sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Seção: "O dia em que o FED aumentou a taxa de juros" - 31-10-2014

Último dia do mês......

Vejam o gráfico MENSAL do SP500......o único dos mercados americanos que tem mantido "um pouco mais de lógica"

E qual a lógica ?

Até agora, não perdeu a sua LTA longa desde o fundo em março de 2009 em 666 pontos.

Mais.....parece, de fato, obedecer a uma cunha, como mostrada aqui já em outras vezes.

Abaixo, novamente reproduzida ao final do mês.

A forte correção de 10% do SP500 no meio do mês que o levou aos 1.820 pontos provocava o rompimento dessa LTA.....

Que nada.......

Uma forte e violenta recuperação que o fez resvalar hoje no topo anterior de 2.020 pontos salva a LTA Longa......

Dow Jones fez um novo topo hoje ao romper o topo anterior de 17.350 pontos; hoje, rompeu e fechou acima, em 17.390 pontos

Impressiona, não ?

SP500, MENSAL, Escala logarítmica, período 10 anos





"No vermelho, país pode ser rebaixado se não cortar gastos, dizem analistas", por Portal G1

Matéria crédito portal G1

http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/10/no-vermelho-pais-pode-ser-rebaixado-se-nao-cortar-gastos-dizem-analistas.html

31/10/2014 14h16 - Atualizado em 31/10/2014 14h21
No vermelho, país pode ser rebaixado se não cortar gastos, dizem analistas
Governo austero pode preservar o grau de investimento, veem economistas.
Contas públicas do país tiveram o pior resultado da história em setembro.

Com o pior resultado da história nas contas públicas em setembro, o Brasil está a um passo de perder o grau de investimento se o governo não sinalizar que cortará gastos no próximo ano, avaliam economistas ouvidos pelo G1. Um possível rebaixamento pode desqualificar o país para receber investimentos estrangeiros.
Para o especialista em contas públicas da Tendências Consultoria, Felipe Salto, o déficit primário de R$ 20,39 bilhões no mês passado – somado ao rombo de R$ 15,7 bilhões desde janeiro –, “foi pior que as expectativas dos mais pessimistas”.
O resultado, em sua avaliação, aumenta o risco do país de perder o grau de investimento, embora acredite que ainda há tempo de o governo agir para evitar esse cenário antes de as agências baterem o martelo.

As agências de classificação de risco não tomarão qualquer medida antes de o governo anunciar o rumo de sua política econômica para o próximo ano, diz o ex-secretário de Assuntos Econômicos do Ministério do Planejamento e especialista em contas públicas, Raul Velloso.
Tudo vai depender da disposição do governo em cortar gastos em 2015, acredita Velloso. “Nenhum governo é suicida para negar austeridade em um momento como este”.

Rombo acima do esperado

Em setembro, esperava-se um impacto negativo em torno de R$ 10 bilhões nas contas públicas devido aos pagamentos sazonais do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). Mas o aumento de gastos com custeio e investimentos em período eleitoral, e o crescimento menor na arrecadação da Receita, podem ter agravado o rombo.
Para o economista-chefe da Gradual Investimentos, André Perfeito, o possível rebaixamento da nota de crédito está mais ligado ao rumo da nova política econômica de Dilma Rousseff que ao último resultado fiscal.
O governo precisaria economizar, pelo menos, R$ 70 bilhões no próximo ano para recuperar a saúde das contas públicas, calcula Perfeito. Até o fim de 2014, o economista enxerga como "impossível" uma reversão do déficit primário.
Salto, da Tendências, acredita contudo que 2014 pode terminar sem déficit primário. “De outubro a dezembro, o governo ainda conta com receitas extraordinárias, como o Refis, dividendos e o leilão de 4G que entrará no resultado deste mês”.


"UBS pessimista", diz Lauro Jardim, da Revista VEJA......ah.....bom.....pensei que fosse só eu.......

Nota divulgada hoje pelo colunista da Revista VEJA

Pensei que somente eu era o pessimista.......

http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/economia/ubs-pessimista-com-o-brasil/

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

12:33 \ Economia
UBS pessimista

O pessimismo toma conta das análises internacionais sobre o segundo governo Dilma Rousseff. Nesta semana, o banco suíço UBS enviou aos seus clientes um relatório com o título “Things will get worse” (As coisas vão piorar). O relatório, ressalte-se, foi produzido em Genebra e não pela turma do banco em São Paulo.

O relatório não recomenda investimentos no Brasil. Afirma que, mesmo com novos integrantes, a equipe econômica de Dilma não terá condições de colocar o Brasil no rumo certo.

Ainda bem, para o banco, que a opinião foi dada pós-eleição. Em julho, o Santander demitiu, depois de muita pressão, uma funcionária que escreveu um relatório para clientes relacionando a subida de Dilma nas pesquisas de intenção de voto à piora da economia brasileira.

Por Lauro Jardim



Qual seria a manchete das páginas de negócios depois de uma ação se distanciar mais de 20% de sua MA200 e voltar a ela em poucos dias ? É melhor assistir "Forrest Gump".....e aplicar dinheiro numa "empresa de frutas"

A VALE5, ontem, se distanciou mais de 20% de sua Média Móvel simples de 200 períodos, como podemos ver abaixo....

MA200 em linha vermelha......

Qual seria  manchete das páginas de negócios depois de uma ação se distanciar mais de 20% de sua MA200 e voltar a ela em poucos dias ?

VALE5, diário e sua MA200 espelhada na linha vermelha



Vamos assistir a "Forrest Gump".....

Esqueçamos os experts em "negócios".....

Apliquemos em empresa no ramo de frutas

"Forrest Gump" sabia de tudo ao aplicar seu dinheiro numa "empresa de frutas" próspera....

A APPLE







Notícias do dia........ou......a afronta para um estudante de Doutorado, Mestrado ou Graduação em Economia ou Administração: "Ações da Petrobrás sobem no pré-market com expectativa de aumento da gasolina"

Imagine você, caro leitor.....

Passa 4 anos....6 anos.....8 anos.....estudando.....noites....madrugadas.....

Lê balanço......analisa balanço.....dados macros....micros....gráficos....tendências......

e aí, num belo dia você se depara com uma manchete dessas :

 "Ações da Petrobrás sobem no pré-market com expectativa de aumento da gasolina"

Profundo, não ?

Imaginem uma outra perspectiva....

"Ações da"Mercearia da Jabuticaba" sobem no pré-market com expectativa de aumento do faturamento"

É melhor beber uma Heineken e respirar fundo








"BC do Japão surpreende e afrouxa mais política monetária"

Matéria crédito: Investing.com/ Reuters

http://br.investing.com/news/mercado-de-a%C3%A7%C3%B5es-e-financeiro/bc-do-jap%C3%A3o-surpreende-e-afrouxa-mais-pol%C3%ADtica-monet%C3%A1ria-100460

BC do Japão surpreende e afrouxa mais política monetária

TÓQUIO (Reuters) - O banco central do Japão afrouxou inesperadamente a política monetária nesta sexta-feira por 5 votos contra 4, devido a preocupações de que a queda no preço do petróleo pesará sobre os preços ao consumidor e atrasará uma mudança da confiança para longe da deflação.

O banco central decidiu aumentar o ritmo ao qual expande a base monetária para cerca de 80 trilhões de ienes (726 bilhões de dólares) por ano. Anteriormente, o banco central japonês tinha como meta um aumento anual de 60 trilhões a 70 trilhões de ienes.
O banco central japonês também decidiu elevar as compras de dívida do governo em cerca de 30 trilhões de ienes, e também ampliou a duração média do prazo em que detém a dívida do governo para cerca de 10 anos.




quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Bovespa em 30-10-2014

Nossa.......

E não é que o mercado "leu" a alta de juros de forma positiva na boca do PT ??

Quer dizer que agora vai ?

As construtoras agradecem a alta de juros ?

Nossa......e os bancos..........

Crédito mais caro.......mais restrição ao crédito......uma inadimplência que tende a aumentar.....

ah......mas os bancos colocam tudo nos títulos públicos.....hum.......e as receitas com o crédito ?....forte indutor nos últimos meses.......

Dá uma pressionada no dólar......tira um pouco da competitividade de curto prazo das exportadoras....

Nunca vi em lugar algum...em momento algum juros maiores serem bons pra um país ......

Nunca.....claro...é bom no longo prazo , num maior controle da inflação, principalmente pra um governo que foi tolerante com a inflação, como o atual......

Mas, quero ver o resto....quero ver a vontade no lado fiscal.......e os efeitos dos aumentos da gasolina e tarifas de energia elétrica

Mercado continua emitindo sinais confusos........ainda na mais pura enganação......

continuam alguns repiques.....

e VALE no fundo do poço , intensificada por um prejuízo surpreendente que nos faz questionar várias coisas....

a primeira, mais óbvia.....

Estamos diante de uma nova PETROBRÁS ?

Me parece que sim.....

deve virar uma "morta viva".......com alguns repiques no meio do caminho......

e veremos dezenas de "mortas-vivas" nos próximos 4 anos.....dezenas de empresas.......empresas grandes......

Suportes do Bovespa.....52.000 , 51.200 e 50.000

Resistências em 52.500, 53.200 e 54.000




Diário da VALE5........Desempenho de empresa falida....

Abaixo, as 3 maiores mineradoras do mundo....

A despeito do crash das commodities, e do mínério de ferro em particular, o desempenho da VALE em comparação com BHP e Rio Tinto continua muito, mas muito, muito distante......

O desempenho da VALE é de fato um desempenho de empresa falida......

Nada a faz subir.......nem o dólar favorável, embora já tenha registrado aqui que, diferente de outras exportadoras, a VALE nunca acompanha "literalmente" o desempenho do dólar....

Ou em outras palavras, não é porque o dólar sobe que a VALE vai subir......

O que há é, no máximo, uma amenização das perdas......

Ainda assim, a queda em linha reta, de mais de 30% em menos de 3 meses, sem um repique medianamente razoável é de assustar.....

Volto a dizer, principalmente em relação a seus pares BHP e Rio Tinto.....

É claro que, mesmo diante do desempenho de "empresa falida", os repiques devem acontecer....

A LTB maior passa lá perto de 26,50....

Nesse momento, o quadro é de assustar.......

Esperemos um "beijo da morte" lá na faixa de 26,50.......dadas as imensas divergências altistas de IFR14, tanto no diário, como no SEMANAL

VALE, Semanal, Escala semi-logarítmica



BHP BILLITON, Semanal, Escala semi-logarítmica




RIO TINTO, Semanal, Escala semi-logarítmica








quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Voltando a prestar atenção nas aberrações dos mercados americanos......Dow Transportation, depois da forte correção de 11,5%, voltou forte, rompeu o topo anterior, e hoje confirmou

Voltando a prestar atenção nas aberrações dos mercados americanos......

Dow Transportation, depois debater a faixa de 8.740 pontos, corrigiu forte e foi até 7.700

SP500 corrigiu 10%....Dow Jones bem próximo.

E o Dow Transportation, com a ida aos 7.700,  corrigiu 11,5%.

Acabou o BULL-MARKET do "Dow Transportation" ?

Ledo engano.....

Reparem abaixo a bizarra recuperação.

Recperou tudo e, em 2 semanas, rompeu o topo anterior.

Vejam o candle de ontem....

Hoje chegou, na mínima, a bater 8.620; porém, o fechamento em 8,744 pontos, "em cima" do topo anterior antes da forte correção

E, continua o Bull-Market insano lá pelos lados do "Dow Transportation".....

O Dow Jones seguirá a mesma lógica  ?


Dow Transportation, diário, período 10 meses



Bovespa em 29-10-2014

Bovespa voltou para o terreno negativo hoje....

Quedas por todos os lugares e setores....fechamento em 51.040 pontos; queda de 2,45%.

Tentou novamente superar a importante faixa de 52.000-52.500, sem sucesso ontem e hoje

Abaixo, 2 visões do Bovespa.....pelas médias móveis simples de 50 períodos (em azul) e 200 períodos (m vermelho), no primeiro gráfico.

No segundo gráfico, a média móvel exponencial de 13 em azul e a média móvel exponencial de 21 períodos em vermelho.

Nesse momento, estamos abaixo das 2 médias mais longas, ou seja. da MA50 e MA200.

Mais ponto negativo......a média móvel exponencial de 13 está cruzada pra baixo sobre a de 21, isto é, em modo venda.

Nada muito animador no curto prazo, portanto, para o Bovespa.......

Suportes agora em 50.000, depois 49.500, 48.800 e 48.000

Resistências em 51.200, 52.000, 52.500 e 53.200

Bovespa, diário, escala logaritmica, com MA50 e MA200



Bovespa, diário, escala logaritmica, com MME13 e MME21





"CRB" Commodities e sua LTB

" CRB" Commodities, diário, escala logarítmica





Da série:.....Vivendo em outro mundo......."Dilma fala em crescer mais com mercado interno robusto", por Jornal Valor

Alguém quer ler ficção científica ?

Então, vai lá......

Matéria Jornal "Valor Econômico", de ontem, dia 28-10-2014:

http://www.valor.com.br/eleicoes2014/3754504/dilma-fala-em-crescer-mais-com-mercado-interno-robusto

28/10/2014 às 20h33
Dilma fala em crescer mais com mercado interno robusto
Por Fernando Taquari | Valor

SÃO PAULO  -  A presidente Dilma Rousseff (PT), reeleita no último domingo, prometeu esforço nesta terça-feira para restabelecer a confiança no empresariado, abalada nos últimos meses de seu governo. A petista disse que tomará iniciativas neste sentido até o fim do seu primeiro mandato. No entanto, não especificou o que pretende fazer. Apenas disse que fará uma consulta com os diversos setores da economia. A expectativa é que promova mudanças nos ministérios, sobretudo na Fazenda, como defende o mercado financeiro.

“A confiança é o que está na pauta”, disse Dilma em entrevista ao “Jornal da Band” ao ressaltar a importância de conversar com os setores da economia para garantir os passos necessários para o crescimento. A petista disse que é preciso avaliar os efeitos e a dimensão da crise internacional para tomar as medidas mais adequadas. “É importante se unir e perceber que o Brasil tem fundamentos fortes”, disse a presidente, acrescentando que o país continua a receber um volume expressivo de investimento externo e interno.

Além disso, declarou que as reservas internacionais ajudam a proteger o Brasil da instabilidade nos mercados internacionais. Lembrou ainda que outros países também passam por dificuldades devido as turbulências nos mercados. “Acredito que o Brasil tem um setor financeiro sólido. Na Europa há uma desconfiança a respeito da robustez do bancos. A Alemanha reduziu em 4% a taxa de crescimento da indústria”, disse.

“O Brasil está passando por uma situação difícil, mas temos todas as condições para sair dessa situação se nos dermos as mãos pela retomada do crescimento”, complementou ao citar o mercado interno robusto. Em seguida, defendeu a política econômica do governo ao afirmar que o país tem uma das menores taxas de desemprego. “Nesta crise, não atribuímos a conta para o povo, temos a menor taxa de desemprego”.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

"Quer saber onde investir após as eleições ?"

Abro o meu email e me deparo com essa propaganda na minha caixa de entrada:

"Quer saber onde investir após as eleições ?"

Investir meu amigo ?

Respirando fundo 5 vezes.......

O que você tem aí ? uma bola de cristal ?

Vai me dizer o que ?

Você ? Sim......você que está me mandando essa mensagem.....

Vai segurar o papel da "sugestão" por quanto tempo ?

Então, faça-me o favor.....

NÃO USE O VERBO INVESTIR......

Use o verbo adequado....

especular.....manipular......tudo....menos investir....

Acha que alguém tá investindo nesse país do jeito que está ?

Se você que está me mandando essa mensagem me provar que está "investindo"...."entubado" de papel por um longo.....longo tempo..........eu aceito esse verbo.....

De resto.....

Repiques do Bovespa hoje por vários lados......menos VALE.....que continua largada....completamente.......não sai dali....22,00.....24,00........45 dias........acho que não vejo isso ha uns 10 anos.....normalmente vemos no topo.....e não cá embaixo....

absoluto non-sense.....

outros papéis que subiram forte com baixo volume.....

Bovespa:

Suportes em 52.000 e 51.200....

Resistências em 52.500....53.200 e 54.000 e 55.000


segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Falei no post anterior que talvez estejamos no pior momento político e econômico desde a moratória externa brasileira de 1987....então...vamos relembrá-la

Falei no post anterior que talvez estejamos no pior momento político e econômico desde a moratória externa brasileira de 1987....

Então, vamos relembrá-la, ainda que superficialmente, dentro de uma matéria mais ampla sobre calotes dos séculos 20 e 21 praticados ao redor do mundo publicada pela Revista VEJA em seu site no dia 15-07-2011

Link aqui: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/a-historia-dramatica-dos-calotes-nos-seculos-xx-e-xxi

Texto que fala sobre a moratória brasileira abaixo:

Afetado pela crise da dívida dos países latino-americanos, que restringiu e encareceu o crédito internacional, o governo brasileiro sofria para administrar a hiperinflação. Em 1986, o então presidente José Sarney deu sinal verde para que o então ministro da Fazenda, Dilson Funaro, pusesse em prática um abrangente plano econômico: o Plano Cruzado, que congelou preços e salários, alterou a moeda vigente, entre outras medidas. A ideia era conter a alta dos preços, reorganizar as finanças públicas e, assim, escapar de uma moratória. Naquele mesmo ano, Funaro chegou a um entendimento com os bancos privados para renegociar o endividamento do país. No entanto, para surpresa geral, o ministro mudou de ideia e, em 20 de fevereiro de 1987, o presidente Sarney anunciou a suspensão dos pagamentos aos credores da dívida brasileira – que remontava a mais de 100 bilhões de dólares. A medida foi unilateral, contenciosa e, hoje, tida como irresponsável porque o país possuía condições para seguir em negociação. Anos depois, o presidente José Sarney admitiu: “O certo era ter chamado os bancos para negociar”. A dívida do Brasil só conseguiu ser completamente reestruturada no final de 1993, por Fernando Henrique Cardoso, no Ministério da Fazenda, e Pedro Malan, na presidência do Banco Central.




Bovespa em 27-10-2014

Forte queda do Bovespa hoje depois da reeleição da Presidente Dilma Rousseff; fechamento em 50.500 , queda de 2,77%.

Logo na abertura e ao longo das primeiras horas, a situação estava bem pior; amenizou no final.

Mínima do dia bateu em 48.700.

Médias móveis exponenciais de 13 e 21 dando VENDA.

MACD em modo venda no diário e no SEMANAL
Histograma em modo venda no diário e SEMANAL.

Portanto, situação do Bovespa continua muito ruim no curto e médio prazo; no longo prazo ruim desde 2010.

Repiques podem acontecer a qualquer momento.......uma notícia medianamente positiva - será que existe ? - pode ser o suficiente pra que o mercado levante alguns papéis que cairam muito nos últimos dias - qual não caiu ?

Enfim......

Do ponto de vista gráfico, temos agora suporte em 50.000, 49.500, 48.700 e 48.000

Resistências em 51.200, 52.000, 52.500 e 53.200.

Do ponto de vista fundamentalista, o cenário continua delicadíssimo.......

Exceto as exportadoras, e, essencialmente exportadoras que não dependam fortemente de commodities,  como a VALE, quase todos os setores sofrem direta ou indiretamente efeitos de variáveis macroeconômicas que pioram rapidamente por conta de um governo que gasta mal, é contrário ao investidor privado, é tolerante com a inflação, entre outros pontos.

Talvez estejamos no pior momento político-econômico desde a moratória externa de 1987.

A se comprovar ao longo dos próximos 6-24 meses....

Bovespa, diário, escala semi-logarítmica





Há pelo menos 5 anos, VALE5 não apresenta uma divergência altista de volatilidade tão forte como a atual

Há pelo menos 5 anos, VALE5 não apresenta uma divergência altista de volatilidade tão forte como a atual

Os retângulos marcados em azul abaixo, no tempo diário, indicam as divergências nos intervalos marcados......

Os retângulos marcados em laranja abaixo mostram as altas ocorridas em seguida a essas divergências.

Em todas essas divergências marcadas, nada é comparável a divergênciaa atual

Reparem que a volatilidade histórica estava no patamar de 0,18......e hoje, em 0,44.....

Esse tipo de divergência não combina com uma alta num intervalo longo.........

Combina mais com ma alta forte num intervalo curto

VALE5, diário, escala semi-logarítmica, período 5 anos






Petrobrás PN já gira cerca de 50% acima do volume da semana passada, que já era alto.....


Faltando 2 horas para o final do pregão no Bovespa.....PETROBRAS PN cai 14%....queda em 15 dias já é de 40%

Volume marcado na última barra em vermelho mostra que está 50% acima da semana passada, que já era alto.....

Por enquanto. hoje volume em gigantescos 155 milhões de papéis girados....

Investidores caindo fora numa velocidade alucinante

PETR4, diário e o volume nas barras abaixo





Visitando uma outra ala do CTI.......

Visitando uma outra ala do CTI.......

PDGR3

Negociada a R$ 10,86 no final de 2010

Hoje, negociada a R$ 0,95

Isso, depois dos mega feirões......

PDGR3 (PDG ON), Mensal, escala semi-logarítmica, período  10 anos





Visitando o CTI de perto......

Visitando o CTI de perto......

Valia R$ 27 em 2007
Valia R$ 17 em 2010

Negociada hoje a R$ 0,86

Rossi Residencial ON, Mensal, escala semi-logarítmica, período 10 anos





Reflexos da Reeleição de Dilma Rousseff......Olhando para o Brasil

Reflexos da Reeleição de Dilma Rousseff......Olhando para o Brasil

Esse filme já é conhecido no Blog.....

Numa reeleição de Dilma Rousseff, o filme é mais do que "oportuno"......

O Filme é a exata foto do que veremos, com ligeiras nuances....






Reflexos da Reeleição de Dilma Rousseff.....IBOV olhando pra 45.000 pontos



Reflexos da Reeleição de Dilma Rousseff.....IBOV olhando pra 45.000 pontos


Bovespa, SEMANAL

 





Reflexos da Reeleição de Dilma Rousseff.....PETR4 olhando pra faixa de 12,00

Reflexos da Reeleição de Dilma Rousseff.....PETR4 olhando pra faixa de 12,00

PETR4, Diário


domingo, 26 de outubro de 2014

Viveremos dias difíceis........Brasil...1954, 1964, 1974, 1984, 1994, 2004 e 2014....pontos de inflexão

Acabou a eleição presidencial

Dilma Rousseff está reeleita

Não consigo imaginar algo tão ruim como essa reeleição......

O Cenário de "terra arrasada" de hoje vai se aprofundar.........

Momentaneamente, fiquemos com o meu artigo de 10 de agosto de 2014

"Brasil...1954, 1964, 1974, 1984, 1994, 2004 e 2014....pontos de inflexão"

http://pracompraroupravender.blogspot.com.br/2014/08/brasil1954-1964-1974-1984-1994-2004-e.html


Tudo começa no dia 05 de Agosto de 1954.

No dia 05 de agosto de 1954, o então jornalista Carlos Lacerda,  e também principal opositor ao então Presidente da República do Brasil Getúlio Vargas, sofre um atentado na Rua Toneleros, em Copacabana, cidade do Rio de Janeiro.

A notícia se espalha "como um raio" e foi o estopim pra mais grave crise política pela qual o Brasil passou; 38 anos mais tarde, uma crise da mesma proporção teria inicio com o Impeachment do Ex-Presidente Fernando Collor de Mello.

Getúlio Vargas, que governava o Brasil pela segunda vez, já sofria uma pesada oposição de Carlos Lacerda. O atentado dá ao contexto político da época contornos dramáticos.

As consequências eram difíceis de prever, mas nada, e ninguém, imaginava o que viria adiante, mais precisamente naquele fatídico 24 de agosto de 1954; o suícidio do então Presidente da República, Getúlio Vargas.

O Brasil demora a retomar "seus dias normais"; as instabilidades política, social e econômica continuam, mas sopros de mudanças e esperança tomam conta do brasileiro quando Juscelino Kubitschek assume a Presidência em 1956.







ANO 1964


Pobre Brasil...

Os espasmos de esperança começam a sofrer novo revés quando o então Presidente da República, Jânio Quadros, renuncia ao cargo em 1961,  abrindo espaço para o vice-presidente João Goulart, ou simplesmente "Jango".

A instabilidade política volta, Jango dá sinais ambíguos a todo momento e o Brasil revive o mesmo pano de fundo do ano de 1954.

O ápice é representado pelo dia 31 de março de 1964, apenas 10 anos depois do suicídio de Getúlio Vargas.

Os militares tomam o poder e, no dia seguinte, em 01 de abril de 1964, o "ex" Presidente João Goulart voa para o exílio.

Em 15 de abril de 1964, assume a Presidência da República o Marechal Castelo Branco.

A instabilidade política ainda permaneceria por um bom tempo e, em 13 dezembro de 1968, o "Ato Institucional número 5" concede poder ao Presidente da República para dar recesso às "casas legislativas", Congresso Nacional, Assembléias Estaduais e Câmara de Vereadores; assim como poder para cassar direitos políticos de deputados federais, estaduais e vereadores







ANO 1974

O Brasil entra a década de 70 mergulhado no que se convencionou chamar de "O Milagre Econômico Brasileiro".

A despeito de um momento político conturbado, a economia ia bem. Altas taxas de crescimento empurravam a classe média para o "paraíso". 

Empréstimos externos vultosos eram tomados pra financiar obras gigantescas "Brasil" afora, como as polêmicas Usina Nuclear de Angra dos Reis e a "Transamasônica"

Tudo ia bem no início dos anos 70 se não fosse pela proximidade do "fatídico ano 4".

Ao final de 1973, tem-se inicio o "Primeiro Choque do Petróleo". O primeiro trimestre de 1974 marca o topo da crise, com o barril de petróleo atingindo o patamar de US$ 50, mais do que o dobro da média de US$ 18 do final dos anos 60 e início dos anos 70.

O ano de 1974 marca o início de um período sombrio para a Economia Brasileira.

As taxas de crescimento despencam; os vultosos empréstimos externos foram impactados fortemente pelo aumento das taxas de juros americanas, dada a pressão inflacionária que veio junto com o "choque", e a inflação brasileira, que, diga-se de passagem, vinha numa tendência declinante, volta a subir.

O Brasil viria a mergulhar num longo período de "escuridão" nos anos seguintes; nos planos político e econômico.

Vejam abaixo os 4 principais gráficos que refletem os momentos "pré e pós 1974"

1 - O barril de petróleo explode

fonte: macrotrends.net


2 - As taxas de juros americanas aumentam (aqui refletida nos títulos de 10 anos do Tesouro Americano)

Período 1972-1985

fonte: tradingeconomics.com


3- A inflação brasileira reverte a tendência de baixa no início de 1974; de "quase zero", chega a bater 15% ao mês em menos de 15 anos. No início dos anos 90, bate a inacreditável marca de 80% ao mês.


Inflação mensal BRASIL - 1939-2014

fonte: Banco Central do Brasil


4 - O PIB despenca nos anos seguintes a 1974; depois de atingir 13,97% de crescimento no ano de 1973, chega a atingir uma queda do PIB de 4,25% no ano de 1981



fonte: Banco Central do Brasil




ANO 1984

10 anos se passaram da ressaca do "Milagre Econômico", e o Brasil ainda caminhava na escuridão.

No entanto, do lado político, novas esperanças sopravam.  Os militares começaram a ceder já no final dos anos 70, mais especificamente ao longo do governo do Presidente João Figueiredo; a Lei de Anistia em 1979 é o primeiro passo.

Outros sinais também eram emitidos numa direção mais conciliatória do lado dos militares.

A pressão popular também "ajudava". Mas, ainda faltavam as eleições diretas para Presidente. O povo queria um presidente civil e eleito pelo voto "direto".

Vieram as "Diretas Já" em 1984........uma iniciativa que toma forma com a emenda "Dante de Oliveira".

Mais de 1 milhão de pessoas foram às ruas em São Paulo e no Rio de Janeiro para pedir "Eleições Diretas" para Presidente no início de 1984

Infelizmente, a "Emenda" é rejeitada pela Câmara dos Deputados.

Entretanto, os militares voltam a acenar positivamente ao cederem ao apelo popular e permitirem uma espécie de "transição política".

O novo Presidente seria eleito por uma votação "indireta"; agora, caberia ao Congresso, de forma indireta, por votação simples, eleger o novo Presidente da República, que tomaria posse em 1985.

2 nomes foram colocados para o Congresso.

Paulo Maluf e Tancredo Neves; esse último, o representante maior da oposição ao Regime Militar naquele momento.

Era em Tancredo Neves que o povo brasileiro "depositava todas as suas fichas" para um novo momento, político e econômico, a partir de 1985.

Tancredo Neves é eleito pelo Congresso (Colégio Eleitoral)  em janeiro de 1985 , 

Um dia antes de tomar posse, é internado; não sairia mais do hospital.

Em 21 de abril de 1985, Tancredo Neves falece, e assume o Vice-Presidente José Sarney.


ANO 1994


10 anos de absoluta escuridão; esse foi o retrato do Brasil de 1984 a 1994. 

O Brasil era um "doente" sob todos os aspectos.

Hiperinflação, com índices inflacionários, como já colocado, beirando os incriveis 80% ao mês, vários planos econômicos, vários cortes de "zero" na moeda pra "disfarçar" o "surrealismo" da situação; mudanças de moeda, congelamentos de preços, vários congelamentos de preços, caos nas finanças públicas, greves espalhadas por todos os segmentos econômicos.

Um país à deriva.......pra piorar, um calote na dívida externa brasileira em 1987, um "confisco" do "meio circulante" durante o Plano Collor em 1990, e um impeachment do Presidente da República Fernando Collor de Mello em 1992.

Eleições diretas para Presidente estavam marcadas para outubro de 1994. 

Exceto uma "meia dúzia de gato pingado", o povo brasileiro já não dispunha de forças pra nada.....

Um país no fundo do poço e governado pelo "antes" Vice-Presidente Itamar Franco. Praticamente 2 anos para "empurrar" o país pra "sabe Deus onde" até as eleições de 1994.

Ainda assim, dentro desse contexto absolutamente negativo, o Brasil começa a ver uma "luz no fim do túnel".

O Presidente Itamar Franco convida o então Ministro das Relações Exteriores e Senador, Fernando Henrique Cardoso, para assumir a pasta do Ministério da Fazenda.

E as coisas começam a mudar......

Mais um ano com "final 4" se aproximava, e Fernando Henrique tinha vários nomes na "cabeça"......

Todos eles ligados a PUC-RJ e, muitos deles ligados ao PSDB, o partido de Fernando Henrique.

Fernando Henrique conhecia André Lara Resende e Pérsio Arida......e ambos já haviam escrito um paper chamado "LARIDA" para o meio acadêmico, lá em 1984 .....

Em essência, o paper rascunhava um mecanismo de combate a inflação brasileira por meio de uma "moeda virtual". 

Era o "princípio" que nortearia a "URV", criada em 01 de março de 1994, e que iria se transformar no "REAL" em 01 de julho de 1994.

Com o Plano Real, a inflação brasileira praticamente evapora (Vide gráfico abaixo).

O Brasil ganhara um "bilhete premiado"........resgatávamos a nossa dignidade.....tínhamos uma moeda decente......que não desvalorizava.....poderíamos fazer orçamentos realistas......tabelas realistas....planejamentos realistas.......

Enfim........as esperanças se renovavam......

Inflação Brasileira - Mensal - período 1939-2014.......Plano Real marcado

fonte: Banco Central do Brasil




ANO 2004

Com turbulências ao longo do caminho, Crise do México em 1994, Crise da Ásia em 1997, quebra do fundo de hedge LTCM em 1998, Crise da Rússia em 1998, o Atentado Terrorista de 11 de Setembro de 2001, tudo isso com uma desvalorização do câmbio em 1999, tornando-o "flutuante", não podemos dizer que o saldo de 1994 a 2004 tenha sido ruim.

A inflação continuava medianamente comportada, e isso ajudava no gerenciamento de outras variáveis macroeconômicas.

Mas, eis que surge, justamente num ano "terminado em 4", um componente que poderia colocar o Brasil em novos arranjos, de forma a jogá-lo, definitivamente, em novos patamares.

A Explosão das commodities.

Um componente de grande peso nas exportações brasileiras e vetor importante na dinâmica dessa economia.

Vejam no gráfico abaixo, fonte "FMI", a dinâmica das "commodties" entre 1980 e 2013.

A Linha em "azul" corresponde a "todas as commodities"
A Linha em "vermelho" corresponde aos "metais", aí incluso o minério de ferro, item de forte peso na pauta de exportações brasileiras.

gráfico criado a partir de dados "FMI" aqui disponíveis: http://www.imf.org/external/np/res/commod/index.aspx




O índice para "todas as commodities" sai de 50 no início dos anos "2004" para cerca de 200, 10 anos depois, um aumento de 4 vezes

O índice para "os metais" sai de 50 no início dos anos "2004" para cerca de 250, 10 anos depois, um aumento fantástico de aproximadamente 5 vezes

As reservas internacionais brasileiras explodem; saem de cerca de US$ 50 bi para US$ 375 bi nesses mesmos 10 anos


fonte: Banco Central do Brasil




ANO 2014

E o que fizemos nesses 10 anos ? O que fizemos com essa dinâmica positiva ?

Mudamos nossa matriz de exportações pra não dependermos mais dos eternos preços oscilantes e sazonais das commodities ?

Fomos "sócios" das indústrias para que elas aumentassem sua participação na economia, seja por exportações ou não ?

Fizemos uma Reforma Tributária pra que continuássemos com a inércia positiva que vinha de 1994-2004 e, inicialmente amplificada pelo "boom das commodities" no período 2004-2010 ?

Cortamos gastos públicos num período de bonança para que nos antecipássemos a períodos difíceis adiante ?

Fomos intolerantes com controle da  inflação ? Logo ela que nos fez perder a dignidade por longos e longos e longos 15-20 anos ?

Estamos em 2014........mais um ano "com final 4"......

Por toda a história contada acima, os "anos 4" têm sido decisivos, seja no contexto político, seja no econômico.

Tudo começa com o suicídio do Presidente Getúlio Vargas em 1954.

Parece-me que o Brasil "desce a ladeira sem freio"......

Muita, mas muita coisa "fora do lugar"...

O Brasil é uma aberração no que tange ao "preço das coisas".......Em boa parte, por conta de pesados e insanos impostos que nos são empurrados "goela abaixo pra sustentar um Estado gastador, "mau gastador", pesado, inchado e nulo do ponto de vista de eficiência

Em grande parte, o país é uma aberração no que tange ao "preço das coisas" por conta de uma inflação que insiste em ficar "no teto da meta" por 3 anos seguidos, com a complacência e condescendência de um Banco Central, que deveria zelar pela moeda, e da autoridade maior da República, a Presidente da República.

Desde o preço de um salgado na esquina, até um porta-retratos na papelaria, não há razão "lógica" para que esses preços estejam nesse patamar face a renda média do trabalhador.

Convivemos com uma bolha imobiliária que torna, num simples e básico cálculo de aritmética, os preços dos imóveis completamente fora da realidade do trabalhador médio.

Some-se a isso, um iminente aumento da taxa de juros americanas no próximo ano.......1 ano após o fatídico "ano terminado em 4"........

Haverá uma rearrumação de ativos no mundo inteiro......

O Brasil é um "jogo de dominó"....tudo ali está delicadamente, perigosamente "arrumado"....

Basta um toque......uma mudança na taxa de juros americana pra que o "aparente arrumado" "jogo de dominó" "entre em colapso.

Estamos em 2014........num "ano de final 4".....

Infelizmente,não dá mais pra "voltar no tempo"......

Erros em política econômica nos cobram um preço.

Dá pra amenizar ou acentuar as incertezas de um futuro próximo

Mais uma vez, a virada do "ano 4" será decisiva para o Brasil.......








sábado, 25 de outubro de 2014

"Corretoras elevam exigência de garantias e suspendem folgas.....Empresas temem corrida de investidores no primeiro pregão após as eleições", por Jornal O Globo

Matéria de hoje publicada no Jornal O Globo:

http://oglobo.globo.com/economia/corretoras-elevam-exigencia-de-garantias-suspendem-folgas-14356631

Corretoras elevam exigência de garantias e suspendem folgas

Empresas temem corrida de investidores no primeiro pregão após as eleições

POR O GLOBO
25/10/2014 6:00 / ATUALIZADO 25/10/2014 9:29

SÃO PAULO - As corretoras brasileiras preparam uma verdadeira operação de guerra para segunda-feira, temendo uma corrida de investidores no primeiro pregão pós-eleição, para ajustar suas posições e liquidar operações, com ganhos e perdas decorrentes da estratégia adotada. As medidas vão da exigência de garantias maiores ao cancelamento de folgas. Na corretora Gradual, por exemplo, o nível de alavancagem dos clientes que trabalham com home broker (sem auxílio de operadores) foi reduzido à metade. E a Clear Corretora, do grupo XP, vai testar a capacidade dos sistemas este fim de semana, quadruplicando o volume normal de operações.

— O prazo dessa redução da alavancagem será dado pelo próprio mercado. Quando verificarmos que a volatilidade está menor, voltamos aos padrões anteriores — diz Aparecido de Sousa Lima, superintendente de risco da Gradual.

Na prática, a alavancagem permite ao cliente comprar ativos em um volume acima das garantias (dinheiro, títulos públicos e outros ativos financeiros) que ele tem depositadas na corretora. Se, normalmente, com R$ 1 mil na conta da corretora era possível comprar até R$ 7 mil em ativos, na segunda-feira ele arrematará no máximo R$ 3,5 mil. O limite menor, diz Lima, protege tanto o cliente como a corretora — que arca com o prejuízo se o cliente apostar errado, perder dinheiro e não puder pagar.

— Além disso, as posições de todos os clientes serão submetidas a testes de estresse compatíveis com o atual momento e, se necessário, novas garantias serão exigidas — explica Flávio Martins, diretor de Controles Internos da Ativa Corretora.

Além disso, os clientes mais agressivos, que investem em operações de maior risco, terão de depositar mais garantias. Esse procedimento, conhecido como “chamada de margem”, é exigência da BM&FBovespa. Cada tipo de ativo tem uma margem diferente. No caso das ações preferenciais da Petrobras, a margem é de 25%, o seja, a garantia precisa ser equivalente a 25% do preço à vista da ação.

Essa não é a única ferramenta de proteção da Bolsa. Em casos extremos, ocorre o chamado circuit breaker, que é a paralisação das negociações por meia hora quando há uma queda superior a 10%. A Bolsa informou que não fez ajustes específicos para segunda-feira, mas ressaltou que seu comitê técnico está sempre avaliando os níveis de risco e fazendo correções.

As corretoras, porém, podem ser mais conservadoras e exigir garantias adicionais. Na Gradual, a elevação será de 15 pontos percentuais nas operações com ações na Bovespa e de 20 pontos para ativos como dólar e futuros. A XP Investimentos também elevou suas margens. Nas operações em renda variável, de ontem para segunda-feira, a margem passou de 12% para 36%. Já para a segunda-feira, nas operações no intraday, passou de 4,5% para 13,5%. Também foram elevados os pedidos de garantia nos mercados de câmbio, café e soja.

— Está prevista uma volatilidade acima do normal na segunda-feira, que pode se confirmar ou não. O objetivo é proteger o cliente e deixar todos cientes dos riscos — explica Eduardo Glitz, diretor de varejo da XP.

Para o executivo, isso é necessário porque, dependendo de quem ganhar as eleições, a Bolsa pode abrir com uma variação muito alta ou muito baixa -- "gap", no jargão do mercado financeiro --, e o cliente não vai ter tempo de se desfazer de uma operação calculada de forma equivocada.

— Preparamos todas as nossas áreas operacionais porque acreditamos que será um dia atípico. A tecnologia e a retaguarda estarão de prontidão — afirma Glitz.

Ari Santos, gerente de renda variável da H.Commcor, lembra que o "gap" pode ocorrer e se intensificar porque têm sido comuns as operações de "stop loss", que é quando um cliente limita qual será a sua perda e, quando a ação chega a um determinado preço, são disparadas ordens de venda automaticamente, forçando o preço do ativo ainda mais para baixo ou para cima.

A busca por proteção ocorre em momento de estresse no mercado. O imbróglio envolvendo as empresas do Grupo X fez com que várias corretoras exigissem garantias adicionais de seus clientes. Também em 2008, em meio à crise financeira global, também houve o aumento das margens. No entanto, profissionais do mercado financeiro lembram que naquela época havia menos transações eletrônicas, e os clientes tinham que, a cada compra ou venda, conversar com um operador, o que já era um filtro natural para alavancagens, além de reduzir a velocidade das negociações. Agora, com a concentração dos procedimentos em plataformas eletrônicas, o risco acaba sendo maior.

Já uma das principais corretoras do mercado, que preferiu não ser identificada, cancelou todas as folgas de seus mais de 200 funcionários na segunda-feira, por temer uma corrida de investidores.



sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Bovespa - Final de Semana.....a hora em que as médias não servem pra nada........ou olhamos pra 62.000 ou pra 45.000 no curto prazo

Não adianta mais falar de médias, de rastreadores, de indicadores técnicos , nada nesse momento de curto prazo....

Já disse aqui e repito.....

No longo prazo, para o Bovespa, tanto faz....Aécio ou Dilma......visitaremos níveis abaixo de 44.100-45.000 no longo prazo.....

Fica a dúvida se 36.000 ou 30.000 pontos....

No entanto, a reversão lá na frente que me parece mais amarrada a um dos 2 candidatos...

Se for Aécio o novo Presidente, a reversão de daria de forma mais rápida.....

Com a reeleição de Dilma, essa hipótese me parece mais difícil........talvez mergulhemos num túnel escuro sem nenhuma perspectiva...

No curto prazo, vamos esquecer as médias, os rastreadores, os indicadores....

Numa vitória de Aécio Neves no domingo, o Bovespa olha direto pra LTB maior destacada abaixo, passando um pouco abaixo dos 62.000 pontos...

Numa vitória de Dilma, olhamos pros 45.000......

Mais uma vez repito.......duvido que os grandes players tenham chegado aqui com "grandes posições".....

Ou seja....pra eles, tanto faz.........vitória de Aécio...pode abri com gap de alta......gira....gira....gira até a LTB.....

Em vitória de Dilma.....descarrega um pouco mais.....

Suportes agora em 51.200, depois 50.500, 50.000, 49.500 e 48.000

Resistências em 52.000, 52.500, 53.200 e 54.000


Bovespa, SEMANAL, Escala semi-logarítmica




Estamos a menos de 48 horas da mais importante eleição presidencial depois da ditadura militar.....Dear Mr.President

Estamos a menos de 48 horas da mais importante eleição presidencial depois da ditadura militar.....

Dear Mr.President









Bovespa em 23-10-2014.......logo logo retomarei a escrever mais posts

Gente

Sei que diminui um pouco o ritmo dos posts do blog.....

A gripe forte que me pegou semana passada foi o principal motivo....

Um cenário interno brasileiro desafiador e pouco estimulante ajudou numa outra direção....

Logo logo, voltarei a escrever mais.........mesmo que Dilma Rousseff seja reeleita.....

Não viveremos bons momentos......mas, mesmo nesse cenário, escreverei....

Hoje, o Bovespa fez um um belo e novo pivot de baixa

Rompeu com força a faixa de 52.500 e 52.000; fechou em 50.700, queda de 3,2%

Pesquisas Ibope e Datafolha foram os grandes responsáveis....

Sai.....sai......sai do Brasil.......isso deve ter sido a mensagem principal dada aos "executores internos"

Situação delicada passa o Brasil nesse momento...

Ainda outra pesquisas insistem em dar números diferentes do Ibope e Datafolha.........

nada definido ainda......

E o país à deriva.....completamente......

Não vejo esse cenário de "terra arrasada" desde os momentos anteriores ao Plano Real......

Final de semana, com mais calma, falo da VALE.......

Vamos adiantar um pouco....

suponhamos que o país entre em colapso......

exportadoras exportam.......independente do colapso interno...........

E o resto ?

Estatais....bancos....varejo........ora........colapsam..........

Suportes do Bovespa agora em 50.000; 49.500 e 48.000

Resistências em 52.000; 52.500 e 53.300



quinta-feira, 23 de outubro de 2014

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Tudo parado.....Brasil parado...Bovespa parado....e o que eu ouvi hoje sobre o Pós-Eleição

Alguém viu a Presidente da República despachando no Planalto hoje ?

E, ontem ? E, anteontem ?

Pois é.......

Algum empresário.....micro-empresário.....pequeno empresário colocou o pé no acelerador nos últimos 6 meses ?

Nos últimos 3 meses ?

Nos últimos 30 dias ?

Tá tudo parado......tudo.....

Inclusive o Bovespa.....agora, estabilizado nos 52.000-52.500.........um forte divisor.....


O Brasil agoniza.......agoniza.......

Sairá da CTI ?

Ou lhe darão a "extrema-unção" ?

Saberemos domingo.....no final da noite....

Ouvi hoje o seguinte...

Na Segunda-feira, o Bovespa ou sobe 10%....ou cai 10%......

faz sentido....

10% abaixo dos 52.000, vai bem próximo aos 47.000...próximo aos 45.000
10% acima, vai lá nos 58.000........mais 4-5 dias, bate na LTB maior


Seção "O Dia em que o FED aumentou a taxa de juros" - 22-10-2014

Semana passada falei pouco sobre o stress lá de fora e do mercado americano.

Aproveitamos a SEÇÃO ""O Dia em que o FED aumentou a taxa de juros", pra falarmos e focarmos o que podemos ver de mais relevante.

Vínhamos monitorando 2 cunhas do SP500....

Praticamente, os 2 sinais positivos que haviam sobrado da perspectiva de BULL-MARKET dos mercados americanos; ainda que o Dow Jones tenha feito um novo topo lá nos 17.350, depois dos 17.170...

Pois sim.....

A primeira CUNHA, vista no tempo SEMANAL abaixo, a partir do fundo de 2011 foi pro espaço na semana passada; isso certamente acelerou a correção de 10% do SP500 desde o topo em 2.020.

O que sobrou ?

Sobrou a grande LTA que vem desde o fundo de 2009, como podemos ver no segundo e terceiro gráficos......o segundo no tempo SEMANAL e o terceiro no MENSAL.

Ou seja.......no fechamento da semana passada, a GRANDE LTA que vem do fundo de 2009 foi salva

Como o mês ainda não fechou, estamos na expectativa.

Também cheguei a comentar rapidamente na semana passada, quando o SP500 havia batido 1.820 e alcançado exatos 10% de correção, que isso era um intervalo clássico de médias pra fortes correções dos mercados americanos

Corrigir 10% para os mercados nunca foi "básico".....por isso, a forte reversão vista até agora.

Por enquanto, ainda não dá pra afirmar se eles irão até um ponto abaixo dos 2.020 e finalmente vir pra baixo de 1.820 e caracterizar "topos e fundos descendentes" nos prazos mais longos, ou ainda terão força pra fazer um topo acima de 2.020.

No entanto, dentro de nosso "acompanhamento", sobrou apenas essa LTA maior que vem do fundo de 2009 e que ainda faz parte de uma cunha.......

O VIX, com sua ida ao patamar de 30, é um sinal de que essa perna  de alta em curso é o "beijo da morte"


SP500, Semanal , escala logarítmica - período 4 anos




SP500, Semanal , escala logarítmica - período 7 anos


SP500, MENSAL , escala logarítmica - período 10 anos











terça-feira, 21 de outubro de 2014

Bovespa em 21-10-2014

Bovespa fechou hoje, 21-10-2014 em 52.430 pontos, queda de 3,44%

Fez novo pivot de baixa, embora tenha fechado praticamente "em cima" desse pivot de 52.500...

No intraday, o pivot de baixa foi claro....

É verdade que a faixa relevante é mais ampla....sempre foi 52.000-52.500, como dá pra notar nos gráficos abaixo

Topos e fundos descendentes começam a ficar claros....

Somente uma euforia com uma vitória de Aécio Neves poderia dar "novos ares" ao Bovespa no curto prazo.........uma ida aos 58.800 ou mesmo lá nos 61.200-62.500....

Fora isso, caminhamos rapidamente para os 45.000 pontos........olhando, seriamente, ano que vem, para patamares abaixo dos 42.000.......

Na verdade, a ida "pra baixo" dos 42.000, na minha opinião, acontecerá com ou sem a vitória de Aécio......

Mas a questão passa a ser a dinâmica......a velocidade........tanto de ida, como de reversão.......

de reversão nos próximos 2-3 anos.......

mas, isso é outro papo......

Hoje, Bovespa fechou inclusive abaixo da MA200 (linha em vermelho)  que estã na faixa de 53.000

Suportes em 52.000 e 51.200
Resistências em 53.000.....54.000 e o mais forte em 55.000

Bovespa, diário, período 1 ano.



Bovespa, diário, período 3 anos









A alta da VALE5 não tem nada a ver com a pesquisa Veritás que mostra Aécio na frente....COBRE subindo...mineradoras subindo em Londres

Agora, por volta de meio dia, saiu uma pesquisa eleitoral do Instituto VERITÁS, mostrando um quadro diferente do DATAFOLHA de ontem

Aécio está na frente cerca de 6% considerando votos totais.

No entanto, a alta da VALE5 não tem nada a ver com a pesquisa Veritás que mostra Aécio na frente....

COBRE subindo forte hoje

Mineradoras subindo forte em Londres hoje.....BHP e Rio TINTO em alta de 1,8% nesse momento.

A VALE5 tem mostrado, assim como alguns outros papéis, direções "à margem" de pesquisas.

Ela tem caido e subido com pesquisas boas ou ruins.....

Só que, o desempenho ainda fraco........por outro lado, mineradoras lá fora, minério de ferro e cobre tem tentado sair de suportes perigosos......

O foco continua e continuará mais nas estatais....

Os bancos são caso à parte........e que eu já discuti e expus meus argumentos




segunda-feira, 20 de outubro de 2014

O que dizer num dos mais importantes e delicados momentos da história política e econômica do Brasil ?

Estamos na segunda-feira.....

A 6 dias de uma das mais, se não for da mais importante eleição presidencial depois da ditadura.

Volto a insistir...

Tenho sérias dúvidas sobre o nível de estoque de ações dos bancos e corretoras de 30-60 dias pra cá....

é óbvio que não dá pra se desfazer de fortes posições em menos de 45 dias sem grandes estragos.

E os estragos não foram, nesses 45 dias, fortes.....pelo contrário.....

Portanto, o que houve, volto a dizer, foi, na minha opinião, essencialmente giro....Ninguém arriscaria tanto diante de cenário político táo instável.....

As pesquisas de hoje jogaram mais incertezas no tabuleiro......

Isso porque, segundo vários jornalistas, quase todos os trackings recentes, de partidos a instituições financeiras, estavam dando Aécio na frente com uma relativa diferença.....

Eu não quero nem pensar na hipótese de vitória de Dilma Rousseff.......

Algumas consequências são óbvias.........aumentam as chances de várias agências de risco rebaixarem o Brasil......

O Brasil simplesmente não aguentará mais tanta pressão.........não há mais como recuperar o Brasil diante de tanto desajuste macroeconômico intensificado por um cenário mundial crítico e iminentemente limitador de crédito.........

Outras consequências não são tão óbvias......e me recuso a especulá-las.......

Vamos, ainda, tentar nos ater aos gráficos....

MME13 ainda abaixo da MME21 no tempo diário do Bovespa....pressão vendedora continua

Suportes em 54.000, 53.000 e 52.500

Resistências em 55.000, depois 56.000 e 57.000

O nível de stress é tamanho que, segundo o jornalista Ricardo Noblat, do Jornal O Globo, informou em seu twitter há 5 horas, uma instituição financeira "importou" um matemático indiano famoso por antecipar eleições; segundo Noblat, ele está em São Paulo há dias.....

Vejam aqui em seu twitter: https://twitter.com/BlogdoNoblat





Começamos a semana mais tranquilos.....a Presidente Dilma Rousseff disse no debate de ontem da TV Record que "a inflação está controlada de forma inequívoca", e que "vamos crescer mais do que o,3% no ano de 2014

Começamos a semana mais tranquilos.....

A Presidente Dilma Rousseff disse no debate de ontem da TV Record que "a inflação está controlada de forma inequívoca", e que "vamos crescer mais do que o,3% no ano de 2014.....

Peço desculpas pelos poucos posts nos últimos 4-5 dias.....

Peguei uma forte gripe.........voltando devagar.....



sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Bovespa e o MACD e Histograma no Tempo SEMANAL em modo VENDA

Por enquanto, ao final dessa semana, vamos voltar a atenção para os rastreadores MACD e Histograma no TEMPO SEMANAL

Vejam abaixo que há 3 semanas (marcação do retângulo em vermelho), tanto o MACD , como o Histograma entraram em modo VENDA.

MACD cruzou na VENDA e Histograma está "abaixo da linha zero" no TEMPO SEMANAL, portanto, em MODO VENDA

Os círculos em laranja marcam os momentos e intervalos em que esses rastreadores emitiram sinais de VENDA, mas que se revelaram falsos semanas adiante; ou seja, isso não impediu que novos topos fossem alcançados.

Vejam que no  primeiro círculo , o novo topo é atingido mesmo com MACD e Histograma em modo VENDA

No segundo círculo, rapidamente o sinal de VENDA é anulado, vira pra "COMPRA", faz-se um topo duplo, pra mergulhar de vez.

Todas as outras marcações em azul, os sinais de VENDA emitidos pelo MACD e Histograma foram consistentes , levando o Bovespa para topos e fundos descendentes por um largo período.

Dada a forte especulação nos últimos 10-15 dias, por conta de resultados e pesquisas eleitorais, podemos até imaginar que esses sinais possam ser anulados rapidamente.

Tanto é que cheguei a especular sobre um possível triângulo que, numa eventual euforia por conta de uma vitória de Aécio Neves à Presidência do Brasil,  poderia levar o Bovespa à faixa de 65.000.

Essa dinâmica esfriou, e muito, com a perda no meio da semana dos 55.000 pontos; ainda que recuperada hoje.

Vários papéis estão entrando em modo VENDA em MACD e histograma no TEMPO SEMANAL; BBDC4 éum deles e que já sinalizei aqui semana passada

PETR4 também é um desses papéis.....

A possibilidade dos 65.000 reduz-se sobremaneira....

Sobraram o topo duplo em 62.500 e os 61.200 próximos a LTB maior destacada abaixo


Bovespa, SEMANAL, Escala semi-logarítmica








Uma pequena pausa ontem e estou de volta.......VALE5 ficou "ex-dividendos" hoje em R$ 0,90

Uma pequena pausa ontem e estou de volta.......

VALE5 ficou "ex-dividendos" hoje em R$ 0,90

Depois, ajustamos a planilha "carteira blog"



quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Bovespa em 15-10-2014

Bovespa engrenou uma forte queda pressionada pelos mercados mundiais....

Fechamento em 56.140 pontos, queda de 3,24%

Nenhuma relação com pesquisas eleitorais......

Aliás......

Em praticamente 80% dos papéis , já está "tudo feito"......

independente de quem vai levar a eleição.....

os triângulos aqui discutidos ontem, obviamente, se desfizeram.....

Vamos, ao final de semana, tentar com mais calma, "brincar aqui e ali"......

Mas, volto a dizer....

A próxima perna de baixa que levará o Bovespa, inicialmente pros 45.000 acontecerá........

independente de Dilma ou Aécio......

O que a eleição pode impactar é o "beijo da morte"......

sim....

se o mercado tá "fazendo o trabalho sujo" agora, não faz diferença "o beijo da morte"

O "BEIJO DA MORTE" será apenas giro.....

Suportes agora em 56.000; depois 55.000 e 54.500....

Resistências em 57.000; 58.000 e 58.900.....

Abaixo, as Médias Móvel simples de 50 em azul e de 200 em vermelho

Bovespa, diário