porcentuais, no caso de maior protecionismo, e quase seis pontos, na hipótese do aumento de crédito. Num grupo de nove emergentes selecionados, as companhias mais afetadas num surto protecionista seriam as chinesas, com aumento de cerca de oito pontos porcentuais no estoque de dívidas em risco, já superior a 10%.




quarta-feira, 19 de abril de 2017

E aí ? Correção forte da VALE está chegando ao final ? Vamos ver a ADR VALE em Nova York

E aí ? Correção forte da VALE está chegando ao final ? Vamos ver a ADR VALE em Nova York

ADR VALE em Nova York, semanal, escala logarítmica





Em 03-02-2017, eu disse que, depois de perder a LTA, o "Cobre" deveria entrar numa congestão.....vamos ver o que aconteceu depois de 2 meses e meio ?

Em 03-02-2017, eu disse que, depois de perder a LTA, o "Cobre" deveria entrar numa congestão.....

Vamos ver o que aconteceu depois de 2 meses e meio ?


Cobre, diário, escala logarítmica



É praticamente uma congestão......se é que podemos chamar assim.....num primeiro momento, uma congestão mais forte-clara entre  2,55-2,70.....

Lá atrás, falei em congestão 2.45-2,74......

Mas, hoje, já perdeu a faixa de 2,55....mínima em 2,50....e o forte suporte ali na faixa de 2,45, com a MA200, em linha vermelha se aproximando


Aqui, o link com o post de 03-02-2017 : http://pracompraroupravender.blogspot.com.br/2017/02/o-blog-pegou-na-veia-esse-algoritmo.html

Abaixo, o post todo, novamente reproduzido.....aumentei o trecho em que falo da suposta congestão à frente

Titulo: "O Blog "pegou na veia" esse algoritmo a "nível mundial" da perda da LTA do COBRE com a correção intermediária das mineradoras ao redor do mundo....."

O Blog "pegou na veia" esse algoritmo a "nível mundial" da perda da LTA com a correção intermediária das mineradoras ao redor do mundo.....

Abaixo, o COBRE finalmente perde sua LTA ali bem no vértice......ainda assim.....é bem possível que entre agora numa congestão 2,45-2,74

Fechamento do COBRE hoje em 2,62, na mínima, com queda de 2,59%

Efeitos

Em Londres

BHP ....queda de 2,48%
Rio Tinto  ....queda de 3,54%
Glencore .....queda de 4,77%

Na Bovespa

VALE5 ....queda de 5,41%
VALE3......queda de 6,28%


Obviamente, se partimos da premissa que o COBRE perdeu uma LTA, ainda que seja curta, e que ele possa buscar a faixa lá de baixo, a faixa de 2,45, as mineradoras, muito possivelmente, ainda não finalizaram suas correções intermediárias......



COBRE, Diário, escala logarítmica













terça-feira, 18 de abril de 2017

"Cenário político deixa investidor seletivo com emergentes", por Jornal "Valor"

Notícia publicada pelo Jornal "Valor" hoje, 18-4-2017

Todo o texto aqui: http://www.valor.com.br/financas/4940464/cenario-politico-deixa-investidor-seletivo-com-emergentes

18/04/2017 às 05h00 
Cenário político deixa investidor seletivo com emergentes

O atribulado panorama político mantém os mercados emergentes cada vez mais distantes do rali que marcou o último ano. Investidores assistem, no Brasil, aos desdobramentos da Operação Lava-Jato e às incertezas sobre a reforma da Previdência. Na cena internacional, acompanham as disputas internas na África do Sul e na Turquia. Embora a leitura seja de que ainda há espaço para valorização em algumas regiões, inclusive no Brasil, tudo indica que uma boa dose de instabilidade deve marcar os negócios nos próximos meses, o que exigirá do investidor cautela e seletividade na escolha dos mercados e ativos.





segunda-feira, 17 de abril de 2017

Índice "EWZ", o "Bovespa operado pelos estrangeiros", também entra numa congestão.....36,00-38.50

Índice  "EWZ", o "Bovespa operado pelos estrangeiros", também entra numa congestão.....36,00-38.50

Índice  "EWZ", diário, período 10 meses








"BRFS3" (BRF ON) volta a encostar em sua LTB de 6 meses

"BRFS3" (BRF ON) volta a encostar em sua LTB de 6 meses

"BRFS3", diário, escala logarítmica















Índice "BZ'", o "hedge do Bovespa operado pelos estrangeiros" entra numa interessante congestão entre 12,90 e 14.60

Índice "BZ'", o "hedge do Bovespa operado pelos estrangeiros" entra numa interessante congestão entre 12,90 e 14.60

BZQ, Diário,  período 10 meses







Bovespa salva a LTA e a faixa de 62.500

Forte alta do Bovespa hoje.....fechamento em 64.330, alta de 2,4%

Abaixo, novamente a LTA colocada no final de semana...

Você pode apenas mudar ligeiramente a passagem dela no segundo grupo de candles, ali no final do ano, onde está o segundo retângulo vermelho.......pode passar a LTA no primeiro ou no quarto candle, com a minima daqueles dias....

Assim, o Bovespa hoje anda sobre essa LTA

Havia ainda a faixa de 62.500 pra salvar......enfim.....repicou forte por conta da faixa e da LTA

Principalmente vimos bancos, papéis que pesam no Bovespa....isso também faz sentido, pois , por exemplo, ITUB4 também tinha uma importante faixa a salvar.....a faixa de 37,20, marcada no segundo gráfico abaixo

ITUB4 repicou em cima dela e subiu hoje 4,47%

Suportes Bovespa agora em 63.800.64.000, 63.500 e 62.500
Resistências em 64.800, 65.300, 65.800, 66.200 e a principal nesse  momento em 66.500

Bovespa, diário, escala logarítmica




ITUB4, diário, escala logarítmica








sábado, 15 de abril de 2017

"'Reversão de políticas do governo poderia levar a downgrade do Brasil', diz diretora do S&P", por Jornal "O Estado de São Paulo"

Matéria publicada anteontem, 13-4-2017 pelo Jornal "O Estado de São Paulo"

http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,reversao-de-politicas-do-governo-poderia-levar-a-downgrade-do-brasil-diz-diretora-do-sep,70001737847

'Reversão de políticas do governo poderia levar a downgrade do Brasil', diz diretora do S&P

Lisa Schineller reconhece, contudo, que as investigações fortalecem instituições brasileiras
Ricardo Leopoldo, correspondente , 
O Estado de S.Paulo

13 Abril 2017 | 17h31

NOVA YORK - A reversão de políticas e propostas do governo "poderia levar a downgrade" da nota soberana do Brasil, afirmou em entrevista exclusiva ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real, Lisa Schineller, diretora-executiva de rating soberano da Standard & Poor's. Segundo ela, tal reversão de medidas, sobretudo fiscais, defendidas pela administração Michel Temer poderia se motivada por paralisia política. Lisa destacou que a reforma da Previdência é uma das principais propostas para reverter a dinâmica das contas públicas, junto com a adoção do teto de gastos.

Ao ser questionada sobre o risco de os desdobramentos mais recentes da Operação Lava Jato, como a determinação pelo Supremo Tribunal Federal (STF) de abertura de inquérito contra ministros e lideranças políticas no Congresso, afetarem a aprovação da reforma da Previdência Social, Lisa respondeu que "a dinâmica política é fluida". "Não dizemos que vão (ocorrer), mas há riscos associados de que as delações possam complicar a adoção de politicas", acrescentou a diretora da S&P, referindo-se aos depoimentos de dezenas de executivos da Odebrecht aos órgãos de Justiça que investigam casos de suspeita de corrupção envolvendo a Petrobras.

"Os desdobramentos (políticos) são um importante exemplo porque temos a perspectiva negativa para o Brasil", comentou. No dia 10 de fevereiro, a S&P reiterou a nota soberana, que é BB-, com perspectiva negativa. "Há o contraponto positivo, por outro lado, de que as investigações fortalecem as instituições no Brasil", concluiu.







sexta-feira, 14 de abril de 2017

O índice "XLF" (Setor financeiro americano) próximo a importante divisor, faixa de 22,50

O índice "XLF" (Setor financeiro americano) próximo a importante divisor, faixa de 22,50

 "XLF", Diário, escala logarítmica 




 "XLF", SEMANAL, escala logarítmica, período 10 anos 





















E então ? Vamos ver novamente aquela LTA de 8 anos do Google ? Se ela for perdida ?

E então ? Vamos ver novamente aquela LTA de 8 anos do Google ? Se ela for perdida ?

Google, SEMANAL, Escala logarítmica





Bovespa fecha a semana "em cima" de sua LTA...MA200 também se aproxima....

Outra queda do Bovespa no dia de ontem; queda de 1,67% a 62.820 pontos

Vejam abaixo.....aquela LTA que construí há alguma semanas foi tocada finalmente ontem....fechamento "em cima" dela.

Há um fundinho ali nos 62.500...

Semana que vem temos então mais pontos interessantes a ver.

Bovespa também se aproxima de sua Média Móvel simples de 200 períodos , abaixo em linha vermelha e em 61.000 pontos.

Opera já abaixo de sua MA50, abaixo em linha amarela.
Portanto, do ponto de  vista gráfico vários pontos "em aberto" pra se avaliar movimentos de longo prazo.

Como disse no meio da semana, estou retirando a perspectiva da "bolha do Bovespa" ir até os 74.000

Obviamente, como o índice ainda está acima da MA200, não dá pra excluir completamente tal ida. Por outro lado, como fiz questão de ressaltar, o principal índice russo de ações, o MICEX, índice que eu já havia abordado há 1 mês, perdeu o suporte na faixa de 1.970, quer era o topo histórico dele

Há 1 mês, discuti seu movimento, isto é, o rally ao longo dos últimos 12 meses, o rompimento do topo histórico, a queda forte de 14% nos últimos 30 dias, e o pullback na faixa de 1.970

Esse movimento de volta aos 1.970 poderia ser apenas um pullback ou não.

De fato, ele voltou lá pra 2.075 pontos, mas não aguentou.

Armou forte perna de baixa o suficiente pra mergulhar e furar o suporte de 1.970

Detalhe...hoje, o mercado russo não está em feriado e opera em nova queda de 1,15% a 1.915 pontos

Aqui, o gráfico do "MICEX"  em 1.915 pontos


MCX, Diário




O outro motivo que me deixa desconfortável em continuar na expectativa da ida aos 74.000, antes do colapso do Bovespa, é o caos político que tende a se instaurar a partir de agora, depois da última "Lista do Fachin", misturando todo tipo de delito, isto é, jogando todos "no mesmo saco", o que, certamente diminui consideravelmente um mínimo movimento espontâneo, coeso e consistente na direção de reformas profundas das quais o país precisa

Vejam aqui o meu post sobre o MICEX há 30 dias, com o título:

"Um sinal interessante...uma luz amarela que vem de muito longe..e de um emergente....O principal índice de ações da Rússia, o índice "MCX", fecha a semana praticamente na mínima , fecha pela primeira vez em 14 meses abaixo da sua MA200, acumula queda de 14% no ano, e simplesmente volta para o topo histórico de 2008, rompido no fim do ano passado"



Logo após o gráfico do Bovespa, o reproduzo integralmente.

Assim, vamos ao Bovespa com o fechamento "em cima" da LTA e próximo a MA200 em linha vermelha:

Suportes em 62.500, 62.000, 61.500, 60.700 e 60.000
Resistências em 63.000, 63.500, 63.800-64.000, 64.800 e 65.300

Bovespa, diário, escala logarítmica



____________________________________________


"Um sinal interessante...uma luz amarela que vem de muito longe..e de um emergente....O principal índice de ações da Rússia, o índice "MCX", fecha a semana praticamente na mínima , fecha pela primeira vez em 14 meses abaixo da sua MA200, acumula queda de 14% no ano, e simplesmente volta para o topo histórico de 2008, rompido no fim do ano passado"

Um sinal interessante...uma luz amarela que vem de muito longe..e de um emergente....

O principal índice de ações da Rússia, o índice "MCX", fecha a semana praticamente na mínima , em 1.973 pontos

Assim, fecha pela primeira vez em 14 meses abaixo da sua MA200. 

Também acumula uma queda de 14% no ano, e simplesmente volta para o topo histórico de 2008, rompido no fim do ano passado

Vamos olhar os 4 gráficos abaixo

Dá pra ver no primeiro gráfico semanal, a queda horrorosa ao longo desses primeiros 70 dias do ano....do topo lá na faixa de 2.300, o indice MCX cai quase em linha reta....

O suficiente pra voltar exatamente à faixa de 1.970.....topo de 2008.....

No segundo gráfico, dá pra ver o MACD em modo Venda no SEMANAL

No terceiro gráfico, no tempo diário, dá pra ver o fechamento da semana abaixo da Média Móvel Simples de 200 períodos, fato que não acontecia desde dezembro de 2015

No quarto gráfico, coloco o gráfico do Bovespa no mesmo período.

Assim , dá ver 1 coincidência e sintonia

Voltem no índice MCX, tempo semanal....o primeiro gráfico......em 2007-2008, o índice chega à faixa de 1.970 em dezembro de 2007.,,,,,,volta num topo duplo em maio de 2008, e entra em crash, como todos os mercados mundiais

O Bovespa atinge seu topo histórico também em maio de 2008, junto com o topo duplo do "MCX"

Será que Bovespa e Rússia entrarão em sintonia agora também ?

O topo do "MCX"....O Novo topo histórico foi bate no final do ano passado em 2.293 pontos....

O Bovespa foi bater os 69.500 em meados de fevereiro passado.....2 meses de separação.....

Vamos acompanhar....principalmente a próxima semana.....se será apenas um pullback no topo histórico anterior ou se o fechamento da semana será abaixo dessa faixa de 1.970


MCX, Semanal, período 10 anos




MCX, Semanal, com o MACD semanal em modo VENDA





MCX, diário, período 15 meses





Bovespa, Semanal, período 10 anos











quinta-feira, 13 de abril de 2017

PETR3 tem sua MA50 cruzada pra baixo sobre MA200 no tempo diário......PETR4, ainda não

PETR3 tem sua MA50 cruzada pra baixo sobre MA200 no tempo diário......PETR4, ainda não

O que isso significa ?

Graficamente, médias de 50 cruzando sobre médias longas como  de 200 períodos significam que tendências de longo prazo, numa ou outra direção, podem começar a se solidificar.

No entanto, é notório na PETR4 e PETR3 que nos ultimos 4-5 anos essas médias têm se ccortado pra baixo e pra cima com um pouco mais de frequência...

Por exemplo.....vejam no gráfico diário da PETR4 que destaquerei abaixo, depois da PETR3 que, na queda forte nos últimos 5 anos antes do rally de alta do ano passado, a MA50 (linha amarela) chegou a cruzar pra cima sobre a MA200 (linha vermelha) em 2,3 momentos.....Isso pode ter deixado alguma mensagem confusa de reversão

Não foi isso que vimos..em seguida, o papel voltava a cair...

Então....é preciso um pouco mais de tempo....talvez, 2,3, 4 semanas.

Dito isso......vejam que PETR3 já tem a MA5O em linha amarela abaixo cruzada pra baixo sobre a MA200 em linha vermelha

O que preocupa mais o papel, como já destaquei aqui alguns dias atrás, é que o papel perder a faixa de 16,00 , fundo de 2008.....vejam de forma mais clara no gráfico semanal....

Por enquanto, nós vimos nesses últimos dias o papel repicar pouco abaixo dos 16,00

Ou seja.....um repique próximo à faixa de 16,00 com sua MA50 cruzando pra baixo a MA200 é um sinal muito negativo para o médio e longo prazo

PETR4 ainda não teve essa configuração, mas vejam que a MA50 em linha amarela já está muito próxima da MA200 em linha vermelha

A faixa de 12.60, fundo de 2008, segurou o papel nos últimos dias....importantíssimo ver essa faixa em dias à frente



PETR3, Diário, escala logarítmica






PETR3, Diário semanal, escala logarítmica





PETR4, Diário, escala logarítmica










quarta-feira, 12 de abril de 2017

A partir de hoje, não usarei mais a expressão "Bovespa em modo bolha até os 74.000 ou até a VALE5 tocar 37,5-40,00" por 2 razões: o caos político que viveremos a partir de agora, questão tocada no post anterior, e porque nesse momento o índice "MICEX", principal índice de ações da Rússia, perde o suporte de 1.970, antigo topo histórico

A partir de hoje, não usarei mais a expressão:

 "Bovespa em modo bolha até os 74.000 ou até a VALE5 tocar 37,5-40,00", expressão que esta utilizando para justificar ainda uma possível ida a faixa de 74.000 pontos, topo histórico do Bovespa.

Talvez o ponto atingido há cerca de 45 dias atrás, faixa de 69.500, possa ter sido o topo desse rally que vem lá de 37.000

 E isso se deve a 2 razões que se apresentaram muito claras de ontem para hoje

Primeiro: o caos político que viveremos a partir de agora, após a "Lista de Fachin" apresentada ontem

Jogaram todos os políticos na "mesma vala", como disse no post anterior. 

O Jornalista Reinado Azevedo foi muito mais feliz na caracterização do cenário político, artigo publicada no post anterior

Mais:

Nesse momento o índice "MICEX", principal índice de ações da Rússia perde o suporte de 1.970, antigo topo histórico; opera com uma queda de 1,5% a 1.947 pontos

Veja o Gráfico abaixo

No entanto, no caso do Bovespa, algumas pontos gráficos terão que aparecer nos próximos dias e semanas para sedimentar o quadro horroroso que se mostra à frente, principalmente com o quadro político. Do lado externo, basta um espirro pra que o Bovespa acelere a fragilidade político-institucional escancarada a partir de hoje

A principal seria a perda da Média Móvel simples de 200 períodos, hoje passando pouco abaixo de 61.000 pontos.....assim como o cruzamento da MA50 sobre a MA200 no tempo diário

O que na prática significa ?

Uma volta aos 37.000 pontos no minimo, com chances não desprezíveis de uma ida aos 29.200

Vamos ao MICEX


MICEX, Semanal, período 10 anos