sábado, 29 de novembro de 2014

O colapso das commodities no gráfico do "CRB" Commodities e a perda da faixa de 265

Abaixo 4 graficos do "CRB" Commodities.

O colapso é evidente.....estamos, definitivamente, na mesma dinâmica de crash verificado ao longo de 2008.

Os suportes fortes ou medianamente fortes não seguram mais nada......as divergências altistas de IFR14 e outros rastreadores se acumulam há 5 meses e o índice não dá sinais de melhora.

O primeiro divisor importante perdido foi a faixa de 275.......a faixa logo abaixo seria 265....

Ontem, depois do colapso do barril de petróleo e a perda de outro divisor do Cobre, o "CRB"perdeu a faixa de 265 e foi na mínima bater a faixa de 254.

Visto no gráfico mais amplo de 6 anos (ÚLTIMO GRÁFICO ), podemos ver que, abaixo desse 265, o suporte seria essa faixa mesmo de 250-254.......

Mas, repito, já estamos na mesma dinâmica de 2008......me parece que a perda  de 275 determinou isso.

Isso não quer dizer que uma  forte reversão de curto prazo esteja descartada; pelo contrário, a qualquer momento, podemos tê-la. Nesse caso, poderíamos pensar, num primeiro momento, num pullback na faixa de 275, Numa perspectiva menos pessimista, numa ida insana até a faixa de 290.

Em 2008, a queda foi em linha reta até 210; apenas nesse ponto houve um fortíssimo repique justamente até a faixa de 255, ponto onde parou ontem; ou seja, um repique de 20%.

CRB, tempo diário, escala logaritmica



CRB, tempo SEMANAL, escala logaritmica, período 3 anos

 


CRB, tempo SEMANAL, escala logaritmica, período 4 anos


CRB, tempo MENSAL, escala logaritmica, período 6 anos










sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Uma nova fase para a Seção "O Dia em que o FED aumentou a taxa de juros"......."Brenda Enterson e um novo desafio no Brasil"

Começa aqui uma "nova fase" para a Seção que chamei de um tempo pra cá de "O Dia em que o FED aumentou a taxa de juros".

Essa "nova fase" estará inserida dentro de uma "história", dentro de uma "narrativa".

Nesse caso, a história de "Brenda Enterson".

A periodicidade com que essa história será contada continua "flexível", isto é, sem a rigidez e a necessidade de compreender datas ou tempos rígidos.

Agora, talvez menos rígido ainda, dado o fato de corresponder a uma "narrativa".

Mas, acho que ficará melhor. Menos "formal", mais lúdica, a despeito do tema.

Obviamente, não cabe contar aqui todo o objetivo.

Se não, perde "um pouco da graça".

A história terá a sua própria dinâmica, mas acima de tudo, terá, implicitamente ou não, como pano de fundo a dinâmica do FED americano em conduzir a sua política monetária.

Então, vamos lá......

Espero que gostem....

Obs: O texto sempre será escrito em negrito



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Eram 11:45 da manhã de uma sexta-feira e Brenda Enterson acabara de desembarcar no Aeroporto de Guarulhos, São Paulo.  Estava cansada . E havia motivos para isso.

Além do trabalho estressante inerente ao seu cargo de Diretora de Renda Variável no Mixton Bank, passara a semana inteira pensando e se preparando para o Thanksgiving, o tradicional Dia de Ação de Graças . Para os americanos, uma data tão tradicional quanto o Natal, onde normalmente toda a família se encontra e agradece todos os bons momentos vividos ao longo do ano. É uma data, acima de tudo, de agradecimento, de gratidão. 

Na quarta-feira, véspera do feriado, Brenda estava ansiosa em rever toda a família em Boston, onde nascera e crescera. .Ao sair do escritório, situado num moderno prédio na 69 Street, no coração de Manhattan, passou numa delicatessen e separou uma garrafa de vinho tinto e uma torta de chocolate, itens que prometera a sua mãe para o almoço

De Boston, ainda voltaria para Nova York no fim da tarde para pegar o vôo que a levaria direto para São Paulo, no Brasil.

Antes de procurar seu contato no saguão do Aeroporto de Guarulhos, já na manhã de sexta-feira no Brasil, o lado workaholic de Brenda falou mais alto.

Smartphone na mão, queria saber como estavam os mercados futuros de commodities, depois de saber, mesmo no dia do feriado americano, que o barril de Petróleo rompera a faixa de US$ 70, uma queda de mais de 7% num só dia. 

 Brenda só tinha olhos para o seu smartphone. Nada a preocupava mais naquele momento do que estar conectada novamente ao mundo financeiro. Procurava o  link para o site da Bloomberg,  notícias no "The Wall Steet Journal" e alguns outros que costumava navegar. 

Queria estar antenada no "macro", antes de tocar o solo brasileiro; antes mesmo de começar a se ajustar a sua nova casa nos meses seguintes, São Paulo.

Em 15 minutos, já absorvera muita coisa; já estava "a par" dos vários preços das commodties, dos mercados futuros de ações americanos e europeus.

Não percebera que agora estava sozinha no saguão; não havia mais ninguém por perto; e sua mala andava solitária na esteira do aeroporto.

Inclinou-se pra pegá-la, e finalmente acelerou o passo para procurar o "contato".
Atravessada a porta da "imigração" e do "desembarque", lá estava um homem de uniforme azul e amarelo com uma placa "Brenda Enterson".

Era ele. 
Mala na mão e apenas uma maleta do seu notebook no ombro, Brenda e seu "contato" no Brasil  entraram num carro estacionado 5 minutos dali.

- "Senhora Brenda. Tenho orientações para levá-la para um hotel no Bairro de Moema". Falou Tarcísio num inglês fluente para Brenda.

"Ok. O que tenho anotado é isso mesmo. Hotel em Moema", disse Brenda.

O trânsito da capital paulista já estava menos pesado; afinal, já era 1 da tarde. Assim, Brenda finalmente dava entrada no hotel apenas 50 minutos depois de sair do Aeroporto.

Começava naquele instante uma nova vida para Brenda Enterson. 

Havia alcançado uma trajetória profissional impressionante nos últimos 12 anos. Em 2002, com apenas 21 anos, havia entrado no Mixton Bank como estagiária. 2 anos depois, já operava na mesa de renda fixa. 3 anos se passaram, e lá estava Brenda na meda de renda variável do Mixton. 6 anos depois, chegara a Diretora de Renda Variável, ou seja, com apenas 32 anos. Assim, estava no cargo há apenas 1 ano; e com um novo desafio pela frente.

E, por que o Brasil ?

Dos 6 anos em que operava na mesa de renda variável do Mixton, 2 deles Brenda especializou-se em cobrir os mercados emergentes. Portanto, o Brasil não era "player desconhecido"

E o Mixton Bank via algo no Brasil, a despeito do conturbado momento político. E Brenda fazia parte desse processo




Bovespa - Final de Semana

Fechamento da sexta-feira para o Bovespa em 54.650 pontos, queda de 0,1%

Vou destacar 3 gráficos abaixo....

Todos ainda com uma perspectiva otimista, já que a MME13 está cruzada pra cima sobre a MME21, ou seja, sinal de Compra no curto prazo, tempo diário.

A mais importante observação seria olhar para um canal de alta de curto prazo que parece "querer se formar".....

Nessa dinâmica, talvez tenhamos que vir ali por volta de 53.500-54.000, pra finalmente termos uma outra perna de alta......

O segundo gráfico apenas mostra uma possível LTB, mesmo com vários "candles de fora".....

O terceiro gráfico, periodo de 3 anos, mostra a Média Móvel Simples de 200 períodos em linha vermelha passando ali por volta de 53.600........o que pode enfatizar o canal de alta com um toque nessa faixa......

O objetivo ?

Lá no último topo em 58.800, ou mesmo nos 60.000, inclusive ponto por onde resvala a LTB mais longa que vem lá de 2010


Suportes agora em 54.500, 54.000, 53.700, 53.000 e 52.500

Resistências em 55.000, 55.500, 56.000 e 57.300


Bovespa, diário , escala semi-logarítimica com o canal de alta




Bovespa, diário , escala semi-logarítimica com o canal de alta e a LTB curta




Bovespa, diário , escalasemi- logarítimica e a MA200,em linha vermelha período 3 anos








"Nem Levy sabe se Dilma lhe concedeu autonomia: ‘A gente verá no dia a dia.’", por Josias de Souza, colunista do Portal UOL


Será que sou tão pessimista assim sobre o começo do segundo mandato da Presidente Dilma Rousseff  ?

Será que sou tão pessimista assim sobre o novo comandante do Ministério da Fazenda, Joaquim Levy, subordinado a Presidência da República ?

Ok.....

Vamos ao artigo publicado hoje por Josias de Souza, colunista político do portal UOL, do jornal "Folha de São Paulo":

http://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2014/11/28/nem-levy-sabe-se-dilma-lhe-concedeu-autonomia-a-gente-vera-no-dia-a-dia/


Nem Levy sabe se Dilma lhe concedeu autonomia: ‘A gente verá no dia a dia.’55

Josias de Souza 28/11/2014 06:00

No seu primeiro contato com os refletores na condição de “ministro indicado”, Joaquim Levy revelou-se um entrevistado capaz de produzir muitas certezas, exceto uma. Ele parece intuir que terá autonomia para gerir a pasta da Fazenda apenas até certo ponto. O ponto de interrogação.

A alturas tantas da entrevista coletiva, uma repórter endereçou três perguntas a Levy: terá autonomia para fazer os ajustes fiscais necessários para conter o rombo nas contas públicas? Haverá aumento de impostos? Fica bem para o Brasil aprovar uma lei que altera a meta de superávit primário com o jogo em andamento, como Dilma tenta fazer no Congresso?

Levy respondeu apenas à segunda indagação, ainda assim com o timbre aguado que a transição lhe impõe: “As medidas necessárias para o equilíbrio das contas públicas serão tomadas com análise, com segurança, blá, blá, blá…” Outra repórter voltou ao ponto: qual foi o grau de autonomia que a presidente Dilma conferiu ao senhor para conduzir as mudanças na economia?

“A autonomia, acho que está dada”, disse Levy. “Acho que o objetivo é claro”, começou a desconversar. “Os meios a gente conhece”, rodopiou. “Acho que há suficiente grau de entendimento dentro da própria equipe”, continuou dando voltas. “Então, acho que essa questão é… Essa questão, aliás, ela vai se responder de maneira bem tranquila. Na verdade, a gente vai ver no dia a dia como é que ela ocorre.”

Quer dizer: nem Levy sabe se Dilma deixará Levy fazer o que precisa ser feito para consertar o estrago que Dilma deixará como herança para si mesma. O grande problema é que os quatro anos de desmantelo do primeiro mandato não serão corrigidos do dia para a noite.


No governo, os economistas tomam suas melhores decisões, apertam os botões e têm de esperar pelos efeitos. Que talvez só comecem a chegar a partir de 2016. Ou talvez nem cheguem. Nesse jogo, é preciso ter persistência e paciência. Dilma sofrerá pressões políticas hediondas para livrar-se de Levy. Conseguirá resistir à inevitável impopularidade da travessia?





O Colapso das commodities só mudou de mãos hoje.......A "bola da vez" é o COBRE.....queda de 3,4%....perdeu o suporte do ínico do ano...ronda as mínimas de 2010

CRB Commodities já opera "em cima" do "forte" suporte de 260 pontos.....queda de 2,6%

FORTE ? Existe "forte" suporte para as commodities no estágio atual ?

A "bola da vez" hoje é o COBRE

Revezamento ente as commodities.......cada semana, cada dia, o colapso passeia entre as várias classes de commodities..

COBRE perdeu a faixa de 2,95 do ínicio do ano.....de 2012.....2013.....

Perdeu ....veio procucar a faixa de 2,85......faixa de junho de 2010

Abaixo de 2,845 apenas 2,725, mínima de abril de 2010


quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Bovespa em 27-11-2014

Possibilidades em aberto ainda para o Bovespa.

Hoje, mais uma queda....fechamento em 54.720, queda de 0,68%.

O fato de ter perdido a faixa importante de 55.000 pontos preocupa.....

No entanto, pode ter sido apenas uma queda pra fazer um pullback na antiga resistência de 54.600, praticamente a mínima de hoje.

Podemos ver também, pela perspectiva otimista, que a queda faz com que as bandas estreitem e o índice possa ir, ou na Média Móvel Exponencial de 21 períodos marcada em "vermelho" no segundo gráfico abaixo, ou na Média Móvel Simples de 200 períodos marcada em "vermelho" no primeiro gráfico abaixo...

Ou seja,,,,,ainda seria uma queda pra respirar um pouco depois da alta forte dos 50.800 aos 57.300.....

Suportes agora em 54.500, 54.000 e 53.500-53.700....depois, a mais forte em 52,000

Pra cima, melhora se romper 55.000; depois 56.000 , 57.000 e 57.300-57.500..


Bovespa, diário, escala logarítmica com as MA'S 50 e 200




Bovespa, diário, escala logarítmica, com as MME's 13 e 21







O novo Ministro da Fazenda no Governo Dilma....ou......."Comercial de Dilma - Independência de Banco Central pode fazer com que você passe fome (11/9/2014)"

blá....blá....blá....blá....

O que você prefere ouvir sobre a nomeação OFICIAL hoje do Economista Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda ?

Prefere ouvir que ele foi Diretor da Bradesco Asset Management ?

Ou.....

"Comercial de Dilma - Independência de Banco Central pode fazer com que você passe fome (11/9/2014)" na época da Propaganda Eleitoral do PT ?

Não vou falar nada....

Tirem vocês as conclusões....











Já viram uma entrevista de CEO brasileiro interferir no preço de uma commodity ? Pois sim.....segundo a mídia australiana, a alta de 2,5% do preço do minério de ferro hoje foi influenciada pela entrevista do Presidente da VALE

São 8:28 da manhã de sexta-feira na Austrália nesse momento

Notícias matinais já percorrem as mídias e portais de notícias australianos....

E uma novidade....

Segundo o ponto de vista do "The Australian Business Review", o rally de alta do minério de ferro hoje foi provocado, influenciado pela entrevista dada pelo Presidente da VALE, Murilo Ferreira....

Murilo Ferreira disse, numa entrevista que percorreu o mundo, que o preço do minério de ferro deve sofrer uma reversão em 2015 pra algo em torno de US$ 85 impactado pela redução de oferta do mínério em todo o mundo já que os "produtores de alto custo" não conseguiriam se manter no negócio.

E, segundo o " The Australian Business Review" tal comentário teria sido a ignição para o rally de alta de 2,5% do preço do mínério de ferro hoje...

Apenas um complemento....Por que as principais notícias sobre o minério de ferro vem, com grande frequência, da Austrália ?

Ora...porque 2 das 3 maiores mineradoras do mundo, BHP Biliton e Rio Tinto são empresas "anglo-australianas"

Vejam a notícia abaixo:

http://www.theaustralian.com.au/business/news/iron-ore-price-rallies-as-vale-tips-recovery/story-e6frg906-1227137735012

Iron ore price rallies as Vale tips recovery
DANIEL PALMER BUSINESS SPECTATOR NOVEMBER 28, 2014 7:14AM

THE iron ore price has enjoyed a rare positive trading day, surging 2.5 per cent in overnight trade as mining giant Vale tipped a recovery in the commodity’s value.

At the end of the latest offshore session, benchmark iron ore for immediate delivery to the port of Tianjin in China was trading at $US69.70 a tonne, up 2.5 per cent from its previous close of $US68 a tonne, which was a five-year low.

Prices however remain 50 per cent below where they were at the start of the year and the commodity is still on track for a fourth straight week of falls after an October rally led it briefly back above $US81 a tonne.

The latest rebound came as key iron ore supplier Vale promoted expectations the iron ore price could return to an average range of $US85 to $US90 a tonne next year.

“There was a lot of volatility in prices this year and the market is undershooting at the moment and this will bring about a correction,” Vale boss Murilo Ferreira said, according to Bloomberg.

“This correction will come through the closure of many inefficient miners of high cost and poor quality iron ore.”

Despite the overnight gains BHP Billiton lost 2.4 per cent in London trade overnight, hurt by its exposure to oil markets as crude tumbled to a new four-year low.

Rival Rio Tinto fared better, with its UK-listed stock adding 0.3 per cent.



Barril de Petróleo entra em colapso no intraday ao cair mais de 8%....queda agora é de 7%

Um colapso como há muito não víamos....

Não satisfeito em cair cerca de 30% nos últimos 4-5 meses, o barril de petróleo rompe a faixa de 74,00, não para nem na faixa de 70,00 e faz a mínima em 67.77, um pouco abaixo da mínima de novembro de 2009.

Um colapso no intaday no rastro do colapso que atinge várias classes de commodities nos últimos 4-5 meses.....

A queda no intraday, na mínima, é superior a 8%

Agora, a queda está em 7%.....operando em 69.00.......


Vejam abaixo o gráfico no tempo diário e semanal

Crude Oil, diário



Crude Oil, SEMANAL - período 6 anos






quarta-feira, 26 de novembro de 2014

"Dilma se encontra com Boff e Betto, os autores que criaram a obra que rivaliza com a Galinha Pintadinha. Ou: O Bebê Capeta de Frei Betto", por Reinaldo Azevedo

Na  boa gente......

Tava aqui pensando.....o que vou colocar no blog....

Gráficos ?

Commodties ? Arghhhhh.......que coisa horrorosa...meu Deus !.....

Que crash !!!,,,,,,,

Vou falar do BrasiL ?

Putz....

tava até conversando com um amigo meu ontem no almoço.....

Comentei que vivemos um momento pior do que os anos 80......

Era criança-adolescente naquela época.....mas me lembrava  que havia saúde e educação públicas boas....

Dava pra ir numa emergência de um hospital público e ser atendido rapidamente....tínhamos uma escola pública de qualidade.....

Hoje, a classe média, além de ser massacrada por uma inflação alta, destrói seu orçamento com plano  de saúde e escola privada desde o "jardim de infância".....

Não estamos bem....

E os próximos 4 anos....5 anos....6 anos....não serão bons....

já disse isso mil vezes.....

o PT destruiu tudo........e isso, a despeito de ter surfado talvez a maior bolha das commodities dos últimos 100 anos......

Temos uma imensa estrada a recuperar .......e não há esperança que isso possa ser recuperado no curto prazo...

Precisaríamos de um novo "Plano Real".......e pra isso não basta um "economista conservador", como Joaquim Levy.....

É preciso muito......mas, muito mais do que isso.....

Estou aqui,,,,,,,,lendo várias coisas.........TV ligada......som........lendo um ou outro gráfico....

Me deparei com o post do jornalista Reinaldo Azevedo, da Revista Veja......

Nada melhor do que esse artigo nesse momento...

Mostra o ponto em que estamos....

Deprimente.....deprimente.......deprimente.....

Já disse mil vezes ?

Então...vamos lá....1.001 vezes....

tá difícil......

Preparem-se.........

Texto do jornalista Reinaldo Azevedo abaixo

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/dilma-se-encontra-com-boff-e-beto-os-autores-que-criaram-a-obra-que-rivaliza-com-a-galinha-pintadinha-ou-o-bebe-capeta-de-frei-betto/


26/11/2014 às 22:18
Dilma se encontra com Boff e Betto, os autores que criaram a obra que rivaliza com a Galinha Pintadinha. Ou: O Bebê Capeta de Frei Betto

Ai, ai… Lá vamos nós. A presidente Dilma Rousseff decidiu receber nesta quarta dois representantes do próprio hospício mental para tratar, segundo entendi, de tema nenhum, numa evidência de que a suprema mandatária pode andar meio desocupada. Leonardo Boff, suspeito de ser teólogo, e Betto, suspeito de ser frei, estiveram com a governanta. O encontro acontece um dia depois de a dupla ter assinado um dito “manifesto de intelectuais petistas” contra a indicação de Joaquim Levy e Kátia Abreu para, respectivamente, os ministérios da Fazenda e da Agricultura. Hein? Intelectuais petistas? Isso é como cabeça de bacalhau e enterro de anão. Alguém já viu? Se intelectuais, como petistas? Se petistas, como intelectuais? A obra de maior peso escrita pela dupla se chama “A Galinha e a Águia”, que costuma aparecer, nas livrarias, ao lado de “A Galinha Pintadinha”.

Betto e Boff são expoentes de uma certa teologia que costumo chamar de “Escatologia da Libertação”. Por alguma estranha razão, a dupla acredita que Deus discrimina os viventes segundo a conta bancária e a filiação partidária. Acham que o Altíssimo é compatível, por exemplo, com Fidel Castro. Já chego lá. Disse o Boff ao jornal O Globo: “Ela [Dilma] mesma não promoveu muito contato com as bases, porque se ocupava muito com a administração dos grandes projetos. E ela disse que, a partir de agora, será um ponto alto do seu governo, um diálogo permanente, contínuo, orgânico com os movimentos sociais e com a sociedade em geral”

Audácia do Boff! É o mesmo chororô de Gilberto Carvalho, segundo o qual os “movimentos sociais”, que mobilizam não mais do que alguns poucos milhares de pessoas, devem tomar, na cabeça e na agenda do governante, o lugar de milhões de pessoas. Mas Dilma os recebeu, não é? E eles representam quem, além da própria loucura? Loucura?

Sim. O dito Frei Betto criou o seu próprio “Pai Nosso”. É verdade! Começa assim: “Pai-nosso que estais no céu, e sois nossa Mãe na Terra, amorosa orgia trinitária, criador da aurora boreal e dos olhos enamorados que enternecem o coração, Senhor avesso ao moralismo desvirtuado e guia da trilha peregrina das formigas do meu jardim (…)”. Para Ler a íntegra, clique aqui. Não ficou nisso. Ele também criou a “Ave Maria” latino-americana. Assim (íntegra):

Ave Maria,
grávida das aspirações de nossos pobres,
o Senhor é convosco,
bendita sois vós entre os oprimidos,
benditos os frutos de libertação
do vosso ventre.

Ele é autor de uma outra peça imaginosa, em que Santa Tereza d’Ávila transa — sim, leitor, faz sexo, faz aquilo naquilo — com Che Guevara e… engravida. Teria nascido o Bebê de Rosemary?

Dilma decidiu dar trela a essa gente. É bem provável que não tenha se aproximado da janela em nenhum momento, né? Não custa ser precavido. Ah, sim: Boff, o audacioso, disse não ter debatido nomes de ministros com a presidente. Que bom, né? Afinal, ninguém o elegeu para isso. Ainda que essas duas personagens tenham um apelo, digamos, momesco, ao recebê-las com certa solenidade, Dilma exibe sinais preocupantes, como se estivesse a purgar os pecados do realismo, ajoelhando-se no altar de heresias delirantes.

Vade retro!



"“O mais adequado foi a consideração que fez meu amigo Armínio Fraga, que disse que via na indicação de Joaquim Levy algo como se um grande quadro da CIA fosse convocado para dirigir a KGB”, afirmou Aécio. ", por Revista VEJA

Mais um pouco sobre a esquisita, ou não tão esquisita, possível nomeação de Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda

E, por que "não tão esquisita" ?

Ora....porque fizeram "o mesmo" com o Henrique Meirelles em 2003 para dirigir o Banco Central...

Pra quem não se lembra, Henrique Meirelles havia sido Presidente do antigo "BANKBOSTON".....

Mais.....era filiado ao PSDB.(posteriormente desfiliou-se do PSDB)....

No entanto, para o PT convencer o mercado de que daria ao Brasil um "perfil sério", nada mais "natural" do que colocar alguém alinhado ao PSDB e "Ex-presidente" de um banco internacional para dirigir o Banco Central....

O Brasil surfou a bolha das commodities entre 2004 e 2010 e o resto já sabemos...

Lambuzaram-se com o dinheiro....desperdiçaram uma imensa janela de oportunidade para fazer a Reforma Tributária e tantas outras....enfim....

Acabou a festa, e estamos num "beco sem saída"......

E o que fazer agora ?

Ora....o mesmo !!!

Sim !!!

O mesmo !!

Põe alguém alinhado com o PSDB.......e egresso do mercado financeiro....

A receita vai dar certo ??

Não.....acho que não....

O momento é outro.....nós não temos a bolha das commodities......estamos numa iminente e drástica mudança no quadro mundial em face do iminente aumento das taxas de juros americanas....

E todos sabemos das idas e vindas do PT......

Afinal.....são 12 anos........12 anos de sofrimento......

Basta ver......como já explicitei hoje, o comportamento do PT e da base aliada na tentativa de mudar a meta fiscal na Comissão Mista de Orçamento......

Melhor ficarmos com as palavras do Senador Aécio Neves, do PSDB, hoje na Tribuna do Senado....

Matéria crédito Revista VEJA:

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/aecio-convidar-levy-para-fazenda-e-como-convocar-agente-da-cia-para-dirigir-a-kgb


Congresso
Aécio: 'Convidar Levy para Fazenda é como convocar agente da CIA para dirigir a KGB'

Senador comentou escolha de Dilma por um profissional mais alinhado ao PSDB e que colaborou informalmente na campanha do tucano ao Planalto

Laryssa Borges, de Brasília

Adversário da petista Dilma Rousseff nas eleições presidenciais, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) ironizou nesta terça-feira a decisão da presidente de indicar o economista e ex-secretário do Tesouro Joaquim Levy, de perfil conhecidamente liberal, para o Ministério da Fazenda. Para o parlamentar, a escolha de um profissional mais alinhado ao PSDB e que colaborou informalmente na campanha do tucano ao Palácio do Planalto é o equivalente a, em tempos de Guerra Fria, indicar um alto quadro da agência de inteligência dos Estados Unidos para trabalhar no então serviço secreto soviético.

“O mais adequado foi a consideração que fez meu amigo Armínio Fraga, que disse que via na indicação de Joaquim Levy algo como se um grande quadro da CIA fosse convocado para dirigir a KGB”, afirmou Aécio. Para o tucano, diante do centralismo exacerbado da presidente Dilma Rousseff na condução da economia, também não há garantias de autonomia para o sucessor de Guido Mantega na pasta. “Não sei que condições ele terá para trabalhar”, resumiu.

Ao longo da campanha presidencial, a propaganda partidária de Dilma Rousseff elegeu o ataque a bancos privados e ao economista Armínio Fraga, ligado a Levy, como um dos principais focos de críticas às propostas do então candidato do PSDB. Em propaganda na TV, a campanha petista afirmou que Armínio Fraga, que assumiria o Ministério da Fazenda em um eventual governo Aécio, esvaziaria o papel dos bancos públicos. O PT também bateu na tecla de que seus adversários defenderiam interesses de banqueiros em detrimentos das necessidades mais imediatas da população.

Ex-secretário do Tesouro no governo Lula, Joaquim Levy já trabalhou no Ministério do Planejamento no governo Fernando Henrique Cardoso, integrou os quadros do Fundo Monetário Internacional (FMI) e atualmente está no Bradesco Asset Management.



terça-feira, 25 de novembro de 2014

O que é mais importante ? Sinalizar o Economista Joaquim Levy para o comando do Ministério da Fazenda ou assistir ao deprimente comportamento do PT e da base aliada ontem na defesa da mudança da meta fiscal ?

O que é mais importante ? Sinalizar o Economista Joaquim Levy para o comando do Ministério da Fazenda ou assistir ao deprimente comportamento do PT e da base aliad ontem na defesa da mudança da meta fiscal ?

O que vimos ontem foi apenas um passo.....apenas um passo antes da proposta de mudança da meta fiscal do Governo Federal seguir para aprovação no Congresso....

Mas é um sinal mais do que forte de que o Governo Federal não mudou uma vírgula em seu comportamento de cortar gastos, ser eficiente, punir o desperdício pra colocar o Brasil numa outra rota, numa outra dinâmica na condução da política econômica.

Como eu disse aqui, em outras palavras, no final de semana...

O que é mais importante ? Sinalizar o Economista Joaquim Levy para o comando do Ministério da Fazenda ou assistir ao deprimente comportamento do PT e da base aliada ontem na defesa da mudança da meta fiscal ?


Leiam o texto abaixo e concluam vocês mesmos....

Mudou alguma coisa ?

Com ou sem Joaquim Levy ?

Crédito: Portal G1



5/11/2014 00h16 - Atualizado em 25/11/2014 00h52
Comissão aprova texto final de projeto que abandona a meta fiscal

Texto deverá ser analisado nesta terça pelo plenário do Congresso.
Projeto libera o Executivo de economizar para pagar juros da dívida.

A Comissão Mista de Orçamento aprovou nesta segunda-feira (24) o texto final do projeto de lei que autoriza o Executivo a economizar menos para pagar os juros da dívida pública, que é o chamado superávit primário. A proposta foi votada após aprovação do texto-base da matéria, seguida da rejeição de todos os 39 destaques (trechos que alteram o teor do projeto otiginal).

A matéria segue agora para análise do plenário do Congresso Nacional, que tem a próxima sessão marcada para esta terça-feira (25). Antes de votar o projeto da meta fiscal em plenário, os deputados e senadores ainda precisam analisar 38 vetos presidenciais e quatro projetos de lei que trancam a pauta.

O projeto permite ao governo abater da meta fiscal os gastos com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e as desonerações tributárias concedidas ao longo do ano. Na prática, o governo poderá fechar o ano até com deficit nas contas públicas. Os oposicionistas acusam o governo de ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal ao mudar a meta fiscal, fixada inicialmente em R$ 116,07 bilhões, para conseguir fechar as contas em 2014.

Ao final da sessão, o relator do projeto, senador Romero Jucá, negou que a aprovação na comissão representasse uma “vitória do governo”. Para ele, representa uma “vitória da razão”. “Temos que ajustar as contas públicas. Temos que ter a LDO sintonizada com a realidade da economia de 2014 e preparando a economia de 2015. Na verdade, aqui não é uma disputa entre oposição e governo. A minha posição é uma posição técnica”, disse.

O líder do DEM na Câmara, Mendonça Filho (PE), criticou a condução da votação. Segundo ele, o projeto foi aprovado “rasgando o regimento interno da Casa”.

O deputado acrescentou que os partidos da oposição pretendem dificultar a votação no Congresso. “No plenário do Congresso Nacional, a coisa vai ser diferente, vai ter muito mais espaço para que a gente possa obstruir o processo de votação e mostrar ao Brasil que essa maquiagem que está sendo consagrada através da alteração da LDO, na verdade, reforça a situação econômica do Brasil”, afirmou.

Antes de analisar os destaques do texto, a comissão precisou votar duas vezes o texto-base da matéria. A primeira análise foi anulada depois de críticas da oposição. O texto foi aprovado, inicialmente, por meio de votação simbólica (sem contagem dos votos), mas parlamentares oposicionistas pediram que uma nova votação fosse feita com contagem de votos, alegando descumprimento de normas regimentais durante a análise. Nova votação foi realizada e o texto-base, mais uma vez, foi aprovado.


Seção : "O Dia em que o FED aumentou as taxas de juros"........Fundos e Bancos têm testado vários cenários tentando se antecipar ao "D +1"

O que acontecerá aos mercados mais líquidos do mundo no momento em que o FED aumentar as taxas de juros ?

O que acontecerá aos mercados de títulos no momento em que o FED aumentar as taxas de juros ?

O que acontecerá aos mercados de câmbio no momento em que o FED aumentar as taxas de juros ?

O que acontecerá aos mercados de ações no momento em que o FED aumentar as taxas de juros ?

São muitas perguntas.....nenhuma delas sabemos "ao certo".....

No entanto, fundos e bancos têm tentado se antecipar a esse momento....

Como ?

Fazendo "testes" com vários cenáios.....

É uma maneira eficaz ?

Penso que não........muitas vez a irracionalidade toma conta do mercado....afinal, todos somos seres humanos.....

Mas, não custa........tentar......

Vamos a matéria publicada ontem no site "businessinsider" mostrando-nos um pouco dessas especulações....

O que os fundos e bancos estão fazendo e pensando a respeito desse momento.....ou, mais especificamente, como eles estão buscando se antecipar ao fatídico "D + 1"

Crédito: "businessinsider.com" / Reuters

http://www.businessinsider.com/r-fund-boards-management-go-on-high-alert-around-bond-liquidity-2014-11


'When All Of A Sudden The Most Liquid Market Out There Isn't Liquid, It's Worrisome'
 Reuters
JESSICA TOONKEL, REUTERS
NOV. 24, 2014, 1:05 AM
US fund firms are taking extra measures to make sure they don't get stuck holding hard-to-sell bonds in the event that fixed income markets see a massive race to the exits when interest rates start to rise.

Over the past few months a growing number of asset managers, including Neuberger Berman, Natixis Global Management, and T. Rowe Price have been testing their funds against various market scenarios, building cushions of cash, shorter-duration bonds, and other liquid securities, and regularly discussing risks with their boards.

The concern is this: As the Federal Reserve begins to raise rates, which many expect will begin to happen next year, investors will rush to sell bonds as their value drops in a rising interest rate environment. Historically Wall Street banks have been the buyers of these bonds, but regulations and capital requirements imposed since the financial crisis have forced these firms to slash their inventories.

"I look around and ask, 'At the end of the day how easy would it be to sell what I own?', and the answer is it is much more challenging," said Jason Brady, a fixed income portfolio manager at Sante Fe, New Mexico-based Thornburg Investment Management, which has $70 billion in assets under management, $17 billion of which is in fixed income.

Wall Street's biggest banks don't believe the Fed will raise rates until the middle of next year at the earliest. In a survey taken in early October, 14 of the 19 primary dealers, or the banks that deal directly with the Fed, said they expected the first rate hike by June 2015, with borrowing costs rising to 1 percent at the end of that year.

But fund managers say they are already seeing signs of it getting harder to buy and sell bonds.

Many managers were spooked in mid-October, when the yield on 10-year Treasury notes fell quickly to 1.865 percent, their lowest level since May 2013.

"When all of a sudden the most liquid market out there isn't liquid, it's worrisome," Brady said.

Buffers

Thornburg and T. Rowe are among a number of firms that have increased their allocations to cash to provide their portfolios with a buffer in the case of a liquidity crunch. Thornburg's $1.3 billion Strategic Income Fund has increased its allocation to cash to 13 percent from 10 percent last year and has also increased its holdings in shorter-duration bonds and high grade investment debt, Brady said.

T. Rowe's High Yield Fund has 3 percent in cash, up from 1 percent a year ago, said Mark Vaselkiv, manager of the fund.

Instead of cash, Natixis has built up a reserve of as much as 20 percent in some of its mutual funds in higher quality, non-US securities, like bonds denominated in Australian and Canadian dollars, said David Lafferty, chief market strategist at Natixis. As of Sept. 30, Natixis had $894.3 billion in assets under management, and its subsidiary, Boston-based Loomis Sayles & Co, had $223.2 billion.

Firms, like the New York-based Voya Investment Management, which uses third-party managers to subadvise its funds, now give high-yield bond managers up to three days notice before it makes big redemptions out of those funds to make sure they can get the money in an orderly and timely fashion, said Paul Zemsky, CIO of multi-asset strategies at Voya, speaking on Tuesday at the Reuters Global Investment Outlook Summit in New York.

One particular area of concern regarding liquidity is in bank loan funds, which typically invest in loans made to non-investment-grade companies, because these loans can take weeks to settle. To address this, T. Rowe, like many firms, has a line of credit that it can use in the event of a liquidity crunch. Over the past year, the firm has doubled its line of credit to $300 million, Vaselkiv said.

Board Dialogue

Concerns about bond liquidity have made it up to the fund board level at companies, George Walker, chief executive officer of New York-based Neuberger Berman, told attendees of the Securities Industry and Financial Markets Association's annual conference in New York on Oct 10.

"It is a bigger part of the dialogue at our boards," Walker said.

Similarly, at the request of board members and its parent company, Natixis, Loomis Sayles' head of investment risk management earlier this month held a session on bond market liquidity for the Natixis fund board of trustees, detailing new monitoring procedures they have implemented to gauge liquidity, Lafferty said.

Regulators are also more routinely talking to traders about the issue, executives said. On Wednesday, T. Rowe's bond traders met with the Securities and Exchange Commission to discuss bond liquidity, Vaselkiv said.

T. Rowe looks at days on which there was the most intense redemption activity and tests how long it would take to liquidate its high-yield fund. "We look at how much could we do in one day, one week and one month," he said.

In the end, however, the best way managers can get comfortable with liquidity concerns is to be prepared to hold on to the bonds in their portfolio for the long-term, said Margie Patel, senior portfolio manager at Wells Capital Management, speaking Thursday at the Reuters summit.

"Liquidity is illusory for most bonds," she said. "The only time you need it is when you can't get it." 

(Reporting By Jessica Toonkel; Additional reporting by Ross Kerber and Sam Forgione; editing by Linda Stern and John Pickering)




Bovespa em 24-11-2014

Bovespa fechou em queda de 1,2% , em 55.400

Abriu em alta e bateu na máxima em 57.350.....nem sei o porquê,,,,,,,já que as resistências "mais óbvias" eram 57.000 e 57.500.....aliás,uma faixa forte e importante....

Coisas de renda variável....

Depois de sair praticamente em linha reta de 51.000 pra 57.350, era "natural" que houvesse uma queda....

Aquela cunha que montei na sexta no tempo diário se desfez.....

Mas, mantemos o monitoramento no tempo "60 minutos" com uma LTA passando hoje por volta de 54.700....destacada abaixo....

MME13 colou na MME21.....ambas já embicadas pra cima.....o que deixa o Bovespa muito próximo de dar uma esperança do rompimento de 58.800, último topo....


Bovespa, tempo "60 minutos" e a LTA curta, escala semi-logarítmica



Bovespa, tempo diário e a s MME'S 13 (em azul)  e 21 (em vermelho) embicadas pra cima e "coladas"





domingo, 23 de novembro de 2014

Curiosidades do pregão da última sexta-feira......rompimento de LTB Longa (10 meses) "OIBR4"


Curiosidades do pregão da última sexta-feira

rompimento de LTB Longa (10 meses)  "OIBR4" ....com fortes divergências altistas de IFR14, MACD e histograma no tempo SEMANAL

OIBR4, Semanal, escala semi-logarítmica





Hora do Recreio: "A história da Starbucks".....O momento em que ela passa de "atacadista" para "varejista"

Abaixo, um pouco da história da Starbucks.

O "documentário" é mais longo....

Aqui, apenas a parte 1

A parte onde mostra a Starbucks como uma empresa que atuava no setor "atacadista" (uma "espécie de atacadista).....não era uma loja que atendia o público pra consumo interno...vendia os grãos para que fossem consumidos em casa.

Howard Schultz, o "ícone" e "líder" da Starbucks como a conhecemos hoje, a transforma de uma loja atacadista para uma "loja varejista".

A partir de então a Starbucks passa a atender o público para consumo interno nos moldes dos cafés "europeus".











Vale a pena ter uma estatal "nas nossas costas" ?......"Petrobras gastou R$ 765 milhões em transações extrajudiciais", por Agência O Globo

R$ 765 milhões.......

Não......você não leu errado.....

3/4 de Bilhão de Reais......o gasto da Petrobrás em 56 transações extrajudiciais........

Dinheiro que serviria pra reformar quantos hospitais ?

Dinheiro que serviria pra desonerar "quanto" da insana carga tributária que recai sobre o micro, pequeno, médio e grande empresário ?

Dinheiro que serviria pra desonerar "quanto" da insana carga tributária que recai sobre a classe média brasileira ?

Pensem nisso....

Pra que serve uma estatal "nas nossas costas" ?

Pra nada !!!

Nada !!

Absolutamente nada !

Vejam a matéria públicada hoje pelo Jornal "O Globo"

Crédito: Portal MSN /Agência Jornal "O Globo"

http://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/petrobras-gastou-rdollar-765-milh%C3%B5es-em-transa%C3%A7%C3%B5es-extrajudiciais/ar-BBfnrDl?ocid=mailsignout


Petrobras gastou R$ 765 milhões em transações extrajudiciais

SÃO PAULO - Negociações conduzidas pelo ex-diretor de Serviços Renato Duque e o ex-gerente-executivo de sua diretoria Pedro Barusco levaram a Petrobras a pagar pelo menos R$ 764,9 milhões em 56 transações extrajudiciais — mecanismo que permite a fornecedores fazer acordos com a contratante quando os contratos já estão encerrados e para evitar que divergências sobre pagamentos cheguem à Justiça.

Levantamento do GLOBO em documentos classificados como sigilosos pela estatal mostra que os dois funcionários, acusados de corrupção no âmbito da Operação Lava-Jato, da Polícia Federal (PF), tinham poder dentro da companhia para levar à Diretoria Executiva soluções com risco de lesar a empresa. Sob orientação da dupla, a estatal pagou milhões a fornecedores que alegaram prejuízos decorrentes de raios e chuvas, condições de solo imprevistas e até descoberta de formigas em extinção em área de obra.

Em apenas um dos acordos avalizados pela dupla, a estatal aceitou pagar R$ 112,8 milhões ao consórcio Propeno, formado por duas investigadas na operação da PF, a UTC Engenharia e a Odebrecht, a título de “serviços complementares e excepcionalidades” relacionados à construção da unidade de propeno da Refinaria Henrique Lage, em São José dos Campos (SP).

Com valor de R$ 339,9 milhões, o contrato tinha previsão de término em julho de 2008, menos de dois anos depois de ser assinado. No entanto, Odebrecht e UTC entregaram a obra um mês antes, em junho de 2008. A Petrobras aceitou desembolsar mais R$ 34,5 milhões, “devido à extensão do prazo que a contratada faria jus e não pleiteou, adicionando, ao contrário, recursos para manutenção de prazo contratual previsto”, segundo registro de documento oficial da estatal. Outros R$ 7,8 milhões foram pagos em função de gastos diretos e indiretos decorrentes de “um excedente na previsão de horas paradas em função da incidência de raios e de chuvas”. Fechado em novembro de 2008, o acordo ainda previu uma atualização monetária de R$ 11,1 milhões, por considerar a data-base do contrato, junho de 2006.

Procuradas pelo GLOBO, Petrobras e UTC não quiseram se manifestar. A Odebrecht informou que seus contratos “foram firmados em total regularidade” e que “a transação extrajudicial é um procedimento comum”. Argumentou também que seu contato com a Petrobras ocorre “dentro da lei, com ética e transparência”.



sábado, 22 de novembro de 2014

Vocês conhecem o "CDPP" (Centro de Debate de Políticas Públicas) ?.É de um texto intitulado "Sob a Luz do Sol", "pendurado" no site do "CDPP", que podemos nos balizar, nos guiar

Vocês conhecem o "CDPP" (Centro de Debate de Políticas Públicas) ?

Quem não conhece, vamos apresentá-lo.....

Como disse ontem.....não me importa quem vai ser o Ministro da Fazenda.....

É claro que tal afirmação carrega um pouco de exagero.....

Mas em países "governados pelo Partido dos Trabalhadores".....

Uauu!!

Somos nós !!

Em países "governados pelo Partido dos Trabalhadores", um Ministro da Fazenda não faz diferença;.....

Faz diferença o que "sua  chefe" faz.....fala.....ouve.....produz......conduz...

Nesse quesito......bom.....nesse quesito........nesse quesito.......deixa pra lá.......

É de um texto intitulado "Sob a Luz do Sol", "pendurado" no site do "CDPP" (Centro de Debate de Políticas Públicas), que podemos nos balizar.....nos guiar....

Não representa o "cálice supremo" do "Brasil Maravilha"....

Mas ajuda muito......

Enquanto não lermos e vermos nas palavras e atitudes da Chefe da Nação o texto que passamos a reproduzir, "Sob a Luz do Sol", de nada adianta um Ministro da Fazenda A, B ou C....

A apresentação do "CDPP" se dará por uma matéria do Jornal Folha de São Paulo, do dia 21-09-2014, portanto, há apenas 2 meses.

Logo abaixo, o texto "Sob a Luz do Sol", texto produzido pelo próprio "CDPP" e que será explicado...

Ressalto que apenas destacarei aqui a "Parte 1" do "documento", dada sua extensão...mais, no próprio site do instituto

Aqui, o link do "CDPP": http://cdpp.org.br/novo/
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Economistas abrem versão de Casa das Garças em São Paulo
21/09/2014 - Fonte:  Folha de S. Paulo Online


Uma casa na rua Ibiapinópolis, no Jardim Paulistano, já recebeu Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente pelo PSDB, Marina Silva, presidenciável pelo PSB, e Fernando Haddad, prefeito pelo PT.
Na última sexta (19), foi a vez de um ex-integrante do Federal Reserve, o banco central americano, falar sobre a política monetária dos EUA.

É assim a nova rotina na Casa Ibiá, imóvel recuperado por iniciativa do empresário Marcos Lederman e que virou sede do CDPP. O Centro de Debate de Políticas Públicas é um "think-tank" (tanque de pessoas pensando, na tradução literal do inglês).

A arquitetura, a discrição dos integrantes e a linha de pensamento dos economistas faz com que o lugar se assemelhe à famosa Casa das Garças carioca. Enclave do debate econômico encrustado no Leblon, foi fundado por Edmar Bacha e Dionísio Dias Carneiro, saídos da PUC-Rio.

Pela época em que foi criada em 2003, no fim da era FHC e pela associação dos seus fundadores com o governo do PSDB, a Casa das Garças acabou rotulada como "ninho tucano". O CDPP, enfatizam seus associados, quer ser apartidário.

Casa, nos Jardins, tem arquitetura modernista dos anos 50 e foi projetada por escritório de Niemeyer
Foi FHC quem fez a palestra inaugural da Casa Ibiá, no fim do ano passado. Na plateia, estavam ex-ministros de seu governo, como Pedro Malan e Celso Lafer, lembra-se um dos presentes.
Foi um dos eventos que mais encheram o auditório, que comporta 50 pessoas. Também foi assim na apresentação de Marina Silva sobre sustentabilidade, feita antes de ela se tornar candidata pelo PSB. Até filhos dos associados foram neste dia.

O CDPP tem hoje 40 sócios e um site. Lá aparecem nomes como os de José Berenguer, presidente do JP Morgan no Brasil, José Olympio Pereira, do Credit Suisse, e Pedro Moreira Salles, um dos acionistas do Itaú Unibanco.

Dirigido pelo ex-presidente do Banco Central Affonso Celso Pastore, um dos sócios-fundadores, o clube vive da contribuição dos membros e por enquanto não aceita patrocínios. "Meu sonho é um dia chegar em alguma coisa parecida com o Peterson Institute", diz Pastore.
Foi no renomado "think-tank" americano onde nasceu, nos anos 1990, o "Consenso de Washington" um receituário de reformas para os países da América Latina que incluíam privatização de estatais e abertura comercial e é considerado o marco do neoliberalismo na região.

ORTODOXIA NO DNA

A linhagem dos economistas reunidos na Casa Ibiá é ortodoxa, assevera Pastore, referindo-se a uma tendência que advoga a menor presença do Estado na economia.
"Não temos nenhum heterodoxo [no CDPP]. Isso dá uma noção do que a gente julga que seria o DNA [do grupo]." Comporta também pessoas que estiveram no governo do PT, como Marcos Lisboa, Joaquim Levy, Henrique Meirelles e Bernard Appy.

O clube começou com reuniões informais e jantares. Com o tempo, foi ganhando adeptos e se tornou necessária uma estrutura.
Há dois anos, as reuniões passaram a ocorrer no Insper, até que a Casa Ibiá ficou pronta. Chegou-se a aventar um vínculo formal com a Casa das Garças, mas a ideia não avançou.

O primeiro produto do CDPP ficou pronto na última semana. O documento "Sob a luz do sol: uma agenda para o Brasil" faz um diagnóstico das "razões da perda de dinamismo da economia brasileira". A principal recomendação é dar maior transparência às políticas públicas.

Às vésperas da eleição presidencial, Pastore afirma que não há intenções de o documento servir de base para um programa de governo.
"Nossa ação para nesse ponto [de formulação da agenda]. Cada um que a use como julgar melhor."
Outro propósito é tentar "pescar" jovens pesquisadores nas faculdades paulistanas. O objetivo é oxigenar o debate entre gerações.


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Texto intitulado "Sob a Luz do Sol" (apenas a "parte1"



1. Marco institucional e a recuperação da produtividade

Há espaço para melhora do desempenho da economia reafirmando os compromissos com importantes pilares de política econômica. A seguir, um conjunto de medidas que ajudaria a fortalecer o marco institucional:

1- Buscar o centro da meta de inflação estabelecida e, posteriormente, convergir gradativamente para a inflação internacional. A sustentação de taxas de crescimento persistentemente elevadas requer previsibilidade que somente se obtém com inflações baixas.

2- Os preços devem refletir a escassez relativa de produtos e fatores: há evidências históricas de que o controle de preços não é o instrumento adequado para controlar a inflação. Além disso, ele gera custos fiscais elevados e importantes distorções.

3- A meta de superávit primário deve ser perseguida sem artifícios e com transparência, mantendo-se o objetivo de reduzir a dívida pública bruta ao longo do tempo.

4- Manter a flutuação do câmbio. Países podem – e muitas vezes devem – intervir no mercado de câmbio com o objetivo de evitar uma sobrevalorização (ou subdesvalorização), mas não devem administrar fortemente a taxa de câmbio, que precisa flutuar para equilibrar as contas externas no médio prazo.

5- Utilizar a taxa de juros como instrumento no combate à inflação, e não como um objetivo em si. A redução do nível da taxa de juros será consequência do sucesso da política econômica.

6- Políticas de financiamento subsidiado, como as implementadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), devem se circunscrever a projetos com externalidades para o resto da sociedade e onde inexista alternativa de financiamento privado, de forma a contribuir para o aumento da produtividade no País. Em particular, a atuação do BNDES deve ser pautada pela transparência quanto ao uso dos recursos e seu impacto fiscal, que deve ser explicitamente incluído no orçamento, evitando práticas de transferência de recursos do Tesouro por fora do orçamento (que leva ao aumento da dívida pública bruta sem controle).

7- De preferência, deve-se limitar aos recursos oriundos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

8- Liberar a Petrobras da obrigatoriedade de participação em todos os projetos do présal para evitar a sobrecarga financeira da companhia e gerar uma melhora no marco regulatório no setor de petróleo.

9- Utilizar mais intensamente o setor privado na oferta de serviços de utilidade pública e infraestrutura em geral (através, por exemplo, das concessões).

10- Desenhar os leilões e contratos de concessão de serviços públicos em busca daeficiência econômica. A modicidade tarifária será atingida como consequência daeficiência econômica e da competição.

11- No comércio exterior, evitar o uso de tarifas altas a insumos, preferências exageradas para compras governamentais e o uso discricionário de proteções extarifárias, que podem causar distorções na alocação de recursos, aumento da ineficiência e redução da produtividade.

12- Reduzir gradualmente as atuais distorções no mercado de crédito. As diversas políticas de juros subsidiados devem ser reavaliadas e seus custos explicitados. Ao longo do tempo há necessidade de reduzir (ou suprimir) os mecanismos de poupança forçada no Brasil.



sexta-feira, 21 de novembro de 2014

"CRB" Commodities rompe no fechamento da semana LTB de 5 meses, depois de fortes divergências altistas de IFR14, MACD e Histograma

"CRB" Commodities acompanha o barril de petróleo, até por tê-lo em forte peso em sua composição, rompe no fechamento da semana LTB de 5 meses depois de fortes e gritantes divergências altistas de IFR14, MACD e Histograma


"CRB" Commodities, diário, escala logarítmica





Barril de Petróleo confirma no fechamento da semana o rompimento da LTB de 2 meses

Barril de Petróleo confirma no fechamento da semana o rompimento da LTB de 2 meses

Crude Oil, diário, escala logarítmica





Não me interessa saber se o Ministro da Fazenda vai ser A, B ou C.......vamos ao gráfico do Bovespa

Olhem para o gráfico do diário do Bovespa abaixo....

Vejam o tamanho dos candles dos últimos 60 dias....

Isso faz sentido ?

Tanto faz se o Ministro da Fazenda vai ser A. B ou C.......

A questão passa pela credibilidade do governo.....e esse governo chama-se "Dilma Rousseff", do PT....

Basta ?

Basta.......sim......

Por ora, ao longo da semana, vimos o Bovespa numa "toada" boa.....rompeu os 52.000...e foi fazendo pivoztinho de alta......

Hoje, a aberração....alta de 5%,fechamento em 56.080 pontos....

Pra baixo , agora temos os 55.000, depois o pullback na antiga resistência em 54.600, 54.000 e 53.700

Pra cima , temos 56.500, 57.000, 57.500, 58.000 e os 58.800, último topo......vários picotes...

Vou ressaltar final de semana 2 pontos que destaquei aqui ao longo da semana....

O Bovespa em dólar.....e o ETF "EWZ".....ambos se seguraram em faixas importantes.....

Vejam a LTB abaixo utilizando-se os 2 últimos topos......

Uma LTA também utilizando-se os 2 últimos fundos...

Vamos tentar monitorar isso.....

Também, depois dessa "euforia".....euforia ??? onde ? como ? Por que ?.........depois dessa euforia......vamos começar a olhar, novamente, aquela LTB.......LONGA........que balizou o Bovespa no rally até os 62.300

Depois, falamos mais dela....

Bovespa, diário, escala semi-logarítmica






"Questão fiscal: todo mundo em crise? Não.", por Mansueto Almeida

Fiquem com o excelente artigo de Mansueto Almeida publicado em seu blog

Mansueto de Almeida foi um dos fortes nomes cogitados para a equipe econômica do ex-presidenciável Aécio Neves, Senador pelo PSDB, nas últimas eleições

Formado em Economia pela Universidade Federal do Ceará e com mestrado pela USP, Mansueto tem se apresentado com força nos debates econômicos recentes

http://mansueto.wordpress.com/2014/11/21/questao-fiscal-todo-mundo-em-crise-nao/


Questão fiscal: todo mundo em crise? Não.

21 de novembro de 2014 por mansueto

Nas últimas semana o governo vem enfatizando vários países da Europa têm déficit primário maiores do que o Brasil e, assim, a deterioração das contas públicas seria um fenômeno mundial que atingiu vários países devido aos efeitos a crise financeira no crescimento dos países.

Será que isso é verdade? Não. O melhor indicador para olharmos não é primário mas sim o resultado nominal. O Brasil como tem juros muito alto precisa de um primário maior que outros países para estabilizar a sua divida em relação ao PIB. Assim, vamos olhar para o resultado nominal.

Nesta comparação dois pontos são importantes. Primeiro, a deterioração fiscal de um grupo de países da Europa (Reino Unido, Itália, França e Portugal) foi maior de 2007 a 2010. Nos últimos anos esses países vem reduzindo rapidamente o déficit nominal e se espera que esse processo continue pelos próximos anos como se observa abaixo nos dados do FMI.

Segundo, este não é o caso do Brasil. No nosso caso, o nosso déficit nominal não pirou muito no auge da crise, em 2009, mas piorou bastante neste ano e tudo indica que poderá ainda ser pior em 2015. O Brasil está perigosamente caminhando para um déficit nominal na faixa de 5% a 6% do PIB, o mesmo déficit que tínhamos em 2002 e 2003.

A nossa forte deterioração fiscal é fruto de uma combinação perversa de gasto público crescente em relação ao PIB e aumento de juros para combater a inflação. Se o governo prosseguir com a expansão das despesas e o BACEN com o aumento dos juros terá início um debate sobre dominância fiscal.

Assim, quanto mais rápido o governo sinalizar um plano sério de recuperação do primário melhor será para a economia e para todos nós. Quanto maior a leniência do governo com o fiscal maior será a chance de pagarmos mais juros, aumentar ainda mais a dívida publica e termo crescimento médias inferior a 1,5% ao ano ao longo dos próximos quatro anos. A bola está com o governo que, por enquanto, fez apenas gol contra.



Mercados também assimilam o corte na taxa de juros na China e as commodities entram numa espiral de "euforia" depois do crash

É noite na China.....

Mas os mercados mundiais, depois do sinal de mais estímulos por parte do Banco Central Europeu, também assimilam um corte na taxa de juros na China....

Depois do crash em várias classes de commodities nos últimos 3- 4 meses, é hora da recuperação....

Várias LTB's, que tomaram conta de vários ativos ao redor do mundo ligados as commodities, devem ser rompidas de forma inevitável hoje e nos próximos dias.....

Vamos acompanhar....

CRB Commodities, um bom barômetro pra isso, deve romper sua LTB de 5 meses e provocar um rally nos próximos dias...



Mais ? Presidente do Banco Central Europeu sinaliza que pode aumentar a escala de compras de títulos (o QE "deles") e mercados explodem logo pela manhã

Mercados estavam "quietos" no início da manhã.....

Europa, futuros americanos.....commodities....

Bastou o Presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, sinalizar que pode aumentar a escala de compras de títulos (o QE "deles"), imprimindo mais liquidez, em tese, à economia,, que  os mercados "acordaram"....

Metais preciosos viraram pra alta....

Petróleo e Cobre que estavam em ligeira queda, viraram pra forte alta.....

Futuros americanos que subiam 0,2%, já sobrem 0,65%.....


Vamos a matéria, crédito site: "marketwatch.com"

http://www.marketwatch.com/story/draghi-signals-ecb-ready-to-step-up-asset-buying-2014-11-21

Draghi signals ECB ready to step up asset-buying
By Brian Blackstone
Published: Nov 21, 2014 4:10 a.m. ET

FRANKFURT--European Central Bank President Mario Draghi sent a strong signal Friday that the central bank is ready to "step up the pressure" and expand its asset-purchase programs if inflation fails to show signs of quickly returning to the ECB's target.

"We will continue to meet our responsibility--we will do what we must to raise inflation and inflation expectations as fast as possible, as our price stability mandate requires of us," Mr. Draghi said in a speech to a banking conference.

"If on its current trajectory our policy is not effective enough to achieve this, or further risks to the inflation outlook materialize, we would step up the pressure and broaden even more the channels through which we intervene, by altering accordingly the size, pace and composition of our purchases," Mr. Draghi said.

The comments from Mr. Draghi fired up market expectations for aggressive easing measures ahead. The euro dropped by 0.7% to $1.2458 against the dollar, while Italian government bonds hit a record high, with ten-year yields sinking to 2.25%.

Annual eurozone inflation was 0.4% last month, far below the ECB's target of just below 2%.

The ECB has responded to the risks of too-low inflation by cutting interest rates to record lows, issuing cheap bank loans at four-year maturities and initiating programs to purchase covered bank bonds and asset-backed securities. Many analysts expect the ECB to take even more dramatic measures, including large scale purchases of government bonds, in the early part of next year.

The ECB has fanned these hopes by tasking its staff and committees to come up with new stimulus measures in case the current measures prove ineffective.

Much of Mr. Draghi's speech echoed comments that he made at his most recent news conference on Nov. 6. One new wrinkle in Friday's speech was the urgency he signaled in getting inflation higher. When inflation is too low, it makes it harder for households, businesses and governments to finance debts and complicates the economic adjustment process within the 18-member euro bloc.

"It is essential to bring back inflation to target and without delay. Monetary policy can and will do its part to achieve this," he said, adding that other policies outside the central bank's responsibilities such as fiscal policy are needed to boost demand.

Mr. Draghi said that at long-term horizons, expectations of future inflation remain anchored near the level that the ECB sees as consistent with its 2% objective.

"Over shorter horizons, however, indicators have been declining to levels that I would deem excessively low," he said.

Write to Brian Blackstone at brian.blackstone@wsj.com and Todd Buell at todd.buell@wsj.com




quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Barril de Petróleo rompe no fechamento LTB de 2 meses, depois de gritantes divergências altistas de IFR14

Barril de Petróleo rompe no fechamento LTB de 2 meses, depois de gritantes divergências altistas de IFR14

Crude Oil, diário, escala logarítmica





Vamos ver o fechamento de algumas ADR'S hoje em Nova York....Bradesco, VALE, Gafisa e CSN

Vamos ver o fechamento de algumas ADR'S  hoje em Nova York....

Bradesco, VALE, Gafisa e CSN


ADR BRADESCO, diário, escala logarítmica

Alta de 0,34%



ADR VALE, diário, escala logarítmica

Alta de 1,4%




ADR GAFISA, diário, escala logarítmica
 
Alta de 0,54%



ADR  CSN, diário, escala logarítmica

Queda de 0,82%





Vamos novamente com o fechamento do ETF "EWZ" lá fora pra termos uma idéia do que os estrangeiros "viram"

ETF "EWZ", um ETF do "Bovespa" operado pelos estrangeiros hoje abaixo....

Abriu já buscando direto a faixa de 42 e a LTB em formação....

Bateu na máxima 42,08....sentiu e fechou em alta de 0,51% , rompendo o pivotzinho de 41

ETF "EWZ", diário, escala logarítmica





Monótono o feriado ?...ok....então, vamos lá...."O impeachment da Presidente parece ser questão de tempo", por Bernardo Santoro, Diretor do Instituto Liberal

Todo mundo curtindo o feriado ?

Ok......então, vamos lá......

Artigo publicado anteontem no site do Instituto Liberal por Bernardo Santoro, Diretor do Instituto

http://www.institutoliberal.org.br/blog/o-impeachment-da-presidente-parece-ser-questao-de-tempo/


O impeachment da Presidente parece ser questão de tempo
Por Bernardo Santoro em 18/11/2014

A Operação Lava-Jato, feita pela Polícia Federal, cada vez mais se parece com a Operação Mãos Limpas, feita na Itália na década de 90 contra a máfia lá instalada, que resultou em uma profunda reforma política e a extinção de vários grandes partidos italianos. Vários pequenos operadores da Petrobras já chegaram a acordos de delação premiada que resultarão na devolução de quase meio bilhão de reais aos cofres públicos. Além deles, outros dois ex-funcionários já fizeram acordos parecidos. Paulo Roberto Costa devolverá 70 milhões de reais e Pedro Barusco inacreditáveis 250 milhões de reais. Já está provada a implicação de mais de 100 políticos no esquema, dentre três partidos da base governista: PT, PP e PMDB. A maior parte desses negócios foi feita sob a tutela da Presidente Dilma Rousseff, seja no próprio cargo executivo máximo da república, seja como Presidente do Conselho de Administração da Petrobras.

Com o fim das investigações e sua publicização, restará evidente que o impeachment da Presidente Dilma não será uma questão de “se”, mas de “quando”. E o “quando”, adianto, não será agora. O colunista do Globo, Merval Pereira, escreveu no Globo que tem essa mesma sensação, e que as manifestações pelo impeachment não são um golpismo, e sim apenas um movimento deslocado no tempo. Daqui a três ou seis meses essas passeatas realmente terão significado, especialmente quando soubermos a extensão da implicação do Palácio do Planalto nas operações.

Com a Presidente afastada e o Vice-Presidente Michel Temer assumindo, fica a seguinte pergunta: e daí, o que muda de fato?

Essa é uma pergunta pertinente, pois ainda não sabemos que tipo de força política vai emergir dessa ruptura política. Na Itália, ascendeu ao poder um representante pervertido e estatista do empresariado, Silvio Berlusconi. Quem vai assumir a dianteira do processo político?

Se liberais e conservadores tomarem posse dessa liderança e estabelecerem a agenda política brasileira com redução do aparelho estatal, desburocratização, responsabilidade fiscal e redução da carga tributária, haverá uma real mudança. Mas tanto o movimento liberal quanto o conservador são bastante restritos no campo político ainda, embora estejam crescendo com vigor. O movimento psolista também cresce a olhos vistos, mas não tem presença política nacional relevante.

Por isso, a ordem natural do processo político será a substituição de um grupo político autoritário e patrimonialista por outro com mesma identidade ideológica e sem compromisso com reais mudanças institucionais no país. É bem possível que, neste momento, a direita que está indo às ruas para ser humilhada por jornalistas venais estejam, na verdade, fazendo o jogo de pessoas sem compromisso com um Brasil sustentável e livre. Mas isso não pode nos impedir de continuar a lutar pelo que é certo. O impeachment será muito bom quando for atingido, mas a verdadeira revolução está no dia-a-dia dos movimentos pela liberdade, seja no próprio campo político, como no acadêmico e no econômico.

E 2018 já é logo ali.


ADR Bradesco em Nova York no intraday até agora.....6,5% da máxima pra mínima.....

ADR Bradesco em Nova York abriu com alta de 5%....

Em poucos minutos, virou rápido pra baixo......e chegou a operar em baixa de 1,7% em menos de 3 horas de pregão

Ou seja.......uma variação de 6,5% (máxima em 15,60 e mínima em 14.54) da máxima pra mínima até agora.....

Está tudo bem com os papéis de bancos ?

Ou temos aqui a mesma farsa dos 2 meses "pré-eleições" ?



ADR BRADESCO.....Intraday hoje.....gráfico "15 minutos"




quarta-feira, 19 de novembro de 2014

ETF "EWZ" (ETF operado por estrangeiros que "representa" o Bovespa)....Diário, Semanal e Mensal

Já expus algumas vezes o ETF "EWZ" aqui no blog....

É sempre importante acompanhar algum tipo de "ETF" operado por estrangeiros lá fora, principalmente, se esse "ETF" representar, de fato, o Bovespa-Brasil.....

E é o que representa o "EWZ"........Um "ETF" que representa o Bovespa visto pelos estrangeiros...

Isso pode ajudar principalmente quando alguns sinais ficam um pouco mais confusos.

Vejam abaixo o comportamento do "EWZ".....

No diário, a visão não é tão "clara".....

Quando olhamos para os tempos SEMANAL e MENSAL, os pivots ficam mais claros e percebemos que eles têm sido bastante consistentes.....

Vejam que o fundo do início do ano foi praticamente tocado há 4 semanas,.....o fundo de 2013, até agora, respeitado também....

Parece claro que esse fundo de 2014, um pouco acima da faixa de 38, uma vez perdido, pode tornar a queda muita rápida e forte rumo à proximidade da faixa de 20.

Vamos a eles


ETF "EWZ", diário, escala logarítmica - período 9 meses


ETF "EWZ", SEMANAL, escala logarítmica -  período 2 anos





ETF "EWZ", MENSAL escala logarítmica - período 7 anos