domingo, 31 de janeiro de 2016

Vamos a um belo algoritmo ? BBDC4 (Bradesco PN), 2o.maior peso do Bovespa, caiu, do topo histórico até agora, 44%.....Bovespa, do topo histórico até agora, 45%

Vamos a um belo algoritmo ?

 BBDC4 (Bradesco PN), 2o.maior peso do Bovespa, caiu, do topo histórico até agora, 44%.....

Topo histórico em 32.42, atingido em setembro de 2014

Sexta-feira fechou em 18,15...

Queda portanto de aproximadamente 44%

BBDC4, Semanal, período 10 anos




Bovespa, caiu, do topo histórico até agora, 45%

Topo histórico em 73.929, atingido em maio de 2008, quando BBDC4 ainda não se situava como 2o.maior peso do Bovespa

Sexta-feira, o índice Bovespa fechou em 40.400 pontos

Queda portanto de aproximadamente 45%


Bovespa, Semanal, período 10 anos



Ora....

Todo mundo que acompanha o blog sabe do meu "mau humor" com os bancos, dada a nova dinâmica que os acompanhará, com severa "provisão para devedores duvidosos" em face da nova realidade macroeconômica, com elevação da taxa de desemprego, forte desaceleração econômica, tudo impactando forte redução no crédito, variável que impulsionou os estratosféricos lucros dos bancos nos últimos anos.

Portanto, Bradesco certamente será afetado...

O Fundo de BBDC4 em 2008 foi de 9,02, alcançado em outubro de 2008.

Assim, caso BBDC4 esteja "olhando" pra essa faixa, teríamos uma queda, a partir de hoje de 50% para o papel.

Se ambos algoritmos, os de BBDC4 e Bovespa estiverem de fato ligados, Bovespa teria uma queda igual de aproximadamente 50% para fechar seu BEAR-MARKET.

Portanto, o Bovespa estaria "olhando" para 20.000 pontos.

Não é "número redondo" que os mercados sempre procuram  ?




"Hoje, parece razoável trabalhar num cenário em que a contração da atividade será próxima de 4% no ano passado e neste ano.", por Nilson Teixeira, economista-chefe do Credit Suisse

Abaixo, entrevista do economista-chefe do banco Credit Suisse, Nilson Teixeira, publicada hoje  no jornal "O Estado de São Paulo"

Vejam que o cenário em que trabalha é muito pior do que as piores previsões do mercado, isto é, o cenário em que trabalha é uma queda do PIB de 4% em 2015 e 4% em 2016 para o Brasil

Vamos a entrevista:

http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,ha-risco-de-o-ipca-voltar-aos-dois-digitos,10000014179


Entrevista. Nilson Teixeira, economista-chefe do banco Credit Suisse

Economista já estima uma inflação de 8% neste ano, mas não descarta um resultado pior para o IPCA
‘Há risco de o IPCA voltar aos dois dígitos’

LUIZ GUILHERME GERBELLI - O ESTADO DE S.PAULO
31 Janeiro 2016 | 03h 00

Nas projeções do economista-chefe do banco Credit Suisse, Nilson Teixeira, a atividade econômica deve retrair cerca de 4% em 2015 e 2016. Em 2017, ele espera uma nova queda do Produto Interno Bruto (PIB). “Desde o fim do ano passado, já havia uma visão ainda mais desfavorável para o desempenho da economia brasileira”, afirma. Teixeira também não descarta que a inflação feche este ano acima de 10%, como ocorreu em 20105. Por ora, a previsão é de que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fique em 8%. A seguir trechos da entrevista concedida ao Estado.

Como o sr. analisa o momento atual da economia?

Desde o fim do ano passado, já havia uma visão ainda mais desfavorável para o desempenho da economia brasileira em 2016 e 2017. Hoje, parece razoável trabalhar num cenário em que a contração da atividade será próxima de 4% no ano passado e neste ano.

O sr. não enxerga nenhuma retomada até o fim do ano?

O nosso cenário assume que a contração trimestre após trimestre vai diminuir e chegará ao fim deste ano ou ao início de 2017 sem uma contração. Hoje, nós vemos para o ano que vem uma contração de 0,5% a 1%. É importante mencionar as condições do mercado de trabalho. Em 2015, a massa salarial, em termos reais, não diminuiu. Neste ano, nós veremos uma contração muito importante, com a população ocupada diminuindo e os salários reais também diminuindo.

Qual é projeção para a inflação, especialmente após mudança de tom do Banco Central?

A gente prevê 8% de inflação, mas o risco é de a inflação ser ainda maior do que isso. É importante ver que o governo e vários participantes do mercado parecem menosprezar o impacto de uma inflação muito alta para um período prolongado.

Em 2016, o sr. enxerga o risco de a inflação encerar o ano nos dois dígitos?

Há um risco, claro. Não é a nossa projeção central, mas trabalhamos com essa possibilidade.
Quais são os impactos para o País ao conviver com uma inflação acima do teto da meta?
Uma inflação acima do topo da meta fragiliza o regime de metas. E, na situação fiscal do País hoje, é preciso uma política monetária mais apertada. O risco é que as camadas mais pobres tenham dificuldade para se proteger. Dessa forma, não se pode afastar a possibilidade de parte das conquistas dessa camada serem perdidas.

O BC deveria ter elevado os juros na última reunião?

A nossa leitura até a reunião de novembro era que a decisão do BC seria por acomodar uma maior inflação no curto prazo e fazer uma convergência mais lenta. A partir da reunião de novembro, os sinais foram de que a autoridade monetária percebia a deterioração das expectativas de inflação para 2016 e 2017. Por isso, em um determinado momento, nós julgamos que nossa leitura de estabilidade da Selic estava equivocada e que a autoridade monetária subiria (os juros). Mas o discurso foi alterado para onde estávamos em novembro. Hoje, parece que o BC mantém a ideia de uma convergência mais lenta da inflação, embora sabendo do risco de a inflação ficar acima do que nós todos esperamos.

O sr. então não acredita na tese da dominância fiscal?

Discordamos da ideia de que aumentar os juros teria um impacto negativo. Nós até podemos argumentar que o impacto da política monetária na inflação tem diminuído recentemente por causa da política fiscal frouxa. Mas elevar os juros leva a inflação para baixo. O comportamento do mercado mostra isso. O BC, ao não levantar os juros, provocou um 
aumento da expectativa da inflação. Mas qual é a melhor resposta para controlar a inflação? Não há dúvida de que é reduzir de maneira muito forte os déficits fiscais.

Qual é a forma de se fazer isso?

É preciso ajustar o resultado primário. O déficit primário do Brasil é muito alto quando comparado com outros países e com a história do País. É fácil ajustar o fiscal? Não é. A carga tributária é maior do que a dos países emergentes. Qual é a solução que o governo vê? Sempre pelo lado da receita. Desde a década de 90, a carga tributária aumentou muito, mas as despesas cresceram de maneira muito significativa. Ao longo do processo, foi se criando cada vez mais rigidez nas despesas e houve concessões de benesses, que no momento em que o País crescia 4% ou 5% pareciam factíveis.

O que deveria ser feito?

O que é adequado, embora doloroso, seria reduzir os benefícios. É preciso reduzir não só os gastos discricionários, mas também os obrigatórios.

Qual gasto poderia ser reduzido? O sr. poderia exemplificar?

A primeira coisa que vem à mente é a reforma da Previdência. Estamos saindo de um déficit de 2% do PIB para um déficit de 5,5% do PIB daqui a dez anos. Ou seja, em dez anos, o déficit da Previdência vai aumentar 3,5 pontos porcentuais. Não é sustentável.

Na questão da Previdência, o PT tem se colocado contra. Precisa de força política para levar adiante a proposta...

Precisa de força política, precisa de liderança. E precisa de clareza para mostrar que não há alternativa. E não cabe discutir quais são as propostas dos ministros, do Conselho de Desenvolvimento (o Conselhão, que voltou a se reunir na semana passada). A proposta tem de partir da líder da País, que é a presidente da República. Cabe a ela comunicar de maneira clara e promover essas mudanças. O Conselho pode dar suporte, mas as medidas que precisam ser adotadas não são essas que foram anunciadas pelo governo na quinta-feira.

Quais seriam as outras medidas necessárias para o País?

Precisamos de reformas estruturais, microeconômicas, melhoria da regulação, redução da intervenção do Estado. O governo intervém muito em questões particulares. Está na hora de retomar de maneira mais organizada o processo de privatização. E, finalmente, há a questão do protecionismo. O Brasil é muito fechado e precisa se abrir.

Com esse quadro, o governo está distante da meta de superávit primário de 0,5% do PIB?

Só vemos uma alternativa de isso ocorrer: a receita advinda da repatriação de recursos ser muito maior do que se espera. Nós esperamos um número de R$ 10 bilhões. Ninguém tem capacidade de estimar esse valor. O que nós fizemos foi uma comparação com todas as experiências do mundo. O contexto do mercado hoje, porém, já está convergindo para a nossa previsão, que é de um déficit primário de 1,4% do PIB.






sábado, 30 de janeiro de 2016

Pullback de ITUB4 nos 25,00....de BBDC4 na faixa de 18.00....e de BBAS3 na faixa de 14,00

Pullback de ITUB4 nos 25,00....de BBDC4 na faixa de 18.00....e de BBAS3 na faixa de 14,00

ITUB4, Diário, escala logarítmica




BBDC4, Semanal, escala logarítmica





BBAS3, Diário, escala logarítmica









Bovespa - Final de Semana - Já resvalando na LTB de 2 meses

Não vamos nos animar, por enquanto....

Abaixo, vamos nos ater as médias móveis exponenciais de 13 e 21 períodos, como destacamos ao longo da semana, e, agora, também numa LTB que vem lá de meados de novembro, faixa de 48.800.

Com a fortíssima alta de ontem, depois do Bovespa e vários papéis, principalmente VALE, siderúrgicas e Petrobrás, alcançarem patamares insanos, o Bovespa fechou em 40.400 pontos. Somente ontem, alta de 4,6%.

Reparem que ao longo de 2009, essa faixa de 40.400 serviu de topo e alguma resistência.

Portanto, ontem, sexta feira, como dá pra ver no primeiro gráfico, o Bovespa não só resvalou em sua LTB de 2 meses (passando ligeiramente acima de 40.400), como parou numa resistência não desprezível.

Configurei as bandas bollinger para 20 períodos; dá pra ver o começo de um interessante estreitamento.

Também, ainda longe de um crash aterrorizador de Bradesco e Itaú; Bradesco, ainda veio numa queda um pouco mais "aterrorizante"...Itau, não.....BB já.....

O Fundo do Bradesco em 2008 foi em 9,02, semana de outubro de 2008.....É pra lá que devemos olhar o fundo do papel nesse grande BEAR MARKET do Bovespa.......é pra lá que deve ir  BBDC4 em menos de 18 meses.......

Voltando ao Bovespa, no curto prazo, é mais provável pensarmos nesse fechamento de ontem, faixa de 40.400, como divisor nesse momento em busca da faixa de 44.000.....

A onda mais violenta pra baixo, como já argumentei, somente deve vir depois de um repique até essa faixa de 43.000-44.000-45.000.....Porém, talvez precisemos dos tais 2-3 meses levantado aqui ao longo da semana para romper essa faixa de 40.400-40.500.......e ainda fica uma dúvida séria se o fundo dessa forte perna de baixa em ação seja a faixa de 37.000 pontos tocada semana retrasada...ou ainda tenhamos que ir à faixa de 35.700-36.000.

MME13 ainda cruzada pra baixo sobre a MME21; portanto, ainda em modo VENDA no tempo diário.

MACD cruzou na compra no tempo diário



Bovespa, diário, escala logarítmica , com a MME13 em linha verde, MME21 em linha azul, MA50em linha vermelha (passando em 43.200 pontos)





Bovespa, diário, escala logarítmica , apenas com a Média Móvel Simples de 50 em linha azul e Média Móvel Simples de 200 em linha vermelha




Bovespa, SEMANAL, escala logarítmica










quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

" Fed mantém vigilância com turbulência global", por Jornal "Valor"

FED deixa clara seu posicionamento frente a dinâmica futura da alta de juros em sua declaração de ontem....será cauteloso

Notícia abaixo, crédito Jornal "Valor"

http://www.valor.com.br/financas/4413232/fed-mantem-vigilancia-com-turbulencia-global

 Fed mantém vigilância com turbulência global


O Federal Reserve, banco central americano, demonstrou uma preocupação renovada com a turbulência no mercado financeiro e o fraco crescimento da economia mundial, mas não se comprometeu a mudar seus planos com relação aos juros por causa dessas ameaças. Em nota divulgada após o encerramento de sua reunião de política monetária, o Fed informou que,  no momento, manterá a taxa referencial de juros no mesmo patamar, entre 0,25% e 0,50% ao ano, e que está "monitorando de perto" os acontecimentos nas economias e mercados globais.





E o Governo Federal insiste na velha e antiga estratégia de estímulo ao consumo que deu errado e dizimou o Brasil nos últimos 5-7 anos

Nada.....

E o governo petista não aprendeu nada....

E o Governo Federal insiste na velha e antiga estratégia de estímulo ao consumo que deu errado e dizimou o Brasil nos últimos 5-7 anos

Bolha Imobiliária, inflação descontrolada, caos nas contas públicas, desequilíbrio dos preços, inadimplência recorde....tudo isso e mais alguma coisa.....foi o que governo produziu nos últimos 5-7 anos após inúmeras estratégias de estímulo ao crédito e ao consumo...

E, pelo visto, não vai parar.....

Notícia, crédito Jornal "O Globo":

http://oglobo.globo.com/economia/governo-anuncia-medidas-de-estimulo-ao-credito-de-ate-70-bi-nesta-quinta-feira-18557186


Governo anuncia medidas de estímulo ao crédito de até R$ 70 bi nesta quinta-feira

Uma das propostas é usar recursos do FGTS como garantia de consignado

por Martha Beck / Geralda Doca / Danilo Fariello

28/01/2016 6:00

BRASÍLIA - O governo vai aproveitar a reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), hoje, para anunciar medidas de estímulo ao crédito que somam entre R$ 50 bilhões e R$ 70 bilhões. Estas incluirão o reforço de linhas de crédito do BNDES, Banco do Brasil, FGTS e Caixa, no montante de R$ 50 bilhões. Esse dinheiro foi injetado nos bancos públicos graças ao pagamento das “pedaladas fiscais” no fim de 2015 — no último dia 10, O GLOBO antecipara que a equipe econômica estudava usar esses recursos para estimular o crédito.

Além disso, deve ser dada a permissão para que o FGTS passe a garantir empréstimos consignados, o que reforça o plano em mais R$ 8 bilhões. Outros R$ 10 bilhões virão de outras medidas. E estão previstos ainda incentivos para quem quitar empréstimos habitacionais antecipadamente.

Em outra frente, o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, disse ontem que trabalha com o BNDES para criar uma linha de crédito direcionada de até R$ 30 mil a micro e pequenas empresas, com faturamento de até R$ 3,6 milhões por ano, com aval de fundos garantidores públicos, o que permitiria cobrar juros menores. O contrato desses empréstimos será dispensado de registro em cartório. A nova linha deve ser anunciada em fevereiro.





quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Vamos continuar monitorando a dinâmica das MME's 13 e 21 do Bovespa, pois tenho sérias dúvidas de que essa dinâmica seja abortada nos próximos 2-3 meses

Vamos continuar monitorando a dinâmica das MME's 13 e 21 do Bovespa, pois tenho sérias dúvidas de que essa dinâmica seja abortada nos próximos 2-3 meses

O que quero dizer com isso ?

Quero dizer que vários papéis podem ter chegado próximos a seus fundos nessa forte perna de baixa do Bovespa......

Porém, além de terem que cair um pouco mais, alguma acumulação teria que começar pra que ganhem alguma reversão mais forte à frente.

Ou seja.....o Bovespa ainda testaria e tocaria as suas medias móveis expoenciais de 13 e 21 algumas vezes, até superá-las...

Hoje, o Bovespa com sua forte alta de 2,34% resvalou na MME13.....ainda faltas resvalar na MME21...

Vamos ao gráfico:

Bovespa, diário, escala logarítmica...MME13 em linha azul....MME21 em linha vermelha








terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Vamos acompanhar o Bovespa pela dinâmica de suas médias móveis de 13 e 21 períodos no tempo diário ?

Vamos acompanhar o Bovespa pela dinâmica de suas médias móveis de 13 e 21 períodos no tempo diário ?

Abaixo, 3 anos do Bovespa....dá pra ver a dinâmica das médias móveis de 13 períodos (linha azul) e de 21 períodos (linha vermelha).....

Por enquanto, hoje, além da MME13 cruzada pra baixo sobre a MME21, portanto, em modo VENDA no tempo diário, ambas estão muito embicadas pra baixo...

Mesma dinâmica do final de 2013....do final de 2014....e parte de 2015 (maio até ago-setembro)...já ali a partir de setembro, uma congestão meio forçada....

Bovvespa, diário, escala logarítmica, período 3 anos






VALE5 começa a estreitar as bandas bollinger no tempo diário

VALE5  começa a estreitar as bandas bollinger (configuradas para 20 períodos)  no tempo diário

No tempo SEMANAL, ainda muito esgarçadas


VALE5, Diário, escala logarítmica



VALE5, SEMANAL, escala logarítmica






segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Vamos fazer uma homenagem a Cidade de São Paulo....aniversário dela hoje...meus parabéns !

Vamos fazer uma homenagem a Cidade de São Paulo....aniversário dela hoje...meus parabéns !

Atrasado.....mas tá valendo.....

Talvez eu seja um dos "cariocas" "mais paulistanos".....

Como dizem amigos paulistanos......eu gosto mais de São Paulo do que muito paulistanos...

então...ta valendo

Banda Inocentes:







"São Paulo", Banda Inocentes

Tem dias que eu digo não, inverno no meu coração
Meu mundo está em tuas mãos
Frio e garoa na escuridão

Sem São Paulo O meu dono é a solidão
Diga sim, que eu digo não
Sem São Paulo O meu dono é a solidão
Diga sim, que eu digo não

Tem dias que eu digo não, inverno no meu coração
Meu mundo está em tuas mãos
Frio e garoa na escuridão

Sem São Paulo ÔÔÔ O meu dono é a solidão
Diga sim, que eu digo não
Sem São Paulo ÔÔÔ O meu dono é a solidão
Diga sim, que eu digo não

Quem é seu dono? ninguém São Paulo
Quem é seu dono? ninguém São Paulo

Tem dias que eu digo não, inverno no meu coração
Meu mundo está em tuas mãos
Frio e garoa na escuridão

Sem São Paulo ÔÔÔ O meu dono é a solidão
Diga sim, que eu digo não
Sem São Paulo ÔÔÔ O meu dono é a solidão
Diga sim, que eu digo não

Desperta São Paulo
Desperta São Paulo




domingo, 24 de janeiro de 2016

45 Anos de Bovespa e 4 Bear-Markets: 3 com quedas de 80%-90% em dólar ....o atual, com 79% de queda

Há muito tempo estou pra me debruçar  sobre algumas correlações do principal índice brasileiro, o Bovespa.

Um ponto que chama atenção é a pequena quantidade de dados que gira sobre o Bovespa; algumas das razões são óbvias.

O mercado financeiro-capitais brasileiro pode ser ainda considerado novo frente a outros mercados.

A Bolsa de Valores de São Paulo data de 1967; assume uma caráter protagonista mais a partir dos anos 80; até então, a Bolsa de Valores do Rio de Janeiro abraçava tal particularidade.

Acrescenta-se a tal quadro, um cenário de hiperinflação que atingiu o Brasil nos 80 e parte dos anos 90, deturpando os parcos dados que as pequenas Bolsa de Valores apresentavam; para amortecê-los, fundamental ancorá-los em moedas mais fortes, como o dólar.

Os dados que passo a discutir constam da base de dados da BMFBovespa, Bolsa surgida após a fusão da Bovespa com a Bolsa Mercantil e de Futuros, e devem ser olhados, sobretudo, em "dólar", principalmente se buscamos estabelecer algum tipo de correlação e padrão com intervalos longos de tempo.

Aqui, pra efeito de análise, voltamos a 1971; portanto, 45 anos atrás.

O objetivo do estudo e do artigo é identificar algum padrão nos chamados BEAR-MARKETS brasileiros, isto é, nos períodos em que o Bovespa apresentou claros "mercados de baixa".

Pra início de conversa, até hoje, o Bovespa apresentou 4 grandes ciclos de baixa de longo prazo, a saber:

1971 a 1983
1986 a 1991
1997 a 2003
2008 ao momento atual

Nesse artigo, não vamos discutir e aprofundar aspectos fundamentalistas ou "político-econômicos" associados aos momentos de Alta ou Baixa do Bovespa.

Tentaremos apenas, como já dito, identificar algum tipo de padrão nos BEAR-MARKETS

Em primeiro plano, o gráfico de 45 anos em dólar do Bovespa, plotado a partir da base de dados da BMFBovespa (http://www.bmfbovespa.com.br/indices/ResumoVariacaoAnual.aspx?Indice=Ibovespa&idioma=pt-br)


Bovespa em dólar, período 45 anos, com fechamentos mensais




Agora, a parte em que nos atemos aos dados e buscamos diretamente identificar algum tipo de padrão.

O trabalho é relativamente simples.

Separamos os topos históricos de um determinado "grande ciclo de alta" e as mínimas históricas associadas a um "grande ciclo de baixa".

A própria base de dados da Bovespa nos ajuda (Ver Link em http://www.bmfbovespa.com.br/indices/ResumoRecordesAnuais.aspx?Indice=Ibovespa&idioma=pt-br)

Vamos ao quadro completo. depois, a análise








O quadro trazido da base de dados da Bovespa, com algumas inserções feitas por mim, nos mostra o topo histórico de 1971, momento em que termina o primeiro BULL-MARKET brasileiro em 1.334 pontos

Mostra a mínima histórica de 1983, momento em que termina o primeiro BEAR-MARKET brasileiro, em 249 pontos

Aqui, formatamos, portanto, o primeiro BEAR-MARKET , explicitando o tamanho da queda:

Uma queda de 81,32% em dólar do Bovespa entre 1971 e 1983 (de 1.334 a 249 pontos), retângulos em azul

Adiante.

O BULL-MARKET que se segue vai até 1986.

Aí, começa um outro BEAR-MARKET, que vai até 1991

Em 1986, o Bovespa alcança o topo histórico em 4.050 pontos
Em 1991, o Bovespa alcança 387 pontos e termina seu BEAR-MARKET

Assim, formatamos o segundo BEAR-MARKET brasileiro entre 1986 e 1991.


Uma queda de 90,43% em dólar do Bovespa entre 1986 e 1991( de 4.050 a 387 pontos), retângulos em laranja

Adiante.

O BULL-MARKET que se segue vai até 1997

Aí, começa um outro BEAR-MARKET, que vai até 2003

Em 1997, o Bovespa alcança o topo histórico em 12.620 pontos
Em 2003, o Bovespa alcança 2.160 pontos e termina seu BEAR-MARKET

Assim, formatamos o terceiro BEAR-MARKET brasileiro entre 1997 e 2003.


Uma queda de 82,88% em dólar do Bovespa entre 1997 e 2003( de 12.620 a 2.160), retângulos em verde

Adiante.

O BULL-MARKET que se segue vai até 2008

Aí, começa um outro BEAR-MARKET, que segue até os dias de hoje

Em 2008, o Bovespa alcança o topo histórico em 44.616 pontos
Hoje, fechamento na última sexta-feira, dia 22-01-2016, o Bovespa alcança 9.230 pontos em dólar

Assim, formatamos o quarto BEAR-MARKET brasileiro, que vem desde 2008 até os dias de hoje.

Uma queda, por enquanto, de 79,31%em dólar do Bovespa entre 2008 e os dias de hoje ( de 44.616 a 9.230 pontos ), retângulos em roxo


Resumo:

1 - BEAR-MARKET 1971-1983 - Queda de 81,3%

2 - BEAR-MARKET 1986-1991 - Queda de 90,4%


3 - BEAR-MARKET 1997-2003 - Queda de 82,8%

4 - BEAR-MARKET 2008-ATUAL - Queda, por enquanto, de 79,3%


A primeira observação a ser feita é:

Quando encerrado esse atual BEAR-MARKET, o BULL-MARKET seguinte levará o Bovespa para patamares acima dos 44.160 pontos em dólar.

A segunda constatação é que, nos 3 primeiros grandes mercados de baixa brasileiros, as quedas se situaram entre 80% e 90%; 2 delas na "casa" de 80%, e a de 1986-1991 em 90%

Caso vocês percebam, coloquei um quadro pequeno na tabela acima; nele fiz algumas conjecturas com o "Dólar x Real" no atual patamar de 4,12; tanto para uma queda de 80%, como para uma queda de 90%.

Obviamente, se entendermos que o atual BEAR-MARKET se assemelha aos de 1971 e 1997, estamos muito próximos de seu fim.

Caso entendamos que o atual BEAR-MARKET se assemelha mais ao período de 1986-1991, ápice da hiperinflação no Brasil , o Bovespa teria que perder mais cerca de 10% em dólar para finalizar seu BEAR-MARKET.

Perder mais 10% em dólar, seria especular um Bovespa mais próximo aos 25.000-29.500

Para os mais pessimistas, como eu, esse é o cenário que devemos trabalhar, ou seja, uma perda em dólar mais próxima a 90%

Para os mais otimistas,  o cenário a ser trabalhado é uma perda em dólar mais próxima a 80%; ou seja, uma ida provável à casa dos 33.000 pontos.














sábado, 23 de janeiro de 2016

"Goldman Sachs: volatilidade do preço do petróleo vai além deste semestre", por Jornal "O Globo" - Reuters

Matéria publicada há pouco, crédito Jornal "O Globo"- Reuters

http://oglobo.globo.com/economia/goldman-sachs-volatilidade-do-preco-do-petroleo-vai-alem-deste-semestre-1-18524274

Goldman Sachs: volatilidade do preço do petróleo vai além deste semestre

Cotações do barril devem continuar variando, entre US$ 20 e US$ 40, aponta o banco

POR REUTERS 23/01/2016 16:28

RIO - O banco Goldman Sachs alertou nesta sexta-feira que uma "fase de inflexão" de transição nos mercados de petróleo provavelmente vai se estender para além deste primeiro semestre. O período deve se caracterizar por uma volatilidade substancial, com uma variação de preços de US$ 20 a US$ 40, o barril.

O mercado do petróleo está alcançando uma fase de inflexão na qual os baixos preços forçam um ajuste dos fundamentos a um novo equilíbrio, informou o banco em um comunicado.

“O mercado do petróleo simplesmente não está fixando os preços com um mercado em baixa impulsionado pela demanda”, apontou a instituição.

Segundo o Goldman Sachs, o reequilíbrio começou no quarto trimestre de 2015, com excesso de abastecimento estimado em 1,2 milhão de barris por dia.

Os preços da commodity, que estão sendo negociados em torno do valor mais baixo nos últimos 12 anos, subiam 5% nesta sexta-feira para superar os US$ 30, que foram deixados para trás na semana passada. O tempo frio nos Estados Unidos e na Europa, junto à maior firmeza dos mercados financeiros, deram motivos aos operadores para ter lucros em um recorde de posições curtas.


Um tema com o qual os produtores de petróleo reunidos no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, concordam é que o tumulto nos preços da commodity não podem ir mais longe. No entanto, não há consenso sobre quando pode vir a recuperação.

De países como Cazaquistão à Arábia Saudita e até casas comerciais como o Mercuria Energy Group, representantes no Fórum em geral convergem na ideia de que a superabundância global de petróleo vai começar a se dissipar este ano ao passo que os preços mais baixos em 12 anos forçam cortes em despesas e produção.

— Estamos chegando ao fundo do mercado de petróleo — afirma o CEO da Mercuria, Marco Dunand em entrevista à Bloomberg nesta sexta-feira. — Produtores de petróleo estão no limite e alguns estão bombeando uma perda.

Contrariando a previsão do Goldman Sachs, o primeiro ministro do Cazaquistão, Karim Massimov espera uma recuperação para valores em torno de US$ 30 e US$ 40 na segunda metade do ano, mesmo preparado para o risco da cotaçao atingir US$ 20 nos primeiros seis meses de 2016. Ele afirma que , ainda que "a era do petróleo barato" persista por mais cinco ou sete anos, o país centro-asiático está preparado para resistir a uma queda de até US$ 16 o barril, afirmou o ministro.




E o "TED" recua depois de resvalar na fundamental faixa de 50 pontos-base

E o "TED" recua depois de resvalar na fundamental faixa de 50 pontos-base

Já ressaltei aqui algumas vezes o que de fato representa o "TED"

"TED" é o spread entre a taxa de juros interbancária LIBOR de 3 meses, praticada no maior mercado de taxas do mundo, o londrino, e a taxa de juros de 3 meses dos títulos do tesouro americano.


Portanto, quanto maior o "TED", maior o spread, ou seja, maior a percepção de risco





TED, Semanal, escala logarítmica, período 5 anos




TED, Semanal, escala logarítmica, período 8 anos









Cobre, diário e sua LTB

Cobre, diário e sua LTB curta

Cobre, diário, escala logarítmica






CRB Commodities, diário e Semanal e suas LTB'S curtas e longas

CRB Commodities, diário e Semanal e suas LTB'S curtas e longas

CRB, Diário, escala logarítmica




CRB, SEMANAL, escala logarítmica







Barril de Petróleo - diário, depois da forte recuperação de quase 15%

Barril de Petróleo - diário, depois da forte recuperação de quase 15%

Barril de Petróleo, Light Crude Oil,  diário, escala logarítmica e suas 2 LTB's (diferenças pequenas) 





quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Querem ver o resultado da Política na "prática" e seus acertos....ou erros ?....Índice "ATG", principal índice de ações da Grécia.....fechamento em 523 pontos....vai voltar até a faixa de 470-480 de 2012

Querem ver o resultado da Política na "prática" e seus acertos....ou erros ?

Índice "ATG", principal índice de ações da Grécia.....fechamento em 523 pontos....vai voltar até a faixa de 470-480 de 2012


ATG Grécia, tempo SEMANAL, escala logarítmica, período 5 anos




ATG Grécia, Tempo SEMANAL, escala logarítmica, período 10 anos







"Brasil fecha 1,5 mi de vagas com carteira em 2015, pior resultado desde 92", por Portal UOL

Notícia, crédito Portal UOL:

http://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2016/01/21/brasil-fecha-1542371-vagas-com-carteira-assinada-em-2015.htm


Brasil fecha 1,5 mi de vagas com carteira em 2015, pior resultado desde 92

Alessandra Modzeleski
Colaboração para o UOL, em Brasília 21/01/2016 11h43

O Brasil fechou 1.542.371 vagas de trabalho com carteira assinada em 2015, pior resultado para um ano desde o início da série, em 1992.

No ano, o total de empregos com carteira assinada caiu 3,74% em relação a 2014.

Os dados fazem parte do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) e foram divulgados pelo Ministério do Trabalho e da Previdência Social nesta quinta-feira (21).

Em 2015, quase todos os meses tiveram corte de vagas. Apenas em março o número foi positivo. Em dezembro, foram 596.208 vagas a menos. 

O número de empregos cortados é o saldo, ou seja, o total de demissões menos o de contratações no período. No ano passado, foram 17,7 milhões de contratações e 19,2 milhões de demissões, resultando no corte de 1,5 milhão de vagas.






"Batalha perdida contra a inflação", por José Cláudio Securato

Excelente artigo de José Cláudio Securato publicado ontem no Jornal "O Estado de São Paulo'

http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,batalha-perdida-contra-a-inflacao,10000011701

Batalha perdida contra a inflação

JOSÉ CLÁUDIO SECURATO*
20 Janeiro 2016 | 02h 55

O Banco Central (BC) perdeu a batalha contra a inflação. E as causas dessa derrota são:

- Não perseguição do centro da meta de inflação durante o primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff;
- erro ao ancorar as expectativas de convergência da inflação ao centro da meta para final de 2017;
- não pedido de uma meta ajustada para 2015 e 2016;
- e abrir margem para incertezas e especulações sobre a capacidade do BC de ancorar as expectativas de estabilidade dos preços no País.

Vejamos em detalhes.

Primeira causa: ou o BC não quis conduzir a inflação ao centro da meta durante o primeiro mandato da presidente Dilma ou não teve competência para tal. Como confio na competência da autoridade monetária brasileira, assumo que não houve intenção de levar a inflação ao centro da meta nesse período. No fundo, a decisão do governo foi tomada com base no Decreto 3.088/99, que em seu artigo 4.º determina que “a meta foi cumprida quando a variação acumulada da inflação (...) situar-se na faixa do seu respectivo intervalo de tolerância”.

Segunda: esse decreto estabelece no artigo 2.º que compete ao BC “(...) executar as políticas necessárias para cumprimento das metas fixadas”. Embora o termo “necessária” não seja definido pela legislação, infere-se (espera-se) que determine a medida, o esforço ou o quantum da política monetária deva ser conduzida pelo BC. Se a meta de inflação não foi cumprida, é porque o BC não fez, pois, o necessário.

Ciente da dificuldade de cumprimento da meta de inflação em 2015, o Banco Central esquivou-se de comentar ao longo do ano se faria o esforço monetário “necessário” para cumpri-la e não fez um pedido de meta ajustada ao Conselho Monetário Nacional (CMN) para os anos 2015 e 2016. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) avançou rapidamente e ainda em abril de 2015 superou o centro da meta, de 4,5%; em junho o índice rompeu o limite da meta, de 6,5%. Enquanto isso, as atas das reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom) firmaram o compromisso de fazer convergir a inflação para o centro da meta ao final de 2016, fundamental para que a autoridade monetária reconquistasse a confiança dos agentes econômicos.
Na penúltima ata do Copom (n.º 194), o BC assume que também não será em 2016 que alcançará o centro da meta. As expectativas do mercado são piores e já entendem que não haverá cumprimento da meta de inflação, incluindo o intervalo de tolerância. Assim, o governo comete grave erro ao ancorar as expectativas de convergência da inflação no centro da meta para final de 2017, enterrando sua credibilidade no controle inflacionário.
Terceira: o BC deveria ter ancorado as expectativas inflacionárias junto aos agentes econômicos, no mínimo, ao final de 2014 (assumindo que a eleição presidencial interferiria na decisão monetária), endereçando ao CMN um pedido de meta ajustada para 2015 e 2016. Isso mostraria uma mudança de atitude do governo quanto ao combate à inflação em relação ao primeiro mandato.

Em 2003 o Banco Central atuou assim. Conduzido por Henrique Meirelles, revisitou as metas de 2003-2004, reancorou as expectativas dos agentes econômicos e transformou os desafios da inflação de 2002 (12,5%) numa conversa clara e transparente com o mercado, dizendo: não vamos conseguir cumprir as metas estabelecidas para o biênio 2003-2004 e propomos o cumprimento de uma meta ajustada.

Por fim, a quarta causa: a batalha contra a inflação está perdida quando o Banco Central abre margem para especulações sobre sua capacidade de ancorar as expectativas de estabilidade dos preços no País. O BC não cumpre seu propósito legal e desancora expectativas de preços na economia.

O que a legislação estabelece com o sistema de metas é muito maior que um parâmetro de variação da inflação, mas premissas para o maior e mais importante objetivo de um banco central: ser o guardião da moeda, como diz o site do BC (www.bcb.gov.br): “Assegurar a estabilidade do poder de compra da moeda (...)”. Guardar a moeda significa ancorar as expectativas dos agentes econômicos quanto a preços, investimentos e rentabilidade; ou refletir a confiança na economia do País.

O efeito disso é que o uso tardio do instrumento monetário será menos eficiente e custará mais caro ao País. O BC está atrasado. Só na última ata do Copom (n.º 195) assume a possibilidade de um novo ciclo de aperto monetário: “Copom considera que remanescem incertezas associadas ao balanço de riscos (...) e que o processo de realinhamento de preços relativos mostra-se mais demorado e mais intenso que o previsto. Parte de seus membros argumentou que seria oportuno ajustar, de imediato, as condições monetárias, de modo a reduzir os riscos de não cumprimento dos objetivos do regime de metas para a inflação (...)”.

A evolução de juros, quando e se efetuada, será menos eficiente e precisará ser mais forte, pois a inflação está muito distante da meta: projetada para além dos 10,70% em 2015. Assim, juros mais altos, por mais tempo geram um custo muito alto ao País.

O desafio do BC ficou enorme. Somadas às pressões inflacionárias vistas em 2015, que serão carregadas em alguma proporção para 2016, há pressões do processo de impeachment, do ex-presidente Lula, do PT, dos sindicatos e movimentos sociais por políticas expansionistas a serem promovidas pelo governo, o que certamente pressionará ainda mais preços.

Com essa batalha perdida, o governo soma mais uma frente de fracasso na condução da política econômica do Brasil. Aos agentes econômicos sobra a incerteza quanto aos preços para os próximos anos. À população resta a perda de renda real de forma intensa e abrupta.

* JOSÉ CLÁUDIO SECURATO É DOUTOR PELA FEA-USP, PRESIDENTE DA SAINT PAUL ESCOLA DE NEGÓCIOS E DO INSTITUTO BRASILEIRO DE EXECUTIVOS DE FINANÇAS DE SÃO PAULO (IBEF-SP)




Começamos a ver algumas "aberrações"....A Mineradora anglo-australiana BHP caiu ontem em Londres cerca de 8%...hoje, fecha com alta de 10,6% "em cima" de uma LTB

Começamos a ver algumas "aberrações"....A Mineradora anglo-australiana BHP caiu ontem em Londres cerca de 8%...hoje, fecha com alta de 10,6% "em cima" de uma LTB

No entanto, ainda abaixo das minimas de 2008...o que pode parecer apenas um ensaio num pullback nessa faixa de 680-700, pra depois voltar a cair....fechamento hoje em 642,00


BHP, Listada em Londres, tempo diário




BHP, Listada em Londres, tempo MENSAL, Período 12 anos











Bovespa atualizado já com a abertura de hoje sua LTB no "tempo 60 minutos"

Bovespa atualizado já com a abertura de hoje sua LTB no "tempo 60 minutos"


Bovespa, "tempo 60 minutos", escala logarítmica, hora 10:14






quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Uma boa aposta ? "BRFS3" (BRF ON), "dona" da Sadia e Perdigão, resvala na sua LTA de 5 anos

Uma boa aposta ? "BRFS3" (BRF ON), "dona" da Sadia e Perdigão resvala na sua LTA de 5 anos

Mínima dehoje em 46.06....LTA passando ali em 45.50

BRFS3, Semanal, escala logarítmica, período 6 anos






Nas quedas fortes dos mercados americanos, Dow Jones salva o fundo de agosto-2015, mostrando muito boa vontade no curto prazo, apesar do nervosismo global

Nas quedas fortes dos mercados americanos, Dow Jones salva o fundo de agosto-2015, mostrando muito boa vontade no curto prazo, apesar do nervosismo global

Dow Jones na mínima de hoje apenas chegou a resvalar a mínima de agosto-2015, tocada em 15.370....hoje., Dow Jones bateu na mínima 15.450; fechamento em 15.766, queda de 1,56%

SP500, por outro lado, não conseguiu salvar no fechamento o fundo de agosto-2015;  na mínima de hoje perdeu feio a mínima de agosto-2015, tocada em 1.867...hoje., SP500 bateu na mínima 1.812; fechamento em 1.860, queda de 1,17%.




Dow Jones, diário




SP500, diário







Em "buracos negros" ou "crashes" como esses, vamos buscar "uma luz" para o Bovespa...comparação com o "DJUSST" (Dow Jones Steel Index)

Ainda no "buraco negro" o Bovespa...

Não dá pra lutar contra ele.......

Abriu mais uma vez em forte queda......no intraday, o Bovespa bateu uma nova mínima em 37.040 pontos....fechamento em 37.645, queda de 1,08%

Ainda olhando para a faixa de 35.750 pontos, com alguns pequenos repiques no meio do caminho...

Anteontem, comparamos o "buraco negro" do Bovespa com o algoritmo da VALE5....

Hoje, vamos compará-lo com o algoritmo do "DJUSST" (Dow Jones Steel Index), um índice muito mais ligado a commodities "como um todo"......

Esse parece até mais atrelado ao Bovespa, sem o "delay" do algoritmo da VALE5....

Vejam que o "DJUSST" também se aproxima de um suporte um pouco mais forte, suporte esse ali de 2009; equivalente ao 35.750 pontos do Bovespa

Então, continuamos a acompanhar o Bovespa e o "DJUSST" rumo a esses 2 suportes

Bovespa, SEMANAL, Escala logarítmica, período 10 anos






DJUSST, SEMANAL, Escala logarítmica, período 10 anos





DJUSST, SEMANAL, Escala logarítmica, período 04 anos






terça-feira, 19 de janeiro de 2016

A Notícia principal da página na internet do Jornal "O Estado de São Paulo" hoje, pela manhã diz :"PIB chinês tem o menor crescimento em 25 anos"......Isso, afinal, é uma "notícia-catástrofe" ou uma "notícia-boa" ?

A Notícia principal da página na internet do Jornal "O Estado de São Paulo" hoje, pela manhã diz :"PIB chinês tem o menor crescimento em 25 anos"......Isso, afinal, é uma "notícia-catástrofe" ou uma "notícia-boa" ?

É obvio que a notícia não é boa.....é uma forte desaceleração, dados seus últimos anos, etc....etc..etc....

Mas, o que vemos diariamente ?

Um verdadeiro terrorismo sobre esses dados.....

Perto de outros dados, isso parece uma ótima notícia....

Pegue os dados de desemprego, crédito, inadimplência, inflação, perda do poder aquisitivo e tantos outros no Brasil.....

Vamos a parte da matéria do Jornal "O Estado de São Paulo"

http://www.estadao.com.br/noticias/geral,pib-chines-tem-o-menor-crescimento-em-25-anos,10000007432

PIB chinês tem o menor crescimento em 25 anos
O ESTADO DE S.PAULO
19 Janeiro 2016 | 00h 58

Economia do país asiático cresceu 6,9% em 2015; preocupações com a China derrubaram os mercados no mundo inteiro este ano

PEQUIM - O Produto Interno Bruto (PIB) da China cresceu 6,9% em 2015, o ritmo mais fraco em 25 anos, segundo dados divulgados na madrugada desta terça-feira pelo governo chinês. No quarto trimestre, a economia avançou 6,8%, na comparação com o mesmo período de 2014, e 1,6% em relação ao terceiro trimestre do ano passado.
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O resultado ficou ligeiramente abaixo do anunciado no sábado pelo primeiro-ministro Li Keqiang. Segundo ele, a economia do país cresceria 7,0%. A desaceleração do PIB da China tem preocupado mercados em todo o mundo, especialmente de países que exportam para o gigante asiático – entre eles, o Brasil. Com isso, aumenta a pressão sobre Pequim para que sejam implementadas mais medidas de estímulo. Em 2014, a economia chinesa avançou 7,3%.
Nas primeiras semanas de 2016, preocupações sobre a saúde da economia da China derrubaram os mercados no mundo inteiro. Dados mais fracos que o esperado sobre a indústria chinesa derrubaram a Bolsa de Shangai, arrastando os mercados na Europa e nos Estados Unidos. No Brasil, a Bovespa também foi afetada pelos temores externos.



35 anos depois....mudou alguma coisa ? A Inflação de 2 dígitos e a crise com o cafezinho de 2 e 5 cruzeiros

35 anos depois....mudou alguma coisa ? 

A Inflação de 2 dígitos e a crise com o cafezinho de 2 e 5 cruzeiros











segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Bovespa em 18-01-2016 e a comparação com o algoritmo da VALE5

Nada mudou de quinta-feira pra cá.....Bovespa tentou voltar pra região de 39.000 na sexta-feira sem sucesso....hoje, queda no final levou o índice pra baixo da faixa de 38.000

Fechamento hoje em 37.937 pontos, queda de 1,64%

Como destacado abaixo, a faixa mais forte é a faixa de 36.000..pra ser mais preciso,tem um suporte um pouco mais forte ali em 35.750 pontos.....

É pra lá que o Bovespa deve ir antes do repique mais forte...

É nesse momento que sugiro voltarmos a atenção para o gráfico do Bovespa sobreposto a VALE5 , segundo gráfico abaixo..VALE5 em "linha roxa"

Já havia debatido essa sobreposição......argumentava o perigo de perdermos a faixa de 44.000-45.000...

Na verdade, como já falei outras vezes, nunca vou entender o porquê do mercado não ter iniciado o crash ali em 44.000......bem......repicou....voltou a faixa de 45.000...repicou...tentou segurar 1-2-3 vezes a faixa de 44.000-45.000, com alguma esperança quando até mesmo tocou 42.800....

enfim........não tem mais jeito......depois dos 40.000 ficou claro que o crash estava estabelecido...

No entanto, ainda sobrecarregando Mineradoras, siderúrgicas e Petrobrás....

Bancos vieram , mas ainda não totalmente......veio o BB,,,,,,Faltam ITAU e Bradesco....virão

Podem ter certeza que ITAU e Bradesco ainda tem muito mais a cair.....

Por ora....esperemos até 35.800-36.000....

Vejam o IFR14 sibrevendido no SEMANAL.....em outros momentos, essa sobrevenda deu repiques fortes...

Podemos especular que o Bovespa vai ate´35.800....repica em 3-6 meses até 42.800-44.000-45.000, volte a cair....e tente em 1 ano atingir ainda a faixa de 45.000.46.000...

Depois, assim como foi com a VALE5.....e a sobreposição abaixo mostra isso......pra VALE5 foi a perda da faixa de 22,00.......

Depois, o Bovespa volta a mergulhar de forma alucinante até a faixa de 25.000-26.000-29.200


Bovespa, SEMANAL, Escala logarítmica




Bovespa, SEMANAL, Escala logarítmica, com a sobreposição da VALE5







quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Bovespa e 2 LTB's curtas no tempo "60 minutos" a serem vistas

Bovespa e 2 LTB's curtas no tempo "60 minutos" a serem vistas

MA200, também no tempo "60 minutos" em linha vermelha

Primeira possibilidade de repique é na faixa de 40.000; até pela LTB marcada abaixo...

Repique maior deve ser nos 42.000

Se o Bovespa seguir o algoritmo da VALE5 lá atrás...1 ano, 1 ano e meio atrás, o repique maior até a faixa de 44.000-45.000 somente deverá acontecer depois do Bovespa tocar a faixa de 35.000-36.000

O repique iria dos 35.000-36.000 até 44.000-45.000 pra depois voltar tudo pra baixo novamente....na mesma onda de crash da VALE5......ou seja.......volta dos 44.000-45.000 pra baixo numa velocidade alucinante até a faixa de 26.000-29.200

Bovespa, tempo "60 minutos", escala logarítmica 







VALE5 e sua LTB no tempo "60 minutos" rompida

Depois do desastre.......

VALE5 e sua LTB no tempo "60 minutos" rompida

vai parar nos 6,88 ?....pouco provável......CRB Commodities ainda ali por volta de 160....o início da bolha de commodities se deu com o "CRB" por volta de 100-110......deve voltar até lá

Repiques no meio do caminho deverão acontecer.....MA50 e MA200, no tempo diário devem ser olhadas......

MA200 muito longe no tempo diário.......lá por volta de 14,15

VALE5, tempo "60 minutos", escala logarítmica, MA200 em linha vermelha






quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

ITUB4, BBDC4 e BBAS3 entram para o "buraco negro"

Abaixo, alguns pivots importantissimos perdidos de ITUB4, BBDC4 e BBAS3

Será que o mercado será tão rápido quanto o foi nas commodities ?

ITUB4, perdeu a faixa de 24,50-24,60...nada muito forte abaixo, até a faixa de 22,00

BBDC4 perdeu a faixa de 17,50.....nada muito forte até 16,50; depois, somente a faixa de 15.40

BBAS3 perdeu a faixa de 13,20....nada muito forte até a faixa de 12,00

Bovespa está dentro do "buraco negro", depois que perdeu a faixa de 44,000, mas principalmente a faixa de 42.800....Nada muito forte abaixo de 40.000......existe aquele canal de baixa novamente destacado abaixo.....nas mínimas de hoje, o canal já foi vazado.....mais forte abaixo de 40.000, apenas a faixa de 35.800

ITUB4, Semanal, escala logarítmica




BBDC4, Semanal, escala logarítmica




BBAS3, Semanal, escala logarítmica




Bovespa, SEMANAL, Escala logarítmica












segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Bovespa praticamente encosta na base inferior do longo canal de baixa

Bovespa praticamente encosta na base inferior do longo canal de baixa

Canal que eu havia destacado aqui semana passada....ali por volta de 39.800...hoje, resvalou....

Não dá pra animar muito...

O "Buraco negro" em que se meteu o Bovespa, abaixo da faixa de 44.000.45.000 já era pra ter sido encarado antes, quando o mercado bateu 44.000 em 2014......

Por coisas incompreensíveis que você somente vêm renda variável, o mercado ainda deu uma chane de ir nos 62.500....58.500......e, agora, o repique nos 49.750....

De agora em diante, o Bovespa vai ver a mesma "via crúcis" da VALE....

BBDC4, BBAS3 e ITUB4 já perderam faixas importantes e LTA'S Longas...mas não perderam "última faixa"

A última faixa de BBDC4 é 17.50.....ITUB4 é 24.50.....BBAS3 é 13,50.....talvez por isso, o Bovespa tenha o mesmo repique que VALE5 deu ao bater lá atrás em 15.50 e foi até 20,00-20,50....ficou ali remoendo por 12 meses....

O Bovespa vai viver isso possivelmente....em algum momento, vai buscar 36.000...quem sabe, 32.000 e 30.000

Bovespa, SEMANAL, Escala logarítmica, 10 anos






É difícil acreditar e entender o critério pela qual o mercado avalia a maior exportadora do Brasil, a VALE....Hoje, ela vale apenas cerca de 25% do seu valor patrimonial....Acreditem.....menos do que a Petrobrás...sim...não ouviram "errado", hoje, a preço de mercado, a VALE "vale" menos do que a Petrobrás

É difícil acreditar e entender o critério pela qual o mercado avalia a maior exportadora do Brasil, a VALE....Hoje, ela vale apenas cerca de 25% do seu valor patrimonial....Acreditem.....menos do que a Petrobrás...sim...não ouviram "errado", hoje, a preço de mercado, a VALE "vale" menos do que a Petrobrás


Relação do preço sobre valor de patrimônio para VALE: 0,26 (ver http://www.fundamentus.com.br/detalhes.php?papel=PETR4&x=0&y=0)

Relação do preço sobre valor de patrimônio para Petrobras: 0,28 (ver http://www.fundamentus.com.br/detalhes.php?papel=PETR4&x=0&y=0)

Papel se encontra a cerca de 45% de sua MA200 (Média Móvel simples de 200 períodos).....desde a crise de 2008, o papel não mantém essa distância...

A força vendedora sinaliza uma dinâmica surreal, já que em 2008 havia um gritante "desaparecimento" de liquidez, o que forçava os players a se desfazerem dos papéis "a qualquer preço"....

Hoje, em tese, o que pode se discutir é uma antecipação de uma crise de liquidez, dada a reversão das taxas de juros por conta do FED......

Vamos ao gráfico de 4 anos da VALE5....TEMPO DIÁRIO....depois, 12 anos, tempo SEMANAL


VALE5, Diário, MA200 em linha vermelha




VALE5, SEMANAL, Período 12 anos












quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Barril de petróleo - período 10 anos....

Barril de petróleo, Light Crude, SEMANAL - período 10 anos, escala logaritmica





Bovespa - ontem e hoje...

Boa noite gente...
Vai ser difícil eu postar com frequência nos próximos 7-10 dias....tentarei, na medida do possível, dar umas visões mais "macro"

Abaixo, ,dentro da perda dos 42.750.....e dos 42.000 de ontem, a ida, muito possivelmente, até a base do canal de baixa de longo prazo, abaixo destacado....pelo meu gráfico, escala logarítmica, passando ali por volta de 39.700.....

Vai parar por aí ? Talvez....parando....não tenho muito otimismo...deve ter um forte e rápido repique até a faixa de 45.300......e tentar melhorar o patamares absolutamente surreais a que foram levados VALE e Siderúrgicas....

Bradesco PN no limite do limite....já fechou abaixo do limite......se não voltar amanhã rapidamente pros 18.70, a coisa pode ficar muito pior

Bovespa, SEMANAL, escala logarítmica, período 8 anos








terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Cobre - LTB Longa desde o início de 2015 baliza o ativo, vista no SEMANAL.....No diário, MA50 também baliza o papel

Cobre - LTB Longa desde o início de 2015 baliza o ativo, vista no SEMANAL

No diário, MA50 também baliza o papel

Mas, reparem as fortess divergências altistas de IFR14 e MACD no SEMANAL....
Reparem que o Histograma já entra a semana dando COMPRA no SEMANAL




Cobre, SEMANAL, Escala logarítmica, período 3 anos


Cobre, diário, Escala logarítmica, período 1 ano











ADR's Bradesco e Itau em Nova York

ADR's Bradesco e Itau em Nova York

ADR Bradesco, Nova York, Semanal, escala logarítmica, período 12 anos




ADR ITAU, Nova York, Semanal, escala logarítmica, período 12 anos