terça-feira, 30 de setembro de 2014

Como os americanos têm um verdadeiro fetiche pela MA200......ADR BRADESCO bate na MA200 hoje em Nova York

Como os americanos têm um verdadeiro fetiche pela MA200......ADR BRADESCO bate na MA200 hoje em Nova York

MA200 em linha vermelha

ADR BRADESCO, Diário, NYSE-Nova York





BBDC4 (Bradesco PN) parando na 3a. LTA, depois de 2 LTA'S perdidas

BBDC4 (Bradesco PN) parando na 3a. LTA, depois de 2 LTA'S perdidas

BBDC4, Diário, escala logarítmica - 1 ano





1o. Objetivo do Índice "BZQ" (ETF-Espelho do Bovespa) atingido ao tocar hoje a MA200

1o. Objetivo do Índice "BZQ" (ETF-Espelho do Bovespa) atingido ao tocar hoje a MA200

Reparem abaixo, no gráfico diário, que, depois de 6 meses de divergências altistas de IFR14, depois de tocar a mínima na faixa de 47, abaixo da mínima de 2012, o "BZQ" subiu forte e, hoje, finalmente veio tocar a Média Móvel Simples de 200 períodos.

Deve parar um pouco e respirar.....

"BZQ" é um ETF-ESPELHO do Bovespa, uma espécie de hegde do Bovespa para os investidores estrangeiros.

Se o mercado executar o mesmo algoritmo na "direção contrária", o Bovespa dificilmente deixará de tocar a faixa de 52.600, por onde passa hoje sua MA200, como discutimos ontem

Hoje, tocou 53.500......

Faltariam cerca de 900 pontos......1,5%.........

"BZQ", Diário


"BZQ", SEMANAL





PDGR3 e RSID3 é R$ 1,00 !!.........Calma gente !! Não existe Bolha Imobiliária.....apenas uma acomodação de preços

PDGR3 (PDG ON) tocou na mínima hoje 1,04
RSID3(ROSSI RESIDENCIAL ON) tocou na mínima hoje 1,06

Mas, calma gente !! Não existe Bolha Imobiliária.....apenas uma acomodação de preços

Existe muita "demanda reprimida".......

Muita......muita mesmo.......

Descontos de 30%, 40% espalhados por aí em vários imóveis são apenas "preços em acomodação"

PDGR3, MENSAL, 10 ANOS



RSID3, MENSAL, 10 ANOS




segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Ouro e Prata tocam sua LTA de 12 anos - Tempo MENSAL

Abaixo, GRÁFICO MENSAL

Ouro e Prata tocando as suas LTA'S que vêm lá de 2002-2003

Prata tocou de forma exata.....Ouro ligeiramente acima......

Prata com mais 2 gráficos abaixo.......SEMANAL e DIÁRIO


Ouro, Tempo Mensal, Escala logarítmica - 25 anos



PRATA Tempo Mensal, Escala logarítmica -25 anos



Prata, Tempo Semanal, Escala logarítmica - 3 anos



Prata, Tempo Diário Escala logarítmica - 1 ano






Barril de Petróleo (Light Crude Oil) rompe a LTB depois de fortíssimas divergências altistas de IFR14

Barril de Petróleo (Light Crude Oil) rompe a LTB depois de fortíssimas divergências altistas de IFR14

Vejam abaixo a "forte" LTB balizando o ativo por 3 meses...

Fortíssimas divergências altistas de IFR14, MACD e histograma foram produzidas ao longo do período

Hoje, rompeu; fechamento em 94.30, alta de 1%

Barril de Petróleo (Light Crude Oil), diário, escala logarítmica




Bovespa em 29-09-2014

Crash.......

Crash no Bovespa hoje...........já abriu em queda de mais de 5%, com um gap insano......respirou, foi aos 55.500 e voltou.....fechou em 54.600, queda de 4,5%

Fechamento abaixo da importante faixa de 55.000-55.200, fato que, certamente, não é um bom sinal no curto prazo......

Dentro da perspectiva otimista de que falei no penúltimo post, temos a seguinte observação:

- Reparem abaixo que, considerando que a Primeira LTA foi definitivamente "pro brejo", temos uma segunda logo abaixo.

E ela passa exatamente nos 54.600, fechamento de hoje.......

Ou seja, diante disso, me parece que temos essas 2 alternativas agora para o fim dessa queda que vem lá de 62.300.

Isso, claro, considerando que não estamos ainda na dinâmica de queda "direta" consistente, por um período mais largo.

Dada a forte volatilidade vista nos últimos 45-60 dias, me parece que estamos ainda dentro de uma dinâmica diferente; precisamos ainda de pernas muito mais longas e altas no repique.

Isso ainda passaria pela idéia de um "topo duplo" lá nos 62.300; ou na LTB maior que hoje passa por volta dos 62.000 pontos

Por fim, vamos ressaltar a hipótese mais provável hoje, a ida a um ponto próximo a Média Móvel Simples de 200 períodos, linha em vermelho abaixo destacada; essa MA200 hoje passa ali em 52.600 e subindo....

Resistências em 55.000-55.200; 56.000 e 57.000 e 57.500
Suportes em 54.000-54.200; depois 53.750, 53.000, 52.700, 52.500 e 52.000

Bovespa, diário, escala semi-logarítmica - 1 ano



Bovespa, diário, escala semi-logarítmica - 3 anos




"CRB" Commodities rompe a faixa de 280, rompe a 1a.LTB curta, sobe 1% hoje e dá o primeiro sinal de melhora para as mineradoras

Commodities têm sido massacradas nos últimos dias...

O Retrato está no índice "CRB" abaixo destacado.

Reparem que, depois de várias divergências altistas de IFR14 e de tocar a faixa de 275, o "CRB" começa a dar sinais de reversão no curto prazo.

Uma primeira LTB curtinha destacada abaixo foi rompida........o índice vai em busca de uma mais "acima"

Outro dado importante é que, já no dia de hoje, rompeu a faixa de 280, também faixa importante.

Tal comportamento deve guiar a melhora no curto prazo das mineradoras ao redor do mundo.

A VALE, certamente a mais massacrada, deve agradecer stop no espancamento.

"CRB" Commodities, diário




"CRB" Commodities, SEMANAL






Eu agora sou "otimista" no curto prazo.......e continuo "pessimista" no longo prazo....

Na sexta-feira, dia 29 de agosto de 2014, há exatos 30 dias, escrevi sobre a minha expectativa "pessimista" para SETEMBRO, depois das aberrações praticadas ao longo de agosto....

Sim......

altas bizarras de vários papéis......especialmente bancos e Petrobrás.....

quase tudo voltou para o mesmo ponto em apenas 30 dias.....

Ou seja......duvido que algum banco tenha carregado estoque pesado naqueles 30 dias anteriores.......

apenas giro......

BIZARRO.......

GIRO.....GIRO....GIRO........Nada mais do que isso..........

Ora........da mesma forma que foi giro.........algumas coisas começam a voltar ao normal.....

"Dentro dessa normalidade", é hora de pensar de uma forma um pouco mais otimista.....

Sim.....

Acho que ainda temos mais chances de um belo repique do que fortissimas quedas adiante ou a continuação das quedas por mais 2-3 meses.....

A volatilidade continua  alta......os papéis precisam ser rearrumados....

Depois da visão da MA200 no post anterior passando ali por volta dos 52.600, ao final do pregão darei uma visão ligeiramente mais otimista...

Isto é, uma segunda alternativa

Por ora......fiquem com a minha visão pessimista no dia 29 de agosto último no post daquele dia resgatado abaixo.....

sexta-feira, 29 de agosto de 2014
Os próximos 4 anos-----"NO ESCURO"........Quando Setembro vier e terminar.....sem dó, nem piedade......MA200......52.500

http://pracompraroupravender.blogspot.com.br/2014/08/os-proximos-4-anos-no-escuroquando.html


Uma outsider pula 25 pontos em 10 dias.......

E os "anos terminados em  4", como eu escrevi num artigo há 1 mês, nos perseguem....

4 anos na absoluta escuridão.....

No curto prazo......

Quando Setembro vier...e terminar......

tá aí.......MA200.......52.000-52.500........sem piedade




"CIEL3" tocou hoje sua MA200 e sua LTA mais longa de 1 ano e meio

Vejam abaixo o gráfico diário do papel "CIEL3" (CIELO ON)

Uma Média Móvel simples de 200 períodos no diário passando ali em 37,50.

A mínima do papel hoje foi 37.17.

Uma LTA de 1 ano e meio passa junto a essa MA200

Vejam as fortes divergências altistas de IFR14 no diário.....

Resslta-se porém, que esse papel tem uma volatilidade histórica relativamente baixa, a despeito de uma "vida" igualmente curta.

Papel em alta hoje........um dos poucos.......

CIEL3, Diário, escala semi-logarítmica





O Bovespa e os toques na MA200 não tão claros e precisos quanto o índice MERVAL

Bovespa , diário e sua MA200 em linha vermelha - período 4 anos

Os toques na MA200 marcados em círculos azuis


Em todos os momentos de histeria na Argentina nos últimos 2 anos, o índice MERVAL corrigiu ou na MA50 ou na MA200

Abaixo, nós temos o principal índice da Bolsa de Valores da Argentina, o índice MERVAL.

Não dá pra comparar a Bolsa argentina com a brasileira......a brasileira tem muito, mas muito mais volume e giro do que a da Argentina.

Mas números são números em qualquer lugar do mundo......

É uma linguagem universal.

Nos últimos 2 anos, o índice Merval engatou uma bela dinâmica de alta......

Depois de romper a Média Móvel Simples de 200 períodos, o índice decolou, como pode ser visto no primeiro gráfico......MA200 em vermelho....

Em seguida, tivemos várias turbulências por lá.....intervenção estatal, congelamento de preços e, o mais recente, a decisão de um juiz americano em favor de alguns fundos que detinham títulos argentinos que não haviam entrada na renegociação da dívida externa argentina lá atrás.

Com isso, a  Argentina teria que pagar o valor de face, que é, obviamente, muito maior do que os valores renegociados lá atrás.

Novas turbulências.....

Teve dia que o índice, considerando a mínima intraday, chegou a cair mais de 10%.

Mas, onde o índice esbarrava ? ou exatamente na Média Móvel Simples de 50 ou na Média Móvel Simples de 200 períodos. 

Vejam principalmente os momentos marcados 1, 2, 3 e 4

Nos últimos meses, as correções apenas bateram na MA50.....

Reparem também que em todas as correções, o MERVAL havia atingido patamares de "sobrecompra" no IFR14

O que eu quero dizer com isso ?

A MA200 do Bovespa passa hoje po volta de 52.600.......52.000-52.500 é o próximo pivot forte adiante pro Bovespa, depois de romper os 55.000

Vamos acompanhar..........no post seguinte, coloco o gráfico do Bovespa

MERVAL, DIÁRIO, 3 anos


MERVAL, DIÁRIO, 1 ano



Confirmação: apenas a "carteira blog" saiu da posição de "VENDA" "ITSA4" para "COMPRA" "VALE5"

Confirmação: apenas a "carteira blog" saiu da posição de "VENDA" "ITSA4" para "COMPRA" "VALE5"

Ou seja,

A "Carteira blog" "zerou" a posição de "VENDA" ITSA4" com peso de 15% e incluiu uma "COMPRA" 'VALE5" a 23,04 com peso de 15%

Depois, atualizaremos tudo


Acionada a COMPRA "ITSA4" a 9,36 para "ZERAR A POSIÇÃO DE VENDA" da Carteira blog

Acionada a COMPRA "ITSA4" a 9,36 para "ZERAR A POSIÇÃO DE VENDA" da Carteira blog

A "Carteira blog" tinha uma posição de VENDA "ITSA4" a 8,99 aberta

Portanto, Posição zerada com essa COMPRA a 9,36

Resumo

VENDA "ITSA4" a 8,99

COMPRA "ITSA4" a 9,36

Prejuizo de 4%

Impacto negativo para a "carteira" de 0,6%


Depois, atualizarem, inclusive com a nova entrada em VALE5 a 23,04 com 15%

"Carteira blog" vai entrar com sugestão COMPRA "VALE5" a preço de mercado pra substituir a posição ZERADA de "ITSA4"

"Carteira blog" vai entrar com sugestão COMPRA "VALE5" a preço de mercado pra substituir a posição ZERADA de "ITSA4"

Tem vendedor, nesse momento, 10:20     a 23,04

Portanto,

Compra "VALE5" a 23,04

Stop: aberto

Peso: 15%

Objetivo: aberto

"Carteira blog" entra com "COMPRA" em 9,36 em "ITSA4" pra zerar a posição VENDA na "carteira"

"Carteira blog" entra com "COMPRA" em 9,36 em "ITSA4" pra zerar a posição VENDA na "carteira"


Com a abertura "bizarra" do índice futuro, vamos retirar o stop da "VALE5"

Com a abertura "bizarra" do índice futuro, vamos retirar o stop da "VALE5"

Queda no índice futuro na abertura já é superior a 5%......sim....5%.......

Nada garante que a paulada não sobre pra VALE5.........deve sobrar também.........mas, a mair pauladas deve cair sobre as estatais e os bancos.......

Vamos ver........

Como eu disse ontem, cuidado com as aberrações ao longo dessa semana.....semana de pesquisas que têm apontado a vitoria de Dilma para Presidente

MA200 do Bovespa ali por volta de 52.500.....

Tem LTA da PETR4 lá por volta de 19.50.......

Vamos ver a hemorragia....

GAP insano na abertura




Planilhas "Carteira blog" e "Oportunidades" atualizadas com as saídas de "SLED4" e "USIM5" e entradas de "VALE5"

Planilhas "Carteira blog" e "Oportunidades" atualizadas com as saídas de COMPRA de "SLED4"( (em 24-09-2014)  e "USIM5" (em 26-09-2014)  e entradas na posição de COMPRA de "VALE5" a 24,49 (peso 10%) e 24,06 (peso 25%)



domingo, 28 de setembro de 2014

"Dólar x Real" muito próximo da faixa de 2,45

"Dólar x Real" muito próximo da faixa de 2,45

"Dólar x Real", Diário, escala logarítmica - 2 anos


Bovespa - Final de Semana -

Bovespa fechou a sexta-feira com uma forte alta de 2,23% em 57.200 pontos.

Vamos a alguns pontos positivos:

- Respeitou por ora o último fundo de 55.200 pontos; bateu na mínima da semana 55.875 pontos; mínima dos últimos 45 dias......portanto, acima do fundo antes do último rally de alta.

- Olhando os 2 gráficos abaixo , vemos que a LTA mais curta que vínhamos acompanhando foi rompida pra baixo ao longo da semana; chegou a ficar abaixo dela por 3 dias.
No entanto, no fechamento da semana, a LTA foi salva e o Bovespa conseguiu fechar ainda acima dessa LTA. Vejam no GRÁFICO SEMANAL

Pontos negativos:

- No terceiro gráfico abaix, podemos ver a MME13 cruzada pra baixo sobre a MME21; o que pode ainda pressionar o índice pra baixo...médias mais curtas com mais valores mais baixos do que as longas

Reparem que no final de maio-inicio de junho isso já havia acontecido. Não foi somente nesse momento. Mostrei ao longo da semana que isso ocorreu em tempos passados.

Mas um dos primeiros sinais de que uma tendência se esgotou é a reversão das médias exponenciais.

- MACD e histograma ainda em modo VENDA.......Histograma já com divergência altistas


Resistências em 57.500, 58.000-58.200, 58.800, 59.200,59.500 e 60.000-60-200
Suportes: 57.000, 56.700, 56.500, 55.875-56.000 e 55.000-55.200

Bovespa, diário, escala semi-logarítmica




Bovespa, SEMANAL, escala semi-logarítmica


Bovespa, diário, escala logarítmica











"Diário da VALE5"-----Vamos ver o que o mercado faz com 3 papéis (Gerdau, Petrobrás e Alcoa) no final do mês quando o IFR14 no MENSAL está sobrevendido

"Diário da VALE5"-----Vamos ver o que o mercado faz com 3 papéis (Gerdau, Petrobrás e Alcoa)  no final do mês quando o IFR14 no MENSAL está sobrevendido

O objetivo aqui é, de certa forma, separar os fundamentos dos gráficos.

Até porque, se fosse por isso, Petrobrás já teria voltado rapidamente la pra "baixo", já que seu endividamento continua alto e ela continua sangrando por conta da alta do dólar que a prejudica diretamente em face do represamento de seus preços finais.

Nesse contexto, destaquei 3 papéis que podem servir de balizamento pra dinâmica atual da VALE5.

2 desses papéis são do Brasil, Gerdau (GGBR4) e Petrobrás (PETR4) e 1 lá de fora, ALCOA (AA) negociada na NYSE-Nova York, a maior produtora de alumínio do mundo

Para GGBR4 e PETR4 separei gráficos diários e mensais
Para AA (ALCOA) separei gráfico SEMANAL e MENSAL.

Reparem que, na maior parte do tempo, os 3 papéis batem nos fundos antes de fortes repiques ao longo dos últimos 3-4 anos  justamente ao final do mês.

Ao atingirem fortes divergências altistas de IFR14 no diário-mensal, os papéis repicam forte........
Tais pontos-momentos coincidem com o IFR14 no MENSAL em estágios muito baixos....próximos a 30..........

Qual a razão pra isso ?

A primeira é óbiva.......ao atingirem patamares baixos de IFR14 no MENSAL, os papéis emitem sinais de compra......afinal, eles estão sobrevendidos.....

Não há nenhuma garantia que isso tenha sido o fundo......ou seja, que não volte a cair e faça novos fundos..........

Do ponto de vista gráfico, isso tende a sinalizar que, ao longo dos meses-anos seguintes, essas divergências de IFR14 continuem gritantes, até que um dia, a tendência baixa de longo prazo termine.


Isso parece ter acontecido com os 3 papéis em questão.

As últimas perna de alta, principalmente de PETR4 e ALCOA foram tão fortes, depois de meses de divergências altistas de IFR14, que podemos especular sim que os fundos feitos há 6 meses para PETR4 e 1 ano para ALCOA sejam os grandes fundos para os papéis nessa década........

Para a GGBR4, as pernas de alta ainda não nos dão essa forte impressão......

A VALE5, vista no gráfico por ultimo parece começar a entrar nesse estágio........

Estamos no final do mês......divergências altistas de IFR14 no diário já acontecem,,,,,,,e IFR14 no MENSAL dela está próximo aos 30 novamente.....

Isso nos dá sim uma sinal de que uma boa paulada está à nossa frente......o IFR14 "precisa" disso.

Não há garantia de que os 23,55 seja o fundo.......como não tínhamos a garantia dos 24,05 do ano passado....
Tanto é, que foi rompido esse mês......

Como as commodities continuam em colapso, especialmente o minério de ferro, carro-chefe da VALE, a tendência no longo prazo é que VALE5 faça nos fundos........numa dinâmica semelhante a PETR4 e ALCOA (AA).....

E as divergências altistas de IFR14 no MENSAL se acentuem no longo prazo......

Os fundamentos das commodities e um novo ambiente macroeconômico brasileiro com um dólar sedimentado numa outra faixa no longo prazo irão levar, em algum momento lá na frente, para uma "Estabilidade" da VALE5............

E, nesse momento, as divergências altistas "terão cumprido" seu objetivo.......e o papel fechará o ciclo do BEAR-MARKET......

Por ora,o espaço de um novo e forte repique para VALE5 existe..........


PETR4, Diário


PETR4, MENSAL


GGBR4 (GERDAU PN), Diário




GGBR4, MENSAL



AA (ALCOA), SEMANAL



AA (ALCOA), MENSAL




VALE5, DIÁRIO




VALE5, MENSAL









sábado, 27 de setembro de 2014

O Colapso das Commodities "nós já sabemos".....E o que não sabemos ? O Colapso do setor de bancos no Brasil.....

O Colapso das Commodities "nós já sabemos"

Sim.....

Depois do espetacular "boom" das commodities entre 2004 e 2010, temos visto, nos últimos 2-3 anos principalmente o esfriamento desse boom.

Na verdade, principalmente visto pelos olhos do minério de ferro e, no caso do Brasil, pelos pelos olhos dos papéis da mineradora VALE, esse estouro e queda é notório e evidente.

Quedas, topos e fundos descendentes da VALE5, por exemplo, escancaram esse movimento de desmonte em cima das commodities; isso, certamente, tem pesado sobre o Bovespa.

.....E o que não sabemos ? O Colapso do setor de bancos no Brasil.....

Me surpreende a demora com que o setor de bancos no Brasil ainda não iniciou o colapso.

Junto com o setor de "educação", o único setor que ainda caminha sobre um "bull-market" insano nos últimos 7-8-10 anos, interrompido momentaneamente pela crise americana de 2008.

Como se chegou a isso ?

Mesmo com o país "descendo a ladeira", "desacelerando fortemente", o setor de Bancos no Brasil é o espelho de mais uma "aberração" a que o Brasil assiste dia após dia, mês após mês, ano após ano.

O Crédito individual, seja ele voltado para financiar consumo , carro ou imóveis, foi o grande driver pra isso.....

Fora os conhecidos spreads largos praticados pelo sistema como um todo.

E, como se virarão os bancos depois do aumento das taxas de juros americanas ?

Na verdade, o setor já vem apertando o crédito, por conta da forte desaceleração enfrentada pelo Brasil.

Mas isso tende a acentuar daqui pra frente....

Como se comportará a trajetória de lucros num novo ambiente que se aproxima , desafiador e restritivo ao crédito ?

Abaixo, temos 2 LTA'S do "IFNC", índice do setor financeiro no Brasil

A primeira LTA diz respeito ao tempo diário

A segunda, na verdade MENSAL, faz parte de um longo canal de alta de 3-4 anos.....

IFR14 MENSAL bateu a faixa de 75 mês passado....fortemente xobrecomprado.....

Essa primeira LTA no diário, e seu respectivo rompimento, pode ser a chave pro fim do bull-market no setor de bancos......

O rompimento da segunda LTA no MENSAL deve ratificar esse pensamento

Isto é......o que ainda não sabemos.....o colapso do setor de bancos no Brasil


IFNC, Diário, escala semi-logarítmica



IFNC, MENSAL, escala semi-logarítmica



Cuidado.......Aberrações à vista para a última semana antes das eleições

Cuidado.......Aberrações à vista para a última semana antes das eleições







"A “nova política” está grávida da velha", por Guilherme Fiúza

Excelente artigo escrito por Guilherme Fiúza e publicado na Revista ÉPOCA dessa semana, edição que está nas bancas a partir de hoje.

Acompanho Guilherme Fiúza já há um bom tempo; está situado no primeiro time dos jornalistas.

Talvez se encaixe mais no perfil do jornalista político, no sentido mais amplo; mas Fiúza passeia sem erros por outros temas, inclusive econômicos.

É dele o fantástico livro "3.000 dias no bunker" (ou de forma mais extensa,  "3.000 dias no bunker, um plano na cabeça e um país na mão") sobre os detalhes que permearam o Plano Real e o momento que antecedeu a passagem do Governo Itamar Franco para o Governo Fernando Henrique Cardoso.

Guilherme Fiúza tem um pouco do jornalista econômico-financeiro americano Michael Lewis; mas tem também a ironia do Diogo Mainardi.

Agora, recentemente lançou o livro "Não é a Mamãe - Para Entender a Era Dilma".

Sem mais introduções, vamos ao excelente artigo:

http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/guilherme-fiuza/noticia/2014/09/bnova-politicab-esta-gravida-da-velha.html

A “nova política” está grávida da velha
Marina parece oferecer lastro administrativo de Aécio – mas tem laços históricos com o pt de Dilma

GUILHERME FIUZA
26/09/2014 08h33

Os brasileiros amam novela e detestam política. A solução encontrada por esse povo criativo foi simples: transformar a política em novela. Assim surgiu o filho do Brasil (também conhecido como messias de Garanhuns), sucedido pela mamãe-presidenta-faxineira-mulher. Quem imaginou que o brasileiro havia se cansado de apanhar de personagens folhetinescos se enganou. Vem aí a imaculada da floresta. Na verdade, Marina Silva pode ser uma excelente candidata – desde que consiga derrotar seu próprio mito.

Marina tem dignidade. Só isso já a situa anos-luz à frente dos canastrões que embromam o Brasil há 12 anos. Mas este é um país fascinado pela embromação. Já está louco para votar numa santa e ficar esperando sentado pelos milagres. Dizem que a onda verde é uma extensão das manifestações de 2013. Se for isso mesmo, danou-se. A famosa Primavera Burra – com seu lema “nada na cabeça e uma pedra na mão”, ou simplesmente “uma pedra na cabeça” (do próximo) – é o ingrediente ideal para mais uma era de mistificação.

O Brasil caindo aos pedaços, em véspera de recessão após três mandatos de sucção ininterrupta, quer saber se os gays podem se casar de véu e grinalda. A Bíblia é o grande hit da eleição. Terreno arado e semeado para novo triunfo da picaretagem.

Depois de anos e anos de empulhação politicamente correta de Lula, Dilma, Dirceu, Gilberto Carvalho e oprimidos associados, o país resolveu achar interessante a “democracia de alta intensidade” de Marina Silva. Não se sabe o que seria uma democracia altamente intensa, mas deve ser algo parecido com uma gravidez de alta intensidade.

A quantidade de conceitos ornamentais no ideário de Marina não chega a substituir à altura o famoso “dilmês” (insubstituível) – mas também comove. Nota-se aquele sotaque de burocratas de ONG, com seus relatórios cheios de palavras doces e ociosas – um banquete para Madame Natasha, a personagem de Elio Gaspari que combate a prostituição do idioma.

O Brasil ama esses tipos que falam pelos cotovelos sem saber o que fazer. Basta ver a longevidade de um Guido Mantega no governo – e não é no Ministério da Pesca. Marina vem com uma das mais mofadas utopias de esquerda, o tal discurso da participação direta da população nas decisões de governo. O agravante é que ela parece acreditar nisso – diferentemente de seus ex-colegas petistas, que vieram com o decreto presidencial 8.243, dos conselhos populares, como esperteza chavista.

No final das contas, o grau de inocência não faz diferença. Os tais conselhos de intensificação democrática servirão ao aparelhamento ideológico e partidário da máquina pública. Militantes selecionados para atropelar técnicos e legisladores. A ditadura do bem.

Marina é uma pessoa admirável, de caráter sólido e espírito público. Isso é joia rara no Brasil – mas não é tudo. Basta lembrar o lendário caso de Saturnino Braga, o prefeito honesto que faliu o Rio de Janeiro, classificado por Millôr Fernandes como “o homem que desmoralizou a honradez”. Quando quer provar que terá solidez administrativa, Marina cita os princípios macroeconômicos implantados no governo Fernando Henrique – hoje plataforma de Aécio Neves, com seu pré-anunciado ministro da Fazenda Armínio Fraga. Quem garantiria tal solidez e perícia a um governo Marina?

Outro enigma: ninguém sabe qual seria a base político-partidária de Marina. Ela tem o PSB, um nanico vitaminado, e a Rede, que não existe. Já avisou que, em seu governo, o PMDB será oposição. Com o PSDB não dá para compor, porque é lido como monstro neoliberal pela esquerda pueril que a apoia. Sobra qual partido grande, com que Marina mantém laços históricos, não só em seu Estado de origem? Ele mesmo, aquele que o eleitorado marinista-mudancista acha que escorraçará do poder: o PT.

O Brasil é mesmo uma grande novela. Neste momento, uma imensa parcela do eleitorado projeta o voto em Marina, que oferece o lastro administrativo de Aécio e provavelmente está grávida de Dilma. A intensidade dessa gravidez, só Deus sabe.

Talvez um dia o brasileiro aprenda a votar (alô, Pelé), avaliando que governo um candidato é capaz de fazer, e não que sonhos bonitinhos (e ordinários) ele pode inspirar.



Algoritmos de PETR4 e Bovespa rigorosamente iguais nos últimos 6 meses

Vejam os gráficos de PETR4 e Bovespa e acompanhem a dinâmica de ambos nos últimos meses.

Marcação nos retângulos destacados em ambos os gráficos

Ambos tem a mesma dinÂmica

Reparem também nas dinâmicas de IFR14 marcados igualmente por retângulos

Os papéis da ADR Petrobrás em Nova York confirmam também a mesma configuração


PETR4, Diário



Bovespa, Diário



ADR PETROBRÁS em Nova York



sexta-feira, 26 de setembro de 2014

E o sofrimento da VALE não pode parar.......VALE5 fecha abaixo de 24,00, com IFR14 abaixo de 30 e com forte divergência altista de IFR14 e histograma

E o sofrimento da VALE não pode parar.......

VALE5 fecha abaixo de 24,00, com IFR14 abaixo de 30

Reparem que continuam as fortes divergências altistas de IFR14 e histograma


VALE5, Diário, escala semi-ogarítmica


Vamos incluir mais POSIÇÃO DE "COMPRA "VALE5" na "carteira blog" a preço de mercado, por conta do STOP na posição de COMPRA "USIM5".....

Vamos incluir mais POSIÇÃO DE "COMPRA "VALE5" na "carteira blog" a preço de mercado, por conta do STOP na posição de COMPRA "USIM5".....

Tem vendedor nesse momento, 11:26, a 24,06
Portanto,

COMPRA "VALE5" a 24,06

Stop sugerido em 23,48

Peso: 25%

Objetivo: aberto

Posição "COMPRA"USIM5" stopada em 7,45

Posição "COMPRA" USIM5" stopada em 7,45

Portanto, saída da  Posição "COMPRA" USIM5"  em 7,44

Prejuízo de 4,6%

Impacto negativo para a "carteira blog" de 1,1%


"Petróleo" (Light Crude Oil) também está no ponto pra reverter..........fortes divergências altistas de IFR14 e MACD no diário com LTB em curso

Abaixo, temos o "barril de Peetróleo" (Light Crude Oil) com fechamento em 92.44....

Reparem que a reversão pode estar muito próxima

Temos fortes divergências altistas de IFR14, MACD e histograma no tempo diário com LTB em curso

Light Crude Oil, diário, escala logarítmica






O Perigo do Bovespa no curtíssimo prazo em 2 LTA'S próximas: BBDC4 e PETR4

2 papéis importantes do Bovespa estão chegando em sua LTA'S um pouco mais longas.

São eles:

BBDC4 e PETR4

Na verdade, BBDC4 fechou "em cima" dela, como pode ser vista abaixo. Interessante notar que, ao puxarmos uma paralela pra cima pra visualizamos um canal de alta, tem-se o topo passando pela reta paralela.

Portanto, essa LTA me parece muito representativa para médio e longo prazo

PETR4 tem sua LTA passando ali por volta de 19,20


BBDC4, Diário, escala semi-logarítmica



PETR4, Diário, escala semi-logarítmica




Bovespa em 25-09-2014

Bovespa continua sua trajetória de queda no curtíssimo prazo.

Hoje, forte queda de 1,5%.....fechamento "em 55.960 pontos, praticamente "em cima" dos 56.000 que tem se sustentado nos últimos 4 dias.

Na minima do dia ainda foi nos 55.875 pontos

Mas, continua muito pressionado na VENDA no curtíssimo.....

MME13 cruzada pra baixo sobre MME21 no diário....MACD cruzado na VENDA no diário....Histograma em modo VENDA no diário.....

Abaixo dos 56.000, temos o mais forte suporte em 55.000-55.200, depois 54.000 e o mais forte em 52.500.

Pra cima , melhora rompendo os 57.000, levando o índice direto aos 58.000; depois 58.500, 58.800 e 59.200

Bovespa, diário, escala semi-logarítmica





quinta-feira, 25 de setembro de 2014

A Hora e a vez das Commodities ? "CRB" Commodities despenca pa faixa de 275 e produz uma gigantesca divergência altista de IFR14 no diário

Impressiona a queda rápida do "CRB" Commodities nas últimas semanas.

Depois de romper pra cima a importante faixa de 290-292, subiu forte nos últimos meses até a faixa de 315.

Depois, praticamente devolveu tudo.......

Reparem no gráfico diário, depois da queda, a gigantesca divergência altista de IFR14.

No Semanal, índice já resvala na faixa "sobrevendida" de 30

É hora da recuperação ?

É a hora das commodities ?

Gráficos com fechamento de ontem

CRB, Diário




CRB, SEMANAL

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Bovespa em 24-09-2014

Bovespa hoje com fechamento em 56.820, alta de 0,5%.

Algumas considerações:

1- No  curtíssimo prazo, ainda em baixa, com topos e fundos descendentes
2- No curto prazo,último fundo ainda está lá em 55.000, ponto de onde partiu o último rally; portanto, no curto prazo, ainda em tendência de alta
3- Por outro lado, algumas médias começam a preocupar e pressionar o índice na VENDA; MME13 (em VERDE ) já cruzada pra baixo sobre a MME21 ( em AZUL).



Bovespa, diário, escala semi-logarítmica



Nesse ponto, é preciso cautela....por isso, resgatei abaixo mais 2 momentos

O segundo gráfico abaixo, também no diário, segundo semestre de 2013, podemos ver que enquanto a MME13 se situou acima da MME21, o Bovespa não engrenou a perna mais forte de baixa.

No entanto, ao vermos o terceiro gráfico mais abaixo, SEGUNDO SEMESTRE de 2012, grande retângulo em azul, a MME13 corta pra baixo sobre a MME21; a corrreção é pequena e curta; logo em seguida, topo duplo e, aí sim,a queda posterior muito mais forte.

Nesse mesmo terceiro gráfico podemos ver situações nos últimos 2 anos em que uma LTA foi rompida e a queda mais forte não ocorreu.

Vejam as marcações em laranja.......ano passsado, a LTA é rompida, mas o Bovespa volta e faz novo topo.

Hoje, temos um ligeiro rompimento de uma LTA, como pode ser visto mais de perto no PRIMEIRO GRÁFICO acima colocado


Bovespa, diário, escala semi-logarítmica



Bovespa, diário, escala semi-logarítmica





Resumindo.

Continua tudo em aberto.

Suportes em 56.000 pontos depois 55.000-55.200 ; 54.000 e 52.500 o mais forte.

Pra cima, temos 57.000; depois 57.500, 58.000-58.200.





Vamos incluir mais POSIÇÃO DE "COMPRA "VALE5" na "carteira blog" a preço de mercado, por conta do STOP na posição de COMPRA "SLED4".....

Vamos incluir mais POSIÇÃO DE "COMPRA "VALE5" na "carteira blog" a preço de mercado, por conta do STOP na posição de COMPRA "SLED4".....

Tem vendedor nesse momento, 13:48, a 24,49

Portanto,

COMPRA "VALE5" a 24,49

Stop sugerido em 23,48

Peso: 10%

Objetivo: aberto

Posição "COMPRA" SLED4" stopada em 14,98

Posição "COMPRA" SLED4" stopada em 14,98

Pela manhã, nem saiu a negócio a 14,98.

Depois, saiu negócio a 14,98

Portanto, saída da  Posição "COMPRA" SLED4"  em 14,98

Prejuízo de 5,06%

Impacto negativo para a "carteira blog" de 0,5%

"Carteira blog" atualizada com a inserção de COMPRA "USIM5" de ontem

"Carteira blog" atualizada com a inserção de COMPRA "USIM5" de ontem


"O que acontecerá com as ações depois que as taxas de juros americanas subirem ", por Howard Gold, "Marketwatch"

Artigo interessante publicado agora há pouco pelo site "marketwatch"  a respeito do que pode acontecer ao mercado acionário depois que as taxas de juros americanas subirem.

Essencialmente ancorado na visão de Sam Stovall, estrategista de ações da S&P Capital, o artigo especula sobre algumas direções.

A essência do pensamento está na seguinte passagem explicitada por Sam Stovall

"Em 13 das 16 vezes em que o FED aumento a taxa de juros, desde a Segunda Guerra Mundial, o mercado fez um "pullback" corrigiu ou entrou em "Bear Market" 6 meses antes."

Ou seja, na visão de Sam Stovall, o mercado simplesmente antecipa o movimento cerca de 6 meses antes.

Nesse momento, abrirei um parênteses dentro desse artigo.

Abaixo, mostro um gráfico (esse gráfico foi plotado por mim, portanto, não consta do artigo) que compara a direção dos títulos americanos de 10 anos e o SP500 nos últimos 50 anos.

O gráfico tem algumas curiosidades.....

Como os títulos americanos já carregam também uma "antecipação" do movimento das taxas de juros, seria apropriado concluir que a direção ascendente das taxas provocaria uma direção contrária do SP500.

SP500 está em "azul-branco" e "títulos americanos de 10 anos" em "Verde"

De fato, nos MOVIMENTOS MARCADOS EM QUADRADOS PRETOS, essa sintonia é percebida.

As taxas dos treasuries americanos começam a subir e o SP500 "patina" ou mergulha.......

Por outro lado, de meados dos anos 80 pra cá, os títulos começam a entrar numa trajetória fortemente descendente, empurrando o SP500 pra uma trajetória forte, a despeito dos "crashes" de 2000 e 2008. Vejam no quadrado em vermelho





Reflitam em cima disso.......

Agora, sim.......vamos ao texto do "marketwatch"

http://www.marketwatch.com/story/heres-what-will-happen-to-stocks-before-and-after-rates-rise-2014-09-24?page=1

Opinion: Here’s what will happen to stocks before and after rates rise
By Howard Gold
Published: Sept 24, 2014 6:10 a.m. ET

Last week the Federal Open Market Committee surprised a lot of pundits by doing what it has said it would do.

The FOMC announced a further reduction of its extraordinary bond buying program — quantitative easing, or QE3 — in which the central bank adds liquidity by purchasing Treasuries and mortgage-backed securities.

In September, the Federal Reserve will buy only $15 billion in government-linked securities, down from $85 billion a month late last year, and will likely end QE in October. That’s been baked in the cake for some time.

What surprised some people, but really shouldn’t have, was the FOMC’s declaration it would keep rates low for a “considerable time” after the central bank ends QE.

Those two magic words mean the Fed won’t raise the federal funds rate from around zero in the near future, despite inflation hawks’ efforts to paint the central bank as “behind the curve.” (Two dissenting FOMC hawks, Charles Plosser, president of the Federal Reserve Bank of Philadelphia, and Richard Fisher of Dallas, will step down next spring.)

Here’s what Fed Chairwoman Janet Yellen said after the meeting:

“There are still too many people who want jobs but cannot find them, too many who are working part time but would prefer full-time work, and too many who are not searching for a job but would be if the labor market were stronger.”

Hello?! Doesn’t anyone remember Yellen is a dove who’s still focused on the employment side of the bank’s dual mandate? Or are you still shocked — shocked — there’s gambling in Casablanca?

Nonetheless, at some point, even Janet Yellen will have to raise interest rates to fend off an inflationary surge of the kind she has promised to forestall.

The debate now is over when the rate hike will happen in 2015 — spring or summer. It’s a foolish discussion and impossible to predict, even for people whose livelihood depends on calling Fed turns and market tops.

What’s more important is what the markets will do when the Fed finally gets around to boosting short-term rates and returning them to “normal,” whatever that means.

Well, actually, it’s more about what will happen before and after rates start rising, because the stock market, as we know, anticipates big economic changes like rate hikes and recessions months ahead.

And there, market history suggests long-term optimism but short-term caution.

Sam Stovall, S&P Capital IQ’s U.S. equity strategist, recently tracked Fed interest rate hikes going back to the end of World War II.

“In 13 of the 16 times the Fed raised rates, the market went into a pullback, correction or bear market” in the six months before the rate hikes began, he told me in a phone interview last week.

In the years since 1946, Stovall found six pullbacks (a 5% to 10% decline), four corrections (when stocks fell from 10% to 20%) and three bear markets (a drop of 20% or more) began in the six months before the Fed started tightening. He used the S&P 500 Index for his research.

The S&P 500 lost 16% of its value, on average, during those declines, but it fell slightly less in the six months after rate hikes began.

“We had pullbacks, corrections and bear markets start more often in the six months before [a rate increase] than the six months after,” he told me.

Altogether, Stovall wrote last week, “88% of the time, the markets were thrown into a pullback or worse when an initial rate hike was a possibility or reality.” That means “a very high likelihood that the S&P 500 will begin a decline of 5% or more within six months” of the Fed’s first hike.

Sounds depressing. Yet if you look at the numbers somewhat differently, the S&P 500 “was back in the black and up an average 1.3%” within six months after the first rate increase, Stovall wrote.

The point is that although the prospect of a new Fed rate-tightening cycle brings out the fear in investors’ reptilian brains — and even the great Marty “don’t fight the Fed” Zweig believed in selling on the Fed’s second rate increase — it need not lead to long-term losses.

In fact, that fear may cause investors to sell way too early when waiting it out would be a better strategy. It usually is.

Despite the prospect of higher rates and an accompanying sell-off, Stovall and S&P Capital IQ’s Investment Policy Committee think the S&P 500 will hit 2,200 in 12 months.

If you believe rate hikes are coming, yet don’t want to miss major market gains, you might want to focus on sectors that usually outperform when rates on 10-year Treasury notes rise.

“Historically in a rising interest rate environment, technology, energy and materials are your best performers because it’s later in the cycle and inflation pressures build,” Stovall told me.

Of course, there’s an ETF for that — several, actually. The SPDR Sector Technology XLK, -0.22% Energy XLE, -0.29% and Materials XLB, -0.52% ETFs should do the trick. I prefer equal-weighted sector ETFs, whose ticker symbols are RYT for tech, RYE for energy, and RTM for materials.

You should avoid interest-rate-sensitive groups like financials, utilities and telecom, which Stovall said are “more like bond substitutes.”

And, of course, stay away from long-dated bonds themselves and dump riskier securities tied to lower interest rates, as Janet Yellen herself recently recommended. She should know, shouldn’t she?




Seção: "O Dia em que o FED aumentou a taxa de juros" - 24-09-2014

Na nossa Seção: "O Dia em que o FED aumentou a taxa de juros" de hoje, vamos voltar a 2 Cunhas dos mercados americanos.

Mais, vamos tentar ligá-las a "tal da Cunha de IFR14 no SEMANAL" de que já tangenciei aqui 2 ou 3 vezes.

Tenho tentado atrelar o fim do Bull-Market dos mercados americanos com a perda da LTA de 6 anos do Dow Jones e SP500 junto com essas "cunhas de IFR14" e mais o VIX

A LTA de 6 anos do Dow Jones já foi perdida há cerca de 1 mês atrás.

Por outro lado, a LTA do SP500 de 6 anos, desde o fundo de março de 2009, ainda não foi perdida.

Isto é, aqui já temos sinais conflitantes.

Como dá pra ver abaixo, tanto o DOW JONES, como o SP500, mantém uma "cunha de  IFR14" no tempo SEMANAL.....

O VIX ainda não rompeu uma MA200 no tempo SEMANAL......já reproduzi o VIX algumas vezes nessa direção......vou deixar esse mesmo gráfico do VIX por último.....

Por fim, voltando e focando as tais CUNHAS do Dow Jones e SP500, temos, nas figuras abaixo, uma insana inclinação pra cima......

Do ponto de vista de inclinação, talvez estejamos, de fato, dentro do mais espetacular e assombroso Bull-Market americano de toda a história.......

Dentro desse contexto, não é impossível imaginar que essa cunha seja levada ao extremo, numa continuação dessa "insana linha inclinada".

O terceiro gráfico abaixo mostra a cunha do DOW JONES formada no tempo DIÁRIO que acompanhamos aqui ao longo dos últimos 45-60 dias.

Reparem que, quando ela foi rompida, o Dow Jones caiu rapidamente e corrigiu cerca de 5%

Outro ponto interessante diz respeito a outra questão que levei tempos atrás.

Os BULL-MARKETS americanos têm terminado, olhando pro Dow Jones, em mais da metade das vezes, em "números redondos"

Quando o Dow Jones foi a 17.150 e ficou batendo ali e corrigiu, parecia ser esse final, já que a LTA de 6 anos havia sido pedida e 150 pontos acima de 17.000 poderia indicar o "tal número redondo"

Agora, temos outro momento.

O Dow Jones foi a 17.350 pontos.

O que você quer insinuar Márcio ?

Sim.......dentro desse raciocínio, o Dow Jones pode corrigir até a base dessa CUNHA NO SEMANAL, e subir até a faixa de 18.000, ampliando a inclinação.......ampliando a aberração do BULL-MARKET.

Vamos aos gráfico......CUNHAS no SEMANAL primeiro para Dow Jones e SP500....

Depois, a CUNHA no DIÁRIO rompida mês passado......

Depois, a LTA de 6 anos do SP500 ainda não rompida

Por fim, o VIX no SEMANAL, e o não rompimento de sua MA200


Dow Jones, SEMANAL, Escala logarítmica
Reparem a CUNHA DE IFR14



SP500 SEMANAL, Escala logarítmica
Reparem a CUNHA DE IFR14





Dow Jones, DIÁRIO, Escala logarítmica, com  Cunha rompida mês passado




SP500, SEMANAL, Escala logarítmica, período 7 anos e a LTA MAIOR




VIX, SEMANAL, Escala logarítmica e o não rompimento da MA200