quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Sugestão 'carteira blog' compra 'GGBR4`a 5,52 foi acionada

Sugestão 'carteira blog' compra 'GGBR4' a 5,52 foi acionada..

Peso 7,5%
Stop:aberto

Depois, planilha será atualizada junto com a posição estopada de 'MRFG3'

Bovespa solidifica, por enquanto, a "faixa-abismo" de 44.000

Por ora, Bovespa vai se mantendo com os "aparelhos ligados" ao solidificar hoje a manutenção acima da faixa-abismo de 44.000 pontos.

Fechamento em 44.130 pontos, alta de 0,4%.

Máxima de hoje em 44.530.....rompendo amanhã essa máxima, o Bovespa sugere "de vez" que está disposto a buscar novos topos, o suficiente pra buscar o rompimento lá do topinho em 49.300 em direção a 51.000 e 52.500.

Vamos acompanhar, inclusive atentos às dinâmicas das médias móveis exponenciais de 13 e 21

Suportes em 44.000, 43.760, 43.500 e 42.800
Resistências em 44.530, 45.000, 45.400 e 46.000



terça-feira, 29 de setembro de 2015

"Desemprego atinge 8,6% no trimestre até julho, maior taxa desde 2012", Por Revista VEJA

Notícia publicada agora há pouco, crédito, Revista VEJA


http://veja.abril.com.br/noticia/economia/desemprego-atinge-86-no-trimestre-ate-julho-maior-taxa-desde-2012


Desemprego atinge 8,6% no trimestre até julho, maior taxa desde 2012

Segundo Pnad Contínua, do IBGE, nos três meses anteriores, o desemprego havia ficado em 8%. Já no mesmo período de 2014, a taxa era de 6,9%
29/09/2015 às 09:34 - Atualizado em 29/09/2015 às 11:23

O desemprego subiu e ficou em 8,6% nos três meses até julho, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta terça-feira. Trata-se da maior taxa da série histórica do indicador, que começou em 2012. Nos três meses anteriores, o desemprego havia ficado em 8%. Já no mesmo período de 2014, a taxa era de 6,9%.
Para Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, a perda de estabilidade no emprego tem levado cada vez mais pessoas a buscar trabalho. Segundo ele, a extinção de quase um milhão de postos formais no trimestre até julho ante igual período do ano passado impacta essa decisão. "Isso significa perder plano de saúde, fundo de garantia, emprego que tem a garantia de seguro-desemprego. Tudo isso se traduz em perda de estabilidade", disse Azeredo.

De acordo com o instituto, o rendimento médio real, descontado a inflação, ficou em 1.881 reais, estável em relação aos meses de fevereiro a abril (1.897 reais), e uma alta de 2% na comparação com o trimestre terminado em julho de 2014 (1.844 reais).
Já a massa de rendimento real recebida em todos os trabalhos ficou em 167,8 bilhões de reais no trimestre encerrado em julho, sem variação estatisticamente significativa frente ao trimestre móvel anterior. Em relação ao mesmo trimestre de 2014, houve avanço de 2,3% (164,1 bilhões de reais).

Os números fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, que substituirá a tradicional Pnad anual e a Pesquisa Mensal de Emprego (PME). O levantamento avalia 3.464 municípios e aproximadamente 210 mil domicílios em um trimestre, informou o IBGE.




segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Bovespa fecha "em cima"da "faixa-abismo" de 44.000 no dia que a VALE foi estuprada em praça pública

Chegamos na faixa-abismo de 44.000 pontos.

O fechamento do Bovespa em 43.956 pontos pode ser considerado "em cima" de 44.000.....

Tudo que eu penso sobre essa faixa foi dito no post do final de semana......

estamos nela.....

pra baixo, é o caos.....pra cima, o Bovespa ainda respira

VALE5 foi estuprada em praça pública......a faixa de 14,20 era importante; no entanto, havia algo ali por volta de 13,70.......não segurou........uma volatilidade que extrapola o "razoável" em se tratando de VALE.....

Bovespa agora tem como suportes 43.800, 43.500 e 42.800
Resistências em 45.000, 45.400, 46.000 e 47.200

Bovespa, diário,escala logarítmica









domingo, 27 de setembro de 2015

"Precisamos falar sobre capitalismo", por Gustavo Franco

Excelente artigo de Gustavo Franco , ex-Presidente do Banco Central ao longo do primeiro mandato do ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso, e um dos entusiastas e executores do Plano Real, publicado hoje no Jorna "O Globo"

http://oglobo.globo.com/economia/precisamos-falar-sobre-capitalismo-17610429


Precisamos falar sobre capitalismo

Hierarquias e privilégios parecem mais naturais no Brasil que a igualdade diante da lei e a impessoalidade

No Brasil, pouca gente sabe definir o que é, mas muitos odeiam o capitalismo.

O Instituto Millenium (ONG dedicada a promover os valores da liberdade, democracia e economia de mercado), um dia desses, colocou uma pessoa na Cinelândia, Centro do Rio de Janeiro, perguntando aos transeuntes o que pensavam sobre 
o assunto. Três de cada quatro entrevistados ficaram nervosos com a pergunta, recuavam temerosos do microfone, ou resmungavam desconfortos variados como “aqui no Brasil não tem isso não”, “sei não senhora” e que tais.

O restante das respostas, inclusive de uma professora do ensino médio, refletiu o que se esperaria obter de uma região outrora conhecida como a “Brizolândia”.

Em um belo livro recentemente lançado (“Capitalismo: modo de usar”), Fábio Giambiagi concentra esta mesma mensagem na sua epígrafe, uma fala de Fernando Henrique Cardoso dirigida a Arminio Fraga antes de sua sabatina no Senado como parte de sua nomeação para a presidência do Banco Central. Sem pretender precedência, registro apenas que ouvi este conselho igualzinho nas duas ocasiões em que fui sabatinado. Eis a sabedoria: “o Brasil não gosta do sistema capitalista. Os congressistas não gostam do capitalismo, os jornalistas não gostam do capitalismo, os universitários não gostam do capitalismo”

Como explicar essa estranha hostilidade ao sistema econômico que prevalece em todo o planeta, excetuadas algumas comunidades primitivas isoladas no Caribe e na Ásia, e cujo indiscutível e extraordinário sucesso aniquilou qualquer concorrência?

Afinal, o capitalismo é o sistema econômico baseado na propriedade privada, na liberdade de empreender, na letra da lei, e na centralidade do mercado para estabelecer os preços. Que há de tão errado com isso?

O fato é que são reveladoras as respostas ouvidas na Brizolândia.

Em primeiro lugar, destaque-se a apatia, muito provavelmente incentivada por valores nossos, mal cultivados. Hierarquias e privilégios parecem mais naturais no Brasil que a igualdade diante da lei e a impessoalidade. Valores “maiores” parecem prevalecer sobre os da contabilidade ou da sustentabilidade: os balanços fecham no Palácio, os patrimônios “não têm preço”, prejuízos “não importam”, e a criatividade permeia partidas dobradas. E por fim, o mercado, a meritocracia e a competição, são coisas para nossos inimigos, pois é o que se passa na “rua” e não na “casa”, como ensina Roberto DaMatta.

Em segundo lugar, trata-se do sucesso do capitalismo como se houvesse dúvida sobre isso. O próprio Marx, em seu famoso manifesto, em 1848, as eliminou ao afirmar que “a burguesia, em seu reinado de apenas um século, gerou um poder de produção mais massivo e colossal do que todas as gerações anteriores reunidas”. O erro estava em prever o colapso do sistema, ou exagerar nos efeitos colaterais.

Sobre desigualdade, é preciso cuidado com um sofisma muito comum. O progresso material não é igual em diferentes regiões do planeta, ou mesmo dentro de um país. Muitas regiões do continente africano vivem hoje do mesmo jeito que viviam há 500 anos, e nessa ocasião os nativos da região hoje conhecida como a Califórnia estavam nesta mesma faixa de renda. Em nossos dias, diante da brutal diferença de bem-estar entre essas regiões pode-se distinguir ao menos dois tipos de reações: de um lado, os que se encantam com o desenvolvimento californiano e procuram emular seus valores, e, de outro, os que afirmam que esses 500 anos de capitalismo aprofundaram a desigualdade (fato estatístico indiscutível, eis que uma das regiões simplesmente ficou estacionada) ou que, um tanto mais canhestramente, os californianos ficaram ricos explorando os africanos, ou os mexicanos. Ou seja, o vilão é quem deu certo, e o sucesso é sempre pecaminoso, segundo a Brizolândia.

O fato é que, contrariamente aos países onde as virtudes burguesas — empreendedorismo, parcimônia, iniciativa e integridade — são louvadas, nosso capitalismo meio patrimonialista sempre foi visto como um jogo de cartas marcadas, onde os valores a cultivar eram outros: conexões com o governo, imprevidência, reservas de mercado e malandragem.

Um “capitalismo pela metade” pode produzir um sucesso pela metade (ou um “meio fracasso”, um país eternamente do futuro), com distorções imensas, como ocorreu no Brasil dos anos 1980, e mesmo um retrocesso, como na Argentina. As nações podem simplesmente fracassar.

Em um famoso discurso no Senado em junho de 1989, o senador Mário Covas, um homem de centro-esquerda e inatacáveis credenciais nacionalistas, proclamou que o Brasil precisava de um “choque de capitalismo”. Era um desabafo a propósito da democracia que ele tanto lutara para reconstruir, e que vivia, naquele mês, uma inflação de 28,6%. A democracia não deveria levar o país à insensatez econômica. Covas disputava a presidência, e no primeiro turno obteve apenas 11,5% dos votos, ficando em quarto lugar. Em dezembro, quando ocorreu o segundo turno, a inflação rompeu oficialmente a barreira da hiperinflação: 51,5% naquele mês.

Covas estava correto em que havia algo de muito errado nesse nosso “anticapitalismo” patológico e fora de época, mas o paciente não estava convencido do tratamento. Ainda era forte a demanda por mágica.

Diversos choques se seguiram, mas o de capitalismo só avançou mesmo com o “não choque” representado pelo Plano Real e suas reformas: privatização, responsabilidade fiscal, abertura e as outras que, em seu conjunto, trouxeram a inflação brasileira para níveis de primeiro mundo. Quem poderia imaginar que o sucesso do Plano Real seria o resultado de reformas com o intuito declarado de fazer do Brasil uma economia de mercado por inteiro?

Não obstante, as reformas enfrentaram enorme resistência, esta é a maldição da Brizolândia: uma minoria de perdedores do processo de modernização é sempre capaz de bloquear o que é novo, pois a maioria beneficiada permanece mergulhada na apatia. Os ganhos são dispersos, e os custos concentrados em minorias despojadas de seus privilégios, o velho problema das reformas, e a razão pela qual elas são implementadas por estadistas e não por “gerentonas” ou líderes populistas.

É caprichosa a História, que organiza uma volta ao passado pela ascensão de um líder operário, a quem coube interromper o avanço do capitalismo no Brasil antes que começasse a modernizar demais as coisas. O Brasil mergulha num conservadorismo metido a progressista, cuidadoso e inercial no início, mas que adquire uma feição mais concreta já mais perto de 2008, quando entramos para valer num capitalismo companheiro, ou de quadrilhas e boquinhas.

Não é a inflação que explode, mas a corrupção, uma outra expressão para o fracasso desse capitalismo “pela metade” sobre o qual não vale a pena gastar nem dois tostões de sociologia. Que o digam Joaquim Barbosa e Sergio Moro. Bobos fomos nós em levar a sério a “nova matriz” e outras ridículas vestimentas heterodoxas de que se serviu o cronismo caudilhesco que aqui se implantou. Não era keynesianismo, nem estruturalismo, mas apenas desonestidade, inclusive intelectual.





Bovespa está maduro para os 52.500 ?

Para onde vai o Brasil ?
Para onde vai o Bovespa ?

Estamos hoje, mais do que nunca, no "olho do furacão".....lembram-se da "tal tempestade perfeita" sobre a qual tantos falavam ?

Pois é......estamos nela......

Já descrevi vários índices setoriais nos últimos 20-30-40 dias.....1 a 1 foi perdendo pontos e sinais importantes.......seja uma LTA longa, seja um divisor fundamental.

Eventualmente, voltaremos a listá-los.

Estamos num momento delicado.....

Já fui mais otimista.....quer dizer....eu era pessimista....e muito......só que o meu pessimismo girava em torno de um objetivo no longo prazo para o Bovespa em torno de 30.000 pontos.

Já podemos reconsiderar esse objetivo.

A mínima de dezembro de 2008, ápice do nervosismo dos mercados mundo afora, foi em 29.200.

Vários papéis já perderam "de longe" as mínimas de 2008.......VALE, PETRO e siderúrgicas, pra ficarmos em alguns deles.

Numa outra direção estão os bancos......ainda longe, muito longe das mínimas de 2008

Porém, como não especular que os bancos não possam visitar tais mínimas ou patamares próximos ?

Como não especular que os bancos não precisem cair muito mais pra refletir o que acontecerá sobre suas receitas e margens daqui pra frente, dado um cenário desalentador no que tange a desemprego, escassez e restrição de crédito e aumento da inadimplência ?

Vamos, "por curiosidade", ao gráfico MENSAL de "BBDC4", período 16 anos, e sua LTA que vem lá ´de 1999.....Mais.......no "meio do caminho" tracemos uma "cunha" e um canal de alta,TEMPO MENSAL. construído abaixo.


Reparem que, nesse exato momento, a 4 dias úteis do final do mês, a perda da  LTA de 16 anos que havia ocorrido mês passado vai se confirmando.

Mais......o tal canal de alta que foi desenhado abaixo também "é perdido e desconfigurado" nesse momento



BBDC4. Mensal, escala logarítmica, período 16 anos




Mais sinais e ingredientes para reflexão

Abaixo, os 2 gráficos dos 2 principais papéis do Bovespa, BBDC4 e ITUB4, mostram as 2 médias móveis simples de 200 períodos já embicadas pra baixo.....
Ha quanto tempo isso não acontecia ?
Desde 2011......mas em 2011 a dinâmica era outra, as LTA'S curtas, médias e longas de BBDC4 e ITUB4 não haviam sido perdidas

BBDC4, Diário, escala logarítmica e sua MA200 em "linha branca"




ITUB4, Diário, escala logarítmica e sua MA200 em "linha branca"







Esses são alguns dos ingredientes....

Um Bovespa fechado a 44.800 na última sexta-feira.....VALE,PETRO e Siderúrgicas visitando patamares já muito abaixo das minimas de 2008 e bancos ainda longe dessas mínimas.

No entanto, em relação aos bancos, alguns pontos importantes assinalados acima.

Voltamos a pergunta.....pra onde vai o Bovespa ?

Os ingredientes acima me permitem especular que algo próximo de 40.000 pontos não seja o piso do Bovespa ns próximos 18 meses.....

Iremos visitar patamares abaixo de 40.000 nos próximos 12-18 meses.....Iremos visitar pontos próximos a 35.000 nos próximos 12-18 meses....

30.000 ainda era um pensamento meu meses atrás......

Os sinais acima já não me deixam confortável sobre os 30.000......29.200 mínima de dezembro-2008 ?

Talvez........mas a faixa de 25.000 não pode ser descartada.....

Dito isso....continuemos.....

O post não tem esse foco....Acima, apenas uma introdução...um pano de fundo.

Quero discutir os próximos 60-90 dias.....

Acho que ainda temos uma perna de alta pela frente.....uma perna "o beijo da morte" do Bovespa...

E onde está o "beijo da morte" ?

52.500......quem quiser pode abrir mais 2 alternativas....51.200 ou 54.000

Tenho alguns argumentos......tentarei expor os mais importantes......

Comecemos pela semelhança dos algoritmos da VALE5 e do Bovespa....

Quando a VALE tinha um peso fortíssimo no Bovespa, ter gráficos semelhantes parecia ser algo natural.....

Por outro lado, é inegável que vários algoritmos apresentem "igualdade", independente dos ativos que o balizem, independente dos segmentos que o balizem.

Isso tem muito mais a ver com perdas de divisores, LTA's, LTB's, volatilidades intrínsecas e inúmeros pivots....

Vejam abaixo a semelhança da VALE5 com o Bovespa (em linha roxa) ao longo dos últimos 3 anos....a "semelhança" tem a ver com um peso mais forte da VALE no índice lá atras.

Mas, mais do que isso........a VALE5 embica "rumo ao abismo" quando ela perde a faixa de 22,00

Antes de perdê-la, a faixa foi testada 2,3 vezes.........o penúltimo teste é o que eu passo a chamar de PONTO A.

Quando ela perde a faixa de 22,00, passo a chamar o ponto de PONTO B

Ora.......fica claro que, para o "algoritmo", os 2,3 testes do Bovespa são a faixa de 44.000-45.000 pontos.....isso fica mais claro ainda quando o vemos pelo fechamento.......faixa de 45.000.....

E agora ?

O PONTO A do Bovespa foi lá em 2014 e o PONTO B é o ponto hoje ?....

Ou seja.......a partir de agora, perde-se definitivamente os 45.000-44.000 e o indice ruma direto para os 37.000......36.000.....35.000 ?

"Ora, Márcio......não foi lá nos 42.800 ?"

Foi no intraday......mas, voltem a ver no terceiro gráfico abaixo, o "grafico em linha", pra ver que o índice nunca perdeu no fechamento a faixa de 44.000-45.000......na ultima sexta-feira, praticamente fechou nos 45.000.......

Assim......volto a perguntar...

Onde estamos ?

No PONTO A......OU.....No PONTO B ?


VALE5, Diário, período 3 anos



VALE5 E IBOV (Em linha roxa), Diário, período 3 anos






 IBOV Diário, período 3 anos





Vou dar a minha opinião.....

Acho que estamos no PONTO A......

Falta o "beijo da morte".........e esse é a faixa de 52.500...

Alguns argumentos.....

VALE5, GGBR4 e CSNA3,, entre outros papéis, já entraram em modo COMPRA no MACD e histograma, Tempo SEMANAL.

O stress vivido pelas siderúrgicas nos últimos 3-4 dias está relacionado com suas volatilidades intrinsecas elevadas e que se tornaram "mais elevadas" nos últimos 2 anos.....

USIM5 e CSNA3 andaram praticamente 100% em poucos dias......voltaram pra pivots importantes......estreitaram bandas.....e devem continuar a andar.....

Mais.......alguns papéis, como GGBR4, se distanciaram muito da MA200.....precisam "visitá-la"....

CSNA3 já foi lá......GGBR4, não...

Vamos primeiro aos tempos SEMANAIS de VALE5, GGBR4 e CSNA3, com MACD e Histograma em MODO COMPRA

VALE5, SEMANAL, escala logarítmica




GGBR4, SEMANAL, escala logarítmica





CSNA3, SEMANAL, escala logarítmica






Agora, falemos da MA200 da GGBR4.......em complemento, falemos da MA200 do principal papel do Bovespa, "ITUB4".....Já falei que o papel apresenta uma MA200 embicada pra baixo......péssimo sinal no longo prazo.....

Mas, reparem que nessa última perna forte de baixa, o papel se distanciou da MA200.....Não tanto quanto as siderúrgicas......mas, lembrem que os papéis têm volatilidades diferentes.....

Assim....apresentamos os 2 papéis....GGBR4 e ITUB4.....e suas MA'S 200 períodos em linha branca

GGBR4, Diário e sua MA200





ITUB4, Diário e sua MA200




Por fim, quero me restringir ao movimento da última quinta e sexta-feira.....

Volume fraco em vários papéis....

Me pareceu apenas o retorno de vários deles a divisores importantes......não os perderam......algo como falassem....

"Bem.....esses são os pontos......a partir daqui, vamos pro "beijo da morte"........

Vamos separar 5 "ativos": VALE5 (faixa 14,20), GGBR4 (faixa de 5,50-5,60) , CSNA3 (faixa de 3,90) , BBDC4 (faixa de 20,80-21,70) e Índice "IMAT" (Materiais básicos) (faixa de 1.400)

E também o Bovespa, com sua MME13 ainda cruzada pra baixo sobre a MME21, ou seja, graficamente ainda em modo "VENDA" no diário....

Uma LTB passando um pouco acima de 48.000 pontos....

Um canal de alta que passamos a acompanhar...

Bovespa precisa de 1,2 dias de alta.....a MME13 deverá cruzar sobre a MME21 e pressionar o rompimento da LTB.....

Talvez mais um toque na LTB.....Volta pra 45.000, LTA.....E rompe em seguida....em busca dos 52.500

Um fechamento abaixo de 44.000 no último dia do mês ou no fechamento nas próximas semanas põe uma pressão fortíssima no Bovespa capaz de levá-lo aos 36.000-37.000 no primeiro momento

Antes dos gráficos, uma última palavra......

2016 parece ser o equivalente ao ano de 2008........

De certa forma, em terras brasileiras, quem acompanhou VALE, PETRO e Siderúrgicas, já "está calejado"........

Por outro lado, ainda vejo "por aí" gente dizendo....."é pra aproveitar" e pegar "Bancos" para longo prazo"....

Isto é.....tem gente que talvez não tenha considerado que BANCOS E VAREJO possam ser a "VALE e Siderúrgicas' de "amanhã"

Penso que veremos "Bancos e Varejo", nos próximos 12-18 meses, na mesma dinâmica de VALE,PETRO e Siderúrgicas dos últimos 12-18 meses......


Ainda não vimos "nada" ....ainda....em BANCOS e VAREJO

Vamos aos 5 ativos listados e mais o Bovespa por último, com a atenção voltada para "o retorno" a pivots importantes na última perna de baixa até 44.200 de quinta-feira, o repique pela manha na sexta e seu fechamento em 44.800, com os 5 papéis retornando a pivots importantes:



VALE5, Diário, escala logarítmica



GGBR4, Diário, escala logarítmica





CSNA3, SEMANAL, escala logarítmica




BBDC4, SEMANAL, escala logarítmica





IMAT, SEMANAL, escala logarítmica




IBOV, Diário, escala logarítmica...MME13 em linha verde e MME21 em linha azul


























sábado, 26 de setembro de 2015

"Pedidos de falência devem ter maior alta em 10 anos; lojistas reclamam das baixas vendas", por Jornal "O Estado de Minas"

Notícia publicada no Jornal "O Estado de Minas" de hoje, 26-09-2015

Deixa eu fazer um comentário.....

O Cenário que vocês acompanharão abaixo não apresenta nenhuma chance de reversão nos próximos 5 anos......Nenhuma.....

O que vivemos nos últimos 2-3-4 anos, uma combinação de inflação descontrolada com "bolha de imóveis" provocou uma distorção sem tamanho na "equação de custos" do empresário do comércio, ou apenas varejista.

Estou, obviamente, simplificando o raciocínio......

Uma  bolha de imóveis que empurrou valores de alugúéis, comerciais ou não, para níveis estratosfericos, como se o Brasil fosse Nova York.......o caso do Rio de Janeiro é caso de "insanidade"......

Já tangenciei o Rio de Janeiro aqui em outro momento quando escrevi sobre o rebaixamento da nota de crédito do Estado.

O Rio de Janeiro é o símbolo da catástrofe que o Brasil vai enfrentar nos próximos 2-3 anos, catástrofe, diga-se de passagem, sobre a qual já estamos.

Vamos a matéria:


http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2015/09/26/internas_economia,692191/pedidos-de-falencia-devem-ter-maior-alta-em-10-anos.shtml


Pedidos de falência devem ter maior alta em 10 anos; lojistas reclamam das baixas vendas

postado em 26/09/2015 08:31 / atualizado em 26/09/2015 09:24
 Agência Estado

Rio, 26 - Apenas 14 meses depois de abrir as portas de uma loja de acessórios e calçados em couro em Ipanema, na zona sul do Rio, o empresário Rafael Fragoso Pires decidiu, em abril deste ano, desistir do negócio e abortar o projeto de criar uma rede de franquias. “Cinco meses antes de fecharmos, as vendas despencaram. Tentamos renegociar o aluguel, mas o proprietário foi irredutível. Os fornecedores também estavam apertados. Preferimos fechar a acumular prejuízo”, conta.

O fim precoce tem sido o destino de um número cada vez maior de estabelecimentos no País, encurralados pela elevação nos custos e pela desaceleração na economia. Desemprego em alta e renda em retração fizeram os clientes desaparecerem das lojas. No comércio, as vendas devem fechar no vermelho pela primeira vez em 12 anos.

No Brasil, o total de estabelecimentos comerciais caiu 5,6% em 12 meses até julho, segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) a partir de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Nesse ritmo, o setor caminha para a primeira redução no número de empresas desde o início da série, em 2005.

O número de pedidos de falência deve ter a maior alta também desde 2005, estima a Boa Vista SCPC, considerando todos os setores. O processo é puxado pelo comércio, cujos pedidos sobem em ritmo mais intenso. Nos oito primeiros meses de 2015, o total de falências requeridas no Brasil subiu 14,2% ante igual período de 2014. No comércio, o salto foi de 20,9%.

Os pedidos de recuperação judicial, medida para tentar evitar a falência da empresa, também caminham para um recorde em 2015. Até agosto foram 800 no País, alta de quase 40%. A adesão recente de grandes grupos - caso das empresas de Eike Batista e das empreiteiras OAS e Galvão Engenharia, na esteira da Operação Lava Jato -, tende a impulsionar o recurso.

Custos. Em Ipanema, um dos metros quadrados mais caros do País, o preço salgado dos aluguéis já vinha pressionando os lojistas. A queda no movimento em 2015 foi a gota d’água para muitos deles. Vítima de um aluguel de R$ 23 mil mensais, o arquiteto Chicô Gouvêa fechou a loja de decoração Olhar o Brasil, inaugurada em 2011.

“As coisas pioraram muito desde o fim do ano. Optamos por manter a loja de Itaipava (região serrana do Rio), mais rentável. É triste. Ipanema era uma vitrine”, conta Gouvêa.

Mesmo no centro do Rio, a especulação dos imóveis já sufocava os lojistas, que agora agonizam diante da queda nas vendas. José Freitas, há 22 anos dono da livraria Solário, fechou a unidade da Rua da Carioca após o aluguel ter triplicado de um ano para o outro. Ele até negociou um aumento gradual e foi levando como pôde, achando que a crise iria passar.

“Mas não passou. Fechei a loja em julho, demiti balconistas e atendentes, mas estamos em dificuldades. Não sei até quando vou conseguir manter a loja da Sete de Setembro”, lamenta.

Segundo o Sindilojas Rio, 1.290 lojas fecharam na cidade de janeiro a maio, último dado disponível. O volume quadruplicou ante 2014. Para o presidente da entidade, Aldo Gonçalves, o empresário só fecha um estabelecimento quando não tem saída, já que isso envolve despesas. “O consumidor tem receio de comprar e o empresário de investir. É o pior dos mundos”, diz.

“O que o ano de 2015 mostra é uma combinação de custos elevados e queda nas vendas, que estrangula o empresário e impõe um processo de seleção natural”, analisa Fabio Bentes, economista-sênior da CNC. “A crise vai se prolongar mais do que a gente esperava. Para o comércio reagir via liquidações vai ficar mais difícil, já que o custo aumentou muito.”

Pelos dados do Caged, as microempresas, com até nove funcionários, representam um terço do setor e são as mais frágeis diante da conjuntura econômica desafiadora.

No caso delas, a queda já chega a 6,7%. Já entre as empresas com até 99 funcionários, todos os 22 segmentos investigados apresentam redução no número de companhias ativas.

Falências

O economista Flávio Calife, da Boa Vista SCPC, afirma que os pedidos de falência e recuperação judicial explodiram a partir do segundo trimestre de 2015. “Houve uma piora muito forte no ambiente de negócios. A falta de confiança está levando empresários que vinham tentando cortar custos e evitando demitir a abrir mão de seus negócios”, diz.

Calife explica que, no caso da indústria, a situação já vinha piorando há mais tempo, por isso os dados do comércio chamam mais atenção este ano. As pequenas empresas são as que mais sofrem: respondem por 91% dos pedidos de falência no comércio e 79% na indústria.

A expectativa da Boa Vista SCPC é que a situação continue se agravando até o fim do ano, resultando no maior crescimento dos pedidos de falência desde 2005, quando a nova lei entrou em vigor. Em 2009, auge da crise financeira global, a alta foi de 7%. “Não há sinal de melhora. Medidas como a retomada de impostos tendem a derrubar mais a confiança”, alerta.

Piora

O assessor econômico Vitor França, da Fecomércio-SP, prevê um cenário negativo para o varejo em 2016. Além do encarecimento de itens como água e energia, a disparada do dólar deverá elevar os custos de parte dos comerciantes.

Com juros altos e bancos retraídos, os empresários terão poucas janelas para refinanciar dívidas. “A consequência é um corte brutal de empregos no comércio. Ainda não é o fundo do poço. O ciclo de queda de vendas, fechamento de empresas e desemprego tende a se agravar”, diz. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.




sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Já dá pra comprar "umas boas" Heinekens "no lado da compra" do Bovespa.....e já podemos "apostar" nos 52.500 em menos de 45 dias...Hora de ir pra cima de VALE e Siderúrgicas

Já dá pra comprar "umas boas" Heinekens "no lado da compra" do Bovespa.....

E já podemos "apostar" nos 52.500 em menos de 45 dias...

Hora de ir pra cima de VALE5 e Siderúrgicas

Por enquanto, abaixo, o gráfico do Bovespa no diário...LTB.....LTA curta......

Depois, tentamos falar mais....


Bovespa, diário, escala logarítmica














"Eu quero sumir daqui!", por Eliane Cantanhêde


Fiquem com o bom artigo da jornalista Eliane Cantanhêde, publicado hoje no jornal "O Estado de São Paulo"

Para reflexão.....o que temos ?....o que virá depois ? Como será ? 

O que temos no Brasil de hoje ?

De onde surgiu e como surgiu o mais produtivo momento politico e econômico do Brasil nos últimos 40 anos ?

Vamos ao artigo:

http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,eu-quero-sumir-daqui,1768621

"Eu quero sumir daqui!"
Eliane Cantanhêde
25 Setembro 2015 | 05h 00

Acena mais lancinante da semana não partiu do Planalto, nem do Congresso, nem das Bolsas, nem do mercado de câmbio, mas de um hospital público da Capital da República, onde um médico negou atendimento a um moribundo, recebeu voz de prisão de um bombeiro e entrou em surto, gritando desesperadamente: “Estou estressado. Tá faltando tudo, tá faltando tudo. Eu quero sumir daqui!”.
Pois foi nesta mesma semana que a presidente Dilma Rousseff jogou o Ministério da Saúde para as hienas do PMDB na Câmara. O vice-presidente Michel Temer, o deputado Eduardo Cunha e o senador Renan Calheiros vazaram para a imprensa a versão de que tinham se recusado a sugerir nomes para a reforma ministerial de Dilma. Ato contínuo, o partido se jogou de corpo e alma no festim para devorar nacos de poder enquanto o governo ainda respira.

O ex-presidente Lula tenta negar, mas ele defendeu esse troca-troca numa reunião com Dilma e o núcleo duro petista do governo e usou até uma versão mais objetiva do conhecido “vão-se os anéis, salvam-se os dedos”. Segundo Lula, “é melhor perder ministérios do que a Presidência”. Mas logo o Ministério da Saúde?!

Para piorar, os nomes apresentados pelo PMDB à presidente são chocantes. O deputado Manoel Júnior votou em Aécio Neves em 2014 e acaba de defender a renúncia de Dilma. O deputado Celso Pansera é aquele que o doleiro Alberto Yousseff chama de “pau mandado do Eduardo Cunha”. E vai por aí afora.

Sem contar a intrigante escolha do ministério que, no butim, vai caber ao PMDB do Senado. Dilma ofereceu a cabeça do ministro Armando Monteiro, ops!, ofereceu o Desenvolvimento, mas a bancada do partido preferiu Integração Nacional, que distribui verbas para os governadores. E quem é governador? O filho do presidente do Senado, Renan Calheiros, aquele que “se recusou a indicar nomes...”
Nada poderia ser mais dramaticamente sintomático da perda de poder político de Dilma Rousseff, que não consegue nem o básico: fechar o Orçamento, equilibrar as contas, aprovar o coração do ajuste fiscal, concluir a reforma ministerial e anunciar o tão prometido corte de pastas. Ela está totalmente nas mãos do PMDB. E que PMDB!

No programa que foi ao ar ontem à noite na TV, o principal partido da base aliada usou imagens quase sombrias e um tom de oposição em campanha eleitoral. O recado foi claro: o fim do “estrelismo”. E o foco foi em cima de Temer, o substituto natural e constitucional de Dilma em caso de vacância de poder.

Tem-se, assim, que Dilma entrega anéis e ministérios, mas nem por isso garante que vá salvar os dedos e a Presidência. O Congresso lhe deu uma vitória ao manter 26 dos 32 vetos presidenciais e está a caminho de aprovar os restantes, mas essas votações têm uma dinâmica própria, pois evitam implodir de vez as contas públicas. E agora? Dilma vai de fato conquistar os votos do PMDB? Ela tem condições de aprovar a criação da CPMF, coração do pacote fiscal? Consegue impedir a abertura do processo de impeachment?

E mais: a presidente só tem 7% a 8% de aprovação, as greves pipocam por toda a parte, o MTST põe as manguinhas de fora e lê-se que até o líder do PT já grita como oposição. Dar a Saúde para o “baixo clero” do PMDB não assegura a lealdade do partido nas decisões de vida ou morte e, ainda por cima, tende a tirar ainda mais apoio de Dilma na opinião pública e na sua base social.
A boa notícia para o Planalto é que, se as cenas dantescas dos peemedebistas devorando a carniça no Planalto são péssimas para Dilma, não se pode dizer que sejam animadoras para o PMDB. Elas não apenas destroem o que resta de popularidade do atual governo como esgarçam de véspera a esperança num eventual governo de transição com Michel Temer. Com esse PMDB? Com Cunha? Com Renan? Com um Manoel Júnior na Saúde? 





"PMDB faz programa de oposição, ataca o governo Dilma com dureza e se mostra pronto para a Presidência", por Reinaldo Azevedo, da Revista VEJA

Artigo do Jornalista Reinaldo Azevedo, da Revista VEJA, mostra, de forma absolutamente clara, que o PMDB já se considera "governo" e que os dias do PT na Presidência acabaram.

Questão de dias......

Vamos ao artigo:

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/pmdb-faz-programa-de-oposicao-ataca-o-governo-dilma-com-dureza-e-se-mostra-pronto-para-a-presidencia/


25/09/2015 às 4:25
PMDB faz programa de oposição, ataca o governo Dilma com dureza e se mostra pronto para a Presidência

No dia em que a Presidência da República informa o adiamento do anúncio da reforma ministerial — e justamente em razão de impasses com o PMDB —, o partido leva ao ar o seu programa no horário político. Vocês constatarão que o mistério sem segredos da peça é um sujeito que conjuga quase todos os verbos: “Nós”. Alguém poderia dizer: “Ah, as falas se referem a nós, os brasileiros”. Com a devida vênia, é um jeito inocente de ver as coisas. O “nós”, inequivocamente, é o PMDB. E a legenda se coloca como alternativa ao PT e, é inescapável constatar, a Dilma. O vídeo está aí, mas recomendo que leiam antes o texto.

Não há por que economizar palavras ou juízos: trata-se, sem dúvida, de um programa de oposição. Note-se, alias, que a ministra Kátia Abreu (Agricultura), que se tornou também amiga pessoal da presidente, não só uma aliada política, está ausente.

O programa abre com uma tela negra, onde surge uma apresentadora, igualmente vestida de negro, para anunciar que o “país enfrenta uma crise econômica, que já resulta em recessão e desemprego, e uma crise política que retarda a mudança desse cenário”. O resultado é “uma sociedade angustiada, à espera de soluções, cansada de sempre pagar a conta, pessimista diante do nó, que não se desfaz”. Aos 28 segundos, de forma inequívoca, o PMDB anuncia pela voz de sua apresentadora:

“É hora de deixar estrelismos de lado; é hora de virar esse jogo”.

O leitor sabe que a “estrela” é o símbolo do PT. O “estrelismo” aí, claro!, não é sinônimo de protagonismo — até porque a palavra, com esse sentido, nem se encaixaria bem no discurso. Reescrevo a frase segundo o que ela quer dizer: “É hora de deixar o petismo de lado”. E vem o arremate: “É hora de reunificar os sonhos”. No dia 5 de agosto, Michel Temer, vice-presidente, numa entrevista muito mal recebida pelo PT, afirmou: “É preciso que alguém tenha a capacidade de reunificar a todos”.

Em seguida, a tela é tomada por retratinhos de peedembistas, e emerge, então, a figura do vice como líder inconteste do partido. Ele diz ser preciso pôr o Brasil acima de interesse partidário ou motivações pessoais”. Em contraste com um governo considerado inábil, hesitante  e nada ético, Temer ensina: “Crise, se enfrenta com união, com coragem, com determinação e retidão”.

Líderes do partido passam, então, a fazer exortações quase sempre em tom oposicionista. Muitos pregam a necessidade de “reconhecer o erro”. Algumas falas merecem destaque. Renan Calheiros (AL), presidente do Senado, resume: “Governos passam (…) O que a gente tem de defender são os interesses do país”. Eduardo Cunha (PMDB), que preside a Câmara e em cujas mãos está o princípio do que pode ser o impeachment, anuncia: “Chegou a hora da verdade! Chegou a hora de dizer que país queremos”.

O mais eloquente de todos os textos, sem dúvida, foi o que coube a Moreira Franco, ex-governador do Rio e peça central hoje no esforço do PMDB de ganhar musculatura própria. Depois de Leonardo Picciani (RJ), líder do PMDB na Câmara, dizer que nada é mais normal do que o maior partido propor diálogo, Franco emenda: “Foi assim na volta da democracia, na estabilização da nossa moeda, nos avanços sociais dos últimos anos. E vai ser assim também agora na reunificação do país. O PMDB forte faz você forte, faz o Brasil forte”.

É evidente que esse é um partido que se mostra disposto a conduzir, não a ser conduzido.

E frases outras vão sendo ditas, ora pela locutora, ora por lideranças do PMDB, numa jogral. O alvo de sempre é o governo Dilma:
- “O Brasil não pode viver de promessas” (locutora);
- “Temos de saber qual é a proposta concreta para sair da crise. O Brasil precisa dessa direção” (Marquinho Mendes, deputado federal-RJ);
- “Um Brasil que se dizia tão gentil com seus filhos, de repente, resolve cobrar a conta. Isso dói” (locutora);
- “Não dá para manter o país desacreditado, e os brasileiros pagando a conta” (Fernando Jordão, deputado federal-RJ);
- “A solução não está na criação de mais impostos para tapar buracos no Orçamento” (Lúcio Vieira Lima, deputado federal-BA);
- “o Brasil e seus filhos querem ser abraçados” (locutora);
- “Temos toda a capacidade de retomar o caminho do crescimento e não vamos decepcionar” (João Arruda, deputado federal-PR);
- “E eu posso garantir que existe muita gente capaz e pronta para entregar o Brasil que foi prometido a você” (Raul Henry, vice-governador de Pernambuco);
- “Estamos descobrindo um novo Brasil; um Brasil que não se cala diante dos erros” (locutora);
- “O Brasil quer mudar. O Brasil deve mudar. O Brasil vai mudar” (locutora);
- “O Brasil quer e vai avançar” (locutora).

 E, então, Michel Temer volta para encerrar o programa. A fala é eloquente:
“Quero lembrar que os mesmos motivos que geram uma crise e trazem desencanto também servem para darmos exemplo de responsabilidade e de trabalho. Assumindo e, acima de tudo, corrigindo erros, mostraremos a todos que somos um país confiável”.

Isso parece ser o norte moral de um governo, não é mesmo? Falta alguém com experiência para tocá-lo e que não se assuste com facilidade. Será que o PMDB pensa em alguém?

Temer, então, diz:
“Na minha trajetória, como cidadão e homem público, já vi e convivi com situações bem mais difíceis do que a que enfrentamos agora. Não tenho dúvida de que seremos capazes de superar esse momento  (…) Tenho a clara certeza de que vamos vencer essa batalha. (…) Boa noite e dias melhores para todos nós”.

A figura do vice, que ocupa, então, a tela se multiplica em dezenas e dá lugar ao logo do partido. Um locutor, em off, põe um ponto final: “PMDB! É hora de reunificar os sonhos”.

O PMDB, não há duvida, se disse pronto para assumir a Presidência.

Texto publicado originalmente às 21h31 desta quinta






índice "VIX", principal índice de hedge e volatilidade do SP500

VIX, diário, escala logarítmica









quinta-feira, 24 de setembro de 2015

IFNC, ICON e IEEX e suas LTB's no "tempo 60 minutos"

IFNC (Setor Financeiro), ICON (Consumo) e IEEX (Energia Elétrica) e suas LTB's no "tempo 60 minutos" e suas LTB's

Todos os índices setoriais acompanhando a LTB do Bovespa

Hora: 15:27


IFNC, tempo "60 minutos", escala logarítmica



ICON, tempo "60 minutos", escala logarítmica





IEEX tempo "60 minutos", escala logarítmica








Bovespa e sua LTB," tempo 60 minutos"

Bovespa e sua LTB," tempo 60 minutos", Escala logarítmica








4 papéis com as mesmas LTB'S de "60 minutos" no limite....mesmos algoritmos.....

4 papéis com as mesmas LTB'S de "60 minutos" no limite....mesmos algoritmos.....

Hora dos gráficos: 15:08-15:12


VALE5, "60 minutos", escala logarítmica



GGBR4, "60 minutos", escala logarítmica



CSNA3 "60 minutos", escala logarítmica




BBDC4 "60 minutos", escala logarítmica









Acabou ? Parece que sim....44.000 pontos é "o ponto"...pelo menos, por enquanto...até os 52.500....índice "EWZ", o "Bovespa operado pelos estrangeiros", toca 20,06, "faixa topo" antes do Estouro da Bolha da Internet, em 2000

Vou escrever esse comentário na metade do pregão......sim....na metade do pregão.....

Quando veio a perna forte lá dos 58.500, não fazia muito sentido (será que em renda variável algo faz sentido ?) o Bovespa perder a faixa de 44.000.....

Perdeu no intraday.......naquele dia que perdeu, o índice fechou acima dos 44.000......que era a faixa suporte lá de 2013......de lá pra cá, ficou 44.000-45.000 o divisor do perigo....

Ainda estamos cercados por muito perigo....

Falarei mais ao longo dos próximos dias.....

Já foi tudo "pro espaço"....ICON, IFNC....IMOB, IEEX....Seja por perdas de LTA'S Longas ou faixas importantes....

Enfim.......

Voltando....não fazia muito sentido perder a faixa dos 44.000

E, hoje.....depois da ida aos 49.300, raspamos os 44.000.......ainda há uma possibilidade de retestá-lo amanhã...

Mas, aqui, temos uma novidade

O índice "EWZ", o "Bovespa operado pelos estrangeiros", tocou 20,06, "faixa topo" antes do Estouro da Bolha da Internet, em 2000

Vejam abaixo....

Então.....

 Acabou ? Parece que sim....44.000 pontos é "o ponto"...pelo menos, por enquanto...até os 52.500....

A maior probabilidade agora recai sobre um movimento até os 48.000 , bate novamente na LTB.....volta a cair até os 45.000........e , finalmente rompe a LTB em direção aos 52.500....

Essa passa a ser a dúvida....até os 52.500 ou 54.000-54.300 ?



EWZ, Diário, escala logarítmica




EWZ, MENSAL, escala logarítmica, período 15 anos








Sugestão "Carteira blog" "COMPRA" "CSNA3" (Siderúrgica Nacional ON) foi acionada em 3,85

Sugestão "Carteira blog" "COMPRA" "CSNA3" (Siderúrgica Nacional ON) foi acionada em 3,85...Preço do leilão de abertura

Portanto, 

COMPRA "CSNA3" (Siderúrgica Nacional ON) em 3,85
Peso: 7,5%
Stop: aberto
Objetivo: aberto

Depois, planilha será atualizada com o stop de MRFG3 e essa "COMPRA"







Stop da Posição "Compra" "MRFG3" foi acionado em 6,54

Stop da Posição "Compra" "MRFG3" foi acionado em 6,54

Depois, faço um post separado



Sugestão "Carteira blog"....."Compra" de "GGBR4" a 5,52 e "Compra" de "CSNA3" a 3,85

Sugestão "Carteira blog".....

1- "Compra" de "GGBR4" (Gerdau PN)  a 5,52

Peso: 7,5%
Stop: Aberto:
Objetivo: Aberto


2-"Compra" de "CSNA3" (Siderúrgica Nacional ON)  a 3,85

Peso: 7,5%
Stop: Aberto:
Objetivo: Aberto

Ambos os papéis com MACD e Histograma em modo COMPRA no SEMANAL
Ambos os papéis corrigiram forte e estão já "andando" sobre média Bollinger
Faixas de suporte
Ambos os papéis, com as correções dos últimos 2-5 dias, levaram o histograma diário para "próximo da linha zero"



GGBR4, Diário, escala logarítmica




CSNA3, Diário, escala logarítmica








Nos últimos 5 anos, quanto tempo demorou pra que uma LTB fosse rompida no Bovespa ?

Nos últimos 5 anos, quanto tempo demorou pra que uma LTB fosse rompida no Bovespa ?

Estamos falando de LTB'S relativamente longas.

Abaixo, separei 3, desde 2010.

Marquei-as com 2 círculos e 2 retângulos e letras A, B, C e D

1- Primeiro círculo, letra A.....Até ser rompida a LTB foi respeitada por 6 meses

2- Segundo círculo, letra B.....Até ser rompida a LTB foi respeitada por 8 meses

3- Primeiro retângulo, letra C.....Até ser rompida a LTB foi respeitada por 4 meses e meio

4- Segundo retângulo, letra D.....LTB atual.....por enquanto, 4 meses e meio



Bovespa, diário, escala logarítmica, período 6 anos







" Tendência é que o TCU rejeite contas de Dilma ", por Jornal "Valor"

Notícia publicada hoje no Jornal "Valor Econômico":

http://www.valor.com.br/politica/4214642/tendencia-e-que-o-tcu-rejeite-contas-de-dilma

09/09/2015 às 05h00 

Tendência é que o TCU rejeite contas de Dilma

O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Augusto Nardes tem dado pistas claras de que recomendará aos colegas de tribunal, como relator, a rejeição das contas do governo referentes a 2014. A maioria do plenário tende a acompanhar o parecer pela reprovação, deixando nas mãos do Congresso o destino das contas - e talvez da presidente Dilma.





..




"Recessão de dois anos no Brasil, prevê a OCDE", por Jornal "O Estado de São Paulo"

Notícia publicada no Jornal "O Estado de São Paulo" hoje, 24-09-2015

http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,recessao-de-dois-anos-no-brasil--preve-a-ocde,1767914


Recessão de dois anos no Brasil, prevê a OCDE
TAGS: editorial econômico, recessão, o estado de s. paulo
24 Setembro 2015 | 02h 55

Em 2015, enquanto a economia global deverá crescer 3%, o Brasil terá uma queda de 2,8% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo o Panorama Econômico da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), divulgado há dias. Em 2016, esses porcentuais deverão ser de 3,3% e de -0,7%. Os números são piores que os de 2014. Para o País, as perspectivas são, no mínimo, desanimadoras.

Em 2014, para um crescimento global de 3,3%, o Brasil cresceu apenas 0,2%. As projeções ora divulgadas para 2015 mostram uma piora em relação à projeção anterior, divulgada em junho: o crescimento global estimado caiu de 3,1% para 3% e o do Brasil, de -0,8% para -2,8%. É um indicador do custo da chamada nova política macroeconômica do primeiro mandato de Dilma Rousseff, cujos efeitos continuam presentes neste ano.

A situação econômica do País é vista com apreensão no exterior, como se viu em encontro de investidores privados em Nova York, reportado pelo Estado de 18/9. Executivos de grandes instituições financeiras descreveram a situação da economia brasileira como “caótica” e “extremamente complicada”.

Não apenas para o Brasil, mas para os países emergentes em geral, os tempos já não são tão favoráveis, com exceções, como a Índia. O Brasil está entre as economias emergentes, como a Rússia, que passam por “profundas recessões combinadas com uma inflação bastante alta”, segundo a OCDE. Em 2016, a situação poderá ser menos ruim, mas isso só ocorrerá se os preços das commodities não caírem mais.

Entre os países e regiões com melhor prognóstico estão os Estados Unidos e a zona do euro, com taxas de crescimento estimadas em 2,4% e 1,6%, em 2015; e em 2,6% e 1,9% em 2016. Mas a União Europeia poderia crescer mais se aproveitasse melhor vantagens como a depreciação do euro e a queda de preço das commodities. Entre os fatores de vulnerabilidade estão a fragilidade do sistema bancário e a baixa contábil insuficiente de empréstimos em atraso.
A manutenção das taxas do Fed, anunciada em 17/9, removeu um fator de incerteza de curto prazo sobre a economia.

Mas o principal risco à recuperação econômica, segundo a OCDE, é “a ocorrência de uma desaceleração maior que a prevista na China”. O crescimento chinês previsto pelo organismo deverá cair de 7,4%, em 2014, para 6,7%, neste ano, e para 6,5%, em 2016.





quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Bovespa em 23-09-2015

Bovespa volta a fechar em queda; fechamento em 45.340 pontos, queda de 2%

Médias embicadas pra baixo; MME13 cruzada pra baixo sobre MME21; LTB ainda balizando o índice; enfim. Bovespa ainda em modo "VENDA" no diário.

Tenho acompanhado alguns níveis de volume de papéis importantes do indice; muitos deles, tirando Petrobrás têm apresentado um volume mais baixo do que o apresentado na perna de baixa que veio lá dos 58.500.

Isso sugere um certo cansaço na VENDA que pode manter a probabilidade da perda dos 42.800 distante.

Visto no gráfico abaixo, dá pra perceber a faixa forte de 45.000.....de fato, visto no longo prazo, a faixa de 45.000 sempre foi mais importante do que a faixa de 44.000......

Diante disso, pode ser que essa faixa volte a segurar amanhã, para, em seguida, ir novamente até a LTB , faixa hoje um pouco acima dos 48.000.

Então temos para suportes: 45.000, 44.300, 44.000 e 43.500
Resistências : 45.800, 46.000, 46.400, 47.000-47;300 e 48.000


Bovespa, diário, escala logarítmica







"Contagem regressiva" para o Impeachment da Presidente Dilma Rousseff continua......."Cunha apresenta rito para processos de impeachment", por Revista VEJA

E segue a "Contagem regressiva" para o Impeachment da Presidente Dilma Roussef

Vamos a matéria abaixo publicada no final da tarde no site da Revista VEJA:

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/cunha-apresenta-rito-para-processos-de-impeachment

Cunha apresenta rito para processos de impeachment

Presidente da Câmara deverá rejeitar a lista de pedidos de impeachment até chegar ao documento assinado por Hélio Bicudo e Miguel Reale Jr.
Por: Laryssa Borges, de Brasília23/09/2015 às 16:23 - Atualizado em 23/09/2015 às 17:06

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), apresentou nesta quarta-feira a líderes partidários a fórmula para a tramitação de pedidos de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Mais do que um conjunto de regras processuais, com detalhamento de prazos para recursos e quórum de votação, o texto faz parte de uma articulação com partidos de oposição para que os pedidos de impedimento da petista assumam caráter coletivo e evitem que sejam vinculados apenas ao peemedebista, desafeto do Palácio do Planalto.

Pela lei, cabe ao presidente da Câmara definir previamente se são cabíveis ou não os pedidos de impeachment. Mas, nos bastidores, a articulação é para que a decisão final das solicitações de afastamento seja transferida ao Plenário, onde os partidários do impeachment dizem ter votos suficientes para iniciar o processo.

O roteiro idealizado por Eduardo Cunha é que ele analise monocraticamente até três solicitações de impeachment por semana até chegar, no final de outubro ou início de novembro, ao pedido considerado mais forte e encampado pela oposição, que leva a assinatura do ex-petista Hélio Bicudo e do jurista Miguel Reale Júnior. Cunha não admite publicamente, mas o cronograma de avaliação dos pedidos conta com a possibilidade de a situação política do governo Dilma Rousseff se agravar ainda mais, principalmente com as decisões do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre as chamadas pedaladas fiscais e pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre irregularidades na campanha à reeleição.

Eduardo Cunha não se manifestou sobre a possibilidade de a presidente Dilma ser responsabilizada atualmente por atos ilegais eventualmente cometidos no primeiro mandato. Ele deixou a questão em aberto porque considerou que esse tipo de questionamento "não se reduz a uma questão de procedimento ou interpretação de norma regimental". Cunha tampouco antecipou entendimento sobre os procedimentos a serem adotados numa eventual renúncia de Dilma. "Quanto à eventual renúncia do presidente da República, a Presidência enfrentará esse ponto apenas se necessário, uma vez que sua elucidação em nada interfere na organização, clareza e previsibilidade do procedimento referente à análise da admissibilidade de denúncia por crime de responsabilidade", disse.

De acordo com o julgamento feito pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no caso Collor, em 1998, cabe à Câmara analisar a admissibilidade da denúncia, declarando a procedência ou improcedência da acusação, enquanto o Senado atuaria como tribunal de julgamento.
Para o rito de impeachment, a ideia é que apenas deputados, e não autores dos processos de impedimento ou cidadãos sem mandato, possam apresentar recurso contra o eventual indeferimento de qualquer uma das denúncias. Cunha começará analisando os casos mais antigos e juridicamente frágeis.

O passo seguinte é a instalação de uma comissão especial para dar um parecer ao Plenário. Depois da análise pela comissão, o pedido de impeachment é submetido à votação nominal e para que a acusação seja admitida e o processo de impedimento da presidente seja aberto, são necessários, em Plenário, 342 votos dos 513 deputados.

Segundo Eduardo Cunha, o Regimento Interno da Câmara determina prazo de dez sessões para a manifestação do denunciado e outras cinco sessões para a Comissão Especial proferir um parecer. A Comissão Especial, composta por 66 titulares, atuará depois do recebimento da denúncia, tendo apenas duas sessões para a apresentação do parecer com o aval ou não ao pedido de impeachment. Se o prazo for prorrogado e ainda assim não houver parecer da comissão, a Presidência da Câmara pode levar o tema diretamente a Plenário. Ainda que a pauta esteja trancada com projetos com preferência na votação, a análise da admissibilidade da denúncia pode ser analisada antes de todos os demais temas.