quarta-feira, 31 de agosto de 2016

"PIB brasileiro encolhe 4,6% no primeiro semestre", por Revista VEJA

Notícia publicada agora há pouco:

Crédito: Revista VEJA

http://veja.abril.com.br/economia/pib-brasileiro-encolhe-46-no-primeiro-semestre/


PIB brasileiro encolhe 4,6% no primeiro semestre
Com queda de 0,6% entre abril e junho, economia brasileira registrou seu sexto trimestre consecutivo de retração

Da redação

31 ago 2016, 09h02 - Atualizado em 31 ago 2016, 09h30

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro encerrou o primeiro semestre com retração de 4,6%, de acordo com os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira. No segundo trimestre, o recuo foi de 3,8% em comparação com o mesmo período 2015 e de 0,6% em relação ao trimestre anterior. Esse foi o sexto trimestre consecutivo de recuo da economia brasileira. O PIB é o indicador que soma todas as riquezas geradas pelo país.

A queda do PIB no segundo trimestre foi maior que a esperada por analistas. Em pesquisa realizada pela agência Reuters, a previsão era de queda de 0,5% em relação ao intervalo entre janeiro e março e de 3,7% em comparação com o segundo trimestre de 2015.

No acumulado de 2016, o indicador com a maior retração foi a taxa de investimento, medida pela formação bruta de capital fixo. A queda foi de 13,3% em comparação com o primeiro semestre do ano passado. O consumo das famílias, com queda de 5,6%, foi o segundo indicador com maior baixa, seguido pela indústria (-5,2%).

Praticamente todos os indicadores encolheram no primeiro semestre e também no segundo trimestre. Isso ocorreu até na agropecuária, um dos únicos que ainda sustentavam alguma alta nesses seis trimestre consecutivos de recessão. Em comparação com os primeiros seis meses de 2015, a agropecuária brasileira encolheu 3,4%. No comparativo trimestral, houve quedas de 2% (em relação aos primeiros três meses do ano) e de 3,1% (mesmo período de 2015).



terça-feira, 30 de agosto de 2016

"Oxigênio pós-impeachment para Michel Temer é efêmero e depende do Congresso", por Fernando Rodrigues, portal UOL

Excelente o texto do jornalista Fernando Rodrigues do Portal UOL, publicado hoje no final do dia :

http://fernandorodrigues.blogosfera.uol.com.br/2016/08/30/oxigenio-pos-impeachment-para-michel-temer-e-efemero-e-depende-do-congresso/


Oxigênio pós-impeachment para Michel Temer é efêmero e depende do Congresso

Fernando Rodrigues 30/08/2016 19:23

Ida para a China e para os EUA em setembro desperdiça tempo

Peemedebista terá de obter sinais claros a favor de reformas

PEC dos gastos é incerta e corre risco real de ficar para 2017

Recessão está no final, mas “feel good factor” ainda vai demorar

O presidente Michel Temer ganha legitimidade a partir da eventual cassação definitiva de Dilma Rousseff. Fica imediatamente mais empoderado. É como se recebesse acesso a um cilindro de nitrox, aquela mistura de gás com uma taxa maior de oxigênio e usada por mergulhadores que ficam mais tempo em águas profundas.

Mas esse oxigênio extra dura pouco. Vai evanescer caso não apareça algum indicador substantivo de que o Congresso aprovará as reformas anunciadas para a economia.

Como Michel Temer vai gastar seus primeiros dias na cadeira? Se for efetivado amanhã como presidente do Brasil (se a cassação de Dilma Rousseff for aprovada), o peemedebista passará 6 dias em viagem para a China. Estará de volta para o feriado de 7 de Setembro (quando o Congresso está às moscas).

Um pouco depois, passará outros 3 dias fora do país. Deve participar da abertura anual da Assembleia Geral da ONU, em Nova York.

Ao todo, passará 10 dias de setembro fora do país.

Por causa do feriado do Dia da Independência, que cai numa 4ª feira e esvazia Brasília, o peemedebista terá à sua disposição menos de 15 dias para “trabalhar” o Congresso. Com um fator agravante: quanto mais chega perto do dia 2 de outubro, 1º turno das eleições de prefeitos, mais improdutivo ficam a Câmara e o Senado.

O sucesso do governo de Michel Temer depende sobretudo da capacidade de negociação do Palácio do Planalto para acelerar reformas estruturais.

A principal de todas é a chamada PEC do teto dos gastos. Trata-se de uma emenda constitucional polêmica, que pretende limitar o aumento das despesas públicas ao que foi a taxa de inflação do ano anterior. Seria uma garantia firme de que a administração federal estaria comprometida com o ajuste fiscal.

Quando e se a economia melhorar, o governo também se beneficia. Mas embora existam sinais de que a recessão tem parado de se agravar, o efeito para a população ainda demora a aparecer.

Enquanto isso, resta ao governo apostar nas medidas que o Congresso pode aprovar apontando para um futuro mais tranquilo.

Ao primeiro sinal de fraqueza congressual, o governo certamente passará a ser questionado. Michel Temer terá tempo para refletir sobre esses desafios nos 6 dias de viagem à China.





segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Uma das maiores bolhas de toda a história financeira nos EUA pode ser vista pela queda expressiva de volume nos últimos 18 meses, mesmo com o mercado em alta

Uma das maiores bolhas de toda a história financeira nos EUA pode ser vista pela queda expressiva de volume nos últimos 18 meses, mesmo com o mercado em alta

Vejam abaixo, gráfico semanal, a alta nos últimos 18 meses....praticamente uma congestão, com um volume decrescente forte....

Dow Jones, SEMANAL





Bovespa ainda com vontade de ir aos 60.000. mesmo com gigantescas divergências baixistas de IFR14, baixissimo volume em quase todos os papéis, e no meio de uma das maiores bolhas de ações em toda a história financeira mundial

Bovespa ainda com vontade de ir aos 60.000 mesmo com gigantescas divergências baixistas de IFR14, baixissimo volume em quase todos os papéis e no meio de uma das maiores bolhas de ações em toda a história financeira

As aberrações que até o meio do ano estavam mais voltadas para os EUA, Europa e Ásia, encontraram um porto no Brasil, depois do impeachment de Dilma Rousseff e a imensa liquidez e distorções praticadas pelas sucessivas e intermináveis taxas de juros negativas praticadas por vários Bancos Centrais no mundo inteiro...

As aberrações no Bovespa vão se espalhando.....as principais recaem sobre as Elétricas....mas, também sobre os bancos.....dessa vez, carregando até mesmo o Banco do Brasil, atolado num "mar sem fim" de inadimplência"

BBAS3 salta 60% desde o BREXIT, e 100% desde o fundo do início do ano...
ITUB4 e BBDC4 romperam há poucos dias seus topos históricos e voltam a tais patamares

Volume ?

Já não existe mais em quase todos os papéis....

Se quiserem, podem ficar assim até 60.000.....62.500.....70.000...74.000 ...até mesmo 100.000 pontos....

Divergências baixistas fortes de IFR14, MACD e Histograma no tempo diário

Suportes em 58.000, 57.200, 57.000, 56.000 e 55.000
Resistências em 59.000.59.400, 60.000, 60.500 e 61.000


Bovespa, tempo 60 minutos, e suas MA'S 50 e 200



Bovespa, diário e suas MA'S 50 e 200








domingo, 28 de agosto de 2016

Sinais de crashes que não devem ser ignorados ao redor do mundo...."EUR" (Euro Top 100 Index) com a MA50 cortada pra baixo sobre a MA200 no tempo SEMANAL

Sinais de crashes que não devem ser ignorados ao redor do mundo....

Vejam abaixo o índice "EUR" (Euro Top 100 Index) com sua MA50 (em linha azul) cortada pra baixo sobre a MA200 (linha vermelha) no tempo SEMANAL....primeiro gráfico

Reparem nos últimos 12 anos....a única vez que isso aconteceu foi na Crise do Subprime em 2008.....

Mais....vejam a LTB longa em curso

EUR, Semanal, escala logarítmica



EUR, Semanal, escala logarítmica, período 12 anos




EUR, Semanal, escala logarítmica, período 03 anos









"Sete dos dez principais setores da economia esboçam recuperação", por Jornal "O Estado de São Paulo"

Matéria publicada no Jornal "O Estado de São Paulo" hoje..

Aqui, o texto completo:http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,sete-dos-dez-principais-setores-da-economia-esbocam-recuperacao,10000072399


Abaixo, parte do texto

Sete dos dez principais setores da economia esboçam recuperação

Setores fundamentais para o crescimento econômico registraram leve alta ou pararam de cair; retomada, segundo economistas, depende do desempenho do governo

Alexa Salomão,
São Paulo

28 Agosto 2016 | 05h00

Os economistas já afirmam quase unanimemente que a economia bateu no fundo do poço e começa a reagir. Dos 10 principais setores que fazem a roda do crescimento girar, 7 já esboçam recuperação, segundo levantamento feito pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Mas há outro consenso entre os especialistas: a robustez e a velocidade da retomada estão nas mãos do governo. O ponto de partida de um novo ciclo virtuoso é o ajuste fiscal nas contas públicas. Na avaliação geral, o ajuste será deslanchado após o julgamento do impeachment, nesta semana, com a definição de quem por direito tem aval para bancar medidas duras de cortes de gastos. 

Prévias do Produto Interno Bruto (PIB) já mostram que alguns setores, em especial na indústria, reagiram no segundo trimestre. A expectativa é que os dados oficiais do PIB, que serão divulgados nesta semana, já apontem uma retração menor da economia, perto de 0,2%.

Economistas ouvidos pelo Estado estimam que devem contribuir para esse resultado reações pontuais, como a alta média de 2,4% em têxteis e calçados e de 0,9% no setor automotivo, em especial graças às exportações. Também deve pesar a favor o avanço de 1,3% no setor químico, impulsionado pela reposição de estoques. Outros setores tiveram crescimento zero, o que é bom, pois indica que a atividade deixou de se contrair e pode voltar a crescer, caso de construção e metalurgia. 

Caio Megale, economista do Itaú Unibanco, lembra que a recuperação econômica virá de duas frentes. Uma parte, diz, ficará por conta da “regeneração natural do tecido econômico”. Nesse caso, cumpriu-se um ciclo: a recessão derrubou o consumo e a produção, o que levou ao uso de estoques. Gradativamente, a produção é retomada, mas para atender a um consumo menor. Nesse processo, o câmbio cedeu, favorecendo a produção voltada à exportação. 

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Três motores fundamentais da economia, porém, estão desligados: óleo, gás e biocombustíveis têm retração de 5,5% e a agropecuária, de 0,5%. Preocupa o comércio, com queda de 0,4%, item do setor de serviços, que sozinho sustenta dois terços do crescimento. “O setor de serviços depende do consumo das famílias, que deve continuar deprimido”, diz Silvia Matos, economista do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV). 

Fiscal. Mas a recuperação natural da economia só vai se sustentar se for acompanhada pelo ajuste fiscal, dizem os economistas. A razão é simples. As contas públicas balizam a percepção de risco dos investidores em relação à capacidade de o governo pagar a dívida pública. Contas no azul, risco menor. Contas no vermelho – como agora –, risco maior. A percepção de risco também influencia a taxa de juros. 

Esses, por sua vez, balizam o crédito, fundamental para amparar consumo e investimento, molas propulsoras do crescimento. “O ajuste fiscal é a primeira condição para o crescimento – e isso está na mão do governo”, diz o economista Affonso Celso Pastore, sócio-fundador da A.C. Pastore & Associados e ex-presidente do Banco Central.

Mas os economistas alertam que não pode ser qualquer ajuste. Se for capenga, jogará o País no marasmo, com PIBs anuais na casa de 1%. Mas um ajuste bem conduzido fará o inverso. “O PIB pode crescer de 2% a 3% no ano que vem, se o governo entregar o ajuste que promete”, diz Bráulio Borges, economista sênior da LCA consultores.

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Para destravar o mercado interno, é preciso afrouxar o nó. “A taxa de juros precisa cair e o crédito, voltar – e isso depende do ajuste”, diz Pastore. 
Para o economista Bráulio Borges, da LCA, o ajuste alimenta outro fator decisivo: a confiança. Segundo Borges, foi a retomada da confiança que tirou o Brasil da recessão em outros momentos da história. “O novo governo precisa entregar as reformas que está prometendo. Assim, o risco país pode cair mais, o câmbio fica estável, a inflação cede, o Banco Central pode cortar os juros. Ou seja, alimenta-se a ideia de que o futuro é previsível, o que fortalece a confiança.” 



Hora do Recreio ? Nem tudo é mercado financeiro.....então, vamos a uma grata surpresa na Televisão Brasileira....a Minissérie "Justiça"....um formato ousado, interessante e excelente apresentado por uma autora-roteirista jovem, Manuela Dias

Hora do Recreio ? 

Nem tudo é mercado financeiro, correto ?

Então, vamos a uma grata surpresa na Televisão Brasileira....a Minissérie "Justiça", que começou a ser apresentado pela TV Globo na última segunda-feira.

Decidi assisti-la....."meio que atrasado".......mas, ainda assim, assisti todos os capítulos...

Dada a imensa propaganda via passagens de "traillers", sinalizava uma interessante narrativa

E não me arrependi......

Um formato ousado e interessantíssimo, cujo resultado foi excelente, fruto de um roteiro escrito pela jovem Manuela Dias.

Não apenas o formato....o roteiro é dos mais sugestivos, pesados, fortes, polêmicos e delicados.

Quem ainda não assistiu, sugiro pegar alguma coisa na internet que possa resumir os 4 capítulos até então apresentados pela Rede Globo.

Sejamos justos......muito do que se fez e se faz de novo e original na TV Brasileira, ainda parece vir da TV Globo.......

Assisti a algumas minisséries da TV Globo nos últimos anos.....mas, esse formato da minissérie "Justiça" foi de longe o mais interessante e ousado.

Vamos ver se nos próximos capítulos, a minissérie se sustenta......

Zapeei alguma coisa na internet para tentar reproduzir algum texto que possa representar a minha percepção acerca da "série"...principalmente acerca da autora-roteirista Manuela Dias

Assim......abaixo, o meu texto preferido, escrito por André Santana e publicado no portal "observatório da televisão"...portal que parece estar "pendurado" no portal UOL.....

Texto inclusive publicado hoje.....antes do texto, o vídeo com o trailler oficial de promoção da minissérie

http://observatoriodatelevisao.bol.uol.com.br/critica-de-tv/2016/08/justica-mostra-que-manuela-dias-e-um-nome-a-se-prestar-atencao







Justiça mostra que Manuela Dias é um nome a se prestar atenção
Por André Santana @AndreSanBlog -  27/08/2016

Uma das estreias desta semana recheada de novidades na telinha brasileira, a minissérie Justiça chama a atenção por diversos motivos. De cara, ainda antes da estreia, a premissa já era convidativa, pois prometia um formato inédito dentre as minisséries já exibidas pela Globo: a cada dia da semana, a trama foca numa história, e as quatro histórias vão se cruzando em diversos momentos. Seria como se uma novela exibisse apenas um núcleo por capítulo a cada dia da semana.

Pelo que foi visto nesta primeira semana, o formato funciona. Propondo um vai-e-vem temporal e a oportunidade de o público acompanhar o mesmo acontecimento por diversas vezes, cada uma sob uma perspectiva diferente, o formato confere um sabor especial à narrativa. Por exemplo: em todos os episódios da semana, os personagens testemunharam um atropelamento. Mas apenas no episódio de sexta-feira (26), protagonizado por Maurício (Cauã Reymond), é que vimos o tal atropelamento sob a perspectiva da vítima. Tratava-se de Beatriz (Marjorie Estiano), esposa de Maurício, bailarina que perde os movimentos após o atropelamento e pede ao marido que tire a sua vida. Ele o faz, e acaba ficando sete anos preso por isso, saindo da cadeia disposto a se vingar de Antenor (Antonio Calloni), o homem que atropelou sua amada.


Maurício vai preso no mesmo dia que os demais protagonistas da série: Vicente (Jesuíta Barbosa), da história das segundas-feiras, é condenado por ter matado a namorada ao descobrir uma traição; Fátima (Adriana Esteves), das terças-feiras, é presa vítima de uma armação do vizinho, que planta drogas em sua casa depois que ela mata seu cachorro; e Rose (Jéssica Ellen), das quintas-feiras, que vai para a cadeia ao ser pega com maconha numa batida policial. Todos eles estão ligados por um emaranhado de situações, numa carpintaria arrojada e envolvente. E todas as tramas chamam a atenção pelo argumento bem realizado, diálogos bastante próximos da vida real e, ainda, um grupo de atores excelentes em momentos 
extremamente inspirados. 

Tudo isso tendo como cenário a cidade de Recife, numa bem-vinda atitude da Rede Globo de dar um respiro de produções que se passam no eixo Rio-São Paulo.
Tantas qualidades já colocam Justiça como um dos melhores lançamentos do ano na televisão brasileira. E apontam os holofotes para sua autora, a jovem Manuela Dias, roteirista que emplaca seu segundo trabalho solo na Globo, sendo que o primeiro também foi ao ar este ano, a minissérie Ligações Perigosas, exibida em janeiro. Se Manuela já havia mostrado competência na adaptação do romance de Choderlos de Laclos, a autora, agora, ressurge com um texto ainda mais maduro. Nada mal para a autora que, na televisão, até então, tinha no currículo colaborações em infantis, como Bambuluá, séries, como A Grande Família, e novelas, como Cordel Encantado e Joia Rara. Alçada a titular em duas das melhores produções de 2016, a autora firma-se como uma das principais revelações do time da Globo. Num momento propício para o lançamento de novos roteiristas, uma grata surpresa!

Manuela divide o mérito da excelência alcançada em Justiça com o diretor José Luiz Villamarim, que vem assinando os produtos mais inventivos da Globo nos últimos anos. Experiente profissional de televisão, o diretor integrou o time de diretores de diversas tramas de sucesso, como O Rei do Gado, Anjo Mau e Torre de Babel, chegando à direção geral de novelas a partir de Andando nas Nuvens, porém sempre submetido a um diretor de núcleo. Mas foi quando se tornou diretor titular de novelas que passou a capitanear algumas novas experiências, como as malfadadas Bang Bang e Tempos Modernos. Até que dividiu a direção geral de Avenida Brasil com Amora Mautner e, a partir daí, engatou uma série de trabalhos reconhecidos pelo arrojo: O Canto da Sereia, Amores Roubados, O Rebu e, agora, Justiça. 

Manuela Dias e José Luiz Villamarim, uma dobradinha que deu certo! De olho neles!

André Santana é autor do livro “Tele-Visão: A Televisão Brasileira em 10 Anos”, uma publicação da Editora E. B. Ações Culturais, impressa e distribuída pelo site Clube de Autores, e está à venda em versão impressa e e-book, apenas pela internet. .






sábado, 27 de agosto de 2016

A força do funcionalismo é muito grande e não foi Michel Temer quem inventou isso: faz parte da estrutura política e da composição sociológica de nossa elite política. É preciso enfrentar e vencer as demandas que sejam incompatíveis com a saúde financeira", por Aloysio Nunes Ferreira, Senador pelo PSDB-SP e líder do Governo no Senado, em entrevista à Revista ÉPOCA

Boa entrevista do Senador pelo PSDB de São Paulo e líder do Governo no Senado, Aloysio Nunes Ferreira, concedida à Revista ÉPOCA e publicada nesse fim de semana.

Alguns pontos polêmicos aqui e ali....questionáveis aqui e ali.....

O Trecho mais relevante, na minha opinião, é o título do post:

"A força do funcionalismo é muito grande e não foi Michel Temer quem inventou isso: faz parte da estrutura política e da composição sociológica de nossa elite política. É preciso enfrentar e vencer as demandas que sejam incompatíveis com a saúde financeira."


Vamos a alguns trechos....entrevista completa aqui: http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2016/08/aloysio-nunes-ferreira-aumentar-o-teto-dos-gastos-sera-catastrofico.html


TEMPO

Aloysio Nunes Ferreira: “Aumentar o teto dos gastos será catastrófico”

O líder do governo no Senado defende que todos os partidos banquem o desgaste de aprovar um ajuste fiscal difícil, inclusive para barrar o aumento de salários para juízes
TALITA FERNANDES

O líder do governo no Senado, Aloysio Nunes, do PSDB de São Paulo, reconhece que seu partido enfrentou um mal-estar com o Palácio do Planalto em relação ao plano de ajuste fiscal. Após um jantar com a cúpula do PSDB e com o presidente interino, Michel Temer, o senador diz que as divergências foram superadas e faz um apelo às bancadas que compõem a base para que sejam compromissadas com a arrumação das contas públicas do Brasil. Sobre a antecipação da disputa pública pela cadeira presidencial em 2018, ele é taxativo: “Todos nós sabemos que, se não chegarmos bem em 2018, não vai ter para ninguém. Estamos todos juntos em torno de um projeto, que é o de fazer este governo dar certo”, afirma. Para ele, uma das principais mudanças políticas caso o impeachment se confirme nesta semana é a retomada da aliança entre PSDB, DEM e PMDB, dos tempos do Plano Real. “É uma oportunidade imensa para andarmos novamente juntos”, diz nesta entrevista a ÉPOCA.

ÉPOCA – O PSDB e o governo Michel Temer andaram se estranhando por causa da condução do pacote fiscal. Seguem juntos se o impeachment se confirmar?

Aloysio Nunes Ferreira – Há um mal-estar nosso em relação ao ajuste. Quando digo nosso, falo como membro do PSDB. Agora, por outro lado, a crítica tem de ser acompanhada de uma autocrítica. Nossos parlamentares na Câmara aprovaram os reajustes (salariais). Michel Temer relembrou ao partido (em jantar com a cúpula tucana na quarta-feira, dia 17) que havia uma série de reajustes já negociados com a presidente Dilma. Se ele não os aprovasse, poderia haver a deflagração de uma greve geral do funcionalismo público federal de gravíssimas repercussões para o país.

ÉPOCA – O senhor falou em mal-estar no PSDB...

Aloysio – Em relação a isso houve um mal-estar, mas ficou perfeitamente sanado (após o jantar com Temer). Ficaram compreendidas e esclarecidas nossas reivindicações. O presidente acatou uma série de alterações que fizemos. Eu, do meu ponto de vista, nunca me senti desprestigiado. Eu falo com o presidente várias vezes por dia.

ÉPOCA – Se a questão do ajuste não avançar, o PSDB sai do governo?

Aloysio – Não, porque o ajuste vai dar certo. O ajuste é uma batalha política com a opinião pública, mas ele vai sair. É uma questão de necessidade.

ÉPOCA – O Palácio diz que o PSDB cobra o ajuste, mas não consegue entregar todos os votos.
Aloysio – É verdade, mas o que queremos é que os outros partidos da base tenham o mesmo comprometimento que temos. Como líder do governo, eu quero que os outros partidos tenham o mesmo compromisso em relação a essas questões espinhosas. Nesse avião temos de estar conscientes de que o piloto é Michel Temer.

ÉPOCA – Como as divergências serão superadas?

Aloysio – O principal ganho da mudança política do impeachment é a volta de uma aliança entre PMDB, PSDB e  Democratas (DEM), que fizeram o Plano Real e que andavam separados. Temos de reaprender a conviver. Temos atritos regionais, de cultura, de percepção política, porque andamos um bom tempo separados e em campos opostos. É uma oportunidade imensa para andarmos novamente juntos.

ÉPOCA – Por que o Congresso cede tanto aos apelos do funcionalismo?

Aloysio – Os deputados votam sem muito pestanejar em relação ao reajuste do funcionalismo porque são pessoas que fazem parte do mesmo segmento da elite política. Todo mundo tem aqui um parente, um primo, um amigo que faz parte dessas corporações muito fortes. Cada um vai reivindicando seu próprio pedaço de Estado para ele próprio administrar. A força do funcionalismo é muito grande e não foi Michel Temer quem inventou isso: faz parte da estrutura política e da composição sociológica de nossa elite política. É preciso enfrentar e vencer as demandas que sejam incompatíveis com a saúde financeira. 

ÉPOCA – Com Temer, há mais diálogo com o Congresso. Por outro lado, o Palácio tem cedido às pressões, comprometendo o ajuste fiscal.

Aloysio – Foi o que aconteceu agora na repactuação da dívida com os estados. Qual era o objetivo? Chegar a um entendimento para dar fôlego aos estados para poder retomar, em alguns casos, os serviços essenciais. Em segundo lugar, estabelecer um teto das despesas que seja compatível com a Proposta de Emenda Constitucional que tramita no Congresso. Isso foi obtido. O que foi retirado foi a concessão de rea­justes para o funcionalismo dos estados. Essa garantia de não ampliar despesa sem cobertura orçamentária já está prevista na Constituição. O erro do governo (Ministério da Fazenda) foi ter dito que isso era inegociável e fundamental. Não era. O fundamental era aprovar o teto, e isso foi aprovado.

ÉPOCA – A cláusula que proibia os estados de reajustar os salários foi defendida pelo ministro Henrique Meirelles. Ele deveria ter cedido?

Aloysio – Isso teria de ter sido deixado para as lideranças que estão mais afeitas a lidar com a política, que não é exatamente o ramo do ministro Meirelles. Ele montou uma excelente equipe, é um homem altamente habilitado. Eu acho que essa questão de tratar com o Congresso tem de ser dos ministros que são talhados para cumprir essa missão – o da Casa Civil e o da Secretaria de Governo.

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ÉPOCA – Uma das principais pressões para reajuste salarial vem dos ministros do Supremo Tribunal Federal. Como evitar que isso prejudique mais a questão fiscal?

Aloysio – O Congresso tem de se dar conta de que o aumento do teto neste momento terá uma repercussão catastrófica do ponto de vista econômico e político. Econômico porque o reajuste do teto repercute numa cadeia de vinculações que vai chegar até o vereador. Político porque a percepção do cidadão comum é que “aqueles lá de cima” – e na visão deles nós estamos aqui todos juntos nos encontrando diariamente – “estão elevando os próprios salários”. Nós seremos vistos como alguém que está pensando apenas em seu próprio bem-estar em detrimento do resto. O Congresso tem de se conscientizar de que, embora vivamos debaixo de uma abóbada sem janelas, existe um mundo lá fora.

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ÉPOCA – Que papel o PT terá pós-impeachment?

Aloysio – Nunca deixou de haver diálogo entre o PT e as forças que se opunham aqui no Congresso. Nós já trabalhamos em conjunto e fizemos boas coisas em conjunto. Espero que o PT nesse período reveja sua atitude em relação à democracia. À convivência com os demais partidos. Admita a legitimidade da existência de outros partidos, abra mão da pretensão de ser o monopolista da chave da felicidade pública. Do ponto de vista de sua linha programática, que ele releia um pouco a Carta aos Brasileiros do Lula. E volte a valorizar a responsabilidade fiscal como algo que não pertence a nenhum partido, como algo que não é a marca da esquerda nem da direita, mas que é uma exigência de uma vida saudável do Estado e de uma boa relação do Estado com a sociedade.





"Analistas mostram ceticismo com meta fiscal de 2017", por Jornal "O Estado de São Paulo"

Notícia publicada hoje:

http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,analistas-mostram-ceticismo-com-meta-fiscal-de-2017,10000072338


Analistas mostram ceticismo com meta fiscal de 2017

Em reunião com Carlos Hamilton, secretário de Política Econômica da Fazenda, economistas dizem que País só deve ter superávit em 2020

Maria Regina Silva,
O Estado de S.Paulo

27 Agosto 2016 | 05h00

O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Carlos Hamilton, se reuniu ontem, em São Paulo, com economistas que participam do Relatório Prisma Fiscal. A ideia da Pasta é que os encontros ocorram nos moldes dos realizados trimestralmente pelo Banco Central (BC) com analistas do mercado financeiro, só que com foco na área fiscal. Ainda não foi definido, contudo, o cronograma das reuniões da Fazenda. Mas a próxima pode acontecer em novembro.
O Relatório Prisma Fiscal traz as expectativas do mercado financeiro para o resultado do governo central dos próximos três meses, arrecadação, despesas e relação da dívida bruta com o PIB.

Nesse primeiro encontro, Carlos Hamilton se deparou com economistas céticos quanto ao cumprimento da meta fiscal no ano que vem, estimada em déficit de R$ 143,1 bilhões. Além disso, muitos reforçaram que o País pode voltar a registrar superávit primário somente em 2020, afirmou um analista. Só que para que isso aconteça, será preciso que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, que institui o teto de gastos, seja aprovada “por inteiro”.

Ainda assim, contou o economista, alguns participantes disseram que será necessária a adoção de impostos e de uma “profunda” reforma previdenciária para complementar o ajuste fiscal. “Só a PEC do teto é insuficiente para fazer atingir a meta, não fará o ajuste totalmente. Mas, se tiver aumento de impostos, só depois das eleições municipais”, afirmou.

Temor. Os analistas demonstraram ainda temor quanto às perspectivas da situação financeira de Estados e municípios em 2017. “Há dúvidas de que Estados e municípios voltem a ser problema, podendo apresentar caixa ruim depois das eleições municipais”, completou uma fonte.
O secretário teria feito comentários pontuais durante a reunião, de acordo com outro participante. Segundo ele, Carlos Hamilton teria dito que as receitas podem ser maiores no próximo ano do que o estimado pelo mercado, já que a economia dá sinais de retomada. Contudo, os analistas não mostraram um consenso quanto às expectativas de recuperação do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). “As previsões para o PIB do ano que vem estão na faixa de 0,50% a 2,5%”, relatou o interlocutor.

No encontro no fim da manhã desta sexta-feira, cerca de 30 analistas estiveram com Carlos Hamilton. Também participou da reunião o secretário adjunto de Política Fiscal e Tributária, Jeferson Luis Bittencourt. De acordo com as fontes ouvidas, o secretário fez uma explanação sobre o relatório elaborado pela Fazenda. “Contou como é elaborado e falou um pouco da história do documento, sem novidades”, disse a fonte.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Os algoritmos do Dow Jones e Bovespa são os mesmos no tempo horário....MA50 e MA200 nos 2 índices estão próximas no tempo horário....Se a MA50 cortar pra baixo a MA200 no tempo horário, Dow Jones e Bovespa colapsam no "horário", no "diário" e no "Semanal"

Os algoritmos do Dow Jones e Bovespa são os mesmos no tempo horário....MA50 e MA200 nos 2 índices estão próximas no tempo horário....

Vejam abaixo, a MA50 (linha azul) e a MA200 (linha vermelha) no tempo horário do Dow Jones

Comparem com o post que eu coloquei a "foto do Bovespa" no tempo horário..

Tanto Dow Jones como Bovespa tem a mesma configuração....

MA50 vai descendo no tempo horário em direção a MA200...a única diferença é que o Dow Jones fechou abaixo da MA200....Bovespa fechou "em cima"...

Se a MA50 cortar pra baixo a MA200 no tempo horário, Dow Jones e Bovespa colapsam no "horário", no "diário" e no "Semanal"


Dow Jones, tempo "60 minutos"







E aquela LTB de 6 anos que havia sido rompida no fechamento da semana passada ? Pois é....fechou a semana abaixo.....mesmo com os bancos em níveis surreais e negociados com baixo volume

E aquela LTB de 6 anos que havia sido rompida no fechamento da semana passada ? Pois é....fechou a semana abaixo.....mesmo com os bancos em níveis surreais e negociados com baixo volume

Hoje, passa em 58.000 pontos

Fechamento do Bovespa em 57.710 pontos


Bovespa, SEMANAL, escala logarítmica, período 12 anos





Foto do Bovespa no tempo 60 minutos...sua MA50 se aproximando da MA200.....fechamento em cima da MA200

Foto do Bovespa no tempo 60 minutos...sua MA50 em linha laranja se aproximando da MA200 em linha vermelha.....fechamento em cima da MA200

Fechamento em 57.700

TEMPO HORÁRIO

Bovespa, tempo 60 minutos, escala logarítmica





E quem continua salvando o crash do Bovespa ? Bancos...sempre eles....Bradesco..Itau e BB.....Vamos ver o tempo horário de BBDC4 e a M50 colada na MA200

E quem continua salvando o crash do Bovespa ? Bancos...sempre eles....Bradesco..Itau e BB.....Vamos ver o tempo horário de BBDC4 e a M50 colada na MA200

Como BBAS3 (Banco do Brasil ON) consegue dar um rally de 50% em 2 meses ? Um banco atolado numa nível de inadimplência muito forte

Vamos ao gráfico BBDC4, tempo "60 minutos"....vejam a MA50 em linha laranja colada na MA200 em linha vermelha.....MA50 pronta pra cortar pra baixo a MA200 e fazer o papel afundar

Isso é gráfico horário


BBDC4, tempo 60 minutos, hora 15:25




Perdeu FED !! ....Perdeu !!! ...Vai pro corner.....mercado venceu.....e você vai pro corner........"não lute contra o FED é uma lenda"...um mito......mercados vão despencar

Perdeu FED !! ....Perdeu !!! ...Vai pro corner.....mercado venceu.....e você vai pro corner........"não lute contra o FED" é uma lenda...um mito......mercados vão despencar








Tudo pronto para o crash ?... Janet Yellen, a super poderosa Presidente do FED, dá novos sinais, e quem melhor para dar esses sinais ?, de que novos aumentos de taxas de juros estão próximos

Tudo pronto para o crash ?

Janet Yellen, a super poderosa Presidente do FED, dá novos sinais hoje pela manhã, e quem melhor para dar esses sinais, de que novos aumentos de taxas de juros estão próximos

Vejam matéria MarketWatch:

http://www.marketwatch.com/story/feds-yellen-says-case-for-another-interest-rate-hike-has-strenghtened-2016-08-26?mod=MW_story_top_stories

Fed’s Yellen says case for another interest-rate hike has strengthened
By Greg Robb
Published: Aug 26, 2016 10:17 a.m. ET


Federal Reserve Chairwoman Janet Yellen on Friday said the case for another interest rate hike is strengthening, sending a strong signal the U.S. central bank is preparing to increase them as soon as next month.

In light of the continued solid performance of the labor market and our outlook for economic activity and inflation, I believe the case for an increase in the federal funds rate has strengthened in recent months,” Yellen said in a speech prepared for delivery to the Jackson Hole summit.

This is a more explicit statement about the near term path of interest rates that many Fed watchers had expected.

Yellen said that the Fed policy committee “continues to anticipate” that gradual increases in the federal funds rate will be appropriate.”

The Fed expects “moderate growth” in gross domestic product, additional strengthening in the labor market and inflation rising to 2% over the next few years, Yellen said.

She said that any decision on interest rates “always depends on the degree to which incoming data continues to confirm the Fed policy committee’s outlook.”

The 10-year Treasury note TMUBMUSD10Y, -2.86%  yield rose 1.2 basis points after Yellen’s remarks and the dollar DXY, -0.50%   rallied.

The August jobs report, to be released next Friday, is seen by many as the next hurdle for a rate hike.

Yellen noted that while economic growth has not been rapid the labor market has seen “continued solid performance” with job gains now averaging 190,000 over the past three months.

Yellen spent the bulk of her speech discussing the potential need to add new tools to the Fed’s toolkit to combat the next recession given that interest rates remain so low.

She said that monetary policy will “under most conditions” be able to respond effectively to a downturn. Yellen did not even mention negative interest rates, and said the tools of buying government bonds and forward guidance should work again in the future.

The idea of targeting GDP or lifting the inflation target — suggested in a recent speech by San Francisco Fed President John Williams — were “important subjects for research” but not being “actively considered” at the central bank.

Yellen said Fed officials “may wish to explore the possibility of purchasing a broader range of assets.”

She called on Congress and the executive branch to “explore additional options” for helping to foster a strong economy on the fiscal side, such as improving so-called automatic stabilizers and giving greater support to state and local governments during recessions. Yellen said it also was important to raise productivity growth, which currently has been languishing, through improving education, investing more in worker training, promoting capital investment and research spending and reducing regulatory burdens.





"Brasil perde 623 mil empregos com carteira assinada em 2016... Número é o mais alto para os primeiros sete meses do ano desde o início da série histórica do Caged, em 2002", por Revista VEJA

É.......a conta tá chegando....

Notícia publicada ontem no final do dia..

Crédito : Revista VEJA

http://veja.abril.com.br/economia/brasil-perde-623-mil-empregos-com-carteira-assinada-em-2016/

Brasil perde 623 mil empregos com carteira assinada em 2016
Número é o mais alto para os primeiros sete meses do ano desde o início da série histórica do Caged, em 2002

Da redação
25 ago 2016, 17h27 

O Brasil perdeu 94.724 vagas formais de emprego em julho deste ano, informou nesta quinta-feira o Ministério do Trabalho. O resultado do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) é fruto de 1.168.011 contratações e 1.262.735 demissões no período. No acumulado do ano, o saldo de postos fechados é de 623.520 pela série com ajuste, ou seja, incluindo informações passadas pelas empresas fora do prazo. Este é o pior resultado para o período desde o início da série, em 2002.

O número de postos fechados em julho deste ano foi menos intenso do que no mesmo mês do ano passado, quando foram extintas 157.905 vagas. Ele superou, porém, o fechamento de 91.032 vagas formais de emprego em junho de 2016.

No acumulado dos últimos 12 meses, o país encerrou julho com 1.706.459 vagas formais a menos. O número também considera os dados com ajuste






"O BB Investimentos está preocupado com a situação dos bancos no curto prazo", por "O Antagonista-O Financista"

O antigo site "O Financista" está agora sediado no atual site "O Antagonista"

Abaixo, notícia publicada hoje no site "O Antagonista", seção "O Financista"

É.....parece que o blog é cada vez mais lido....

Não é possível que diante de tanta euforia, o blog continue alertando há meses sobre o cenário de crédito e inadimplência que envolve o ambiente brasileiro....

Em paralelo, aqui e ali algumas notícias em relação ao universo "bancário-financeiro" continuam contrariando a "manada eufórica"


http://www.oantagonista.com/posts/com-conhecimento-de-causa

Com conhecimento de causa

O Financista 25.08.16 20:58

O BB Investimentos está preocupado com a situação dos bancos no curto prazo. A gestora do Banco do Brasil destacou o aumento da inadimplência e dos custos de concessão de crédito como os maiores riscos nos próximos meses.
Por isso, a gestora recomenda não se empolgar com o cenário internacional mais amigável, com oferta de capital para os países emergentes, que poderia ajudar o sistema financeiro local.
O BB Investimentos sabe do que fala. No segundo trimestre, o Banco do Brasil viu seu lucro ajustado encolher 40%. O principal motivo? A necessidade de reservar R$ 1,8 bilhão para créditos duvidosos – aqueles em que o banco não sabe se tomará calote.




quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Tour pelas LTA's perdidas ou não......todos à procura de suas MA's 200 no tempo diário

Vamos ao tour por alguns gráficos que podem mostrar algo em relação a algumas LTA's curtas ou longas perdidas por papéis no Bovespa ou semelhantes

CSNA3 e VALE5 perderam LTA's Longas no fechamento....CSNA3 de forma clara.....VALE5 de forma não tão clara....como a ADR VALE fechou "em cima", fica a dúvida

Agora, todos os papéis abaixo.........comecem a gravar suas MA's 200 ....todas em linha vermelha........nessa primeira fase da correção, todos os papéis devem prourá-las......alguns com bons repiques lá.....outros, talvez fiquem "pipocando".....vamos monitorar..


CSNA3, Diário, escala logarítmica





VALE5, Diário, escala logarítmica




ADR VALE em Nova York, Diário, escala logarítmica


LTA'S curtas perdidas no fechamento.....BBAS3, GGBR4 e ITUB4

BBAS3, Diário, escala logarítmica




GGBR4, Diário, escala logarítmica




ITUB44, Diário, escala logarítmica






BBDC4 se segura na LTA Longa

BBDC4, Diário, escala logarítmica








Não...não é possível ler um diagnóstico pessimista sobre o Brasil.....será que a Moody's andou lendo o blog ?......."Moody's vê cenário fraco para crédito na A.Latina; Brasil é destaque negativo", por Investing-Reuters

É possível ler um diagnóstico pessimista sobre o Brasil diante da euforia que circula nos últimos 2-3 meses ?

Ou será que a Moody's andou lendo o blog ?

Vamos a matéria abaixo publicada agora pouco no site Investing.com, parceria Reuters

Leiam com atenção....

Parece ou não que o pessoal andou lendo o blog ?

Está lá.....

Crédito fraco......e até mesmo há uma frase até mesmo para os bancos....

Ela diz::

"As condições econômicas mais baixas pesarão sobre os bancos da região, prejudicando a qualidade dos ativos e pressionando os lucros."

http://br.investing.com/news/mercado-de-ações-e-financeiro/moody's-vê-cenário-fraco-para-crédito-na-a.latina;-brasil-é-destaque-negativo-199528


"Moody's vê cenário fraco para crédito na A.Latina; Brasil é destaque negativo"

Moody's vê cenário fraco para crédito na A.Latina; Brasil é destaque negativo
Ações e Financeiro
4 horas atrás

SÃO PAULO (Reuters) - As condições de crédito seguirão frágeis na América Latina em 2017, especialmente no Brasil, diante do fraco desempenho econômico regional, afirmou a Moody's nesta quarta-feira.
As condições econômicas mais baixas pesarão sobre os bancos da região, prejudicando a qualidade dos ativos e pressionando os lucros. No Brasil, os bancos seguirão sob pressão mesmo quando a economia emergir de uma recessão de dois anos. Além disso, o elevado desemprego pode elevar os calotes de pessoas físicas.

"A previsão da Moody's para as condições de crédito na America Latina melhorou no último ano, mas continuamos a esperar condições fracas", disse Paloma San Valentin, diretora-gerente da Moody's. "Desde o mesmo período do ano passado, as condições de crédito se deterioraram antes de melhorarem recentemente, mas a região tem um longo caminho a percorrer."

A agência avalia que o crescimento baixo deve persistir e tende a ser mais baixo do que a América Latina experimentou na última década. Além disso, com expectativas econômicas frágeis, em meio a ajustes políticos e ao risco de reversões bruscas, o prazo para normalização das condições de crédito é incerta.

No geral, grandes conglomerados latino-americanos expostos às economias domésticas do México, Chile e Peru têm a vantagem de um crescimento econômico mais forte, enquanto as empresas brasileiras enfrentam condições mais difíceis, disse a Moody's no relatório.



Tem uma matéria no portal de notícias CNBC hoje que mostra quanto um americano precisa ganhar por ano pra conseguir comprar uma casa em cada região....veja e compare com o Brasil.....Chore.....mas chore bastante......não pelos americanos, claro....e sim, pelos brasileiros.....principalmente se você for do Rio de Janeiro ou São Paulo...

Tem uma matéria no portal de notícias CNBC hoje que mostra quanto um americano precisa ganhar por ano pra conseguir comprar uma casa em cada região....veja e compare com o Brasil.....Chore.....mas chore bastante......não pelos americanos, claro....e sim, pelos brasileiros.....principalmente se você for do Rio de Janeiro ou São Paulo...

A matéria está no link: http://www.cnbc.com/2016/08/24/heres-the-salary-you-have-to-earn-to-buy-a-home-in-the-biggest-us-cities.html


Mas, abaixo, coloco o mapa...

Lembrem-se que os valores que constam no mapa é valor anual.....os americanos sempre têm como referência o ganho anual....

E mais.....o salario mínimo nos EUA gira em torno de US$ 7,50 a hora......trabalhando 8 horas por dia.....22 dias no mês, dá aproximadamente US$ 1.200 por mês.....cerca de U$ 15 mil ao ano.....poucos....poucos ganham isso nos EUA









"Por que Portugal pode ser o próximo desastre econômico europeu ?", por Sara Sjolin, no Marketwatch

"Por que Portugal pode ser o próximo desastre econômico europeu ?"

Esse é o título da matéria escrito e publicado por Sara Sjolin, no Marketwatch hoje

Vamos a alguns trechos:

Link completo em : http://www.marketwatch.com/story/why-portugal-could-be-europes-next-economic-disaster-2016-08-24


Why Portugal could be Europe’s next economic disaster

By Sara Sjolin
Published: Aug 24, 2016 10:09 a.m. ET

First it was Brexit, then it was the Italian banking sector, and now it’s Portugal’s surprisingly slow growth that’s threatening the stability of Europe’s financial system this summer.

Over the past few weeks, fears have mounted that the country’s weak economy will prompt a credit ratings downgrade, making Portuguese bonds ineligible for the European Central Bank’s quantitative easing program. Those jitters have pushed up the yields on Portuguese government paper, with the yield on 10-year debt TMBMKPT-10Y, -1.50%  jumping above 3% this week. That’s up from around 2.3% less than a year ago.

“The sharp rise in Portugal’s bond yields [this month] reflected justified concerns about the government’s credit rating,” said Jack Allen, European economist at Capital Economics, in a note.
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Concerns over Portugal’s lackluster economy took off earlier in August when ratings agency DBRS hinted the country could lose its investment grade credit rating at the next review in October. In an interview with Reuters, head of sovereign ratings at DBRS Fergus McCormick said “pressures appear to be mounting” in Portugal after second-quarter gross domestic product printed at a disappointing 0.2%.

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“We still expect Portugal to escape that fate. But the risk is serious,” said Holger Schmieding, chief economist at Berenberg, in a note.
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Bad luck and homegrown problems

So where did it all go wrong for Portugal? Part of it the problem is bad luck and part of it is homegrown, Schmieding said.

The collapse in oil prices hit Angola hard, which had turned into Portugal’s fourth largest export partner by late 2014. In the first half of 2016 alone, Portuguese exports to Angola fell by 42%, according to Fitch Ratings.

Additionally, the socialist minority government that came to power in November 2015 raised the minimum wage, increased the number of public holidays and reversed some key reforms, all which could make it harder for the country to meet its EU fiscal targets.

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“To avoid conflict with the EC and minimize the risk of a rating downgrade, the government will need to announce new austerity measures,” said Allen from Capital Economics.

“Accordingly, the EC told the government to announce extra cuts worth 0.25% of GDP this year. If this were achieved, DBRS might maintain Portugal’s investment-grade rating,” he said.

Procurando a LTA do Goldman Sachs desesperadamente......os algoritmos começam a "bater cabeça" a procura da LTA do Goldman.....

Procurando a LTA do Goldman Sachs desesperadamente......

Sim...

Os 2 últimos dias aqui no blog foram focados na correlação Dow Jones-LTA Goldman Sachs......Goldman Sachs um dos 3 maiores pesos do Dow Jones....

Pois sim...

Especulava....questionava como o algoritmos no mundo inteiro veriam tal correlação...

E parece que alguns sinais estão se acumulando nessa direção....

Qual direção ?

De que haverá uma correção mais forte a partir da perda da LTA do Goldman Sachs....

Sim...

E o que aconteceu hoje ?

O Goldman perdeu essa LTA.....E o algoritmos começaram a "bater cabeça"...

Cadê a LTA que estava ali ?

Algumas bombas começaram a aparecer.....lá fora....nos EUA....e aqui no Bovespa....


Vamos pra onde ?

Não tenho certeza ainda.....

Os mercados mundiais a base de muita morfina dada pelos Bancos Centrais já eram pra ter entrado em modo CRASH 50%

A minha dúvida recai ainda sobre uma cunha de 10-12 anos do Dow Jones...

Essa aqui abaixo:



Dow Jones, Semanal, escala logarítmica, período 12 anos



Tão ou mais importante do que esse monitoramento da LTA do Goldman é uma correlação que já fiz aqui....


VIX-SP500.....Vejam a correlação abaixo......a alta gradual do VIX.....ele explode....junto com a queda forte dos mercados americanos....isso aconteceu em 2014....2015.....e final-inicio de 2016...

agora....ele vai subindo....subindo.....enfim

O negócio agora é colocar os algoritmos pra procurarem desesperadamente a LTA perdida do Goldman Sachs....


GS (Goldman Sachs), diário, escala logarítmica


SP500, diário, escala logarítmica

VIX, diário, escala logarítmica



VIX, Diário, escala logarítmica, período 4 anos








"Bestiário", por Monica de Bolle, no Jornal "O Estado de São Paulo"

Artigo publicado hoje pela economista Monica de Bolle, em sua coluna no Jornal "O Estado de São Paulo"

http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,bestiario,10000071613


Bestiário

Passados os Jogos Olímpicos, voltamos à dura realidade da bestialidade que nos aflige

Monica de Bolle

24 Agosto 2016 | 05h00

Característicos da Baixa Idade Média, os bestiários eram textos recheados de belas iluminuras, catálogos detalhados de animais, em sua maioria, imaginários. Bestiário é também o título de uma das melhores coletâneas de contos de Julio Cortázar, o escritor argentino, um de meus favoritos. Como os catálogos da Idade Média, o Bestiário de Cortázar descreve em situações bizarras a condição humana tão próxima das bestas, do estado bruto dos animais.

Passados os Jogos Olímpicos, em que, por duas semanas, ludibriamo-nos com os feitos quase sobre-humanos dos atletas, imagens e histórias que fazem com que acreditemos que somos mais deuses do que bestas, voltamos à dura realidade da bestialidade que nos aflige. Das ignóbeis propostas do candidato republicano à presidência dos EUA ao êxodo de venezuelanos, mais de 300 mil refugiados rumo à Colômbia – sim, há uma crise humanitária em larga escala logo ali, crise ofuscada pelo drama brutal da Síria e do Oriente Médio. Como o Brasil haverá de lidar com a crise da Venezuela? Como enfrentaremos a escalada dos extremismos mundo afora e a bestialidade quase banal do noticiário brasileiro? Nesses primeiros dias pós-olímpicos a ressaca maior não é a ausência de competições e modalidades para acompanhar na TV, mas a constatação de que estamos mais para a estupidez do nadador Ryan Lochte do que para a leveza feroz da ginasta Simone Biles, aquela que voa com o salto que leva seu nome.

Em breve passagem pela cidade pós-olímpica, abro os jornais e leio sobre as afrontas adicionais ao ajuste fiscal pretendido – o possível reajuste dos salários dos ministros do STF. Leio sobre estudo que traça simulações a partir da PEC dos gastos, a proposta de emenda constitucional para limitar as despesas do governo, cuja conclusão é de que há diversos problemas na formulação da proposta.

Salta aos olhos a conclusão da análise preparada pela Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara dos Deputados: “O limite (dos gastos) previsto na PEC pode não ser suficiente para atender os aumentos (do funcionalismo público) já concedidos”.
Espanta-me que o governo fale com tanta desenvoltura sobre a reforma da Previdência quando a população que por ela será diretamente afetada sequer compreendeu por que urge aprovar essa reforma, e como ela haverá de impactar o futuro de milhões de brasileiros.
Fico igualmente surpresa com a tranquilidade com que se trata o impeachment iminente da presidente afastada. Não que eu guarde qualquer boa lembrança de seu desastroso governo – artigos escritos para este jornal ao longo da era Dilma Rousseff atestam minha aversão pelas políticas econômicas por ela postas em prática.

Contudo, impeachment não é coisa corriqueira, da vida, de todos os dias. É ferida que conosco permanecerá depois de Temer receber a faixa presidencial. Michel Temer, aquele que em breve assumirá a liderança definitiva do País. Que rumos dará ao Brasil? Terá pulso para enfrentar a bestialidade de nossa política, pergunta que já fiz em artigos anteriores? Conseguirá encontrar solução para a destruição das finanças estaduais e municipais que ameaça qualquer tentativa de ajuste fiscal e de reconstrução institucional?

No Bestiário de Cortázar há um conto curioso. Um homem escreve cartas para uma amiga que viajou para Paris. Ele está hospedado em seu imaculado apartamento, meticulosamente arrumado, tudo disposto milimetricamente em seu lugar. O problema é que o homem padece de patologia bestial: ele vomita coelhinhos. Os pequenos roedores destroem, pouco a pouco, tudo o que está no apartamento – os móveis, as roupas nos armários, os objetos de estimação da dona ausente.
Temer é homem que tomará conta do País que, ao contrário do apartamento da viajante do conto de Cortázar, nada tem de meticulosamente arrumado. Será ele capaz de feito olímpico, digno de deuses, para colocá-lo no lugar? Ou será ele como seus antecessores, mais um vomitador de coelhinhos? A trégua que lhe foi concedida acaba de se encerrar. Resta-lhe pouco tempo para mostrar a que veio.

*Economista, é pesquisadora do Peterson Institute For Internacional Economics e professora da Sais/Johns Hopkins University




Goldman Sachs e Dow Jones estão nesse momento perfeita e perigosamente sincronizados....se o Goldman perder a LTA, o Dow Jones entra em correção....e, não me parece uma correção de 5%

Goldman Sachs e Dow Jones estão nesse momento perfeitamente sincronizados....se o Goldman perder a LTA, o Dow Jones entra em correção....

E, não me parece uma correção de 5%....

De certa maneira, natural que assim fosse; afinal, o Goldman Sachs é um dos 3 maiores pesos do Dow Jones.....

Mas o nível a que chegou, não me parece normal.....quer dizer, passa a ser "normal", à medida que o mercado não tem muito mais o que fazer.....daí, quase que uma dependência completa de 1 papel

Senão, vejamos....vamos acompanhar todo o "cenário"

Vejam abaixo 3 gráficos do Goldman.....assim, como eu os coloquei ontem....

O que está claro abaixo ?

O Dow Jones "espera" o Goldman andar sobre sua LTA até exatamente o último topo ali do final de abril, faixa de 168....O Dow Jones com baixíssima volatilidade vai "num reme reme" "bizarro", sem variar pra cima ou pra baixo praticamente nada ao longo dos últimos 2 mesess 

Esse último topo foi batido hoje.....e vejam o que aconteceu mais pro final do dia....o Goldman bate lá no topo, faixa de 168, e recua forte....fechando praticamente na mínima, em 166,08.

Fechou com a LTA ligeiramente perdida no fechamento.....

Se o Goldman deslizar pra baixo da LTA amanhã e depois de amanhã, o Dow "desiste" e vai corrigir...

Os algoritmos dos 2, Dow Jones e Goldman, estão nesse momento umbilicamente ligados

Agora, por que não me parece 5% de correção ?

Por conta da distância entre esse topo de 168 do Goldman e a base da congestão que parece se formar

Mais.....vejam que a MA50 em linha azul no tempo SEMANAL está colada a MA200 , no tempo SEMANAL.....Se vier uma correção acima de 5%....talvez mais próxima a 10%, a MA50 definitivamente cortará pra baixo a MA200.......Vejam o que aconteceu em 2008 no mesmo movimento no último gráfico abaixo

Mais......como os mercados mundiais e os algoritmos que os acompanham reagirão a esse movimento ?

Mais....até que o ponto os algoritmos "cruzados" de Goldman e Dow Jones, isto é, algoritmo=X= "Goldman x Dow Jones"estão reproduzidos nas várias classes de ativos, em vários papéis, e em varias correlações mundo afora?

É só olhar para o índice Bovespa no Brasil e verificar quantos papéis estão andando sobre suas respectivas LTA's.......vários papéis....BBAS3, VALE5 e CSNA3 pra ficarmos em alguns deles...

Se todos perderem essas LTA'S ao mesmo tempo ?

Não precisa ser ao mesmo tempo......se um papel perder no instante t....o outro no instante t1....o outro no instante t2 ?



Dow Jones, diário, escala logarítmica



GS (Goldman Sachs), diário, escala logarítmica



GS (Goldman Sachs), SEMANAL, escala logarítmica, período 4 anos



GS (Goldman Sachs), SEMANAL, escala logarítmica, período 12 anos








segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Os algoritmos estão "lendo" LTA em Nova York também......Goldman Sachs, um dos 3 maiores pesos do Dow Jones, vai se segurando na sua LTA de 2 meses...desde o rally do BREXIT

Os algoritmos estão "lendo" LTA em Nova York também......Goldman Sachs, um dos 3 maiores pesos do Dow Jones,  vai se segurando na sua LTA de 2 meses...desde o rally do BREXIT

Agora, vejam o gráfico maior....e uma congestão entre a faixa de 138 e 166..

Mais....vejam a MA50 colada na MA200 no tempo SEMANAL


E, por fim....vejam a LTB maior...

GS, Diário, escala logarítmica


GS, SEMANAL, escala logarítmica









A Visão de uma congestão da NASDAQ entre 4.300 e 5.250 ainda está intacta

A Visão de uma congestão da NASDAQ entre 4.300 e 5.250 ainda está intacta

Houve um ligeiro "vazamento" pra cima de 5.250....mas, nada que ainda retire por completo a visão da congestão

Se esse argumento se mantiver intacto, e, em algum momento lá na frente a congestão for rompida pra baixo, o objetivo é lá nos .3.300....portanto, a queda sera de cerca de 40% do topo.....

Essa faixa de 3.300 é pouco acima do topo de 2007, antes da Crise do Subprime.....

Vejam no segundo gráfico abaixo

Em crashes desse tipo, normalmente o setor da NASDAQ corrige "menos" do que Dow Jones e SP500......Assim. o crash no Dow Jones e SP500 poderia ser acima de 40%

NASDAQ, Semanal, escala logarítmica, período 4 anos



NASDAQ, Semanal, escala logarítmica, período 12 anos









Tanto VALE5 na Bovespa como a ADR VALE em Nova York tocam suas LTA'S e se mantém sobre elas

Tanto VALE5 na Bovespa como a ADR VALE em Nova York tocam suas LTA'S e se mantém sobre elas

VALE5, Diário, escala logarítmica



ADR VALE em Nova York, Diário, escala logarítmica






Vamos a mais curiosidades sobre LTA's....BBAS3 (Banco do Brasil ON) fecha em cima da LTA....Mas, a ADR BANCO DO BRASIL em Nova York perde no fechamento sua LTA

Vamos a mais curiosidades sobre LTA's....BBAS3 (Banco do Brasil ON) fecha em cima da LTA....

Mas, a ADR BANCO DO BRASILem Nova York perde no fechamento sua LTA

BBAS3, Diário, escala logarítmica




 ADR BANCO DO BRASIL em Nova York, diário, escala logarítmica





"EWZ", o "Bovespa operado pelos estrangeiros", perde a LTA de 2 meses, mas ainda não perde a LTA mais longa de 6 meses

"EWZ", o "Bovespa operado pelos estrangeiros", perde a LTA de 2 meses, mas ainda não perde a LTA mais longa de 6 meses


EWZ, Diário, escala logarítmica, período 4 meses



EWZ, Diário, escala logarítmica, período 6 meses






Comecem a traçar LTA's por aí e vocês verão papéis a entrar no limite do limite...nesse momento, CSNA3 (Sid.Nacional ON) está com sua LTA de 8 meses perdida

Comecem a traçar LTA's por aí e vocês verão papéis a entrar no limite do limite...

Nesse momento, CSNA3 (Sid.Nacional ON) está com sua LTA de 8 meses perdida

CSNA3, Diário, escala logarítmica, hora 15:52





Alguns papéis retardatários no rally do Bovespa.......Gerdau foi um deles......e, hoje, GFSA3 (GAFISA ON) , uma das retardatárias, toca sua LTB de 4 anos

Alguns papéis retardatários no rally do Bovespa.......

Gerdau foi um deles......

E, hoje, GFSA3 (GAFISA ON) , uma das retardatárias, toca sua LTB de 4 anos

GFSA3, Semanal, escala logarítmica