domingo, 31 de maio de 2015

Bovespa - Final de Semana

Bovespa fechou novamente feio na última 6a.feira; queda de 2,25% , com fechamento na mínima em 52.760 pontos

Pela primeira vez nos últimos 3 meses , a MME13 cruzou pra baixo sobre a MME21; o que, graficamente, emite um sinal de VENDA no diário

Como estamos muito próximos do forte e importantíssimo divisor de 52.000-52.500, caso haja uma rápida e violenta reversão a partir daqui, essa MME13 pode rapidamente voltar a cruzar pra cima sobre a MME21 e inverter o sinal de VENDA ora emitido

Portanto, ainda segue uma cautela em relação a uma mudança de quadro no curto prazo.

Obviamente, como falamos aqui semana passada, o Bovespa vai perdendo pontos importantes nos últimos dias;

Semana passada, BBDC4  um dos principais papéis do indice, perdeu sua LTA longa; papel foi perdendo rapidamente outros suportes pela frente até buscar a faixa de 28.00

Na 6.a feira, o Bovespa teve sua MME13 cruzada pra baixo sobre a MME21, como acabamos de destacar.

Enfim, a vida do Bovespa vai ficando dificil no curtissimo-curto prazo.

É importante dizer uma coisa: essa faixa de 52.000-52.500 é muito, muito, muito forte; já tivemos oportunidade de comprovar isso em momentos anteriores. Marquei abaixo alguns deles em círculos.

Temos papéis que cairam muito nos últimos dias, como VALE e siderúrgicas, voltando a quadros melancólicos de 45-60 dias atrás.

Não é hora ainda pra descartar uma reversão de modo a eliminarmos a hipótese do topo duplo lá na faixa de 59.000....ou mesmo considerar a faixa de 60.000

Continuamos de olho nessa faixa de 59.000-60.000 para que a LONGA LTB que temos monitorado possa ser tocada de maneira que a GRANDE E FORTE PERNA DE BAIXA se inicie......provavelmente, até , no mínimo, a faixa de 35.000 pontos

Suportes em 52.500, 52.000, 51.200, 51.000 e 50.800
Resistências em 53.200, 53.500, 54.000 e 55.000



Bovespa, diário, escala logarítmica, período 1 ano e 3 meses





sábado, 30 de maio de 2015

QUAL3 (Qualicorp ON), o papel do Bovespa que caiu 19,7% no fechamento de 6a.feira toca sua LTA de 4 anos e divisores de 2012 e 2103

QUAL3 (Qualicorp ON) teve uma queda espetacular na 6a.feira, ontem;  caiu 19,7% no fechamento

Vejam que , na mínima, foi o ponto justamente por onde passava sua LTA DE 4 ANOS.

Mais....essa mínima de 17,50 atingida na 6a.feira (sim...o papel chegou a cair 26% no intraday) é um importante divisor , como podemos ver no topo no início de 2012 e no próprio suporte do final de 2012 e de 2013.

Fechamento foi em 19,00

QUAL3, SEMANAL, Escala logarítmica, período 5 anos





LAME4 (Lojas Americanas PN) perde no Tempo "SEMANAL" LTA de 7 meses com MACD e Histograma "entrando em Modo VENDA" também no tempo SEMANAL

LAME4 (Lojas Americanas PN) perde no Tempo SEMANAL LTA de 7 meses

MACD cruzou pra baixo,  "entrando em Modo VENDA" no SEMANAL (marcado em círculo vermelho)

Histograma passou para "linha abaixo de zero", também entrando em modo VENDA no SEMANAL  (marcado também círculo vermelho)
Parou no fechamento da semana praticamente "em cima" da faixa importante de 16,00

LAME4, SEMANAL, Escala logarítmica





O Editorial da "Folha de São Paulo" de hoje vai na mesma direção de ilusão da média dos brasileiros......não....não vai melhorar em 2016....nem em 2017....o"buraco é bem mais embaixo"

Abaixo o Editorial do Jornal "Folha de São Paulo" de hoje, dia 30-05-2015.

O Blog foi um dos poucos personagens do mundo "cibernético" que eu acompanho que foi pessimista lá atrás, há 2-3 anos, enquanto a imensa maioria ainda mantinha uma visão otimista do Brasil.

Agora, novamente, começamos a ver algo semelhante.

Todos ou quase todos perceberam a gravidade da crise.....Mas,, atenção ! A percebem olhando para o curto prazo, isto é, a percebem como algo passageiro, algo que possa ser contornado com um "simples ajuste fiscal".

Diga-se de passagem, que de ajuste fiscal não tem muita coisa.

Essa grande maioria que percebe a crise em curso mantém uma visão míope acerca do que de fato está por trás da crise.

Como tenho falado, o "buraco é bem mais embaixo"

Leiam o que escrevi no penúltimo post,

O Editorial da "Folha de São Paulo" de hoje, 30-05-2015,  vai na mesma direção de ilusão da média dos brasileiros.

Não....não vai melhorar em 2016....nem em 2017....o"buraco é bem mais embaixo".

Leiam, pesquisem, mergulhem em todo o processo que estava por trás do Plano Real e as mudanças praticadas ao longo do período 1994-2002........

Ali estavam as bases para uma mudança estrutural verdadeira no Brasil.....

Diminuição forte do tamanho do Estado, modernização da economia brasileira, diminuição do Custo-Brasil, arrumação das contas públicas e consolidação da credibilidade.

As consequências positivas vêm a reboque, naturalmente, com as atitudes e direções citadas.

Enfim.......é preciso muito mais do que 25 linhas pra explicar.....mas, a essência é essa.....

Leiam o Editorial da "Folha" e tirem suas conclusões.......

É a mesma visão da média dos brasileiros.......

http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2015/05/1635737-editorial-rearranjo-no-pib.shtml

Editorial: Rearranjo no PIB
30/05/2015  02h00

A queda de 0,2% no PIB do primeiro trimestre (na comparação com o último de 2014) confirmou o quadro recessivo já indicado pela piora do emprego, das vendas no varejo e da produção industrial.

Está em curso uma forte mudança estrutural, fruto dos enormes equívocos perpetrado no primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff (PT). Sem dúvida doloroso, o rearranjo deve deixar a economia em melhores condições de crescimento nos próximos anos.

Entre todos os indicadores divulgados nesta sexta-feira (29), chama a atenção a retração de 1,5% no consumo das famílias no período, ritmo observado somente em momentos de crise aguda, como no último trimestre de 2008 ou durante o apagão de energia em 2001.

Trata-se de dado relevante porque o consumo tende a oscilar menos que itens como os investimentos, sempre mais suscetíveis aos humores da conjuntura.

Se as famílias gastaram menos no trimestre, não foi uma simples variação momentânea, mas consequência do cenário anuviado: o desemprego aumenta desde janeiro deste ano e a renda real (desconsiderada a inflação) encolhe de forma significativa.

Os próximos meses serão difíceis. A maior perda de empregos formais (98 mil vagas) ocorreu em abril, e não há sinais de estabilização. Projeta-se queda de até 1,5% no PIB no ano, com o fundo do poço a ser atingido no terceiro trimestre.

A mudança fundamental em relação aos últimos anos é que o consumo interno (soma de gastos de famílias e do governo) agora cai mais que a oferta de bens e serviços. Assim, em breve se consolidará uma tendência de redução da inflação que levará o Banco Central a encerrar a política de alta de juros.

A economia nacional parece se reacomodar de modo a superar os desequilíbrios dos últimos anos. Na tentativa quase desesperada de impulsionar o crescimento, o governo Dilma estimulou o consumo interno, expandindo gastos públicos. Ocorre que o problema não estava na falta de demanda.

O desafio, ao contrário, era destravar a produção e os investimentos, algo que não ocorreu em parte devido ao intervencionismo estatal. Daí resultou o consumo interno acima da capacidade de produção do país, com a inflação em alta.

O ajuste chegou a fórceps, e o melhor que o governo tem a fazer é persistir na arrumação de contas.

Quanto ao setor privado, a redução dos custos internos e a desvalorização do real contribuirão para incentivar a produção. A menor pressão inflacionária permitirá a redução dos juros em alguns meses. A retomada virá e pode até surpreender em 2016, mas não sem antes cobrar um alto custo social.


sexta-feira, 29 de maio de 2015

Se você não entende de Economia, Derivadas, Integral, equações não-lineares, algoritmos ou mesmo não quer fazer contas simples para perceber ou entender o quão bizarros são os preços dos imóveis no Brasil e, por conseguinte, o quanto espetacular é a nossa Bolha Imobiliária, leiam a reportagem abaixo com os "imóveis de luxo" dos "figurões da FIFA

Se você não entende de Economia, Derivadas, Integral, equações não-lineares, algoritmos ou mesmo não quer fazer contas simples para perceber ou entender o quão bizarros são os preços dos imóveis no Brasil e, por conseguinte, o quanto espetacular  é a nossa Bolha Imobiliária, leiam a reportagem abaixo com os "imóveis de luxo" dos "figurões da FIFA.....todos os valores dos imóveis abaixo estão em dólar , como destaca a própria reportagem:

Crédito: ESPN-UOL

http://espn.uol.com.br/noticia/513948_figuroes-da-fifa-podem-perder-luxo-de-imoveis-que-somam-r-7-milhoes-veja-fotos

Figurões da Fifa podem perder luxo de imóveis que somam R$ 7 milhões; veja fotos

Publicado em 29/05/2015, 13:14 /Atualizado em 29/05/2015, 13:46
Thiago Cara, do ESPN.com.br
Os executivos presos, na última quarta-feira, nas investigações de corrupção na Fifa podem perder 13 imóveis nos Estados Unidos, apontados pela justiça norte-americana como obtidos ilegalmente ou com fundos ilícitos. Segundo levantamento feito pelo ESPN.com.br, as propriedades, somadas, estão avaliadas em 2,2 milhões de dólares (R$ 6,95 mi, na cotação atual).

Entre os bens listados pelos documentos do FBI está um suntuoso palácio na Geórgia, de 915 m², e um apartamento de luxo em Miami, com vista para a Baía de Biscayne. O primeiro imóvel, o mais caro entre todos citados, é de Jeffrey Webb, vice-presidente da Fifa e presidente da Concacaf; o segundo, de Aaron Davidson, sócio do brasileiro J. Hawilla e presidente da Traffic USA.

A mansão de Webb fica localizada na Abel Drive, 2116, em Loganville, Geórgia e foi construída em 2007. As investigações a relacionam com um episódio de corrupção: a instalação de uma piscina teria sido paga com dinheiro de suborno, em remessa repassada pela Traffic USA através de Costas Takkas, outro preso na última quarta e braço direito de Webb.

Em um esquema de 2011, o dirigente caimanês tinha 500 mil dólares a receber da Traffic USA. Através de um sócio de J. Hawilla (que, neste trecho do documento é identificado como co-conspirador #2), a empresa pagou o valor a Takkas, que repassou o dinheiro a uma firma especializada na construção de piscinas, na mesma época que Webb aumentava o luxo de sua propriedade.

Outra parte dessa verba de suborno também serviu para que Webb fizesse investimentos imobiliários. Segundo as investigações, o valor foi usado na compra de um imóvel em Stone Mountain, também na Geórgia. A cidade tem duas propriedades citadas pelos norte-americanos: uma de 160 m², avaliada em 83 mil dólares; outra de 264 mil², avaliada em US$ 190 mil.

A acusação ainda cita como propriedades dos executivos cinco casas em um condomínio fechado e mais três apartamentos, todos na Flórida, em Miami. Segundo o britânico ‘Telegraph', Rafael Esquivel, presidente da Federação Venezuelana de Futebol, é dono de três casas na Flórida, e Eduardo Li, chefe da federação da Costa Rica, também possui uma. Os dois estão presos.

Os executivos só correm risco de perderem os bens citados caso sejam condenados ao fim dos trabalhos da Justiça. Caso esses imóveis não possam ser localizados, tenham sido vendidos, percam substancialmente valor, estejam fora da jurisdição da corte ou associados com outras propriedades, as autoridades podem confiscar outros bens de valor semelhante.

Veja os 13 imóveis citados pela justiça dos EUA e seus detalhes*:

1) Adel Drive, 2116, Loganville, Geórgia
Seis quartos, oito banheiros, 915 m²
Custou $ 590 mil. Hoje, é avaliado em $ 940 mil
2) Madeline Place, 5119, Stone Mountain, Geórgia
Três quartos, 2,5 banheiros, 160 m²
Custou $ 60 mil. Hoje, é avaliado em $ 83 mil

3) Lake Crossing, 7222, Stone Mountain, Geórgia
Cinco quartos, três banheiros, 264 m²
Custou $ 142 mil. Hoje, é avaliada entre $ 190 mil

4) Ellis Drive, 104, Conyers, Geórgia
Três quartos, 2,5 banheiros, 141 m²
Custou $ 64 mil. Hoje, é avaliado em $ 90 mil

5) Brickell Key Drive, 808, ap. 1202, Miami, Flórida
Um quarto, dois banheiros, 73 m²
Custou $ 298 mil. Hoje, é avaliado em $ 316,5 mil

6, 7, 8, 9, 10) Casas em condomínio fechado na NW 74th Court, Hialeah, Flórida
Dois quartos, dois banheiros, 102 m²
Custos não divulgados. Hoje, é avaliado em $ 181,5 mil

11) SW 149th Avenue, 8450, ap. 805, Miami, Flórida
Detalhes não divulgados/Apartamento vizinho (809) é avaliado em $ 127 mil

12) SW 149th Avenue, 8660, ap. 201, Miami, Flórida
Dois quartos, dois banheiros, 98 m²
Custou $ 122,5 mil. Hoje, é avaliado em $ 128 mil

13) SW 149th Avenue, 8660, ap. 209, Miami, Flórida
Três quartos, três banheiros, 132 m²
Custo não divulgado. Hoje, é avaliado em $ 148,6 mil


* todos os valores em dólares



O Brasil não precisa de uma "melhora estatística" no 2o.semestre Ministro Joaquim Levy....e se houver....O Brasil precisa de reformas profundas, de cortes profundos nos imensos e insanos gastos públicos. O Brasil precisa esclarecer para a sociedade a seguinte questão: O setor privado paga e sustenta um setor público caro, pesado, ineficiente e improdutivo.

Leio em vários portais de notícias uma fala hoje do Ministro da Fazenda Joaquim Levy que tenta mostrar um otimismo quanto a uma possível melhora da Economia Brasileira no 2o.Semestre.

O discurso é o mesmo do seu antecessor,o Ministro Guido Mantega. Não muda nada.

Pode até ser.....

Poderemos ver, por uma mera questão estatística, uma melhora no 2o.Semestre; afinal, depois de uma queda fortíssima do PIB no 1o. Trimestre, e provavelmente no 2o.Trimestre, amenizar as fortes quedas ao longo do 3o e 4o.trimestres não seria tão difícil.

Porém, o problema do Brasil é "muito mais embaixo"

Ilusão......eu digo....ilusão achar que uma "melhora estatística"possa reverter um quadro estruturalmente frágil de forma a colocar o Brasil nos trilhos visando saltos qualitativos e quantitativos lá na frente

Mais uma vez....."o buraco é mais embaixo"

Acabou.....acabou a festa das commmodities....isso foi um sonho que durou por 6-7 anos, de 2004 até 2010-2011.....não a teremos mais.....e sem ela, as reformas precisam ser feitas

As reformas que poderiam colocar o pais nos trilhos sem bolhas foram iniciadas lá atrás, ao longo do Plano Real, mais precisamente no período 1994-2002.

Reformas que timidamente foram sustentadas nesses últimos 10 anos; muitas delas desfiguradas, deturpadas, mascaradas. Outras necessárias ficaram no meio do caminho, já que "nadávamos"no dinheiro da bolha das commodities e no dinheiro fácil das políticas monetárias dos EUA e dos europeus

É preciso mais Ministro Joaquim Levy.....

O Brasil não precisa de uma "melhora estatística" no 2o.Semestre Ministro Joaquim Levy....

Se houver...

O Brasil precisa de reformas profundas, de cortes profundos nos imensos e insanos gastos públicos. o O Brasil precisa escancarar, esclarecer para a sociedade o que de fato atrasa e emperra o país a buscar patamares mais altos, seja no campo que for; o Brasil precisa esclarecer para a sociedade a seguinte questão:

O setor privado paga e sustenta um setor público caro, pesado, ineficiente e improdutivo.....

É preciso entender isso......não é com um ajuste fiscal, que de ajuste não tem nada, apenas um covarde aumento de impostos para sustentar exatamente esse setor público caro, ineficiente e improdutivo, que chegaremos a algum lugar.

Fique, Senhor Ministro, com sua "melhora estatística" e a ilusão de que "vai melhorar", assim omo seu antecessor, o Ex-Ministro Guido Mantega.

Vamos a matéria publicada pelo portal UOL:

http://economia.uol.com.br/noticias/reuters/2015/05/29/trimestre-atual-e-de-transicao-e-economia-melhora-no-segundo-semestre-diz-levy.htm


Trimestre atual é de transição e economia melhora no segundo semestre, diz Levy

Reuters29/05/201516h06

RIO DE JANEIRO (Reuters) - O governo federal tomou as medidas para evitar uma recessão, disse nesta sexta-feira (29) o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, classificando o trimestre atual como de transição e indicando que a economia brasileira irá melhorar na segunda metade do ano.

"O segundo trimestre é de transição", disse ele a jornalistas após participar de evento na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), ao repercutir o fraco desempenho da atividade entre janeiro e março.

O Produto Interno Bruto (PIB) do país encolheu 0,2% no primeiro trimestre em relação ao último trimestre de 2014, com o investimento recuando novamente e registrando a maior sequência negativa da série histórica, conforme dados apresentados pelo IBGE nesta manhã.

Em esforço para melhorar as expectativas sobre o fraco nível de atividade, Levy disse que o governo tomou medidas para conter a retração econômica e que outras ações serão adotadas para reanimar a atividade.

Ele citou que o Plano Safra 2015/2016 será lançado na próxima semana em valor expressivo, mencionou a alteração no compulsório de poupança como estímulo ao financiamento habitacional e fez referência ao novo nível de cotação do real frente ao dólar.

"Esperamos que alguns setores reajam ao novo câmbio", disse Levy.

Segundo o ministro, as medidas estão sendo adotadas para que a transição da economia ocorra "com o menor sacrifício possível".

Voltando a falar sobre a importância de manutenção da nota grau de investimento da economia brasileira pelas agências de classificação de risco, ele avaliou que a eventual perda desse selo poderia encarecer custos para empresas e prejudicar o nível de emprego.

(Por Rodrigo Viga Gaier e Caio Saad)

"Recessão no Brasil piora mais rápido do que mercado imaginava", por "Reuters-Investing.com"

Notícia publicada no "investing.com" hoje:

Créditos: Reuters."investing.com"

Recessão no Brasil piora mais rápido do que mercado imaginava
Ações e Financeiro29.05.2015 11:17 GMT Adicionar comentário

Por Silvio Cascione

BRASÍLIA (Reuters) - (O autor é correspondente sênior do Serviço Internacional da Reuters no Brasil. As opiniões expressas são do autor do texto)
A recessão é grave e se aprofunda a cada semana, muito mais rapidamente do que imaginavam economistas das principais instituições financeiras do Brasil.
Eles próprios admitem, em conversas reservadas.
Oficialmente, a projeção de mercado para o crescimento do PIB este ano é de -1,24 por cento. Mesmo tendo piorado significativamente nos últimos seis meses, ela ainda é boa demais para ser verdade, segundo a maioria dos economistas entrevistados pela Reuters em condição de anonimato.
Nesta semana, Itaú (SA:ITUB4) e Bradesco (SA:BBDC4), os dois maiores bancos privados do Brasil, transpareceram publicamente essa preocupação. Segundo o economista-chefe do Itaú e ex-diretor do Banco Central, Ilan Goldfajn, -1.5 por cento "parece otimista".
Longe dos microfones, colegas de Ilan de outras instituições financeiras não poupam palavras para descrever a situação atual. A economia está "paralisada", "estrangulada", "esmilinguindo", segundo relatos de profissionais que acompanham diariamente as condições econômicas.
Ainda não há confirmação oficial. Mas todas as expectativas para o resultado do PIB do primeiro trimestre, a ser divulgado na sexta-feira, estão abaixo de zero. As projeções para o segundo trimestre são ainda piores.
A evidência mais recente foi o indicador de criação de empregos em abril, divulgado semana passada. Quase 100 mil postos de trabalho foram fechados no país, muito além do que os mais pessimistas temiam. Há muitos outros indícios, alguns triviais: o salário de admissão caiu 1,8 por cento sobre abril de 2014 e o consumo de diesel recuou 3 por cento.
Poderia ser pior: até o começo do ano, o medo era de que o Brasil fosse rebaixado pelas agências de risco e entrasse em uma crise financeira com disparada do dólar e quebradeira geral. O ajuste fiscal da presidente Dilma Rousseff e do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, contornou esse problema e deve equilibrar as contas públicas nos próximos anos, segundo economistas, embora esse equilíbrio seja mais precário do que o da década passada.
Ainda assim, a recessão é grave. A aposta generalizada de que a economia bateria no fundo do poço no segundo trimestre já é questionada por muitos, que procuram (e não acham) razão para uma melhora no segundo semestre.
A economia brasileira já surpreendeu pela força no passado, mas normalmente contava com aumento dos preços das commodities no exterior e desvalorização cambial. O dólar subiu, é verdade, mas a inflação corroeu parte dos ganhos reais e ele agora opera perto do equilíbrio, segundo economistas e o próprio BC.
O consumo deve recuar ainda mais com o aumento do desemprego, que caminha para 10 por cento se os dados do Caged mantiverem a tendência horrível de abril. Os investimentos seguem paralisados, com construtoras de todo o Brasil lutando para sobreviver ou reaprendendo a fazer negócios com o Estado após a Operação Lava Jato. As concessões de infraestrutura ainda estão no papel.
O aumento de juros pelo Banco Central, por ora, mais atrapalha do que ajuda na retomada da confiança prometida por Levy com seu ajuste fiscal. Para muitos, o BC já fez o suficiente.
Ainda assim, mesmo que a confiança se recupere, por que investir se a capacidade ociosa é tão ampla e se os estoques continuam elevados?
No lado externo, o dólar mais caro ainda deve levar mais tempo para ajudar as exportações; se houver algum benefício no curto prazo, será mais pela piora intensa das importações.
A esperança é de que os investidores estrangeiros dobrem a aposta no Brasil e repitam a entrada de capitais vista no mês passado. Economistas de duas instituições disseram que esse pode ser o caminho: o Brasil ainda desperta interesse lá fora, e parece cada vez mais barato em dólares.
Outra possibilidade é que a inflação menor em 2016 incentive o consumo. Mas, para isso, o desemprego não pode ser muito alto.
Ambas, no entanto, são apostas prematuras. Para o economista de um grande banco, sem um socorro externo, o mais provável é que a economia doméstica só volte a gerar riqueza daqui a vários anos, após um longo processo de redução de custos. Em outras palavras, com desemprego e salários abaixo da inflação.
(* Este texto foi publicado no terminal financeiro Eikon, da Thomson Reuters, em 28 de maio.)



quinta-feira, 28 de maio de 2015

Mais pistas sobre a "tendência de alta intacta" dos mercados americanos....sim....o "non-sense" americano não pode parar.....LTA de 8 meses do "XLF"( Índice do Setor financeiro americano)

Mais pistas sobre a "tendência de alta intacta" dos mercados americanos....sim....o "non-sense" americano não pode parar.....

LTA de 8 meses do "XLF"( Índice do Setor financeiro americano)

XLF, Diário, escala logarítmica





Índice VIX, o espelho de hedge e volatilidade do SP500, e sua LTB de 8 meses

Índice VIX, o espelho de hedge e volatilidade do SP500, e sua LTB de 8 meses

VIX, diário, escala logarítmica





Cobre novamente toca sua LTA

Cobre e sua LTA novamente tocada

Cobre, diário, escala logarítmica






Seção: "O Dia em que o Fed aumentou a taxa de juros"..."Matemática Simples determinará o que acontecerá com as ações quando o FED aumentar a taxa de juros", por Brett Arends, colunista do "MarketWatch"


Quer saber o que vai acontecer com as ações depois do FED aumentar os juros ?

 

Use "Matemática Simples"....



 E com essa mensagem que o colunista do site "Marketwatch", do "The Wall Street Journal"", Brett Arends, escreve um excelente artigo publicado hoje sobre o que pode acontecer após o o FED aumentar a taxa de juros.


Baeado na fala de Stanley Fischer, Vice-Presidente do FED e "Professor Emérito do MIT", em Conferência proferida em Tel-Aviv, Israel, essa semana,  Brett Arends elenca uma série de pontos cruciais a respeito desse "D+1"

O artigo abaixo resgatado é muito claro., mas,  vamos destacar algumas questões.

O que seria a "tal da Matemática Simples" ?

Entre outros "raciocínios", temos a comparação das taxas do Tesouro Americano com as taxas oferecidas pelas empresas em suas "obrigações-títulos"

Vejamos :


Diz Brett:



"No one will want a 5% corporate bond with a risk of default when they can buy a 5% Treasury bond with no such risk. History says that, in order to compensate for their risks, corporate bonds will have to yield considerably more than equivalent Treasuries to compete — so they, too, will be marked down sharply."

Mais....

Diz Brett Arends que metade do valor atual das ações não guarda relação alguma com ganhos, "recompra de papéis" ou mesmo com que as próprias companhias estão fazendo. Teria relação com o "custo de capital"(custo de oportunidade)



Ora......se o "custo de capital" vai subir com a alta da taxa de juros, as ações seriam "reprecificadas"" a esse novo patamar de "custo de capital".

Vejamos :



How easy it is to forget, amid the news and noise of corporate earnings, buybacks and sundry other deals, that half of the value of the stock market has nothing do to with what companies or stocks are doing.



Half the value of the stock market lies, instead, in the so-called “cost of capital” — in other words, the rate of interest you could earn by ignoring stocks and sticking your money somewhere else.



So when the interest rate on Treasury bonds rises, stocks become a lot less attractive by comparison.



Their price has to fall in order to keep the same relative appeal. That is simple mathematics.



Based on the standard financial model used on Wall Street, raising the interest rate on 10-year Treasury bonds from today’s 2% to 4% — in line with Fed expectations — would halve the present value of the stock market.

 Excelente o artigo....Depois do artigo, toda a fala de Stanley Fischer publicada no site do "Federal Reserve"

Vamos a ele:


Opinion: Simple math will determine what happens to stocks when rates rise
By Brett Arends
Published: May 28, 2015 5:00 a.m. ET

  

It will not be pretty, as bonds reprice and stocks hit a wall
Bloomberg
Stanley Fischer, vice chairman of the Federal Reserve

If you’re thinking of investing in stocks (or bonds) because you can’t think of anywhere better to put your money, you might want to take a pause and ponder what Stanley Fischer, the vice chairman of the Federal Reserve, just said at a conference in Tel Aviv, Israel.

Fischer, speaking this week, said the Fed expects to raise short-term interest rates from its current 0% to around 3.25% to 4% within the next three or four years.

That was not his personal guess, he said, but the central target being used by the economists at the Federal Reserve.

Three-and-a-quarter to 4%. Compared with 0% today.

If short rates go there, then history says the 10-year Treasury bond rate TMUBMUSD10Y, +0.21%  may rise from today’s 2% to about 4.25% to 5%.

And from those two simple things, a gigantic chain of dominoes all across the stock market — and the world, for that matter — will start to fall.

How?

    Raising the interest rate on 10-year Treasury bonds from today’s 2% to 4% — in line with Fed expectations — would halve the present value of the stock market.

No one will want to buy a 2% Treasury bond when they can buy a 4% or 5% Treasury bond. So the Treasuries you own will get marked down, massively, to compete.

No one will want a 5% corporate bond with a risk of default when they can buy a 5% Treasury bond with no such risk. History says that, in order to compensate for their risks, corporate bonds will have to yield considerably more than equivalent Treasuries to compete — so they, too, will be marked down sharply.

Bad news for your bond funds.

And then we come to stocks.

How easy it is to forget, amid the news and noise of corporate earnings, buybacks and sundry other deals, that half of the value of the stock market has nothing do to with what companies or stocks are doing.



Half the value of the stock market lies, instead, in the so-called “cost of capital” — in other words, the rate of interest you could earn by ignoring stocks and sticking your money somewhere else.



So when the interest rate on Treasury bonds rises, stocks become a lot less attractive by comparison.



Their price has to fall in order to keep the same relative appeal. That is simple mathematics.



Based on the standard financial model used on Wall Street, raising the interest rate on 10-year Treasury bonds from today’s 2% to 4% — in line with Fed expectations — would halve the present value of the stock market.

Yikes.

That, I hasten to add, is neither a forecast nor a guesstimate nor really an opinion. It is simply what happens when you take the predictions offered by the vice chairman of the Federal Reserve and plug them into Wall Street’s standard model for valuing stocks.

Make of it what you will. School will soon be out for the summer. But mathematics, I’m afraid, never takes a vacation.


________________________

Todo o discurso de Stanley Fischer em Tel-Aviv.....publicado no próprio site do "Federal Reserve"


Speech
Other Formats


Vice Chairman Stanley Fischer
At the conference held in honor of Professor Haim Ben-Shahar, former president of Tel Aviv University, Tel Aviv University, Tel Aviv, Israel
May 26, 2015

The Federal Reserve and the Global Economy

I am happy to be here today, and I thank the organizers for inviting me.1 It is a particular pleasure to be back in Israel, where my career as a central banker began. At the Fed, I face a somewhat different set of responsibilities, and my lecture today is on the special challenges that face the Federal Reserve and the global economy in an increasingly interconnected world.2

Over the past 50 years, global trade has more than tripled relative to world gross domestic product (GDP), and the ratio of total exports to global GDP now stands at about 30 percent--though, interestingly, the rate of growth of global international trade has declined to the level of the growth rate of world GDP since the start of the Great Recession. International trade has not loomed as large in the U.S. national accounts as it has for many other countries, but it is an increasingly important driver of the U.S. economy, with the share of trade in U.S. GDP currently at about 15 percent.

Although the U.S. share of world GDP has gradually declined since the mid-20th century, the broader importance of the United States to the global economy has diminished less, as a result of increasing financial linkages. In particular, U.S. residents' ownership of private foreign assets has risen from 6.5 percent of U.S. annual GDP in 1950 to more than 140 percent of annual U.S. GDP (nearly $25 trillion), reflecting the leading role of U.S. capital markets in cross-border finance. Total foreign investment in the United States is even larger, at more than $30 trillion.

In a progressively integrating world economy and financial system, a central bank cannot ignore developments beyond its country's borders, and the Fed is no exception. This is true even though the Fed's statutory objectives are defined as specific goals for the U.S. economy. In particular, the Federal Reserve's objectives are given by its dual mandate to pursue maximum sustainable employment and price stability, and our policy decisions are targeted to achieve these dual objectives.3 Hence, at first blush, it may seem that there is little need for Fed policymakers to pay attention to developments outside the United States.

But such an inference would be incorrect. The state of the U.S. economy is significantly affected by the state of the world economy. A wide range of foreign shocks affect U.S. domestic spending, production, prices, and financial conditions. To anticipate how these shocks affect the U.S. economy, the Federal Reserve devotes significant resources to monitoring developments in foreign economies, including emerging market economies (EMEs), which account for an increasingly important share of global growth. The most recent available data show 47 percent of total U.S. exports going to EME destinations. And of course, actions taken by the Federal Reserve influence economic conditions abroad.4 Because these international effects in turn spill back on the evolution of the U.S. economy, we cannot make sensible monetary policy choices without taking them into account.

In this lecture, I would like to emphasize both aspects of our global connectedness--spillovers from the United States to foreign economies and the effect of foreign economies on the United States.

I. International Transmission of Monetary Policies
The recognition that a change in interest rates in one nation can spill over to other countries dates back at least to the 18th-century writings of David Hume on the international effect of changes in the money supply.5 The standard models incorporating the international transmission of monetary policy were developed by Marcus Fleming and Robert Mundell. In the Mundell-Fleming framework, as well as in modern developments of the same theme, a shift toward a more accommodative monetary policy in the United States spills over to foreign economies by causing their interest rates to fall--though typically by less than in the United States--and their currencies to appreciate against the dollar. At the same time, international capital flows tend to shift toward foreign economies in response to their relatively more attractive interest rates.

The pass-through of changes in U.S. policy rates abroad depends importantly on how foreign monetary authorities respond. A decline in U.S. policy rates has a relatively large effect on foreign policy rates in economies that opt to limit exchange rate fluctuations, at least for economies with reasonably open capital accounts. By contrast, a central bank in an economy with a freely floating exchange rate might choose to lower its interest rate by a much smaller amount than in the United States if it believes that domestic conditions so warrant. In this case, the country's exchange rate would appreciate as investors rebalance their portfolios in favor of assets denominated in its currency in response to the higher interest rate differential.6

There is also evidence that monetary policy actions can influence investors' willingness to hold risky assets, the so-called risk-taking channel.7 Such effects seem to be most potent when financial conditions are stressed. And countries that offer high prospective returns but have weak policy frameworks or other structural vulnerabilities may be particularly sensitive to fluctuations in international investment associated with global risk factors.8

Effects of monetary accommodation since the global financial crisis
After the 2007-08 global financial crisis, there has been heightened concern about the international spillovers of monetary policies--and of ours, in particular. Some EME critics argued that U.S. policy accommodation contributed to a surge of capital inflows and excessive credit growth in their economies, creating risks of financial instability. But, as time wore on, most EMEs seemed glad to receive those flows.

There is little doubt that the aggressive actions the Federal Reserve took to mitigate the effects of the global financial crisis significantly affected asset prices at home and abroad as well as international capital flows. While the Fed's asset purchases were composed wholly of Treasury, agency, and agency-backed securities (for legal and practical reasons), the program also aimed to boost the prices of riskier assets and ease financial conditions for the private sector.9 (And this is what the textbooks say the program should have done.) The preponderance of evidence suggests that the Fed's asset purchases raised the prices of the assets purchased and close substitutes as well as those of riskier assets.10

Importantly, evidence shows that foreign asset markets have been significantly affected by the Fed's purchase programs.11 For example, event studies of announcements associated with the Fed's purchase programs have found that they prompted inflows into investment funds holding both foreign debt and foreign equity securities.

Of course, other countries' monetary policy announcements can also leave an imprint on international asset prices, with market reactions to new initiatives enacted by the European Central Bank (ECB) one recent example.12 However, event studies tend to find larger international interest rate spillovers for U.S. policy announcements than for those of other central banks.13

Earlier studies of the international effects of conventional U.S. monetary policy--namely, changes in the policy rate--have also found significant spillovers to asset prices in other countries.14 Studies that have compared the spillovers of monetary policy across conventional and unconventional measures generally conclude that the effects on global financial markets are roughly similar.15

Given the relatively fast recovery of many EMEs from the crisis, post-crisis monetary accommodation in the United States and other advanced economies created policy challenges for many EMEs.16 If they resisted currency appreciation pressures by lowering their policy rates, they risked over­stimulating domestic demand, exacerbating financial excesses, and overheating their economies. If, instead, they reduced their policy rates less than the United States had done while intervening to resist currency appreciation, capital inflows could have increased further, thus partially offsetting their attempts to stabilize their economies. And, if they allowed currency appreciation pressures to pass through to their full extent, this could threaten their recoveries by hurting exports. In the event, EMEs tried to make the best of a difficult set of tradeoffs by allowing some exchange rate appreciation, partially reducing their interest rates, and in some countries also using capital controls.

I would also argue strongly that U.S. monetary policies were not beggar thy neighbor policies in that, on balance, they generally did not drain demand from other economies. Federal Reserve staff analysis finds that an easing of monetary policy in the United States benefits foreign economies from both stronger U.S. activity and improved global financial conditions.

The "taper tantrum" of 2013
We should also expect spillovers when monetary policy is tightened. Central bank communications can be a tricky business. And indeed, financial markets reacted strongly to the first statements by Chairman Bernanke in the spring of 2013 that the Fed's asset purchases were likely to decelerate in the near future and come to an end not long after that. Some market participants clearly understood these statements to be broadly in line with previous guidance about the eventual normalization of policy as recovery of the U.S. economy took hold. But others may have grown accustomed to continuing asset purchases; the most recent program of quantitative easing, commonly referred to as QE3, had been first announced less than a year before and was proceeding at a steady pace of $85 billion per month.

The onset of the taper tantrum went well beyond a roiling of U.S. financial markets. Spillovers to other advanced-economy financial markets included stock price declines, significant increases in sovereign yields, higher overnight interest swap rates in the United Kingdom and euro area, and rising credit spreads in some countries. Spillovers to EME asset markets were significantly stronger. Inflows to EME investment funds reversed sharply, EME currencies depreciated, and other asset prices declined.17

II. Normalization of Monetary Policies
The cumulative effects over half of a decade of the extraordinary actions by the Federal Reserve and other central banks will need to be unwound in the coming years as the U.S. and other economies make progress toward economic recovery. In the normalizing of its policy, just as when loosening policy, the Federal Reserve will take account of how its actions affect the global economy.

The taper tantrum episode notwithstanding, most EMEs have generally weathered the wind-down of our asset purchases reasonably well so far. The actual raising of policy rates could trigger further bouts of volatility, but my best estimate is that the normalization of our policy should prove manageable for the EMEs. We have done everything we can, within the limits of forecast uncertainty, to prepare market participants for what lies ahead.

The Federal Reserve and other central banks are going to great lengths to communicate policy intentions and strategies clearly. Given this, markets should not be greatly surprised by either the timing or the pace of normalization. In fact, it bears mentioning that, following the taper tantrum, when the Fed started to taper its purchases, there was little reaction from markets.

The tightening of U.S. policy will begin only when the U.S. expansion has advanced far enough--when we have seen further improvement in the labor market and when we are reasonably confident that the inflation rate will rise to our 2 percent goal.18 The stronger U.S. economy should directly benefit our foreign trading partners by raising the demand for their exports, and perhaps also indirectly, by boosting confidence globally. And if foreign growth is weaker than anticipated, the consequences for the U.S. economy could lead the Fed to remove accommodation more slowly than otherwise.

The EMEs themselves have generally done a good job of reducing their financial and economic vulnerabilities over the past couple of decades, which should bolster their resilience should normalization lead to financial market stresses. Since the 1990s, many EMEs have made remarkable progress in reducing inflation, improving government debt ratios, building foreign reserves, and better regulating and capitalizing their banking systems. In addition, the development of local-currency debt markets has made EMEs less vulnerable to exchange rate fluctuations. To be sure, some EMEs continue to face a wide array of structural and policy challenges, including, prominently, rapid credit growth. But it does not seem that the overall risks to global financial stability are unusually elevated at this time.

Nevertheless, it could be that some more vulnerable economies, including those that pursue overly rigid exchange rate policies, may find the road to normalization somewhat bumpier. This gives all the more reason for the Fed and other major central banks to communicate policy intentions clearly and for EMEs to continue to strengthen their policy frameworks and to consider their own policy responses to the forthcoming normalization in the United States and some other advanced economies.

III. The Fed's Responsibility to the Global Economy
So far, I have focused on the immediate spillovers of U.S. monetary policy abroad and the feedback of those effects to the U.S. economy. More tacitly than explicitly stated has been my view that the United States is not just any economy and, thus, the Federal Reserve not just any central bank. The U.S. economy represents nearly one-fourth of the global economy measured at market rates and a similar share of gross capital flows. The significant size and international linkages of the U.S. economy mean that economic and financial developments in the United States have global spillovers. It is, therefore, important to ask, what is the Federal Reserve's responsibility to the global economy?

First and foremost, it is to keep our own house in order. Economic and financial volatility in any country can have negative consequences for the world, but sizable and significant spillovers are almost assured from an economy that is large. There is no question that sharp declines in U.S. output or large deviations of U.S. inflation from its target level would have adverse effects on the global economy. Conversely, strong and stable U.S. growth in the context of inflation close to our policy objective has substantial benefits for the world. Thus, as part of our efforts to achieve our congressionally mandated objective of maximum sustainable employment and price stability, the Federal Reserve will also seek to minimize adverse spillovers and maximize the beneficial effect of the U.S. economy on the global economy.

As the recent financial crisis showed all too clearly, to achieve this objective, we must take financial stability into account. For half a decade, we have been working to understand and better guard against the financial disruptions that were the genesis of the Great Recession. These efforts have spawned many speeches, including some of my own, which testify to our efforts.19 In these speeches, we often emphasize that, given the integration of global capital markets, what happens in one market affects others. Thus, our efforts to stabilize the U.S. financial system also have positive spillovers abroad.

These financial stability responsibilities do not stop at our borders, given the size and openness of our capital markets and the unique position of the U.S. dollar as the world's leading currency for financial transactions. For example, the global financial crisis highlighted the extent of borrowing and lending in U.S. dollars by foreign financial institutions. When these institutions came under pressure, their actions contributed to the strains in both foreign and domestic dollar funding markets. To achieve financial stability domestically and maintain the flow of credit to American households and businesses, we took action. Importantly, we developed swap facilities with central banks in countries that represented major financial markets or trading centers in order to facilitate the provision of dollar liquidity to these markets.

We did so in recognition of the scope of dollar markets and dollar-denominated transactions outside of our country, the benefits they provide to U.S. households and firms, and the adverse consequences to our financial markets if these centers lose access to dollar liquidity. We have continued to maintain swap facilities with a number of central banks. Although usage is currently very low, these facilities represent an important backstop in the event of a resurgence in global financial tensions.

But I should caution that the responsibility of the Fed is not unbounded. My teacher Charles Kindleberger argued that stability of the international financial system could best be supported by the leadership of a financial hegemon or a global central bank.20 But I should be clear that the U.S. Federal Reserve System is not that bank. Our mandate, like that of virtually all central banks, focuses on domestic objectives. As I have described, to meet those domestic objectives, we must recognize the effect of our actions abroad, and, by meeting those domestic objectives, we best minimize the negative spillovers we have to the global economy. And because the dollar features so prominently in international transactions, we must be mindful that our markets extend beyond our borders and take precautions, as we have done before, to provide liquidity when necessary.

That said, the world is not without other resources to guard against adverse economic and financial spillovers. Most obviously, the International Monetary Fund has played and will continue to play a critical role in providing liquidity and financial support to its member countries. In the United States, we are working to ensure that our financial institutions and other market participants are prepared for the normalization of monetary policy and the return to a world of higher interest rates. It is equally important that individuals, businesses, and institutions around the world do the same. For our part, the Federal Reserve will promote a smooth transition by communicating our assessment of the economy and our policy intentions as clearly as possible.

IV. Concluding Remarks
To summarize and conclude, the Fed's statutory objectives are defined by its dual mandate to pursue maximum sustainable employment and price stability in the U.S. economy. But the U.S. economy and the economies of the rest of the world have important feedback effects on each other. To make coherent policy choices, we have to take these feedback effects into account. The most important contribution that U.S. policymakers can make to the health of the world economy is to keep our own house in order--and the same goes for all countries. Because the dollar is the primary international currency, we have, in the past, had to take action--particularly in times of global economic crisis--to maintain order in international capital markets, such as the central bank liquidity swap lines extended during the global financial crisis. In that case, we were acting in accordance with our dual mandate, in the interest of the U.S. economy, by taking actions that also benefit the world economy. Going forward, we will continue to be guided by those same principles.

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1. I am grateful to John Ammer, Christopher Erceg, Joseph Gruber, and Beth Anne Wilson of the Federal Reserve Board's staff for their assistance in preparing these remarks. Return to text

2. This lecture is an updated and shortened version of the Per Jacobsson lecture that I delivered in October 2014. Return to text

3. The Federal Open Market Committee (FOMC) has judged that 2 percent inflation in the price of personal consumption expenditures is most consistent over the longer run with the Federal Reserve's statutory mandate. For more information, see Federal Open Market Committee (2014). The Fed also has separate responsibilities for promoting financial stability (some of which are spelled out in the Dodd-Frank Wall Street Reform and Consumer Protection Act of 2010) that are, in many respects, complementary to the dual mandate. See Yellen (2014) for further discussion. Return to text

4. For a discussion of the effect of Federal Reserve actions on international economic conditions, see Rey (2015). Return to text

5. See Hume (1742). Return to text

6. See Mundell (1963) and Fleming (1962). One key implication of the Mundell-Fleming framework is that a central bank can exercise full control over both the exchange rate and the domestic interest rate only when there are significant barriers to the international capital mobility. Accordingly, policymakers face the constraint of the "impossible trinity," which states that a country cannot simultaneously have an independent monetary policy, free capital movement, and a fixed exchange rate. Return to text

7. Several recent papers discuss risk-taking channels through which monetary policy influences financial conditions more broadly than the level of safe interest rates. See Borio and Zhu (2012), Rey (2015), Morris and Shin (2014), Bruno and Shin (2015), and the Hanson and Stein (2015) "reaching for yield" concept. Return to text

8. Studies using panel data typically have found that country-specific factors help explain cross-sectional differences in international investment and capital flows. See, for example, Furceri, Guichard, and Rusticelli (2011); Fratzscher (2012); and Luca and Spatafora (2012). Avdjiev and Takáts's (2014) study of cross-border bank lending during the "taper tantrum" shows a larger pullback for countries with weaker current account balances, and Sahay and others (2014) find that country-specific market reactions during this period also were affected by high inflation, weak growth prospects, and relatively low reserves. Return to text

9. See, for example, Bernanke (2010a, 2010b). Return to text

10. See, for example, D'Amico and King (2013); Gagnon, Raskin, Remache, and Sack (2011); Hamilton and Wu (2012); and Rogers, Scotti, and Wright (2014). Return to text

11. See Neely (2011); Fratzscher, Lo Duca, and Straub (2013); Rogers, Scotti, and Wright (2014); and Bowman, Londono, and Sapriza (2014). Also, Ahmed and Zlate (2014) show that both conventional and nonconventional U.S. monetary expansion have driven capital flows into EMEs. Return to text

12. See Rogers, Scotti, and Wright (2014) and Chen, Filardo, He, and Zhu (2012) for more systematic evidence. Return to text

13. See, for example, Rogers, Scotti, and Wright's (2014) recent event study of central bank announcement effects on sovereign yields in different countries. Similarly, earlier work by Ehrmann and Fratzscher (2005) finds larger reactions in euro-area interest rates to U.S. rate changes than vice versa. Return to text

14. See, for example, Ehrmann and Fratzscher (2009) and Hausman and Wongswan (2011). Return to text

15. Among studies of spillovers from conventional versus unconventional U.S. monetary policy, Rogers, Scotti, and Wright (2014) report no significant differences in relative announcement effects on advanced foreign economy asset prices and Treasury yields; Bowman, Londono, and Sapriza (2014) find similar EME asset price responses; Takáts and Vela (2014) report mixed results for EMEs, with a weaker post-2007 relationship in levels of EME policy rates with U.S. rates but a stronger post-2008 relationship in levels of five-year yields; and Glick and Leduc (2013) also report similar spillovers to exchange rates. The effects of the Bank of England's quantitative easing program on corporate bond yields and sterling exchange rates are similar to predictions from a model estimated over an earlier period by Joyce, Lasaosa, Stevens, and Tong (2011). Return to text

16. See the discussion in Bernanke (2012). Return to text

17. Powell (2013) notes that EMEs with larger current account deficits experienced both greater depreciations of their currencies and larger increases in their bond yields in mid-2013, suggesting that, while a reassessment of U.S. monetary policy may have triggered the retrenchment from EME assets, investor concerns about underlying vulnerabilities appear to have amplified the reactions. Return to text

18. See Yellen (2015) for further discussion of the determinants of the pace of normalization. Return to text

19. Bernanke (2014), Fischer (2014), and Tarullo (2014) also discuss concrete steps that U.S. authorities have taken in the past five years to implement financial reform of large financial institutions (including introducing a systematic framework for stress-testing, stronger capital and liquidity requirements, and progress on resolution mechanisms for failed institutions), of financial market infrastructures, and in short-term funding markets. Return to text

20. See Kindleberger (1986)