sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Canal de baixa - Cobre....diário

Canal de baixa - Cobre....diário......

 Cobre, diário, escala logarítmica






E o Bovespa volta a fechar "em cima" da LTA de 8 meses.......na verdade.....houve uma ligeira perda, mas por ora,vamos descartá-la e esperar semana que vem

E o Bovespa volta a fechar "em cima" da LTA de 8 meses.......

Na verdade, se olhado com "lupa", houve uma ligeira perda dessa LTA, mas por ora,vamos descartá-la e esperar semana que vem.....

Volume de vários papéis importantes em verdadeiro colapso......

Principalmente bancos.......não há de conreto deixado ali...apenas trade diário pra manter o índice acima da LTA.......

Detalhe do dia de hoje....

Ainda que seja o último dia útil do mês, sempre com aberrações pra cima ou pra baixo, chama a atenção para o colapso do índice nos últimos 15 dias...

O segunndo gráfico abaixo, tempo "5 minutos" capta o colapso......


Bovespa, diário, escala logarítmica





Bovespa, tempo "5 minutos" escala logarítmica











quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Então vamos combinar o seguinte.....as cunhas do Bovespa, Dow Jones, SP500, SSEC-China, Barril de Petróleo, "Dólar x Real", VIX e VALE3 nos mostrarão nos próximos 2-5 dias se teremos um crash ou uma redenção nos mercados

Então vamos combinar o seguinte.....

As cunhas do Bovespa, Dow Jones, SP500, SSEC-China, Barril de Petróleo, "Dólar x Real, VIX e VALE3 nos mostrarão nos próximos 2-5 dias se teremos um crash ou uma redenção em vários desses mercados

Todos eles quase totalmente "linkados"

Alguns comentários....

- A Capacidade imensa dos algoritmos de manterem uma sincronicidade quase que perfeita em vários mercados, inclusive quando falamos de mercados "assimétricos", ou seja, que caminham em direções opostas, caso do "VIX", que é, essencialmente, o "hedge do SP500".

Isto é, as cunhas percorrem vários mercados que têm, em tese, as mesmas direções, caso dos vários índices de ações abaixo, mas também está presente no índice "VIX", "hedge do SP500", que, em tese, vai numa direção contrária ao índice de ações

- O índice "SSEC-China" abaixo é o principal índice de ações da China

- Vejam abaixo que o índice Dow Jones perdeu a base da cunha no fechamento hoje, perdeu a LTA de 8 meses......ele já havia perdido há 3 dias, porém, recuperou no dia seguinte, o que pode ter sido um "falso rompimento" naquele dia

- O gráfico da VALE3 é um "bônus" dentro dos índices de ações.....há várias outras cunhas em curso em vários outros mercados...

- Por fim....há cunhas mais longas do que essas....mas serão discutidas em outro momento

O que significa rompê-las pra baixo ?

Pela consistência delas, uma forte correção-crash de 10% a 15% , num primeiro momento,  dependendo das respectivas volatilidades implícitas de cada mercado

Rompê-las pra cima significa o contrário.......novas pernas de alta em busca de novos topos

Em resumo......não faltarão emoções nas próximas 2-3 semanas


Bovespa, diário, escala logarítmica



Dow Jones, diário, escala logarítmica



SP500, diário, escala logarítmica



SSEC-China, diário, escala logarítmica




Light Crude Oil, diário, escala logarítmica




"Dólar x Real", diário, escala logarítmica




VIX diário, escala logarítmica



VALE3, diário, escala logarítmica










Índice "DJUSST" (Dow Jones Steel Index) sente a LTB.....de volta a congestão 180-205

Índice "DJUSST" (Dow Jones Steel Index) sente a LTB.....de volta a congestão 180-205

DJUSST, Diário, escala logarítmica, período 10 meses





Sem pânico - Parte 2 - "Dólar x Real"....diário

Sem pânico - Parte 2 - "Dólar x Real"....diário






"Dólar x Real"....diário....escala logarítmica








Bovespa, depois da forte alta ontem, volta a fechar "em cima" da LTA de 8 meses

Calma gente !!....

Bovespa, depois da forte alta ontem, volta a fechar "em cima" da LTA de 8 meses

Não há mais nada a monitorar......"apenas" essa LTA......

Perdeu a LTA......vai procurar a MA200 no tempo diário....hoje, na faixa de 50.200

Bovespa, diário, escala logarítmica






Dow Jones volta a perder a LTA de 8 meses......SP500 ainda acima da LTA

Dow Jones volta a perder a LTA de 8 meses......SP500 ainda acima da LTA

Dow Jones, diário, escala logarítmica



SP500, diário, escala logarítmica





Sem pânico......VIX....Diário....

Sem pânico......VIX....Diário....

VIX, Diário, escala logarítmica





Não viaje, não marque nada de ultra, mega, hiper importante para os próximos 12 meses.....vão perder o melhor da festa....assistir o show de análises, opiniões, crashes, mini crashes, rallies de 20% num só dia....por todo o mundo

Não viaje, não marque nada de ultra, mega, hiper importante para os próximos 12 meses.....vão perder o melhor da festa....assistir o show de  de análises, opiniões, crashes, mini crashes, rallies de 20% tudo isso num intervalo curto de tempo.....aberrações e aberrações

Um passeio pelo passado......

Dia em que o Bear Sterns caiu mais de 45%...14-03-2008......6 meses antes da quebra do Lehman Brothers....





Ex-Presidente do FED, Ben Bernanke, em 2006, ainda quando não havia assumido a Presidência do FED, afirmava que os preços dos imóveis poderiam cair, mas de forma lenta,  e que o problema dos preços e da "bolha de imóveis" era um problema localizado











Começou a fuga do Deutshe Bank ? Pânico nos mercados.....segundos após a Bloomberg noticiar que 10 Hedge Funds, que usam o serviço de "corretagem prime" do Deutsche, retiraram parte de seus fundos, o Dow Jones mergulhou 1% em menos de 5 minutos.....Brasil seguiu e despencou cerca de 1% também em menos de 5 minutos

Começou a fuga do Deutshe Bank ?

Pânico nos mercados.....segundos após a Bloomberg noticiar que 10 Hedge Funds, que usam o serviço de "corretagem prime" do Deutsche, retiraram parte de seus fundos, o Dow Jones mergulhou 1% em menos de 5 minutos.....Brasil seguiu e despencou cerca de 1% também em menos de 5 minutos

Vejam a notícia publicada pela Bloomberg:

http://www.bloomberg.com/news/articles/2016-09-29/some-deutsche-bank-clients-said-to-reduce-collateral-on-trades

Some Deutsche Bank Clients Reduce Collateral on Trades
  William Canny

A number of funds that clear derivatives trades with Deutsche Bank AG have withdrawn some excess cash and positions held at the lender, a sign of counterparties’ mounting concerns about doing business with Europe’s largest investment bank.

While the vast majority of Deutsche Bank’s more than 200 derivatives-clearing clients have made no changes, some funds that use the bank’s prime brokerage service have moved part of their listed derivatives holdings to other firms this week, according to an internal bank document seen by Bloomberg News. Millennium Partners, Capula Investment Management and Rokos Capital Management are among about 10 hedge funds that have cut their exposure, said a person familiar with the situation who declined to be identified talking about confidential client matters.
The hedge funds use Deutsche Bank to clear their listed derivatives transactions because they are not members of clearinghouses. Millennium, Capula and Rokos declined to comment when contacted by phone or e-mail.

“Our trading clients are amongst the world’s most sophisticated investors,” Michael Golden, a spokesman for Deutsche Bank, said in an e-mailed statement. “We are confident that the vast majority of them have a full understanding of our stable financial position, the current macroeconomic environment, the litigation process in the U.S. and the progress we are making with our strategy.”
The lender’s New York-listed shares fell as much as 6.5 percent as of 12:53 p.m. local time.
Deutsche Bank’s stock and debt have been under pressure after the U.S. Justice Department requested $14 billion to settle an investigation into residential mortgage-backed securities. That’s not far from the Frankfurt-based company’s current market value of 15 billion euros ($16.9 billion). Credit-default swaps protecting Deutsche Bank bonds surged to a six-month high earlier this week, according to data compiled by CMA, while the stock hit a record intraday low of 10.18 euros.





Versão Brasileira de :"Houston....We have a problem"................Publicado ontem (quarta-feira) no final da noite: "BB e Caixa podem precisar de aporte do governo em 2018, diz Fitch", por Reuters

Versão Brasileira de "Houston....We have a problem"................

Publicado ontem (quarta-feira) no final da noite:

Crédito: Reuters

http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRKCN11Y32U?pageNumber=1&virtualBrandChannel=0


BB e Caixa podem precisar de aporte do governo em 2018, diz Fitch
quarta-feira, 28 de setembro de 2016 19:53 BRT 

SÃO PAULO (Reuters) - O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal vão precisar de aporte do governo federal em 2018 para se manterem dentro de regras regulatórias, se nada for feito para corrigir a condição atual, disse nesta quarta-feira um analista da Fitch.

"Algumas medidas podem ser adotadas para impedir isso, como a venda de alguns ativos para levantar recursos", disse Raphael Nascimento, analista de instituições financeiras da Fitch, durante apresentação a profissionais do mercado financeiro.

Nascimento disse que algumas medidas já têm sido tomadas por ambos os bancos, como pagar um volume menor de dividendos aos acionistas. Mas o BB também pode ter que vender sua fatia no argentino Banco Patagonia, enquanto a Caixa pode ter que se desfazer da participação no Banco Pan, do qual tem 40 por cento do capital.

No mês passado, o BB anunciou que está avaliando uma oferta pública de ações que detém no Banco Patagonia.

Segundo Nascimento, os grandes bancos privados do país estão numa situação comparativamente mais confortável, dado que cresceram menos nos últimos anos e ainda mantêm níveis de rentabilidade adequados.

De todo modo, a Fitch prevê que a piora do perfil de crédito de todo o sistema ainda leva algum tempo para ser revertida, dado o cenário econômico adverso do país. Para Nascimento, os índices de inadimplência do setor bancário no país vão continuar crescendo até o final de 2017.

.  

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

LTA e LTB do Índice VIX, o Hedge do SP500

LTA e LTB do Índice VIX, o Hedge do SP500

VIX, Diário, escala logarítmica





LTB IMAT (Índice de Materiais Basicos)

LTB IMAT (Índice de Materiais Basicos)

IMAT, Semanal, escala logarítmica





LTB's de ADR VALE e VALE3

LTB's de ADR VALE e VALE3

ADR VALE, Diário, escala logarítmica



VALE3, Diário, escala logarítmica








Tá precisando de uma cunha aí ? Mais uma.....Barril de Petróleo....LTB de 3 meses....e LTA de 8 meses

Tá precisando de uma cunha aí ? 

Mais uma.....Barril de Petróleo....

LTB de 3 meses....e LTA de 8 meses

Light Crude Oil, Diário, escala logarítmica





Índice "DJUSST" (Dow Jones Steel Index) - Diário e sua LTB

Índice "DJUSST" (Dow Jones Steel Index) - Diário, escala logarítmica e sua LTB




"Na minha opinião, tudo terminará em caos criado pelas negativas e baixas taxas de juros", por Julian Robertson, fundador do Tiger Management e uma lenda no mercado financeiro

Abaixo, matéria da Business Insider publicada agora há pouco

Título da matéria:

"Tudo está numa bolha e terminará em caos", por "Julian Robertson,  fundador do Tiger Management e uma lenda no mercado financeiro

Ao longo da matéria, mais:

"Na minha opinião, tudo terminará em caos criado pelas negativas e baixas taxas de juros"

http://www.businessinsider.com/tiger-global-hedge-fund-julian-robertson-everything-is-in-a-bubble-2016-9

HEDGE FUND LEGEND JULIAN ROBERTSON: 
Everything is in a bubble and it will end in 'chaos'

Bob Bryan  
1h

Julian Robertson, the legendary hedge fund manager behind Tiger Management, thinks there are central bank-fueled bubbles all over financial markets right now.

"We don't have negative rates here in the States yet, but i think it's tragic that we've taken rates down this far," said Robertson at Bloomberg's Surveillance Primetime event. "I know the Federal Reserves all over the world are trying to ensure prosperity, but in doing so I think they are ensuring a huge bubble which will be pricked and we will all be hurt by it."

In Robertson's opinion, negative and near-zero interest rates from central banks have allowed increased borrowing at low costs. That money has in turn been poured into financial assets, and eventually all the inflated asset classes are going to fall back to Earth.

"I would tell [investors] that in my opinion, there is going to be chaos created by the negative and low interest rates," Robertson told hosts Tom Keene and Mike McKee. "A conservative attitude has to be taken, whether that involves hedge funds or not is up to the individual investors. It is a way of ameliorating bubbles."

The bond market is at the heart of the coming chaos, according to Robertson, who said  bond-buying programs and negative interest rate policies have forced yields to record lows and driven prices to unsustainable levels.

"I don't think that's good and I think that's caused a big bubble in the bond market because people have nowhere else to put their money," Robertson warned.

Pain in the bond market would spread far and wide, according to Robertson. He said it would seriously impact financial stocks because banks are holding so many negative yielding bonds, and the chaos would carry "over to real estate" when the bubble pops. In other words, there are risks wherever investors look. 

"Unless they buy a beautiful piece of art like our ceiling or some picture or something of that nature," Robertson said.







Índice Nikkei......2007-2008.....2015-2016......qualquer semelhança não é mera coincidência

Índice Nikkei......2007-2008.....2015-2016......qualquer semelhança não é mera coincidência

Nikkei, Semanal, escala logarítmica, período, 12 anos





Mais uma vez Bovespa salva no fechamento sua LTA de 8 meses

11 dias seguidos que o Bovespa salva sua LTA de 8 meses....

LTA destacada no primeiro gráfico abaixo

Mais abaixo, o canal de baixa levantado por mim , olhando tempo "60 minutos", com o fechamento de hoje, em 58.380 pontos, alta do dia de 0,57%

Bovespa, diário, escala logarítmica



Bovespa, tempo "60 minutos", escala logarítmica







Algoritmos entendem que a LTA do SP500 não foi rompida e levam o Dow Jones de volta para a LTA

Algoritmos entendem que a LTA do SP500 não foi rompida e levam o Dow Jones de volta para a LTA

Ontem, Dow Jones havia perdido a sua LTA.....SP500, não

Hoje.....o Dow Jones fechou "em cima" da LTA....SP500 mantém-se acima dela

Por ora.....ontem, foi um falso vazamento da LTA do Dow Jones...

Dow Jones, diário, escala logarítmica


SP500, diário, escala logarítmica






terça-feira, 27 de setembro de 2016

Vamos a uma foto ampliada do Bovespa, tempo 60 minutos

Vamos a uma foto ampliada do Bovespa, tempo 60 minutos

Suposto canal de baixa em ação....58.800.....55.000...58.000.....52.000

Bovespa, tempo "60 minutos", escala logarítmica, hora: 10:18, 27-09-2016





segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Dow Jones perde a LTA de 8 meses e base da cunha....SP500 ainda mantém a LTA de 8 meses.....vamos ver para onde os algoritmos vão olhar a partir de amanhã

Dow Jones perde a LTA de 8 meses e base da cunha....SP500 ainda mantém a LTA de 8 meses.....

Vamos ver para onde os algoritmos vão olhar a partir de amanhã

Dow Jones, diário, escala logarítmica



SP500, diário, escala logarítmica





Bovespa fecha "em cima" de pivot e "em cima" da LTA de 8 meses

Bovespa fecha "em cima" de pivot e "em cima" da LTA de 8 meses

Fechamento do Bovespa hoje nos 58.050 pontos, queda de 1,1%.....pivot e divisor importante...

Mais.....

Fechou "em cima" da LTA de 8 meses, como destacado abaixo...

Ainda coloquei mais abaixo 2 LTB's no gráfico de 60 minutos

A semana promete......

Bovespa, diário, escala logarítmica




Bovespa,tempo 60 minutos, escala logarítmica










Dólar x Real....diário......tic tac....tic tac....tic tac....tic tac....

Dólar x Real....diário......tic tac....tic tac....tic tac....tic tac....

Dólar x Real....diário










Índice dólar....diário......tic tac....tic tac....tic tac....tic tac....

Índice dólar....diário......tic tac....tic tac....tic tac....tic tac....


Índice dólar, diário, escala logarítmica










12 horas após escrever um artigo sobre a situação nebulosa que os bancos brasileiros enfrentam e enfrentarão daqui em diante , a Reuters publica uma matéria com o seguinte titulo: "Perspectiva para setor bancário brasileiro segue negativa, diz Moody's"

12 horas após escrever um artigo sobre a situação nebulosa que os bancos brasileiros enfrentam e enfrentarão daqui em diante (vejam aqui: http://pracompraroupravender.blogspot.com.br/2016/09/o-colapso-do-credito-e-dos-imoveis-no.html) , a Reuters publica uma matéria com o seguinte titulo:

 "Perspectiva para setor bancário brasileiro segue negativa, diz Moody's"

Vamos a ela:

http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRKCN11W1U5

Perspectiva para setor bancário brasileiro segue negativa, diz Moody's
segunda-feira, 26 de setembro de 2016 12:47

SÃO PAULO (Reuters) - A perspectiva para o setor bancário brasileiro se mantém negativa, sob a expectativa de que a rentabilidade e a qualidade de ativos vão continuar enfrentando pressão por causa dos efeitos da recessão no país.

"O ambiente operacional para os bancos começou a se estabilizar, conforme o gasto dos consumidores e o investimento iniciam uma retomada, mas a recuperação continua frágil e os bancos vão continuar enfrentando desafios derivados da fraqueza da economia", disse Ceres Lisboa, vice-presidente senior da Moody's, em comunicado à imprensa.

(Por Alberto Alerigi Jr.)






Ken Rogoff, co-autor do livro "Oito séculos de delírios financeiros", e Professor de Economia na Harvard University, avisa em entrevista a BBC que o ""hard landing" na China é hoje a maior ameaça a economia mundial...mais....diz ele: o "hard landing é iminente"...

Ken Rogoff, co-autor do livro "Oito séculos de delírios financeiros", e  Professor de Economia na Harvard University,  avisa, em entrevista a BBC:

"Esqueçam o Brexit, as eleições americanas e a queda do preço do petróleo...a maior ameaça hoje para a economia mundial vem da China"

Ele se refere ao "hard landing" da China..

Mais....

Diz ele: o "hard landing é iminente"...

Aqui, trecho da matéria: 

"In an interview with the BBC, Rogoff said a “hard landing” for the world’s second largest economy is imminent and there’s little other countries can do to prepare for it."

Matéria completa abaixo, crédito "Marketwatch"

http://www.marketwatch.com/story/rogoff-warns-hard-landing-in-china-poses-biggest-threat-to-global-economy-2016-09-26


Rogoff warns ‘hard landing’ in China poses biggest threat to global economy
By Sara Sjolin
Published: Sept 26, 2016 5:16 a.m. ET

Forget about Brexit, forget about the U.S. election and forget about the struggling oil market: The biggest risk to the global economy comes from China, where a looming credit bubble is threatening to dramatically slow economic growth, according to Ken Rogoff, the former chief economist of the International Monetary Fund.

In an interview with the BBC, Rogoff said a “hard landing” for the world’s second largest economy is imminent and there’s little other countries can do to prepare for it.

“There’s no question, China is the biggest risk. China has been the engine of global growth that’s been working,” he said in the interview, published Monday.

“We are having a pretty sharp landing already, and I worry about China becoming more of a problem. We’ve taken it for granted that whatever Europe’s doing, Japan’s doing, at least China is moving along. And there isn’t really a substitute for China. ” he added.

China’s gross domestic product expanded by 6.7% in the second quarter, slightly better than the 6.6% expected by economists. However, it was still down from the 6.9% growth seen in 2015, which was already the slowest in 25 years.

A big part of the problem is the country’s debt bubble, which could create waves of financial jitters globally if it bursts. The Bank for International Settlements said last week China’s credit-to-GDP gap now stands at 30.1%, which BIS sees as a “reliable early warning indicator of banking crises or severe distress.”

The rapid credit growth in China was also noted by the Bank of England’s Financial Stability Committee, saying it was “very high by international standards”. The committee will assess British bank’s exposure to China in its stress tests, due for release in November.

“They’ve seen credit-fuelled growth and these things don’t go on forever. Everyone says China is different, the state owns everything, they can control it. But only to a point,” Rogoff, now Professor of Economics at Harvard, said in the BBC interview.

“I think the economy has slowed down a lot more than the official figures show, and if you want to look at part of the world that has a debt problem, look at China,” he added.

Rogoff isn’t alone in questioning China’s official GDP figures. Perma-bear Marc Faber in January put the country’s 2015 growth number at about 4%, also citing concerns about its “colossal debt bubble” as well as slowing exports.

So what can the rest of the world do to prepare for China’s anticipated hard landing?

“Ideally you’d like to generate growth and be more on your feet when this happens... You’d like the rest of the world not to be dependent on China so much,” Rogoff said.

But “there are limits to what you can do when a country that big is slowing down,” he warned.




Apenas mantenham a calma.....não há motivos para pânico....

Apenas mantenham a calma.....

Não há motivos para pânico....








Papéis do Deutshe Bank afundam mais 6,5% em Frankfurt numa espiral baixista semelhante aos momentos mais delicados do Subprime americano, dado o gigantismo que o "Deustsche" representa

Papéis do Deutshe Bank afundam mais 6,5% em Frankfurt numa espiral baixista semelhante aos momentos mais delicados do Subprime americano, dado o gigantismo que o "Deustsche" representa

Abaixo, mais um pivot de baixa na faixa de 11,00

DBK, Diário, Bolsa de Frankfurt






"Com receita menor, empresas não conseguem pagar nem juros de dívida", por Revista Isto é

Matéria publicada hoje na Revista Isto é

http://istoe.com.br/com-receita-menor-empresas-nao-conseguem-pagar-nem-juros-de-divida/

Com receita menor, empresas não conseguem pagar nem juros de dívida

Estadão Conteúdo

26.09.16 - 07h10
Endividadas e com a receita em queda por causa da recessão econômica, as empresas brasileiras têm perdido a capacidade de honrar seus compromissos. Em quase metade (49%) das grandes companhias do País, a geração de caixa não é suficiente nem para pagar os juros da dívida – quadro que explica o aumento da inadimplência, das renegociações com credores e da escalada dos pedidos de recuperação judicial.

Para economistas, a situação é tão grave quanto a dívida pública nacional. O enfraquecimento financeiro das empresas representa risco de aumento do desemprego e de atraso ainda maior na reativação da economia nacional. Resultado de levantamento feito pelo Centro de Estudos do Instituto Ibmec (Cemec) traduz essa preocupação.

Num grupo de 605 grandes empresas (349 fechadas e 256 abertas), a geração de caixa tem sido suficiente apenas para pagar 58% das despesas financeiras. Ou seja, a prioridade das companhias hoje é equacionar a dívida e evitar uma recuperação judicial ou falência. Nem de longe pensam em novos investimentos, afirma o economista Carlos Rocca, diretor técnico do Cemec, responsável pelo levantamento.

O cenário é o oposto daquele vivido até 2013, quando as empresas viviam um ambiente de crédito farto e barato num mercado de consumo crescente. “De repente, as expectativas desabaram e houve uma frustração das empresas, que já estavam altamente endividadas”, diz Rocca. No trabalho feito pelo economista, ele retrata essa trajetória de endividamento das companhias e a rápida deterioração dos indicadores financeiros a partir de 2014.

O índice de alavancagem, por exemplo, cresceu de forma exponencial. Em 2010, 36% do patrimônio das empresas de capital aberto (exceto a Petrobrás) era dívida. Essa fatia subiu para 109% no primeiro semestre deste ano. Além disso, a participação dos débitos em moeda estrangeira mais que dobrou no período, para 60%.

O avanço desses índices, no entanto, não seria um grande problema se o País não tivesse entrado em recessão e o consumo despencado. Junta-se a isso o fato de o real ter tido uma forte desvalorização, o que pressionou ainda mais a dívida das empresas. Entre 2010 e 2015, o endividamento do conjunto de companhias levantado pelo Cemec teve um salto de 173%, para R$ 1,9 trilhão.

“Houve uma mudança radical, estrutural, na governança financeira das empresas”, diz o pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), José Roberto Afonso, professor do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP). Segundo ele, um traço marcante e peculiar do Brasil era ser um país com um baixo agregado de dívida em toda economia, sendo que boa parte dela era muito concentrada no governo, num padrão incomum em outras economias, inclusive as emergentes.

Nesse novo cenário, com maior endividamento, as empresas passaram a conviver com mais um problema: a rigidez das instituições financeiras para emprestar dinheiro e o encarecimento das operações. “Os bancos estão cada vez mais seletivos na concessão de crédito e exigindo garantias mais robustas em quantidade e qualidade para cobrir o risco”, afirma o sócio da área de direito bancário e reestruturação da Demarest Advogados, Fabio Braga.

Com caixa debilitado, custo mais caro e sem crédito, as empresas estão ficando inadimplentes. Dados do Banco Central mostram que a taxa de atraso no pagamento de algumas linhas aumentou do ano passado para cá. Nos empréstimos de capital de giro/rotativo, por exemplo, subiu de 7,7% para 10,5%.

“Quem não conseguir renegociar suas dívidas vai partir para a recuperação judicial ou falência”, afirma Artur Lopes, da consultoria Artur Lopes & Associados, especializada em gestão de crise. Até agosto, o número de pedidos de recuperação judicial havia aumentado 60% em relação a igual período do ano passado, de 766 para 1.235.

Por ora, não há expectativa de melhora, afirma Ricardo Carvalho, diretor sênior de empresas da agência de classificação de risco Fitch Ratings. “A expectativa é que o endividamento continue crescente, pressionado pelo alto custo da dívida.” A agência já revisou uma dezena de ratings de empresas nos últimos meses. Na lista de rebaixamentos estão Triunfo, que tem quase R$ 300 milhões a vencer nos próximos meses; os aeroportos de Viracopos e Guarulhos; e a Odebrecht Realizações imobiliárias. “Enquanto a geração de caixa não se recuperar, as empresas não conseguirão reduzir o endividamento.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.




domingo, 25 de setembro de 2016

A situação dos bancos brasileiros diante de um iminente colapso do Crédito e dos Preços dos Imóveis

O final da semana que passou foi marcado por uma discussão um pouco mais acentuada e quente sobre a evolução das negociações em torno dos termos da Recuperação Judicial da empresa "Oi", a maior "Recuperação Judicial" do Brasil desde que ela foi iniciada nos termos atuais. 

Parte da imprensa especializada questionou os termos supostamente em curso sob a alegação de que  os bancos públicos seriam sobrecarregados com um prejuízo "desproposital" num momento em que o próprio Governo brasileiro tentar imprimir uma nova dinâmica ao trato das questões públicas e fiscais ; termos esses que, num primeiro momento, carregariam um desconto da dívida junto aos bancos públicos de cerca de 70%.

"Tá com pena" dos bancos públicos e-ou privados ?

"Então assuma a "Oi," e pague todo o débito, trazendo pra si o risco total de um negócio "cambaleante"".....

Risco é risco....

Erraram na avaliação do negócio ? Ou pior.....avaliaram  mal ?

Que "paguem" pelo erro,,,,,

Um erro político ? "Pior ainda "!....Assim, os funcionários públicos, ainda que "em regime de CLT", reconhecem o viés político do banco e são penalizados por tal, seja através de redução na participação dos lucros, seja em eventuais congelamentos de salários ou gratificações.

"Tá com pena" ?

Vejam abaixo a evolução das "Operações de Crédito" e ""Operações com Títulos e Valores Mobiliários" de 2 grande bancos brasileiros, um deles, público, e envolvido fortemente com a "Recuperação Judicial" da Empresa "Oi"

Dados coletados e plotados a partir de dados constantes de séries históricas fornecidas pelos próprios Banco Bradesco e Banco do Brasil em suas respectivas páginas na internet:




Não é uma "evolução linear".....é uma "evolução quase que exponencial".....

A evolução dos lucros dos bancos brasileiros vai na mesma direção


Evolução do "Lucro Líquido depois do Imposto de Renda" dos bancos brasileiros, período 2005-2016

Fonte:Banco Central do Brasil


Nunca, em toda história financeira brasileira, os bancos brasileiros ganharam tanto dinheiro, principalmente com Crédito, muitos deles questionáveis, oferecidos e disponibilizados num momento de euforias internacional e interna.


O gráfico do Banco do Brasil acima indica que, mesmo diante de uma economia "ladeira abaixo" em 2015, conforme  mostra as variações do PIB Brasileiro abaixo, o Banco continua sua política desmensurada de oferta de Crédito.

Taxa de variação anual do PIB Brasil



Essa discussão em torno dos termos a serem agregados a "Recuperação Judicial" será apenas uma, entre tantas, que busca evidenciar a real situação dos bancos brasileiros daqui pra frente .

Quadro que pode ser resumido numa frase:

"Em que nível e patamar se estabilizarão os lucros dos bancos brasileiros nos próximos trimestres e anos" ?

Ora....pra entender o futuro, é preciso entender o passado e o presente....

O que aconteceu , o que acontece, e o que pode acontecer, sob a cortina do passado e presente, aos bancos brasileiros ?

Por outro lado, é importante dizer que ninguém será capaz de cravar um cenário.

Seja em algumas páginas de uma Tese de Doutorado, numa Pesquisa Acadêmica, ou, muito menos, em poucas linhas de um artigo.

Porém, é fundamental que ressaltemos alguns pontos, principalmente num momento em que analistas, bancos e portais financeiros, em sua maioria, insistem em moldurar e pintar um "quadro rosa" para o sistema financeiro brasileiro e mundial

Os gráficos acima já são um bom começo.

Houve uma "Bolha de Crédito" no Brasil impulsionada, ou por condições e variáveis externas, essencialmente Bolha de Commodities e intervenções de vários Bancos Centrais na forma de afrouxamentos monetários e taxas de juros "quase zero""ad-eternum"; ou por variáveis internas na forma de estímulos recorrentes ao consumo, por bens duráveis ou imóveis, criadas e fomentadas a partir de políticas populistas inerentes ao Governo Populista atuante

"Sub-bolhas" produzidas, como a "Bolha Imobiliária", apenas realimentavam a Bolha de Crédito num processo reflexivo difícil de ser interrompido.

Bolhas são Bolhas.......e, não importa o tempo que durem, em algum momento, estouram.......

Assim, vamos a 2 gráficos brasileiros....

O Gráfico do "Saldo de Crédito" e o Gráfico do "IVG-R", o índice que acompanha o "preço dos imóveis" no Brasil, criado pelo Banco Central do Brasil, a partir de dados coletados desde 2001

"Saldo carteira de crédito"

Fonte: Banco Central do Brasil

IVG-R

Fonte: Banco Central do Brasil



Dos 2 gráficos, certamente o que mais preocupa é a evolução do preço dos imóveis.

O IVG-R mostra uma queda da faixa de 542, atingida em set-2014, para a faixa de 455, atingida em junho-2016, último mês de coleta do Banco Central, uma queda de 16% nominal em pouco mais de 1 ano e meio dos preços dos imóves no Brasil.

Estouros de Bolhas ou "sub-bolhas" de Crédito não costumam terminar bem para os bancos, seja por meio da explosão de inadimplência, seja por reavaliação de ativos, reavaliação essa que termina inexoravelmente por impactar nas relações de liquidez correntes dos bancos, isto é, novas relações "ativo-passivo"que, por conseguinte, voltam a retroalimentar negativamente a oferta de crédito; tudo resumido em "menos lucros"

Por falar de inadimplência. nos debrucemos sobre alguns dados para reforçar a visão que queremos ter sobre o futuro dos bancos, ou melhor, o novo patamar sobre o qual estabilizarão os lucros dos bancos brasileiros.

Para tal, trazemos o quadro atual e evolução dos "Pedidos de Recuperação Judicial" no Brasil, componente que é, ao mesmo tempo causa e efeito da variável "Crédito. 

Efeito, quando o "Crédito" agia como indutor e mola muitas vezes desordenada e descalibrada.
Causa, quando, uma vez em alta, age como inibidor do "Crédito".

Depois, o cruzaremos e refletiremos sobre o quadro e dinâmica atuais das provisões admitidas nos balanços dos bancos brasileiros 

Abaixo, temos o gráfico que mostra o índice ""Pedidos de Recuperação Judicial"....A base do índice é 100 do ano de 2010...

O indice rompe a faixa de 400 no início de 2015 para atingir o patamar inacreditável de 900 no início desse ano.....a partir daí, começa a cair

Gráfico plotado a partir de dados fornecidos pela "Boa Vista Serviços" no link:  http://www.boavistaservicos.com.br/categoria/noticias/indicadores-economicos/falencias-e-recuperacoes-judiciais/



Agora, tragamos o gráfico das Provisões disponibilizado pelo Banco Central:

Percentual de Provisões em relação a carteira de Crédito

Fonte: Banco Central do Brasil


Faz sentido esse gráfico de provisões diante do quadro assustador mostrado logo acima referente a evolução do "Pedido de Recuperações Judiciais" ?

O Gráfico acima ainda mostra um estágio superior a 2011, mas ainda abaixo do ano de 2008-2009, ano da Crise do Subprime e muito abaixo do final dos anos 90, época da Crise da Ásia, Default da Rússia, Quebra do Fundo LTCM e da Mudança do Câmbio fixo para o Câmbio flutuante.

Faz sentido o atual estágio de provisões diante de tais comparações ?

Tudo é muito incerto,  nebuloso e negativo quando discutimos evoluções internas de Crédito, Bolhas,"Sub-Bolhas", efeitos e "sub-efeitos". Incertezas que sugerem um quadro, no mínimo cinza, quando tentamos olhar a evolução dos lucros dos bancos trimestres à frente.

Numa outra direção, e se pararmos alguns minutos para olharmos o cenário de crédito externo, de maneira a incorporá-los em nossos modelos ?

Sinto muito......

A Coisa fica muito, mas muito pior...

Abaixo, temos 3 gráficos do TED......

O "TED", nada mais é do que o "Spread entre a taxa de juros interbancária londrina Libor de 3 meses e o título do tesouro americano de 3 meses"

Quanto mais alto o "TED", maior o nível de risco, como qualquer mensuração de "spread".....

O problema.....ou o "não problema" é que, historicamente, ele é baixo......"passeia" abaixo de 50 pontos-base.....é o "ambiente normal"....comum do TED

Como disse certa vez um trader de mais de 35 anos de mercado pra mim:

"Não se preocupe Márcio se o TED estiver abaixo de 60 pontos-base"...

OK....

Esse é o problema.....

O "TED" adquiriu um "momentum" surreal nos últimos 45 dias......

Em menos de 2 meses, saiu da faixa de 45-50 pontos-base para incríveis 69,7 pontos-base fechados na última sexta-feira...

Muito acima dos 60 pontos-base

Isso é sintoma claro de que há algo muito sério acontecendo no "interbancário europeu", o maior mercado de taxas do mundo....

Há um evidente aumento na percepção de risco de quem participa do interbancário, sinal de que a desconfiança mútua entre os bancos aumentou sobremaneira, sinal de que há algum ou alguns bancos com dificuldade......

Vejam no terceiro gráfico abaixo, o "TED" no período de 30 anos....

São poucos os momentos em que o "TED" adquire esse "momentum" e tendência de "explosões para cima"......

E esses momentos estão combinados com crises agudas e-ou períodos financeiros conturbados.

O terceiro gráfico abaixo de 30 anos ainda mostra o "TED" a 57 pontos-base, e não a 69,7, fechamento da última sexta-feira


TED, Diário


TED, Semanal, período 7 anos




TED, período 30 anos




Essencialmente, os mercados de crédito europeu e, por tabela, mundial, não parecem trazer bons sinais, parecem estar na iminência de uma grave crise.

Países como o Brasil que, como destacado acima, já carregam nuvens pesadas sobre o "Crédito" e suas inúmeras direções, certamente sofreriam muito mais se tal  nebulosidade no "Crédito" também se espalhar pelo mundo.

Não esperem que o mundo financeiro, como um todo, lhes diga que algo muito sério está pra acontecer....

Não estou nem me referindo aos momentos Pré-crise Subprime de 2008.

Em 21 de março de 2000, exatamente no mês em que o Índice Nasdaq atingiu seu topo na "Bolha da Internet", uma matéria da "CNN Money" indicava que o mercado havia reagido bem ao quinto aumento da taxa de juros em menos de 8 meses....

Bem...o resto, nós sabemos....60 dias depois, NASDAQ  já caía 40%...1 ano e meio depois, caiu 77%

Abaixo, o trecho mais interessante da matéria da CNN Money diz simplesmente que o quinto aumento sucessivo das taxas de juros foi um "não evento"....e que já era esperado pelos mercados..


    "For financial markets, the rate increase and the short announcement that followed was a non-event, mostly because Wall Street had widely expected the Fed to do exactly what it did. Stocks turned in a positive performance in the wake of the announcement, while bonds held on to gains already made before the Fed's statement crossed computer screens mid-afternoon."


A Matéria, volto a dizer, é de 21-03-2000..........cerca de 15 dias antes, o índice NASDAQ bateu seu topo da Bolha da Internet...

Nesse dia 21-03-2000, o índice NASDAQ havia fechado em 4.711 pontos (fonte: Investing.com)...

Ao final de maio, o índice já caia cerca de 40%....pra perto de 3.000.....foi bater, no final de 2002, na íncrível faixa de 1.110 pontos, queda aproximada de 77%

Dow Jones, de março de 2000 a maio de 2000, caiu aproximadamente 10%....até final de 2002, o Dow Jones perdeu aproximadamente 40%.....e o índice SP500 perdeu cerca de 50%






sábado, 24 de setembro de 2016

VIX, o Hedge do SP500, no tempo diário, período 3 anos e sua LTB

VIX, o Hedge do SP500, no tempo diário, período 3 anos e sua LTB

VIX, Diário, escala logarítmica





No longo prazo, não vamos fugir de monitorar essa LTA e cunha de 5 anos do Dow Jones e SP500

No longo prazo, não vamos fugir de monitorar essa LTA e cunha de 5 anos do Dow Jones e SP500

No Dow Jones, essa LTA e base da cunha passam ali na faixa de 16.500, por onde passa sua MA200 , no tempo SEMANAL.

No SP500, essa LTA e base da cunha passam ali na faixa de 1.900, por onde passa sua MA200 , no tempo SEMANAL.

Bateu ali, como falei no post anterior, fica a dúvida....

Para por pouco tempo e volta a fazer novas mínimas até, pelo menos, a faixa de 14.500-15.000, do Dow Jones, e 1.700, do SP500, ou se dá tempo de ir nos 19.000 pontos para o Dow Jones e 2.250, para o SP500, antes da queda-crash de 40%-50%

Dow Jones, SEMANAL, Escala logarítmica, período 10 anos



SP500, SEMANAL, Escala logarítmica, período 10 anos