domingo, 31 de julho de 2016

"Muito longe do Olimpo: 'A Olimpíada, sem dúvida, vai prejudicar o Rio', diz escritor inglês", publicado no Jornal "O Estado de São Paulo"

Excelente "matéria-entrevista" publicada hoje a cargo da jornalista Lúcia Guimarães no Jornal "O Estado de São Paulo"

Vamos a parte dela.....link com o texto completo, aqui: http://alias.estadao.com.br/noticias/geral,muito-longe-do-olimpo-a-olimpiada-sem-duvida-vai-prejudicar-o-rio-diz-escritor-ingles,10000065869


Muito longe do Olimpo: 'A Olimpíada, sem dúvida, vai prejudicar o Rio', diz escritor inglês

Lúcia Guimarães,
O Estado de S.Paulo

30 Julho 2016 | 16h00

Quando se pensa em pompa e Olimpíada, a primeira evocação histórica joga uma sombra sinistra sobre a memória: as imagens da extraordinária cineasta Leni Riefenstahl convidada por Hitler para filmar os jogos de Berlim, em 1936. O resultado, o filme Olympia, se tornou um marco do cinema, da representação de esportes e também da propaganda nazista.

Mas a mistura de espetáculo e Jogos Olímpicos não foi inaugurada pelo Terceiro Reich. Quatro anos antes, dois organizadores de Berlim anotavam furiosamente tudo o que viam em Los Angeles, inclusive o voo de milhares de pombas sobre o Coliseu. Sim, Hollywood inventou o espetáculo olímpico hollywoodiano. O comitê organizador era integrado pelo tirano diretor de estúdio Louis M. Meyer e, toda dia, estrelas como os Irmãos Marx, Mary Pickford e Gary Cooper se revezavam no Coliseu e em festas para atletas.

Esta e outras histórias são contadas por David Goldblatt em seu recém-lançado The Games: A Global History of the Olympics (Os Jogos: Uma História Global das Olimpíadas), uma crônica fascinante e desmistificadora da Olimpíada moderna. Goldblatt é um prolífico historiador de futebol, autor do best-seller The Ball is Round: A Global History of Soccer (A Bola é Redonda: Uma História Global do Futebol), de 2006, e de Futebol Nation (Nação do Futebol), lançado em 2014, uma história do Brasil por meio do esporte.

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 “Mas o esporte global está numa crise moral marcada por casos de corrupção. A Agenda não toca na questão sobre o que é o movimento olímpico. É sobre direitos humanos? Sustentabilidade? Um legado social? Olhe para o Rio e veja o oposto acontecendo.” A seguir, trechos da conversa com Goldblatt.

Por que diz que o sucesso de Barcelona não deve ser repetido?

Barcelona se tornou um exemplo que todas as cidades candidatas quiseram imitar. Na verdade, o sucesso foi tanto que a cidade hoje está tentando limitar o número de eventos, conferências internacionais, tal a sua atração para turistas. Mas o que aconteceu em Barcelona não pode ser repetido porque a Olimpíada lá não foi catalisadora e sim a coroação de esforços que começaram 20 anos antes, com investimentos que transformaram a cidade. E não gastaram pouco nos Jogos. Calculo que, em valores atuais, a cidade gastou US$ 8 bilhões. O fato é que Barcelona era uma pérola a ser redescoberta, a cidade sofreu durante a ditadura de Franco e era o momento de reaparecer. E que outras cidades, certamente não Atlanta, podem se orgulhar de abrigar um museu de Pablo Picasso e a Fundação Joan Miró?

E Atenas seria o exemplo que não deve ser imitado?

Pobre e querida Atenas. A cidade precisava de um impulso. Estava enfrentando um aumento de população sem infraestrutura. A Olimpíada deixou umas linhas de metrô, renovou a área do Partenon e ficou ao menos um aeroporto decente. Mas a Olimpíada lá foi um desastre completo em termos de custos e acredito que ninguém é capaz de apurar quanto custou – desconfio que mais do que US$ 16 bilhões. Foi uma confluência de corrupção, péssima gestão e megalomania. Construíram demais, planejaram mal e ficaram com elefantes brancos. A Vila Olímpica não contava com acesso apropriado, virou um gueto de residentes pobres.

O seu livro é crítico da alegação de que Jogos Olímpicos deixam um legado social.

Sim. E não me refiro apenas a cidades que enfrentavam problemas graves, como é o caso do Rio. A ideia de moradia subsidiada foi virtualmente abandonada nos Jogos de Vancouver em 2010 e de Londres em 2012. A Vila Olímpica do Rio vai basicamente virar um condomínio fechado para quem pode pagar os preços daqueles apartamentos. Num aspecto mais básico, uma Olimpíada deveria inspirar crianças e a população em geral a fazer esportes e se tornar mais saudável. Londres levou isso mais a sério do que nunca. Mas pesquisas revelam que os britânicos estão se exercitando menos. Já o crescimento econômico na forma de novos turistas não se revelou expressivo para cidades-sede desde Barcelona. Olimpíadas têm beneficiado empresários da indústria imobiliária, esse foi o caso em Atlanta. E há os extremos como Socchi, na Rússia, onde o estádio basicamente construído para abrir e fechar os Jogos está sendo convertido em arena de futebol para a próxima Copa. Mas o time de casa em Socchi é tão fraco que o estádio não vai ter público depois da Copa de 2018.

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O quanto tem acompanhado o noticiário sobre os Jogos no Rio?

Eu vivo grudado na tela, acompanho tudo. A cidade está sob um escrutínio devastador. E, do jeito que os brasileiros são viciados em mídia social, tudo é exposto. Desculpe falar assim, mas ninguém esperava que o Rio não ia ser uma bagunça. Mas que desastre, hein? Não tenho dúvida de que a Olimpíada vai prejudicar o Rio. E quantas oportunidades perdidas de melhorar a cidade para os cariocas. A quem serve uma linha de metrô para a Barra da Tijuca? Uma metrópole tão disfuncional e violenta, com tanta falta de infraestrutura básica, investir na Olimpíada. Estou convencido de que vai ser uma experiência negativa para a população mais carente de investimento.

Como vê, da Inglaterra, a preocupação com terrorismo nos Jogos?

Não conheço ninguém que tenha cancelado a viagem por medo disso. Além de esperar, é claro, que nada aconteça, penso no medo que tivemos antes da Eurocopa 2016. A França temia que fosse uma oportunidade de atacar multidões. Nada aconteceu. E agora vemos a série de ataques na Alemanha e na França, em locais onde não se espera. É possível inundar o Rio com forças de segurança e devemos assistir à Olimpíada mais guardada da história. Desconfio que terroristas hoje preferem o fator surpresa.

Com a globalização e a revisão de períodos históricos que países não querem exibir, é mais difícil montar um espetáculo de abertura dos Jogos?

Sim, mas quando soube que tinham colocado Fernando Meirelles e Andrucha Waddington na direção, adorei. Cineastas brasileiros como os dois, quando acertam, acertam em cheio. Eu fui crítico do espetáculo de Londres dirigido pelo Danny Boyle. Sei que, de fora, é mais difícil notar, mas foi uma cerimônia mais inglesa do que britânica, passou ao largo da noção de império que tanto nos definiu. Mas isso é um pouco inevitável. Quando criticaram o glamour da abertura em Pequim, dirigida por Zhang Yimou, um jornalista americano comentou, com razão: “Vocês estavam esperando o quê? Os grandes expurgos comunistas?” Londres, ao menos, usou um certo humor depreciativo, e o que nós mais gostamos foi o tributo ao sistema nacional de saúde, um tesouro nosso. O Brasil tem tanta música sensacional, estou torcendo para o espetáculo de abertura não ser nostálgico e mostrar artistas contemporâneos mais arriscados.




LTB do Índice "EUR" (Euro Top100 Index)

LTB do Índice "EUR" (Euro Top100 Index)

EUR, Semanal, escala logarítmica, período 3 anos



EUR, Semanal, escala logarítmica, período 12 anos







LTB's de DAX-Alemanha, CAC-França, MIB-Itália, IBEX-Espanha e PSI-Portugal

LTB's de DAX-Alemanha, CAC-França, MIB-Itália, IBEX-Espanha e PSI-Portugal


DAX, Semanal, escala logarítmica


CAC, Semanal, escala logarítmica



MIB, Semanal, escala logarítmica



IBEX, Semanal, escala logarítmica



PSI, Semanal, escala logarítmica








sexta-feira, 29 de julho de 2016

"TED", o spread entre a taxa interbancária londrina libor de 3 meses e o título do tesouro americano de 3 meses, dá mais um salto espetacular, sobe 14% ontem, 28% na semana, fecha em 53,6 pontos-base e põe o mundo em alerta.....divisor de 50 pontos-base é superado pela primeira vez em 4 anos e meio

"TED", o spread entre a taxa interbancária londrina libor de 3 meses e o título do tesouro americano de 3 meses, dá mais um salto espetacular, sobe 14% ontem, 28%  na semana, fecha em 53,6 pontos-base e põe o mundo em alerta.....

Divisor de 50 pontos-base é superado pela primeira vez em 4 anos e meio

O último gráfico, período que engloba 30 anos, mostra o quão importante é a faixa de 50 pontos-base.....esse último gráfico não está com a atualização da última semana

TED, Diário



TED, SEMANAL, período 3 anos



TED, SEMANAL, período 7 anos



TED, MENSAL,período 30 anos













IBOV e sua LTB Longa.....Gráfico do ano....por enquanto.......vai que......

IBOV e sua LTB Longa.....Gráfico do ano....por enquanto.......vai que......

Fechamento em 57;310 pontos...máxima em 57.473

Bovespa, SEMANAL, escala logarítmica, período 10 anos





"IEEX" (Índice do Setor Elétrico) e sua LTA e no topo histórico

"IEEX" (Índice do Setor Elétrico) e sua LTA e no topo histórico

IEEX, Diário, escala logarítmica



IEEX, SEMANAL, escala logarítmica










Nasdaq em congestão 4.300-5.200......no topo da Bolha da Internet

Abaixo, os gráficos da NASDAQ e NASDAQ100

Nasdaq em clara congestão de 1 ano.....4.300-5.200......topo da Bolha da Internet em 5.132....hoje, operando em 5.165....

NASDAQ100 com topo da Bolha da Internet em 4.832......hoje, operando em 4.735

NASDAQ, Semanal, escala logarítmica



NASDAQ, MENSAL, escala logarítmica, período 20 anos



NASDAQ100, MENSAL, escala logarítmica, período 20 anos







Vamos dar início a algumas observações sobre ao que falei ontem em relação ao Balanço do Banco Bradesco e a prova de que a "Bolha de Crédito" esfacelou-se......Simples....vamos ao Guidance revisado do Banco Bradesco para 2016

Vamos dar início a algumas observações sobre ao que falei ontem em relação ao Balanço do Banco Bradesco e a prova de que a "Bolha de Crédito" esfacelou-se......

Simples....vamos ao Guidance revisado do Banco Bradesco para 2016

O Guidance revisado pode ser acessado no link :file:///C:/Users/Marcio/Downloads/636052735765349598-pressrelease-port.pdf

É na verdade um "Press-Release" com várias informações....ali no meio tem o GUDANCE 2016 anterior e o  revisado

Lembremos que os bancos normalmente tendem a ser conservadores nesses números....

Reproduzo abaixo o quadro do GUIDANCE 2016

Destaco, obviamente, as informações relativas a carteira de crédito

Observem a estimativa anterior de um aumento entre 1% a 5% para a carteira de crédito para a atual revisada de "estabilidade" para uma queda de 4%; especial atenção para a linha "pessoas jurídicas", cuja estimativa vai de queda de 7% a queda de 3%

Quando, nos últimos 3,4,5,6 anos , algum banco revisaria seus números relativos a carteira de crédito para uma estabilidade ou queda; ainda mais, uma queda de 4% ?

Pois são esses números que o Banco Bradesco apresenta em seu último relatório referentes ao quadro de crédito.
______________________

Guidance
Perspectivas do Bradesco para 2016
Este guidance contém declarações prospectivas, as quais estão sujeitas a riscos e incertezas, pois foram
baseadas em expectativas e premissas da Administração e em informações disponíveis no mercado até a
presente data. Cabe destacar que, este guidance não contempla expectativas relativas às operações do
HSBC Brasil.

(1) Carteira de Crédito Expandida;
(2) Despesas Administrativas e de Pessoal; e
(3) Inclui as receitas com recuperação de crédito.

                               




quinta-feira, 28 de julho de 2016

Vocês não têm idéia do que foi publicado hoje pelo Banco Bradesco em seu balanço.....é a prova mais cabal de que a bolha de crédito, como eu há muito tenho defendido, estourou.....acabou......se esfacelou....voltarei a falar mais, inclusive sobre o balanço do Bradesco

Vocês não têm idéia do que foi publicado hoje pelo Banco Bradesco em seu balanço.....é a prova mais cabal de que a bolha de crédito, como eu há muito tenho defendido, estourou.....acabou......se esfacelou....voltarei a falar mais no fim de semana, inclusive sobre o balanço do Bradesco

Por enquanto, Fiquem com CPM22 ao Vivo






quarta-feira, 27 de julho de 2016

O "Marketwatch" fez até um "Liveblog" com o anúncio do relatório com os resultados do último trimestre da Apple......números superaram as expectativas.........vamos ao gráfico então....uma LTB baliza o papel onde ? Na faixa de 104......alta no After-Market ? 6,8%......em 103,25

O "Marketwatch" fez até um "Liveblog" com o anúncio do relatório com os resultados do último trimestre da Apple......números superaram as expectativas.........vamos ao gráfico então....uma LTB baliza o papel onde ? Na faixa de 104......alta no After-Market ? 6,8%......em 103,25



Aqui, o link do LIVE BLOG do "Marketwatch"

http://blogs.marketwatch.com/thetell/2016/07/26/apple-earnings-expected-to-show-continued-iphone-decline-live-blog/

Aqui, os 2 gráficos da APPLE......Um triângulo descendente da APPLE com LTB em 104.....base em 90,00...

Onde leva o triângulo se furado suporte de 90 ? Em 50....

APPLE, SEMANAL, Escala logarítmica




APPLE, SEMANAL, Escala logarítmica, Período 10 anos







terça-feira, 26 de julho de 2016

FED.....sobe ou não sobe a taxa de juros ?...Agora ? Setembro ? Dezembro ?...Crash agora ou Setembro ? Ou Dezembro ? ou 2017 ?...

FED.....sobe ou não sobe a taxa de juros ?...Agora ? Setembro ? Dezembro ?...Crash agora ou Setembro ?  Ou Dezembro ? ou 2017 ?


Vamos a discussão do portal de notícias CNBC postado agora há 3 horas atrás....

http://www.cnbc.com/2016/07/26/fed-may-edge-closer-to-rate-hike.html


Fed may edge closer to rate hike

Patti Domm | @pattidomm
3 Hours Ago

The Fed could sound slightly more upbeat about the economy after its meeting Wednesday, and that could be enough to reinforce Wall Street's growing view that a rate hike is coming in December.

What the market is hoping to hear in the Fed's post-meeting statement Wednesday is how it now views Brexit and its impact on the world economy. The U.K. economy has already shown some signs of strain following the June 23 vote to exit the European Union, but U.S. data has only gotten stronger.

That's important since Fed officials cited Brexit as one of the reasons why they did not hike interest rates in June, along with the surprising weakness in May's jobs report. The jobs market has since bounced back with June's 287,000 nonfarm payrolls.

"We've got record levels of equities. We have volatility that's settled down. There's not much concern about contagion through financial institutions. The 10-year Treasury has backed up a bit. There seems to be a settling comfort that while conditions in the U.K. are not normal, it's not likely to produce much carryover here. That has the potential to influence the timing of the next Fed move. A lot of us are looking for any diagnosis of that situation," said Carl Tannenbaum, chief economist at Northern Trust. 
U.S. Federal Reserve Chair Janet Yellen
Chip Somodevilla | Getty Images
U.S. Federal Reserve Chair Janet Yellen
There is no expectation for a rate hike Wednesday, but the market odds for a September rate hike have risen to nearly 30 percent on a spate of recent data. That includes Tuesday's new home sales for June, which grew at the best pace since early 2008. 

This follows a string of better than expected indicators, such as retail sales for June and the employment report. Traders have been tracking a move up in the widely watched Citigroup economic surprise index for several weeks now, and that has been signaling the Fed could move to hike rates this year after all.

Following the Brexit vote, expectations in the Fed funds futures market were at a low point, where the market bets were even pointing to a rate cut in December and no rate hike for next year. As of Tuesday, expectations turned much higher, to a near 30 percent chance of a hike in September and a 49 percent chance for December.

"I think they at least need to put the rhetoric out there that a hike is on the table. My sense is their line of thinking before Brexit has been restored. That would mean there's at least one hike on the table this year for them," said Jack Ablin, CIO at BMO Private Bank.

The Fed may not tweak the language in its statement too much or put any new emphasis on timing. Robert Tipp, Prudential Financial head of global bonds and foreign exchange, said the Fed will also not want to trigger market volatility or a move higher in the dollar that could hurt the U.S. economy, in anticipation of a rate hike.

"I think they're going to want to try to open the door for rate hikes later in the year. It's a delicate balancing act. They don't want to sound so grim about the outlook that would lead people to believe the Fed knows something the rest of us don't," he said. "At the same time, they need to exude enough optimism to make the case that a hike is something they could get away with, but in the best interest of everyone."

The Fed is also preparing to swim upstream against a group of central banks that are expected to keep easing. The Bank of Japan this week is expected to take more action, including ETF purchases, and the Bank of England said it could ease in August while the European Central Bank may move in September.

"I think the Fed is probably not altogether happy in sensing that equity markets around the world are trading largely on expectations that no central bank will have the courage to exercise policy any time soon. We're back to the Greenspan put," Tannenbaum said.

Tipp said while he sees slightly less than a 50/50 chance of a 2016 hike, it's more likely that it will be December rather than September.

"December is much more likely than September. I think by just leaving the door cracked open to hiking interest rates, they'll be trying to keep their options open," he said. "In all likelihood, they're probably expecting European data led by the U.K. to tip over in the next couple of months," he said. "I think optimistically they would see U.S. growth powering right through and Europe getting less worse than feared."

Some analysts believe there could be market volatility around the November presidential election, and that's another reason the December meeting would be more likely.

Some Fed watchers said there could be better opportunities than the meeting statement to find out what the Fed was thinking. Fed Chair Janet Yellen should be at the Fed Jackson Hole Symposium at the end of next month, and that should be a good forum if she wants to tweak the message, since more data will be available.

"They could come up with other ways to make it sound like they're more confident. I think the statement is going to sound a little less dire, but I'm not sure it's going to sound so strong," said Michael Hanson, senior economist at Bank of America Merrill Lynch. "The minutes matter more."

Besides the 2 p.m. release of the Fed statement, there are durable goods orders at 8:30 am. and pending home sales at 10 a.m.

Earnings are expected in the morning from Boeing, Coca-Cola, Deutsche Bank, GlaxoSmithKline, Comcast, Mondelez, Fiat Chrysler, Nissan, Norfolk Southern, Northrop Grumman, Dr. Pepper Snapple, Six Flags, Anthem, State Street and Nintendo.

After the bell, results are expected from Facebook, Amgen, Marriott, Vertex Pharmaceuticals, Whole Foods, Groupon, The Cheesecake Factory, GoPro and Pioneer Natural Resources.


O Renomado site americano "ZEROHEDGE", talvez um dos 10 mais lidos por todo o mercado financeiro, abre um post exclusivo hoje sobre a dinâmica altista do "TED", parâmetro que o blog usa , fala e discute com uma certa frequência....


O Renomado site americano "ZEROHEDGE", talvez um dos 10 mais lidos por todo o mercado financeiro, abre um post exclusivo sobre a dinâmica altista do "TED", parâmetro que o blog usa , fala e discute com uma certa frequência....uma honra o "zerohedge" sinalizar a devida importância que o TED tem nos dias de hoje, assim como o blog o faz

Apenas pra complementar antes  do texto completo postado no "zerohedge"...

É importante dizer que muitas vezeso risco sistêmico e inerente aos mercados financeiros não está no VIX ou na enxurrada de liquidez que os Bancos Centrais têm oferecido....e sim no TED....

Vamos ao texto, cujo título é : " O que significa a alta rápida e repentina do TED  ?

Destaquei alguns parágrafos....no link tem os gráficos também

Detalhe.....voltamos a falar no TED exatamente ontem...

http://www.zerohedge.com/news/2016-07-26/what-sudden-spike-ted-spread-really-means


What The Sudden Spike In The TED-Spread Really Means

Tyler Durden's picture
by Tyler Durden
Jul 26, 2016 7:23 PM

Historically, blowing out short-term funding rates, whether measured by the TED Spread (the difference between LIBOR and 3 month TSYs), or the 3 month FRA-OIS spread, have been an indicator of funding stress and heightened systemic risk. This had been the case as long as 2010, around the time of the first Greek bailout, when rapid moves in such spreads suggested that the ECB was losing the war (it was, until Draghi's infamous "Whatever it takes" speech), and as recently as last December, when as a result of the tumultuous moves in China, the TED Spread blew out to multi-year wides.

The reason this is once again topical is because as the chart below shows, the TED-spread, which barely moved in the aftermath of Brexit, has moved sharply wider over recent days, prompting some to ask if despite record highs in the S&P500, there isn't yet another unnoticed troubling liquidity or funding situation developing behind the scenes.





However, as we discussed previously when we observed the sharp move in swap spreads, this may be the one time when the move wider in funding indicators happens to be perfectly inocuous and has to do with a change in the regulatory encironment instead of indicating some unseen liquidity threat.

As Goldman's Elad Pashtan writes, in the aftermath of the United Kingdom’s vote to leave the European Union, investors and policymakers have kept a close watch on funding markets for any signs of financial stress. These fears did not materialize - courtesy of the rapid promises by central banks to intervene and propr up asset prices - and most global equity markets, including those in the US, have since more than recovered their post-Brexit losses. However, Goldman cautions, in recent days indicators of financial stress have perked up notably. For example, the 3-month FRA/OIS spread—a gauge measuring the difference between forward 3-month Libor and OIS rates—rose sharply, reaching its highest levels since the depths of the European sovereign debt crisis (Exhibit 1, left scale). Other measures of dollar funding costs, including commercial paper rates and cross-currency basis swap spreads, have also turned higher (Exhibit 1, right scale).



And while unexpected increases in banks’ dollar funding costs can be a sign of financial market stress, other market indicators paint a more sanguine picture. For example, credit default swap rates for the Libor panel banks have actually edged down in recent days, and remain well below levels that prevailed during the European sovereign debt crisis (Exhibit 2).



As noted earlier in the day, rather than signaling dollar funding stress, the recent increases in money market rates likely relate to soon-to-be enacted money market regulation.

On October 14, 2a-7 money fund reforms will require some prime money market mutual funds (those that invest in non-government issued assets) to float their net asset value (NAV) or, under certain circumstances, to impose redemption gates and liquidity fees on redemptions. Rather than face these regulatory constraints, many investors have started pulling assets from prime funds, and a number of prime funds have converted to government-only funds (which are exempt from these regulations). Since late-2015 alone, prime fund assets have declined by nearly $450 billion, reducing the supply of dollars that funded private sector short-term liabilities (Exhibit 3).



Adding to the impact of the decline in prime fund assets, the behavior of the remaining prime funds has also pressured shorter-tenor funding rates. As part of the 2a-7 reforms, prime funds are required to hold at least 30% of their assets in securities that are convertible to cash within 5 business days, or otherwise face either liquidity fees and/or redemption gates. In anticipation of these changes, many prime funds have lowered the weighted average maturities (WAM) of their assets in recent months, reducing the supply of dollars available at longer tenors (Exhibit 4).


Goldman's conclusion:

We do not think recent money market volatility will worry policymakers at this stage. However, Fed officials are likely to keep close tabs on how the 2a-7 reforms impact the usage of the RRP facility. As money market assets continue to shift into government-only mutual funds—many of which have access to RRP—it is likely that facility usage will rise. Indeed, we think that these money fund reforms are a key reason why Fed officials have yet to cap the RRP facility, despite previous communications suggesting discomfort with currently uncapped levels. Accordingly, we do not expect the Fed to announce a cap to the RRP facility until after the October 14 2a-7 compliance deadline, at the earliest.

In this specific case, we agree with Goldman, however the implication is somewhat disturbing. Now the regulatory intervention is set to pressure what have traditionally been reliable metrics indicative of funding stress and systemic risk, among them swap spreads, the TED-Spread and the FRA-OIS spread, the market is about to lose perhaps the last metric indicative of underlying tensions. After all, with central bank intervention having broken all conventional signalling pathways (recall that as of this moment global is QE Running At Record $180 Billion Per Month and Rising), including equities, corporate bonds and Treasuries, there will no longer be any reliable sources hinting at fundamental risk in the market, certainly for the short-term and perhaps over an indefinite amount of time.



We can only hope that central banks don't make a mess of things in the near future, as differentiating between the signal of real market stress and the noise resulting from the shift due to 2a-7 reform, will now be impossible, and thus it will also be impossible to gauge if there is something truly broken with the market, at least until such a "breakage" becomes all too apparent for everyone to see.




"Fronteiras da ilusão", por José Paulo Kupfer, no Jornal "O Estado de São Paulo"

Muito bom o artigo publicado hoje no Jornal "O Estado de São Paulo" do jornalista de Economia, José Paulo Kupfer

http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,fronteiras-da-ilusao,10000064952


Fronteiras da ilusão

Uma onda de otimismo vem ganhando corpo na economia brasileira. Mesmo em meio às incertezas econômicas globais, notadamente depois do Brexit, reafirmadas na reunião do G-20, neste fim de semana, na China, começam a se disseminar avaliações de que, no Brasil, o pior da recessão já passou e uma retomada razoavelmente vigorosa do crescimento aponta na linha de um horizonte não tão distante.
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José Paulo Kupfer

26 Julho 2016 | 05h00

São pelo menos dois os movimentos que alimentam essa expectativa. O primeiro tem origem na noção, muitas vezes historicamente confirmada, de que os mercados financeiros antecipam as mudanças de direção na economia real. A Bolsa de Valores, sem dúvida, registra sucessivas altas desde o início do ano, assim como a taxa de câmbio apresenta persistente tendência de valorização.
O outro ponto de incentivo ao otimismo deriva de uma bem-sucedida estratégia empreendida pelo governo, que consiste em anunciar intenções e políticas em sintonia com os desejos de setores empresariais e do mercado financeiro, deixando as medidas concretas, eventualmente impopulares, para serem conferidas depois da votação do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff e do fim da interinidade do presidente em exercício Michel Temer. Completa o quadro favorável a uma visão mais cor de rosa do futuro da economia a esperança de um retorno à normalidade da rotina parlamentar, depois da eleição de um político “tradicional” e aliado, caso de Rodrigo Maia (DEM-RJ), para a presidência da Câmara dos Deputados.

Há, contudo, riscos de que um excesso de otimismo alcance as fronteiras da ilusão, sobretudo naquelas análises que antecipam uma recuperação mais rápida da economia. Se, de fato, são visíveis os sinais de que a atividade econômica está batendo no fundo do poço, não são menos consistentes as evidências de que a já previsível retomada deve se dar de forma mais gradual e menos pronunciada. Quanto ao desempenho dos mercados de ativos, seria recomendável descontar os efeitos acidentais da inundação de liquidez, com características patológicas, que volta a assolar a economia global e deságua em mercados emergentes com juros atraentes e ativos desvalorizados.

Analistas de conjuntura de grande prestígio, como o economista Affonso Celso Pastore e os responsáveis pelo Boletim Macro, publicado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre-FGV), entre outros, sustentam essa perspectiva não tão risonha. Eles alegam, por exemplo, que, dessa vez, o consumo das famílias, que responde por quase dois terços do Produto Interno Bruto (PIB), não desempenhará o papel de motor da retomada, diferentemente do que ocorreu em 2010, na saída da recessão de 2008/2009. Ao lado do endividamento familiar ainda não equacionado, a taxa de desemprego, ao manter perspectivas de elevação, nos próximos meses, mesmo com a economia deixando de piorar, operará como fator inibidor das compras e do impulso da economia.
Também o investimento em capital fixo apresenta restrições a uma expansão acima da curva. Fora o que possa ser obtido com novas obras de infraestrutura, sua contribuição mais imediata para empurrar a economia ladeira acima tende a ser lateral. As decisões de novos investimentos esbarram tanto na deteriorada situação financeira das empresas e em suas margens de lucro ainda comprimidas quanto na necessidade natural de ocupar a capacidade ociosa existente antes da injeção de recursos na expansão dos negócios.

Setor externo e consumo do governo, os demais componentes da demanda agregada, não devem, igualmente, fazer diferença. Uma suposta expansão desse último contrariaria o esforço de contenção dos gastos públicos prometido pelo governo em exercício e, no que diz respeito às exportações líquidas, diante da tendência de valorização do real ante o dólar, sua contribuição ao PIB, pelo menos até que algum tipo de competitividade mais estrutural seja alcançada, igualmente tende a ser ainda mais complementar.




segunda-feira, 25 de julho de 2016

Gráficos "TED".....Spread entre a Libor de 3 meses e os títulos do tesouro americano de 3 meses..........

Gráficos "TED".....Spread entre a Libor de 3 meses e os títulos do tesouro americano de 3 meses..........

Acima de 50-60 pontos-base, o cenário é completamente diferente, cenário de "risco-crédito"....por enquanto, estamos em 41 pontos-base


TED, SEMANAL, Escala logarítmica, período 5 anos




TED, SEMANAL, Escala logarítmica, período 8 anos






LTB's espalhadas pela Europa....."EUR" (Euro 100 Top Index), DAX-Alemanha, CAC-França, MIB-Itália e IBEX-Espanha

LTB's espalhadas pela Europa....."EUR" (Euro 100 Top Index), DAX-Alemanha, CAC-França, MIB-Itália e IBEX-Espanha


"EUR" (Euro 100 Top Index), Semanal, escala logarítmica


DAX Semanal, escala logarítmica



CAC, Semanal, escala logarítmica




MIB, Semanal, escala logarítmica



IBEX, Semanal, escala logarítmica







A Hora da Verdade para a Europa....e o mundo ?,,,,índice "EUR" (Euro Top 100 Index) toca nesse exato momento uma LTB de 1 ano com MA50 colada na MA200 no SEMANAL

A Hora da Verdade para a Europa....e o mundo ?,,,,índice "EUR" (Euro Top 100 Index) toca nesse exato momento uma LTB de 1 ano com MA50 colada na MA200 no SEMANAL

Abaixo, 3 gráficos....o primeiro com o destaque da LTB....

Os outros 2 , para destacarmos a situação da MA50 (Linha azul) embicada pra baixo e colada a MA200.......

Nos últimos 12 anos, o cruzamento da MA50 para baixo sobre a MA200 somente aconteceu 2 vezes...no Crash de 2008 e em meados de 2012.....em 2012, meses antes houve um cruzamento pra cima......agora, a dinâmica parece uma queda rápida da MA50......uma outra dinâmica


EUR, Semanal, escala logarítmica



EUR, Semanal, escala logarítmica


EUR, Semanal, escala logarítmica









domingo, 24 de julho de 2016

Eu disse que o índice "IMOB" havia finalizado, tecnicamente, o seu BEAR-MARKET de 6 anos, pois havia rompido o topo anterior de longo prazo....a visão pessimista recai sobre o índice estar colado também a última LTB...porém, o IFIX (índice de fundos imobiliários) rompeu topo histórico

O título foi post foi longo....

Mas, é essencialmente a visão que temos agora do IMOB...

Último topo de longo prazo ali na faixa de 628 foi rompido.....o IFIX, indice de fundos imobiliários tem seu topo de 2013 na faixa de 1.620 também rompido....

Assim.....nesse caso, a visão otimista de que acabou o BEAR-MARKET do IMOB...

Por outro lado, a visão pessimista recai sobre a LTB LONGA destacada abaixo do IMOB....passa ali por volta de 675....índice fechou em 659, com máxima em 661 na semana passada


IMOB, SEMANAL, Escala logarítmica



IFIX, SEMANAL, Escala logarítmica






Bovespa - Final de Semana e sua longa LTB de 6 anos ainda não rompida... e o índice "BZQ", "Hedge do Bovespa operado pelos estrangeiros", ligado por 3 fundos descendentes de forma perfeita

Mais uma semana forte para o Bovespa

Índice fechou na última sexta-feira em 57.000 pontos. 

Nesse momento, depois de LTB'S curtas e de 3 anos rompidas, temos pela frente apenas 1 LTB Longa, aquela que vem de 2010, de 6 anos

Destaco 5 gráficos de 5 plataformas gráficas com as respectivas LTB's de longo prazo, as LTB'S de 6 anos para cada gráfico.....a última que define o Bovespa e o coloca praticamente no final ou não de seu BEAR-MARKET de 6 anos

Todas as 5 plataformas gráficas mostram o índice ainda abaixo da LTB....2 delas, a do "Investing" e "barchart", mostro também o tempo MENSAL

"Olhando com lupa", hoje, dependendo da plataforma, ela passa nos 57.200-57.300, máxima da semana passada, ou 57.500, ou mesmo 58.000...Ou seja.....Bovespa ainda não rompeu em nenhuma das 5 plataformas abaixo, , a LTB Longa.....

Índices IEEX em topo histórico....ICON e IFNC superaram seus topos históricos....IMAT e IMOB ainda longe....IMOB rompeu o último topo de longo prazo, o que indica, tecnicamente, como já disse em outro post, o final de seu BEAR-MARKET de 6 anos

57.500-58.000 é outro divisor-pivot de longo prazo importante para o Bovespa....

58.800 é o último topo de longo prazo, portanto, também um balizador para o fim do BEAR-MARKET do Bovespa de 6 anos...

Curiosamente, o último gráfico corresponde ao BZQ, "Hedge do Bovespa operado pelos estrangeiros"....

Ele mostram 3 fundos ligados, o que pode indicar uma nova e forte perna de alta à frente, pressionando o Bovespa

Suportes do Bovespa: 56.500, 56.000, 55.500,55.000 e 54.000
Resistências em 57.200, 57.500 e 58.000


Bovespa, SEMANAL, Escala logarítmica, período 10 anos



Bovespa, SEMANAL, Escala logarítmica, período 10 anos



Bovespa, SEMANAL, Escala logarítmica, período 12 anos



Bovespa,MENSAL, Escala logarítmica, período 12 anos




Bovespa, MENSAL, período 15 anos




Bovespa, SEMANAL, Escala logarítmica, período 12 anos




BZQ, SEMANAL, Escala logarítmica, período 12 anos









sábado, 23 de julho de 2016

O mito do topo rompido no "DJW" (Dow Jones Global Index)......ou....é sempre bom ler Karl Popper

O mito do topo rompido no "DJW" (Dow Jones Global Index)......ou....é sempre bom ler Karl Popper

Topo histórico rompido de 2008 em 2014......correção.....faz um novo topo histórico em 2015....correção forte de mais de 20% que leva o DJW para níveis bem inferiores a 2008....e não faz novos topos.....e sim topos e fundos descendentes


DJW, Semanal, escala logarítmica, período 12 anos



DJW, Semanal, escala logarítmica, período 05 anos












"O que esperar do FED semana que vem", por Marketwatch

Do site "Marketatch", publicado ontem:

Título: "O que esperar do FED semana que vem"

http://www.marketwatch.com/story/what-to-expect-in-the-fed-statement-next-week-2016-07-22

What to expect in the Fed statement next week

By Greg Robb
Published: July 22, 2016 2:16 p.m. ET
Greater chance any September rate hike signaling would come in minutes

WASHINGTON (MarketWatch) — The Federal Reserve is expected to hold interest rates steady at its meeting next week and refrain from signaling about a possible September rate hike due to continued uncertainty about the outlook for the economy in the second half of the year.

The Fed will meet on Tuesday and Wednesday. Because Fed Chairwoman Janet Yellen will not hold a press conference, all eyes are on the policy statement to be released at 2 p.m. after the talks conclude.

The Fed hiked rates last December but has refrained from moving ever since, unsure about the financial market turmoil at the beginning of the year, the lackluster growth in the first quarter. This caution was compounded by the decision late last month by U.K. voters to leave the European Union.

“I’m not sure they’re quite ready to signal the coast is clear,” said Michael Feroli, chief U.S. economist for J.P. Morgan Chase.

The Fed statement “won’t rock the boat, he added.

“Though the data and backdrop have improved...downside risks remain and the outlook is uncertain, said Michael Hanson, senior global economist at Bank of America, in New York.

The big debate among Fed watchers is whether the U.S. central bank will find some way to signal that it is inching closer to a rate hike at its next meeting on the two-day meeting ending Sept. 21.

Over the last six weeks, many Fed officials said they remain open to raising rates this year, which most analysts said was most likely to come in December.

Read: Flood of Fed speeches point to December interest-rate hike

The statement is not expected to include explicit language pointing to September.

Bank of America’s Hanson said there is a “greater chance” that the minutes will sound more upbeat on the potential for a September rate hike, much as the April minutes did to signal the potential for a rate increase in June, which ultimately didn’t happen.

The July minutes will be released on Aug. 17.

At the moment, futures markets still think a September rate hike is unlikely.

Fed fund futures, used by investors to bet on the timing of Fed rate hikes, were pricing in only a 19.8% chance of a rate hike in September, according to the CME Group’s FedWatch tool. The odds rise to 40% at the December meeting.

Lacking any explicit statement, any signal will be in the eye of the beholder, Feroli noted.

The Fed policy statement is likely to say that the U.S. labor market is on better footing than it did in the last statement in June.

Hanson said the statement might cite “cumulative progress” toward its goal of full employment and steady inflation.

In its prior statement in June, after a dismal May job report, the Fed said “job gains have diminished.”

The Fed will likely stick to “pretty minor changes,” Feroli said.




sexta-feira, 22 de julho de 2016

quinta-feira, 21 de julho de 2016

"Fed mostra confiança em alta de juros ainda neste ano", por Jornal "Valor"

Crédito: Jornal "Valor", notícia publicada ontem, 20-07-2016

http://www.valor.com.br/financas/4639795/fed-mostra-confianca-em-alta-de-juros-ainda-neste-ano


20/07/2016 às 05h00 

Fed mostra confiança em alta de juros ainda neste ano

 As autoridades do Federal Reserve (o BC dos EUA) parecem mais confiantes em relação a uma alta das taxas de juros antes do fim do ano, possivelmente já em setembro, agora que os mercados financeiros se estabilizaram depois da decisão do Reino Unido de deixar a União Europeia (UE) e com a economia dando sinais de aceleração.
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Em 2008, a euforia era a mesma...o exemplo era Gafisa sendo negociada a 40 reais antes da "divisão".....hoje, o equivalente a 20 reais.....papel GFSA3 hoje vale 2,25....perdeu 90%....mantemos a posição.....não há nada que justifique.....destaco uma exceção...Petrobrás.....

Em 2008 a euforia era a mesma...o exemplo era Gafisa sendo negociada a 40 reais antes da "divisão".....hoje, o equivalente a 20 reais.....papel GFSA3 hoje vale 2,25....perdeu 90%....

Mantemos a posição.....não há nada que justifique.....destaco uma exceção...Petrobrás.....claro...no âmbito Brasil....não que ache que não haverá uma correção para os papéis da Petrobrás........

de resto.........

Tem pra todos os gostos.....

Jackson Five
RPM
Queen
Pink

Me permitam colocar o último destaque.....GP Brasil de Turfe de 1995....80 mil pessoas no Hipódromo da Gávea, RJ......O maior GP Brasil de todos os tempos....o maior público desde 1934.....início do Plano Real....o GP Brasil daquele ano teve dotação de US$ 1 milhão.....vieram cavalos dos EUA, França, Argentina, Chile...os melhores de todo o mundo.....fato que nunca ocorrera em toda a história do turfe brasileiro nos últimos 50 anos....Eu estava lá !!....Faltando 10 minutos para a largada, ninguém se mexia nos seus lugares.....não havia mais espaço para ninguém no Hipódromo da Gávea

Como eu disse.......a euforia não dura muito



















quarta-feira, 20 de julho de 2016

"Construtora PDG paralisa obras enquanto renegocia dívida bilionária", por Jornal "O Estado de São Paulo"

Chegou a hora ?

Vejam título da matéria do Jornal "O Estado de São Paulo" de hoje:

Construtora PDG paralisa obras enquanto renegocia dívida bilionária....Com débitos que somam R$ 5,4 bilhões e apenas R$ 373 milhões em caixa, companhia depende de renegociação com quatro grandes bancos para evitar recuperação judicial

Matéria completa em http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,construtora-pdg-paralisa-obras-enquanto-renegocia-divida-bilionaria,10000063871







        

Uma nova visão do Bovespa com sua LTB nos fechamentos.......junto, coloco o BZQ, "Hedge do Bovespa operado pelos estrangeiros" e uma linha inferior de base perfeita......e mais o "dólar x real" em faixa forte de 3,25.....reflexão pura sobre qual a direção que o Bovespa vai tomar

Risco zero ?
Bancos em euforia ?
IEEX no topo histórico....
Construtoras revivendo esperanças com financiamento da Caixa de 3 milhões ????....Casa , apartamento ou mansão ?

Abaixo, 3 gráficos que se cruzam.....interagem.....interrelacionam...

Bovespa....
BZQ, "Hedge do Bovespa operado pelos estrangeiros"
Dólar x Real

Uma nova visão do Bovespa com sua LTB nos fechamentos.......

Junto, coloco o BZQ, "Hedge do Bovespa operado pelos estrangeiros" e uma linha inferior de base perfeita......

E mais o "dólar x real" em faixa forte de 3,25.....

Reflexão pura sobre qual a direção que o Bovespa vai tomar

Bovespa, SEMANAL, Escala logarítmica, GRÁFICO EM LINHA




BZQ, SEMANAL, Escala logarítmica




Dólar x Real, MENSAL, 20 anos





segunda-feira, 18 de julho de 2016

Ãh ?......Netflix acaba de cair 15% no after-market depois da publicação dos seus resultados no ultimo trimestre, mostrando um acréscimo de clientes bem abaixo do esperado....mas olhem a LTB dela......e o gráfico de 10 anos....

Ãh ?......Netflix acaba de cair 15% no after-market depois da publicação dos seus resultados no ultimo trimestre, mostrando um acréscimo de clientes bem abaixo do esperado....mas olhem a LTB dela...

Antes, matéria do "Marketwatch".....e o gráfico do after-market:

http://blogs.marketwatch.com/thetell/2016/07/18/netflix-earnings-to-answer-concerns-about-subscriber-growth-live-blog/


Netflix stock plunges as earnings show price increase hurting growth: Live blog
July 18, 2016, 3:46 PM ET

Netflix Inc. NFLX  reported second-quarter earnings Monday after the market closed, and the video-on-demand company saw its stock plummet more than 15% after subscriber growth came up well short of internal and analyst projections. Analysts tracked by FactSet expected Netflix to add 532,000 new subscribers in the U.S. and 2.10 million internationally, which would total about 2.46 million net adds after factoring in a decline in DVD subscriptions. Netflix expected 2.5 million, but instead added 160,000 in the U.S. and 1.52 million overseas, a total of less than 1.7 million. MarketWatch reporter Trey Williams (@Trey3Williams) and Tech Editor Jeremy C. Owens (@jowens510) will live blog Netflix’s earnings release as well as the subsequent conference call with executives including Chief Executive Reed Hastings, which is expected to start at 5 p.m. Eastern time.


Gráfico, pós after-market


NFLX, Semanal, escala logarítmica....gráfico de fechamento, antes do after-market



NFLX, Semanal, escala logarítmica....período 10 anos







PDGR3 também se aproxima de uma LTB Longa



PDGR3 também se aproxima de uma LTB Longa....passsando ali na faixa de 4,60...uma forte resistência em 4.41

PDGR3, Semanal, escala logarítmica





Goldman Sachs, um dos 3 maiores pesos do Dow Jones, toca sua MA200 no tempo diário, depois de uma alta de 20% de seus papéis em menos de 20 dias....Vejam também sua LTB Longa

Goldman Sachs, um dos 3 maiores pesos do Dow Jones, toca sua MA200 no tempo diário, depois de uma alta de 20% de seus papéis em menos de 20 dias

Vejam também sua LTB Longa

GS, Diário, escala logarítmica





GS, SEMANAL, escala logarítmica