sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Quem vai pagar a conta no Rio de Janeiro ?...setor público ? Não....esse, nunca paga a conta.....o setor privado pagará.....agora, aos "48 do segundo tempo"......por Revista Istoé: "Governador do Rio sanciona aumento de alíquotas do ICMS"

Quem vai pagar a conta no Rio de Janeiro ?...setor público ? Não....esse, nunca paga a conta.....

Principalmente no Rio de Janeiro.....

Organizam "barricadas", invasões de Assembléias e tudo o mais.....

o setor privado pagará......

Sim....o setor privado....já esquartejado, espoliado, entubado dia a dia por vários impostos e instabilidades....

Matéria abaixo "Revista Isto é"

http://istoe.com.br/governador-do-rio-sanciona-aumento-de-aliquotas-do-icms/

Governador do Rio sanciona aumento de alíquotas do ICMS

Estadão Conteúdo

30.12.16 - 20h12
O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, sancionou o projeto de lei que eleva a alíquota do Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no Estado para produtos como cerveja, energia elétrica, combustível e telefonia. A medida foi publicada em edição extraordinária do Diário Oficial desta sexta-feira, 30, após a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, conceder uma liminar afastando os efeitos da decisão do Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio que havia suspendido a aprovação do aumento da tributação pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

O Órgão Especial do TJRJ havia analisado um mandado de segurança do deputado Flávio Bolsonaro que apontava suposta violação do regimento interno da Alerj durante a sessão que aprovou o Projeto de Lei 2.242/2016, sobre o ICMS, encaminhado à Alerj pelo governador Pezão.

A Procuradoria-Geral do Estado recorreu, alegando que a decisão do Órgão Especial do TJ implicaria “gravíssimas lesões à ordem e à economia públicas”. Caso o projeto de lei não fosse sancionado e publicado antes de 31 de dezembro, o Rio não poderia contar com as receitas provenientes da majoração da alíquota em 2017. A Constituição Federal segue o princípio da anterioridade tributária, pelo qual a lei que cria ou eleva um tributo deve ser instituída no ano anterior àquele em que o tributo pode ser cobrado. Assim, a previsão de incremento em R$ 1,4 bilhão do orçamento do Estado, que passa por grave crise financeira, ficaria comprometida.

Pezão vetou o artigo 4º do projeto de lei, que aumentava a tributação dos cigarros e outros derivados do tabaco de 25% para 37%. O governador afirma que estudos demonstram que a tributação do consumo, quando em patamares elevados, gera efeitos negativos diretos na demanda, acarretando a redução da arrecadação. Argumenta ainda que, no caso dos derivados do tabaco, a elevação da carga tributária, com reflexos no preço final do produto, tem o efeito de estimular o consumo de produtos falsificados servindo, indiretamente, ao incremento de atividades ilícitas ligadas ao contrabando e ao roubo de cargas.







Mensagem para 2017 ? Às vezes, é preciso um pouco mais de tempo para as coisas se encaixarem"....2,3, 4 correções, e pronto.....Vejam Alanis Morisette em 1991 e 1995-96.....talvez o Brasil precise de uns 4 anos...mais 3,4 pessoas no "meio-de-campo"..e pronto....

Mensagem para 2017 ? 

Às vezes, é preciso um pouco mais de tempo para as coisas se encaixarem"....2,3, 4 correções e pronto....

Talvez o Brasil precise de uns 4 anos...mais 3,4 pessoas no "meio-de-campo".....um tècnico mais confiante......um empurrão aqui, outro ali....

Abaixo, uma entrevista da cantora Alanis Morisette concedida a TV Canadense em 1995, em sua terra natal.
Imagens ao fundo da cantora em 1991....1992.....

Depois, a explosão em 1995...1996....1997...1998....que podem ser vistos em vídeos mais abaixo....vejam a mudança de 1991-1992 para 1995-1996-1997

Seu primeiro CD, "Jagged Lilltle Pill", foi o "disco de estréia" mais vendido no mundo em toda a história da música, superando até mesmo os discos de Madonna e Michael Jackson

Eu "brinquei", uma "brincadeira séria", ao longo do segundo semestre desse ano, contestando a percepção de que esse segundo semestre seria o "fundo do poço"...

Todos os dados indicam que não foi "o fundo do poço"

Mas estamos próximos...muito próximos....devemos alcançá-lo agora, em 2017

É óbvio que o cenário ainda é e será de "Terra arrasada" por muito tempo.....

Não seria diferente , por todas as aberrações praticadas nos últimos 6-7-8 anos.....

São necessários ainda ajustes importantes.....muito importantes....

Quem sabe, em 2019-2020, com ajustes e correções, não possamos ter uma "configuração" no Brasil, de uma "Alanis Morisette"
















Ao longo da euforia "Pós-Trump", Dow Jones não atinge os 20,000, passa muito próximo, e termina o último pregão do ano perdendo suporte importante, no menor nível dos últimos 15 dias....

Ao longo da euforia "Pós-Trump", Dow Jones não atinge os 20,000, passa muito próximo, e termina o último pregão do ano perdendo suporte importante, no menor nível dos últimos 15 dias....

Dow Jones chegou a bater, na máxima do ano, 19.987 pontos...hoje, queda de 0,29%, em 19.763

OPSS   ....??? 1.987 ? O ano do Crash ?

SP500 e Nasdaq também fecharam o último pregão do ano, hoje, nos menores níveis dos últimos 15 dias...quedas fortes, respectivamente de 0,46% e 0,9%


Dow Jones,  tempo diário




SP500,  tempo diário




NASDAQ,  tempo diário







Pela primeira vez, depois de 8 anos, ABEV3 (Ambev ON) fecha o mês e o ano abaixo da MA200 no tempo semanal

Pela primeira vez, depois de 8 anos, ABEV3 (Ambev ON) fecha o mês e o ano abaixo da MA200 no tempo semanal

MA200 passando em 16.75, em linha vermelha abaixo

Fechou ontem a 16.40.....quarta semana seguida abaixo da MA200 no tempo SEMANAL

ABEV3, Semanal, escala logarítmica





"Ufa! ..As marcas de 2016 são crises, frustrações e incertezas, só se salva a Lava Jato", por Eliane Cantanhêde, no Jornal "O Estado de São Paulo"

Ótimo artigo da jornalista Eliane Cantanhêde, no Jornal "O Estado de São Paulo", publicado hoje:

http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,ufa,10000097224

Ufa!
As marcas de 2016 são crises, frustrações e incertezas, só se salva a Lava Jato
       
Eliane Cantanhêde

30 Dezembro 2016 | 02h30

Este 2016 que acaba amanhã só não vai tarde, sem choro nem vela, porque deixa registrado para a história um avanço firme e sem retorno da Lava Jato, a maior operação de combate à corrupção da história do Brasil e a mais contundente em curso em todo o mundo. No mais, o impeachment de um segundo presidente em um quarto de século, um ex-presidente recordista em popularidade réu pela quinta vez, uma crise econômica renitente, um descrédito preocupante da política e... falta de ânimo e perspectivas.

Foi, sem dúvida, um ano duríssimo. Juízes, procuradores e policiais federais atuando freneticamente, magnatas das empreiteiras presos, políticos de todos os matizes e praticamente todos os partidos perdendo o sono e Brasília sem parar um minuto, num pipocar diário de crises, com o presidente da Câmara cassado e preso e o do Senado réu em um e alvo de outros onze inquéritos.
Num País presidencialista, o foco ficou boa parte do tempo no Planalto, onde Dilma Rousseff, a primeira mulher eleita presidente do Brasil, esgotou todas as possibilidades de corrigir seu legado econômico e político desastroso, e Michel Temer, o seu vice, tenta aflitivamente driblar o clima de instabilidade e de frustração.
Assim como petistas e incautos sonharam que bastava nomear o ex-presidente Lula para o governo e tudo voltaria a brilhar na economia, na política e na sociedade, criou-se também a expectativa inatingível de que seria suficiente tirar Dilma e por Temer para o crescimento disparar, a confiança voltar, o investimento jorrar, os empregos se multiplicarem. Mas não há milagres; há processos.
Em crises tão profundas, esses processos são longos e angustiantes.
Lula nem sequer conseguiu assumir a Casa Civil para dali tomar as rédeas do governo de Dilma, já então embalado rumo ao precipício pelas pedaladas. Já Temer assumiu e investiu em votos do Congresso e num “time dos sonhos” na economia, com Henrique Meirelles e estrelas como Pedro Parente e Maria Silvia Bastos para iluminar a boa vontade dos mercados.

Segundo o Basômetro, do Estadão Dados, Temer conquistou a adesão dos deputados em 88% das votações nominais de projetos para tirar o País do buraco. Mas os resultados da economia estão lentos e a população tem pressa. Temer disse ontem que o seu “há de ser um governo reformista” e, em propaganda nos principais jornais, enumerou 40 medidas que “já se tornaram realidade” nos 120 dias da sua gestão, mas reconheceu que “a situação econômica ainda inspira muitos cuidados”.
Aí está o problema, especialmente quando 858,3 mil postos de trabalho evaporaram em 2016 e o desemprego atinge 12,1 milhões de brasileiros. Emprego (ou desemprego) é o índice mais político da economia, mas é o último a desandar nas crises (vide Dilma) e também o último a se recuperar no fim delas.

Pairando sobre os êxitos enumerados por Temer no Congresso, seu habitat natural, e sobre a ansiedade na economia, seu maior desafio, há o fator Lava Jato, afunilado para fator Odebrecht. Acossada por multas bilionárias, suspensão de contratos internacionais e uma enxurrada de revelações chocantes em variados continentes, a empresa tenta dar a volta por cima com acordos de leniência e as delações premiadas de seu presidente, Marcelo Odebrecht, e mais de 70 executivos.
O Titanic afunda, ameaçando levar junto o mundo político. A grande incógnita neste finalzinho de 2016 é quem e quantos caberão na Arca de Noé da Lava Jato e da Odebrecht, sobretudo dentro do governo – que, de quebra, enfrenta o processo de cassação da chapa Dilma-Temer no TSE. Nada está sendo fácil e a sorte de Temer continua sendo essa: se não está nenhuma maravilha, as alternativas parecem ainda mais assustadoras.




quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Momento do ano de 2016....Atual Ministro das Cidades, o Deputado Federal pelo PSDB, Bruno Araujo, ao dar o seu voto pelo Impeachment da Presidente Dilma Rousseff: "Quanta honra o destino me reservou.... de poder, da minha voz, sair o grito de esperança de milhões de brasileiros"

Momento do ano de 2016


Atual Ministro das Cidades, o Deputado Federal pelo PSDB, Bruno Araujo, ao dar o seu voto pelo Impeachment da Presidente Dilma Rousseff:

"Quanta honra o destino me reservou.... de poder, da minha voz,  sair o grito de esperança de milhões de brasileiros"







E no último dia do ano, o Bovespa rompe a primeira LTB no tempo horário

Último dia de pregão na Bovespa, fechamento em 60.220 pontos, alta de 0,75%

Abaixo, agora mostro o Bovespa no tempo horário e no tempo diário

A rigor , a rigor, a rigor, a faixa mais exata do Bovespa pra resistência no diário não é "bem 60.000"....e sim, 60.300......

O índice fechou "em cima" dos 60.300....ligeiramente abaixo

Mas, é óbvio a boa vontade do Bovespa em romper uma LTB que já vem há mais de 30 dias...

Mas, "a brincadeira" aqui, todo mundo sabe.....é "meio que cassino".....

Pra voltar lá nos 57.000 pra "pegar volume", não "demora muito".....como eu disse ontem.

Então, temos isso.....do ponto de vista de resistência....."estamos nela".....

do ponto de vista de LTB....rompeu a primeira......acima dela , a segunda LTB passando em 61.500.....

Rompeu 60.300, direto nos 61.200.....61.500.....

A MA200 no tempo diário....hoje, passando em 56.000...e subindo.....quem perdeu esse rallyzinho, acho que nao precisa se estressar muito....semana que vem, depois da segunda, pois segunda nem tem EUA......muda "tudo"

Esperem a volta na MA200.....

Suportes agora em 60.000, 59.300-59.400, 59.000, 58.300 e 58.000
Resistências em 60.300, 61.200, 61.500 e 62.000

Detalhe final.....MME13 ainda abaixo da MME21 no tempo diário....portanto MODO VENDA no diário.......MA50, em linha amarela no primeiro gráfico, ainda abaixo da MA200 no tempo "60 minutos"....ainda outro sinal de VENDA no tempo horário....

Bovespa, tempo 60 minutos, escala logarítmica




Bovespa, tempo diário, escala logarítmica







Vamos ver o que os algoritmos estão fazendo com a VALE5 nos últimos 7 dias ?....uma LTA em curso no "gráfico de 15 minutos"

Vamos ver o que os algoritmos estão fazendo com a VALE5 nos últimos 7 dias ?....uma LTA em curso no "gráfico de 15 minutos"

VALE5, "tempo 15 minutos", escala logarítmica







quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Cobre repicou ontem no pivot mais importante, faixa de 2,45, que também é por onde passava uma MA50

Cobre repicou ontem no pivot mais importante, faixa de 2,45, que também é por onde passava uma MA50

Abaixo de 2,45 há um buraco que o leva à faixa de 2,30

MA50 em linha azul abaixo

Cobre, diário, escala logarítmica







E finalmente o Bovespa se aproxima da faixa de 60.000, coincidentemente por onde passa amanhã a primeira LTB relevante vista no tempo horário

Há cerca de 1 mês tenho monitorado as 2 LTB's que aparecem no gráfico do tempo horário abaixo.

A primeira LTB foi tocada por um número de vezes maior do que a segunda mais "acima".

E essa primeira LTB passará amanhá exatamente na faixa de 60.000

Hoje, o Bovespa fechou em 59.780 pontos, alta de 1,85%...máxima raspando os 60.000, máxima em 59.880 pontos.

Assim, poderíamos até dar por completo esse repique.....porém, os baixos volumes podem fazer o mercado querer "ir mais longe"........até pra puxar mais "venda".....

No entanto, será muito difícil imaginar que uma dessas 2 LTB'S não seja sentida mais fortemente, de tal forma que leve o Bovespa de volta à faixa de 57.000.....

Por que a volta aos 56.000-57.000 seria uma "boa idéia" ?

Primeiro, porque o mercado "quer pegar" mais volume "embaixo",.....pegar volume ao longo de uma semana "de Natal e Ano Novo" não se consegue....

Empurra o mercado de volta aos 56.57......e pega volume

Segundo, porque voltar aos 56.000-57.000 faria o Bovespa bater exatamente na faixa da MA200....Média Móvel Simples de 200 períodos que também tenho monitorado.....ela passa hoje em 55.900

Suportes agora em 59.400, 59.000, 58.400, 58.000 e 57.600
Resistências em 60.000, 60.300, 61.200 e 61.500


Bovespa, tempo "60 minutos", escala logarítmica







"Temer assina renegociação de dívidas, mas veta ajuda para Estados falidos", por Jornal "Folha de São Paulo"

Valeu o bom senso......por enquanto......vejam que, segundo a própria matéria

"Agora, o governo vai negociar com governadores e base aliada, durante o recesso de janeiro, uma nova proposta com a reinclusão das contrapartidas"

Ou seja.....ainda haverá uma nova proposta negociada com governadores e aliados...

Matéria parcial abaixo..

Todo o texto, aqui no link: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/12/1845178-temer-decide-vetar-projeto-de-renegociacao-de-dividas-dos-estados.shtml

Crédito..Jornal "Folha de São Paulo"

Temer assina renegociação de dívidas, mas veta ajuda para Estados falidos

VALDO CRUZ
DÉBORA ÁLVARES
RANIER BRAGON
DE BRASÍLIA

28/12/2016  12h04 - Atualizado às 17h49 

Em reunião nesta quarta-feira (28) com a equipe econômica, o presidente Michel Temer decidiu vetar o mecanismo que criou um programa de recuperação fiscal para Estados com maiores dificuldades financeiras —como Rio, Rio Grande do Sul e Minas Gerais— e sancionar a renegociação das dívidas de todas as unidades da Federação. O projeto foi aprovado pelo Congresso na última semana.

Por meio do porta-voz Alexandre Parola, o presidente da República afirmou que "o que foi vetado hoje foi a recuperação fiscal, tendo em vista que as contrapartidas derivadas dessa recuperação não foram mantidas". No comunicado, Temer informou que a decisão mantém a negociação feita com os Estados sobre as dívidas. "Os governadores já obtiveram os benefícios dessa renegociação ao longo do semestre."

O presidente já pediu ao ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) para providenciar os pareceres jurídicos que vão embasar o veto. Segundo assessores presidenciais, Temer vai assinar o veto ainda nesta quarta e já negocia com governadores e Congresso um novo projeto sobre o tema.

Na avaliação final feita na manhã desta terça, no Palácio do Jaburu, o governo considerou que, sem as contrapartidas de ajuste fiscal que seriam exigidas dos Estados e foram retiradas pelo Legislativo, não faria sentido renegociar as dívidas estaduais e conceder uma moratória de 36 meses para os que estão em situação de calamidade financeira.

Agora, o governo vai negociar com governadores e base aliada, durante o recesso de janeiro, uma nova proposta com a reinclusão das contrapartidas. Apesar do receio do Palácio do Planalto de que o veto presidencial caia no Congresso, o presidente avaliou que não era possível conceder a ajuda aos Estados sem que eles também fizessem um programa de ajuste fiscal como a União está promovendo.

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Durante a votação no Congresso, os parlamentares retiraram do texto contrapartidas como proibição de novas contratações de pessoal, suspensão de reajustes da folha de pagamento e aumento da contribuição previdenciária dos servidores. Seriam medidas para compensar a ajuda que a União daria aos Estados.

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As contrapartidas caíram por pressão da oposição e pela adesão de boa parte da base governista, pressionada por setores do funcionalismo estadual.

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"Não tem sentido ter postergação do pagamento de dívidas sem ter instrumentos e condições para que os Estados façam os ajustes. Não basta adiar a dívida. Isso seria só jogar o problema para frente", afirmou Guardia na saída.




Nas 3 últimas décadas, os anos terminados em "7" sempre foram marcados por instabilidades e-ou crises......1987, o ano do "Crash da Segunda-feira Negra"....1997, o ano da "Crise Asiática"....2007. o ano que deu início a "Crise do Subprime" ....e agora "2017" ?

Nas 3 últimas décadas, os anos terminados em "7" sempre foram marcados por instabilidades e-ou crises......1987, o ano do "Crash da Segunda-feira Negra"....1997, o ano da "Crise Asiática"....2007. o ano que deu início a "Crise do Subprime"

E agora "2017" ?

Abaixo, alguns vídeos

1987......O "Crash da Segunda-Feira Negra"




1997....Crise da Ásia

Esse período é o que mais se aproxima de hoje....

A Crise começa com a desvalorização do "Bath tailandês" e se espalha por toda a Ásia, provocando pânico nos mercados asiáticos e, por tabela  no mundo todo.....

Por que se assemelha ? O Vídeo é muito claro.....baixa regulação, baixas taxas de juros, elevada liquidez o que sinalizava uma percepção de baixo risco, produzindo imensos endividamentos por parte das empresas asiáticas....tudo isso mudou depois da desvalorização do "bath tailandês"




2007 - Espasmos e instabilidades ao longo de 2007 chegaram ao ápice em 2008, explodindo no que se convencionou chamar de "Crise do Subprime"







" Locação de escritório vive seu pior ano",por Jornal "Valor"

Matéria Jornal "Valor"

Aqui, o texto completo: http://www.valor.com.br/empresas/4819664/locacao-de-escritorio-vive-seu-pior-ano

28/12/2016 às 05h00
 Locação de escritório vive seu pior ano

Os dois maiores mercados de escritórios de alto padrão do país fecham o ano com o pior desempenho de suas histórias. Tanto na cidade de São Paulo como na do Rio, a combinação de volume elevado de entregas de novos prédios com o reflexo da retração da economia na devolução de áreas ocupadas resultou em queda de preços em 2016.







terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Vocês verão, a partir de hoje, eu explicitar um rastreador chamado "Estocástico", configurado para 14 períodos em meus gráficos....o que me intriga é a PETR4 ter perdido a LTA e a PETR3, não.....isso, com o estocástico em suas mínimas de 15 meses

Vocês verão, a partir de hoje, eu explicitar um rastreador chamado "Estocástico" configurado para 14 períodos em meus gráficos....

Para inaugurá-lo, coloco abaixo o gráfico da PETR3....dá pra notar que a LTA está intacta....diferente da LTA da PETR4 que já foi perdida.

Eu, por um bom tempo, havia desconsiderado o "estocástico" para análises....

Ele é um bom rastreador, principalmente para congestões e quando a volatilidade está baixa......diferente do IFR14, ele tende ir às extremidades com mais facilidade......muitas vezes, essas extremidades coincidem com reversões.

É o que fiz questão de marcar nos retângulos em amarelo....

Vejam que em todos eles, ocorrem reversões, ainda que dentro de suas respectivas tendências curtas ou longas.

No caso da PETR3, o estocástico começa a embicar pra cima, a partir de seu ponto mínimo dos últimos 15 meses......isso, no tempo diário...

Como o papel ainda respeitou a LTA, pode ser um sinal de que a tendência de alta nos tempos mais longos ainda esteja intacta....

Atente-se que MACD e Histograma no tempo SEMANAL ainda estáo em modo VENDA já ha umas 3-4 semanas, como pode ser visto no segundo gráfico abaixo

Hoje, o fundo de 15,80-16,00 é o mais importante a ser visto....a perda desse fundo num fechamento certamente colocaria o papel em situação ruim...



PETR3, Diário, escala logarítmica




PETR3, SEMANAL, escala logarítmica












Barril de Petróleo com extrema boa vontade de romper a faixa de 55,00 rumo aos 58-60, depois de fechar hoje acima de 53,00

Barril de Petróleo com extrema boa vontade de romper a faixa de 55 rumo aos 58-60, depois de fechar hoje acima de 53,00

Vejam abaixo a consolidação em 52,00, uma faixa importante....depois, há uma consolidação em 53,00, que parece ter se efetivado hoje com o rompimento no fechamento.

Agora, apenas a faixa de 55,00, como mais importante em busca de 58-60..

Tudo muda se perder a faixa de 51,80-52,00 e, principalmente, a faixa de 50,00

Light Crude Oil, diário, escala logarítmica




Light Crude Oil, semanal, escala logarítmica







Matéria do Portal UOL-Jornal "O Estado de São Paulo" mostra o quanto os analistas erraram esse ano de 2016

Matéria do Portal UOL-Jornal "O Estado de São Paulo" mostra o quanto os analistas erraram esse ano de 2016

http://atarde.uol.com.br/economia/noticias/1826798-expectativa-do-mercado-perde-rumo-em-ano-de-choques

Ter , 27/12/2016 às 06:23

Expectativa do mercado perde rumo em ano de ‘choques’

 Alexa Salomão, com colaboração de Eduardo Rodrigues

O crescimento que era ruim ficou muito pior. A inflação deu inesperado repique, mas despencou. O dólar que era para explodir, no fim, cedeu. A Selic, a taxa básica de juros não caiu o esperado. Em outras palavras, nas expectativas de analistas de mercado, apuradas semanalmente pelo Boletim Focus, do Banco Central (BC), indicadores importantes iniciaram o ano de um jeito e terminaram do outro, alguns oscilando no meio do caminho como exame cardíaco de quem corre na esteira.

Nesta segunda-feira, 26, o BC divulgou o último Focus do ano, mostrando que a tarefa de prever cenários para indicadores, que nunca é fácil, foi mais complicada do que o usual em 2016. Consultores e economistas dão um desconto para as várias mudanças de rotas que aparecem no Focus ao longo do ano.

"Quando 2016 começou, a incerteza era brutal e ninguém contemplava a mudança de governo: Joaquim Levy tinha acabado de deixar o Ministério da Fazenda, era impossível saber para onde iria a política econômica e Dilma perdia força política", diz Silvio Campos, analista de macroeconomia e de política da Tendências Consultoria Integrada.

Segundo Campos, isso explica porque, lá no começo de 2016, o previsto era que o dólar terminasse o ano em R$ 4,35 - praticamente R$ 1 ou 30% acima da cotação de R$ 3,37, que consta do último relatório do ano - mesmo com a eleição de Donald Trump, para a presidência dos Estados Unidos, que coloca pressão sobre a moeda americana.

Também não dava para prever, justifica ele, a seca severa, que fez de 2016 o ano da inflação do feijão e do leite. Assim, lhe parece razoável que, por volta de setembro, o mercado tenha previsto que a inflação encerraria o ano em 7,3% - bem longe dos 6,4% que constam no último relatório do ano e coloca a inflação abaixo do teto da meta, 6,5%.

"Temos de considerar que 2016 foi o ano dos choques: choque da política, o choque de preços por causa da seca e choque recessivo", diz Campos.

Excesso

Para alguns, no entanto, houve excessos no meio do caminho, em especial no que se refere as expectativas de recuperação do Produto Interno Bruto (PIB).

O pior, avaliam, é que esse otimismo contribuiu, por tabela, para distorcer projeções de inflação e da Selic. "Após o impeachment, houve excesso de otimismo em relação à capacidade de recuperação da economia e esse otimismo afetou não apenas as expectativas de 2016, mas também as de 2017" diz Evandro Buccini, economista da gestora Rio Bravo Investimentos.

Alguns chegaram a prever alta de 2% no PIB do ano que vem. Agora, já há analistas estimando zero ou mesmo nova retração do PIB em 2017. No último Focus do ano, a estimativa é queda de 3,49% nesta ano e de crescimento de 0,5% em 2017.

O economista Luiz Carlos Mendonça de Barros foi um dos maiores críticos desse "excesso de otimismo". Passou os últimos meses chamando a atenção para o conservadorismo do mercado e do Banco Central em relação à queda da taxa básica de juros, a Selic. No começo do ano, o mercado previa Selic de 15,25%. No meio do ano, chegou a prevê cerca de 12%. Mas o BC decidiu fazer cortes mais graduais e ela termina em 13,75%.

"Todas as projeções do mercado e até as do BC não levaram em conta, adequadamente, a gravidade da recessão e seu impacto sobre a inflação, por isso, de setembro para cá, vemos uma queda acentuada e inexplicável na expectativa de inflação. Erraram feio e a economia não conseguiu o alívio que precisava", diz Mendonça. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.




"Mercado vê próspero ano novo só em 2018", por Bloomberg

Matéria crédito Bloomberg

https://www.bloomberg.com.br/blog/mercado-ve-prospero-ano-novo-em-2018/

Mercado vê próspero ano novo só em 2018
   
BLOOMBERG 27 DE DEZEMBRO, 2016
Por Josué Leonel com a colaboração de Patricia Lara.

Os investidores devem desejar feliz 2017 no réveillon, mas o mercado espera um próspero ano novo só para 2018. E isso ainda está na dependência de as reformas, sobretudo a da Previdência, passarem pelo Congresso no ano que vem. O Banco Central deve acelerar o corte de juros em 2017, mas, com os brasileiros ainda endividados, o crédito mais barato só deve impulsionar o consumo e o PIB no ano seguinte. Por ora, o melhor que se espera para o próximo ano é que a economia pare de piorar.

A capacidade de o Brasil voltar a crescer e manter a inflação sob controle nos próximos anos vai depender da aprovação das reformas fiscais, diz o economista Nathan Blanche, sócio-diretor da Tendências Consultoria. “Nós esgotamos o modelo de tentar crescer com aumento de gastos e artificialismos na economia.”

Para Blanche, surgem sinais de que o país se convenceu que não há saída a não ser aprovar as reformas. “A união, os estados e municípios estão quebrados. Agora todos percebem que acabou a festa.”

A economia deve crescer apenas 0,2% em 2017 e a expansão do PIB deve se acelerar para 2,5% em 2018, quando será forte o efeito das reformas e da queda de juros do ano anterior, diz Mauricio Oreng, estrategista do Banco Rabobank no Brasil. Essa retomada também vai depender de o governo cumprir as promessas de acelerar outras ações com foco no crescimento, como as concessões, desregulamentação e redução da burocracia.

Ainda que um crescimento mais forte fique para 2018, o próximo ano deve estar longe de ser perdido, diz Oreng. Desde que as reformas avancem, o sentimento econômico tende a melhorar já no primeiro semestre do ano que vem, com a atividade registrando quedas menores. No segundo semestre, a economia já pode mostrar algum crescimento. A “sensação térmica” vai ser melhor já em 2017, diz o estrategista.

O ano de 2017 deve ser de transição, com um provável fim do ciclo recessivo, diz Zeina Latif, da XP Investimentos. Se as coisas caminharem bem, pode haver inflexão da atividade econômica no 2º semestre, afirma a economista. “Começaremos a ver os brotos verdes, ainda que não uma materialização da tendência cíclica. Será um quadro diferente de 2016. Agora, a economia saiu da UTI e está respirando sem aparelhos.”

Para Blanche, o maior risco que o Brasil corre, em termos de política econômica no próximo ano, é que a demora da retomada, que se justifica pelo alto endividamento das empresas e famílias, leve o governo a dar ouvidos a defensores de “saídas fáceis”, como acelerar a queda dos juros além do permitido pela inflação, reduzir o foco nas reformas e pisar no acelerador dos gastos e crédito. “O meu maior receio é que voltem os alquimistas de sempre, com ideias que já deram errado no passado.”



segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

"Com déficit de R$ 38 bilhões, contas do governo voltam ao vermelho em novembro.....O resultado é o pior para meses de novembro de toda a série histórica iniciada em 1997, ou seja, em 20 anos.", por Portal G1

Notícia publicada hoje

Crédito Portal G1

Texto completo aqui: http://g1.globo.com/economia/noticia/com-deficit-de-r-3835-bilhoes-em-novembro-contas-do-governo-voltam-ao-vermelho.ghtml


Com déficit de R$ 38 bilhões, contas do governo voltam ao vermelho em novembro

No ano, contas do governo acumulam rombo de R$ 94,15 bilhões, o pior de toda a série histórica. Tesouro anunciou revisão da meta fiscal de 2016 para um déficit de R$ 167,7 bilhões.

Por Laís Lis, G1, Brasília
26/12/2016 15h05  Atualizado há 3 horas

Depois de registrar superávit de R$ 40,81 bilhões em outubro, as contas do governo federal voltaram a ficar no vermelho em novembro e registraram déficit (despesas maiores do que receitas) de R$ 38,35 bilhões, informou nesta segunda-feira (26) a Secretaria do Tesouro Nacional.
O resultado é o pior para meses de novembro de toda a série histórica iniciada em 1997, ou seja, em 20 anos. Esse número não inclui as despesas com o pagamento de juros da dívida pública.
No acumulado de janeiro a novembro, o governo federal registrou déficit de R$ 94,15 bilhões, o pior de toda a série histórica para este período.

O forte aumento do rombo fiscal acontece por conta do fraco desempenho da arrecadação do governo com impostos, reflexo da crise econômica. Além disso, o governo tem elevado as despesas públicas em um orçamento com um alto grau de vinculações.
Revisão
O Tesouro informou, no relatório divulgado nesta segunda, uma revisão da meta fiscal para 2016, que passou para um déficit de R$ 167,7 bilhões. Como o rombo acumulado até novembro é de R$ 94,15 bilhões, isso significa que o governo estima registrar em dezembro um novo déficit de R$ 73,55 bilhões.

No relatório anterior e no relatório de receitas e despesas primárias do 5º bimestre, a estimativa do governo era de déficit de R$ 166,7 bilhões em todo o ano de 2016.
A secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, disse que a mudança na meta ocorreu após uma revisão extemporânea das receitas e despesas primárias. O decreto com a revisão foi publicado nesta segunda em edição extra do Diário Oficial da União.

Para dezembro, o relatório prevê um gasto extra de R$ 28,6 bilhões com pessoal, sendo R$ 9 bilhões com 13º salário e férias, R$ 1,6 bilhão com pagamento a organismos internacionais, R$ 1 bilhão em tarifas bancárias e R$ 21 bilhões com abertura de limite financeiro.
“O relatório mostra que a nossa estratégia de adotar uma reserva para riscos fiscais foi bem sucedida”, afirmou Vescovi.
O governo prevê ainda a transferência, em dezembro, de R$ 11 bilhões a estados e municípios referentes à parcela que eles têm direito da arrecadação com a chamada "repatriação." Segundo Ana Paula, esse valor não será computado como despesa e entrará na conta de Transferência por Repartição de Receita.
“A ordem bancária dessa transferência será feita no dia 29 de dezembro e no dia 30 de dezembro esse recurso já estará na conta dos entes”, explicou a secretária. Ela destacou que o cronograma atende às preocupações a respeito da lei de responsabilidade fiscal, já que o recurso está no caixa dos governos locais.





Deu tudo errado

Estou relendo o excelente livro de Maria Clara do Prado, "A real história do Real". (primeira edição em 2005)
Como o próprio titulo diz, tem como objetivo contar um pouco a trajetória do programa econômico que entrou para a história mundial como um dos sucessos mais extraordinários de controle da inflação, como disse o ex-Ministro da Fazenda, Delfim Netto, em seu prefácio.
Os anos anteriores ao Plano Real não foram fáceis; obviamente, a referência mais clara do quão difícil foi tal período não poderia ser outra, senão o nível da inflação brasileira; na altura da confecção do Plano, já em estágio de hiperinflação.
No entanto, como podemos ler logo no início do livro de Maria Clara do Prado, havia algo de positivo naqueles anos complicados que antecederam o "Real"; o debate acadêmico. Pra onde quer que olhássemos, tínhamos um debate econômico
Diz ela na página 20:
"O debate aprofundou-se na segunda metade dos 80, no rastro da democratização, que estimulou novamente o debate econômico criativo no país. Não por acaso, essa efervescência na academia acabou redundando no Plano Cruzado, em 1986" (Prado, Maria Clara, A real história do Real, Ed.2005, Editora Record)
O Brasil vive hoje uma crise econômico-política; talvez, para os mais simplistas, a mesma configuração vista no "Pré-Real". Afinal, às vésperas do "Real", o Brasil conviveu com um processo de impeachment do então Presidente Fernando Collor de Mello, e o lado econômica se apresentava em ruínas, visto essencialmente, pelo lado da hiperinflação brasileira e seus habituais efeitos colaterais.
Porém, numa análise mais rigorosa, compararmos o Brasil de hoje com o Brasil "Pré-Real-1993" seja simplista demais, de modo que incorreríamos em diagnósticos completamente errados para encararmos quadros diametralmente opostos.
Pra início de conversa, se o país cresceu, sob todas as formas, as complexidades dos quadros já escancaram níveis distintos; isto é, se o Brasil aumentou de tamanho demográfico, se tornou mais global, sofisticou suas relações de troca e expandiu seu mercado de capitais, as inúmeras correlações produzidas passam a representar graus distintos de "prós e contras"
Em linguagem popular, "o buraco é mais embaixo"
É fácil entender a diferença
Em 1993-1994, "o Brasil não era nada", éramos um país fechado, o nível de reservas internacionais situava-se abaixo dos US$ 50 bilhões, não tínhamos uma bolha imobiliária, não usufruíramos de uma bolha de commodities e a Bolsa de Valores de São Paulo negociava por mês US$ 20 milhões (valores de 1996)
Hoje, somos um país inserido na era da globalização, nossas reservas estão acima de US$ 300 bilhões, temos uma bolha imobiliária cujos preços dos imóveis subiram em média 3 a 4 vezes nos últimos 6-7 anos nos principais centros de RJ e São Paulo, usufruímos da "talvez maior bolha de commodities de toda a história financeira mundial", estimulada principalmente pela passagem de uma "China rural" para uma "China urbana", e a Bolsa de Valores brasileira negocia cerca de US$ 20 bilhões mensais, cerca de 100 vezes mais do que em 1996.(ver gráfico abaixo)

Fonte: Bovespa


Em 1993-1994, às vésperas "daquela crise" e ao longo da gestação do Plano Real, como já foi dito, o debate acadêmico era efervescente e dinâmico de tal forma que ecoava pela sociedade todos os dias; todos tinham sua "fórmula mágica" para conter a inflação.
Hoje, o que temos ?
Durante 13 anos do Partido dos Trabalhadores nos foi vendida a ideia de que tudo o que foi feito lá atrás foi uma "herança maldita"; o Brasil de 2003, 2005, 2008, 2010 e 2013 "dava certo" única e exclusivamente por conta do governo petista.
Assim, nada era discutido; íamos para a escola, para a Universidade, para as empresas, e reproduzíamos, como no filme "1984", de George Orwell, que estava tudo no lugar; preços relativos, aposentadoria, salário do funcionário público, preços dos imóveis; até mesmo, como num conto de fadas,  Saúde e Educação andavam nos trilhos.
Era o país no paraíso.
Debates ? Nenhum. Absolutamente nenhum.
Líderes políticos ? Pra que? Já havia um "Messias". 
Problemas ? Problemas havia no país daqueles de olhos azuis, Estados Unidos, Europa. Lá, estavam os problemas.
A "meia-noite" passou, a "Cinderela" voltou pra casa, e a Realidade foi desnuda.
Não tínhamos nada.
Os preços relativos estão completamente "fora do lugar", há aposentadorias demais para contribuições de menos, os salários do funcionalismo público são cerca de 4 vezes superiores aos do setor privado, os preços dos imóveis não cabem no salário de um executivo de primeiro escalão de uma multinacional, quanto mais no salário de um assistente administrativo.
Parte nos foi tirada pela explosão da Bolha das Commodities, parte nos foi tirada por um governo incompetente e populista, que, ao invés de nos preparar para o pior, como uma mãe responsável e educadora, nos vendeu vida fácil e eterna.
Deu tudo errado.
E, não temos nada.
Não temos debate, não temos discussões, não temos líderes.
O que temos hoje parece ser uma combinação de boa vontade com soluções "meia-boca"
E, ao que parece, também temos um terreno fértil para vendedores de ilusões, o pior caminho numa estrada escura e esburacada.




Bovespa, mesmo com baixo volume, rompe a faixa de 58.000 e olha pra primeira LTB na faixa de 60.000

Volume muito reduzido hoje. Amplificado pela "ressaca de final de ano" e pelo "feriado" nos EUA.

Ainda assim, o mercado foi lá, e como "não tem nada a perder", afinal, alguém aí duvida de que algum player ficou estocado com o giro dos papéis hoje ? Foi lá e rompeu os 58.000, e devagarzinho , ao longo do dia, bateu na máxima a faixa de 58.800, primeiro pivot importante.

Fechamento em 58.660 pontos, alta de 1,2%

Abaixo, novamente preferindo colocar o tempo horário, onde podemos ver melhor as 2 LTB's que temos, 

A primeira, passsa amanhã pouco acima de 60.000.

Assim, temos agora, 58.800, 59.400 e 60.000 pela frente
Como suporte, 58.300, 58.000 e 57.500

A MA200 no tempo diário está em 55.860 pontos.....continuamos olhar pra ela, pois quando vier um pouco mais de volume, ela deverá ser tocada.....

Bovespa, tempo horário, escala logarítmica






Cadê o fundo ?......"Varejo brasileiro tem 2º pior Natal em 14 anos, diz Serasa Experian", por Reuters

Cadê o fundo ?......Nada de encontrarem o fundo.....o "o conto do segundo semestre" era apenas um "conto de Natal"

Crédito: Reuters

http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRKBN14F0WN


Varejo brasileiro tem 2º pior Natal em 14 anos, diz Serasa Experian

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016 14:38 

SÃO PAULO (Reuters) - As vendas de Natal do varejo brasileiro caíram pelo terceiro ano consecutivo em 2016, na comparação anual, e tiveram o segundo pior desempenho em 14 anos, revelou nesta segunda-feira a empresa de informações de crédito Serasa Experian.

A constatação baseia-se na comparação das consultas feitas ao banco de dados da empresa na semana de 18 a 24 de dezembro, que foram 4 por cento menores do que em igual etapa de 2015. O ano passado, aliás, teve o pior desempenho da série, com queda de 6,4 por cento sobre um ano antes.

A série, que começou em 2003, não havia registrado queda até 2014, ano em que as vendas recuaram 1,7 por cento sobre o ano anterior.

Segundo os economistas da Serasa Experian, a aumento do desemprego, o crediário caro e a baixa confiança do consumidor seguiram pesando sobre as vendas de Natal.

(Por Aluísio Alves)




"Pela 1ª vez em 12 anos, shoppings fecham mais lojas do que abrem". por Jornal "Folha de São Paulo"

Matéria publicada pelo Jornal "Folha de São Paulo"

Abaixo, parte da matéria. No link, o texto completo:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/12/1844596-pela-1-vez-em-12-anos-shoppings-fecham-mais-lojas-do-que-abrem.shtml

Pela 1ª vez em 12 anos, shoppings fecham mais lojas do que abrem

FERNANDA PERRIN
DE SÃO PAULO

26/12/2016  11h11

Mesmo com a abertura de 19 shopping centers em 2016, o setor fechou o ano com saldo negativo de 18.100 lojas, uma queda de 12,9% em relação a 2015, de acordo com dados da Alshop (associação de lojistas de shoppings).

É a primeira vez desde 2004 que a entidade registra um saldo negativo na abertura de lojas, de acordo com Luís Augusto Ildefonso, diretor de relações institucionais da Alshop.

Além do fechamento de pontos, os novos empreendimentos abriram em média com 50% da capacidade de ocupação, diz Nabil Sahyoun, presidente da entidade.

Reflexo desse cenário, os empresários cortaram 36.659 vagas.

A queda nas vendas, resultado do endividamento do consumidor e da restrição do crédito, foi uma das principais razões para o resultado ruim.

Dados da Alshop indicam uma queda real de 9,7% no valor total de vendas do setor em relação ao ano passado. A estimativa é que este ano acumule R$ 140,5 bilhões em vendas —uma queda de quase R$ 5 bilhões em relação a 2015.

Uma das causas para o recuo foi o desempenho fraco das vendas no Natal, período de alta temporada do setor. Dados iniciais da Alshop indicam uma redução real (descontando a inflação) de 9,5% nas vendas em comparação ao mesmo período do ano passado.

O gasto médio do consumidor neste final de ano, por sua vez, caiu 11,5% em termos reais>>>>>>>>>>>>>>>>

OTIMISMO

Apesar dos resultados ruins, a Alshop está otimista com o desempenho do setor em 2017 e espera uma retomada das vendas a partir de março, quando o segmento de vestuário recebe novas coleções.

As razões do ânimo dos empresários são as medidas anunciadas pelo governo Michel Temer de liberação do saque de contas inativas do FGTS, redução do juros no rotativo do cartão de crédito e a minirreforma trabalhista cujo propósito é garantir a primazia do negociado sobre o legislado.






domingo, 25 de dezembro de 2016

"Com recessão, 2016 deve ser primeiro ano de queda na oferta de crédito bancário", por Portal G1

Crédito ? Também não foi em 2016....apesar do forte marketing por toda a cadeia bancária...

Os gráficos aqui colocados desde o final do ano passado, dados vindos do próprio BACEN, já sinalizavam essa tendência...

Vejam noticia publicada no final da sexta-feira, crédito Portal G1

http://g1.globo.com/economia/noticia/com-recessao-em-2016-bc-ve-1-queda-do-credito-bancario-na-historia.ghtml


Com recessão, 2016 deve ser primeiro ano de queda na oferta de crédito bancário
Expectativa da autoridade monetária é de um recuo de 3% no saldo total do crédito ofertado pelos bancos neste ano, e alta de 2% em 2017.

Por Alexandro Martello, G1, Brasília
23/12/2016 12h19  Atualizado 23/12/2016 14h48

Em mais um ano marcado por forte recessão e aumento do desemprego, o saldo total do crédito bancário deverá registrar o primeiro recuo da história, com uma queda de 3%, segundo estimativa divulgada nesta sexta-feira (23) pelo chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel. A série histórica da autoridade monetária começou em 1988.

No acumulado deste ano, até novembro, houve uma diminuição de 3,6% no crédito bancário, para R$ 3,1 trilhões, contra R$ 3,21 trilhões no fechamento de 2015.

De acordo com o BC, as operações com pessoas físicas totalizaram R$ 1,5 trilhão no mês passado, com alta de 2,5% na parcial do ano, ao mesmo tempo em que o saldo do crédito total das empresas totalizou R$ 1,5 trilhão – mas com queda de 9% frente ao final do ano passado.
Com a retomada do crescimento esperada para o ano que vem, em um cenário de queda dos juros básicos da economia brasileira (conforme estimativa do mercado financeiro), a previsão do Banco Central é de que o crédito bancário voltará a crescer no próximo ano.

A previsão da autoridade monetária é de um crescimento de 2% no estoque total do crédito ofertado pelos bancos no ano que vem, sendo que o saldo dos bancos públicos deve avançar 3%, o dos privados deve subir 1% e dos estrangeiros devem ter uma alta de 2%.

Na proporção com o Produto Interno Bruto (PIB), porém, a previsão do BC é de recuo tanto em 2016 quanto em 2017. No fim de 2015, o estoque do crédito bancário somava 53,7%. A expectativa da autoridade monetária, para o fim deste ano, é de que o estoque represente 49% do PIB, e que caia para 48% do PIB no fechamento de 2017.

"Uma queda do crédito PIB vem em linha com processo de desalavancagem [redução das dívidas] em curso tanto das famílias quanto das empresas", declarou Maciel, do BC.




sábado, 24 de dezembro de 2016

Cadê o fundo ?.....não...não foi esse ano......matéria Jornal "O Estado de São Paulo": "Comércio sente efeitos da crise e faz até promoção às vésperas do Natal"

Cadê o fundo ?.....não...não foi esse ano......


Abaixo, parte da matéria publicada hoje no Jornal "O Estado de São Paulo": 

Aqui, o link: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,comercio-sente-efeitos-da-crise-e-faz-ate-promocao-as-vesperas-do-natal,10000096352


Comércio sente efeitos da crise e faz até promoção às vésperas do Natal

Fraco desempenho leva lojistas a adotar prática pouco comum antes das festas de fim de ano; tanto no comércio popular quanto nas lojas sofisticadas, os descontos típicos das liquidações ganharam força para tentar alavancar as vendas
        
Márcia De Chiara , 
O Estado de S.Paulo

24 Dezembro 2016 | 05h00

No Natal da crise, em São Paulo, tanto os corredores de comércio popular, como a Rua 25 de Março, quanto as lojas dos Jardins, na Rua Oscar Freire, por exemplo, recorrem às promoções e descontos típicos de épocas de liquidação para atenuar a queda nas vendas. A expectativa da Confederação Nacional do Comércio (CNC) é de uma retração de 4%, o segundo pior desempenho para o Natal em 15 anos, superado só pelo tombo de 7,1% do ano passado.

O pagamento da segunda parcela do 13.º salário, na última terça-feira, não deu o impulso esperado no volume de negócios, especialmente no comércio popular. Ontem, antevéspera do Natal, o fluxo de pessoas na Rua 25 de Março era fraco e distante do Natal de 2010, que foi o melhor ano da década. Em dezembro de 2010, a receita do varejo aumentou mais de 15% em relação ao ano anterior.

“Nunca tínhamos dado desconto na véspera do Natal”, disse a vendedora Naiara Andrade, da loja de bijuterias Irean, da 25 Março. O corte no preço varia de 50% a 90%, dependendo do produto e a tentativa é rebater a queda nas vendas de 70%.

O quadro se repete na loja vizinha San Bijuterias, que registra queda de 60% nas vendas. Lidiane de Albuquerque, gerente, contou que a estratégia da empresa foi fazer promoções por um preço fixo de R$ 2, R$ 3, R$ 4 e R$ 5, no lugar do desconto. “Neste ano, por exemplo, estamos vendendo brincos por R$ 2. No ano passado, o menor preço era R$ 8.”

Com três lojas na região, a empresa fechou uma loja e pode fechar a segunda, dependendo do desempenho do Natal, disse Lidiane. O quadro de funcionários também encolheu: eram 11 vendedores na loja no Natal de 2015 e hoje são quatro.

Migração. O que está salvando algumas lojas da 25 de março é a migração de consumidores de shoppings que vão às compras na região em busca de preço baixo. A Armarinhos Fernando era uma das poucas da rua que ontem tinham movimento intenso, inclusive com filas no caixa. “O valor médio das vendas este ano está 9% maior porque tem muitos consumidores que vieram dos shoppings”, disse o gerente, Ondamar Ferreira.

Segundo ele, as vendas na empresa cresceram 6% no Natal deste ano em relação ao anterior em boa parte porque não houve majoração nos preços em relação ao Natal do ano passado. O gerente frisou que apenas alguns itens estão com descontos este ano, mas admitiu que no Natal de 2015 não houve promoção.

De toda forma, o que se vê na loja são descontos significativos em muitos brinquedos. Foi exatamente o preço menor que levou a analista de finanças Lídia Fonseca para a Rua 25 de Março. “Comprava geralmente em shopping, que é mais fácil. Este ano peguei uma folga e vim aqui.” Ontem ela gastou R$ 70 com seis brinquedos. Se tivesse ido ao shopping, teria desembolsado o dobro, calculou.
O desconto e a promoção como iscas para atrair o consumidor também são nítidos no comércio dos Jardins. Na loja da Carmen Steffens, grife de moda feminina, da Oscar Freire, há uma faixa com letras enormes anunciando descontos de até 50% para itens selecionados. É a primeira vez que a loja oferece descontos no Natal, segundo Rallyson Chaves, supervisor. “Fizemos essa estratégia para atrair clientes, aumentar o fluxo da loja”, disse. Ele ressaltou que as vendas da loja estão crescendo entre 18% e 20% este mês em relação ao mesmo período de 2015, mas admitiu que parte do desempenho positivo ocorreu por causa dos descontos.



sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

No cinema...o presente nos foi dado no inicio do ano....o filme "The Big Short"(no Brasil, "A Grande aposta")....o extraordinário livro de "Michael Lewis" foi levado às telas de uma forma impecável

No cinema...o presente nos foi dado no inicio do ano....o filme "The Big Short"(no Brasil, "A Grande aposta")....

O extraordinário livro de "Michael Lewis" foi levado às telas de uma forma impecável






Acabaram os presentes ? Juiz Sérgio Moro é merecidamente aplaudido e reconhecido por onde passa....é preciso dizer o "porquê" ?

Acabaram os presentes ?

Juiz Sérgio Moro é merecidamente aplaudido e reconhecido por onde passa durante todo o ano de 2016.....

É preciso dizer o "porquê" ?
















Presente de Natal às vésperas do Natal.....São Paulo dá o exemplo....vão dizer que é demagogia....demagogia ?........Vamos à matéria: "Governador congela seu salário e de mais de 7 mil servidores do Estado...Medida deve economizar até R$ 480 milhões, de acordo com as contas de técnicos do Palácio dos Bandeirantes", por Jornal "O Estado de São Paulo"

Presente de Natal às vésperas do Natal.....São Paulo dá o exemplo....vão dizer que é demagogia....demagogia ?........

O Salário do Governador está congelado desde 2014......qual o governo que é capaz de enfrentar 7-8 mil servidores num país cuja classe política tem baixa credibilidade ?

A opinião é de cada um .....sempre será respeitada....

Mas fica aqui a reflexão para outros Estados...para a União......

Que tal atitude se repita para todos os entes da FEDERAÇÃO, independente de partido político.

É preciso dar um basta na imensa disparidade entre o setor público e o privado

Não é mais possível um país que não tem Saúde e Educação decentes, mostrar 2 pessoas com cargos rigorosamente iguais, mas com salários muito desiguais; um funcionário no setor privado ganha R$ 2 mil e outro com o mesmo cargo, no setor público, ganha R$ 7-8 mil......há alguma coisa errada nisso

Vamos à matéria de 16-12-2016

Governador congela seu salário e de mais de 7 mil servidores do Estado

Medida deve economizar até R$ 480 milhões, de acordo com as contas de técnicos do Palácio dos Bandeirantes

Pedro Venceslau , 
O Estado de S.Paulo

16 Dezembro 2016 | 05h00

Para impedir um aumento em cascata nos altos salários limitados por teto constitucional do funcionalismo público estadual em 2017, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) determinou que sua base na Assembleia Legislativa de São Paulo congele seu próprio salário, que hoje é de R$ 21,6 mil. 
Por lei, é a Assembleia quem determina ao fim do exercício do ano corrente o subsídio para o mandato seguinte. O congelamento foi aprovado na semana passada e agora aguarda sanção do Executivo. 

Segundo cálculos de técnicos do Palácio dos Bandeirantes, a decisão vai gerar uma economia estimada entre R$ 406 milhões e R$ 480 milhões anuais nas contas do governo paulista.
Na prática, a medida impediu que fossem automaticamente reajustados os ganhos de 7.390 servidores ativos e inativos que têm salários superiores aos do governador, mas que são limitados pelo teto fixado pela Constituição Federal. 

Pressão. O salário de Alckmin está congelado desde 2014. Até a votação do projeto, havia pressão de deputados estaduais da base e da oposição para que houvesse reajuste nos vencimentos do governador, vice e secretários de Estado com base nos índices de inflação acumulados.
Estimativas da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão apontam que, se fosse usado o acumulado do IPC/Fipe para os últimos dois anos, o salário do governador seria reajustado em 16,79%. Com isso, automaticamente, seriam majorados em igual porcentual os ganhos dos mais de 7 mil servidores que esbarram no teto constitucional. 

Nas reuniões com os deputados estaduais, o secretário da Casa Civil, Samuel Moreira, argumentou que a medida garante os esforços do ajuste fiscal feito pelo tucano e sinaliza à sociedade que a crise que atinge o País exige sacrifícios. 
Pela Constituição do Estado, cabe aos deputados definir os salários do governador, de seu vice, dos secretários estaduais e dos próprios parlamentares. Atualmente, o vice Márcio França (PSB) recebe R$ 20.549 e os secretários estaduais ganham R$ 19.468 por mês.
Em dezembro de 2015, Alckmin já havia decidido manter congelado o seu salário e os vencimentos pagos ao vice-governador e aos secretários de Estado. 

Em lei publicada no Diário Oficial do Estado no sábado, 10, Alckmin determinou que continua a vigorar em 2016 a legislação de janeiro de 2015 que estabelecia a remuneração desses cargos.
Em 2015, o governo paulista publicou decreto determinando que os órgãos das administrações direta e indireta renegociem todos os contratos com custo superior a R$ 750 mil. A medida também congelou a contratação de imóveis. 


Alguns Presentes de Natal que o Brasil recebeu antecipadamente...A Aprovação do Impeachment do pior "Presidente da República" de toda a história política brasileira, Dilma Rousseff

Alguns Presentes de Natal que o Brasil recebeu antecipadamente...

A Aprovação do Impeachment do pior "Presidente da República" de toda a história política brasileira, Dilma Rousseff










Bovespa em 23-12-2016...melhorou no "tempo horário" , mas ainda falta o rompimento dos 58.000

Bovespa fechou em alta de 1,19% em 57.937.....uma significativa melhora no tempo horário, inclusive com o rompimento daquela LTB curtíssima abaixo marcada...

Mas, faltou o rompimento dos 58.000.....no intraday, ainda rompeu, mas recuou no final....

Fica pra semana que vem.....possível ainda a volta na faixa de 57.000, até mesmo o teste nos 56.000-56.500....

Dificilmente, o Bovespa irá "muito adiante", sem bater na MA200, que hoje passa em 55.800

Suportes em 57.500, 57.000, 56.800 e 56.500
Resistências em 58.000, 58.800 e 59.400

Bovespa, tempo horário, escala logarítmica






quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Bovespa em 22-12-2016

Mais uma queda do Bovespa hoje.....fechamento em 57.250 pontos, queda de 0,68%

Abaixo, gráfico em tempo de 60 minutos.....LTB curtíssima também empurrando o índice pra baixo....e as 2 LTB's mais acima..

tocou na mínima hoje 56.800......divergências altistas de IFR14 e histograma no tempo horário continuam

Suportes agora em 57.000, 56.800, 56.500 e 56.000
Resistências em 57.500, 58.000, 58.800, 59.400 e 60.000

Bovespa, tempo horário, escala logarítmica





Perguntar não ofende....Se a PDG pedir "recuperação judicial" ano que vem, veremos o índice "IMOB" recuar 50% do ponto em que está hoje ? Ou seja...de volta à faixa de 270, fundo de 2008 ?

Perguntar não ofende....Se a PDG pedir "recuperação judicial" ano que vem, veremos o índice "IMOB" recuar 50% do ponto em que está hoje ?

Ou seja...de volta à faixa de 270, fundo de 2008 ?

Hoje, na faixa de 554.....abaixo de 550, temos apenas a faixa de 500...depois, o fundo desse ano em 410.....depois, 370.......


IMOB, Diário, escala logarítmica, período 8 anos



IMOB, tempo horário, escala logarítmica







Outro índicio de que o Bovespa pode parar para respirar nessa faixa da MA200, entre 56.000 e 57.000, é o comportamento da ABEV3, colada a fundamental faixa de 15,70-15,90

Outro índicio de que o Bovespa pode parar para respirar nessa faixa da MA200, entre 56.000 e 57.000, é o comportamento da ABEV3, colada a fundamental faixa de 15,70-15,90

Hoje, tocou na mínima 15,80

Vejam as fortes divergências altistas de IFR14 e Histograma.....

Se o papel perder essa faixa de 15,70-15.90, situação fica muito díficil


ABEV3, Diário, escala logarítmica, período 5 anos, hora Brasília 16:50






Eu trouxe a LTA da PETR4 ligeiramente pra "baixo", agora passando por 2 candles abaixo do que eu havia traçado dias atrás....PETR4 "anda" pela LTA nesse momento.....mesmo caso da PETR3

Eu trouxe a LTA da PETR4 ligeiramente pra "baixo", agora passando por 2 candles abaixo do que eu havia traçado dias atrás....PETR4 "anda" pela LTA nesse momento.....

Foi "pouca coisa".....mas dá uma ligeira diferença....antes, havia um ligeiro rompimento-perda...

Agora....o papel anda sobre a LTA..........abaixo, tgambém coloquei PETR4 no tempo horário

mesmo caso da PETR3



PETR4, diário, escala logarítmica, horário, 16:35



PETR4, tempo horário, escala logarítmica, horário, 16:35




PETR3, diário, escala logarítmica, horário, 16:35









Vamos a uma LTB interessante no tempo horário...PETR3.....

Vamos a uma LTB interessante no tempo horário...PETR3.....

Reparem que o papel até rompe em determinados momentos,,,,,mas no fechamento, ele recua e fecha abaixo da LTB

Gráfico de 16:10, hora Brasília......

Vejam as divergências altistas de IFR14 e Histograma....

Papel tem suporte agora em 16.19, 16,08 e 15,80.......
Resistências em 16,50 e 16,74, 16,89,....se romper essa faixa de 16.89, fica mais interessante até a faixa de 17,50

Abaixo de 15,80, a situação fica muito feia

Se romper a LTB no tempo horário, deve engatar uma força interessante no curtíssimo prazo....

PETR3, tempo horário, escala logarítmica, hora 16:10