terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Goldman Sachs, o principal peso do Dow Jones, perde a faixa de 230....o que ainda seria um pullback no topo histórico......mas, se olharmos o que fez o "seu irmão" Wells Fargo.....não é bem assim tão simples

Goldman Sachs, o principal peso do Dow Jones, perde a faixa de 230....o que ainda seria um pullback no topo histórico......mas, se olharmos o que fez o "seu irmão" Wells Fargo.....não é bem assim tão simples

Senão......vejamos

Aqui, a perda hoje da faixa de 230....já havia perdido a faixa de 235,00


Goldman, diário



Porém, vejam no gráfico de 12 anos........o Goldman havia rompido um topo histórico exatamente na faixa de 230.....

Pode ser apenas um pullback pra retornar a novos topos ?

Pode......mas, se olharmos o que o "Wells Fargo", um dos "pesos pesados" do sistema bancário americano, fez.........pode não ser apenas um pullback

Vamos ver no terceiro gráfico abaixo

Goldman, SEMANAL, período 12 anos



Abaixo, o gráfico de 12 anos do Wells Fargo......vejam o rompimento do topo histórico....

Agora, vamos ver no quarto e último gráfico abaixo, mais de perto, o que aconteceu

WELLS FARGO, Semanal, período 12 anos




Dá pra notar que o rompimento durou apenas 1 semana,,,,,,depois dele, o papel volta novamente pra "baixo do topo histórico"

Well Fargo, Semanal, período 4 anos







E o monitoramento da PETR4 ? Ainda está lá a LTB no tempo horário.....nada de rompimento

E o monitoramento da PETR4 ? Ainda está lá a LTB no tempo horário.....nada de rompimento

PETR4, tempo horário, escala logarítmica






VALE5 mantém a mesma dinâmica de queda da última correção de 23%.....hoje, volume na alta correspondeu a 30% da alta de 2,8% quando o papel fechou a 32,38....mais.....e se o Cobre perder nos próximos 2 dias a LTA ?

VALE5 fechou hoje a 30,55, alta de 0,36%

O primeiro ponto que chama a atenção é a semelhança da queda em curso da VALE5 com o início da última correção do papel quando ele caiu de 28,26 para 21,61, correção de 23%

E como foi ?

Separei o gráfico de 15 minutos pra analisarmos....

Vamos olhar hoje.......vejam que na primeira hora, primeiro gráfico abaixo, tempo 15 minutos, houve a confirmação do cruzamento da MA50 em linha amarela sobre a MA200 em linha vermelha.

Ontem, reduzi o Bovespa para o tempo 15 minutos, por se tratar de um papel-ativo "muito bull".......se ele é muito bull......ou está em congestão....dificilmente pegaremos alguma reversão de curto prazo nos gráficos mais longos......diário....ou até mesmo o gráfico horário

VALE5 vai na mesma direção....nesse momento, até mais "bull" do que o Bovespa

Olhem no primeiro retângulo em azul, que faz parte da última correção da VALE5....

MA50, em linha amarela, cruza pra baixo sobre a MA200, e o papel "vai descendo"....

Agora, observem a dinâmica......praticamente ele vai "descendo" sempre "abaixo" da MA50.....

Hoje, já na parte da tarde em diante, dá pra ver que ele se manteve abaixo da MA50 no gráfico de 15 minutos.

VALE5, gráfico tempo 15 minutos, escala logarítmica




Apenas, tem um porém....

Vamos ao gráfico horário.......lá na primeira correção, também no retângulo, o papel utiliza na "descida" a MME13 , em linha verde, e a MME21, em linha azul.....médias mais curtas

Ou seja...

Pra descer na forte correção de 23%,,,,o papel utiliza, no gráfico 15 minutos as médias longas, MA50 e MA200......e no gráfico horário, utiliza as médias curtas.....MME13...e MME21.......

Agora, vejam o momento atual......ainda não deu uma "primeira batida" na MME13 e 21 no gráfico horário, quando o papel passou pra "debaixo delas" nesse tempo gráfico horário....agora, passando por volta de 31,10....isso abre uma possibilidade de ainda vermos amanhã algum toque próximo a isso


VALE5, gráfico tempo horário, escala logarítmica




Terceiro porém interssante.....

Vejam no tempo diário abaixo os volumes de hoje e de 5 e 4 dias atrás

O volume corresponde ao último indicar que está com as "barras verde e vermelha"

O volume de hoje, alta de 0,36% foi de aproximadamente 13,5 milhões de papéis girados

Quando o papel subiu 2,8% há 5 dias, fechando em 32.38, o volume foi de aproximadamente 40 milhões.....e no dia seguinte, quando houve o engolfo de baixa, aqui destacado, o volume foi de 39 milhões......portanto, , o volume de hoje foi aproximadamente 30% apenas do volume de 4,5 dias atrás, o que chama a atenção do porquê dos players não terem entrado pesado no giro........


VALE5, gráfico diário, escala logarítmica



Por fim , vamos ver o que está acontecendo com um barômetro importante para as commodities metálicas......o COBRE

Temos uma clara LTA ali sustentando o COBRE

Hoje, uma forte alta de 2,73%, salvando mais uma vez a LTA,,,,,,mas, ao bater no topo anterior novamente, faixa de 2,74, produziu uma outra forte divergência baixista de IFR14, destacada no gráfico

Pra salvar essa LTA nos próximos dias, o COBRE vai ter que reunir volume pra romper o topo anterior....

E se perder a LTA ? é o que as commodities metálicas esperam, de modo geral, pra finalizar uma nova correção intermediária ?

COBRE, Diário, escala logarímtica












ADR do Deutsche Bank em Nova York, depois da queda espetacular dos últimos 2 anos, engata uma LTA e canal de alta perfeitos

ADR do Deutsche Bank em Nova Yorrk, depois da queda espetacular  dos últimos 2 anos, engata uma LTA e canal de alta perfeitos

ADR Deutsche Bank em Nova York, diário, escala logarítmica, período 6 meses, hora Brasília 14:40




ADR Deutsche Bank em Nova York, SEMANAL, escala logarítmica, período 12 anos, hora Brasília 14:40







Atenção...depois de 50 dias brigando com a faixa de 250 pontos, índice DJUSST" (Dow Jones Steel Index) nesse momento abre em 248,50 pontos



Depois de 50 dias brigando com a faixa de 250 pontos, índice DJUSST" (Dow Jones Steel Index) nesse momento abre em 248,50 pontos

DJUSST, Diário, hora Brasília 12:50







Índice "IMOB" (Setor Imobiliário )....e aí ? Vamos tentar novamente romper a LTB de 7 anos ?

Monitorando desde a abertura uma LTB da PETR4, no tempo horário, muito bem definida

Começa a semana novamente andando sobre a LTB de 7 anos, mesmo depois da queda de ontem

IMOB, Semanal, escala logarítmica, período 8 anos, hora Brasília 10:58






Monitorando desde a abertura uma LTB da PETR4, no tempo horário, muito bem definida

Monitorando desde a abertura uma LTB da PETR4, no tempo horário, muito bem definida

Nas próximas 2-3 horas passando ali por volta de 15,35-15,40......faixa intraday importante

PETR4, tempo horário, escala logarítmica, hora Brasilia 10:35






segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Até onde vai o "dolar x real" ?......Tem uma LTA de 5 anos que vai passar já já na faixa de 3,00...suporte forte nos 3,10

Até onde vai o "dolar x real" ?......Tem uma LTA de 5 anos que vai passar já já na faixa de 3,00...suporte forte nos 3,10

Fortes divergências altistas de IFR14 no semanal começam a aparecer como destacado no círculo em azul


Dolar x Real , SEMANAL, Escala logarítmica






Cobre se sustenta mais uma vez na LTA de 3 meses

Cobre se sustenta mais uma vez na LTA de 3 meses

Cobre, diário, escala logarítmica






Na sexta-feira passada, o Índice "VIX", Hedge do SP500, toca a mesma mínima de 2014, a menor faixa desde 2007.....hoje, a explosão de 12%, depois de subir 20% ao longo do dia......pressionando os mercados americanos

Na sexta-feira passada, o Índice "VIX", Hedge do SP500, toca a mesma mínima de 2014, a menor faixa desde 2007.....hoje, a explosão de 12%, depois de subir 20% ao longo do dia......pressionando os mercados americanos

Fechamento do VIX em 11,88, atlta de 12,2%...máxima de 12,90

Dow Jones caiu 0,6% a 19.770, perdendo a faixa de 20.000 e SP500 com queda de 0,6% também a 2.280 pontos

VIX, Diário






Talvez o gráfico mais interessante do dia é a confirmação da LTB em curso do Índice "Eur" (Euro Top 100 Index)

Talvez o gráfico mais interessante do dia é a confirmação da LTB em curso do Índice "Eur" (Euro Top 100 Index) 

EUR, Semanal, 12 anos, escala logarítmica




EUR, diário, 1 ano e meio, escala logarítmica









Bovespa - Modo "Bolha" até os 74.000 e até a VALE5 tocar o topo histórico - 30-01-2017

Forte queda de 2,6% do Bovespa hoje; fechamento em 64.300, quase na minima.

Tal queda sugere uma análise um pouco mais atenta.......nos 3 últimos rallies de alta, quando o Bovespa parava pra respirar, isto é, quando ocorriam as quedas mais fortes, as pernas de alta se aproximaram de 35% no primeiro e de 22% no segundo....

Por que isso ?

No primeiro raaly, as quedas mais acentuadas começaram mais na faixa de 50.000 pontos, ou seja, já tinha subido cerca de 35%

No segundo raaly, as quedas mais acentuadas começaram mais na faixa de 59.000 pontos, ou seja, já tinha subido cerca de 22%

É a explicação...

E, agora ?

De ccerta maneira, foi no "meio do caminho", mas, obviamente, como as esticadas começam a "pesar" mais, digamos assim, o percentual das "puxadas" devem encurtar

E foi o que aconteceu........dos 56.800, fundo dessa perna de alta em ação, até os 66.600 da semana passada de máxima, a alta foi de 17% aproximadamente.

OK ?......Beleza até aqui ?

Então vamos lá.....

Como quase todo mundo já concorda que o Bovespa não está assim BULL...BULL....BULL Secular......nem rompeu seu topo histórico ainda....

Mas, é BULL-MARKET no médio-longo prazo.....

Assim, é importante vermos alguns sinais de curto prazo.....e não de longo prazo, num primeiro momento, pra tentar entendermos o que pode estar a nossa frente

Então, vamos ver o Bovespa no gráfico "15 minutos" olhando principalmente as MA's50  em linha amarela e a MA200 em linha vermelha

Reparem abaixo que no penúltimo rally, o Bovespa começa a ficar um pouco mais perigoso quando a MA50 cruza com força a MA200 ali na faixa de 64.500

No entanto, reparem que no gráfico horário isso demora a acontecer.....só quase perto do fim da correção é que há o corte......

Esse tipo de movimento somente ocorre com papéis-ativos "muito-bull" ou com volatilidades implícitas altas.....

No diário, terceiro gráfico abaixo, sequer há o toque na MA200....muito menos o corte da MA50 sobre a MA200

Agora, vejam que hoje, no final do pregão, no gráfico de 15 minutos, a MA50 cruza pra baixo com força a sua MA200

De agora em diante, ficaremos aos 3 tempos gráficos, principalmente o horário nos próximos 2-3 dias...

Na prática significa o seguinte....no curtíssimo prazo, continua a correção......e monitoraremos a LTA que já tracei no último gráfico

Suportes em 64.000, 63.400, 63.000 e 62.500
Resistências em 64.500, 64.800, 65.300 e 66.000




Bovespa, tempo 15 minutos, escala logarítmica





Bovespa, tempo 60 minutos, escala logarítmica





Bovespa, diário, escala logarítmica







"Contas do governo têm rombo de R$ 154,2 bilhões em 2016, o maior em 20 anos", por Portal G1........Mas, calma......na mesma matéria....."Resultado, porém, ficou abaixo da meta fiscal para o ano, que era de rombo de até R$ 170,5 bilhões."

A matéria abaixo pode ser lida de 2 formas:

"Contas do governo têm rombo de R$ 154,2 bilhões em 2016, o maior em 20 anos"

ou

" Resultado, porém, ficou abaixo da meta fiscal para o ano, que era de rombo de até R$ 170,5 bilhões."


Hum........2 formas......então, ficamos assim........

"Apenas" um rombo de R$ 154,2 bilhões e tá tudo bem.....e voltamos pra casa satisfeitos com "apenas" um rombo de R$ 154,2 bilhões


Vamos a parte do texto, crédito Portal G1

Texto completo em :http://g1.globo.com/economia/noticia/contas-do-governo-tem-rombo-de-r-1547-bilhoes-em-2016-o-maior-em-20-anos.ghtml


Contas do governo têm rombo de R$ 154,2 bilhões em 2016, o maior em 20 anos

Esse foi o terceiro ano consecutivo com as contas no vermelho. Resultado, porém, ficou abaixo da meta fiscal para o ano, que era de rombo de até R$ 170,5 bilhões.

Por Alexandro Martello, G1, Brasília
30/01/2017 14h33  Atualizado há 5 minutos

Com a persistência do cenário de recessão na economia brasileira e a queda na arrecadação federal, as contas do governo tiveram forte piora em 2016 e registraram um rombo recorde de R$ 154,25 bilhões, o equivalente a 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB). As informações foram divulgadas pela Secretaria do Tesouro Nacional nesta segunda-feira (30).
Isso significa que as despesas do governo federal no ano passado superaram as receitas (impostos e tributos) em R$ 154,25 bilhões. Apesar de ter sido o terceiro resultado negativo seguido e o maior em 20 anos (a série histórica do Tesouro começa em 1997), o déficit de 2016 ficou abaixo da meta do governo para o ano, que era de um rombo de até R$ 170,5 bilhões.

Em 2015, as contas do governo já tinham apresentado resultado ruim, com um déficit primário de R$ 114,9 bilhões. Em 2014, o rombo somou R$ 17,21 bilhões. Os valores não incluem os gastos do governo com o pagamento dos juros da dívida pública.

Meta fiscal cumprida

Apesar de alto, o resultado negativo está compatível com a meta fiscal proposta pela equipe econômica do presidente Michel Temer em maio deste ano, posteriormente aprovada pelo Congresso Nacional, que é de um déficit fiscal de até R$ 170,5 bilhões em 2016.
Portanto, mesmo com o déficit recorde, a meta fiscal de 2016 foi formalmente cumprida pela equipe econômica.
"É muito importante esse momento em que anunciamos o cumprimento da meta do Governo Central de 2016. O resultado foi melhor do que o previsto, pois realizamos um déficit menor do que a meta", disse o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Ele está em São Paulo nesta segunda e gavou a mensagem em vídeo, que foi divulgado pelo ministério.
"O teto de gastos agora vai permitir ao Brasil voltar gradualmente a produzir superávits primários, gerando a economia necessária para estabilização e redução da dívida federal", completou Meirelles.




"Força-tarefa dos bancos tenta evitar quebra de empresas", por Jornal "O Estado de São Paulo"






Crédito: Jornal "O Estado de São Paulo" Parte da matéria abaixo

Texto completo. aqui : http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,forca-tarefa-dos-bancos-tenta-evitar-quebra-de-empresas,70001646017?success=true

Força-tarefa dos bancos tenta evitar quebra de empresas

Instituições criaram equipes especializadas em ajudar na reestruturação das companhias antes que a situação financeira se torne insustentável
        
Mônica Scaramuzzo e Renée Pereira , 
Impresso

30 Janeiro 2017 | 05h00

Depois de amargarem perdas com a deterioração financeira de grandes empresas, que entraram em recuperação judicial ou estão envolvidas na Lava Jato, os maiores bancos privados do País – Itaú, Bradesco e Santander – começaram, nos últimos meses, a se organizar para evitar uma crise ainda maior. A preocupação é que essa onda de recuperações se intensifique e provoque um efeito cascata de estragos na já combalida economia do País.

Com equipes especializadas, esses bancos criaram departamentos totalmente focados na reestruturação de médias e grandes empresas. A ideia é trabalhar de forma preventiva, antes que o problema leve mais companhias a um processo de recuperação judicial ou falência 

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Fontes de mercado afirmam que há uma “watch list” (lista de monitoramento) de cerca de R$ 300 bilhões em dívidas de médias e grandes empresas na mira de bancos para reestruturação. Esse valor exclui a dívida da Oi e parte das renegociações de dívidas já feitas por algumas das empresas do grupo Odebrecht.

Seleção. A qualquer sinal de alerta sobre a saúde financeira de empresas, seja pela piora de indicadores do balanço ou por atrasos em contas (dívidas ou impostos, por exemplo), as equipes de reestruturação desses bancos entram em ação para tentar estancar o problema de forma preventiva.

“Queremos nos antecipar ao problema”, diz Eduardo Armonia, diretor responsável pela área de reestruturação e recuperação de crédito de atacado do Itaú. “A queda da rentabilidade de uma empresa ou atraso de pagamento já acendem um alerta para o banco.”
Diante de uma grande quantidade de empresas em dificuldades – seja por causa da crise econômica ou por causa da Lava Jato –, o time de reestruturação dos bancos inicia o pente-fino pelos setores nos quais as instituições têm maior exposição. Nessa lista estão os segmentos de construção, infraestrutura, varejo, revenda de carros e mercado imobiliário.

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Com esse diagnóstico em mãos, as instituições financeiras oferecem um “pacote de ajuda”, que vai desde tomar ativos como garantia e alongar as dívidas até buscar um novo investidor para injetar capital na empresa.
Em muitas situações, a venda de ativos é a melhor saída. Foi o que ocorreu com a Renova Energia, uma das maiores geradoras de energia eólica do País. A empresa rolou uma parte de seus débitos e vendeu ativos para honrar compromissos. Inicialmente a reestruturação buscava um sócio para capitalizar a empresa – o que foi adiado com a venda de um parque eólico por R$ 650 milhões.
Outro que está em reestruturação é o grupo Rossi, que tenta evitar o mesmo caminho da concorrente PDG, cuja recuperação judicial é dada como certa. Fontes afirmam que o grupo renegocia o alongamento das dívidas e está em conversas para dar imóveis como garantia. A empresa não quis se pronunciar.

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Para este ano, a recuperação da economia, com a queda dos juros e aumento dos preços das commodities, deve dar algum alívio às empresas. Mas os bancos seguem atentos e querem evitar um déjà vu de 2016.






domingo, 29 de janeiro de 2017

O inimigo mora ao lado....índice VIX, o principal "hedge do SP500", toca a mínima de 2014, o nível mais baixo desde 2007

O inimigo mora ao lado....índice VIX, o principal "hedge do SP500", toca a mínima de 2014, o nível mais baixo desde 2007

VIX, Semanal, período 12 anos






Temer, Meirelles e o Governo dizem que o acordo "União-Estado RJ" pode servir de modelo aos outros Estados......Jura ?....Por que não se espelhar no Estado de SP.....Noticia "Jornal do Brasil": "Estado de São Paulo fecha 2016 com superávit de R$ 1,5 bilhão"

Temer, Meirelles e o Governo dizem que o acordo fechado no meio dessa semana entre a União e Estado do RJ pode servir de modelo aos outros Estados

Aquele acordo que, no máximo, um estagiário mediano é capaz de escrever?......

Leiam abaixo notícia do Jornal do Brasil, hoje em dia apenas um portal dentro do site "Terra"

Esse é o modelo a ser seguido pelo RJ e por outros estados da Federação

Não "aquilo" que foi costurado e fechado no meio da semana.


http://www.jb.com.br/economia/noticias/2017/01/28/estado-de-sao-paulo-fecha-2016-com-superavit-de-r-15-bilhao/

28/01 às 17h28 - Atualizada em 28/01 às 17h30

Estado de São Paulo fecha 2016 com superávit de R$ 1,5 bilhão

Jornal do Brasil
No relatório que será divulgado em breve com o balanço de 2016 do Governo de São Paulo, o destaque é o superávit primário de R$ 1,5 bilhão nas contas do Estado. Este resultado é fruto do importante ajuste fiscal implantado em 1997 e da gestão prudente dos recursos públicos, medidas que garantem mais tranquilidade para enfrentar longos períodos de crise, com estabilidade financeira e pagamentos em dia.

Um exemplo dessa política responsável é que em dezembro passado, a Secretaria da Fazenda depositou R$ 2,2 bilhões referentes à segunda parcela do 13º salário para 1,037 milhão de servidores públicos ativos, inativos e pensionistas das secretarias, Polícia Militar e autarquias.

No início deste ano, a pasta pôde pagar 50% de antecipação do 13º salário para 70.218 servidores públicos, que fazem aniversário em janeiro de 2017 (50% do 13º é pago no mês de aniversário do servidor). Além do salário do mês, os servidores receberam R$ 141,1 milhões.

Para racionalizar os gastos em relação aos inativos, várias iniciativas foram adotadas, entre elas a criação, em 2007, da São Paulo Previdência (SPPREV), que unificou os diversos sistemas previdenciários estaduais, centralizando e simplificando, com regras uniformes de cálculo e concessão, a gestão das diversas carteiras previdenciárias, reduzindo significativamente os custos – as revisões de aposentadorias e pensões concedidas indevidamente geraram economia de R$1,6 bilhão em pagamentos atuais e futuros.

Em comparação a estados de porte similar, como Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul, São Paulo apresenta ainda a menor proporção entre despesa de pessoal e receita, além de cumprir os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal e atender os percentuais constitucionais de gastos com saúde e educação.

Medidas de redução de despesas

Para enfrentar a grave crise econômica nacional, São Paulo adotou ações de contenção de gastos e realocação orçamentária, como a redução de gastos operacionais e de apoio administrativo e a suspensão temporária de novas contratações dessas categorias.

O contingenciamento de R$ 6,5 bilhões de um orçamento total de R$ 204, 6 bilhões (3,1%), realizado em janeiro de 2015, preservou investimentos em Saúde, Educação e Segurança. Em 2016, R$ 6,9 bilhões foram poupados de um orçamento total de R$ 207 bilhões (3,3%). Para este ano, o número chega a R$ 4,9 bilhões de um orçamento total de R$ 206,4 bilhões, cerca de 2,4% do orçamento total.

Além da extinção da Sutaco, CPTUR, Ceret e Cepam, foram revisados os contratos de serviços terceirizados de apoio administrativo e operacional, o que resultou em economia de R$ 370 milhões em 2016. Mais R$ 215 milhões foram poupados com a suspensão de novas contratações de locação de imóveis, veículos e serviços de apoio administrativo. Por fim, a extinção de 3.723 cargos vagos e outros 396 comissionados permitiram economia de R$ 1,9 bilhão aos cofres públicos.

Mesmo com a liminar do STF para suspensão dos pagamentos e antes do projeto de lei de renegociação das dívidas dos Estados ser aprovado no Congresso, desde agosto de 2016 o Estado voltou a pagar a dívida de R$ 800 milhões por mês com a União







PETR4 pode ser tudo....até mesmo uma congestão entre 13,50-16,50

PETR4 pode ser tudo....até mesmo uma congestão entre 13,50-16,50

Abaixo, tracei 2 curtas LTA's.....perdidas....mas, o papel não despencou......daí, pensar numa possível congestão...

Acima de 16,50, o papel sobe forte, primeiro, em direção aos 18.50....depois, a faixa de 20,00, que, inclusive seria o objetivo do rompimento, pela altura da congestão

Se perder a faixa de 14,00, busca 13,30....se  perder 13,30, fica um pouco mais complicada a situação, com o primeiro objetivo em 12,30.....depois, a faixa de 11,00

Vejam que, no tempo SEMANAL, MACD e Histograma ainda em modo VENDA

PETR4, Diário, escala logarítmica




PETR4, Diário, escala logarítmica





PETR4, SEMANAL, escala logarítmica






Ações das 3 maiores mineradoras do mundo em Nova York...ADR VALE, ADR BHP e ADR Rio Tinto

Ações das 4 maiores mineradoras do mundo em Nova York

ADR VALE, Semanal, escala logarítmica, período 12 anos



ADR BHP, Semanal, escala logarítmica, período 12 anos





ADR RIO TINTO, Semanal, escala logarítmica, período 12 anos











sábado, 28 de janeiro de 2017

O que me assusta é que de fato podemos estar "dentro" da "mãe de todas as bolhas", e isso pode representar, assim como nos anos 30 e 70, uma queda nos mercados americanos entre 70% e 80%

Eu não vi até agora nenhum analista de "fora" apresentar o gráfico abaixo do Dow Jones de 100 anos da maneira como coloquei

Abaixo, temos o gráfico do Dow Jones de 100 anos....pra ser mais exato, 101 anos

Liguei alguns topos e fundos e chegamos a ele. 

O Gráfico, como pode ser visto no canto esquerdo, está ajustado em escala logarítmica e pela inflação americana.

O que temos nele pra ser discutido ?

Na Grande Depressão de 1929, o Dow Jones caiu cerca de 85%

No período da Crise do Petróleo e explosão das taxas de juros ao longo dos anos 70, tivemos uma queda de 72% aproximadamente

Os topos ligados são os de Dez-1915, Dez-1965 e Mar-2000

As maiores quedas então aconteceram após os topos de 1915 e 1965, uma diferença, portanto, de 50 ano

Se essa diferença fosse passada adiante, teríamos um novo topo em 2015, para daí termos uma queda semelhante a da Grande Depressão ou dos anos 70.

Estamos em 2017.......1 ano e meio depois aproximadamente depois de Dez-1965

No entanto, voltem a olhar o gráfico......a linha superior está passando pouco acima dos 22.000 pontos.

O Dow Jones tocou 20.120 pontos essa semana.

Registra-se uma curiosidade destacada há 2 anos por um analista em relação ao SP500

Vejam mais abaixo o gráfico do SP500 em 30 anos...

O analista simplesmente argumenta que entre 2000 e 2007, o SP500 esteve numa congestão 1.550-750 pontos.....pois o topo de 2000 foi ali por volta de 1.520 e o de 2007 por volta de 1.550...o fundo da Bolha da Internet foi por volta de 830 pontos.....e do Subprime em 730 pontos.

Assim, o objetivo do SP500, uma vez rompida essa congestão, estaria por volta de 2.300 e 2.350, cerca de 800 pontos da altura da congestão

Ora......Essa semana, o SP500 bateu 2.300 pontos.

Nada.....absolutamente nada faz mais sentido em nenhum de vários e vários mercados...

Por que  a "mãe de todas as bolhas" não poderia enviar o Dow Jones até a faixa de 22.000, por onde passa a linha superior do canal de alta de 100 anos destacada abaixo ?

Os sinais de explosões da Libor, da TED, do fortalecimento do dólar no mundo inteiro, impactando numa crise de endivdamento, enfim, vários sinais nos levam para "situações-limite"

O que vimos em 2000, na Bolha da Internet, e em 2007-2008, na Bolha da Imóveis americana, seriam apenas um aperitivo para o que virá em seguida, a "mãe de todas as bolhas", o estouro da "Bolha de Crédito", infladas pelos Bancos Centrais e, em niveis mais regionais, amplificadas por governos pupulistas, como o brasileiro.

Não é difícil especular sobre a situação de países extremamente vulneráveis, como o Brasil. Certamente, seriam muito mais impactados.....um colapso nas linhas de crédito mundiais e altas bruscas nas taxas de juros no mundo inteiro, com efeitos nos respectivos interbancários. solapariam qualquer esforço mínimo do Brasil, por exemplo, em sair do "buraco" em que se enfiou nos últimos anos.

O estouro da "mãe de todas as bolhas" teria o efeito nos mercados americanos semelhante aos dos anos 30 e 70.......o que levaria o Dow Jones para pontos próximos à linha inferior do longo canal de alta sinalizado no primeiro gráfico.....assim, poderíamos ter uma queda, já considerado o efeito da inflação, de 70%-80%

Nos mercados mundiais, façam-se as contas pra cada um, com suas inerentes vulnerabilidades ou não.

Hora de pensar se estamos de fato "na mãe de todas as bolhas" ou no mundo "Alice no país das maravilhas"



Dow Jones, escala logarítmica e ajustado pela inflação, período 100 anos




Fonte: macrotrends,net


SP500, escala logarítmica.período 30 anos, sem ajuste pela inflação

Fonte: macrotrends.net










Leiam a matéria sobre o Rio de Janeiro e percebam que o acordo da União traz tantas dúvidas e "buracos" que nos resta refletir sobre o estágio em que está a figura do "Estado Brasileiro"....estou falando de União e entes federativos

Leiam a matéria abaixo...

Vai mais ou menos na direção do que eu comentei no post sobre o acordo da União com o Rio de Janeiro anteontem

Os "buracos" são tantos....

Primeiro tem que correr com o Congresso pra ver ser não alteram a Lei da Responsabilidade Fiscal.....lei que deveria ser defendida ao extremo.......apenas pra beneficiar um Estado que insiste em não fazer o que tem de de ser feito...e o que é ? Congelar....reduzir salários.....parar todos os concursos públicos, exceto o de extrema urgência, como Saúde e Segurança......ver se tem brecha na lei para demitir funcionário.....demitir todos os terceirizados....

Enfim......

Ou seja...qual a solução ?

"AHHHHH......Vai lá....muda a lei......e continuamos a gastar....gastar....gastar....e gastar"

Outro ponto não muito claro....como a privatização da CEDAE vai entrar no "jogo".....vejam na matéria.....o pessoal nem sabe ainda como vai colocar a CEDAE, de tal forma que ela possa ser garantia para algum eventual empréstimo de banco privado......sim....banco privado.....porque o público, se mudarem a lei, não tem problema, não é ?....muda a lei....e lá na frente, não paga ao banco público....a não ser, claro, que se coloque a cláusula da garantia da CEDAE...

Outra garantia a ser possivelmente dada......futura participação nos royalties do petróleo...DE NOVO ?

Já foi dada.......e não deu certo...não pagaram nada,,,,,

Enfim.....uma aberração em todos os sentidos o acordo da União com o Estado do Rio de Janeiro....isso é o que eles disseram que serviriam de modelo para outros estados ? MUDAR A LRF é modelo ?.....Colocar um monte de "se" é modelo" ? Nossa....isso no setor privado nem estagiário é capaz de fazer......


Vamos a matéria, crédito "Revista Isto É"-"Estadão"

http://istoe.com.br/atraso-de-salario-no-rio-deve-continuar-ate-aprovacao-de-acordo-diz-secretario/

Atraso de salário no Rio deve continuar até aprovação de acordo, diz secretário


EDIÇÃO Nº2459 27.01


Estadão Conteúdo

27.01.17 - 14h18

Com a necessidade de aguardar respaldo legal antes de qualquer iniciativa da União em socorro ao Estado do Rio de Janeiro, a população fluminense – e sobretudo os servidores com salários atrasados – ainda deve viver tempos difíceis até abril, disse ao Broadcast, sistema de notícias e tempo real do Grupo Estado, o secretário de Fazenda do Rio, Gustavo Barbosa. “Tem o tempo de aprovação, mas algo entre dois e três meses, acho que infelizmente ainda teremos essa penúria pela frente”, afirmou.

Orientado por órgãos jurídicos federais, o governo do presidente Michel Temer se comprometeu apenas com o envio de um projeto de lei ao Congresso Nacional para viabilizar exceções na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) a quem aderir ao acordo. A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), por sua vez, terá que aprovar uma série de medidas para honrar o acordo, inclusive iniciativas semelhantes às que a Casa já havia rejeitado, como alíquota extra para a Previdência estadual.

A expectativa do secretário é de que, só depois disso, o Estado conseguirá pagar a folha que ainda não foi quitada, um passivo que hoje está em R$ 2,3 bilhões entre atrasados de dezembro de 2016 e do 13º salário. A folha de janeiro, prestes a vencer, é de R$ 2,1 bilhões.

“Temos a necessidade de aprovar a (venda da) Cedae na Alerj. Eu não consigo trazer recursos para pagar servidor se não tiver aprovação da Cedae. Nenhuma instituição, pública ou privada, irá fazer qualquer movimento com o Estado do Rio se não tiver lei aprovada em relação à Cedae. A partir do momento em que isso aconteça, acredito que rapidamente vamos levantar os recursos e colocar em dia”, disse Barbosa.

A Cedae entrou no acordo após muita resistência do governador do Rio, Luiz Fernando Pezão. O modelo de venda e a avaliação do valor pelo qual ela pode ser privatizada ainda não estão definidos, segundo o secretário. Não está fechado sequer se a venda será exclusivamente da operação de distribuição, ou se incluirá alguma fatia da geração e do saneamento.

“Obviamente vai ser aquele (modelo) que trouxer um retorno bom para o Estado e a manutenção e melhora dos serviços para a população. Essa equação ainda está sendo definida, estamos correndo atrás de como vai ser feito isso. Esse processo não é imediato”, disse Barbosa.

O que é imediato, segundo Barbosa, é a avaliação de um valor básico que possa servir de referência aos bancos, viabilizando o empréstimo de R$ 6,5 bilhões ao Estado. Essa operação terá duas garantias: além da Cedae, a venda dos royalties futuros de petróleo.

O empréstimo é crucial para que o Estado coloque as contas em dia e crie um clima mais favorável na Alerj para a aprovação das medidas impopulares. Além disso, todos os reajustes de salários ficarão suspensos. Neste ano, o Rio teria de bancar R$ 835 milhões em aumentos para servidores, sobretudo da área de segurança. Já em 2018, o custo adicional seria de R$ 1,079 bilhão.






"Valor de imóveis retomados por bancos sobe 50% e se aproxima de R$ 10 bilhões", por Jornal "O Estado de São Paulo"


Noticia publicada hoje pelo Jornal "O Estado de São Paulo"

http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,valor-de-imoveis-retomados-por-bancos-sobe-50-e-se-aproxima-de-r-10-bilhoes,70001644517

Valor de imóveis retomados por bancos sobe 50% e se aproxima de R$ 10 bilhões

Alta do desemprego prejudica capacidade de pagamento de mutuários e faz o total de imóveis em posse de instituições financeiras atingir R$ 9,8 bilhões; somente na Caixa Econômica Federal, número de bens retomados teve alta de 81%

Circe Bonatelli, Aline Bronzati , 
O Estado de S.Paulo

28 Janeiro 2017 | 05h00
O valor dos imóveis retomados pelos bancos por inadimplência no financiamento disparou com a crise econômica. O estoque de imóveis em posse das instituições saltou de R$ 6,5 bilhões, em novembro de 2015, para R$ 9,8 bilhões, no mesmo mês de 2016 – alta de quase 50%, segundo dados do Banco Central compilados a pedido do ‘Broadcast’, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
A situação evidencia o risco da carteira imobiliária. Embora não haja estatísticas oficiais do mercado de leilões, o presidente da Federação Brasileira de Leiloeiros Públicos Oficiais (Febralei), Vicente de Paulo Costa Filho, estima que a oferta de imóveis em leilões tenha crescido 80% nos últimos dois anos.

Entre os fatores que contribuem para essa estatística estão a alta do desemprego, que compromete a capacidade de pagamento do mutuário, e o fato de boa parte dos imóveis estar financiada com alienação fiduciária, o que facilita a retomada dos bens, explica Ronaldo Milan, da Milan Leilões.
O imóvel em execução passa por até dois leilões. O primeiro pede o preço de mercado. Se a venda não ocorre, o segundo evento pede o valor da soma do financiamento devido e dos custos processuais – neste cenário, os imóveis geralmente saem com desconto. Como esses bens têm custos embutidos (como IPTU e condomínio), os bancos querem repassá-los adiante de forma rápida.
Ao retomar um imóvel, o banco evita a alta da inadimplência, mas assume a obrigação legal de se desfazer do bem. “A venda é uma arte na qual estamos tentando nos aprimorar, pois não somos experts nesses procedimentos”, diz o superintendente executivo de negócios Imobiliários do Santander, Fabrizio Ianelli. Já o diretor de crédito imobiliário do Bradesco, Romero Albuquerque, espera redução da execução de garantias em 2017.

Termômetro. Na Caixa Econômica Federal, que concentra 70% do crédito imobiliário no Brasil, o total de imóveis retomados subiu de 8.775, em 2015, para 15.881, em 2016 – uma alta de 81%. Diante disso, a Caixa firmou parceria com o Conselho Federal de Corretores Imobiliários (Cofeci) para tentar desovar o seu estoque, que atualmente soma 24.585 unidades.
Segundo o presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Gilberto Abreu, medidas como carência para retomada dos pagamentos, ampliação de prazos, transferência de atrasos para parcelas futuras têm surtido efeito neste momento de crise. Isso, segundo ele, tem ajudado a inadimplência do crédito imobiliário ficar ao redor de 2%.



sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Algum leitor mais atento pode falar.....pô Márcio....não vai falar do engolfo de baixa da VALE5 ontem ? Ok.....falemos então.....mas, vale a pena ?? O papel é "bull-market" total

Algum leitor mais atento pode falar.....

"pô Márcio....não vai falar do engolfo de baixa da VALE5 ontem ?"

 Ok.....falemos então.....mas, vale a pena ?? O papel é "bull-market" total....

Marquei abaixo nos retângulos os 3 últimos engolfos de baixa da VALE5 nos últimos 12 meses, incluindo o de ontem

O primeiro, uma correção muito básica....

O segundo, ma correção um pouco mais forte....de 28,26 até 21,61, correção de 23%

Ontem, mais um engolfo de baixa...inclusive, muito parecido com o último...

Teremos uma correção de 23% do papel ou uma correção menor, pouco mais do que 15%, igual ao do primeiro retângulo ?

23% daria até a faixa de 25,20....é pivot.....15% daria até 28.....

Enfim.....

OK....Fiquemos atentos......mas, o papel ainda é bull-market total......insano....ainda olhando lá pro topo histórico dele.....entre 37,50 e 39,80

VALE5, Diário, hora Brasília, 17:00







quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

O Acordo da União com o Estado do RJ, exceto 1 ou 2 pontos, não é nada, apenas o mesmo "blá blá blá"

Abaixo, finalmente o acordo anunciado hoje entre União e o Estado do RJ para tentar salvar as finanças do Estado

Leiam com atenção......

Tirando alguns percalços importantes que têm de ser contornados junto ao STF, o acordo me parece o mesmo blá blá blá cujo o final nõs já sabemos.....isto é,  não vai salvar o Rio de Janeiro das ruínas no longo prazo....claro, até um novo acordo ser costurado e relevar outros pontos , etc, etc, etc....

O único ponto em que há de fato um impacto e uma vontade real pra se ajustar algo, diz respeito ao aumento da contribuição previdenciária

Separei alguns pontos pra vocês refletirem, com os meus comentários em seguida:

1 - Para fechar as contas, o governo do Rio de Janeiro buscará empréstimos junto a instituições financeiras e dará como garantia recursos da privatização da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) e de "royalties" futuros do petróleo, além de renegociar dívidas.


Tirando é claro o banco público, qual o banco em suas plenas condições de consciência dará 1 centavo ao Rio de Janeiro ???

2- Aumento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS);

Quem garante que, numa economia que ainda tenta sair do buraco, aumento de ICMS vá trazer um impacto positivo, realmente grande para os cofres do Estado ?

3- Acordo com a Petrobras, que não foi detalhado, e que permitiria receita de R$ 400 milhões ao Rio;

O que é isso minha gente ???.....acordo com Petrobrás ?? Non sense !!!

4- Repactuação de dívidas, com previsão de economia de R$ 6,2 bilhões em 2017

Há alguma garantia nisso ???


5 - Repactuação de dívidas com bancos federais;

O que é isso ??? beleza.....vai repactuar dívida sobre os  bancos federais....efeito ???....ora ora ora....menos lucro pros bancos, menos dividendos para o acionista majoritário, que é a União....que no fundo, sou eu , você....e mais rombo no final para o esforço fiscal do governo federal

__________________________________________________________

Há mais pontos que não fazem sentido algum.....mas , vou parar por aqui....vocês podem refletir

Fiquem com a notícia completa abaixo, crédito Portal G1


RJ terá que cortar R$ 9 bilhões em gastos em 2017 para obter ajuda federal

Previsão está no termo de compromisso assinado nesta quinta (26). Socorro, que inclui suspensão de dívidas do Rio, só terá validade após aprovação de leis no Congresso e na Assembleia do estado.

Por Alexandro Martello e Luciana Amaral, G1, Brasília
26/01/2017 17h38  Atualizado há menos de 1 minuto

Depois de semanas de negociação, foi assinado nesta quinta-feira (26) um termo de compromisso para viabilizar o socorro financeiro do governo federal ao Rio de Janeiro.
O estado é o que passa pela mais grave crise fiscal no país. Nos últimos meses, o governo estadual vem atrasando salários e aposentadorias de servidores, e enfrentando protestos por conta disso.
O termo de compromisso foi assinado pelo presidente Michel Temer e pelo governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão.
Além da possibilidade de o estado deixar de pagar suas dívidas com a União por até 36 meses, o termo estabelece contrapartidas – ações que o governo fluminense terá que implementar em troca desse socorro.
Esse termo também prevê o envio, tanto ao Congresso quanto à Assembleia Legislativa do Rio, de projetos para alteração de leis, necessário para a implementação do acordo. Portanto, se os projetos não forem aprovados pelas duas casas, o socorro do governo federal ao estado não vai se concretizar.
Segundo o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, a previsão é que as medidas a serem implementadas pelo governo fluminense levem a um aumento de R$ 1,2 bilhão na arrecadação e a um corte de gastos de R$ 9 bilhões, apenas em 2017.

Para fechar as contas, o governo do Rio de Janeiro buscará empréstimos junto a instituições financeiras e dará como garantia recursos da privatização da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) e de "royalties" futuros do petróleo, além de renegociar dívidas.

O estado também terá que elevar a alíquota da contribuição previdenciária de servidores públicos, de 11% para 14%. E criar uma alíquota extra, de 8%, com validade por três anos. Se a mudança ocorrer, portanto, a contribuição previdenciária dos servidores subirá de 11% para 22% entre 2017 e 2019.
Meirelles também informou que não haverá repasse de recursos da União para o Rio. Veja as contrapartidas que o Rio terá que implementar em troca do socorro federal:

Medidas para aumento de receitas, estimado em R$ 1,2 bilhão para 2017

Aumento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS);
Criação de um fundo que vai receber contribuição e 10% das empresas que recebem incentivos fiscais do estado;
Acordo com a Petrobras, que não foi detalhado, e que permitiria receita de R$ 400 milhões ao Rio;

Medidas de corte de gastos, com previsão economia de R$ 9 bilhões em 2017

Extinção de secretarias e autarquias;
Liquidação de apenas parte dos restos a pagar previstos para 2017 e transferência de outra parte para ser paga nos próximos anos;
Instituição de um Plano de Incentivo de Demissão de Servidores celetistas;
Mudanças na Previdência estadual, com previsão de impacto de R$ 3,2 bilhões em 2017
Aumento da contribuição previdenciária de 11% para 14% e criação de aliquota adicional de 8% válida por três anos. A previsão é que a media eleve a arrecadação em R$ 3,2 bilhoes;
Repactuação de dívidas, com previsão de economia de R$ 6,2 bilhões em 2017
Repactuação de dívidas com bancos federais;
Receber passivo antigo da privatização do Banerj;
Suspensão do pagamento da dívida com a União prevista em contrato assinado na década de 90;
Empréstimos com garantias, no valor de R$ 6,5 bilhões
Será feito um empréstimo ao Rio, por qualquer banco interessado, tendo como garantia os recursos da privatização da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) e também a antecipação de royalties do petróleo devidos por empresas ao estado;


O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, disse que o plano é “factível”. Segundo ele, o acordo fará com que o estado seja novamente “viável” e zere o seu déficit fiscal a partir de 2019.
“Vai ter muito mais tranquilidade para o funcionário público de ter a previsibilidade de receber em dia e de ter uma vida muito mais tranquila do que está tendo hoje. E a gente poder atender aos 16 milhões de cariocas e fluminenses”, afirmou Pezão.
A previsão é que o estado registre déficits (despesas superiores às receitas) de R$ 26,13 bilhões em 2017, R$ 18,7 bilhões em 2018 e de R$ 17,7 bilhões em 2019.
Antecipação via STF
Pezão não confirmou se vai ingressar com um pedido no Supremo Tribunal Federal (STF) para antecipar os efeitos do socorro federal.

Nesta semana, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que as medidas poderiam começar a valer antes da aprovação dos projetos pelo Congresso e pela Assembleia do Rio, desde que o Supremo determinasse isso por meio de uma decisão liminar (provisória).
“Acabei de assinar o contrato agora. Vamos analisar com os técnicos do governo o que a gente pode fazer. Estou acabando de sair da assinatura”, disse ele. Mesmo com a decisão do STF, o socorro perderia a validade se, depois, os projetos não forem aprovados.
Meirelles, por sua vez, disse que o Rio de Janeiro é soberano para pedir ou não a antecipação dos efeitos da lei assim como o STF é soberano para decidir.
O presidente Michel Temer se reuniu pelo menos três vezes no Planalto esta semana com o ministro Meirelles e a advogada-geral da União, Grace Mendonça, para tratar da assinatura do termo.
De acordo com assessores do Planalto, os três discutiram as concessões e as contrapartidas extensivamente para que o Rio de Janeiro ajuste as contas e não volte a ter uma crise financeira como a atual.




PETR3 para "em cima" da LTA longa

Vejam abaixo a LTA da PETR3 desde maio do ano passado....

Hoje, parou novamente "em cima"......o candle de hoje tá praticamente imperceptível.....é porque o dia pra PETR3 foi bizarro mesmo....isto é......a amplitude entre a máxima e mínima foi baixa

PETR3, Diário, escala logarítmica





Dow Jones vai a 20.125 hoje, enquanto o Dow Jones Transportation produz um topo duplo com fortes divergências baixistas de IFR14

Dow Jones vai a 20.125 hoje, enquanto o Dow Jones Transportation produz um topo duplo com fortes divergências baixistas de IFR14 no dia de hoje na faixa de 9.500 pontos

Dow Jones Transportation,  diário, escala logarítmica, hora Brasília 15:52







"Oferta de crédito bancário cai pela primeira vez em 2016" , por Portal G1

"Faz figa" aí que os bancos disseram que vai tudo "bombar" em 2017.......queda da SELIC, volta à normalidade.....consumo voltando com toda a força

Enquanto isso

Notícia publicada no início da tarde de hoje

Crédito  Portal G1

http://g1.globo.com/economia/seu-dinheiro/noticia/oferta-de-credito-bancario-cai-pela-primeira-vez-em-2016.ghtml

Oferta de crédito bancário cai pela primeira vez em 2016

Contração do crédito refletiu a retração da atividade econômica, segundo o Banco Central.

Por G1
26/01/2017 12h20  Atualizado há 1 hora
Com o aumento do desemprego, o saldo total do crédito bancário registrou o primeiro recuo da série histórica do Banco Central, que começou em 2007. A queda foi de 3,5%, para R$ 3,1 trilhões, contra R$ 3,21 trilhões no fechamento de 2015.
O resultado divulgado nesta quinta-feira veio pior que a expectativa do BC de uma retração de 3%, divulgada no mês passado.
"A contração do crédito em 2016 refletiu a retração da atividade econômica e seus impactos na demanda de consumo e investimento, e o aumento da percepção de risco do sistema financeiro. Destacou-se a redução na carteira de pessoas jurídicas, que repercutiu, adicionalmente, o efeito de expressivas liquidações de contratos de grandes empresas", avaliou o BC em nota.
Em dezembro, o estoque de crédito também apresentou modesto crescimento de 0,1% sobre sobre o mês anterior.
Em 2017, para o qual o governo espera uma recuperação econômica após dois anos de profunda retração na atividade, o BC vê o estoque total de crédito subindo 2%.




"Santander Brasil reduz meta de rentabilidade apesar de lucro recorde" , por Reuters

Notícia, crédito Reuters

http://br.reuters.com/article/topNews/idBRKBN15A1H0

Santander Brasil reduz meta de rentabilidade apesar de lucro recorde
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017 10:04

19/08/2014   REUTERS/Pilar Olivares/File Photo

SÃO PAULO (Reuters) - O Santander Brasil revisou para baixo uma meta de rentabilidade de longo prazo, indicando os desafios à frente do maior banco estrangeiro em operação no país, apesar do lucro recorde no quarto trimestre.

Em uma apresentação após a divulgação do resultado do quarto trimestre nesta quinta-feira, o banco estabeleceu meta de retorno sobre o patrimônio de 15,6 por cento até dezembro de 2018, ante meta anterior de cerca de 17 por cento.

As outras metas não foram alteradas, incluindo o objetivo de chegar a dezembro de 2018 com uma inadimplência em linha com os rivais, conforme o presidente-executivo Sergio Rial busca reduzir a diferença com rivais maiores melhorando a experiência do cliente, mantendo um controle sobre as despesas e mirando áreas mais rentáveis.

A gestão de Rial gerou um crescimento recorde de lucros durante o ano passado, apesar da recessão mais acentuada do país e do impacto de um ciclo de crédito que levou a inadimplência para níveis recorde.

O Santander Brasil divulgou lucro acima do esperado no quarto trimestre mais cedo nesta quinta-feira, refletindo uma alta na receita com tarifas e queda nas provisões para crédito de liquidação duvidosa.

O lucro líquido gerencial de 1,989 bilhão de reais para o quarto trimestre, seu melhor resultado trimestral, ante consenso entre analistas de lucro de 1,613 bilhão de reais. No mesmo período de 2015, registrou lucro de 1,607 bilhão de reais.

A receita com serviços financeiros, ou receita com tarifas, saltou 12 por cento em relação ao trimestre anterior, ajudando a ofuscar o declínio de 5 por cento na receita com juros. As despesas cresceram ligeiramente abaixo da inflação, enquanto as provisões caíram 6 por cento na comparação trimestral devido a controles mais rígidos de risco de crédito.

O banco registrou índice de inadimplência de operações de crédito vencidas há mais de 90 dias de 3,4 por cento ante 3,2 por cento no mesmo período de 2015 e de 3,5 por cento no terceiro trimestre.

(Reportagem de Guillermo Parra-Bernal)



Pronto...começou...acho até que "demorou muito"........notícia Portal Investing.com : "Ibovespa caminha para máxima histórica em 74 mil pontos, diz Itaú"

Notícia fresquinha publicada no Portal Investing.com há cerca de meia hora atrás.

Acho até que demorou muito...

Será que eles leram o blog ontem ?

https://br.investing.com/news/mercado-de-ações-e-financeiro/ibovespa-caminha-para-máxima-histórica-em-74-mil-pontos,-diz-itaú-225243


Ibovespa caminha para máxima histórica em 74 mil pontos, diz Itaú
Ações e Financeiro35 minutos atrás (26.01.2017 11:12)

Money Times - O Ibovespa continua em tendência de alta no curto e médio prazo, avalia a Itaú (SA:ITUB4) Corretora em um relatório assinado pelos analistas técnicos Fábio Perina e Eduardo Marzbanian.
Segundo eles, o índice caminha para o “próximo objetivo em 69.000 e a região da máxima histórica do índice em 74.000 pontos”.
Já do lado de baixa, os suportes estão em 64.700 pontos e 64 mil pontos.
“Abaixo deste, o movimento de correção poderá continuar e o índice encontrará suportes em 63.300 e 61.300 pontos – patamar que mantém o mercado em tendência de alta no curto prazo”, ressaltam.




quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Aula de aritmética hoje prometida ontem...ora....Bovespa...de 37.000 a 55.000, temos 18.000....de 48.000 a 65.300, temos 17.300...qual o alvo ? 17 ou 18...igual a 74.000 pontos

Outro dia mostrei uma provável possibilidade do Bovespa se olhássemos o comportamento do barril de petróleo e do índice CRB Commodities..

Ali, colocada como hipótese "a mais provável" diante do picote de resistências que tínhamos à frente, isto é, 65.300....66.000....66.500....69.000....70.000...72.000...e 73.800

Poderíamos pensar nessa hipótese ? Sim...claro

Mas, cá estamos nos 66.200 batidos ontem,,,,,

Não esqueçam que lá atrás mencionei a aberração que fizeram com o índice chinês, o "SSEC".....Ali, especulei que pudéssemos ir direto aos 70.000 pra cairmos 50%

Então...

Olhando aqui....ali......havia algo que eu ainda achava que não tinha descoberto......algum encaixe que poderia ser ali colocado cuja figura final ficasse mais coerente, mais ajustável a todas aberrações que vimos ate´agora

Pronto !!!!

Descobri !!!.....e foi lembrando da simples arítmética

Olhem para o gráfico abaixo que montei....

Vejam o que o mercado fez nas 2 últimas longas pernas de alta, praticamente sem paradas....

De 37.000 pontos até 55.000......perna de ????....18.000 pontos....e correção de 12-13%

Aí....parou nos 48.000......

De 48.000 ate 65.300........perna de ????.....17.300 pontos....e correção de 12-13%

Aí....parou nos 56.800....

Ora.....estão de sacanagem ou fizeram pura aritmética e demitiram os caras que montam todos os algoritmos ?

Se isso estiver correto....os caras vão fazer o que  ???

Ora......mais uma perna entre 17.000 e 18.000 pontos a partir da última correção-fundo...

Ou seja....

De 56.800 + 17.000 ( por exemplo) = 73.800....

Que é o topo histórico do Bovespa !!!

Simples, não ???

Esses caras vão levar o Bovespa até o topo histórico na mesma velocidade alucinante que os chineses levaram o seu maior índice acionário, o "SSEC"

E, depois, vão "crashear" o índice da mesma forma que os chineses fizeram, simplesmente porque vários e vários papéis, assim como o próprio Bovespa, se encontram em distâncias cada vez maiores de suas médias longas nos tempos SEMANAIS !!!

Simples, não ?

Troquem.....

Troquem aquela hipótese do Bovespa com picotes, semelhante ao barril do petróleo e "CRB", por essa agora......

Deve haver alguma paradinha antes de romper os 66.000-66.500-67.000.....mas, assim, como vimos dos 37.000 até os 55.000, e quando rompeu os 55.000....as paradinhas são rápidas....as maiores foram  nos momentos em que se chegou um pouco mais próximo do alvo ou na metade do caminho....ali nos 50.000....52.000......e 60.000

Vamos ao gráfico

Bovespa, diário, período 15 meses










Dow Jones chega finalmente a extraordinária faixa de 20.000 pontos hoje.....máxima do dia 20.080

Dow Jones chega finalmente a extraordinária faixa de 20.000 pontos hoje.....máxima do dia 20.080

Fechamento em 20.068, alta de 0,78%

Dow Jones, diário




25 de Janeiro.....Aniversário da Cidade de São Paulo.....um Feliz Aniversario

Reconheço que sou um carioca "atípico"

Tem paulistano que me diz que sou mais paulistano do que muitos paulistanos....

São Paulo é a cidade do café....e dos "cafés".....é a cidade em que você dificilmente vai sentir calor....ou frio....

Cidade das bibliotecas...dos museus....dos parques....sim...São Paulo tem Parques !....e muitos, a despeito da "propaganda" que diz que não há verde em São Paulo...

São Paulo da chuva da tarde do verão...

São Paulo dos contrastes.....do velho ali na Avenida Ipiranga ou da São João, e do novo na Berrini ou Chucri Zaidan....

Cidade onde andamos de metrô e trem por todos os lados com apenas 1 bilhete...

Cidade dos "ainda" ônibus elétricos.....

Feliz Aniversário São Paulo

Foto: Crédito Folhapress
Panorama da Avenida São João no início da década de 70..... 28-11-1972