sábado, 30 de abril de 2016

Bovespa não rompe a LTB de 2 anos, mas cunha ascendente ainda perfeita

Bovespa voltou a fazer um novo pivot de alta no meio da semana ao romper a faixa de 54.000 pontos e ir direto aos 55.000

Assim, depois da faixa de 52.500, o Bovespa encontra uma nova forte faixa de resistência, a de 54.500-55.000

Fechamento da semana, inclusive, foi abaixo, não somente dessa faixa, como abaixo do 54.000; fechamento na sexta-feira em 53.900, queda de 0,74%

Índice, como podemos ver no primeiro gráfico abaixo, ainda com a Média Móvel Exponencial de 13 (linha verde) cruzada pra cima sobre a Média Móvel Exponencial de 21 períodos (linha azul) , portanto, ainda em modo COMPRA no diário.

MACD cruzado em compra no diário e no SEMANAL (Visto no segundo gráfico abaixo)
Histograma acima da "linha zero", tanto no diário, como no SEMANAL; assim, também em modo COMPRA no diário e SEMANAL.

Outro ponto interessante a ser observado é a cunha ascendente que venho monitorando; novamente ela foi resvalada ali na linha superior na máxima da semana, quando o Bovespa resvalou nos 55.000

Dentro da cunha, temos a LTA passando ali na faixa de 50.000 na próxima segunda-feira.

IFR14 no tempo diário começa a apresentar fortíssimas divergências baixistas como destacado abaixo

Idem para MACD e histograma

Bovespa, diário, escala logarítmica




Quando olhamos para o tempo SEMANAL abaixo, ampliamos a imagem e vemos que aquela LTB longa de 2 anos que vem da faixa de 62.400 que também venho monitoando nao foi rompida no fechamento da semana......ela foi rompida no intraday da quinta, mas ontem "brigou" com ela, mas no fechamento "parou em cima"

Não é dado pra ser descartado......

Temos fortes divergências baixistas de IFR14 no diário, 1 faixa importante tocada ao longo da semana, a faixa de 54.500-55.000.....agora, essa LTB longa tocada na semana passada e respeitada no fechamento dessa semana.

Suportes em 53.500, 52.500, 52.000, 51.750, 51.200-51.300, 50.800-51.000
Resistências em 54.000, 54.500, 55.000 e 56.000

Bovespa, SEMANAL, escala logarítmica












sexta-feira, 29 de abril de 2016

Dow Jones e SP500 perdem a LTA curta....VIX rompe LTB curta

Dow Jones e SP500 perdem a LTA curta....

VIX, Hedge do SP500 rompe LTB curta

Dow Jones, diário, escala logarítmica



SP500, diário, escala logarítmica




VIX, diário, escala logarítmica







quinta-feira, 28 de abril de 2016

Vamos ao que interessa......"Provisão para devedores duvidosos" do Banco Bradesco explode e aumenta 30% em relação ao 4T-2015 e 52% em relação ao 1T-2015

Foi publicado o Balanço do Banco do Bradesco agora pela manhã.....

Conforme o próprio press release do Banco:

O Lucro Líquido Ajustado, no 1º trimestre de
2016, foi de R$ 4,113 bilhões (redução de 3,8%
em relação ao Lucro Líquido Ajustado de
R$ 4,274 bilhões no mesmo período de 2015),
correspondendo a R$ 3,52 por ação e
rentabilidade de 17,5%(2) sobre o Patrimônio
Líquido Médio Ajustado(2)


Mas, vamos nos ater a linha "Provisão para Devedores Duvidosos"



Visto com "lupa" no Balanço e como consta no próprio relatório do banco:

"Provisão para devedores duvidosos" do Banco Bradesco explode e aumenta 30% em relação ao 4T-2015 e 52% em relação ao 1T-2015


Provisão para Devedores Duvidosos (1)

No 1º trimestre de 2016, a despesa de provisão para
devedores duvidosos totalizou R$ 5.448 milhões,
registrando uma variação de 30,0%, ou
R$ 1.256 milhões, em relação ao trimestre anterior, e
52,2%, ou R$ 1.868 milhões, em relação ao mesmo
trimestre de 2015, impactada, em grande parte:

 (i)
pelo efeito do alinhamento do nível de
provisionamento de operações com clientes
corporativos, com destaque a um caso específico,
cujo o agravamento de rating, impactou em
R$ 836 milhões; 

e (ii) pela elevação da inadimplência
no trimestre, decorrente, principalmente, da
desaceleração da atividade econômica. Ressalta-se
que, o saldo das operações de crédito – conceito
Bacen manteve-se estável no ano e, no trimestre,
registrou diminuição de 3,6%.
Os efeitos do crescimento da inadimplência foram
mitigados pelo fortalecimento da política e dos
processos de concessão de crédito, da qualidade das
garantias obtidas, bem como do aprimoramento dos
processos de recuperação de crédito. Destaca-se
que, a partir deste trimestre, passou a ser utilizado o
efeito da valoração do sistema de gestão de garantias
para o provisionamento das operações com veículos,
cuja alteração não produziu efeitos relevantes na
despesa de provisão para devedores duvidosos.

Análise Resumida do Resultado Ajustado

Índice de Inadimplência (1) (2)

Índice de Inadimplência acima de 90 dias

Conforme previsto, o índice de inadimplência,
compreendendo o saldo das operações com
atrasos superiores a 90 dias apresentou aumento
no trimestre, decorrente: 

(i) da continuidade da
conjuntura econômica desfavorável, com impacto
na qualidade da carteira de crédito, principalmente,
nas Micro, Pequenas e Médias Empresas;

 e (ii)
pela redução da carteira de crédito no 1º trimestre
de 2016, inclusive, também, nas Micro, Pequenas
e Médias Empresas.

Índice de Inadimplência de 15 a 90 dias

No trimestre, a inadimplência de curto prazo,
compreendendo as operações vencidas de 15 a 90
dias, apresentou crescimento, impactado, em
parte, devido:

 (i) a questões sazonais do início de
ano; 

e (ii) a casos pontuais de clientes
corporativos.



Ontem, o CRB Commodities finalmente tocou sua MA200

Ontem, o CRB Commodities finalmente tocou sua MA200....semana passada havia resvalado....ontem, de fato tocou, ao bater na máxima 182,90......a MA200 passa ali por volta de 182,75

CRB, Diário






Estou com problemas em postar no blogspot.com

Estou há 2-3 dias com dificuldades em postar na plataforma sob a qual .está o blog....

Estou tentando um "outro atallho".....

terça-feira, 26 de abril de 2016

Com um aviso de um leitor do blog, aqui vai o gráfico que mostra o tamanho do volume mensal que marcou o mercado futuro de commodities nos últimos 2 meses......especulação ? Alavancagem "elevada a décima potência" ?

Com um aviso de um leitor do blog, aqui vai o gráfico que mostra o tamanho do volume mensal que marcou o mercado futuro de commodities nos últimos 2 meses......especulação ? Alavancagem "elevada a décima potência" ?


O Gráfico está abaixo......






O link para a discussão e reflexão desse movimento pode ser visto aqui, por indicação do leitor:

http://www.businessinsider.com.au/bank-of-america-watch-out-for-another-chinese-commodities-crash-2016-4


Ou no "zerohedge.com":  http://www.zerohedge.com/news/2016-04-26/china-commodity-bubble-bursts-exchanges-curb-goldmans-biggest-concern


Abaixo, reproduzo parte da matéria:

"China Commodity Bubble Bursts As Exchanges Curb Goldman's "Biggest Concern"
Tyler Durden's pictureSubmitted by Tyler Durden on 04/26/2016 12:40 -0400


Goldman Sachs has expressed its concern about the surge in speculative trading in iron ore futures in China, saying that daily volumes are now so large that they sometimes exceed annual imports.

The increase in futures trading in the world’s largest importer was among factors that have lifted prices, according to a report from analysts Matthew Ross and Jie Ma received on Tuesday. Iron ore volumes traded on the Dalian Commodity Exchange are up more than 400 percent from a year ago, they said.

“While increased fixed-asset investment in China, a bring-forward of steel production (ahead of a government curtailment) and mining disruptions help to explain the strong rally in the iron ore price, the one driver that concerns us the most is the increased speculation in the Chinese iron ore futures market,” they wrote.......

As we said ast week, eventually, the excesses will need to be curbed and maybe that starts a new phase of risk-off within China: As one local trader put it:

  
“The market is moving so quickly, yesterday felt just like the stock market in June last year before the crash... I think how it goes up, that’s how it will come down.""







BBDC4 e ITUB4 no tempo "60 minutos"

BBDC4 e ITUB4 no tempo "60 minutos"

BBDC4, tempo "60 minutos", escala logarítmica,hora Brasília 11:40




ITUB, tempo "60 minutos", escala logarítmica, hora Brasília 11:40








segunda-feira, 25 de abril de 2016

IBM e sua LTB de 2 anos e meio

IBM e sua LTB de 2 anos e meio

IBM, Semanal, escala logarítmica






BBDC4, SANB11 e MRVE3 perdem LTA-3 meses...CIEL3, PETR4 e BRFS3 brigam com ela

Vamos fazer um acompanhamento de 6 papéis de segmentos distintos....somam cerca de  21% do Bovespa

Na verdade, 3 do setor financeiro, 1 da construção civil, 1 do setor de consumo e 1 do setor de energia (petrolífera)

3 deles perderam suas LTA'S de 3-4 meses.....casos de BBDC4, SANB11 e MRVE3....

Outros 2 papéis já estão brigando com LTA'S desse período.

1 papel, "BRFS3" (BRF ON), está brigando com uma LTA de 4 anos.....no caso da BRFS3, o que parece ficar cada vez mais claro é que ela vai armando uma "pá de cal" pra baixo.......perdeu uma LTA marcada abaixo......está brigando com uma segunda, que veio logo em seguida.....vamos acompanhar


BBDC4, diário, escala logarítmica



SANB11, diário, escala logarítmica




MRVE3, diário, escala logarítmica





CIEL3, diário, escala logarítmica




PETR4, diário, escala logarítmica



BRFS3, Semanal, escala logarítmica










SP500 futuro e Dow Jones futuro também com LTB'S no tempo "60 minutos

"SP500 futuro" e "Dow Jones futuro" também com LTB'S no tempo "60 minutos


"SP500 futuro, "tempo 60 minutos", escala logarítmica




"Dow Jones futuro, "tempo 60 minutos", escala logarítmica







Bovespa -LTB no "tempo 60 minutos".....LTA no tempo diário

Não há como fugir no curtíssimo prazo...

Uma LTB no tempo "60 minutos" balizando o índice Bovespa

Uma LTA no tempo diário cada vez mais próxima

Suportes em 51.200-51.300, 51.000, 50.800 e 50.000
Resistências em 52.300, 52.500, 53.200, 53.800-54.000

Bovespa, tempo 60 minutos, escala logarítmica 



Bovespa, Diário, escala logarítmica 










domingo, 24 de abril de 2016

"George Soros está certo sobre o iminente crash na China?", por Craig Stephen, do MarketWatch

"George Soros está certo sobre o iminente crash na China ?"

Esse é o título do artigo de Craig Stephen, publicado anteontem, 22-04-2016, no "MarketWatch", ligado ao Jornal "The Wall Street Journal"

Vamos a ele:

http://www.marketwatch.com/story/is-george-soros-right-about-the-coming-crash-in-china-2016-04-22


Opinion: Is George Soros right about the coming crash in China?

By Craig Stephen
Published: Apr 22, 2016 12:15 p.m. ET

HONG KONG (MarketWatch) — While China’s first-quarter growth figures pleased some analysts enough to upgrade their forecasts, George Soros was not impressed. Doubling down on his earlier comments that a hard landing for China was inevitable, he now says China’s is facing a financial crisis similar to the U.S. in 2008.

While such warnings over debt-fueled growth have become increasingly regular — both S&P and Moody’s cut the sovereign credit outlook to negative in March — at the same time, China has proved remarkably adept at kicking the can down the road.

The voice of legendary investor Soros carries considerable weight — but are we really any nearer that crisis point?


The counter argument is that China is different due to its sheer size and the ability of a one-party government to exert unprecedented control over the economy. This would mean conventional analytical tools or assumptions have to be jettisoned. Hard landings, financial or currency crisis would never quite materialize as we expect.

Of course, similar “this time is different” arguments were expounded during the 2001 tech bubble and then again with the U.S. property market prior to the 2008 global financial crisis.

Perhaps once again it is not different, just the timing is out.

There certainly appears to be evidence of stress building, even if authorities continue to paper over any cracks.

One place to look would be interbank liquidity, given this was a key vulnerability during the global financial crisis. On the surface things are relatively benign, although this is in a large part due to huge central-bank intervention. This past week alone, the People’s Bank of China pumped 870 billion yuan into markets to ease a cash drain.

Another early reliable indicator is financial stress in bond markets. This column recently highlighted that China’s corporate bond market has looked like the new weakest link. After the year began with record domestic issuance, liquidity could now be drying up, with reports over 40 companies have canceled planned issuances since March.

Then there are sovereign bonds. Here, authorities will be hoping for a healthy appetite as a glut of bonds from local governments will be hitting the market this year.

The most obvious recent sign of building financial stress is in China’s currency markets.

China’s loosely pegged exchange rate USDCNH, +0.1230%  has been under intense scrutiny as its foreign reserves shrink — now down $800 billion since the middle of 2014.

At the same time, China has been tinkering with moving to a more market-driven exchange rate and two mini-devaluations — one last August, and again at the beginning of this year — did not go well. Both lead to big selloffs in global markets and appeared to trigger further capital outflows.

This puts authorities in a bind as in order to defend its loose peg to the greenback, dollars have to be used up, draining liquidity from the domestic economy. And looser monetary policy can just lead to more capital exiting.

March appeared to see some stabilization in reserve depletion, yet there is still reason to be concerned the long-term trend is lower.

Indeed, some analysts argue that China is facing a steep depreciation in its currency, whether or not we get a financial crisis or economic hard landing due to continued imbalance in capital flows.

Last week investment house CLSA issued a report arguing China will have no choice but to let the yuan float freely by 2017. This epoch-like embrace of the market will lead to the yuan initially falling more than 25%, it predicts.

The pain point for China is its financial account, as surging capital outflows continue to dwarf the current account surplus.

There is no issue with China’s current account, which remains in surplus. For instance it posted a record $365.7 billion trade surplus with the U.S. last year.

CLSA says China’s current policy of a gradual depreciation or crawling peg cannot fix its financial account problem. In fact it can even make things worse, as it signals a one-way bet.

This backs Beijing into a corner. Faced with an inexorable depletion in foreign-exchange reserves, the only way to find balance is through a market-driven exchange rate. This would enable “price discovery,” based on anticipation of profit by buyers and sellers of the yuan.

The problem, however, is that this process can be brutal as the currency’s value is left to the market.

As usual, George Soros’s warning needs to be taken seriously. China’s size means it certainly is different. But this could also mean it faces a different, bigger credit unraveling or the next financial crisis.




Banco é "VENDA"..."The Big Short Brasileiro"

Há menos de 15 dias atrás, em matéria publicada pela Reuters, a Agência de classificação de risco Moody's  afirmou que bancos brasileiros podem estar subestimando a inadimplência.

Diz a matéria, entre outros pontos:

http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRKCN0X823W


"O crescente volume de reestruturação de empréstimos dos bancos brasileiros pode estar subestimando a inadimplência, enquanto a cobertura com provisões pode estar superdimensionada, afirmou a agência de classificação de risco Moody's nesta segunda-feira.

Segundo a agência, o volume de reestruturação de crédito no país subiu 37 por cento em 2015 sobre um ano antes, impulsionado por calotes e pelo que chamou de pré-inadimplência em diferentes classes de empréstimos, levando os principais bancos a mudarem cada vez mais os termos e condições dos contratos de empréstimo."


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Não é a primeira vez que matérias publicadas pela imprensa tangenciam ou sugerem pressões na inadimplência dos bancos, tanto no curto como no longo prazo

Na mesma semana da matéria da Reuters, o Jornal "Folha de São Paulo" publicou uma entrevista com o atual Presidente do Santander no Brasil, Sérgio Rial.

Diz Sérgio Rial. em dado momento:

Jornal Folha de São Paulo:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/04/1759345-governo-ainda-pode-recuperar-confianca-diz-presidente-do-santander.shtml


"Folha - Até as maiores empresas do país estão com dificuldades para pagar dívidas. O sr. teme uma onda de quebradeira?

Sérgio Rial - A gravidade da crise é inquestionável. Se hoje todos os bancos e investidores que compraram papéis de empresas brasileiras exigissem pagamentos nos vencimentos previstos, teríamos incapacidade de liquidez no país para isso.

Mas essa não é a proposta dos bancos. Os bancos estão envolvidos num esforço de prorrogar, refinanciar, repensar, redesenhar tudo. Não é do interesse de ninguém que empresas quebrem, que mais gente fique desempregada."


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Se voltarmos ao final do ano passado, mais notícias sobre a forte onda de inadimplência que ronda o universo empresarial.....note-se, não se fala no segmento de pessoas físicas


Diz a matéria de 03-11-2015 do Jornal "O Estado de São Paulo"

http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,ha-risco-de-calote-em-25-da-divida-de-grandes-empresas,1790034

"Ricardo Knoepfelmacher acredita que o País viverá nova onda de renegociação de dívidas corporativas....
"Estudo na RK aponta que, de R$ 800 bilhões de dívidas de empresas grandes ou muito grandes (cerca de 300 empresas com dívidas superiores a R$ 1 bilhão ) nas mãos dos 3 maiores bancos -Itau, Bradesco e Santander -, entre 20% e 25% estão no que chamo de watch list (em observação como potencialmente problemáticas). São empresas que não estão em recuperação judicial, mas correm risco de default""


______________________________

Tenho insistido nesse tema nos últimos 15-18 meses.

Insistir quer dizer falar, discutir, expor inconsistências, cruzar dados, enfim, escrever sobre a atual situação dos bancos brasileiros, principalmente diante da atual dinâmica macro-econômica, onde crédito tende a colapsar e inadimplência tende a explodir.

Dentro desse contexto, como podem os bancos brasileiros, principalmente Bradesco e Itaú, não terem seus papéis-ações ainda colapsados ?

Mais......como ambos os bancos ainda mantém uma dinâmica "bull-market" ?

Por ora, aqui no artigo vamos nos ater a esses 2 bancos, sem retirar de outros igual gravidade e preocupações, principalmente quando falamos do bancos públicos, como o Banco do Brasil, e o terceiro maior banco privado do país, o Santander

É verdade que os papéis do Bradesco sofreram mais; uma queda  de cerca de 47% do final de 2014 até início de 2016, tendo recuperado quase tudo nas últimas semanas.

Por outro lado, o Itaú sofreu "apenas" 34% em igual período.

Novamente, se olharmos seus níveis, Bradesco sofreu mais; voltou, no fundo do início do ano, ao nível do início de 2012, enquanto o Itaú, no fundo do início do ano, voltou a níveis do início de 2014.

Mais.....a velocidade com que recuperaram praticamente seus topos históricos nos últimos 2 meses impressiona, dada a fragilidade do quadro econômico brasileiro.

Como isso é possível ?

Voltar a niveis de 2012 ou 2014 é coerente com a dinâmica atual da economia brasileira ou mesmo mundial ?

Para efeito de simplificação do artigo, a partir de agora passaremos a nos ater a 2 itens, 2 itens importantes nos balanços dos respectivos bancos:

A linha "operações de crédito" e a linha"despesas com provisão para créditos de liquidação duvidosa"

Nos últimos anos vários bancos surfaram no que podemos chamar de "bolha de crédito", seja pela política monetária frouxa imposta pelo FED, seja pela imensa liquidez provocada por outra bolha, a de commodities.

Assim, olhemos para a linha "operações de crédito" dos Bancos Itaú e Bradesco

Gráfico "Operações de crédito, Arrendamento Mercantil e outros créditos" do Banco Itau, plotado a partir de balanço publicado



Gráfico "Operações de crédito" do Banco Bradesco, plotado a partir de balanço publicado



Uma forte dinâmica de alta é evidente nos 6-7 últimos anos .

Não sem surpresasm tais gráficos são coerentes com os saldos de carteira de crédito, tanto de pessoa física como jurídica, monitorados pelo Banco Central:

Saldo carteira de crédito (total, física e juridica)

Fonte: Banco Central do Brasil


Vamos além...

Vamos a algumas perguntas normalmente deixadas de fora, seja, pelo investidor comum, seja pela imprensa especializada

A forte dinâmica acima verificada se manterá no médio-longo prazo, dadas as condições internas e externas, principalmente interna ?

Tenho seríssimas duvidas.

Para sustentar tal argumento, nos direcionemos ao quadro, também a partir de monitoramento feito pelo Banco Central, das condições de crédito para grandes, médias e pequenas empresas, assim como para o segmento de crédito habitacional, pela ótica da "demanda observada".....

Todos os segmentos em "queda livre", muito distantes do "crédito desenfreado" visto nos últimos anos e refletido nos gráficos acima


Condições de crédito, demanda observada de Grandes, Médias e pequenas empresas, mais Crédito habitacional

Fonte: Banco Central do Brasil


Note-se que as 3 matérias listadas logo no início do artigo, a despeito de explicitar imensas preocupações sobre  "provisão e inadimplência", não tangenciam o "outro lado da moeda", isto é, a dinâmica de absorção e/ou concessão de crédito

E já que falamos de "provisão e inadimplência", vamos a elas...

Comecemos pela ótica dos próprios bancos.


Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa, Banco Itau, gráfico plotado a partir de balanço publicado


Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa, Banco Bradesco, gráfico plotado a partir de balanço publicado



A tendência de alta parece clara nos últimos 2-3 anos, mais especificamente da metade de 2014 em diante.

Essa tendência é forte e clara no Balanço do Banco Bradesco; um pouco errática no Balanço do Itau, a despeito do mesmo alertar sobre os desafios a serem enfrentados em 2016.

E então ? Mais uma vez, temos mais dúvidas e questionamentos do que certezas.

Esse é o estágio sob o qual provisões e inadimplência se estabilizarão ?

Não me parece.....

Basta observarmos os patamares verificados no final dos anos 90, período conturbado pós Quebra do Fundo LTCM, Default da Rússia, Crise da Ásia e Passagem do câmbio "sujo flutuante" do início do Plano Real para o "câmbio flutuante limpo", do segundo mandato do ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso no Brasil.

Vejam abaixo o patamar em que provisões foram deslocadas no final dos anos 90 e o nível em que as mesmas se encontram no cenário atual, cenário, diga-se de passagem, muito mais preocupante, essencialmente se olharmos o âmbito interno.

Percentual do total de provisões em relação a carteira de crédito do Sistema Financeiro Nacional

Fonte: Banco Central



No mesmo contexto, cabem aqui 3 observações mais do que curiosas.

O pior....ou muito pior, em termos de "provisionamento para créditos de liquidação duvidosa", está por vir  ?

Vejam algumas observações que constam na Mensuração de risco de crédito e Política de  Provisionamento  explicitadas no Próprio Relatório anexo a publicação do último Balanço do Banco Itau:


_______________________________________

Risco de Crédito

1. Mensuração do Risco de Crédito

O ITAÚ UNIBANCO HOLDING estabelece sua política de crédito com base em fatores internos, como os critérios de classificação de clientes, desempenho e evolução da carteira, níveis de inadimplência, taxas de retorno e o capital econômico alocado; e fatores externos, relacionados ao ambiente econômico, taxas de juros, indicadores de inadimplência do mercado, inflação e variação do consumo.

4. Política de Provisionamento

 A política de provisionamento adotada pelo ITAÚ UNIBANCO HOLDING está alinhada com as diretrizes do IFRS e do Acordo da Basileia. Desse modo, as provisões para operações de crédito são constituídas a partir do momento em que houver sinais de deterioração da carteira, tendo em vista um horizonte de perda adequado às especificidades de cada tipo de operação. Consideram-se como impairment os créditos com atraso superior a 90 dias, créditos renegociados com atraso superior a 60 dias e operações corporate com classificação interna inferior a um certo nível. As baixas a prejuízo ocorrem após 360 dias dos créditos terem vencido ou após 540 dias, no caso de empréstimos com vencimento acima de 36 meses.

_______________________________________

Ora......se "o pior" do quadro econômico brasileiro recaiu sobre 2015, ou mesmo ainda "recai" sobre 2016, os 360 dia,s ou mesmo 540 dias (para os empréstimos acima de 36 meses) citados pelo Relatório do ITAU vão impactar fortemente, tanto nos balanços de 2016, como de 2017....ou mesmo, ainda no de 2018......

Vejamos outro dado curioso que pode ser retirado do Balanço do Banco Bradesco

Reparem abaixo na alta repentina e forte do que o Bradesco considera "carteira risco C"....O mínimo requerido é de 3%......no entanto, em dezembro último o Bradesco já atribui um percentual de provisionamento de 9,2% a esse subgrupo de carteira, bem superior ao patamar de 4-4,5% dos anos anteriores (caso não esteja visualizando  imagem, peço que tente copiar a imagem clicando com o lado direito do mouse, e transfira para algum editor de imagem para ampliá-la)....decidi, na imagem em anexo, voltar até 2012 apenas.....mais detalhes no próprio balanço do Banco





O que está acontecendo a esse grupo de crédito ?

Não é difícil resumir ou condensar tudo que falei até agora....

Basta reduzir toda a realidade acima descrita, passado, presente e futuro previsto ou especulado em 3 "quadros-gráficos"


Nos últimos anos, os bancos mantiveram dinâmicas de altas recorrentes no item "operações de crédito", empurrados, como já disse, por uma política monetária frouxa do FED americano, ou mesmo pela forte liquidez mundial amparada numa série de bolhas de ativos, a mais contundente, a de commodities.

Tais dinâmicas se refletiram no gráfico abaixo, ou seja, crédito em forte ascensão e provisões baixas, conjuntos que certamente ajudaram a explicar, essencialmente os fortes lucros dos 2 maiores bancos do Brasil, Itau e Bradesco


Pergunto a vocês:

E, agora em diante, qual o quadro mais provável ?

"Operação de crédito" em reversão de tendência e "provisão com crédito de liquidação duvidosa"em alta, e posterior estabilização.

Pelo menos é isso que temos visto nos dados monitorados pelo Banco Central e expostos acima

Mas em que grau ?

Depende.......

Um grau menos acentuado pode ser refletido no quadro abaixo


Se a visão for mais pessimista, ou num grau bem mais acentuado, os lucros vindos dessa nova dinâmica serão muito menores, ainda que consideremos um aumento do spread, a partir de queda muito mais acentuada nas "operações de crédito" e numa alta muito mais forte no curto-médio prazo do item "provisões para crédito de liquidação duvidosa", tudo refletido no gráfico abaixo:

Ou seja.....

2 alternativas temos à nossa frente......2 alternativas com estágios-números menos expressivos e impressionantes do que anos recentes vindos de fontes importantes de receita-lucros dos bancos brasileiros.



Nos últimos dias, o "IFNC" (Índice do Sistema Financeiro) tocou seu topo histórico num "qause topo duplo" com divergência baixista de IFR14



IFNC, Semanal, escala logarítmica





E os bancos Itau e Bradesco ?

Também se aproximaram de seus topos históricos....

Justifica ?

De agora em diante, o que veremos ?

O que faz mais sentido pra vocês em face de todo o texto acima ?

BBDC4 procura apenas a faixa de 15 do início do ano, ou procura a faixa de 10,00 ou 8,00 do fundo de 2008 ?

BBDC4, Semanal, escala logarítmica, período 7 anos



E ITUB4?

Procura a faixa de 22 do início do ano, ou a faixa de 15 de 2011 ? ou 10,00 do início de 2009 ?

ITUB4, Semanal, escala logarítmica, período 7 anos




Quem serão os personagens do "The Big Short Brasileiro" ?
























Os fechamentos do CRB Commodities e "DJP" (Bloomberg Commodity Index) abaixo das MA's 200

Complementando a importante observação deixada por mim logo no início do pregão de quinta-feira ultima, abertura dos mercados americanos e "futuros de Chicago"...

Há uma MA200 passando ali na faixa de 183,00 no "CRB Commodities"

O Mundo se pergunta e questiona o rally das últimas semanas das inúmeras classes de commodities, principalmente quando se olha os fundamentos.

E se os algoritmos estavam apenas olhando para as MA's 200 do "CRB" e do "DJP" (Bloomberg Commodity Index), justamentos os principais balizadores dos mercados de commodities no mundo ?

A alta dos 2 indíces nos últimos 3 meses foi de impressionantes 20%......ambos estavam longe de suas médias simples de 200 períodos.

Na 5a.feira última, numa dinâmica muita rápida, o CRB abriu em alta e foi bater quase nos 183.....resvalou...máxima do dia em 182,73.....reverteu igualmente muito rápido......fechou naquele dia abaixo de 180......na 6a.feira, voltou a fechar abaixo de 180.

O "DJP" na mesma dinâmica bateu na máxima 23,89 na 5a.feira logo na abertura...e também revertou.....a sua MA200 passa ali em 23,00.....na 6a. feira fechou em 22,83.....

Talvez o CRB volte a resvalar na MA200 nos próximos dias.....

Reparem que o CRB deixa, inclusive, uma forte divergência baixista de IFR14

No entanto, do ponto de vista técnico, talvez o objetivo tenha sido cumprido.......

Os algoritmos fizeram "o seu trabalho"....o "trabalho sujo"


CRB, Diário, escala logarítmica




DJO, Diário, escala logarítmica






sábado, 23 de abril de 2016

"Imóveis têm até 30% de desconto", por Revista VEJA

Boa matéria dessa semana na Revista VEJA-SP

http://vejasp.abril.com.br/materia/crise-descontos-imoveis


ESPECIAL IMOBILIÁRIO

Imóveis têm até 30% de desconto
A crise econômica aumenta o volume de unidades em estoque e leva as incorporadoras a realizar grandes promoções de vendas

Por: Nathalia Barboza21/04/2016 às 23:00

Até alguns anos atrás, no auge da “bolha imobiliária”, os paulistanos interessados em adquirir um apartamento novo passavam maus bocados para adequar seus planos ao aumento constante de preço. O consumidor fazia as contas para encaixar a aquisição no orçamento, mas era forçado a jogar fora o cálculo pouco tempo depois, pois o cenário já havia mudado.
A atual crise econômica e a consequente retração nas vendas alteraram bastante esse panorama. Nos últimos tempos, um cenário de drástica redução no ritmo de inauguração de empreendimentos tem beneficiado os compradores. A mais recente Pesquisa do Mercado Imobiliário do Sindicato da Habitação (Secovi-SP) representa um bom termômetro do momento do setor. De um ano para cá, o total de unidades novas oferecidas no mercado daqui foi de 21 200, a menor quantidade desde 2004.

As construtoras brecaram o andamento das obras porque estão com estoque alto na cidade: há cerca de 26 000 imóveis ainda sem proprietários. Por isso, o esforço atual está concentrado em comercializar o que já se encontra disponível na praça. Segundo o Secovi, em fevereiro de 2016 ocorreram 836 vendas de apartamentos novos, contra 732 no mesmo período de 2015, uma evolução de 14%. Boa parte desse resultado foi obtida com a ajuda de promoções agressivas.

Os descontos das incorporadoras chegavam, no começo de abril, a 30% sobre o preço dos imóveis “O que está ocorrendo é um ajuste, necessário diante da alta dos últimos anos, motivada pelo aumento do crédito imobiliário”, explica o diretor de vendas da Lello Imóveis, Igor Freire. “Para quem tem condições de investir, é o melhor momento.” Com esse quadro, os especialistas no mercado recomendam ao consumidor barganhar o máximo possível. “O momento é de pechinchar, sempre cabe uma contraoferta, e as empresas a estão aceitando”, afirma o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP), José Augusto Viana Neto. Alguns paulistanos têm aproveitado a onda.

Casados há quatro anos, o gerente financeiro Alexandre Fonseca e a profissional de recursos humanos Elizangela Fonseca buscavam havia tempos um bom projeto, de uma construtora confiável e com localização razoável para os deslocamentos de ambos. Após muita procura, eles conseguiram recentemente um desconto de 20% na compra de um apartamento de três dormitórios e 112 metros quadrados, na Barra Funda, na Zona Oeste. “Esperamos a hora certa para comprar”, diz Fonseca. Depois de finalizar as obras de acabamento e decoração, eles devem entrar no apartamento e pôr em prática um novo projeto pessoal. “Agora, ganhamos espaço e conforto para ter um bebê e receber as avós”, completa o gerente.
Com 50% menos lançamentos em relação a 2015, a imobiliária Lopes passou a promover campanhas nas quais várias incorporadoras ofertam seu estoque e com descontos cada vez mais atraentes. “Na primeira edição, no ano passado, o bônus médio havia sido de 12%. Em março, chegou a 21%”, afirma a diretora de atendimento do grupo, Mirella Parpinelli. Há ainda quem aposte em feirões, como a Even, que oferece condições especiais e abatimentos a partir de 10%. Em março, a empresa chegou a pôr no mercado unidades com desconto de até 50% para unidades em vários de seus empreendimentos. Tudo foi vendido em quinze dias. Não há previsão de data para o próximo saldão do tipo.

Em outros negócios, as estratégias de promoção variam. “Aceita-se imóvel como parte da entrada, as parcelas não são corrigidas até a entrega das chaves ou oferecem-se desde ar-condicionado, passando por móveis embutidos ou cozinha equipada, até um ano de condomínio pago ou de compras de supermercado”, exemplifica Bruno Vivanco, vice-presidente comercial da Abyara Brasil Brokers, a maior lançadora de imóveis do mercado. Nesse cenário, imóveis prontos e semiprontos — muitos fruto de desistência de antigos compradores — são as estrelas. As unidades em obras são oferecidas em média por 8% menos do que a tabela, enquanto os finalizados têm desconto de 10%.

Nos estoques mais antigos, a queda pode chegar a 25%. “Por vezes, é possível negociar reduções maiores. Tudo depende da localização e da quantidade de apartamentos disponíveis no empreendimento”, afirma Marcelo Molari, CEO da empresa de monitoramento imobiliário Geoimovel. Para os especialistas, o momento é favorável sobretudo para quem tem como bancar a entrada à vista ou dispõe de garantia de estabilidade no emprego. “Estamos diante de uma das maiores janelas de oportunidades da para os compradores”, entende Rogério Santos, CEO da ponta de estoquede imóveis RealtOn.






No dia Internacional do Livro, 2 livros: "A Lógica do Cisne Negro", de Nassim Taleb e o "Mito do Governo grátis", de Paulo Rabello de Castro, cotado para Ministro da Fazenda de Michel Temer, caso o Impeachment passe no Senado

No dia do Livro, 2 livros a serem destacados: "A Lógica do Cisne Negro", de Nassim Taleb, o livro mais impressionante que li até hoje.

http://www.travessa.com.br/ebook-a-logica-do-cisne-negro/eBook/6d0f239b-56ae-4e9e-8030-f6cb31585493



SINOPSE

Neste livro fascinante, Taleb mostra que, ao contrário do que defende a maioria dos economistas, estamos constantemente à mercê do inesperado. A estes acontecimentos imprevisíveis o autor dá o nome de Cisne Negro (animal que se considerava inexistente até ser visto, pela primeira vez, inesperadamente, na Austrália, no século XVII). Um Cisne Negro é um evento com três características altamente improváveis: é imprevisível, ocasiona resultados impactantes e, após sua ocorrência, inventamos um meio de torná-lo menos aleatório e mais explicável. O sucesso surpreendente do Google foi um cisne negro, assim como o 11 de Setembro. Para Nassim Nicholas Taleb, os cisnes negros são a base de quase tudo o que acontece no mundo, da ascensão das religiões à nossa vida pessoal. Por que não reconhecemos o fenômeno antes que ele ocorra? Parte da resposta, segundo o autor, deve-se ao fato de, em geral, os seres humanos se limitarem a aprender conteúdos específicos em vez de adquirir sabedoria em diversas áreas do conhecimento. Concentramo-nos no que já sabemos e evitamos cada vez mais o desconhecido. Somos, portanto, incapazes de enxergar as oportunidades e nos tornamos vulneráveis ao impulso de sempre simplificar, categorizar e não valorizar quem imagina o impossível. Enquanto isso, grandes eventos surpreendem a todos e transformam a sociedade. Nesta obra, Taleb oferece ferramentas que nos permitem lidar com os cisnes negros e tirar proveito deles. Com análises que transitam em áreas aparentemente distintas - teoria das probabilidades, negócios, ciências cognitivas etc. -, A lógica do Cisne Negro mudará sua visão de mundo.

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O outro livro tem conexão com o momento atual brasileiro

 "O Mito do Governo grátis", de Paulo Rabello de Castro, um dos cotados a assumir o Ministério da Fazenda num eventual governo de Michel Temer, caso o Impeachment da atual Presidente Dilma Rousseff também passe no Senado.

Abaixo, a sinopse:



SINOPSE

O mito do governo grátis é um fenômeno político que promete distribuir vantagens e ganhos para todos, sem custos para ninguém. Está na raiz do declínio do vigor da economia brasileira e na estagnação do seu processo produtivo. O governo grátis, como expressão de controle social, é o ápice do ilusionismo político e, no Brasil, tem sido prática corrente por sucessivos governantes, deixando um rastro de atraso, decadência e injustiça social. 

Podemos considerá-lo o grande adversário da prosperidade e o inimigo número um da ascensão social e patrimonial dos brasileiros. Este livro oferece denúncia, antídotos e meios de superação desse mito. Paulo Rabello de Castro propõe uma reflexão aguda, apresenta dados consistentes e exemplos em todo o mundo, mostrando os efeitos nocivos desse regime e uma proposta lúcida e corajosa para o Brasil se libertar desse mito. Um brado de luta e de esperança.






sexta-feira, 22 de abril de 2016

Eu trabalho para os bancos...não penso como os bancos", diz o personagem de Greg Lippmann, do Deutsche Bank, no filme "The Big Short"......não vamos perder "os bancos de vista"

Eu trabalho para os bancos...não penso como os bancos", diz o personagem de Greg Lippmann, do Deutsche Bank, no filme "The Big Short", ali por volta de 2:25 do trecho abaixo......


Digo eu....."

Não vamos perder "os bancos de vista"






IFNC, Semanal, escala logrítmica, período 6 anos












Dow Jones e SP500.....

Dow Jones, diário, escala logarítmica



SP500, diário, escala logarítmica






VALE5 conseguiu algo "inédito" num análise gráfica recente....rompeu uma LTB Longa nas 2 últimas semanas ao longo da semana, mas sem rompê-la no fechamento da semana

VALE5 conseguiu algo "inédito" num análise gráfica recente....rompeu uma LTB Longa nas 2 últimas semanas ao longo da semana, mas sem rompê-la no fechamento da semana

Vejam abaixo os fechamentos da semana passada e hoje....ambas fecharam abaixo da LTB destacada


VALE5, Semanal, escala logarítmica





Havia um 10,00 no meio do caminho da Petrobrás (PETR4).....no meio do caminho da Petrobrás (PETR4) havia um 10,00

Havia um 10,00 no meio do caminho da Petrobrás (PETR4).....no meio do caminho da Petrobrás (PETR4) havia um 10,00....

O gráfico abaixo não faz os descontos dos dividendos


PETR4, Semanal, escala logaritmica, período 14 anos





MRVE3 (MRV ON)...O papel que perdeu "forte" a LTA no intraday, mas conseguiu fechar o dia exatamente "em cima"

MRVE3 (MRV ON)

O papel que perdeu "forte" a LTA no intraday, mas conseguiu fechar o dia exatamente "em cima"

MRVE3 (MRV ON), Diário, escala logarítmica






Petróleo e Cobre......LTA'S nos tempos "60 minutos" que definirão as quedas mais fortes ou não na segunda-feira

Petróleo e Cobre......LTA'S que definirão as quedas mais fortes ou não na segunda-feira



Light Crude, tempo "60 Minutos"



Cobre, tempo "60 Minutos"






Bovespa - Final de Semana.....já olhando para a faixa de 50.000

Bovespa sentiu mesmo a LTB que tenho monitorado por aqui.....

Caiu um pouco mais forte hoje o índice....fechamento em 52.900 pontos, queda de 1,35%

Abaixo, 3 gráficos....

O primeiro, tempo "60 minutos", dá pra começar a ver uma LTB.....LTB passará na segunda ali por volta de 52.900, justamente o fechamento de hoje....

Tanto o segundo como o terceiro gráfico são diários...apenas o período que varia...

 O primeiro, dá pra ver com mais clareza a LTA e as Médias Móveis exponenciais de 13 ( linha verde) e 21 ( linha azul)...

MME13 ainda cruzada pra cima sobre MME21....Portanto, ainda em modo COMPRA no diário...

LTA passando ali na faixa de 50.000 na segunda próxima.....

É pra lá que o índice deve ir no curtíssimo prazo......essa LTA deverá segurar o índice, por enquanto.....a volatilidade ainda continuará alta........o que virá depois ainda e dúvida....

Se volta pra faixa de 54.000, ou se para nos 52.500 e volta a cair, ou se ainda faz novos pivots de alta rompendo os 54.000....

A perda dessa LTA certamente acionará o gatilho do Bovespa rumo aos 45.000.....44.000 e 37.000 pontos num prazo não muito superior a 4-5 meses...

O terceiro gráfico mostra a LTB Longa que vem dos 62.300 e o índice sem conseguir rompê-la, por enquanto....

Suportes em 52.500, 52.000, 51.200, 51.000 e 50.000

Resistências em 53.200-53.300, 54.000 e 55.000



Bovespa, tempo "60 minutos", escala logarítmica




Bovespa, diário, escala logarítmica




Bovespa, diário, escala logarítmica, período 3 anos