sábado, 31 de janeiro de 2015

Bradesco e Itaú corrigem com mais força, rompem pivots importantes, e finalmente fazem o Bovespa perder os 47.000

Ora,,,ora,,,,,ora....

Bastou Bradesco e Itaú perderem importantes pivots no curto prazo e o Bovespa perdeu os 47.000....

Grande parte do Bovespa em absoluto crash nos últimos 3,4 meses......alguns papéis deram uma "recuperada", mas voltaram rapidamente a colapsar....

Casos de VALE e Petrobrás.....

Mas Bradesco e Itaú, os maiores pesos do Bovespa não colapsavam......sequer corrigiam forte....

BBDC4 ficava ali ente 34.30 e 36,30.......

Enfim, ontem BBDC4 e ITUB4 cairam com força....BBDC4, vista abaixo perdeu os 34.30....ITUB4 perdeu a faixa de 33,00.....

Bovespa perdeu a faixa de 47.000, inclusive no fechamento....

Suportes do Bovespa agora em 46.500, 45.800-46.000 e 45.000

Resistências em 47.000, 47.300, 48.000, 48.500 e 49.200


BBDC4, Diário, escala semi-logarítmica, periodo 6 meses




BBDC4, Diário, escala semi-logarítmica, periodo 1 ano




ITUB4, Diário, escala semi-logarítmica, periodo 1 ano





Bovespa, Diário, escala semi-logarítmica, periodo 1 ano






sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

"CRB" Commodities, depois de 8 meses de um dos maiores espetaculares crashes, finalmente dá um "sinal de vida" com um candle excelente no fechamento do diário e semanal

"CRB" Commodities, depois de 8 meses de um dos maiores espetaculares crashes, finalmente dá um "sinal de vida" com um candle excelente no fechamento do diário e semanal

E isso, depois de resvalar a faixa de 210 ontem, faixa importante que pode ser vista no terceiro gráfico abaixo, no TEMPO MENSAL, período 6 anos.

Ontem, a mínima foi de 211,27


CRB, Diário, período 10 meses



CRB, SEMANAL, período 10 meses





CRB, MENSAL período 6 Anos





quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Não há diferença entre o colapso da Petrobrás para a VALE, Siderúrgicas, elétricas, construtoras, etc,,etc,,,Bovespa espera o que fazer com os Bancos....47.000 ou 45.800

Não há diferença entre o colapso da Petrobrás para a VALE, Siderúrgicas, elétricas, construtoras, etc,,etc,,,

Nnehuma...,,,,

Claro que, olhando no longo prazo, temos diferenças aqui e ali.......embora, não tão acentuadas...

Mas, vejam o caso da PETR4......Tinha subido cerca de 30% do fundo na faixa de 8,00......

VALE5, idem.....30% do fundo na faixa de 15,50

VALE5 já corrigiu cerca de 18%........PETR4 ainda "apenas" 15%.......nada muito diferente......

O que fica no lenga-lenga ? Bradesco e Itaú...os maiores pesos do Bovespa......por isso, o Bovespa está no lenga-lenga......pois se o resto já vinha em colapso, amenizou com breves esticadas, agora, voltaram ao estágio "colapso".......

Mas, bancos, não.......volatilidade nula....nenhuma queda expressiva, nenhuma alta expressiva..

e o Bovespa espera...47.000 ou 45.800.....pra ver se finalmente testa a LTB mais longa e busca algo melhor.......lá nos 55.000 ou 58.000



"O balanço da Petrobras vale o discurso de Dilma, e o discurso de Dilma vale o balanço da Petrobras. Ou: Brasil já foi antes governado por um doido…", Por Reinaldo Azevedo, jornalista da Revista Veja

Eu já bati tantas vezes nessa tecla, que às vezes cansa.....

Mas, como não voltar ao tema diante de tantos , mas tantos absurdos que insistem vir do atual governo de Dilma Rousseff.....

Não temos mais governo, não temos mais nada....

Se não fosse o apoio dos funcionários públicos, centrais sindicais e UNE, o Governo Dilma já teria chegado ao fim há muito tempo....

Vamos ao excelente artigo de Reinaldo Azevedo, jornalista da Revista VEJA, escrito agora há pouco:

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/o-balanco-da-petrobras-vale-o-discurso-de-dilma-e-o-discurso-de-dilma-vale-o-balanco-da-petrobras-ou-brasil-ja-foi-antes-governado-por-um-doido/


28/01/2015 às 15:33
O balanço da Petrobras vale o discurso de Dilma, e o discurso de Dilma vale o balanço da Petrobras. Ou: Brasil já foi antes governado por um doido…

Com a devida vênia, sempre achei Dilma Rousseff incompetente. Como ministra e como presidente. E sempre acrescentei a essa constatação uma outra: ela é competente em criar a fama de que é competente. Esse mal, admito, é uma espécie de marca registrada do PT. Mas, na soberana, é especialmente saliente. E, para arremate dos males, ela tem como homem forte do governo Aloizio Mercadante. Aí, meus caros, a contribuição ao erro não tem como não ser bilionária.

Eu fico cá me perguntando que espírito ruim fez com que a Petrobras divulgasse, praticamente no dia em que a presidente realiza a primeira reunião do segundo mandato, o seu balanço de mentira, o seu balanço falso, o seu balanço de vento. E com uma nota perversa: a peça de ficção veio a público na calada da noite. O principal demonstrativo daquela que já foi a maior empresa do país — antes da rapinagem petista — ganhou ares de peça clandestina. Seus subscritores se esgueiram nas sombras, como marginais.

Dilma faz o seu discurso anunciando novas auroras, e a mulher que escolheu para comandar a Petrobras, Graça Foster, lidera uma patuscada. Aqui e ali, sei lá com que base material, fala-se de um prejuízo de R$ 88 bilhões apenas. A estimativa do mercado é bem outra: de US$ 5 bilhões, valor muito subestimado, já digo por quê —  a US$ 20 bilhões. Sim, de dólares. Só Abreu e Lima, o cálculo é da própria Petrobras, conta com um prejuízo irreversível de US$ 3,2 bilhões. A propósito: R$ 88,6 bilhões correspondem aos ativos que estariam superavaliados. É outra conta.

As ações da empresa entraram em queda livre nesta quarta. O Brasil não é a Venezuela. O Brasil tem mercado. Às 14h30, os papéis preferenciais (PN) da companhia, sem direito a voto, caíam 9,83%, para R$ 9,16 reais. Durante a manhã, chegaram a despencar 10,17%,  para R$ 8,66 reais. Já as ações ordinárias (ON), com direito a voto, registravam queda de 9,44%, em R$ 8,73 reais — na mínima, chegaram a valer R$ 8,46.

Reitero: é impressionante que os dois eventos tenham se dado quase ao mesmo tempo: a reunião ministerial e a divulgação dos números da empresa. É inescapável concluir: sabem quanto vale o discurso de Dilma? O que vale o balanço da Petrobras. Sabem quanto vale o balanço da Petrobras? O que vale o discurso de Dilma.

Pergunta-se: é essa a presidente que precisa inspirar confiança dos agentes econômicos? Qual será o comportamento daqueles que deveriam apostar no Brasil? Investir no país ou se proteger do seu governo e dos irresponsáveis que hoje comandam o seu destino? Pior: a decisão de divulgar um balanço não auditado, que ignora o prejuízo, passa a informação de que, sim!, essa gente que nos governa é capaz de qualquer coisa.

Em seu discurso de ontem, Dilma citou a palavra “Petrobras” oito vezes. Destaco dois trechos: “A Petrobras já vinha passando por um rigoroso processo de aprimoramento de gestão; a realidade atual só faz reforçar nossa determinação de ampliar na Petrobras a mais eficiente estrutura de governança e controle que uma empresa estatal, ou privada já teve no Brasil”. E mais adiante: “Temos que continuar acreditando na mais brasileira das empresas, a Petrobras”.

Santo Deus! Não é possível acreditar nem no balanço da empresa! Eu me pergunto, e não estou fazendo ironia, se Dilma está bem da cabeça. O conjunto da obra, nesta terça e madrugada de quarta, pode indicar que não.  Nem seria inédito. O Brasil já foi governado por um doido clínico, Delfim Moreira, entre 15 de novembro de 1918 e 28 de julho de 1919. Na prática, quem tocava o país era o ministro de Viação e Obras Públicas, Afrânio de Melo Franco. Em 2015, temos Aloizio Mercadante.

Eu poderia encerrar assim: “Que Deus tenha piedade da gente, já que o eleitor não teve”. Mas Deus, definitivamente, não tem nada com isso. Deus não corrige o voto. Só os eleitores brasileiros podem fazer isso.

Por Reinaldo Azevedo




terça-feira, 27 de janeiro de 2015

"Em reunião do Conselho de Administração, Petrobras não chega a consenso sobre baixas contábeis", por Jornal O Globo

Nada feito....

Com ou sem auditoria, balanço da Petrobrás sairá sem as "baixas contábeis"

Crédito da notícia do Jornal O Globo

Abaixo, apenas parte do texto

Aqui, todo o texto: http://oglobo.globo.com/economia/petroleo-e-energia/em-reuniao-do-conselho-de-administracao-petrobras-nao-chega-consenso-sobre-baixas-contabeis-15169031



Em reunião do Conselho de Administração, Petrobras não chega a consenso sobre baixas contábeis

Empresa vai divulgar balanço do terceiro trimestre de 2014 sem perdas de corrupção

POR RAMONA ORDOÑEZ / BRUNO ROSA / RENNAN SETTI
27/01/2015 21:45 / ATUALIZADO 27/01/2015 22:00
RIO - Após adiar por duas vezes a publicação de seu balanço financeiro referente ao terceiro trimestre do ano passado, a Petrobras, que pretendia informar as baixas contábeis hoje, ainda não conseguiu chegar a um número final, segundo uma fonte ligada à estatal. O encontro do Conselho de Administração da Petrobras é presidido pelo ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, em São Paulo. O encontro começou às 14h e acabou cerca de 21h10. A estatal, segundo essa fonte, decidiu que irá publicar o balanço do terceiro trimestre do ano passado ainda hoje, mas sem essas baixas.

— O processo feito para realizar a baixa não conseguiu separar os valores relativos à corrupção, à ineficiência e aoutros fatores como chuvas, que causam atrasos nas obras — disse essa fonte, que, por isso, decidiu-se não fazer as baixas, após uma reunião “muito tensa”.




"Se tivesse havido transparência na condução da economia no governo Dilma, dificilmente a presidente teria aprofundado os erros que nos trouxeram a esta situação de descalabro.", por Senadora Marta Suplicy

Um artigo "emblemático", intrigante e, de certa forma assustador;

 Esses me parecem os adjetivos do artigo escrito pela Senadora Marta Suplicy, do PT,  publicado hoje no jornal "Folha de São Paulo"

Por que assustador ?

Ora, o artigo é uma crítica, do início ao fim, ao Governo da atual Presidente, Dilma Rousseff, do PT.

Ela, Marta Suplicy, uma filiada e atuante membro histórico do mesmo partido. Como entender e interpretar tais críticas ?

Do ponto de vista político, me parece  que simplesmente acabaram os dias dela no partido.

Mas ficam os adjetivos emblemático e intrigante.

Ora, tirando a parte do texto que diz que a oposição está perdida, já que, segundo ela, "a oposição perde o rumo criticando o que antes preconizou", o resto do texto é, como tantos outros que vêm da oposição ou de jornalistas, a mais profunda e límpida realidade.....

Marta Suplicy é enfática......"a situação atual é de descalabro"...

Sim.....diz ela:

"Se tivesse havido transparência na condução da economia no governo Dilma, dificilmente a presidente teria aprofundado os erros que nos trouxeram a esta situação de descalabro" 

É ou não é verdade ?

Mas tais palavras saem da boca de uma das figuras históricas do PT, o partido do Governo,

Resumindo.....

Se uma figura histórica do partido chegou a esse ponto, não existe sequer condições políticas para a Presidente Dilma governar.

É claro que, uma vez pendurada e, por enquanto, apoiada pela CUT , UNE e outros movimentos sociais, o governo ainda se mantém de pé.

O Governo do Ex-Presidente Fernando Collor de Mello, às vésperas de seu impeachment, já tinha perdido tudo......estava isolado politicamente........obviamente, como era um "governo de direita", seja lá o que isso represente, não dispunha de apoio dos movimentos sociais.

O atual governo de Dilma é um completo e absoluto vazio.....

Não sei como conseguirá se manter durante os próximos 4 anos.......

Já perdeu tudo...ou quase tudo.....indicadores econômicos "descem a ladeira em 5a", não tem mais a confiança dos empresários e dos investidores, está isolada até mesmo dentro do próprio partido, que, me parece, se desintegra, ainda que vagarosamente.

Sobram os movimentos sociais e os funcionários públicos......mas, talvez não dê tempo.....

Talvez o Brasil se desintegre até lá...

Vamos com o texto da Senadora Marta Suplicy:

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/205682-o-diretor-sumiu.shtml


MARTA SUPLICY

TENDÊNCIAS/DEBATES
O diretor sumiu
Se houvesse transparência na condução da economia no governo Dilma, ela não teria aprofundado os erros que nos trouxeram a esta situação

Tenho pensado muito sobre a delicadeza e a importância da transparência nos dias de hoje. Temos vivido crises de todos os tipos: crise econômica, política, moral, ética, hídrica, energética e institucional. Todas elas foram gestadas pela ausência de transparência, de confiança e de credibilidade.

Se tivesse havido transparência na condução da economia no governo Dilma, dificilmente a presidente teria aprofundado os erros que nos trouxeram a esta situação de descalabro. Não estaríamos agora tendo de viver o aumento desmedido das tarifas, a volta do desemprego, a diminuição de direitos trabalhistas, a inflação, o aumento consecutivo dos juros, a falta de investimentos e o aumento de impostos, fazendo a vaca engasgar de tanto tossir.

Assim que a presidenta foi eleita, seu discurso de posse acompanhou o otimismo e reiterou os compromissos da campanha eleitoral: "Nem que a vaca tussa!".

Havia uma grande expectativa a respeito do perfil da equipe econômica que a presidenta Dilma Rousseff escolheria. Sem nenhuma explicação, nomeia-se um ministro da Fazenda que agradaria ao mercado e à oposição. O simpatizante do PT não entende o porquê. Se tudo ia bem, era necessário alguém para implementar ajustes e medidas tão duras e negadas na campanha? Nenhuma explicação.

Imagina-se que a presidenta apoie o ministro da Fazenda e os demais integrantes da equipe econômica. É óbvio que ela sabe o tamanho das maldades que estão sendo implementadas para consertar a situação que, na realidade, não é nada rósea como foi apresentada na eleição. Mas não se tem certeza. Ela logo desautoriza a primeira fala de um membro da equipe. Depois silencia. A situação persiste sem clareza sobre o que pensa a presidenta.

Iniciam-se medidas de um processo doloroso de recuperação de um Brasil em crise. Até onde ela se propõe a ir? Até onde vai o apoio à equipe econômica?

Para desestabilizar mais um pouco a situação, a Fundação Perseu Abramo, do PT, critica as medidas anunciadas, o partido não apoia as decisões do governo e alguns deputados petistas vociferam contra elas. Parte da oposição, por receio de se identificar com a dureza das medidas, perde o rumo criticando o que antes preconizou.

O PT vive situação complexa, pois embarcou no circo de malabarismos econômicos, prometeu, durante a campanha, um futuro sem agruras, omitiu-se na apresentação de um projeto de nação para o país, mas agora está atarantado sob sérias denúncias de corrupção.

Nada foi explicado ao povo brasileiro, que já sente e sofre as consequências e acompanha atônito um estado de total ausência de transparência, absoluta incoerência entre a fala e o fazer, o que leva à falta de credibilidade e confiança.

É o que o mercado tem vivido e, por isso, não investe. O empresariado percebe a situação e começa a desempregar. O povo, que não é bobo, desconfia e gasta menos para ver se entende para onde vai o Brasil e seu futuro.

Acrescentem-se a esse quadro a falta de energia e de água, o trânsito congestionado, os ônibus e metrôs entupidos, as ameaças de desemprego na família, a queda do poder aquisitivo, a violência crescente, o acesso à saúde longe de vista e as obrigações financeiras de começo de ano e o palco está pronto.

A peça se desenrola com enredo atrapalhado e incompreensível. O diretor sumiu.

MARTA SUPLICY é senadora pelo PT-SP. Foi prefeita de São Paulo (2001-2004), ministra do Turismo (2007-2008) e ministra da Cultura (2012-2014)




segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

A aberração e crash do CRB Commodities e Barril de Petróleo são de tal intensidade, que nem rompimentos de LTB's se sustentam ao longo do caminho

A aberração e crash do CRB Commodities e Barril de Petróleo são de tal intensidade, que nem rompimentos de LTB's se sustentam ao longo do caminho

Vejam as LTB's traçadas.......há rompimentos , inclusive no fechamento......mas nada adianta......

No dia seguinte, ou 2 dias depois, novas mínimas são produzidas....e tome queda.....

Nem na Crise de 2008 isso acontecia, pois lá havia volatilidade.....aqui não há.....é queda sem parar....mínimas e mínimas e mínimas......

CRB Commodities, como disse há dias atrás, tem suporte mais forte em 210, depois 200.....bateu a faixa de 215 hoje.....

Reparem na insanidade das divergências altistas de IFR14

CRB Commodities, diário, escala logarítmica



Light Crude, diário, escala logarítmica





Bovespa, apesar de ser um "esgoto a céu aberto", se segura na LTA curta....e somente por conta de Bradesco e Itaú...sempre eles...os bancos....quer algo melhor pra ganhar dinheiro no Brasil ?

Podre......

Todo o Bovespa no mais absoluto esgoto.....

Vale, Petrobrás, siderúrgicas, Braskem, construtoras, elétricas, recentemente as educacionais foram pro "buraco".....

VALE, uma das 3 maiores mineradoras do mundo, acreditem, caiu "apenas" 13% em 2 dias.....sim !

13% em 2 dias !!....e no aftermarket conseguiram ainda socar mais 1% de venda.......e isso, pelo menos até 2 dias atrás, com as médias dando "compra", MACD e histograma dando compra no diário e semanal....mesmo assim........socaram até o talo.......sem perdão.......

Sobraram somente quem ??...quem ? Bradesco e Itaú........sim.....2 dos 3 maiores bancos do país....

tarifas altas, spreads altos. juros de empréstimos, principalmente pessoa física na estratosfera.....sim....

sempre eles......ganham muito dinheiro...independente de qualquer outra coisa.....e olhem que a coisa vai piorar pro lado deles........

mas são os últimos a cairem........ninguém "larga o osso".....socam venda em todos os outros setores......Bradesco e Itaú vão ficar por último........

Justamente por isso, e só por isso, que o Bovespa ainda não desabou, já que os 2 bancos respondem pelo maior percentual do Bovespa.....

E assim o Bovespa vai se sustentando acima da LTA curta listada abaixo...

Podemos ter alguma recuperação em breve de quase todos esses papéis que estão "no esgoto"........como tudo é possível em renda variável, até podemos ter uma ou outra surpresa, ida a algumas LTB'S mais longas........mas nada que alimente grandes esperanças.....

"Neguinho" já "entregou os pontos"......estão se desfazendo de todos os papéis, já que logo logo o Brasil para por falta de luz, por falta de investimentos, por falta de receita, por novos e novos e novos e novos aumentos de impostos.........


Bovespa, diário, escala logarítmica





domingo, 25 de janeiro de 2015

A Entrevista do Ex-Presidente do Banco Central, Armínio Fraga, no jornal "O Estado de São Paulo", entra para a história do debate econômico brasileiro......Ou, apenas uma parte dela: "Num governo carregado de ideologia, de corrupção e de incompetência, não há nada para cortar? , por Armínio Fraga

Sou um aficcionado em leituras econômicas......sobre histórias econômicas...sobre discussões econômicas colocadas nos respectivos contextos temporais..

A Entrevista de ontem do Ex-Presidente do Banco Central, Armínio Fraga, publicada no jornal "O Estado de São Paulo", entra para a história do debate econômico brasileiro.

Há muito, mas há muito tempo não vejo tamanha clareza em todos os pontos ali colocados...

TODOS.....

O que destaquei no título do post é apenas um dos pontos....apenas um.......todos os pontos colocados na entrevista estão concatenados, agrupados e enquadrados num todo extremamente consistente, claro e genial; sim, genial no sentido do gênio.......

O que dizer, por exemplo de sua resposta ao ser questionado sobre a política externa..

Diz Armínio: "Sinceramente, perdeu a graça."

Armínio Fraga sempre foi "o cara técnico", "o cara cerebral" ,diferente do Ex-Presidente do Banco Central, Gustavo Franco.

Gustavo Franco tinha, além do lado "cerebral", a "ironia fina"..........

Armínio Fraga mudou......mudou nessa entrevista....e mudou "colocando o dedo na ferida" em tudo....

Uma visão realista, "realista elevada a décima potência" do Brasil de ontem, de hoje e de amanhã.....

Que oportunidade perdemos em não tê-lo como Ministro da Fazenda.....

Fazer o quê ?.....

Prossigamos........no "Ar da mediocridade"..........

Uma entrevista pra ficar na história do debate econômico brasileiro...

Crédito da entrevista para a jornalista Eliane Cantanhêde

Vamos a ela......

http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,levy-e-uma-ilha-em-um-mar-de-mediocridade,1624337


"Levy é uma ilha num mar de mediocridade"

Num estilo mais direto e crítico do que de costume, o ex-vilão da campanha presidencial, Armínio Fraga, disse ao Estado que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, “largou bem, mas é uma ilha de competência em um mar de mediocridade, com honrosas exceções”. Segundo Armínio, que foi presidente do Banco Central no governo FHC e seria o homem da economia num eventual governo de Aécio Neves, “o governo é carregado de incompetência, de ideologia e de corrupção”.

Depois de virar o vilão da história durante a campanha, como o sr. se sente agora? 

Estou me desintoxicando da campanha. Eu não sou vilão e me irritava o baixo nível do debate e aquela verdadeira produção de mentiras e de cenas, tudo muito teatral. Eu dizia uma coisa, eles deturpavam ou tiravam do contexto. Dizia outra, eles deturpavam de novo. Então, foi tudo muito frustrante. E eu não sou desse mundo.

Que mundo? 

De campanha, de debate político, de confronto parlamentar. Sou uma pessoa engajada, que pensa o Brasil, que pensa política pública, mas não faço política diretamente.

O que o sr. conclui com a experiência? 

Estamos vivendo uma enorme crise de valores e isso é gravíssimo. Nós temos exemplo para todo lado, é mensalão, é petrolão, mentiras na campanha, como se tudo isso fosse muito natural. Não é.

E a economia? 

Há um ciclo, desde que o presidente Lula mudou de linha na área econômica no segundo mandato, com características populistas que incluem esse tipo de discurso distorcido e muito difícil de se contradizer. Muita gente acredita que um regime populista não se derrota; ele mesmo quebra, se destrói. Então, o que o Aécio tentou na campanha, e nós todos junto com ele, foi derrotar um regime populista que tem tentáculos enormes que atingem um número imenso de pessoas.
Baixo crescimento, inflação alta, juros altos, nada disso foi capaz de derrotar Dilma. Por quê?
No que se refere ao ciclo econômico, as coisas às vezes demoram a acontecer. As implicações de uma desaceleração drástica do crescimento, como ocorreu no primeiro mandato dela, ainda não se fizeram sentir. Estão a caminho. E quem vai sentir mais são os mais pobres. São sempre eles, sempre, sempre, sempre.

Pode-se dizer que a grande falha da era petista é a perda de competitividade?

Não gosto dessa palavra, competitividade. Ela tira o foco da palavra mais importante, que é produtividade. Como você chega a ser competitivo? Produzindo. Então, falta uma educação de qualidade, empresas acopladas aos melhores padrões globais, trazer para cá o que presta. O Brasil não precisa focar apenas em inovar. Em algumas áreas pode apenas imitar. E nem isso nós estamos conseguindo.

O Levy não está indo bem? 
O Levy largou bem, mas é uma ilha de competência num mar de mediocridade no governo Dilma, com honrosas exceções, como os ministros Izabella Teixeira (Meio Ambiente), Kátia Abreu (Agricultura) e Alexandre Tombini (Banco Central). Sozinho, o Levy vai até um ponto. Pode evitar ou postergar um rebaixamento do crédito do País e até acalmar um pouco as expectativas, mas o lado qualitativo que nós imaginávamos vai continuar muito prejudicado. O Brasil tem uma renda per capita que é menos de 20% da americana. Então, há um espaço enorme para crescer. O Brasil deveria crescer e pode crescer, e rápido, mas tem de arrumar as coisas de uma maneira muito ampla.

Fundamental agora é arrumar as contas? 

É bom arrumar as contas, mas não é só arrumar as contas. O Levy já anunciou medidas para tapar metade do buraco que ele definiu como meta para o primeiro ano. Não quero entrar em detalhes, mas umas são melhores, outras são muito polêmicas, como essas das pensões. São questões tão fora da curva global que nem deveria haver discussão, mas eram proibidas, vetadas, nessa campanha completamente maluca que nós tivemos.

As medidas anunciadas até agora não são suficientes? 

Ele está focando mais do lado da receita do que do gasto. Em parte porque integra um governo que tem essa cabeça, que deixou essa herança aí. Num governo carregado de ideologia, de corrupção e de incompetência, não há nada para cortar? É lógico que tem muita gordura para cortar e, se houvesse um corte de 10% em todas as instâncias, a população nem ia notar. Eu até reordenaria: incompetência em primeiro lugar e depois ideologia e corrupção. Por mais gigantesca que seja a corrupção, acho que os outros dois têm até peso maior, aliás, bem maior.

É mesmo? Por quê? 

O impacto econômico que se tem quando o país cresce zero, em vez de quatro, é inimaginável, incalculável, gigantesco. Muito maior do que esses 3% que, aparentemente, são cobrados aí de tudo.

O que mais é preciso fazer? 

Tem de mexer em tudo, tem de abrir e dizer: “Tudo está valendo”. Isso é que faz falta. Como o Levy vai trabalhar, se tudo o que está aí foi feito pelo próprio governo e com a própria presidente à qual ele se reporta? Então, ele trabalha numa saia-justa danada.

Se o Aécio Neves tivesse sido eleito, ele estaria fazendo tudo isso que a Dilma liberou o Levy para fazer? 

Não sei bem o que é “tudo isso”. Sinceramente, acho pouco.
O Aécio aumentaria as tarifas? Foi isso que disparou as manifestações de junho de 2013.
Num sistema no qual haja princípios, um certo realismo tarifário é essencial. É legítimo discutir para onde a conta vai, se vai para o consumidor, se vai para o contribuinte, mas para algum lugar ela vai. Do bolso de alguém sai. São decisões difíceis, mas é preciso o mercado funcionar para não haver racionamento.

E as dificuldade políticas para fazer exatamente as mesmas coisas ou mais? CUT, MST e UNE calam com a Dilma, mas não calariam com vocês. Seria um caos? 

Talvez. Mas, de outro lado, nós teríamos um jato de ânimo, de energia na economia que colocaria as pessoas em dúvida quanto a ir para a rua fazer manifestação. Tem tanta coisa errada que um grupo de pessoas trabalhando com um bom objetivo, com visão clara do que precisa ser feito, chegando cedo e saindo tarde todo dia poderia fazer muito, muito mesmo.

Os críticos petistas das medidas de Dilma e do Levy dizem que a política econômica que eles estão fazendo é do PSDB, que pune trabalhadores, consumidores, contribuintes e poupa os ricos. Concorda? 

O nosso modelo é muito, mas muito mesmo, mais progressista do que esse que está aí. Lugar de empresário é na fábrica, não é em Brasília. Isso é altamente regressivo. Um sistema muito ruim, no qual empresas doam centenas de milhões de reais para as campanhas. Como pode isso? Não é possível que dentro do PT e entre simpatizantes do PT não haja um monte de gente que não veja isso, que não enxergue a loucura que é tudo isso.
As pessoas vão ter de acordar.
O silêncio dessa base petista não é sobretudo estranho nos bancos oficiais e na Petrobrás? Acho que eles viveram o efeito do sapo na panela. Sabe como é? O sapo está lá na panela, no início a água é geladinha, depois vai esquentando devagar, ele não percebe, até que ferve e ele morre.

A água está fervendo? 

Já ferveu. Muita gente da Petrobrás, do Banco do Brasil, da Caixa nos procurou para falar das frustrações deles. As origens do PSDB são de centro, de centro-esquerda. O Estado tem um papel importante para combater a pobreza, para promover a igualdade de oportunidades. Isso não é conservador. Conservador é ficar dando dinheiro para empresário.

E o risco sistêmico do escândalo da Petrobrás e das empreiteiras, sobretudo no setor financeiro? 

Tira o financeiro, porque o risco é sobre toda a economia brasileira. O trabalho da PC, do MP e da Justiça é saudável, mas que isso gera uma certa paralisia durante um tempo, isso gera. É o preço a pagar. Certamente vale a pena.

Recessão este ano? 

É, recessão. Na verdade, já tem recessão. O País cresceu menos de 1% no ano passado, deveria estar crescendo 4%. Vai dizer que não é recessão? Na China, quando cai de 8% para 7%, é recessão.

E os empregos? 

É isso. Infelizmente, o desemprego vai aumentar. Primeiro, vem a insegurança, depois vem a falta de criação de postos de trabalho, e enfim vem demissão mesmo. Tudo dentro do quadro de recessão.

O sr. trabalhou anos fora. Qual o efeito de tudo isso sobre a imagem externa do Brasil? 

É péssimo. Aquela euforia exagerada de 2010 passou totalmente. A percepção, então, é ruim e vem piorando. É e a percepção de um país que vem perdendo relevância. É triste.

E a política externa? 

Sinceramente, perdeu a graça.




Bovespa Dolarizado - Final de Semana -

Bovespa dolarizado - período 3 anos


fonte:dadosdabolsa.com




Bovespa - Final de Semana

A despeito de novos sangramentos e massacres pra cima da VALE e siderúrgicas, amenizando as recentes melhoras, ainda temos uma indefinição no curto prazo do Bovespa.

LTA balizando o índice no curto prazo...

MME13 e MME21 começaram a embicar pra cima, o que é um bom sinal para uma reversão, mais ainda MME13 cruzada pra baixo sobre  MME21, portanto, ainda um sinal de VENDA no tempo diário.

Indefinição continua entre 47.000 e 51.000....

Bovespa, diário, escala logarítmica





sábado, 24 de janeiro de 2015

Segundo a "Folha de São Paulo", o Ministro da Fazenda Joaquim Levy diz: "Após as eleições, decidimos mudar. A presidente decidiu começar este ano com ações para reforçar investimentos", ........e eu digo, :"É ele quem diz ou o Governo ?"

Segundo a "Folha de São Paulo", o Ministro da Fazenda Joaquim Levy diz:

"Após as eleições, decidimos mudar. A presidente decidiu começar este ano com ações para reforçar investimentos",

Nossa.....mesmo ?


É ele quem diz ou o Governo ?

Onde está a Presidente pra dizer isso ?

Em que medida o empresário acredita ao ouvir tal afirmação do Ministro da Fazenda, e não do Governo ?

É uma posição oficial de Governo ou apenas do Ministro ?

Vamos a matéria do Jornal "Folha de São Paulo":

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/01/1580070-acoes-do-governo-devem-reforcar-investimentos-diz-levy-em-davos.shtml


Ações do governo devem reforçar investimentos, diz Levy em Davos

MARIA CRISTINA FRIAS
ENVIADA ESPECIAL A DAVOS (SUIÇA)
24/01/2015 17h01

"Após as eleições, decidimos mudar. A presidente decidiu começar este ano com ações para reforçar investimentos", disse o ministro Joaquim Levy (Fazenda), ao encerrar neste sábado (24) sua participação no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça).

No painel "Perspectivas para a Economia Global", Levy destacou que o Brasil foi em direção diferente à de outros países emergentes. Criou milhões de empregos nos últimos anos e tem agora uma das taxas de desemprego mais baixas da história, o que proporcionou muita inclusão social, observou.
"Nos últimos dois anos, esse processo começou a se desacelerar, em parte pela mudança nos preços das commodities [matérias-primas]."
O ministro afirmou que o crescimento do país foi ligado ao consumo e que agora busca mudar a demanda em direção a investimentos.
"Para ter investimento, é preciso ter confiança. Por isso, tomamos a decisão de adotar medidas para aumentar a confiança na economia", declarou, repetindo a palavra confiança, que usaria ainda outras vezes.
As eleições do ano passado contribuíram para o recuo da confiabilidade, disse.
"Tivemos um declínio na confiança em parte porque tivemos eleições. A desaceleração da economia foi pela queda de investimentos."
As medidas tomadas foram classificadas por Levy como "muito tradicionais":
"Reforçamos nosso ajuste fiscal com a meta de superavit de 1,2% neste ano e, no próximo ano, será um pouco mais", disse.
O ministro citou também as reformas estruturais, que considerou muito importantes para a decisão de investir.
"Queremos o setor privado e para isso temos de assegurar que seja mais fácil fazer negócios no Brasil. Há muito o que fazer em impostos", salientou. Com mais investimentos, disse, será possível melhorar a educação.
Para Levy, o país reage com agilidade.
"Se agirmos rapidamente, teremos uma rápida resposta", concluiu em debate mediado por Laurence Fink, CEO da BlackRock, com a presença de representantes do Banco Central Europeu e do FMI (Fundo Monetário Internacional), além de presidentes dos bancos centrais da Inglaterra e do Japão.
A recuperação americana e o recuo dos preços do petróleo serão benéficos para o Brasil, avaliou.
"A queda do preço do petróleo "não vai machucar tanto, na verdade, será positiva", afirmou.
Quanto à retomada dos EUA, Levy disse que a "acompanhamos com atenção", por mudanças de fluxos de capitais que possa gerar, e que é necessária uma "coordenação entre a política monetária dos EUA e as de outros países."



quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Vamos acompanhar também o "BZQ", o índice que espelha a volatilidade e o hedge do Bovespa, um ETF "operado pelos estrangeiros"

Sempre que os sinais começam a indicar algum tipo de reversão no Bovespa, gosto de trazer o Índice "BZQ" pra cá

O "BZQ" é um índice que espelha a volatilidade e o hedge do Bovespa, um ETF  "operado pelos estrangeiros"

Normalmente ele traz sinais "inversos" ao do Bovespa......

Olhando pra ele, parece justamente isso.....LTA no limite....MME13 já "cruzando pra baixo" sobre a MME21......LTB balizando o índice....

enfim....

vamos monitorar

BZQ, Diário, escala logarítmica





Talvez o "EWZ", o "Bovespa operado pelos estrangeiros" tenha chegado "primeiro" na resistência mais forte

Talvez o "EWZ", o "Bovespa operado pelos estrangeiros" tenha chegado "primeiro" na resistência mais forte

Vejam abaixo, a faixa de 38.00

Olhando o gráfico do Bovespa, a faixa mais importante seria a faixa de 51.000, e não 50.000.....

EWZ, Diário, escala logarítmica




Índices de volatilidade VIX e VXO perdem as LTA'S de curto prazo

Índices de volatilidade VIX e VXO perdem as LTA'S de curto prazo

VIX é o principal espelho de volatilidade e hedge do SP500......VXO é a "fórmula original" de medição


VIX, diário, escala logarítmica



VXO, diário, escala logarítmica






Bovespa em 22-01-2015

Bovespa abaixo com a mesma configuração e detalhes colocados aqui ontem.

No intraday de hoje, Bovespa rompeu a cunha e foi direto nos 50.200, topinho anterior....sentiu......fechamento em 49.440 pontos, acima da cunha....

É importante acompanharmos a LTA  que vem desde os 45.800 a partir de agora....

MME13 em linha verde e MME21 em linha azul......faltam o cruzamento da MME13 sobre a MME21 e o rompimento dos 51.000 pontos pra melhorar de vez no curto prazo

Suportes em 48.000 e 47.000, os mais importantes nesse momento.

Bovespa, diário, escala semi-logarítmica





Nem 1 trilhão de Euros tiram o barril de petróleo e o cobre da sarjeta

Mercados em forte rally.....Estados Unidos e Europa em fortes altas.

No Brasil, alguns papéis também com fortes altas.....concentradas na Petrobrás e bancos principalmente....

Enquanto isso.....

Nem 1 trilhão de Euros até setembro de 2016.....quer dizer...mais de 1 trilhão......tiram Petróleo e Cobre do mais absoluto fundo do poço;;;

Barril de petróleo caindo 1,34%
Cobre caindo 1,8%



Banco Central Europeu entra com compra de bonds no valor de 60 Bilhões de Euros por mês até ao menos Setembro-2016....mais de 1 Trilhão de Euros em todo o período

Banco Central Europeu entra com compra de bonds no valor de 60 Bilhões de Euros por mês até ao menos Setembro-2016....mais de 1 Trilhão de Euros em todo o período

Esse foi o anúncio oficial agora há pouco, e que ainda não acabou dado pelo Presidente do BCE, Mario Draghi....

Mais do que sinalizado ontem pelos rumores.....

O Site "MarketWatch" afirma que os riscos do BCE não serão mais do que 25%......ou seja, o resto vai ser diluído...

aqui, a passagem:

http://blogs.marketwatch.com/thetell/2015/01/22/european-central-bank-live-blog-will-draghi-deliver-on-qe-expectations/

The Q&A is under way. Draghi explains that there are “issuer” constraints on buying.

Draghi says the ECB won’t buy more than 25% of each bond issue, or more than 33% of each issuer’s debt.


Mais abaixo, texto publicado pelo portal CNBC:

http://www.cnbc.com/id/102354830

ECB launches bigger-than-expected QE program
Katy Barnato | @KatyBarnato
25 Mins Ago


European Central Bank (ECB) President Mario Draghi has announced the launch of an expanded monthly 60 billion euro ($70 billion) private and public bond-buying program that will last until at least September 2016.

The long-anticipated asset-purchasing program—touted as the euro zone's answer to the U.S. Federal Reserve's quantitative easing (QE) programs—will start this March, Draghi told reporters at his regular media conference on Thursday.

Explaining the ECB's decision, Draghi said: "Inflation dynamics have continued to be weaker than expected."

The size of the program was bigger than the 50 billion euro per month rumored prior to Draghi's announcement.

This is a developing story, check below for an earlier version.

The ECB kept its main interest rate unchanged on Thursday. It kept its main refinancing rate at 0.05 percent, with the rate on its marginal lending facility at 0.30 percent. The rate on its deposit facility was held at -0.20 percent.

A QE program would be designed in the hope of boosting the region's painfully low inflation, which came in at an annual minus 0.2 percent in December.
QE has already been implemented by other major central banks, such as the U.S. Federal Reserve, the Bank of Japan and the Bank of England, in order to stimulate their economies.
The ECB has already instigated "extraordinary" policy measures to stimulate the euro zone, including programs to purchase covered bonds and asset-backed securities. However, inflation has remained very weak, and at previous press conferences, Draghi had signaled his willingness to instigate still more stimulatory measures.

Policymakers and corporate leaders gathered at this week's World Economic Forum in Davos, Switzerland were broadly positive about the prospect of QE by the ECB.

"We support them in accommodative monetary policy. This is a must... If you look at the economic outlook, it is very weak," Zhu Min, the deputy managing director of the International Monetary Fund, told CNBC on Thursday.

The Q&A is under way. Draghi explains that there are “issuer” constraints on buying.

Draghi says the ECB won’t buy more than 25% of each bond issue, or more than 33% of each issuer’s debt.




Contando as cartas da Mineradora VALE:...Com fundo duplo em 1.250 e gigantesca divergência altista de IFR14 e MACD, Mineradora BHP em Londres rompe a faixa de 1.400-1.420 e "vai embora"

Abaixo, temos o gráfico da mineradora BHP listada em Londres

Vejam o fund duplo na faixa de 1.250 com gigantesca divergência altista de IFR14 e MACD,

Ontem, o fechamento forte "em cima" da faixa de 1.400-1.420...

Praticamente não há nada entre 1.400-1.420 e uma outra faixa importante de 1.600

Alta nesse momento é de 3% para a BHP em Londres


BHP, Listada em Londres, diário






quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

"Após alta de tributos, Copom eleva juros para 12,25% ao ano", por Portal G1

Notícia crédito Portal G1

http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/01/apos-alta-de-tributos-copom-eleva-juros-para-1225-ao-ano.html


21/01/2015 19h25 - Atualizado em 21/01/2015 20h07
Após alta de tributos, Copom eleva juros para 12,25% ao ano
Aumento de 0,5 ponto leva taxa ao maior patamar em três anos e meio.
Na 3ª alta seguida, BC confirma expectativa da maior parte do mercado.
Alexandro Martello
Do G1, em Brasília

Após o governo anunciar nesta semana aumento de tributos sobre combustíveis, importados e operações de crédito, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu elevar nesta quarta-feira (21) os juros básicos da economia de 11,75% para 12,25% ao ano.
Com a decisão de aumentar a taxa Selic em 0,5 ponto percentual, os juros sobem ao maior patamar desde meados de 2011, ou seja, em três anos e meio. Com taxas mais altas, a instituição tenta controlar o crédito e o consumo e, assim, segurar a inflação.
O terceiro aumento consecutivo na taxa acontece em um momento de fraca atividade econômica, com economistas não descartando a possibilidade de nova recessão em 2015, mas com a inflação em patamares ainda elevados. No ano passado, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) somou 6,41%.
A elevação dos juros confirma a previsão da maior parte dos analistas dos bancos, que estimavam justamente uma alta de 0,5 ponto percentual - a mesma intensidade do aumento promovido em dezembro do ano passado. O Banco Central vem subindo a taxa Selic, de forma ininterrupta, desde outubro de 2014.




Bovespa em 21-01-2015

Bovespa fechou em forte alta de 2,81% em 49.221 pontos..

Em relação a ontem, temos praticamente as mesmas visões.....só que agora, muito mais "no limite" de uma possível reversão de curto prazo.

A LTB curtíssima de que falei ontem foi rompida no intraday.

Abaixo, vemos uma cunha "no limite" composta por uma LTA curta e uma LTB curta.....

E temos a LTB mais longa acima....

Suportes agora em 48.800, 48.000, 47.600 e 47.000

Resistências em 50.000, 51.000 e 52.000 pontos.

MME13 ainda cruzada pra baixo sobre MME21, portanto, ainda em modo VENDA no tempo diário.

Essa cunha destacada abaixo parece sim, se rompida pra um dos lados, um sinal importante.

Bovespa "continua querendo melhorar" no curto prazo.....falta romper essa faixa de 51.000....

Pra baixo, se perder os 47.000, volta a azedar no curto prazo

Bovespa, diário, escala semi-logarítmica






PETR4 rompe LTB no tempo diário

PETR4 rompe LTB no tempo diário

Mesmo sem MME13 cruzar pra cima sobre a MME21....


PETR4, Diário, escala semi-logarítmica




Banco Central Europeu sinaliza compra de 50 Bilhões de Euros por mês durante pelo menos 1 ano e mercados entram em rally


Banco Central Europeu sinaliza compra de 50 Bilhões de Euros por mês durante pelo menos 1 ano e mercados entram em rally

Abaixo, matéria crédito Portal CNBC:

http://www.cnbc.com/id/102352363

ECB to buy $60B bonds a month: Sources
Katy Barnato | @KatyBarnato
55 Mins Ago

The European Central Bank is planning to announce a 50 billion euros ($58.3 billion) a month quantitative easing (QE) program, sources with knowledge of the situation confirmed to CNBC on Wednesday.

The Wall Street Journal first reported that the ECB's executive board was proposing 50 billion euros of bond purchases per month. There was also a report that this program would last until the end of 216, although this was unconfirmed.

The central bank formally declined to comment. European and U.S. markets rallied on the report.

A QE program would see the European Central Bank purchase euro zone government bonds in the hope of boosting the region's painfully low inflation, which came in at an annual -0.2 percent in December.
The ECB has come under pressure to launch a full-blown QE program from hard-pushed businesses and governments. The head of the Organisation for Economic Co-operation and Development (OECD) urged the ECB into action on Wednesday.

"Of course it can help!" Secretary-General José Ángel Gurría told CNBC at Davos, Switzerland, in reference to QE.

"You know they should just get on with it…we will see what the limits are… let's do it!" he enthused.
QE has already been implemented by other major central banks, such as the U.S. Federal Reserve, the Bank of Japan and the Bank of England, in order to stimulate their economies.

"It's the only game in town… the ECB is the last actor to join in QE," said Gurria. "Why is it the only game in town? …because interest rates are zero."

Business leaders who spoke to CNBC at the World Economic Forum in Davos on Wednesday were eager to discuss the possibility of QE.

José Ignacio Sánchez Galán, the CEO of Spain's Iberdrola, echoed Gurria in urging the ECB into action. "They have to do anything, but not stand by," he told CNBC.

The chief executive of Henkel, Kasper Rorsted, said a QE program would be a "very good sign," but emphasized the need for further structural changes in Europe—a note also struck by another head of a German conglomerate.

"I would suggest that he (ECB President Mario Draghi) doesn't go in for quick wins, but that he looks at a structural improvement," the CEO of RWE, Peter Terium, told CNBC on Wednesday.

"He can disrupt the structural improvement by doing harsh things…. He should look at the long-term implication of anything he will do."



China já devolveu quase 80% da queda de mais de 7% de segunda-feira passada em apenas 2 pregões

China já devolveu quase 80% da queda de mais de 7% de segunda-feira passada em apenas 2 pregões


SSEC, Diário, período 3 meses




"Saco de maldades", por Eliane Cantanhêde

Artigo da jornalista Eliane Cantanhêde, publicado hoje no Jornal "O Estado de São Paulo"

http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,saco-de-maldades-imp-,1622684

Saco de maldades

Eliane Cantanhêde
É sempre assim: quanto mais os governos erram, mais você, consumidor e contribuinte, paga a conta. Ou melhor, paga o pato.
Enquanto economista, Dilma Rousseff tirou uma nota sofrível no primeiro mandato, com crescimento praticamente zero, inflação no teto da meta, juros estratosféricos, balança comercial desbalanceada, desempenho fiscal mais do que constrangedor.
Enquanto ministra das Minas e Energia, chefe da Casa Civil e presidente do Conselho de Administração da Petrobrás no governo Lula, ela não soube, não viu e não ouviu que a maior e mais simbólica companhia do país estava indo para o buraco, arrastando as maiores empreiteiras do país e ameaçando milhares de empregos.
Enquanto expert no setor elétrico, a presidente conseguiu, com uma canetada arrogante e voluntariosa, desestruturar todo o setor e deixar geradoras, transmissoras e distribuidoras tontas, desorientadas e com a contabilidade de pernas para o ar. Resultado: conta mais cara e apagão.
Mas, enfim, Dilma foi reeleita com os votos de pouco mais da metade dos eleitores e eleitoras e chegou ao segundo mandato diante de uma escolha de Sofia: cortar gastos, aumentar impostos ou as duas coisas simultaneamente.
Estava escrito nas estrelas que faria as duas coisas, apesar de todas as negativas na campanha e de ter acusado Armínio Fraga - eleito o vilão da história - de costurar o saco de maldades que ela mesma já alinhavava e agora joga na cabeça e nos ombros de quem consome e de quem paga impostos. E que impostos!
Sobram, portanto, irritação e indignação, mas não há um pingo de surpresa em todos os anúncios que a equipe de Dilma vem fazendo desde a eleição, enquanto ela mesma se esconde num silêncio ensurdecedor: "flexibilização" de direitos trabalhistas e previdenciários, tesourada até mesmo nos recursos da educação da "pátria educadora", agora os aumentos de impostos e de tarifas e veto na correção da tabela do IR.
Os juros continuam arremetendo, ameaçadores, e sobem a tarifas de energia, de ônibus e da gasolina. Então, ficamos assim: quando o barril de petróleo disparava internacionalmente, a Petrobrás represava politicamente o preço interno da gasolina; agora que o barril só despenca lá fora, a gasolina vai subir aqui dentro. Uma lógica para lá de curiosa.
Do ponto de vista político, contudo, Dilma Rousseff não precisa se preocupar muito. A indignação é generalizada entre os bem informado e que já estão sentindo as maldades pipocando dentro da bolsa ou do bolso, mas esses não têm articulação nem disposição para botar a boca no trombone. Contentam-se em ler ou ouvir um artigo ácido daqui, uma entrevista crítica dali.
Quem teria condições de catalisar a irritação, dizer poucas e boas verdades e pressionar o governo seriam CUT, UNE, MST e MTST, esse novo movimento paulistano dos sem-teto. Mas a cumpanheirada está na palma da mão de Lula, do PT, de Dilma, de verbas generosas de órgãos e empresas. É mais provável que justifiquem e até aplaudam aumento de impostos e tarifas! Sinal dos tempos. Tudo que seu mestre e sua mestra mandarem...
E o Congresso? Bem. O PT sozinho não dá para o gasto, mas o PMDB é forte e experiente, daqueles que choraminga, ameaça e pressiona, mas no final assegura as vitórias dos projetos, quaisquer projetos, do governo.
A isso some-se a saia justa da oposição. Como condenar as medidas que o tucano Aécio Neves, a sonhática Marina Silva ou qualquer um que vencesse a eleição teria que tomar, querendo ou não?
Levy armou-se até os dentes, o Congresso é dócil, a oposição está de mãos atadas, os movimentos sociais parecem saciados, ou cooptados. Dilma segue muda e incólume, como se não tivesse a menor culpa no que Marta Suplicy chama de "fracasso" da política econômica. Quem leva a pior? Você, claro. E vem mais por aí...

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

"Para Marco Aurélio Mello, aumentar impostos já elevados é ‘confisco’", por Jornal O Globo

Mais um pouco sobre o massacre que o Governo Federal comete sobre a classe média.....se já não bastasse o massacre da inflação....

Massacre que vai provocar mais perda de poder aquisitivo, mais desaceleração econômica, que por conseguinte vai provocar mais desemprego, que por conseguinte vai intensificar a desaceleração econômica, que por conseguinte.......

 Uma fala absolutamente perfeita do Ministro Marco Aurélio Mello.....reparem as passagens marcadas em negrito por mim

Crédito: Jornal O Globo, matéria publicada no início da noite

http://oglobo.globo.com/economia/para-marco-aurelio-mello-aumentar-impostos-ja-elevados-confisco-15104450


Para Marco Aurélio Mello, aumentar impostos já elevados é ‘confisco’

Ministro do Supremo diz que o governo está ‘forçando a mão’

POR CAROLINA BRÍGIDO / LUIZA DAMÉ / CRISTIANE JUNGBLUT
20/01/2015 18:23 / ATUALIZADO 20/01/2015 19:44

BRASÍLIA - O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou nesta terça-feira o aumento na carga tributária anunciado na segunda-feira pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e o veto da presidente Dilma Rousseff à correção da tabela do Imposto de Renda. Para o ministro, o governo está “forçando a mão”. Ele disse que, diante dos impostos elevados que o brasileiro já paga, qualquer aumento percentual significa “confisco”.

— Eu fico triste quando eu percebo menoscabo em relação à ordem jurídica constitucional. O Estado tem que adotar uma postura que sirva de norte ao cidadão. Ante a carga de impostos sofrida pelos brasileiros, qualquer aumento tributário é confisco. O que eles têm que fazer é enxugar a máquina administrativa, reduzir os gastos. Na sua casa, você gasta mais do que a receita? Não. Nós brasileiros já contribuímos em muito. Esperamos que o que é arrecadado não vá pelo ralo — protestou o ministro.

Marco Aurélio lembrou que, no início do governo Lula, durante o julgamento de um processo no STF, foi o único a votar pela correção da tabela do Imposto de Renda, para que o contribuinte fosse menos onerado.




"A vaca foi pro brejo" de vez............"Com alta de impostos, expectativa de inflação passa de 7%", por Revista VEJA

"A vaca foi pro brejo" de vez............

Inflação cada vez mais longe da meta........

Matéria abaixo, crédito Revista VEJA- Agência Reuters

http://veja.abril.com.br/noticia/economia/com-alta-de-impostos-expectativa-de-inflacao-passa-de-7


20/01/2015 - 18:31

Preços
Com alta de impostos, expectativa de inflação passa de 7%

Governo anunciou volta da Cide e aumento no PIS/Cofins sobre combustíveis

O pacote com aumento de impostos anunciado na noite de segunda-feira pelo governo federal, que incluiu mais tributos sobre combustíveis, piorou as expectativas de inflação para este ano. As projeções agora ultrapassam os 7%, cada vez mais longes do teto da meta oficial, de 6,5%.

Após o anúncio do pacote de medidas fiscais, o economista-chefe do banco Fator, José Francisco Gonçalves, já elevou em 0,5 ponto porcentual, a 7,3%, a estimativa de alta do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para este ano.
Se confirmada, a alta anual do IPCA será a maior em mais de uma década. Mesmo assim, especialistas acreditam que o cenário não exigirá um aperto monetário maior pelo Banco Central (BC). Isso porque a atividade econômica fraca e a perspectiva de maior rigor fiscal devem, com o tempo, aliviar os preços.

Hoje a Selic, a taxa básica de juros, está em 11,75%. A expectativa do mercado é que o Comitê de Política Monetária (Copom) a eleve em, pelo menos, 0,25 ponto porcentual nesta quarta-feira, quando a reunião de dois dias do colegiado termina. Há quem aposte em alta para 12,25% ao ano (alta de 0,5 p.p.).

"Ao mesmo tempo em que tem a inflação mais pressionada agora, tem um alívio maior no fim do ano por causa do fiscal mais apertado e da atividade mais fraca", disse o estrategista da corretora Icap, Juliano Ferreira, que manteve sua projeção de que Selic irá a 12,50% . "Por isso, o BC pode se dar ao luxo de não colocar a Selic no céu", acrescentou ele.

Acima do teto – A última vez que a inflação oficial do país ficou acima de 7% foi em 2004, quando o IPCA subiu 7,60%. A meta oficial é de 4,5%, com margem de tolerância de dois pontos porcentuais para mais (6,5%) ou menos (2,5%).

Última pesquisa Focus do BC com economistas de instituições financeiras, feita antes do aumentos dos tributos, mostrou que as estimativas eram de que o IPCA subiria 6,67% neste ano, com expansão do Produto Interno Bruto (PIB) de 0,38%.

Entre as quatro medidas tributárias divulgadas na segubda, que devem elevar a arrecadação neste ano em 20,63 bilhões de reais, a que pesa mais sobre os preços é o retorno da cobrança da Cide e o aumento das alíquotas do PIS/Cofins, que incidem sobre combustíveis.

Como a Petrobras já informou que os impostos serão repassados aos consumidores via aumento de preços, o economista-chefe do Fator espera que o preço da gasolina suba entre 8% e 9% na bomba e o do diesel, cerca de 3%.

Ajuste – Apesar do cenário de maior pressão sobre a inflação, as ações de maior rigor fiscal têm agradado agentes econômicos, que as consideram essenciais para ordenar as contas públicas.

"Se você está fazendo um ajuste, está colocando a casa em ordem e vai ter que pagar um preço no curto prazo", disse o economista-chefe da SulAmérica Investimentos, Newton Rosa, que espera que o IPCA avance 7,1% neste ano. "Mas com medidas de ajuste fiscal, política monetária contracionista e quadro de atividade relativamente fraca, é possível imaginar que os preços voltem a convergir à meta a partir do ano seguinte", acrescentou Rosa, em linha com o cenário que vem sendo defendido pelo próprio BC.

Encabeçada pelos ministros Joaquim Levy (Fazenda) e Nelson Barbosa (Planejamento), além do presidente do BC, Alexandre Tombini, a nova equipe econômica da presidente Dilma Rousseff vêm adotando medidas fiscais mais rígidas com objetivo de recuperar a confiança na economia.

(Com agência Reuters)



Bovespa....Temos uma LTB um pouco mais longa....temos uma LTB curta.....temos uma LTB curtíssima.....temos uma LTA curta.......temos uma cunha...

Bovespa pra todos os gostos.....

e visões......

Abaixo, temos uma LTB um pouco mais longa
....temos uma LTB curta.....

temos uma LTB curtíssima (linha azul dentro da cunha)

temos uma LTA curta....

temos uma cunha...

E, os divisores de curto prazo determinantes....

47.000 pontos.....se perdido, busca os 45.800-46.000
51.000 pontos.....se rompido, busca os 52.000, abrindo espaço para os 55.000

Reparem que o IFR14 começa a fazer topos e fundos ascendentes no tempo diário.....MACD e histograma, idem

Bovespa, diário, escala logarítmica








Contando as últimas cartas da VALE5

VALE5, Diário, escala semi-logarítmica



ADR VALE em Nova York, Diário, escala logarítmica





Filme"21" (no Brasil, chamado "Quebrando a banca")
Inspirado na história real de um grupo de alunos do MIT ( Massachussets Institute of Technology).....a estratégia lançada pelo grupo tinha como base o livro "Beat the Dealer" da lenda "Edward Thorp" ou simplesmente "Ed Thorp".....talvez a fonte de inspiração de todos os "quants", os chamados "traders de algoritmos"











Galera que tá bebendo um expresso....batendo papo...aquecendo.....mas, operando de casa.....pelo Home Broker.....cuidado......entre 14 horas e 16 horas poderemos ter novas reduções na oferta de energia.....

Galera que tá bebendo um expresso....batendo papo...aquecendo.....mas, operando de casa.....pelo Home Broker.....cuidado......entre 14 horas e 16 horas poderemos ter novas reduções na oferta de energia...

VULGO.....APAGÃO.....

Nunca se sabe.......vai que.......







Índia, um país na contramão do Brasil

Índia, um país completamente na contramão do Brasil

Avanços em infra-estrutura e "base digital".....

Mais.....vejam no item 2 da reportagem abaixo, o esforço real que o país faz pra integrar os inúmeros e diversos tributos que há pelo país, assim como no Brasil.

A expectativa que a integração dos impostos representará uma redução de custos em torno de 30%

Já disse isso aqui no blog, direta ou indiretamente.

Todo o esforço contido no Plano Real, ou simplesmente no conjunto de ações planejado e implementado no governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso, entre 1994 e 2002, era nessa direção.

Algumas coisas andaram como previsto; uma ou outra não; afinal, a estrada percorrida ainda fora marcada por eventos externos nada calmos. Tivemos a Crise do México em 1994, a Crise da Ásia e da Rússia em 97 e 98, que afetaram diretamente os emergentes, e o "11 de setembro de 2001".

Mas a direção estava certa.....o Brasil ajeitara boa parte dos esqueletos e sinalizava corretamente...

O que vimos nos últimos 12 anos foi, essencialmente, com alguma esperança aqui , outra ali, tudo, menos uma direção clara no que tange a infra-estrutura, atuação do Estado e responsabilidade na condução da política econômica do país.

O Brasil paga esse preço agora.....e ainda pagará pelos anos seguintes....

Vamos a excelente matéria sobre a Índia, com crédito "MarketWatch"

http://www.marketwatch.com/story/this-emerging-market-has-big-money-making-potential-in-2015-2015-01-20



Opinion: This emerging market has big money-making potential in 2015
By Henry To
Published: Jan 20, 2015 5:01 a.m. ET

I recently embarked on a three-week, four-city trip to India to witness the country’s transformative economic changes firsthand. My meetings with Indian business leaders were not only fascinating, but reinforced my beliefs about India’s newly-formed government.

Reforms implemented by the business-friendly Bharatiya Janata Party (BJP) government have rewarded stock investors in India. Last year, a proxy for Indian stocks, iShares MSCI India ETF INDA, +1.99%   rose 23.9% as investors’ optimism on the Indian economy grew stronger. Termed “Modinomics” (named after Indian Prime Minister Narendra Modi), I believe these reforms will propel India’s real economic growth to 7% or higher this year, with Indian stocks rising by 15%-20% this year in response.

As I discussed in two recent MarketWatch.com articles (“Why Indian stocks are a buy right now” and “Top three Indian stocks to buy (and hold)), the most impactful reforms have been: 1) removing barriers to greater foreign investment, especially in the defense and insurance sectors; 2) a policy to provide 150 million Indians a bank account by 2018; 3) a national plan to spend $1 trillion on infrastructure investments, 4) a concerted crackdown on cronyism among the highest levels of government. The Modi-led BJP administration is likely to implement additional important reforms that will accelerate India’s economic growth over the next several years.

I see three specific areas that could propel India to become the fastest-growing major economy in the world.

1) Infrastructure investments will cure economic bottlenecks

Modi’s record in infrastructure development is highly encouraging for India. Prior to becoming Prime Minister, Modi was chief minister of the state of Gujarat for 13 years — where he led the state’s efforts to: 1) construct a world-class state highway system, with nearly 4,000 miles of four- and six-lane state highways operational today; 2) lead the nation in solar generation capacity, with Gujarat housing more than 30% of India’s solar generation capacity, and 3) build the Gujarat International Finance Tec-City, an 886-acre, central business district with world-class infrastructure catering to global finance and technology firms, complete with educational institutions, integrated townships, hotels, and malls.

One example of India’s infrastructure effort: the new Hyderabad Metro rail line, which is the world’s largest public-private investment partnership. Phase I is expected to become operational in March; once the entire system is completed in 2017, the Hyderabad Metro will connect the city’s 7 million inhabitants to a highly efficient public transportation system.

2) India to finally become a common market by April 2016

Currently, each of India’s 29 states impose their own taxes on interstate freight that crosses their borders. This means the Indian economy is divided into 29 different markets, as interstate freight is taxed multiple times, with five-hour delays at border checkpoints a common occurrence.

The Modi-led government is streamlining the current system of about 15 types of taxes with a single national goods and services tax. According to the World Bank, this reform would reduce India’s interstate freight & logistics costs by around 30%, leading to an immediate GDP boost of as much as 1.7%.

3) The rise of ‘Digital India’  

The Indian government has targeted 2019 for the completion of its “Digital India” initiative, a nationwide effort to integrate all of India’s government agencies to ensure effective governance, increase transparency, and streamline delivery of government services. To support the Digital India initiative, the government is constructing a national fiber-optic network that will bring high-speed internet access to more than 200,000 villages. Increasing smartphone penetration will also propel the rise of digitalization of the Indian economy. Today, the number of Indian smartphone users total 120 million, but is projected to rise to 500 million by 2020, turning India into the world’s second-largest smartphone market (behind China).

The Modi-led BJP administration is on track to implement these reforms that will propel India’s economic growth to 7% or higher in 2015. According to Goldman Sachs, the price-to-earnings ratio of the iShares MSCI India ETF is 16, close to its historical average. But Indian stocks are cheap, given expectations for more interest-rate cuts (India’s central bank recently cut its policy rate by 0.25%), and our projections call for a doubling in earnings over the next three years. Based on my analysis, Indian stocks could return 15%-20% this year. Investors could consider the following ETF's: iShares MSCI India ETF; Market Vectors India Small-Cap Index ETF SCIF, +2.24% which tracks Indian small-cap stocks, and WisdomTree India Earnings Fund EPI, +1.60%   which tracks the stocks of profitable Indian companies.

Henry To is a partner & chief investment officer at CB Capital Partners, a global financial advisory and investment firm headquartered in Newport Beach, Calif. with an office in Shanghai, China and an affiliate office in Mumbai, India. Read more at http://www.cbcapital.com and http://www.cbcapitalresearch.com.



"Pior do que se previa", por Editorial Jornal "O Estado de São Paulo" de hoje, 20-01-2015


Editorial do  Jornal "O Estado de São Paulo" de hoje, 20 de janeiro de 2015

http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,pior-do-que-se-previa-imp-,1622211

Pior do que se previa
O ESTADO DE S.PAULO

20 Janeiro 2015 | 02h 04

Pelo menos até agora, as palavras e as ações da nova equipe econômica do governo Dilma Rousseff não foram suficientes para conter a deterioração das projeções para o desempenho da economia brasileira neste e no próximo ano. Da mesma forma que os analistas das instituições financeiras brasileiras consultados semanalmente pelo Banco Central, os economistas das duas principais instituições econômico-financeiras internacionais continuam a rever, sempre para pior, suas previsões para o crescimento da economia brasileira.

Tanto o Fundo Monetário Internacional (FMI) como o Banco Mundial (Bird) estimam que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve ter crescido apenas 0,1% em 2014, variação muito próxima de zero. Esta é também a expectativa predominante entre os economistas de empresas de consultoria, bancos e financeiras. Ou seja, a presidente Dilma Rousseff encerrou seu primeiro mandato com a economia estagnada.

Depois de um desempenho tão fraco, era natural que se previsse alguma melhora em 2015 e sua intensificação em 2016 e nos anos seguintes. Em seu relatório Panorama Econômico Mundial para 2015, lançado em outubro, o FMI previu que a economia brasileira cresceria 1,4% neste ano e 2,2% em 2016. A expansão da economia mundial seria de 3,8% em 2015 e de 4,0% no próximo ano.
Na atualização dos dados que acaba de divulgar, o Fundo reviu em 0,3 ponto porcentual para menos o desempenho da economia global (crescimento de 3,5% em 2015 e de 3,7% em 2016), mas a revisão das projeções para o Brasil foi bem mais acentuada. Em 2015, o crescimento do PIB será decepcionante, de apenas 0,3% (1,1 ponto porcentual menos do que a previsão de outubro), e, em 2016, de 1,5% (0,7 ponto menos).

O Bird tinha projeções mais otimistas para a economia brasileira. O PIB deveria crescer 2,7% em 2015 e 3,1% em 2016, números que parecem mais condizentes com a história recente da economia brasileira - excluídos, é claro, os quatro anos do primeiro mandato de Dilma Rousseff. Na revisão de suas projeções divulgada na semana passada, reduziu em 1,7 ponto porcentual sua projeção para 2015 (aumento de 1,0%) e em 0,6 ponto a previsão para 2015 (crescimento de 2,5%).

Diversos fatores forçaram a revisão das previsões para o desempenho da economia global e das principais regiões do planeta. Um é a queda da cotação do petróleo (de 55% desde setembro), que alivia pressões sobre os preços nos países importadores, mas cria problemas para os exportadores. A tendência das principais economias (os Estados Unidos fortalecem sua recuperação, mas pioram as projeções para o Japão, a economia europeia continua pouco vigorosa e a chinesa mantém sua desaceleração) também afetou as projeções.

O cenário piorou particularmente para os países exportadores de commodities, como o Brasil, por causa da queda do preço dos produtos mais comercializados e da redução da demanda de alguns dos principais importadores, como a China - maior compradora de minério de ferro, principal item de nossa pauta de exportações.

Mas há fatores internos que afetam o crescimento do País. Nesse ponto, o estudo do Banco Mundial é mais específico do que o do FMI. Entre outros itens que retardam o crescimento, o Bird cita o aumento dos juros pelo Banco Central e o cenário mundial "mais desafiador", com a queda dos preços das commodities e desaceleração da economia chinesa.

A atuação da nova equipe do governo Dilma pode ajudar a elevar o nível de confiança dos brasileiros e até impulsionar o consumo e o investimento, prevê o Bird. Mas, mesmo que faça os ajustes necessários para corrigir os muitos erros cometidos na área econômica durante o primeiro mandato de Dilma Rousseff, o Brasil continuará carente de outras mudanças essenciais e que há muito vêm sendo prometidas. "Apesar da remoção da incerteza eleitoral, a incerteza sobre as políticas fiscal e monetária e a agenda de reformas estruturais permanece elevada no Brasil", diz o Bird. Até agora, o novo governo Dilma não deu sinais de que pretende fazer essas reformas.



"No dia do apagão elétrico, o apagão das promessas da governanta Ou: o PT é ruim de software e de hardware. Ou ainda: Há um cheiro de recessão no ar", por Reinaldo Azevedo, jornalista da Revista VEJA

Recessão em 2015 ?

Vamos ao excelente artigo de Reinaldo Azevedo, jornalista da Revista VEJA, publicado hoje , 20 de janeiro de 2015.

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/no-dia-do-apagao-eletrico-o-apagao-das-promessas-da-governanta-ou-o-pt-e-ruim-de-software-e-de-hardware-ou-ainda-ha-um-cheiro-de-recessao-no-ar/


20/01/2015 às 4:54
No dia do apagão elétrico, o apagão das promessas da governanta Ou: o PT é ruim de software e de hardware. Ou ainda: Há um cheiro de recessão no ar

Que coisa, não!? Faz 20 dias que Dilma tomou posse; há menos de três meses, reelegeu-se presidente. No dia em que o país passa por um black out, ordenado pelo Operador Nacional do Sistema, que atingiu 10 Estados, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy — que os petistas dizem ser um neoliberal — vem a público para anunciar um pacote fiscal que, por si, confessa a falência do modelo petista. Então ficamos assim: o partido é um desastre de hardware e de software. Não está equipado para entender o mundo, e seu sistema operacional é ineficaz para lidar com a realidade. Este 19 de janeiro entrará para a história como uma espécie de dia-síntese de uma era.

O governo decidiu levar R$ 20,6 bilhões da sociedade para seus cofres. Mirou as importadoras, o setor de combustíveis e de cosméticos. E também o crédito da pessoa física. O IOF (Imposto Sobre Operações Financeiras) passa de 1,5% para 3%. O Planalto ressuscitou a CIDE, o imposto sobre combustíveis, e aumentou o PIS/Cofins sobre gasolina —R$ 0,22 por litro — e diesel R$ 0,15. Não se sabe quanto chegará ao consumidor. Mas chegará. A alíquota desses impostos sobre importados também será elevada, passando de 9,25% para 11,75%. Finalmente, equiparou, para efeitos de cobrança de IPI, o atacadista e o produtor da área de cosméticos. Ah, sim: o Comitê de Política Monetária do Banco Central deve anunciar nesta quarta a elevação da taxa de juros em 0,5 ponto percentual, passando a 12,25% ao ano.

Como disse Guimarães Rosa, o sapo pula por necessidade, não por boniteza. Não parto do princípio, como normalmente faria um petista se tais medidas fossem anunciadas por tucanos, de que Dilma age assim por maldade. Mas isso não pode nos impedir de constatar: as contas estavam em petição de miséria, não é mesmo?

A imprensa diz aos quatro ventos que são medidas para recuperar a credibilidade. Tomara que sim! Uma coisa é certa: são medidas recessivas, de contenção do consumo, numa economia que já cresceu perto de zero no ano passado e que tinha um crescimento previsto na casa de 1% antes da majoração da tarifa de energia, do reajuste dos combustíveis, da alta da taxa Selic, da contenção do crédito e da elevação dos juros da casa própria.

O governo prometeu fazer um superávit de 1,2% do PIB em 2015 — R$ 66,3 bilhões. Com o pacote de agora, espera conseguir quase um terço disso. Já passou a faca em mais de R$ 22 bilhões no Orçamento e espera poupar R$ 18 bilhões com regras mais rígidas para a concessão de benefícios previdenciários e trabalhistas. O busílis é que elevação de combustíveis e da taxação de importados também pode pressionar a inflação — que, em tese ao menos, será contida com juros mais altos e diminuição do consumo.

Querem saber? Há um forte cheiro de recessão no ar neste 2015. Mas, consta, esse pode ser o preço a pagar para recuperar a tal “confiança” na economia, o que prepararia o Brasil para crescer. A ser assim, a gente tem uma noção do que o fez o PT, no período, com essa tal “confiança”.

Agora tente explicar, sei lá, a um estrangeiro que não conheça direito as coisas do Brasil a seguinte equação: o governo Dilma está pondo em prática tudo o que jurou solenemente não fazer — embora, reconheçamos, algumas medidas sejam necessárias. Pior: ela esconjurou essas escolhas e disse que elas faziam parte do cardápio de seu adversário, que estaria disposto a atender aos interesses de banqueiros cúpidos. O ministro que ela chamou para implementar essas ações era um alto executivo do maior banco do país e foi secretário-adjunto de Política Econômica e economista-chefe do Ministério do Planejamento do governo FHC, que os petistas dizem ser a fonte de todos os males do Brasil.

Não pensem que isso é virtude, a síntese que resulta da tese e da antítese. É só a consumação de um estelionato e mais uma evidência da picaretagem e do atraso da política brasileira. Antes do apagão de energia, há o apagão de vergonha na cara. Não serei refém intelectual de uma falsa questão: saber se essas medidas são ou não necessárias. Digamos que sejam. A presidente que venceu a eleição disse que não eram. E é preciso que se cobre isso dela.

Por Reinaldo Azevedo