sábado, 31 de maio de 2014

Nasdaq - o "OCO" capenga, a faixa de 4.250, a faixa de 4.000 e a faixa de 3.650

Nasdaq - o "OCO" capenga, a faixa de 4.250, a faixa de 4.000 e a faixa de 3.650

NASDAQ, Diário, escala logarítmica









Dow Jones fecha o mês ainda acima da LTA de 6 anos......

Dow Jones fecha o mês ainda acima da LTA de 6 anos......

No Bull-Market 1994-2000 e no Bull-Market 2003-2007 somente depois de romper uma Longa LTA é que vimos o Crash e o curto, mas forte Bear-Market aparecer.


Dow Jones vai "deslizando" sobre a Longa LTA nos últimos 12 meses......mas se sustenta acima dela


DOW JONES, MENSAL, Escala logarítmica - Período - 7 anos



DOW JONES, MENSAL, Escala logarítmica - Período - 25 anos









"Carteira blog" atualizada fechamento mês de maio-2014

"Carteira blog" atualizada fechamento mês de maio-2014 na seção "carteira blog" e abaixo:










sexta-feira, 30 de maio de 2014

Já dá pra colocar a VALE5 no RADAR da COMPRA......um pouco mais de calma......enquanto escutamos Green Day "na veia"

25,70 é suporte forte pra VALE5.......

Faixa mportante.....antiga faixa de 26,50-26,80......

Um pouco mais de calma.....

olhando o SEMANAL....MACD......Histograma.....24,10-24.50..........

Green Day " na veia".....











Gráfico da Semana: Fechamento do mês do Bovespa abaixo dos 52.000 e num canal de baixa nos "60 minutos"

Grafico da semana:

Bovespa abaixo dentro de um canal de baixa no tempo de "60 minutos".

Rompeu pivot de baixa importante na faixa de 52.000 pontos. fechando o mês em outro importante suporte de 51.200; fechamento mais preciso em 51.240, mínima da sexta-feira.

Abre uma  boa possibilidade de um bom repique, talvez no suporte perdido em 52.000 ou mesmo na faixa de 52.500, próximo a base superior do canal de baixa dos "60 minutos"


Bovespa, tempo "60 minutos", escala semi-logarítmica









quarta-feira, 28 de maio de 2014

"Os amigos da inflação e seus disfarces", por Gustavo Franco

Um ótimo artigo de Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central na gestão de Fernando Henrique Cardoso e um dos mais ferrenhos executores do Plano Real,  publicado no jornal "O Estado de São Paulo" nesse último domingo, dia 25 de maio .

Vamos a ele:

Veja em : http://www.casadasgarcas.com.br/


"Os amigos da inflação e seus disfarces"

Texto de Gustavo Franco para O Estado de S. Paulo.
Publicado em: 25/05/2014


As primeiras teorias sobre a inflação eram como a cartografia primitiva: roteiros para a imaginação muito mais que representações científicas e confiáveis da verdadeira geografia. A inflação surgiu mais ou menos na mesma época e lugar que o “papel-moeda”, sendo muito natural e espontâneo que se associasse uma coisa à outra. Afinal, a inflação é a perda de poder aquisitivo da moeda, simples assim.

No Brasil, entretanto, logo emergiu um visão alternativa e imaginosa que tomava emprestada à engenharia uma palavra que mudaria para sempre nossa maneira de olhar as mazelas da economia: dizia-se que a inflação brasileira era “estrutural”.

Esse palavreado nos colocava em pleno Quartier Latin e, com toda razão, conferia a devida complexidade ao fenômeno, que deixava de pertencer às más intenções de governantes fabricantes de papel pintado e passava ao domínio de criaturas temíveis, como os monstros que ilustravam os espaços vazios dos mapas de antigamente: latifúndios, gargalos, cartéis e pontos de estrangulamento. Tinha-se, assim, de forma nem tão sutil, uma transferência da culpa pelo problema, um truque de grande impacto sobre os debates públicos sobre o combate à inflação.

A “inflação estrutural”, em suas múltiplas encarnações, sempre compreendia uma variação recorrente de um preço importante, geralmente os de alimentos, mercê da (supostamente) baixa produtividade no setor causada pela estrutura agrária dominada pelo latifúndio, e da repercussão viciosa do “choque de oferta” patrocinada pelos oligopólios e oligopsônios.

Não era uma boa teoria, tanto que caiu para a gaveta das curiosidades próprias dos primeiros anos do fenômeno. Mas a mensagem central resultou duradoura: essa inflação que tinha “raízes no setor real” deveria ser combatida através de reformas que atacassem “estruturas”, agrária ou de classes sociais, de tal sorte que parecia tolo pensar que a política monetária pudesse afetar o poder de compra da moeda. A estabilização apenas ocorreria com a reforma agrária, ou com o socialismo.

O legado mais duradouro e popular da “teoria da inflação estrutural” era tão simples quanto devastador: a (suposta) inutilidade das políticas de estabilização convencionais, argumento que ainda soa como poesia para os amigos da inflação.

Poucos se dão conta da importância e da contundência desse drible dado pelos “estruturalistas”: nunca se fazia uma defesa aberta da inflação, mas um ataque às políticas monetárias ortodoxas e à austeridade. Em retrospecto, deveria ser claro que “o inimigo do meu inimigo é meu amigo” e os “estruturalistas” estavam trabalhando a favor da inflação, às vezes admitindo “expropriar os rentistas” ou “tributar a riqueza ociosa”, um argumento que frequentemente se associava a lord Keynes.

Porém, os “desenvolvimentistas” sempre conseguiam se afastar da (autoria da) inflação, que se tornava, assim, uma criatura órfã, um mal impessoal, um cadáver sem o assassino para se tornar um inimigo público. Quem eram os amigos da inflação? Não deveria ser difícil apontar os culpados, mas o fato é que o Brasil nunca teve rosto para tornar o patrono da inflação. Quem percorrer os cadernos de imagens dos livros sobre a inflação, como o da jornalista Miriam Leitão, vai encontrar fotos de prateleiras vazias, máquinas de remarcação e cédulas cheias de zeros ou carimbos, mas nenhum economista desses que criticam os “métodos convencionais” de combate à inflação.

Em tempos mais recentes, os amigos da inflação ampliaram o arsenal de pretextos para a complacência com a inflação com uma espécie de ressurreição torta da “inflação estrutural”, eis que a inflação observada no segmento de serviços do IPCA - que está rodando na faixa de 10% anuais - estaria associada à ascensão da classe média, processo desejável, uma espécie de “inflação do bem”, refletindo fenômenos fora do alcance da política monetária. O inflacionismo estaria em busca de uma aliança com o politicamente correto.

Há enorme heterogeneidade dentro de “serviços” no IPCA, com uma infinidade de histórias sobre mercados específicos. Há fenômenos associados ao ciclo imobiliário (aluguel, condomínio, estacionamento), outras ao turismo (passagens aéreas, hotéis, motéis, espetáculos), e os serviços que incluem componentes digitais (celulares, internet, fotocópia). Há a “inflação médica”, decorrente de mais “tecnologia embarcada”, mas o setor seguramente possui economias de escala, o mesmo valendo para os serviços educacionais. E há os itens afetados pelo salário mínimo (consertos e serviços pessoais), e também a deflação dos eletrônicos (duráveis, ou mais baratos ou melhores).

O que há de comum nesses enredos?

Existem centenas, talvez milhares, de histórias de mudanças de preços relativos, vale dizer, sobre “inflação (ou deflação) estrutural”, pois o sistema de preços está sempre a vibrar, como um organismo vivo e irrequieto. Quem tem 50 teorias sobre inflação estrutural na verdade não tem nenhuma. Se existe algum traço comum em cada uma dessas narrativas de “choques de oferta” é que todos os preços são na mesma moeda, que pode valer mais ou menos, dependendo da política monetária.

A verdadeira discussão não é sobre se a inflação nos serviços é “benigna”, mas sobre complacência com a inflação. A alusão a uma nova inflação estrutural serve apenas para trazer de volta uma tese conhecida e maléfica: se há uma boa explicação “não monetária” para a existência da inflação, segue-se que a política monetária não funciona, ou produz um desemprego desnecessário para corrigir o incorrigível.

A própria presidente disse recentemente que reduzir a meta de inflação de 4,5% (na verdade 6,5%) para 3% faria o desemprego pular para 8% ou mais.

De onde saiu essa matemática?

Se fosse verdade, a redução na taxa de inflação de 916% para 5%, observada entre 1994 e 1997 (taxas acumuladas para o ano calendário), teria criado um caos. Em vez disso, o desemprego oscilou de 5,1% para 5,7%. Para quem não é do ramo parece mágica, não é mesmo?

O fato é que as autoridades governamentais prosseguem com o velho truque de antagonizar o combate à inflação e não a inflação, assim se esquivando de fazer uma defesa aberta dessa sua criatura amiga, órfã apenas na aparência, que parece nascer de causas naturais sem que ninguém lhe dê o que comer.

Quem são os amigos da inflação?

Basta olhar para os inimigos do combate à inflação.





terça-feira, 27 de maio de 2014

Bovespa em 27-05-2014 - Tempo "60 minutos"

Bovespa , tempo "60 minutos", escala semi-logarítmica











Vejam quem está comprando nos mercados americanos nesse bizarro e insano BULL MARKET AMERICANO !

Descobrimos quem está comprando nos mercados americanos nesse bizarro e insano BULL MARKET AMERICANO !











Vamos colocar um objetivo explícito para posição COMPRA "SLED4" em 19,85

São 10:03 de 27-05-2014

Por enquanto, vamos colocar um objetivo explícito em nossa posição de COMPRA em "SLED4" (SARAIVA PN) em 19,85

Stop mantido em 18.49

Papel abriu com negócio em 19,08






segunda-feira, 26 de maio de 2014

Bovespa em 26-05-2014

Bovespa com baixíssimo volume em dia de feriado norte-americano.

Fechamento em 52.930 pontos, alta de 0,58%.

Bandas bollinger voltam a estreitar.

MME13 ainda acima de MME21 , isto é, ainda em modo "compra"

Resistências agora em 53.000; depois 53.500, 54.000 e 54.500-54.600.

Suportes em 52.500 e 52.000 pontos.

Nada muito "empolgante" a não ser que o Bovespa volte para baixo dos 52.000.


Bovespa , diário









E tome rompimento de topo histórico.....DAX continua seu caminho rumo aos 10.000 pontos....

DAX, diário








domingo, 25 de maio de 2014

Um artigo que não faz sentido se olharmos o gráfico do post anterior : "Não há medo em Wall Street"

O site "businessinsider.com" publicou um artigo anteontem cujo título é:

"Não há medo em Wall Street"

Tem certas coisas, certos temas, que dão até preguiça em discutir e falar, tamanha é a aberração em relação aos fatos......

Mas essas mesmas coisas voltam de tempos e tempos e provocam novas discussões.

Não posso deixar de passar esse tipo de discussão.....mais uma vez.....

O artigo que reproduzirei logo abaixo volta a correlacionar o patamar do VIX, um espelho de volatilidade e o principal instrumento de Hedge do SP500, com o próprio SP500

O Índice VIX fechou na sexta-feira última no mais baixo patamar desde março de 2013, e muito próximo ao patamar pré-crash de 2008.

Reparem no que eu escrevi......praticamente no mesmo patamar do pré-crash de 2008.

E ainda assim, o artigo expõe, ou subtende uma idéia de que os investidores não vêem "risco" em Wall Street nesse momento....

Esse tipo de ilação é absolutamente inconsistente com o gráfico que expus no post anterior, gráfico publicado pelo site "zerohedge.com", e que, basicamente, explicita a correlação de volatilidade com o SP500 ao longo dos últimos 10-12 anos.

Recoloquemos O GRÁFICO








E olhem que eu já expus raciocínio aqui no blog em que explicitava o VIX na década de 90 em comparação com o SP500.

Isto é,

Ali na segunda metade da década de 90, sim, vimos o VIX subindo e o SP500 também subindo....

No inicio dos anos 2000, o SP500 despenca com o estouro da bolha da internet.

Ou seja, nos últimos 20 anos o mercado americano encarou 2 situações distintas nas correlações VIX-SP500 nos momentos PRÉ-CRASH


Uma, na década de 90 , com o VIX SUBINDO E O SP500 também (MOMENTO 1)

Outra, na primeira metade dos anos 2000, como VIX CAINDO e o SP500 subindo (MOMENTO 2)

Reparem no gráfico abaixo (VIX em azul e SP500 em verde)....VIX ainda sem o fechamento da semana que passou

O MOMENTO ATUAL, MARCADO COMO MOMENTO 3, é semelhante ao do PRÉ-CRASH de 2008 e que está reproduzido, em essência, no gráfico publicado no post anterior com o crédito do "zerohedge.com"






Voltando ao ponto do artigo do "businessinsider.com"


Acima de tudo, essa "baixa volatilidade" não quer dizer que não há "risco implícito".....

Os fatos e gráficos expostos acima ratificam esssa afirmação.......

Antes de reproduzir o texto , quero resgatar 2 posts do blog em que eu já tangenciava tal questão.

1 deles vem de Jack Schwager, um investidor atuante nos mercados futuros e um dos grandes nomes da indústria de hedge funds do mundo; também escritor desse mesmo universo.

Volto a reproduzir as palavras de Schwager: (essas palavras podem ser observadas por volta de 9 minutos de sua entrevista reproduzida abaixo) 

"Volatilidade e risco não são a mesma coisa.....São 2 lados da mesma moeda.......um lado, Baixa volatilidade não quer dizer Baixo risco........do outro lado da moeda..........Alta volatilidade, não quer dizer Alto risco"



Abaixo, sua entrevista com sua visão de volatilidade x risco






Pra terminar, também resgatei, em dezembro do ano passado, a visão de Cliff Asness, fundador do AQR Capital Management , um dos maiores hedge-funds do mundo, e personagem do livro "Mentes Brilhantes, rombos milionários", sobre a relação "volatilidade x risco"


"1- Measures of volatility are inherently flawed. Wrong, he says, because low volatility doesn’t inherently mean a security is riskless: “Volatility isn’t how much the security is likely to move; it’s how much it’s likely to move versus the forecast of expected return. In other words, after making a forecast, it’s a reflection of the amount you can be wrong on the upside or downside around that forecast.”


Vamos ao texto do "businessinsider.com"



There's No Fear On Wall Street
 Reuters
CAROLINE VALETKEVITCH, REUTERS
NEW YORK (Reuters) - Whatever investors are worried about right now, those concerns are not showing up in Wall Street's fear gauge. That scares some. On the other hand, it more than likely means that stocks will keep taking things slow and steady.
The CBOE Volatility Index <.VIX>, or VIX, closed on Friday at 11.36, its lowest level since March 2013. That means investors see less risk ahead, particularly with the S&P 500 <.SPX> ending at a record high again on Friday.

With the typically slow summer months just ahead and little on the horizon to shake the market from its current course, investors could be looking at even lower VIX levels, some analysts said.

"It's not that there's no likelihood of a correction. It's that people don't perceive anything to derail the train at this point," said Andrew Wilkinson, chief market analyst at Interactive Brokers LLC in Greenwich, Connecticut. "So I think people are beginning to wonder: Are we heading back to single-digit volatility?"

The S&P 500's record high and the drop in the VIX are not the only signs that fear is not a factor on Wall Street.

Volume is down as well. S&P 500 E-mini futures volume was below the 1.52 million daily average of the past year on every day this week except Tuesday.

The market's gain has come despite concerns about a slowdown in China and weakness in small-cap names. Typically small-cap stocks lead the market's advance when the U.S. economy is improving.

However, the recent selloff in small-cap stocks, which drove the Russell 2000 index <.TOY> briefly into correction territory last week, seems to have slowed. The Russell gained 2.1 percent this week, its biggest weekly bounce in more than a month. The index is less than 7 percent below its record close of 1,208.65 in early March.

At the same time, the Dow Jones Transportation Average <.DJT> hit record territory late Friday, nearly breaking above the 8,000 level.

"One of the reasons the VIX is so low, we haven't really done anything this year. We haven't moved an awful lot," said J.J. Kinahan, chief derivatives officer of TD Ameritrade in Chicago.

For the year, the S&P 500 has gained just 2.8 percent.

To be sure, some analysts say the lack of volatility suggests a complacency that could encourage excessive risk-taking. New York Federal Reserve Bank President William Dudley and Dallas Fed President Richard Fisher have both expressed such concerns in recent days.

"The lower the VIX, the more overbought the market gets, leaving it vulnerable to some kind of setback," said Donald Selkin, chief market strategist at National Securities in New York.

But the lack of volatility is also showing up in the foreign-exchange and commodities markets, according to Bespoke Investment Group analysts. They noted lower implied volatility in options in the foreign-exchange market as well as recent stability in the PowerShares Deutsche Bank Agriculture Index exchange-traded fund .

"If the VIX index is pricing in too little volatility, then why is it wrong to do so?" Bespoke analysts wrote.










sábado, 24 de maio de 2014

Gráfico da Semana vai com o crédito do renomado site "Zerohedge"...olhando volatilidade e SP500.......

Gráfico da semana....

Crédito do renomado site "Zerohedge.com"......

basicamente é volatilidade em níveis de 2007, antes do crash de 2008, em comparação com o SP500.....

Os níveis de volatilidade espelhados pelo VIX, recorrente e exaustivamente acompanhados aqui no blog, podem ser usados pra essa comparação......

Crédito : link "ZEROHEDGE.COM"

http://www.zerohedge.com/news/2014-05-23/tick-tick-tick


texto e gráfico do post do "zerohedge.com"

título do post: "TICK, TICK, TICK"

Just a matter of time...


















A hipótese das 2 pernas de alta de 6.400 pontos para o Dow Jones ainda está "de pé"

2 grandes de pernas de alta de 6.400 pontos para finalizar o BULL-MARKET americano.

A primeira de 6.470 de março de 2009 até os 12.870 pontos de maio de 2011.

A segunda, de mesmo tamanho, do fundo de outubro de 2011, em 10.400 pontos, levaria o Dow Jones até a faixa de 16.800 pontos.

10.400 + 6.400 = 16.800

Semana passada bateu 16.735 pontos.

Dow Jones, SEMANAL, PERÍODO 6 ANOS









sexta-feira, 23 de maio de 2014

Hora do Recreio: O ótimo filme "GETÚLIO", produzido por Carla Camurati

A estabilidade monetária conseguida a partir do Plano Real, em 1994, contribuiu, e muito, para a retomada do Cinema Nacional.

Mas coube a Carla Camurati, por meio de sua produtora, a Copacabana Filmes, mover a peça no tabuleiro do Cinema Nacional, ao produzir em 1995 o filme "Carlota Joaquina".

Depois de "Carlota Joaquina", o Cinema Nacional definitivamente ruma a novas direções.

Por outro lado, novas direções não se resumem a recorrentes bons filmes.

Com raras exceções, e, principalmente, o excelente "Tropa de Elite", os filmes brasileiros são marcados essencialmente e exageradamente por comédias, muitas delas monotemáticas e cansativas.

O tempo passa , a roda gira, e, mais uma vez, Carla Camurati e Copacabana Filmes nos brindam com o excelente "Getúlio".

Já se passaram 20 dias de sua estréia. porém, não havia visto ainda.

Não quero aqui ideologizar o filme ou o personagem.

Retiremos a carga ideológica de ambos, filme e personagem.

O filme é denso e tenso acima da média.

Tony Ramos, a despeito de não carregar o sotaque "sulista" de São Borja de Getúlio Vargas, está excelente como Getúlio

Drica Moraes, como Alzirinha Vargas, filha de Getúlio Vargas, está fantástica.

Vale a pena ver o filme.

Depois de "Tropa de Elite", e alguns anos, temos um belíssimo filme nacional pra contar.

Mérito e novos parabéns a Carla Camurati, hoje, também Presidente do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Abaixo,  o trailler









"Carteira blog" atualizada

"Carteira blog" atualizada com o fechamento de hoje, sexta-feira, dia 23-05-2014. No link "carteira blog" e abaixo:













Vamos subir o stop de COMPRA "SLED4" (SARAIVA PN) para 18,49

A "carteira blog" tem uma posição de COMPRA "SLED4" (SARAIVA PN) a 16,65.

Papel cotado nesse momento a 18,80.

O stop, quando montamos a posição, era de 15,58.

Vamos subir o stop para 18,49





Bovespa e a importância da faixa de 52.000 pontos

Hoje, o Bovespa bateu na mínima a faixa de 52.000 pontos ao fazer a mínima em 52.100.

Abaixo, vemos as marcações das vezes em que o Bovespa se segurou acima dos 52.000 e o que aconteceu após o rompimento, pra cima ou pra baixo.

Ainda estamos acima dos 52.000, com a MME13 ainda cruzada pra cima sobre a MME21.

Nesse momento, a faixa de 52.000 e o comportamento dessas médias podem acender a luz amarela no curtíssimo prazo

Bovespa, diário







quarta-feira, 21 de maio de 2014

Operação aberta em 04/04/2014 de VENDA BBAS3 finalizada - Venda em 23,79 e Compra em 22,30

A "carteira blog" mantinha uma VENDA em BBAS3 aberta em 04/04/2014 conforme consta na planinha da "carteira".

A VENDA aberta em 23.79 tinha como objetivo explítico em 22,30.

Hoje, no final da tarde, esse objetivo foi alcançado.

Portanto, operação FINALIZADA abaixo:

VENDA "BBAS3" em 23,79

COMPRA "BBAS3" em 22,30

Lucro de 6,26%

O peso da operação era de 17,09%; portanto, o impacto foi positivo para a "carteira blog" em 1,06%

Depois, atualizaremos a planilha











Stress no final do pregão faz o Bovespa bater numa faixa perigosa

As últimas 2 horas de pregão no Bovespa foram de forte VENDA.

Isso fez com que o Bovespa rompesse o primeiro pivotzinho mais importante que era a faixa de 53.000 pontos.

Mesmo assim, nem mesmo a faixa de 52.500 foi sufiiciente pra segurar o Bovespa; o índice chegou a bater na mínima os 52.320 e fechar em 52.370 pontos.

A faixa de 52.000 e importantissima; se romper, devemos ver o índice testar os 51.200.

MME13 vista abaixo em verde ainda acima da MME21, porém já embicada pra baixo; ainda em MODO COMPRA no diário.

Continua o alerta de uma congestão de médio-longo prazo entre 44.100 e 56.750; um pouco abaixo, um pouco acima

Pra falar a verdade, nem vi direito o final do pregão, mas andei lendo que uma suposta pesquisa eleitoral a ser divulgada em breve  poderia mostrar a presidente Dilma Rousseff "parando" de cair .

É mesmo ???

Hum.......ela está com quanto ? 36, 37% ?

33% sempre foi o patamar histórico do PT......Somente depois do "fenômeno" "Lulinha, Paz e Amor" que o PT rompeu essa barreira.

Ficar com 36, 37% até o final da eleição é praticamente o patamar histórico do PT........

A suposta pesquisa foi mais uma "pauta" para jornalista econômico e uma "desculpa" pra socar VENDA......depois de muito tempo rondando patamares altos sem muito fundamento....

E "tocamos o barco"........

BOVESPA ainda em BEAR MARKET no longo prazo.




Bovespa, diário









domingo, 18 de maio de 2014

Mais semelhanças... BOVESPA, ADR VALE em Nova York....e a VALE5

E continuamos a explicitar a semelhança da VALE com o BOVESPA....

Olhemos, dessa vez, com mais atenção para a ADR VALE em Nova York.

Existe uma LTB passando mais lá "pra cima" na faixa de 16.50 para a ADR VALE....papel fechou na sexta-feira em 13,73.

Assim como o Bovespa, que tem a LTB passando um pouco acima de 55.000 pontos.

A LTB da VALE5 está mais inclinada, passando, a mais curta por volta de 28.40 e a mais longa, passando por volta de 30,50

Olhando em termos de pivots, as semelhanças, tanto da ADR VALE, quanto da VALE5, em relação ao Bovespa, sãos mais acentuadas.

Esspa particularidade não é "nova" aqui no Blog........apenas estamos, novamente, acompanhando

Vamos aos 3 gráficos

ADR VALE, Nova York, SEMANAL, Escala logarítmica



 VALE5, SEMANAL, Escala semi-logarítmica




Bovespa, SEMANAL, Escala semi-logarítmica








Nada relevante no Bovespa ao longo da semana

Abaixo, o Bovespa ao longo da semana não mostra nada muito relevante.

Ainda em tendência de alta no curto prazo. Médias exponenciais de 13 e 21 ainda embicadas pra cima, com a MME13 ainda acima da MME21, ou seja, ainda sinais de compra.

Na quinta, praticamente tocou a faixa de 53.500 , que era a faixa de topo anterior que demorou um pouco mais a ser rompida.

55.000 pontos ainda é o alvo.

Resistências em 54.500 e o alvo em 55.000

Pra baixo, temos a faixa de 53.500-53.600 , depois 53.000 por onde resvala na MME21.

Depois as mais importantes nesse momento em 52.500 e 52.000.

Abaixo de 50.000 a atual tendência de alta de curto prazo fica seriamente comprometida.

Não pode ser descartada ainda uma congestão de médio-longo prazo entre 44.000 e 56.750.

Afinal, depois de bater os 63.500, o Bovespa veio pra 44.100, produziu uma perna de alta até 56.750, voltou pra 44.900, e agora chegou a bater os 54;500.

Um pouco acima , um pouco abaixo, mas a congestão 44.100-56.750 pode ganhar força.

Atençao também a LTB maior vista no segundo gráfico abaixo, passando um pouco acima de 55.000

Acompanhemos

Bovespa, diário



Bovespa, SEMANAL, Escala logarítmica













"O desastre em números", por Editorial Jornal "O Estado de São Paulo"

Editorial do Jornal "O Estado de São Paulo" publicado hoje, 18 de maio de 2014

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,o-desastre-em-numeros,1168207,0.htm


O desastre em números
18 de maio de 2014 | 2h 08

O Estado de S.Paulo
O falatório triunfal da presidente Dilma Rousseff, empenhada cada vez mais em fazer campanha e cada vez menos em governar, foi desmentido mais uma vez por números oficiais. A economia continua emperrada e nem a repetição de um resultado pífio como o do ano passado está garantido, segundo o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB). A atividade encolheu 0,11% de fevereiro para março e no primeiro trimestre foi apenas 0,3% maior que nos últimos três meses de 2013. Esses e outros dados apontam um começo de ano muito ruim, com indústria em ritmo de tartaruga, inflação elevada, contas externas em mau estado e muita desconfiança entre empresários, investidores e consumidores.

Em março, a atividade foi 0,27% mais alta que a de março de 2013, na série depurada de efeitos sazonais. A média do trimestre foi 1,02% maior que a de janeiro a março do ano passado. Em 12 meses o crescimento acumulado ficou em 2,11%. Além de muito fracos, os números apontam uma desaceleração iniciada em novembro.

Com base no material do BC, consultorias e departamentos econômicos de bancos tentaram estimar, já na manhã de sexta-feira, a evolução do PIB nos primeiros três meses deste ano. Os primeiros resultados ficaram entre crescimento zero e um avanço muito pequeno. Nesta altura, mesmo as taxas de expansão projetadas para o ano, geralmente abaixo de 2%, parecem otimistas, segundo técnicos do mercado.

Na segunda-feira, o BC havia divulgado a mediana das projeções coletadas na sexta-feira anterior na pesquisa Focus, uma consulta semanal a cerca de cem consultorias e instituições financeiras. Essa mediana havia subido de 1,63% para 1,69%. Apesar da ligeira elevação, continuava abaixo da estimativa publicada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) na segunda semana de abril: 1,8%.

Projeções são sujeitas a erros e apenas para especulação vale a pena apostar neste ou naquele número, quando as diferenças, para todos os demais efeitos, são pouco relevantes. Neste caso, o ponto importante parece muito claro: nenhuma estimativa, nem mesmo do governo, aponta para um desempenho econômico muito melhor que o do ano passado.

Pela primeira estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB cresceu 2,3% em 2013. A segunda estimativa deverá refletir, entre outros fatores, o novo critério de cálculo da produção industrial, com universo maior e nova ponderação dos subsetores. Com essa mudança, o aumento do PIB da indústria passou de 1,2% para 2,3%.

Essa alteração, tomada isoladamente, dificilmente levará o cálculo total do PIB a um resultado muito melhor que o já divulgado. Em resumo, os dados oficiais do ano passado continuarão ruins - ou muito ruins, se comparados com os de outros países emergentes - e os números deste ano só serão melhores que os de 2o13 se algum fator especial turbinar a produção nos meses restantes. Nenhum fenômeno desse tipo parece ter ocorrido a partir de abril.

Até o estímulo ao consumo, linha principal da política econômica nos últimos anos, parece perder eficácia. O crédito continua em expansão, mas em ritmo mais lento que nos anos anteriores e os juros estão mais altos. Além disso, a redução do estímulo fiscal seletivo já se reflete no menor dinamismo da indústria automobilística. Como complemento, a inflação persistente afeta o poder de compra das famílias e reduz o entusiasmo dos consumidores. Em março, o comércio varejista restrito vendeu 1,1% menos que um ano antes. O comércio ampliado (com inclusão de veículos, autopeças e material de construção) ficou 5,7% abaixo do nível de março de 2013. O resultado é explicável principalmente pelo setor de veículos e componentes, com vendas 16% inferiores às do mesmo mês do ano anterior.

Esse quadro é consequência previsível de uma política centrada no estímulo ao consumo, sem preocupação com a produtividade e com inegável tolerância à inflação. Até agora, a reação do governo tem consistido em prometer mais do mesmo.





sábado, 17 de maio de 2014

Gráfico da Semana: "SENSEX" da Índia, depois da eleição do novo Primeiro-Ministro Narendra Modi

A Índia tem um novo Primeiro-Ministro ao final da semana que passou.

Narendra Modi é o novo Primeiro-Ministro da Índia.

Abaixo, uma matéria com crédito da Agência de Notícias AFP publicada pelo Yahoo Notícias dá conta do novo cenário político-econômico a partir de agora na Índia.

Num primeiro momento , o mercado "adorou". O principal índice acionário da Índia, o "SENSEX" já havia rompido seu topo histórico poucos dias atrás; o ápice da euforia foi na sexta-feira.

O índice chegou a operar com alta de mais de 5%, superando a faixa de 25.000 pontos.

O fechamento foi horroroso, devolvendo quase tudo ao final do pregão com um candle horroroso que pode ser visto abaixo no tempo diário.

Fechamento em 24.120, ainda acima do antigo topo histórico.

Resta saber se teremos agora o famoso "sobe no boato" e "cai no fato".

Mercados já estava precificando em boa parte a vitória de Narandra Modi; o último ato foi a alta na sexta de mais de 5% no intraday, pra fechar com uma alta de "apenas" 0,90%

Acompanhemos.


SENSEX, DIÁRIO




SENSEX, SEMANAL - 10 ANOS








Recepção triunfal em Nova Délhi para Narendra Modi, futuro primeiro-ministro indiano
AFPPor Por Christian OTTON | AFP – 2 horas 56 minutos atrás

O futuro primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, foi recebido neste sábado por uma multidão em Nova Délhi, que comemorou a histórica vitória dos nacionalistas hindus nas eleições legislativas da Índia.
Centenas de pessoas, agitando bandeiras de seu partido, o Bharatiya Janata Party (BJP), cercaram Modi em sua chegada à capital. O novo homem forte da Índia apareceu sorridente e fazendo o sinal da vitória após a vitória esmagadora do BJP nas eleições legislativas, o maior triunfo de apenas um partido nos últimos 30 anos.
"Modi é nosso leão! Ele trabalhará para o povo da Índia, trabalhará a favor do desenvolvimento, trabalhará por cada indiano!", gritou Om Dutt, um comerciante de 39 anos.
O BJP conquistou a maioria no Parlamento, depois de garantir 279 assentos dos 543 em jogo, segundo os resultados mais recentes.

O triunfo do BJP modificou o mapa político da Índia, concedendo a ele um grande mandato para a mudança, e humilhando a dinastia governante da família Gandhi.
Modi, cuja personalidade divide profundamente, recebeu na sexta-feira as felicitações de líderes de todo o mundo.

O futuro primeiro-ministro irá mais tarde a Varanasi (Benarés) para orar nas margens do Ganges, uma forma de agradecer aos eleitores desta cidade santa hindu, onde Modi se apresentou com êxito ao Parlamento nacional.

Narendra Modi, de 63 anos, filho de um vendedor de chá e que jamais ocupou um cargo em nível nacional, anunciou na sexta-feira que trabalhará por todo o povo indiano - o país tem uma população de 1,2 bilhão de pessoas - em um primeiro discurso perante seus partidários em sua circunscrição de Gujarat (oeste). Foi uma mensagem tranquilizadora para a minoria muçulmana, que encara com reticência sua chegada ao poder.

A vitória do BJP remodela o cenário político indiano, transformando o partido nacionalista hindu em uma potência política nacional, colocando fim a 10 anos de poder na dinastia Gandhi-Nehru, desgastada por um crescimento econômico fraco e uma corrupção crescente.
Modi prometeu durante a campanha instaurar um governo forte e capaz de recuperar a economia da Índia, o segundo país mais populoso do mundo, atrás da China.
Após uma década de crescimento superior a 8%, o PIB da terceira maior economia asiática (depois de China e Japão) está em fase de desaceleração, com uma expansão de 5% em 2012/2013.
Modi será empossado oficialmente como primeiro-ministro na próxima semana.
- Muçulmanos temem -
Mas a vitória do partido nacionalista hindu aumenta os temores do início de uma era difícil entre Índia e Paquistão, pelo papel de Modi durante o confronto étnico de 2002, quando era presidente do Estado de Gujarat.
Este conflito deixou mil mortos, em sua maioria muçulmanos, diante da aparente passividade da polícia.
Os ataques dos críticos - um deles o chamou de "açougueiro de Gujarat" - e as advertências das minorias religiosas sobre as divisões que poderia provocar entre a população não parecem ter afetado sua popularidade.
Os indianos hinduístas representam 80% da população, contra 13% de muçulmanos. O restante é composto por minorias cristãs, sikhs e budistas.
Segundo o Times of India, desde 1952 não eram eleitos tão poucos muçulmanos ao Parlamento.
Após sua recepção calorosa na capital, Modi deve se reunir com os principais líderes do BJP, a maioria dos quais ingressarão no governo.
Arun Jaitley é favorito para se converter em ministro das Finanças. Já o presidente do BJP, Rajnath Singh, pode ser o novo ministro do Interior.







sexta-feira, 16 de maio de 2014

Nasdaq rompe uma LTB curta ao longo da semana, mas fecha "em cima" ao final da semana

Abaixo, vemos o índice Nasdaq rompendo uma LTB curta ao longo da semana, mas fechando "em cima" ao final da semana; ligeiramente acima.

Uma MA50 embicada pra baixo, com o índice ainda operando abaixo dela fortalece a tendência baixista da NASDAQ

Ainda falta o rompimento pra baixo da faixa de 3.950 pra fazer um pivot baixista no SEMANAL e ratificar a tendência baixista do índice nos prazos mais longos

NASDAQ , DIÁRIO, Escala logarítmica




NASDAQ , SEMANAL, Escala logarítmica









quinta-feira, 15 de maio de 2014

E segue o bom momento do Bovespa...mais um pivotzinho de alta

Mais um pivotzinho de alta para o Bovespa ao romper a faixa de 54.300.

Agora, mira a faixa de 55.000 pontos.

Pra baixo, temos os os 54.000 . 53.000 e o mais importante nesse momento, a faixa de 52.000 pontos.

Reversão mesmo abaixo dos 50.000 pontos.

Acima dos 56.750 pontos, o BEAR MARKET Brasileiro passa a ser ameaçado


Bovespa, diário









quarta-feira, 14 de maio de 2014

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Bovespa em 12-05-2014

Nada muito relevante no dia de hoje.

Uma alta forte do Bovespa, fechanmento em 54.050 pontos, alta de 1,79%.

Apenas recuperando-se das últimas 2 quedas mais acentuadas.

Assim como na queda o volume de vários papéis foi baixo, o volume nessa alta de hoje para vários papéis, excluindo-se a VALE, foi muito baixo.

Mais uma vez pra cima temos a resistência em 54.300, ponto por onde as divergências baixistas de IFR14 e MACD, como destacadas abaixo, começam a ficar fortes.

Pra baixo, temos agora os 53.000 pontos e 52.500 e 52.000 pontos.

MME21 também passando ai na faixa de 52.200-52.500.

Médias exponenciais de 13 e 21 abaixo destacadas ainda embicadas pra cima sem cruzamento, indicando ainda modo de compra no diário.


Bovespa, diário








domingo, 11 de maio de 2014

O Diário do Estouro da NASDAQ

Abaixo, uma LTB no caminho do índice NASDAQ........A mesma Bolha da Internet de 2000 vista agora.....

O mesmo estouro da Bolha da Internet de 2000..........em curso nesse momento....


NASDAQ, DIÁRIO, Escala logarítmica









"Os mercados esperam que o Fed comece a elevar a taxa de juros em algum momento da segunda metade de 2015.... Para todos os países da América Latina, a consequência imediata da volatilidade será a saída de capitais, o ajuste nos preços dos ativos, a queda nas bolsas de valores, o aumento da taxa de juros e a desvalorização cambial", diz o Diretor do FMI

Excelente entrevista de Alejandro Werner, diretor do Departamento de Hemisfério Ocidental do Fundo Monetário Internacional (FMI), publicada ontem no jornal "O Estado de São Paulo"

Aqui, o link: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-geral,queda-do-pib-nao-e-passageira-diz-diretor-do-fmi,184411,0.htm

Abaixo, a entrevista


‘Queda do PIB não é passageira’, diz diretor do FMI
América Latina deve evitar soluções fáceis para problemas difíceis, preparar-se para período de maior volatilidade e elevar sua competitividade
10 de maio de 2014 | 11h 49

Denise Chrispim Marin - O Estado de S. Paulo
A América Latina cresce pouco e enfrenta um cenário adverso de queda nos preços das commodities e de "normalização" da política monetária dos Estados Unidos neste e nos próximos anos. Alejandro Werner, diretor do Departamento de Hemisfério Ocidental do Fundo Monetário Internacional (FMI), recomenda aos governos da região evitar "soluções fáceis" e não considerar a queda do crescimento como uma "baixa transitória".

Em entrevista ao Estado, o economista afirmou que os protestos públicos terão impacto na condução das políticas fiscais. A busca de maior eficiência nos gastos sociais será chave nesta fase de baixo crescimento e tem sido demanda pela população em protestos nas ruas.

Quais as perspectivas para a América Latina nos próximos anos?

É esperada a estabilidade fiscal e financeira, com crescimento baixo. Estimamos para este ano expansão de 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB), o mais baixo dos últimos 11 anos se tirarmos o resultado de 2009. Há desaceleração na América do Sul. Essas economias estão perto do PIB potencial, têm desemprego muito baixo e já estão expostas à queda dos preços de suas commodities de exportação.

A crise está presente em todas as áreas da economia da Venezuela?

Vemos um nível de distorção muito mais elevado na Venezuela do que o da Argentina. Isso acontece tanto na parte micro como na macroeconômica e gera redução do PIB e aumento no déficit do setor público. Como o déficit fiscal é financiado pela expansão monetária, a inflação aumenta. Trata-se da economia latino-americana com os mais altos déficit fiscal, inflação e escassez. Vemos claramente o fenômeno de estagflação na Venezuela em 2014, com crescimento negativo de 0,5% e inflação crescente (57,3% ao ano em fevereiro). Diante da escassez e do balanço de pagamentos complexo, o governo criou o Sicad 2 (terceiro sistema oficial de câmbio, em operação desde março), que está na direção correta, Mas não há, em paralelo, um programa congruente nas áreas fiscal, financeira e monetária que oriente a economia para a estabilização em médio prazo.

O que mais preocupa o FMI em relação à Argentina?

Estamos trabalhando com a Argentina na construção de um novo indicador de preços ao consumidor e no cálculo do PIB. Neste ano, o governo adotou medidas corretas para conter a queda nas reservas internacionais, que somaram apenas US$ 13 bilhões no final de 2013. A Argentina está fazendo um esforço de normalização. Como não temos as consultas periódicas (desde 2004), fica difícil dizer o que a Argentina ainda precisa fazer.

O FMI alerta para a necessidade de a América Latina adotar políticas de médio prazo de aumento da competitividade. Mas o que é urgente em curto prazo?

A política macroeconômica deve refletir o novo ambiente de queda de preços de commodities, de menor crescimento econômico e de aumento da taxa de juros nos EUA. Manter a estabilidade macroeconômica, fiscal e monetária será mais difícil agora do que no passado. A queda de crescimento não será transitória. Esse ambiente pode gerar mais vulnerabilidade financeira. Para manter a solidez dos bancos e dos mercados de capitais, as economias não podem ficar descalças de moedas nem de fontes de financiamento de curto prazo. O mais importante será descartar soluções fáceis para problemas difíceis. Só as reformas estruturais permitirão à América Latina ter taxas altas de crescimento com estabilidade.

Daria um exemplo de solução fácil a ser evitada?

O estímulo a uma economia próxima ao PIB potencial com políticas de aumento da demanda agregada e com pleno emprego. Em dois ou mais anos, essa solução fácil gera inflação e aumento no déficit em transações correntes, que terão de ser corrigidas com ajustes mais custosos.

Quais os riscos para a América Latina dos "ajustes desordenados" da política monetária dos EUA?

Os mercados esperam que o Fed comece a elevar a taxa de juros em algum momento da segunda metade de 2015. As mensagens do Fed devem ser emitidas de forma clara para não gerar nova volatilidade. Para todos os países da América Latina, a consequência imediata da volatilidade será a saída de capitais, o ajuste nos preços dos ativos, a queda nas bolsas de valores, o aumento da taxa de juros e a desvalorização cambial. Se a volatilidade persistir, decisões de investimento e de consumo tendem a ser postergadas. Os PIBs encolherão.

Manifestações populares têm ocorrido em vários países da América Latina, até mesmo no Peru, onde a economia cresce. Na Venezuela, têm sido constantes e reprimidas com violência pelo governo. As estimativas do FMI levam em conta esse clima de insatisfação popular?

O entorno social e político é muito importante para definir o sucesso ou fracasso de medidas econômicas. Os protestos são diferentes em cada país da região. A Venezuela traz o caso extremo de polarização política. No Brasil e no Chile, tratam-se de demandas da nova classe média por mais qualidade dos serviços públicos e por maior transparência do governo, que passarão a condicionar as políticas públicas e a adoção de medidas fiscais e monetárias. A eficiência do gasto público será cada vez mais importante. Apesar de o gasto público como proporção do PIB ter aumentado em todos os países da região nos últimos 10 anos, há margens de eficiência na sua distribuição a serem explorados. Os subsídios à energia, por exemplo, beneficiam os setores mais ricos.

A região não tem como escapar do controle dos gastos públicos?

Essa é a mensagem. A América Latina vinha agindo bem nessa área desde 2004, mas nos últimos quatro anos houve debilitação. A área fiscal tem de continuar a ser a fortaleza da região e não se tornar fonte de sua fragilidade.










sábado, 10 de maio de 2014

"...a mudança de agenda do governo FHC por sorte criou um pensamento mais "presentista", começando com o fim da inflação, com a ideia de que a administração pública é mais importante que utopias, de que as reformas do Estado eram fundamentais. Medidas simples, óbvias, indutivas, tentaram nos tirar da eterna "anestesia sem cirurgia". ", por Arnaldo Jabor

Acabo de ler o blog do jornalista Augusto Nunes e este resgata um belo texto de Arnaldo Jabor publicado no meio da semana pelo jornal "O Estado de São Paulo"

Uma obra prima o texto

Repito......

UMA OBRA-PRIMA.....

Arnaldo Jabor capta com extrema felicidade a essência do Brasil dos últimos 12 anos, após o sopro de esperança jogado pelos 8 anos de Fernando Henrique Cardoso.

Na verdade, Jabor não apenas capta os últimos 12 anos; ele capta o que sobrou desses catastróficos últimos 12 anos do PT.

Em todos os campos.....político, social e econômico....

Não preciso escrever mais nada.......

O Texto é uma obra-prima......mais uma vez....

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,o-brasil-esta-com-odio-de-si-mesmo,1162792,0.htm


O Brasil está com ódio de si mesmo
06 de maio de 2014 | 2h 07

Arnaldo Jabor - O Estado de S.Paulo
O Brasil está irreconhecível. Nunca pensei que a incompetência casada com o delírio ideológico promoveria este caos. Há uma mutação histórica em andamento. Não é uma fase transitória; nos últimos 12 anos, os donos do poder estão a criar um sinistro "espírito do tempo" que talvez seja irreversível. A velha "esquerda" sempre foi um sarapatel de populismo, getulismo tardio, leninismo de galinheiro e agora um desenvolvimentismo fora de época. A velha "direita", o atraso feudal de nossos patrimonialistas, sempre loteou o Estado pelos interesses oligárquicos.

A chegada do PT ao governo reuniu em frente única os dois desvios: a aliança das oligarquias com o patrimonialismo do Estado petista. Foi o pior cenário para o retrocesso a que assistimos.

Antes dessa terrível dualidade secular, a mudança de agenda do governo FHC por sorte criou um pensamento mais "presentista", começando com o fim da inflação, com a ideia de que a administração pública é mais importante que utopias, de que as reformas do Estado eram fundamentais. Medidas simples, óbvias, indutivas, tentaram nos tirar da eterna "anestesia sem cirurgia". Foi o Plano Real que tirou 28 milhões de pessoas da pobreza e não este refrão mentiroso que os petistas repetem sobre o Bolsa Família ou sobre o PAC imaginário.

Foi um período renegado pelo PT como "neoliberal" ou besteiras assim, mas deixou, para nossa sorte, algumas migalhas progressistas.

Tudo foi ignorado e substituído pelo pensamento voluntarista de que "sujeitos da história" fariam uma remodelagem da realidade, de modo a fazê-la caber em suas premissas ideológicas. Aí começou o desastre que me lembra a metáfora de Oswald de Andrade, de que "as locomotivas estavam prontas para partir, mas alguém torceu uma alavanca e elas partiram na direção oposta".

Isso causa não apenas o caos administrativo com a infraestrutura morta, como também está provocando uma mutação na psicologia e no comportamento das pessoas. O Brasil está sendo desfigurado dentro de nossas cabeças, o imaginário nacional está se deformando.

Há uma grande neurose no ar. E isso nos alarma como a profecia de Lévi-Strauss de "que chegaríamos à barbárie sem conhecer a civilização". Cenas como os 30 cadáveres ao sol no pátio do necrotério de Natal, onde os corpos são cortados com peixeiras, fazem nossa pele mais dura e o coração mais frio. Defeitos e doçuras do povo, que eram nossa marca, estão dando lugar a sentimentos inesperados, dores nunca antes sentidas. Quais são os sintomas mais visíveis desse trauma histórico?

Por exemplo, o conceito de solidariedade natural, quase 'instintiva', está acabando. Já há uma grande violência do povo contra si mesmo.

Garotos decapitam outros numa prisão, ônibus são queimados por nada, com os passageiros dentro, meninas em fogo, presos massacrados, crianças assassinadas por pais e mães, uma revolta sem rumo, um rancor geral contra tudo. O Brasil está com ódio de si mesmo. Cria-se um desespero de autodestruição e o País começa a se atacar.

Outro nítido efeito na cabeça das pessoas é o fatalismo: "É assim mesmo, não tem jeito não". O fatalismo é a aceitação da desgraça. E vêm a desesperança e a tristeza. O Brasil está triste e envergonhado.

Outro sintoma claro é que as instituições democráticas estão sem força, se desmoralizando, já que o próprio governo as desrespeita. Essa fragilização da democracia traz de volta um desejo de autoritarismo na base do "tem de botar para quebrar!". Já vi muito chofer de táxi com saudades da ditadura.

A influência do petismo também recriou a cultura do maniqueísmo: o mal está sempre no outro. Alguém é culpado disso tudo, ou seja, a 'media conservadora' e a oposição.

A ausência de uma política contra a violência e a ligação de muitos políticos com o tráfico estimula a organização do crime, que comanda as cadeias e já demonstra uma busca explícita do horror. A crueldade é uma nova arte incorporada em nossas cabeças, por tudo que vemos no dia a dia dos jornais e TV. Ninguém mata mais sem tortura. O horror está ficando aceitável, potável.

O desgoverno, os crimes sem solução, a corrupção escancarada deixam de ser desvios da norma e vão criando uma nova cultura: a cultura da marginalidade, a "normalização" do crime.

Uma grande surpresa foi a condenação da Copa. Logo por nós, brasileiros boleiros. Recusaram o 'pão e circo' que Dilma/Lula bolaram, gastando mais de 30 bilhões em estádios para "impressionar os imperialistas" e bajular as massas. Pelo menos isso foi um aumento da consciência política.

Artistas e intelectuais não sabem o que pensar - como refletir sem uma ponta de esperança? Temos aí a "contemporaneidade" pessimista.

Cria-se uma indiferença progressiva e vontade de fuga. Nunca vi tanta gente falando em deixar o País e ir morar fora. As mutações mentais são visíveis: nos rostos tristes nos ônibus abarrotados, na rápida cachaça às 6 da manha dos operários antes de enfrentar mais um dia de inferno, nos feios, nos obesos, no desânimo das pessoas nas ruas, no pessimismo como único assunto em mesas de bar.

Vimos em junho passado manifestações bacanas, mas sem rumo; contra o quê? Um mal-estar generalizado e sem clareza, logo escrachado pelos black blocs, a prova estúpida de nosso infantilismo político.

É difícil botar a pasta de dente para dentro do tubo. Há uma retroalimentação da esculhambação generalizada que vai destruindo as formas de combatê-la. Tecnicamente, não estamos equipados para resolver as deformações que se acumulam como enchentes, como um rio sem foz.

E o pior é que, por trás da cultura do crime e da corrupção, consolida-se a cultura da mentira, do bolivarianismo, da preguiça incompetente e da irresponsabilidade pública.

O Brasil está sofrendo uma mutação gravíssima e nossas cabeças também. É preciso tirar do poder esses caras que se julgam os "sujeitos da história". Até que são mesmo, só que de uma história suja e calamitosa.




"Carteira blog" já atualizada com as saídas de VALE5, entrada de SLED4 e ajuste de R$ 0,03 de BBDC4

A última atualização da "Carteira blog" foi feita no fechamento do mês de abril; ou seja, dia 30-04-2014.

No dia 02 de maio, foi finalizada a saída da posição de VENDA "VALE5".

E, no dia 07 de maio, quarta-feira última, houve entrada na posição COMPRA "SLED4".

Essas 2 últimas alterações não haviam sido incorporadas na "carteira".

Houve uma terceira: um ajuste de R$ 0,03 para o papel "BBDC4" por "juros dividendos" incorporados ao papel ao longo da última semana.; a carteira "faz essa incorporação" descontando da entrada. Portanto, diminuímos os mesmos R$ 0,03, passando a entrada a ser R$ 28,76

Abaixo, a atualização;também no link "carteira blog"










Bovespa - Final de Semana

Bovespa em 3 gráficos abaixo:

Fechamento da semana em 53.100 pontos

No primeiro, tempo SEMANAL, Vemos o Bovespa sentir a faixa de 54.300, ao bater ao longo da semana a máxima em 54.220.

Pra cima temos uma LTB mais longa passando ainda pouco acima de 55.000 pontos.

Essa faixa de 54.000-55.000 é sempre muito confusa.......

Do ponto de vista de resistência, acima da máxima da semana, temos a própria faixa de 55.000; depois 56.000 e 56.700, último topo antes da grande perna de baixa que foi até os 45.000 pontos.

O rompimento de 56.700 poderia colocar em dúvida o atual BEAR-MARKET do Bovespa.

Ainda no primeiro gráfico SEMANAL, podemos ver mais claramente as faixas de 52.500, 52.000, 51.200 e 50.000 como importantes divisores pra baixo.

Nos gráfico diário, mais abaixo, podemos ver ainda a Média Móvel Exponencial de 13 períodos ainda acima da MME21, portanto, ainda um sinal de COMPRA.

Inclusive essa MME21 já serviu de suporte nas últimas 2 mini-correções.

No terceiro gráfico abaixo, também TEMPO DIÁRIO, vemos mais de perto os importantes suportes em 52.500, 52.000, 51.200 e 50.000 pontos.


Bovespa, SEMANAL, Escala logarítmica



Bovespa, diário, Escala logarítmica





Bovespa, DIÁRIO, Escala logarítmica












quinta-feira, 8 de maio de 2014

VALE5, depois de sentir uma LTB no SEMANAL, agora sente uma LTB no tempo diário

Abaixo, 2 LTB'S da VALE5.

Uma no TEMPO SEMANAL......Havia rompido ao longo da semana, foi até a faixa de 30,00, recuou e fechou abaixo desssa LTB no tempo SEMANAL

Outra LTB no diário, ainda um pouco incipiente, mas o suficiente pra pressioná-la no curto prazo; hoje, bateu nela pela manhã e recuou forte.

O Terceiro gráfico mostra a MA200 (em linha vermelha) já discutida aqui pra VALE5.

Na semana que foi até a faixa de 30,00 , chegou a romper essa MA200......no fechamente da Semana, já estava abaixo dela......de lá pra cá, continua abaixo dela


VALE5, TEMPO SEMANAL, Escala semi-logarítmica



VALE5, TEMPO diário, Escala semi-logarítmica



VALE5 E SUA MA200










quarta-feira, 7 de maio de 2014

COMPRA acionada "SLED4" (SARAIVA PN) no rompimento de 16,64

Pela manhã , demos uma sugestão de COMPRA "SLED4" (SARAIVA PN) no rompimento de 16,64.

A COMPRA foi acionada.

Portanto, temos a seguinte posição para SLED4:

COMPRA em 16,65

STOP SUGERIDO: 15,58

PESO: 15%

Objetivo: ainda aberto





Sugestão de COMPRA "SLED4" (Saraiva PN) no rompimento de 16,64

Uma sugestão de COMPRA de "SLED4" (SARAIVA PN) no rompimento de 16,64

STOP SUGERIDO: 15,58

PESO: 15%

Objetivo: Aberto, por enquanto

Abaixo, 2 gráficos e algumas considerações

Papel com uma fortíssima divergência altista de IFR14 e HISTOGRAMA no TEMPO SEMANAL.

Vale ressaltar que, embora MACD e histograma ainda estejam em modo "VENDA" no tempo SEMANAL; suas configurações estão no limite de uma "reversão".

Vamos nos antecipar a essa "virada" do MACD e histograma, tendo como base essas fortes divergências e um rompimento no tempo diário, que é a  faixa de 16,64

Volume vem também  aumentando muito nessas últimas quedas, gerando também uma divergência altista de volume no tempo Semanal

Como se trata de um papel com giro baixo, se não houver uma saida exata na compra de 16,64, vamos com COMPRA até 16,80

SLED4, TEMPO SEMANAL




SLED4, TEMPO DIÁRIO










Uma rápida passagem pelo Bovespa

Bovespa hoje rompeu aquela faixa de 53.400-53.500 e foi testar a resistência acima em 54.000; resvalou lá.

Ainda com cara de testar a faixa de 54.300, que foi o último topinho do repique pós 51.200, no início da última perna de baixa que começou ali por volta de novembro do ano passado.

Começam a voltar aquelas análises otimistas.......emergentes como o Brasil não poderiam cair tanto.......tem espaço pra mais altas....blá..blá....blá....

Abro apenas um parênteses pra falar da PETROBRÁS....

Parece....eu tô dizendo, parece que, pela média diária de volume e altas recorrentes, o mercado esteja "precificando" uma vitória real de AÉCIO NEVES....

A Petrobrás e as elétricas foram as que sempre mantiveram, de modo geral, uma relação direta pelas decisões equivocadas da atual Presidente Dilma Rousseff.

E elas sofreram muito.....

Se, de fato Aécio ganhar, haverá um período inicial de fortes ajustes macroeconômicos que afetarão todos os setores.

No entanto, o ganho para a Petrobrás e Elétricas pode ser, com algumas considerações, de fato maiores do que as perdas iniciais.

Assim, comprar nos níveis atuais ou pouco abaixo, poderia não ser "fora do normal".......

Essa seria a leitura "mais otimista"........Uma menos otimista seria ainda a manutenção do cenário atual , com baixo reajuste de preços dos derivados de petróleo em face de uma realidade cambial longe de "confortável"...

Do ponto de vista gráfico, a PETR4, por exemplo, ainda mantém topos e fundos descendentes no longo prazo; portanto, ainda visão baixista no LONGO PRAZO...

O resto do Bovespa continua pressionado do ponto de vista fundamentalista, tirando, é claro o setor financeiro, mais especificamente o bancário.......

CONSUMO, Mineradoras, siderúrgicas e imobiliárias continuam navegando em ambientes desafiadores no Âmbito interno

No Âmbito externo, a proximidade de uma elevação das taxas de juros americanas aumentará esses desafios.

Ainda que, no caso das imobiliárias, já esteja fortemente implícita uma  Bolha Imobiliária ; já que os preços de várias empresas estão em queda acentuada há pelo menos 2 anos.

Suportes do Bovespa: 53.500; 53.000; 52;500 e 52.000

ResistÊncias: 54.000.54.300 e 55.000