sábado, 31 de outubro de 2015

"O que ocorreu foi que o governo fez tudo errado a partir de 2008, absolutamente tudo, e estamos pagando o preço disso.", por Gustavo Franco, ex-Presidente do Banco Central no primeiro mandato de FHC

Boa entrevista de Gustavo Franco, ex-Presidente do Banco Central no primeiro mandato de Fernando Henrique Cardoso, publicada pela Revista ÉPOCA desse final de semana

http://epoca.globo.com/ideias/noticia/2015/10/gustavo-franco-nao-ha-gasto-publico-incortavel-nem-os-sociais.html

IDEIAS
Gustavo Franco: "Não há gasto público incortável, nem os sociais"
O ex-presidente do Banco Central alerta: mesmo que todos os gastos no Orçamento pareçam legítimos, o país não tem esses recursos. É preciso definir prioridades

SAMANTHA LIMA
31/10/2015 - 10h01 - Atualizado 31/10/2015 10h31

Ex-presidente do Banco Central (1997-1998) no governo de Fernando Henrique Cardoso e sócio da Rio Bravo Investimentos, o economista Gustavo Franco vê a crise econômica como consequência de o governo ter feito “absolutamente tudo errado” nos últimos anos. Se feito a fundo, o ajuste fiscal não terá como poupar nem mesmo programas de transferência de renda. “Tem de ter espírito livre para analisar o todo.” Segundo o economista, tanto o governo quanto o Congresso se escondem da responsabilidade de fazer escolhas para ter um Orçamento equilibrado, jogando a responsabilidade sobre o ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Franco também atribui a crise à corrupção e ao que chama de “capitalismo de quadrilha”. Para ele, o modelo econômico apoiado em um Estado gastador se transformou “em veneno”.

ÉPOCA – Qual foi a origem da crise e como ela contribuiu com a piora das contas públicas?

Gustavo Franco – Não há uma causa simples. De forma ampla, é a falência de um modelo de política econômica que prevaleceu a partir de 2008 e que é mãe de todos esses males. A crise nas contas públicas tem a ver com corrupção, com o capitalismo de compadrio, que prefiro chamar de capitalismo de quadrilha. É como se as autoridades quisessem confrontar cada pressuposto de boa política econômica. Parecem estar tentando nos convencer, o tempo todo, que o capitalismo não funciona. Obviamente, isso fracassou.

ÉPOCA – Há desenvolvimentistas que defendem que se aumentem agora o gasto e o investimento público, a fim de acelerar a economia. Isso voltaria na forma de arrecadação. Essa receita funcionaria em algum momento? Funcionaria agora?

Franco – Há situações na economia em que o aumento de gasto público é um remédio, e outras em que é veneno, como agora. Algumas pessoas repetem esse samba de uma nota só. É uma tolice. O único remédio que eles sabem usar foi utilizado em excesso e agora virou tóxico.

ÉPOCA – É possível consertar o tripé econômico baseado em metas de inflação, rigor fiscal e câmbio flutuante?

Franco – Dá para consertar. Nada condena o Brasil a dar errado, mas também nada nos condena a dar certo. O que ocorreu foi que o governo fez tudo errado a partir de 2008, absolutamente tudo, e estamos pagando o preço disso.

ÉPOCA – A inflação deve chegar ao fim de 2015 em 9%, o dobro do centro da meta. Por que ela resiste num nível tão alto, mesmo com juros elevados e recessão?

Franco – A perda do poder de compra da moeda é reflexo também da conjuntura ruim. Se não fosse a explosão na taxa de câmbio, talvez o número fosse menor. Mas a inflação reflete uma percepção mais ampla sobre o crédito público, sobre a credibilidade do governo de tomar dinheiro emprestado e de sua sustentabilidade financeira. É fácil ver que o crédito público só fez piorar.

ÉPOCA – Como é possível aprovar as medidas necessárias ao ajuste fiscal diante da crise política? A presidente conseguirá retomar esse protagonismo?

Franco – Acho difícil. Os temas políticos centrais são o impeachment da presidente da República e a situação do presidente da Câmara. A política paralisou a capacidade do Brasil de tomar decisões, e isso aumenta qualquer crise. Nossa baixa capacidade de lidar com a crise é incompatível com o tamanho do desafio. É um paramédico na calçada tratando de paciente com doença grave. Evita o óbito, mas não resolve nada. Será uma lástima termos mais três anos de atraso.

ÉPOCA – Diante do desgaste, o que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, pode fazer para contribuir com a saída da crise?

Franco – Pouco. Propostas como a recriação da CPMF revelam que as pretensões são modestas. Não há espaço para a formulação, nem coordenação política para oferecer alguma coisa que reduza despesas ou a dívida pública, ou ainda privatizar. Ele tem papel de racionalidade, em uma equipe que não tem nenhuma. Seu colega ministro do Planejamento (Nelson Barbosa) é o mesmo das pedaladas, de tudo o que deu errado.

ÉPOCA – Quais as consequências, para a economia, do antagonismo entre Barbosa e Levy?

Franco – No passado, muitos presidentes tiveram um (ministro) gastador e outro controlador (leia a reportagem sobre o livro do ex-presidente Fernando Henrique). Um prevalece, mas o outro é uma espécie de consciência crítica. Há também o fato de Barbosa permanecer para conduzir a defesa das pedaladas fiscais, no Congresso. A presidente não pode abandonar essa culpa, então está lá o Barbosa, por uma segunda razão.

ÉPOCA – A fritura de Levy pelo PT piora a crise?

Franco – O PT frita até seus próprios líderes. Neste momento em que é preciso uma autocrítica do que deu errado – a conversa de política anticíclica e de nova matriz econômica, que é o modelo econômico deles –, eles se contorcem para fazer com que a culpa seja do Levy, que acabou de chegar.

ÉPOCA – Se o Levy deixar o governo, o que o senhor acha que deve acontecer?

Franco – É grande o risco de outras agências de risco tirarem o grau de investimento do Brasil, assim como fez a Standard & Poor’s. Faltou percepção política à presidente de que o Levy tinha de crescer e ocupar novos espaços no governo.

ÉPOCA – E se o Barbosa suceder a Levy?

Franco – Se o líder da política econômica for de perfil gastador, sem um ortodoxo na equipe, voltaremos à era Mantega. A queda do ministro e sua substituição por alguém de perfil diferente vai repercutir negativamente nos mercados.

ÉPOCA – Se reformas avançarem no Congresso e o ajuste for concluído, em quanto tempo se retoma o crescimento?

Franco – Desde que o Brasil venceu a hiperinflação, há 20 anos, estamos nessa conversa. A urgência de combatê-la trouxe impulso político para importantes reformas na economia. Quando Lula assumiu, foi decretado o fim das reformas. Foi um erro, porque, tal como nas empresas, os países precisam de constante esforço de inovação. Dá certo cansaço olhar o tempo que se perdeu. Talvez a crise seja o impulso que faltava. Mas não tem botão a apertar. Precisamos de um plano completo de coisas a reformar, com problemas difíceis que precisam de soluções difíceis. É o que falta. Já que vai ter uma Emenda Constitucional para a CPMF, por que não é possível fazer outra coisa do lado da despesa? Não consigo entender como, num Orçamento de R$ 1,2 trilhão, não se consiga cortar R$ 50 bilhões.

ÉPOCA – É possível ajustar as contas sem rever os gastos sociais e programas de transferência?

Franco – É preciso ter espírito livre para olhar tudo. Nada é incortável. Se o país não encarar isso de frente, vamos continuar num ambiente de paralisia, em que a inflação ou a dívida vão explodir. Chegamos à situação em que todos os itens do Orçamento são legítimos, só que isso soma algo acima da receita. Vai pegar programas sociais? Seguramente. Quando não se tem dinheiro nem capacidade de endividamento, tem de cortar. A sociedade deve se organizar para ter Orçamento equilibrado, transparente. A democracia é tão mais sólida economicamente quanto mais avançada forem suas instituições orçamentárias, inclusive para escolher prioridades.

ÉPOCA – Qual é a participação da crise da Petrobras nos problemas econômicos do país?

Franco – Aquilo é uma miniatura do Brasil com todos os vícios: arrogância, omissão, irresponsabilidade, corrupção, megalomania. O endividamento cresceu, a perda de valor foi de US$ 200 bilhões. Cada centavo disso é culpa de Dilma e Lula. A empresa confessou em balanço auditado ter pagado R$ 6 bilhões em propina. Isso não está desligado do modus operandi da política econômica. Ela também está mostrando o caminho, fazendo privatização, tentando reduzir sua dívida, cortando custo. Por que o governo não faz o mesmo?

ÉPOCA – O senhor, como gestor de ativos, vê boas oportunidades de investimento no Brasil?

Franco – Existe um acervo de possibilidades em infraestrutura. O governo afasta o investidor ao impor restrições regulatórias ou regras hostis à rentabilidade, como se fosse proibido ganhar dinheiro. É preciso rever essa postura.





Heineken - Tempo Mensal , listada em Amsterdã , período 15 anos

Heineken - Tempo Mensal , listada em Amsterdã, período 15 anos



Retorno de 300% em 7 anos








Hora do Recreio - Trouxe Heineken ?


http://ecografiadavida.com/fechadura-inteligente-so-abre-a-porta-para-quem-trouxer-a-cerveja-certa/

Quando decide fazer uma festa ou um encontro com amigos na sua casa, nada mais justo que pedir que cada um leve sua bebida. Mas também não há nada mais chato do que quando seu convidado chega com uma cerveja barata e de péssima qualidade, certo? A marca Heineken, em parceira com a UEFA Champions League, mostra uma solução para evitar esta situação constrangedora: a Heineken Door Lock, uma exclusiva fechadura eletrônica com sistema de leitura óptica que só abre a porta através do código de barras da Heineken.

O dispositivo possui uma trava de segurança, que só abre a porta quando seu amigo se aproximar com uma Heineken na mão, em uma campanha promocional criada pela W+K São Paulo. A Heineken vai realizar o sorteio de 5 unidades da fechadura, que será instalada nas portas dos vencedores.











Bovespa- Final de Semana

Bovespa na abertura de ontem veio procurar a faixa de 45.000-45.300, mais clara faixa depois da perda de 46.300-46.400 que vinha sustentando o índice há uns 15 dias.

Fechou "em cima" de outra faixa pivot de 45.800.....fechamento em 45.860 , alta de 0,53%

Faixa muito mais forte essa de 45.000-45.300......abaixo, a LTA que marquei desde o início da semana....

Curiosamente, pode ser um "canal de alta forçado"

MME13 já cruzou pra baixo da MME21, portanto sinal de VENDA no diário......assim como MACD e histograma.

Porém, como fiz questão de marcar nos retângulos azuis, se o Bovespa mantiver uma dinâmica semelhante com a do início do ano, essas configurações podem voltar a dar COMPRA em 3-4 dias....são configurações onde a volatilidade é baixa e que estão próximas a congestões.

A LTA mencionada passa agora ali por volta de 45.000


Bovespa, diário, escala logarítmica, período 2 anos









quinta-feira, 29 de outubro de 2015

O número que interessa no Balanço Trimestral Publicado hoje do Banco Bradesco é a explosão do item "Provisão para Devedores Duvidosos"....

O número que interessa no Balanço Trimestral Publicado hoje do Banco Bradesco é a explosão do item "Provisão para Devedores Duvidosos"....

Vejam no Balanço Publicado que o item "Provisão para Devedores Duvidosos" sai de R$ 23,8 Bilhões no trimestre Abr-Jun-2015 para R$ 28,67 Bilhões no Balanço publicado hoje trimestre Jul-Set-2015...

Um aumento de 20% aproximadamente

Vejam o link do balanço publicado aqui http://www.bradescori.com.br/site/conteudo/informacoes-financeiras/relatorios-trimestrais.aspx?secaoId=810


Essa explosão é sintoma da iminente forte inadimplência que atingirá todos os bancos brasileiros diante da forte desaceleração econômica ?







"BSE-SENSEX" Índia novamente tocando LTA de 15 anos

"BSE-SENSEX" Índia novamente tocando LTA de 15 anos

BSE, Mensal, escala logarítmica - 15 anos





quarta-feira, 28 de outubro de 2015

"Endividamento recorde entre as empresas", por Coluna "Radar", Revista VEJA

Notícia publicada agora no início da noite na coluna "Radar", da Revista VEJA

http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/economia/endividamento-recorde-entre-as-empresas/

Endividamento recorde entre as empresas
Por: Natalia Viri  28/10/2015 às 18:11

As empresas de capital aberto brasileiras nunca estiveram tão endividadas. Dados de cerca de 1000 companhias levantados pelo Credit Suisse mostram que a relação entre dívida líquida e a geração de caixa estava em 3,1 vezes no fim de junho, valor recorde da série iniciada em 1995.
E a combinação de economia fraca e dívida alta já tira o sono do mercado. Em relatório intitulado “O que nos mantêm acordados à noite”, o banco alerta que a forte inadimplência das grandes companhias no primeiro semestre pode não ser um ponto fora da curva, causado apenas pela Lava-Jato e a quebradeira na cadeia de petróleo e gás.
“Com o ambiente desafiador do ponto de vista econômico associado com taxas de endividamento em níveis recordes, essa questão tem potencial para se tornar mais amplo”, ponderam os analistas, que esperam aumento nos calotes corporativos nos próximos 12 a 18 meses.
O problema é generalizado: de onze setores analisados pelo Credit, sete estão com a relação entre dívida e geração de caixa acima de 3 vezes, nível que costuma acender um sinal amarelo para especialistas.



Bovespa em 28-10-2015

Bovespa voltou a fechar em queda hoje; queda de 0,64% em 46.740 pontos.

No curto prazo continua confuso.....

Marquei abaixo alguns pontos...

Como disse anteontem, a "confusão" do final do ano passado até março desse ano durou cerca de 3 meses....

Não estamos numa confusão tão clara agora, já que o fundo de agosto foi lá atrás, em 42.780 pontos....o "máximo" que o Bovespa voltou foi nos 43.780.......

Talvez no curtíssimo prazo sim.....faixa entre 49.400-49.700 e 46.300.

Tivemos uma congestão no final de maio até final de junho entre 52.500 e 54.300....e essa durou 1 mês......congestão chata com intervalo curto....

Talvez estejamos em algo entre uma e outra.....

Marquei em vermelho um suposto canal de alta que pode levar em 2-3 meses o índice lá nos 52.500, essa sim uma faixa fortíssima.......

Alguns pivots marcados também......pra baixo, a faixa de 46.300 resvalada novamente hoje....45.000-45.300...

Pra cima, 47.300, 48.000, 48.800 e 49.400

Bovespa, diário, escala logarítmica








E aí ? Dá pra manter o triângulo ascendente da VALE5 com o fechamento de hoje, 28-10-2015 ?

E aí ? Dá pra manter o triângulo ascendente da VALE5 com o fechamento de hoje, 28-10-2015?

Abaixo,  gráfico diário, com o fechamento de hoje da VALE5 em 13.56......perdeu a faixa de 13,75-13,85 veio procurar uma outra faixa mais fraca em 13,35-13,4........que pode ser confundida com 13.10-13,20....suporte mais forte ali na faixa de 12,80, último fundo......e que  também pode ser vista no gráfico SEMANAL logo abaixo , período 10 anos 

Fechamento foi "em cima dessa LTA que formaria 1 lado do triângulo ascendente......os dias de amanhã e sexta-feira serão cruciais pra sabermos se esse triângulo pode se tornar uma realidade

VALE5, Diário, escala logarítmica




VALE5, SEMANAL, escala logarítmica










"O resultado da desastrosa administração das finanças públicas no governo Dilma Rousseff chegou agora, em 2015. Mas quem olha a série histórica desta administração percebe que o poço foi cavado ano após ano.", por Miriam Leitão

Excelente o artigo da jornalista Miriam Leitão publicado hoje em seu blog/coluna no Jornal "O Globo".

Vamos a ele:

http://blogs.oglobo.globo.com/miriam-leitao/post/obra-de-dilma.html

A obra de Dilma

POR MÍRIAM LEITÃO28/10/2015 08:30

Como o país conseguiu chegar a um déficit primário de R$ 60 bilhões? Foi um processo de pioras sequenciais, persistência no erro e manipulação de indicadores fiscais. O resultado da desastrosa administração das finanças públicas no governo Dilma Rousseff chegou agora, em 2015. Mas quem olha a série histórica desta administração percebe que o poço foi cavado ano após ano.

Este ano não é um ponto fora da curva, e sim um resultado que a presidente Dilma buscou persistentemente. No começo, a desculpa era a da necessidade de políticas anticíclicas para recuperar o país após a crise financeira internacional de 2008. Essas políticas foram necessárias num primeiro momento, em 2009, ainda no governo Lula, mas depois do forte crescimento de 2010 teria sido mais sensato reverter as políticas e preparar o ajuste. O governo preferiu continuar erodindo o superávit primário.

A redução do número não diz tudo porque começou a haver descontos na meta fiscal a ser atingida. O resultado não era o que estava escrito. O governo, a cada ano, aumentava o percentual de despesas que não deveriam ser computadas como despesas, de investimentos à perda de arrecadação com as desonerações.

As reduções de tributação para empresas que empregam muito tinham uma boa justificativa e foram mais horizontais. Mas a maioria dos benefícios fiscais foi concedida a setores escolhidos, a começar pela indústria automobilística.

O governo aumentou os gastos, engessou mais o orçamento e superindexou o salário mínimo, o que fez crescer ainda mais as despesas previdenciárias. Mesmo diante do aumento do rombo nas contas do INSS e da previdência pública, não tomou providência alguma. Nunca combateu o que tinha cara de fraude, como o aumento exponencial dos gastos com seguro-desemprego mesmo numa época de queda do desemprego. Aproveitou o crescimento da arrecadação para gastar mais. Várias despesas subiram de forma insustentável. Agora o governo enfrenta a queda da receita e tem que cortar até no essencial.

Um ponto importante para se entender o momento vivido agora com esse rombo gigantesco é que o governo rejeitou todas as críticas. Todos os especialistas ou jornalistas especializados na área econômica que mostraram os riscos, as maquiagens contábeis, o aumento do problema fiscal foram tratados com desprezo e estigmatizados. O Banco Central não alertava suficientemente para a deterioração fiscal e em vários comunicados dizia que esta área estava sob controle. Para não enfrentar uma briga interna, o BC se omitiu muitas vezes no alerta que deveria ter feito às autoridades que administravam as contas públicas.

O ministro Guido Mantega e seu secretário do Tesouro, Arno Augustin, demonstravam desprezo pelo equilíbrio fiscal. Para eles, bastava que os números parecessem bons, não precisavam ser verdadeiros. Os truques repetidos e abusivos levaram a presidente à desconfortável situação de enfrentar uma possível rejeição às suas contas de 2014. As “pedaladas” ainda não foram quitadas em 2015 nem estão computadas no déficit divulgado ontem.

O ministro Joaquim Levy tem sido uma voz isolada dentro do governo sobre a necessidade de ajuste fiscal forte. Ele foi favorável a um contingenciamento maior, mas a presidente preferiu fazê-lo menor e isso produziu o primeiro estresse dentro da equipe econômica. Depois, houve uma sucessão de atritos. O pior deles foi na decisão desastrada de enviar o Orçamento de 2016 com déficit para o Congresso.

Não foi enviada qualquer proposta relevante de mudança estrutural nos gastos públicos, e as poucas iniciativas foram bombardeadas no Congresso. O caso mais eloquente foi a MP 664, que virou um bumerangue. Era para reduzir o gasto com pensão das viúvas muito jovens e acabou virando veículo para um explosivo aumento de gastos previdenciários nos próximos anos, com o fim do fator e a entrada em outro regime de aposentadoria.

Por omissão, mas principalmente por ação, o governo chegou ao dia em que teve que confessar um déficit primário deste tamanho. Ele não foi feito num ano. É a resposta que os números dão a uma presidente que fez por merecê-los. Esta é a cara da administração Dilma Roussef.




E nada muda no FED.....FED mantém taxa de juros entre 0 e 0,25%

Nada muda nos EUA.....FED mantém a taxa de juros entre 0 e 0,25%

Crédito: Bloomberg

http://www.bloomberg.com/news/articles/2015-10-28/fed-sees-moderate-pace-of-economic-growth-as-rates-unchanged

Fed Sees ‘Moderate’ Pace of Economic Growth as Rates Unchanged

October 28, 2015 — 4:00 PM BRST

Federal Reserve policy makers said the economy is still expanding at a “moderate” pace as they left interest rates unchanged, giving themselves the option to tighten policy at their next meeting in December without making a commitment to act this year.
Even with a slower pace of recent job gains, “labor market indicators, on balance, show that underutilization of labor resources has diminished since early this year,” the Federal Open Market Committee said in a statement Wednesday following a two-day meeting in Washington.
The Fed also removed a line from September’s statement saying that global economic and financial developments “may restrain economic activity somewhat,” saying Wednesday only that the central bank is monitoring the international situation.
Chair Janet Yellen and her colleagues have been watching for more labor-market improvement and signs that inflation is rising toward their goal, despite headwinds from overseas, as they debate the first rate increase since 2006. At last month’s meeting, 13 of 17 officials still expected a hike this year provided the economy grew as forecast.
The assessment of the labor market, which said the pace of job gains “slowed and the unemployment rate held steady,” compared with last month’s language citing “solid job gains and declining unemployment.” The U.S. added 142,000 jobs in September, less than the 200,000 economists in a Bloomberg survey had forecast and well below the 205,000 average for the first eight months of 2015.
The FOMC vote was 9-1, as Richmond Fed President Jeffrey Lacker dissented for a second straight meeting, again calling for a quarter percentage-point rate increase.





"Fitch diz estar preocupada com crescente peso da dívida do Brasil", por Agência de Notícias Reuters

Notícia publicada hoje...

Crédito: Agência de notícias Reuters

http://br.reuters.com/article/topNews/idBRKCN0SM24D20151028


Fitch diz estar preocupada com crescente peso da dívida do Brasil
quarta-feira, 28 de outubro de 2015 14:24

Por Walter Brandimarte

SÃO PAULO (Reuters) - A agência de classificação de risco Fitch expressou preocupação nesta quarta-feira com a deterioração das contas públicas do Brasil, após o governo informar que o país terá déficit primário recorde neste ano.

A agência, que cortou o rating do Brasil para o último degrau antes do grau especulativo há menos de duas semanas, disse que a decisão do governo de desistir da meta fiscal para 2015 enfatiza os "crescentes desafios que o Brasil enfrenta para consolidar suas contas fiscais".

Em vez de um superávit, o governo agora estima um déficit primário recorde de ao menos 51,8 bilhões de reais neste ano.

"A derrapada fiscal e o crescente peso da dívida do governo têm sido fonte de preocupação para nós", disse a diretora da Fitch Shelly Shetty, em comunicado.

Ela destacou que a agência Fitch mantém a perspectiva negativa para a classificação "BBB-" do Brasil, o que significa que o rating pode ser cortado novamente no caso da "continuidade do fraco desempenho econômico e fiscal".

(Por Walter Brandimarte)





terça-feira, 27 de outubro de 2015

Vamos rever a história do "Cisne Negro" de Nassim Taleb....Serve para o Brasil ?......

Vamos rever a história do "Cisne Negro" de Nassim Taleb....Serve para o Brasil ?......

Seu livro, "A Lógica do Cisne Negro", já foi várias vezes debatido aqui no blog...

E já explicitei várias vezes que Nassim Taleb é um dos poucos "ídolos" que tenho...

Brasil.....Impeachment.....Brasil.....Grécia.....Impeachment.....nunca se sabe....vai ? não vai ?

Estamos diante de um "Cisne Negro" ? 

Vejam......nem todo "Cisne Negro" é "negativo".......

"Cisne Negro" é um evento improvável e de grande impacto....

Brasil.....Impeachment.....Brasil.....Grécia.....Impeachment.....nunca se sabe....vai ? não vai ?










Barril de petróleo - Semanal 3 anos

Barril de petróleo - Semanal 3 anos

Light Crude, Semanal, escala logarítmica, período 3 anos






Bovespa em 27-10-2015

Nada muito significativo de ontem pra hoje.

Bovespa andou um pouco mais pra baixo hoje, perdendo de vez aquela LTA no tempo horário que vínhamos monitorando.....

Veio procurar a faixa de 46.400......na mínima de hoje apenas bateu em 46.740 pontos; fechamento novamente na faixa de 47.000, ou mais precisamente em 47.040, queda de 0,35%.

Abaixo, coloquei as Médias Móveis exponenciais de 13 e 21 períodos ainda em posições de COMPRA, uma vez que a MME13 está acimada MME21....

Coloquei também as bandas bollinger configuradas pra 20 períodos; começam a estreitar.

Pivots mais claros também marcados.

Suportes agora em 46.740, 46.400, 46.000, 45.800 e 45.300
Resistências em 47.300, 48.000, 48.800 e 49.300

Bovespa, diário, escala logarítmica






Diários de Fernando Henrique Cardoso

Diários de FHC

Sim....

Por que não escrever um artigo sobre Fernando Henrique Cardoso ?

Por que você pode ser "taxado" de tucano ?

Ora bolas......Quase todos os pilares econômicos dos últimos 20 anos - ou seriam todos ? - foram construídos sob o Governdo de Fernando Henrique Cardoso.

Não estamos falando de "programas sociais", "como Bolsa-Família" e "Minha Casa Minha Vida",por exemplo.

O Ex-Pesidente Fernando Henrique Cardoso acaba de publicar uma parte de uma série de textos que têm o intuito de cobrir todo o momento em que esteve na Presidência.

Os textos formam o que ele próprio chama de "Diários de FHC"

Temos praticamente 2 gerações no Brasil que praticamente desconhecem Fernando Henrique Cardoso, o desconhecem em sua totalidade, em sua complexidade, em sua profundidade.
Em grande parte isso se deve ao "nunca antes na história desse país" moldado, instigado, provocado e ampliado pelo Partido dos Trabalhadores.

Os ditos "programas sociais", tão espalhados, alardeados e disputados pelos petistas, não seriam possíveis se não fossem todos os pilares eonômicos levantados por Fernando Henrique Cardoso.
Aliás, programas esses iniciados, plantados e formatados, em sua origem, em seu próprio Governo .

Programas, sejam eles "sociais" ou não, são consequências dos pilares montados.

Os parcos bons momentos do Governo do Partido dos Trabalhadores foram exatamente os poucos 2-3 anos em que, sob a sustentação dos pilares construídos por Fernando Henrique,  as dinâmicas micro e macro econômicas foram mantidas, continuadas e, até mesmo eventualmente aprofundadas, como foi o caso em que o ex-Ministro da Fazenda Antônio Palocci ampliou a  meta de superávit primário logo no início do Governo Lula.

O texto não tem o objetivo de criar uma "guerra" de quem fez mais, Lula ou Fernando Henrique.
No momento em que Fernando Henrique Cardoso publica a "primeira parte" de seus "dias na Presidência", o texto procura lembrar, rememorar e situar a sociedade a importância do Governo Fernando Henrique Cardoso

O espaço é financeiro e econômico, porém, Economia sem Política não é possível,

As criticas que recaem sobre Fernando Henrique Cardoso vêm principalmente do setor público; no entanto, mais recentemente, alguns setores da sociedade o criticam por manter uma atitude demasiadamente morna frente aos recentes episódios políticos.
Ninguém consegue agradar 100% a sociedade.

Mas numa sociedade como a brasileira, é fundamental que mantenhamos e registremos a importância do político Fernando Henrique Cardoso para o Brasil, para a micro-economia e para a macroeconomia atual.

Ao longo de 8 anos de governo, o ex-Presidente trouxe a inflação de inimagináveis 60%,70%,80% ao mês para aproximadamente 2% ao ano em seu melhor momento, sem congelamentps, sem "mágica".

Os investimentos externos voltaram, o poder aquisitivo e o planejamento financeiro voltaram.
A partir desse cenário, pensar a macroecomia ficou mais fácil, superávits e déficits fiscais eram mais realistas, perseguir a redução do "custo-Brasil" tornou-se mais palpável.

As privatizações ora concretizadas numa outra direção injetava um outro pilar

A implantação do "câmbio flutuante" em 1999, a despeito de "pré-turbulências", ajudou a consolidar a credibilidade do Brasil, movendo mais uma sustentação em torno "daquele novo Brasil".

A Lei de Responsabilidade Fiscal, criada em 2000, colocava outro "cabo de sustentação" na "engrenagem" Brasil.

A contribuição de Fernando Henrique Cardoso não foi uma contribuição pontual.
Ela lidou com  'questões de base".

Escrever e resgatar sua memória e feitos não representa uma questão partidária.

Sua contribuição foi enorme; erros aqui e ali fazem parte do ser humano e do gestor econômico.

Porém, os acertos foram colossais.

Os pilares erguidos por ele estão seriamente danificados.
Ontem, em entrevista ao programa "Roda Viva" da TV Cultura, Fernando Henrique Cardoso disse que falta rumo para o país.

É isso......sem rumo, chegamos onde chegamos.

Vamos ver se dá tempo de corrigir os pilares danificados.
"Corremos contra o tempo".......

O Brasil precisa de um líder; assim como o foi Fernando Henrique Cardoso




" Bancos e consultorias projetam queda de até 3,5% no PIB em 2016" , por Jornal "Valor"

Pensaram que uma queda de 3% do PIB era exclusividade de 2015 ?

Sinto muito.....

Vejam abaixo parte da matéria publicada pelo Jornal "Valor" hoje, dia 27-10-2015.......

Já há apostas na direção de queda de até 3,5% para 2016......sim....2016..

http://www.valor.com.br/brasil/4287922/bancos-e-consultorias-projetam-queda-de-ate-35-no-pib-em-2016


27/10/2015 às 05h00
 Bancos e consultorias projetam queda de até 3,5% no PIB em 2016
Em pouco menos de quatro meses, os principais bancos e consultorias do país abandonaram as apostas em recuperação da economia no ano que vem e passaram a estimar um cenário bastante sombrio para 2016, de queda de até 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB). Com elevada incerteza sobre o ambiente político do país e dificuldade para aprovação do ajuste fiscal no Congresso, a recessão será mais longa, e mais intensa do que se esperava, argumentam. Ao mesmo tempo, a necessidade de mais impostos e a desvalorizaçãodo câmbio devem manter a inflação pressionada ao longo de 2016, o que manterá taxas de juros em níveis altos por mais tempo.






segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Bovespa em 26-10-2015

Tive problemas sérios na internet no final de semana......em dado momento, desisti de tentar postar alguma coisa

Peço desculpas...

Depois daquela abertura bizarra na sexta-feira que permitiu o Bovespa a bater na máxima de 48.800, o Bovespa devolveu tudo e mais alguma coisa de lá pra cá.....

É fato que aquela cunha rompida e destacada aqui serve como um sinal da "boa vontade" do Bovespa

E essa "boa vontade" permanece......principalmente se olharmos o volume excessivamente baixo em vários papéis importantes no dia de hoje, dia de queda e de buscar novamente a faixa de 47.000-47.300

O primeiro gráfico abaixo é o de "60 minutos"......

Daquela cunha rompida restou a LTA nesse tempo "horário"......hoje. fechamento "em cima" dela.....em 47.200....queda do Bovespa hoje em 0,8%

Do ponto de vista do horário segundo gráfico abaixo, dá pra ver a faixa importante de 47.000-47.300...."mais pra 47.300".......

MME13 ainda acima de MME21......portanto, "compra" no tempo diário
MACD e histograma dando "compra" no tempo diário

Ressalta-se o seguinte ponto.......numa espécie de "cansaço" na venda e de "consolidação" na virada de 2014 pra 2015, o Bovespa demorou aproximadamente 3 meses........ficou ali entre 45.800.....50.800.......46.400.....50.000.......era "confuso"........ora batia "mais em cima"....ora batia "mais embaixo".......depois foi direto pra 52.500, uma perna de baixa ate´48.000 e a ida até os 58.600..

Parece que essa dinâmica é a mesma da atual....Estamos numa "espécie de cansaço" na venda......já foi 2 vezes até 49.500-49.750......

Dentro desse raciocínio, exclui-se uma ida a 44.000.......a possibilidade de uma ida a 45.000 reduz-se muito......mas ainda não está descartada.......e temos o suporte mais imediato abaixo de 47.000, a faixa de 46.000.46.400.........

Resistências em 48.000, 48.800 e 49.500......fechamento acima de 48.000 leva o Bovespa para 49.500

Bovespa, "60 minutos", escala logarítmica




Bovespa, diário, escala logarítmica








sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Atualizando o triângulo ascendente da VALE5

Atualizando o triângulo ascendente da VALE5

VALE5, Diário, escala logarítmica







Uma passagem rápida pelo Bovespa de 22-10-2015 com a cunha rompida pra cima

Passagem rápida revisando o Bovespa de ontem...

Abaixo, a cunha que temos monitorado.....anteontem, fiz um pequeno ajuste calibrando a LTA passando-a pela base do candle maior lá do ínício de outubro, como foi explicado ontem.....

E ontem, Bovespa rompeu pra cima essa cunha, deixando a perspectiva no curto prazo menos sombria.

Máxima resvalou nos 48.000 ao bater 47.909.....

Fechamento em 47.772, alta de 1,59%....

Até a faixa de 49.750 pontos, é possível vermos ainda toques na LTA traçada abaixo passando hoje por volta de 47.100

As chances de uma volta a 45.300 ou mesmo 46.400 diminuem muito....

Suportes agora em 47.500....faixa 47.000-47.200 e 46.400
Resistências em 48.000. 48.500, 49.000 e 49.750


Bovespa, "tempo 60 minutos", escala logarítmica






quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Uma cunha no tempo horário decide hoje o rumo do Bovespa

Hoje, de madrugada, dei uma rápida passagem pelo Bovespa....

Abaixo,  algumas considerações a mais, embora a essência seja a mesma do post de madrugada


Quando alguns sinais se tornam um pouco mais confusos, é hora de garimpar pontos aparentemente "fora do radar".

Temos visto uma "vontade" do Bovespa em melhorar no curto prazo. A média móvel exponencial de 13 cruzou pra cima sobre a Média Móvel exponencial de 21 períodos no tempo diário, dando um sinal de COMPRA.

Isso pode ser visto no segundo gráfico abaixo.

No terceiro gráfico mais abaixo, tempo SEMANAL, coloquei em retângulos os momentos em que o Histograma passou pra "linha acima de zero", dando COMPRA no tempo SEMANAL. Em todos esses momentos, nos últimos 4 anos, o Bovespa, mesmo em tendência de baixa no longo prazo, engatou pernas de alta não desprezíveis.

Hoje, o Histograma está "em cima da linha zero", já "querendo" passar pra "linha acima de zero" nesse TEMPO SEMANAL

Isto é, "boa vontade" não falta ao Bovespa

Porém, se voltarmos a atenção para o curtíssimo prazo, "tempo horário, 60 minutos", podemos ver uma "cunha" no primeiro gráfico.

Uma LTB.....Uma LTA.......formadas desde o final de setembro, praticamente 1 mês....

Ontem, chegamos ao vértice dessa cunha....

Talvez a definição hoje.....

Curioso é que, historicamente, não existe muita coisa entre 45.000 e 48.000......portanto, a cunha foi formada nessa faixa "confusa"....

Rompeu pra baixo, deve procurar a faixa de 45.000..
Rompeu pra cima, deve procurar 48.000 direto e depois a faixa de 49.800. 

Bovespa tempo "60 minutos", escala logarítmica





Bovespa diário, escala logarítmica






Bovespa SEMANAL, escala logarítmica












Bovespa em 21-10-2015

O que tivemos hoje no Bovespa ?

Novamente pouca volatilidade e novamente "parado" nos 47.000 pontos.

Mas fiz uma "ligeira" modificação no gráfico de "60 minutos" que temos monitorado nos últimos 3-4-5 dias...

Resolvi "calibrar" a LTA passando pela base do primeiro grande candle visto lá atrás.......ou seja.....no início da LTA traçada abaixo temos uma candle "em verde" de "corpo longo".......até ontem a LTA era calibrada passando pela "sombra" desse candle.....

Hoje, estou mudando......a LTB, obviamente não é modficada.....

E visto pela LTB, o mercado foi lá e novamente sentiu.....não rompeu...

Visto por essa "nova LTA", a cunha fica "quase perfeita"......deixando, em definitivo, a decisão pra amanhã


Vamos então, esperar amanhã.....teremos mais novidades......se depender de BBDC4 e ITUB4, essa cunha será rompida pra baixo em busca dos 45.000-45.300.

Nesse cenário, há uma boa possibilidade de papéis como VALE5, CSNA3 e GGBR4 buscarem suas LTA'S.......

Vamos aguardar

Bovespa, "tempo 60 minutos", escala logarítmica






terça-feira, 20 de outubro de 2015

Bovespa em 20-10-2015

Bovespa fechou em 47.076 pontos, queda de 0,78%

É sempre muito dificil cravar esse pivot...ora desliza pra 47.000...ora pra 47.300 ou mesmo 47.500

Abaixo, no tempo "60 minutos", a cunha perdida no intraday, mas no fechamento ficou "em cima"....

No gráfico mais abaixo, tempo diário, MME13 ainda acima da MME21, portanto, em modo COMPRA

Bovespa, 60 minutos,escala logarítmica




Bovespa, diário, escala logarítmica







segunda-feira, 19 de outubro de 2015

"E aí ?...Você faz alguma coisa ? eu não...e você ? eu não.....e você ? eu tô parado....e você ? Eu ?....Tô fora !....E você ?".....então......o PIB cai...e cai...e cai...e cai

"E aí ?...Você faz alguma coisa ? eu não...e você ? eu não.....e você ? eu tô parado....e você ? Eu ?....Tô fora !....E você ?".....então......o PIB cai...e cai...e cai...e cai

Abaixo, parte da matéria sobre novas previsões sobre Inflação e PIB em recente boletim FOCUS, do Banco Central

Crédito: Jornal "Valor":

http://www.valor.com.br/brasil/4275530/mercado-piora-previsoes-para-inflacao-e-pib-em-2015-e-2016


19/10/2015 às 09h14
 Mercado piora previsões para inflação e PIB em 2015 e 2016 Por Ana Conceição | Valor

SÃO PAULO  -  As expectativas para a inflação neste e no próximo ano continuam a se deteriorar e, com isso, o mercado espera uma queda menor na taxa de juros em 2016, de acordo com o boletim Focus, do Banco Central. As previsões para a atividade econômica também pioraram. 

De acordo com a pesquisa semanal do BC, a mediana das previsões para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para este ano subiu de 9,70% para 9,75% e, para o próximo, saiu de 6,05% para 6,12%. Em 12 meses, a estimativa subiu de 6,24% para 6,27%. Assim, a previsão para o IPCA em 2016 se aproxima do teto da meta, de 6,5%. Há apenas qu


...............................................

Atividade 

Enquanto a inflação sobe, a atividade cai. A previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano saiu de queda de 2,97% para retração de 3% e a do próximo ano cedeu de menos 1% para recuo de 1,22%. A produção industrial deve cair 7% em 2015 e 1% em 2016, estimativas inalteradas. 







São 15:25...A LTB e a LTA do Bovespa formando a Cunha no tempo "60 minutos" ainda balizam o dia do Bovespa...faltam 2-3 candles horários pra decisão

São 15:25...

A LTA e LTB 

A LTB e a LTA do Bovespa formando a Cunha no tempo "60 minutos"destacadas aqui ao longo da semana passada ainda balizam o dia do Bovespa...

Obviamente, agora estamos já no "vértice" dela......

Faltam 2-3 candles horários pra decisão....pra cima ou pra baixo....

Curioso "puxarem" BBDC4 e ITUB4 com baixo volume....

O que eles váo fazer amanhã com esses 2 papéis e com o Bovespa ?


Bovespa, tempo "60 minutos", escala logarítmica, hora do gráfico 15:24










domingo, 18 de outubro de 2015

Análises "GGBR4" (Gerdau PN), "CSNA3" (Siderúrgica Nacional ON) e "MRFG3" (Marfrig ON)....Diário e Semanal

Vamos a mais 3 análises:

"GGBR4" (Gerdau PN)

Topinho em 6,93......rompeu, melhora bem e o papel olha direto pra faixa de 8,40-8,50

Tem uma LTA passando ai por volta de 5,80-5,90......pode formar uma triângulo ascendente.

MME13 cruzada sobre MME21 no tempo diário....dando COMPRA.
MACD e Histograma em modo COMPRA nos tempos longos, TEMPO SEMANAL, visto no segundo gráfico abaixo

Tem 2 LTB'S longas interessantes vistas no gráfico SEMANAL

GGBR4, Diário, escala logarítmica





GGBR4, SEMANAL, escala logarítmica





"CSNA3" (Siderúrgica Nacional ON)

Topinho em 5,85......rompeu, melhora bem e o papel olha pra 6,30-6,40, 6,90 e 7,30 e 8,00

Tem uma LTA passando ai por volta de 4,20

MME13 cruzada sobre MME21 no tempo diário....dando COMPRA.
MACD e Histograma em modo COMPRA nos tempos longos, TEMPO SEMANAL, visto no segundo gráfico abaixo

Assim como GGBR4, também tem 2 LTB'S longas interessantes vistas no gráfico SEMANAL


CSNA3, Diário, escala logarítmica





CSNA3, SEMANAL, escala logarítmica





"MRFG3" (MARFRIG ON)

Congestão entre 6,15 e 7,12

MACD e Histograma em modo COMPRA nos tempos longos, TEMPO SEMANAL, visto no segundo gráfico abaixo

Dêem uma olhada nas bandas bollingeer no segundo gráfico.......estão começando agora a estreitar...

Ou seja.....parece que a congestão tem como objetivo estreitar as bandas nos tempos longos, TEMPO SEMANAL, produzir acumulação, amenizar as fortes altas recentes, ganhar força e romper a forte resistência nessa faixa de 7,10-7,15.....

Rompeu essa faixa, não tem muita coisa pela  frente....deve buscar a faixa de 8,50, com um enrosco nos 7,75

Perdeu a faixa de 6,15, papel fica feio e volta a pensar na faixa de 5,00



MRFG3, Diário, escala logarítmica





MRFG3, SEMANAL, escala logarítmica



"BBDC4", "ITUB4" e "IFNC" (Índice do setor financeiro)

Vamos a uma passagem rápida pelos 2 principais papéis do Bovespa mais o "IFNC"(Índice do setor financeiro)

BBDC4 (BRADESCO PN)

Preso entre 20,80 e 25,00
Não dá pra confiar em Médias, MACD e histograma nesse momento......aparentemente nessa congestão o que vai levar essas médias e rastreadores ora pra compra ora pra venda

Olhando perdas de sua LTA longa e uma LTB do "IFNC" que poderá ser vista mais abaixo, papel tem pressão vendedora no curto e médio prazo.....




BBDC4, Diário, escala logarítmica




BBDC4, SEMANAL, escala logarítmica




ITUB4 (ITAU PN)

Preso numa faixa entre 25,40 e 30,30....não parece ser uma congestão.....tem ligeiros topos e fundos ascendentes, mas não muito confiáveis.

Não confiaria nas médias, nem MACD e Histograma.....

Vem se segurando numa LTA desde 2011 vista no segundo gráfico abaixo, TEMPO SEMANAL....
Perdeu essa LTA, o Bovespa vai embicar direto rumo aos 37.000-33.000 e 29.200....
Perdeu essa LTA, ITUB4 deve procurar a faixa de 16,00 num horizonte de 2 anos



ITUB4, Diário, escala logarítmica




ITUB4, SEMANAL, escala logarítmica






IFNC  (Índice do setor financeiro):

Mais parecido com BBDC4....
Tem uma congestão entre 4.930 e 4.320.....não é absolutamente perfeita.....mas em se tratando de um índice setorial, vale a pena destacar....

Tem uma LTB abaixo destacada...
Ainda poderemos ver um novo reteste dessa LTB.....pode "casar" com o "beijo da morte" do Bovespa

IFNC, Diário, escala logarítmica








IFNC, SEMANAL, escala logarítmica








Vamos atualizar a "Carteira blog" em relação às mudanças ocorridas da última atualização feita no final de setembro pra cá:": Venda de Posição "CSNA3", aumento de Posição de "VALE5" e ajuste "VALE5" pelo papel ter ficado "ex-dividendos" na sexta-feira

Vamos atualizar a "Carteira blog" em relação às mudanças ocorridas da última atualização feita no final de setembro pra cá:

Vamos a elas:


1- Amento de Posição de COMPRA de "VALE5" a 14,82 (preço do dia, ainda sem o ajuste da última sexta-feira, dia em que o papel ficou "ex-dividendos) feita no dia 06-10-2015....o ajuste do valor por conta de ter ficado "ex-dividendos na última sexta-feira se dará "dentro da planilha"

Link:


http://pracompraroupravender.blogspot.com.br/2015/10/sugestao-carteira-blog-aumento-posicao_6.html

Sugestão "Carteira blog" "COMPRA" "VALE5" (VALE PN) a 14,82, preço de mercado nesse momento, 16:53

Portanto, entrada POSIÇÃO "COMPRA" "VALE5" (VALE PN):

"COMPRA" "VALE5" (VALE PN) a 14,82

Peso: 7,5%
Stop: aberto
Objetivo: aberto



2-  Venda de toda Posição de COMPRA "CSNA3" (Siderúrgica Nacional ON) feita no dia 07-10-2015

Link:

http://pracompraroupravender.blogspot.com.br/2015/10/carteira-blog-vai-zerar-posicao-compra.html


Carteira blog" zerou Posição "COMPRA" "CSNA3" (Siderúrgica Nacional ON) a preço de mercado

Preço de mercado a 4,84

Portanto:

 "COMPRA" "CSNA3" (Siderúrgica Nacional ON) a 3,85
  Peso: 7,5%
  VENDA "CSNA3" (Siderúrgica Nacional ON) a 4,84

3- Ajuste "VALE5" no valor de R$ 0,37 pelo papel ter ficado "ex-dividendos" na sexta-feira

Ou seja...."Descontaremos R$ 0,37 do valor que consta da planilha".....no caso da última entrada na VALE5 no valor de R$ 14,82, já o farei a R$ 14,45.......ou seja....14,82-0,37......a anterior que foi feita a 15,32 passará a valer 14,95...ou seja, 15,32-0,37

Aqui, o informe da Bovespa:


VALE (VALE-N1)

Distribuicao de dividendo

Enviou o seguinte fato relevante:

"Vale paga remuneracao ao acionista

A Vale S.A. (Vale) informa que o Conselho de Administracao aprovou o pagamento
da segunda parcela de remuneracao aos acionistas em 2015, no valor bruto de R$
1.925.350.000,00 (US$ 500 milhoes), correspondente ao valor de R$ 0,373609533
(US$ 0,097023796) por acao ordinaria ou preferencial em circulacao. 

A Vale distribuira R$ 1.925.350.000,00, correspondente aos R$ 0,373609533 por
acao ordinaria ou preferencial em circulacao, com base no numero de acoes em 14
de outubro de 2015 (5.153.374.926). O pagamento sera realizado sob a forma de
dividendos. 

Os valores em reais foram obtidos mediante a conversao dos valores em dolares
norte-americanos pela taxa de cambio de venda do dolar norte-americano (Ptax -
opcao 5) informada pelo Banco Central do Brasil no dia 14 de outubro de 2015, de
R$ 3,8507 por dolar norte-americano, conforme os procedimentos anunciados
publicamente em 30 de janeiro de 2015 e 28 de setembro de 2015. 

O pagamento sera efetuado a partir do dia 30 de outubro de 2015, de acordo com a

legislacao vigente no Brasil. 

___________________________________________

Planilha já atualizada na seção "Carteira blog"






sábado, 17 de outubro de 2015

A burguesia, o "neo-liberal" e o "tucano"

Faltam 100 dias para as eleições.....o ano ? 2014.....

Copa....Olímpíadas....Copa....Olimpíadas....


Aluguel de 1 quarto perto do Itaquerão  por 1 mês? .Que tal R$ 3 mil ? Ou  R$ 5 mil ? Ou R$ 10 mil ?


Debate dos Presidenciáveis....


"Vocês são dos "juros altos", do "entreguismo", do "dólar alto", "contra os pobres", "a favor da burguesia"


5,4,3,2,1......


O ano de 2015 Começa !


"Cidade Maravilhosa....cheia de encantos mil...Cidade Maravilhosa....coração do meu Brasil..."


E o ano de 2015 mal começa e......ajuste......ajuste fiscal...ajuste "ajuste"...ajuste "só de impostos"....ajuste "que não tem corte de gastos".....ajuste.....apenas ajuste......


Do "verbo" "aumentar impostos"


Aumentam os juros......o dólar sobe.....aumentam as tarifas de energia elétrica, aumenta a gasolina.....aumentos que, no todo, "só prejudicam os pobres".......


E a burguesia ?


Qual a burguesia ?.......


A "burguesia" que trabalha, produz e paga impostos insanos, assumindo riscos por todos os lados ?

Ou a "burguesia" pendurada numa estatal improdutiva, ineficiente e sugadora de impostos pagos pela "burguesia" que trabalha, produz e assume riscos ?

Levy assume......


1% de meta de superávit primário.....

não....não....0,15%......

Não.....não.........aumenta imposto......volta a CPMF.....não......não volta a CPMF.......


Manda o orçamento do ano que vem pro Congresso com rombo de R$ 30 bilhões.....


Volta a CPMF.......


Levy está demissionário.......não.....Levy fica....não está demissionário...


Impeachment.....não Impeachment......Impeachment......

Lula volta......

Foco no impeachment.........esquece CPMF......esquece o ajuste......


Corte de emprego.....mais desemprego......menos consumo......menos indústria....menos serviços...menos comércio.....menos arrecadação....menos emprego....mais desemprego....menos consumo....menos indústria....menos serviços....menos comércio....


Impeachment.......não Impeachment.......Impeachment.....


Levy está demissionário......dólar sobe......não....não....Levy fica......


Afinal.......


Como dar certo ? Como ?.....me diz como isso tudo dar certo ?


Precisa estudar em Harvard, Yale, Stanford, FGV, Coppead, USP pra avaliar tal cenário ?


"Não faça nada"......fique parado....


Talvez o Brasil não precise mesmo do "burguês" que produz, trabalha e paga impostos, muitos impostos.


Talvez o Brasil não precise mesmo do "capitalista" que assume riscos


Talvez o Brasil não precise mesmo do "neo-liberal" que produz, trabalha e paga impostos, muitos impostos.....e que pensa em diminuir a presença do Estado nas inúmeras estatais ineficientes Brasil afora.


Talvez o Brasil não precise mesmo do "tucano" que tem "tolerância zero" com a inflação, "tolerância zero" com a "irresponsabilidade fiscal" e "tolerância zero" com o desperdício público


Talvez o Brasil precise novamente de 1 milhão de pessoas na Av.Paulista

Talvez o Brasil precise de 1,5 milhão de pessoas na Av.Paulista.

.

"É o começo de um rally dos mercados emergentes ?", por Joseph Adinolfi, do "Market Watch"

Em matéria assinada por Joseph Adinolfi, o site "Market Watch" fez uma pergunta ontem:

"É o começo de um rally dos mercados emergentes ?"

Bovespa, inclusive, foi base para um de seus argumentos....a paridade "Dólar x Real", também...


Vamos à matéria:



Is this the beginning of the emerging-market rally?

By Joseph Adinolfi
Published: Oct 16, 2015 2:46 p.m. ET

Now that Fed isn’t expected to hike until 2016, emerging-market assets have room to rise

Emerging-markets assets have posted a surprising recovery over the past two weeks as expectations for a near-term Federal Reserve interest-rate hike have deteriorated.

Now, traders are wondering: Could this be the beginning of the emerging-markets rally? Or is it just a temporary correction?

Currencies like the Malaysian ringgit USDMYR, +1.2954% Indonesian rupiah USDIDR, +0.30%  and Brazilian real USDBRL, +3.3613%  that were at record lows in late September posted their best performance of the year last week. Those currencies are up 4.8%, 8% and 2.9% so far this month.


The iShares MSCI Emerging Markets ETF EEM, +0.08%  is up 10.1% in that time after falling to its lowest level since the financial crisis in August. Brazil’s Bovespa BVSP, +0.16%  stock index is up 4.4% so far this month, on track to record its first monthly gain since April.

Some strategists contend these markets were merely overdue for a bounce after a rapid fall left them overstretched.

“Obviously what we are seeing in the EM currencies is a very substantive short-covering rally,” said Neil Mellor, a currency strategist at BNY Mellon.

But with Fed funds futures now signaling that a rate increase isn’t likely until March, the dollar has scope to weaken further, Mellor said.

Expectations that the Fed would raise interest rates in 2015 had been the primary driver of the dollar rally that began in July 2014. Higher interest rates in the U.S. would, theoretically at least, cause the dollar to strengthen as investors are drawn by the higher return on U.S. assets, though in the past the dollar has tended to weaken shortly after the beginning of past rate-hike cycles.

Also, tighter monetary policy in the U.S. would be in contrast to other major central banks, namely the Bank of Japan and European Central Bank, which are maintaining ultraloose policies.

But while weak U.S. data has recently benefited emerging-market assets, signs that the U.S. economy is slowing should pose a fundamental problem for emerging-market bulls.

“If the world’s largest economy is slowing, or you’re seeing signs of the economy decelerating, risk markets shouldn’t be trading higher,” said Mark McCormick, a global currency strategist at Crédit Agricole.

China presents another risk. China is expected to report third-quarter gross domestic product growth late Sunday Eastern time.

Weak Chinese growth could send emerging-market currencies spiraling lower once again because many of these economies depend on China as a buyer of their industrial and agricultural commodities.

Economists polled by The Wall Street Journal forecast that the Chinese economy grew by 6.8% in the third quarter.

And it isn’t just China: signs of slowing growth have caused concern in the U.S., Europe and elsewhere.

“Slow world growth is going to be here for a while,” said Marc Chandler, global head of currency strategy at Brown Brothers Harriman.

Joseph Adinolfi is a markets reporter based in New York City.







"Recessão no Brasil será profunda e longa, diz Fitch", por Jornal "O Globo"

Matéria publicada hoje no Jornal "O Globo"

Abaixo, parte dela....aqui, texto completo: http://oglobo.globo.com/economia/recessao-no-brasil-sera-profunda-longa-diz-fitch-17793675


Recessão no Brasil será profunda e longa, diz Fitch

Previsão é de uma queda de 3% no PIB este ano e mais 1% em 2016

por João Sorima Neto

16/10/2015 12:57 / Atualizado 16/10/2015 16:30

SÃO PAULO - O Brasil terá uma recessão mais profunda e longa do que se esperava de acordo com Shelly Shetty, chefe de ratings soberanos para a América Latina da agência de classificação de risco Fitch. A afirmação foi feita durante teleconferência para explicar as razões que levaram a agência a rebaixar a nota de crédito do Brasil de BBB para BBB-, último degrau antes de perder o chamado “grau de investimento”, selo de bom pagador. Segundo ela, a economia brasileira vai se retrair 3% este ano e mais 1% em 2016.

- Nossa previsão é de uma retração de 3% para a economia este ano e mais 1% em 2016, com alguma recuperação em 2017. Neste momento é razoável ser cauteloso em relação ao Brasil. O desempenho econômico piorou muito desde abril - disse Shetty, observando que naquele mês a agência colocou o viès negativo para o país, ainda mantendo a nota BBB.

Segundo ela, o momento econômico é difícil, com maior endividamento público e incerteza política.

Ela acredita que o país terá dificuldades para alcançar as metas fiscais este ano e em 2016. Shetty não citou números, mas a Fitch vem trabalhando com a expectativa de um déficit fiscal de 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano. Segundo ela, as contas do país só começam a se reequilibrar em 2016 e o superávit só aconteceria em 2017. A Fitch não considera a aprovação da CPMF pelo Congresso, segundo Shetty, e por isso, o superávit não viria já em 2016. Ela disse que ainda existe um alto grau de resistência a este imposto e que a agência acompanha a resposta que o governo dará neste caso, já que as receitas da CPMF são importantes. A Fitch estima que o endividamento do país chegue a 70% do PIB em 2016, avançando ainda em 2017.

A meta do governo para este ano é de um superávit primário de 0,15% do PIB, embora o mercado já admita a possibilidade de uma revisão deste número, diante da queda de arrecadação. Para 2016, a expectativa é de um superávit de 0,7% do PIB, considerando que o Congresso aprove a volta da CPMF.

A analista da Fitch explicou que a deterioração da economia brasileira, num ritmo mais forte do que se esperava, a crise política e as dificuldades do governo de aprovar medidas de seu interesse no Congresso pesaram na decisão de rebaixamento da nota brasileira. Também entrou nesta conta a possibilidade de um impeachment da presidente Dilma Rousseff, embora a agência não considere este cenário base, além das investigações de desvios de recursos da Petrobras.

— O ambiente político prejudica as perspectivas macroeconômicas, mas mesmo assim as autoridades brasileiras se esforçaram para fazer um ajuste monetário - disse Shetty.

O rebaixamento da nota brasileira para BBB- colocou o país ao lado de países como a Rússia, Turquia e Indonésia. Entre eles, apenas o Brasil e a Rússia apresentam perspectiva negativa, o que significa que há mais de 50% de chances de um novo rebaixamento entre 12 e 18 meses.

- Mas isso pode acontecer antes, se houver necessidade - afirmou.




sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Bovespa fecha a semana com os algoritmos "fazendo o dever de casa"....quicou numa LTA "60 minutos"...pivot.....e resvalou noutro pivot, também uma LTB...

Como antecipado aqui nos 2 últimos dias, olhando a foto maior do Bovespa no seu "tempo 60 minutos"....

Foi o que colocaram nos algoritmos.....

Tinha uma LTA razoavelmente "testada" lá desde os 43.780.....tinha um pivotzinho ali na faixa de 46.400......quicou......e foi recuperando.....até resvalar na LTB "60 minutos" que era próximo ao principal pivot "pra cima" nesse momento....faixa de 48.000

Tudo explicado abaixo no gráfico "60 minutos" do Bovespa

Decisão fica pra segunda e terça.....

Façam suas apostas........rompe a LTB.......ou perde a LTA......

Vamos pra cima...ou pra baixo....

E sumiram todos que davam "bancos" como "papéis seguros".......

E ainda não vimos nada......nadinha...nadinha....

BBDC4 ainda merece 20,80 semana que vem
ITUB4 ainda merece 25,40

Então vamos pra baixo.....ora........BBDC4 e ITUB4 "são o Bovespa".......Bovespa "é BBDC4 e ITUB4"

Façam suas apostas

Suportes: 46.400, 45.800, 45.300, 45.000, 44.500 e 44.000
Resistências em : 48.000, 48.500, 49.000,49.400, 49.750



Bovespa, "60 minutos", escala logarítmica







Já viram uma parte da mesa de operações do "Citadel", um dos maiores gerenciadores de hedge-funds do mundo ?

Outro dia listei, segundo matéria publicada no site "Business Insider", os 20 maiores fundos de hedge do mundo

Aqui, o post: http://pracompraroupravender.blogspot.com.br/2015/09/fundo-de-hedge-do-btg-pactual-aparece.html

Dos 20 maiores, o Citadel gerenciava 3 deles.

O Citadel é uma lenda no mercado financeiro mundial.....quase tanto o Goldman Sachs...

Foi um dos "personagens principais" do livro "Quants"; no Brasil, traduzido como "Mentes Brilhantes, rombos bilionários", fato também levantado no mesmo post que citei os 20 maiores fundos de hedge do mundo

Abaixo, um vídeo de quase 3 minutos mostra parte da mesa de operações do Citadel....a matéria tem como objetivo dar uma breve passagem sobre as chamadas "high speed trading" ou "high frequencý trading"......ou "operações de alta frequência" comandadas por "algoritmos"

Mais abaixo, volto a reproduzir o post em que citei os 20 maiores fundos de hedge do mundo





____________________________________________________



Fundo de Hedge do BTG Pactual aparece entre os 13 maiores do mundo....vejam a lista dos 20 maiores do mundo em matéria da "Business Insider"


Abaixo, em matéria publicada hoje pela "Business Insider", "O BTG Pactual Global Emerging Markets and Macro Master Fund LP" aparece em 13o.lugar entre os 20 maiores fundos de hedge do mundo em patrimônio.

Embora administrado pelo Brasileiro BTG Pactual, o fundo tem sua base nos Estados Unidos, segundo a matéria.

Aqui, o link da própria página do BTG Pactual  alertando que esse fundo não tem registro na "CVM Brasileira" e , portanto, não deve ser oferecido no Brasil:https://www.btgpactual.com/home_en/AssetManagement.aspx/GlobalHedgeFunds

Global
Hedge Funds

BTG Pactual manages R$ 22.9 bn1 in Global Hedge Funds via its subsidiary BTG Pactual Asset Management. These funds are based outside Brazil and are run by our London, New York and Hong Kong offices, along with our offices in São Paulo and Rio de Janeiro. Our investor base is mainly formed by high-net-worth individuals and institutional investors such as global pension funds.

Our flagship international hedge fund, GEMM, is one of the 20 most profitable in the world, according to a Bloomberg ranking traditionally published in the year’s first edition of the Bloomberg Markets magazine, and eagerly awaited by the global financial community.

GEMM was also voted Best Global Macro Hedge Fund in 2010 by EuroHedge Awards, one of the leading sector publications.

1 Source: BTG Pactual, September 2014.
* The shares of the BTG Pactual Global Emerging Markets and Macro Fund are not registered with the CVM (Brazilian SEC) and may not be offered, distributed, redeemed or transferred in Brazil. BTG Pactual does not sell or distribute shares of this fund to investors resident in Brazil, and this material is merely and exclusively for the informative purposes of stakeholders and possible investors in investment funds duly registered in Brazil (at the CVM) investing part of their assets in this fund as per limits established by CVM Instruction 409/04 and subsequent alterations.


Dos 20 maiores fundos de hedge do mundo em patrimônio, apenas 2 estão baseados fora dos Estados Unidos, ambos no Reino Unido.

Mais...

Dos 20 maiores, 3 são administrados pelo "lendário" Citadel, amplamente citado no excelente livro de Scott Patterson, chamado "The Quants". No Brasil, foi traduzido para "MENTES BRILHANTES, ROMBOS BILIONARIOS "

Abaixo, uma sinopse do Livro lançado no Brasil em 2012 com sua capa; em seguida, a matéria da "Business Insider" com o link:






"Em março de 2006, os homens mais ricos do mundo se reuniram em um luxuoso hotel de Nova York. Eles se preparavam para competir em um torneio de pôquer com apostas na casa de milhões de dólares - esses números não significavam nada para eles, pois estavam acostumados a arriscar bilhões.
Na mesa de jogo estava Peter Muller, um menino prodígio, excêntrico e inteligentíssimo, que estudou matemática em Princeton e agora administrava um fundo de hedge fabulosamente bem-sucedido. Com ele estava Ken Griffin, que já negociava títulos conversíveis em Harvard, e que agora chefiava o Citadel Investment Group, uma das maiores máquinas de fazer dinheiro na face da Terra. E lá estavam também Cliff Asness, cabeça do fundo AQR Capital Management, um homem famoso por seu brilhantismo e também por destruir computadores em seus ataques de raiva, e Boaz Weinstein, mestre de xadrez e dos swaps de crédito, que - enquanto administrava 30 bilhões de dólares em posições para o Deutsche Bank - ainda teve tempo de ir a Las Vegas com a famosa equipe de contadores de cartas da MIT.
Naquela noite, esses quatro homens eram os novos reis de Wall Street. Nos últimos vintes anos, esses gênios da matemática roubaram o lugar dos investidores cheios de testosterona que há muito tempo eram os machos-alfas do maior mercado de ações do mundo. Os quants, como eram chamados, acreditavam que uma mistura de cálculo diferencial, física quântica e geometria avançada - assuntos indecifráveis para a maioria dos mortais - era a chave para abrir os cofres dos mercados financeiros.
Porém, poucos naquela noite perceberam que, ao criar esse sistema extraordinário, pessoas como Muller, Griffin, Asness e Weinstein espalharam as sementes para o maior desastre financeiro de todos os tempos.
Ao desvendar os feitos desses quatros titãs da análise dos números, Mentes brilhantes, rombos bilionários revela os bastidores da derrocada quando os quants viram evaporar boa parte de seus patrimônios de mãos atadas. No fim, suas fórmulas de fundir o cérebro e seus QIs de gênio os levaram a um caminho equivocado. Será que os anos em que foram bem-sucedidos teriam sido apenas uma questão de sorte, ouro de tolo, um vento bom que poderia cessar a qualquer momento?
Com o imediatismo do fechamento de hoje da bolsa de Nasdaq e a força de uma tragédia grega, Mentes brilhantes, rombos bilionários é, ao mesmo tempo, uma obra prima de jornalismo investigativo e uma eletrizante história de ambição e arrogância - uma sinistra advertência sobre o futuro de Wall Street."

___________________________________________________________


http://www.businessinsider.com/20-biggest-hedge-funds-in-the-world-us-uk-2015-9


These are the 20 biggest hedge funds in the world

Ben Moshinsky 
2h 
Hedge funds are a huge force in the financial world but they're not always the most transparent. 

Below is a list of the 20 largest hedge funds by gross assets covered by data compiler Graypools.

The figures were drawn from regulatory filings prepared by the firms themselves for the end of the second quarter this year.

Hedge funds don't lend themselves to pictures so, to stop this slideshow becoming a series of unmarked doorways and office buildings, we've gone with hedges.


20: Moore Macro Managers Fund Ltd. has $20.91 billion assets and is based in the US.
Moore Macro Managers Fund is a hedge fund launched by Moore Capital Management, which was founded in 1989 by Louis Moore Bacon. The company is a macro investor, which means it looks at big economic and monetary themes.

19: Global Opportunities LLC has $21.04 billion in assets and is based in the US.
Global Opportunities is a fund investing in the debt and equity of private and public companies worldwide.

18: Capstone Volatility Master (Cayman) Limited has $21.57 billion in assets and is based in the US.
This hedge fund is managed by Capstone Investment Advisors. The fund invests in shares and uses quantitative analysis to make its investments, which exploits mathematical patterns in markets.

17: Pine River Fixed Income Master Fund Ltd. has $22.48 billion in assets and is based in the US.
This fund primarily invests in government bonds, and sub-investment grade corporate and structured credit.

16: Surveyor Capital Ltd. has $25.2 billion in assets and is based in the US.
Surveyor Capital is run by Citadel, one of the biggest and most succesful fund managers in the world. Surveyor invests in global shares.

15: Field Street Master Fund Ltd. has $27.48 billion and is based in the US.
Field Street usses a macro strategy and was founded in 2007.

14: Elliot International L.P. has $29.94 billion in assets and is based in the US.
The fund is managed by the Elliott Management Corporation and invests distressed companies, which are either in bankruptcy or in the midst of corporate restructuring.

13: BTG Pactual Global Emerging Markets and Macro Master Fund LP has $30.21 billion in assets and is based in the US.
This fund is run by BTG PactuaL invests corporate and government debt with a focus on Europe, Middle East, and Africa and Latin America. 

12: Element Capital Master Fund Limited has $33.69 billion in assets and is based in the US.

11: Pine River Liquid Rates Master Fund Ltd. has $35.05 billion in assets and is based in the US.

10: Bridgewater Pure Alpha Trading Company II Ltd. has $36.12 billion in assets and is based in the US.
Bridgewater Associates was founded in 1975 by Ray Dalio out of a two-bedroom apartment. The Connectiut-based firm now employs 1,500 people and uses macroeconomic strategies.

9: Citadel Global Equities Master Fund Ltd has $37.46 billion in assets and is based in the US.
Citadel is a Chicago headquartered hedge fund manager, founded by billionaire Kenneth Griffin in 1990.

8: All Weather Portfolio Trading LLC has $38.66 billion in assets and is based in the US.

7: Global Opportunities Offshore Ltd. has $39.89 billion in assets and is based in the US.

6: Adage Capital Partners L.P. has $48.19 billion in assets and is based in the US.
Adage Capital Management was founded in 2001 and is based in Boston, Massachusetts. It trades in shares an uses so-called fundamental analysis to work out what a company should really be worth. 

5: Bluecrest Capital International Master Fund Limited has $50.19 billion in assets and is based in the UK.
BlueCrest Capital Management was founded in 2000 and invests in share markets and debt markets in the US and UK. 

4: Brevan Howard Master Fund Limited has $60.25 billion in assets and is based in the UK.
Brevan Howard was co-founded in 2002 by five fixed-income traders from Credit Suisse and its grown to more than 430 people worldwide. 

3: Black River Firv Opportunity Master Fund Ltd. has $63.05 billion in assets and is based in the US.
Black River is a global asset management firm formed in 2003. It's a subsidiary of Cargill, one of the world’s biggest food, agricultural and industrial products companies.

2: Citadel Global Fixed Income Master Fund Ltd. has $80.06 billion in assets and is based in the US.
Citadel founder Griffen started trading in 1987 from his Harvard University dorm room, with $265,000 raised from friends and family.

1: Millenium Partners L.P. has $181.48 billion in assets and is based in the US.
Millenium was founded in 1989 by Israel Englander and Ronald Shear with $35 million and now has more than 1,750 employees. The firm uses a range of strategies including quantitative analysis.