domingo, 30 de março de 2014

A VALE5 virará "EX-DIVIDENDOS" daqui aproximadamente 15 dias......o que você prefere ? Esperar e comprá-la daqui 15 dias mais barata em R$ 0,90 ou comprá-la agora ?

A VALE5 virará "EX-DIVIDENDOS" daqui aproximadamente 15 dias......o que você prefere ? Esperar e comprá-la daqui 15 dias mais barata em R$ 0,90 ou comprá-la agora ?

Posso comprá-la antes de  ficar "ex-dividendos" pra "ficar" com os dividendos....e isso também é válido para a VALE3

Depois, compro pesado "mais barata" em cerca de R$ 0,90.....

O Gráfico SEMANAL pode me dizer isso....

Por quê ?

Ora....vejam no GRÁFICO SEMANAL ABAIXO E REPAREM COMO A VALE5 ainda não tem a LINHA MACD cruzada na "compra"

Assim como o histograma ainda está "abaixo da linha zero", portanto, ainda em modo VENDA









O que é mais provável: Uma perna de baixa de 20% para o SP500 ou apenas um toque na MA200 e uma nova perna de alta ?

Uma MA200 está a 110 pontos do patamar atual do SP500.

Daqui 15-20 dias, certamente essa distância cairá pra algo em torno de 90 pontos.

O que é mais provável: Uma perna de baixa de 20% para o SP500 ou apenas um toque na MA200 e uma nova perna de alta ?

Uma ida aos 1.775 e uma nova perninha de alta antes do CRASH ou uma ida direto aos 1.575 pontos ?

De qualquer forma, o tempo parece se esgotar para os mercados americanos.....

Reparem no movimento de maio-jun-julho de 2011 marcado em círculo.

Se olharmos alguns papéis importantes do SP500 de forma isolada, veremos que muitos deles já começam a embicar a MA50 pra baixo de forma perigosa..

Essa dinâmica deve acelerar para outros papéis.....

SP500, DIÁRIO - Período 4 anos










sexta-feira, 28 de março de 2014

DOW JONES no penúltimo dia do mês e sua LTA de 5 anos

Vejam os 2 gráficos abaixo.

No primeiro, LTA LONGA, novamente salva, como temos monitorado aqui...

No segundo gráfico uma cunha.......

Reparem que no vértice da cunha não "cabe mais nada"......

Vamos ver o  fechamento do mês semana que vem e o mês de abril

Amanhã, relembrarei as 2 hipóteses que levantei aqui há 2-3 meses....


Dow Jones, MENSAL, Escala logarítmica




Dow Jones, MENSAL, Escala logarítmica - 15 anos











Há 2 semanas o Bovespa estava no inferno, agora, no paraíso

Vejam no primeiro gráfico abaixo o fechamento da sexta-feira retrasada; 44.900 pontos e o Bovespa no inferno, com o IFR14 SEMANAL abaixo de 30.

Hoje, exatas 2 semanas depois, o Bovespa fecha "colado" aos 50.000 pontos, com o IFR14 SEMANAL em 50.

Do inferno ao paraíso em 2 semanas.....

Uma forte correção dentro de uma gritante tendência de BAIXA NO LONGO PRAZO....

Baixa......

Pra quem está acostumado em mercados de alta......é só inverter o gráfico de cabeça pra baixo pra entender o que acontece....

As fortes correções de um mercado claramente altista são rápidas e levam o IFR14 rapidamente pra cima depois de infindáveis divergências baixistas...

No mercado de baixa é tudo ao contrário.....

Não estou dizendo que acabou a alta...

Já falava aqui há um tempo que mantinha uma visão de  pelo menos 51.200-52.000

Afinal, estamos falando de uma perna intermediária antes de cairmos mais no longo prazo....

Dentro disso, podemos até mesmo pensar, diante da forte recuperação, dentro de um contexto de "ahhhh.......a Dilma vai perder.....",  numa recuperação até os 54.000-55.000....

Por ora, estamos dentro da perna intermediária de alta......uma bela perna por enquanto......

Nesse curtinho prazo, podemos ver que a faixa de 50.000, além de uma resistência, é faixa de MA50, como já tinha dito ontem e que pode ser visto no segundo gráfico.....

Fechou abaixo hoje dessa MA50.....

No terceiro gráfico, uma LTA longa para os padrões de "tempo 60 minutos"......vale a pena acompanhá-la.....

Por fim, interessante notar a evolução do MACD no SEMANAL agora e em 2011, marcados no primeiro gráfico...

A Semana fechou com o "MACD" "querendo" engatilhar uma "virada" pra COMPRA......

Em 2011, essa "engatilhada" foi a mesma, depois de uma forte alta......mas, logo nas 2-3 semanas seguintes, o mercado corrigiu forte, pra depois fazer o MACD finalmente engatar o modo COMPRA no SEMANAL, empurrando o BOVESPA para novos topos em seguida.

Resistências: 50,200.....depois, 50.700...depois 51.200 e 52.000

Suportes: 49.500, depois 49.200, 48.800, 47.800-48.000


Bovespa, SEMANAL, escala logarítmica



Bovespa, diário, escala logarítmica


Bovespa, 60 minutos, escala semi-logarítmica









Bovespa dolarizado fechamento 27-03-2014

fonte: dadosdabolsa.com





quinta-feira, 27 de março de 2014

Bovespa em 27-03-2014

Bovespa continua na sua espetacular perna de alta de curto prazo.

Já subiu 10% do fundo de 44.900 até hoje.....pouco mais...

Alta hoje de 3,5%......

Pesquisa da Dilma perdendo popularidade ?

Já falei sobre isso no fim de semana.......

É claro que, pra longo prazo, é bom para as empresas estatais, embora o melhor mesmo fosse privatizar todas; porém, vocês acham que Aécio Neves ganhando o mercado vai fazer subir no curto prazo todo o mercado ?

Claro que não !!!

Aécio Neves ganhando vai ter que fazer o dever de casa....arrumar uma casa destruída.....destruída....

E ele vai ter de fazer muita coisa pra consertar o que está errado.....

é dentro desse contexto que o mercado perceberá que, no curto prazo, todo o mercado vai sofrer....

No longo prazo, a vitória de Aécio Neves pode levar às nuvens as empresas estatais e outras......

Mas, volto a dizer....poderia levar muito mais às nuvens se fosse privatizar todas...

Mas no curto prazo, a banda vai ser tocada de outra forma....

A correção de várias estatais hoje  e essa semana apenas "usou" a pesquisa pra puxar quedas insanas de várias estatais...principalmente a Petrobrás.....

Consegue-se pegar os papéis das estatais para operações ? Quem opera mais no curto prazo, talvez....alguns rompimentos....enfim.....

Mas a volatilidade, pra algumas estatais foi às alturas.......deve reduzir em algum momento.....e com isso, as altas e as quedas......

Falta ainda "aflorar" a volatilidade da VALE5.....depois, ainda tentarei falar alguma coisa da VALE.....

Na questão prática, temoss já recuperações fantásticas de IFR'S14 de vários papéis que atingiram divergências altistas fortíssimas, assim como IFR'S14 em patamares abaixo de 30, inclusive no SEMANAL, caso da PETR4....

A MME13 já está acima da MME21, o que é sinal de COMPRA pro Bovespa no diário....

Mas com uma puxada de 10% em 2 semanas, num mercado claramente baixista no longo prazo, não seria surpresa imaginar que essa MME13 não volte pra baixo da MME21 se caíssemos 5,6 ou 7% pra "eliminar" algumas aberrações nessa perna de alta...

Temos agora, depois da MA50 rompida, a MÉDIA MÓVEL SIMPLES de 200 ali na faixa de 50.100, que é faixa de resistência.

Então, agora, temos, resistências em 50.000, depois 50.600, depois 51.200 e 51.600.

Suportes em 49.500, depois 49.200, depois 48.700 e 48.000, o mais forte agora.


Bovespa, diário, com MA50 e MA200




Bovespa, diário, com MME13 e MME21








quarta-feira, 26 de março de 2014

Posição finalizada COMPRA "SANB11" a 11,93 e VENDA a 12,40 conforme objetivo

Havia posição na "carteira blog" COMPRA "SANB11" a 11,93 com objetivo em 12,40

Objetivo atingido

Portanto, OPERAÇÃO FINALIZADA 

COMPRA de "SANB11" (Santander Unts ) a 11,93 e VENDA a 12,40

LUCRO: 4,02%






Subindo o STOP de SANB11 para 12,20

A "carteira blog" tem uma posição COMPRA de "SANB11" a 11,92 com STOP SUGERIDO 11,40

Papel sendo operado agora, 10:35 a 12,29.

VAMOS SUBIR  O STOP PARA 12,20

Objetivo ainda em 12,40




Retirada SUGESTÃO VENDA "PETR4" no rompimento de 13,70

Retirada SUGESTÃO DE VENDA "PETR4" no rompimento em 13,70.

Papel volta ao "centro das atenções" com várias notícias desencontradas, enfim.....

Pivots podem muito bem ser rompidos pra baixo ou pra cima....isso é a parte da análise gráfica.

Porém, ainda assim, ´dadas tais circunstâncias, melhor não fazer nada...




S&P rebaixa ratings de 13 bancos brasileiros



Crédito: Portal A Tarde-Agência Estado

http://atarde.uol.com.br/economia/noticias/1578757-sp-rebaixa-ratings-de-13-bancos-brasileiros


Qua , 26/03/2014 às 02:17
S&P rebaixa ratings de 13 bancos brasileiros
Agência Estado

A Standard & Poor's rebaixou o rating em escala global de 13 instituições financeiras do Brasil, em moeda local e em moeda estrangeira, de modo a ajustar as notas ao rating soberano brasileiro, que foi cortado no fim da tarde de segunda-feira para BBB-, de BBB. As notas possuem perspectiva estável.
A agência de classificação de risco explicou que o rebaixamento da nota soberana limita as notas das instituições financeiras. Na segunda-feira a S&P já havia adotado um tom semelhante ao rebaixar os ratings da Petrobras e da Eletrobras.
A S&P também anunciou que colocou o rating global de 17 instituições financeiras do Brasil e o rating em escala nacional de 26 instituições em observação com implicações negativas. Um banco também está com o rating em escala global na lista de observação negativa, o que significa que há a possibilidade de corte nos próximos meses.
A agência de classificação de risco rebaixou para BBB-, de BBB, os ratings em escala global, em moeda local e estrangeira, do Bradesco, Banco do Brasil, Itaú BBA, Itaú Unibanco Holding, Citibank, HSBC Bank Brasil, Santander Brasil, Banco do Nordeste do Brasil, Sul América Companhia Nacional de Seguros e Allianz Global Corporate & Specialty Resseguros Brasil. A S&P também rebaixou a nota em moeda estrangeira da Caixa Econômica Federal e do BNDES. As notas da Caixa e do BNDES em moeda local também foram cortados, para BBB+, de A-. O rating da Sul América, em moeda local e estrangeira, foi rebaixado para BB, de BB+.
Entre as instituições com o rating em observação negativa estão o BNP Paribas, BES Investimentos do Brasil, BM&FBovespa, Safra, Votorantim, Banco Pan, Daycoval, Pine e BTG Pactual.




Bovespa em 25-03-2014

Mais um dia de alta.

Mercado e imprensa "disseram" que estava precificado...

Sim.....isso é 50%  certo.....

Ora......Estamos numa perna intermediária........está precificado "por ora"......

De qualquer maneira......a "precificação" ainda deve levar o Bovespa, no mínimo, aos 51.200-52.000.

Porém......

O Gráfico de "60 minutos" mostra uma LTA perdida......

Suporte agora ,e 48.000....depois 47.270.....e 47.000....depois 46.000

Resistências: 48.440, depois 48.660 pontos


Bovespa, 60 minutos








Acionada VENDA "BBDC4" no rompimento de 28,80

Acionada  SUGESTÃO DE VENDA de "BBDC4"no rompimento de 28.80 ao longo do pregão.

Portanto, entrará pra "carteira blog":

1 - VENDA "BBDC4" a 28,70

PESO: 15%

STOP SUGERIDO: 29,60

Objetivo: 28,02




terça-feira, 25 de março de 2014

Olhando o "VXX", a coisa lá fora vai ficando muito perigosa

Um dos principais espelhos e hedges do SP500, o índice "VXX", desde 2011, quando os mercados americanos corrigiram 19%, não fica tanto tempo "andando' sobre sua MA50....

Vejam abaixo em 2 momentos:


VXX, DIÁRIO, 4 ANOS



VXX, DIÁRIO, 1 ANO









Sugestão de VENDA "BBDC4" no rompimento de 28,80

SUGESTÃO DE VENDA DE "BBDC4" no rompimento de 28,80

STOP SUGERIDO : sem stop por ora......vou deixar o mercado estabilizar.......em tese, o stop "mais justo" seria a máxima de ontem.......por ora.......sem stop.....até o final do dia ou amanhã firmo o stop

PESO : 15%

Objetivo: 28,02

Papel operando em 29,10 agora, às 10:39





Retirada Sugestão de COMPRA "SMLE3"

Havia uma sugestão de COMPRA de "SMLE3" na planilha "oportunidades".

Essa sugestão foi retirada.

Nenhuma sugestão de COMPRA , por ora......







segunda-feira, 24 de março de 2014

"Rebaixamento é resultado da guinada da política econômica", por Miriam Leitão

A excelente jornalista de Economia Miriam Leitão não precisou de muito tempo para escrever um artigo conciso, claro e objetivo sobre o rebaixamento da nota de crédito do Brasil.

Afinal.......quase tudo tá fora do lugar, não é mesmo ?

http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2014/03/24/rebaixamento-resultado-da-guinada-na-politica-economica-528723.asp


Enviado por Miriam Leitão e Alvaro Gribel - 24.03.2014 | 20h20m

Rebaixamento é resultado da guinada da política econômica

O rebaixamento da nota de crédito do Brasil pela S&P está diretamente ligado à guinada que a política econômica sofreu a partir de 2011. O governo passou a tolerar um pouco mais de inflação, os juros caíram por vontade política, e os estímulos a empresas escolhidas se transformaram na principal arma para fomentar o crescimento. Como era de se esperar, deu errado.

O principal grupo empresarial apoiado pelo governo quebrou - o grupo X de Eike Batista -, a intervenção no setor elétrico se mostrou desastrosa, com perdas enormes para as empresas e uma conta fiscal que cresce a cada semana. Os aportes do Tesouro nos bancos públicos fizeram subir a dívida bruta.

A carga tributária cresceu nos três primeiros anos do governo Dilma e ainda assim o país manteve déficits nominais e só cumpriu as metas de superávit primário com truques contábeis. A bolsa de valores caiu para a casa dos 40 mil pontos. A taxa de investimento sobre o PIB continuou estagnada e a taxa de poupança caiu a 13% com os estímulos ao consumo.

A inflação estourou o teto da meta por mais de 10 meses e há vários preços congelados pelo governo: energia elétrica, gasolina, diesel, tarifas de transporte público urbano. As expectativas continuam altas, mesmo com o forte aumento das taxas de juros.

Nada do que diz a S&P em seu relatório divulgado hoje à noite é novidade para quem acompanha com atenção os rumos da economia brasileira. O melhor a fazer, diante desse sinal, é corrigir os erros.





"S&P rebaixa ratings corporativos de Petrobrás e Eletrobrás", por Estadão

Nenhuma novidade...

Logo em seguida, Petrobrás e Eletrobrás tiveram suas notas rebaixadas

Crédito : Jornal "O Estado de São Paulo"

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-geral,sep-rebaixa-ratings-corporativos-de-petrobras-e-eletrobras,180281,0.htm

S&P rebaixa ratings corporativos de Petrobrás e Eletrobrás
Notas de crédito das duas companhias estatais foram rebaixadas de BBB para BBB- e têm perspectiva estável
24 de março de 2014 | 21h 38

Fernando Ladeira - Agência Estado

SÃO PAULO - Em linha com o rebaixamento da nota de crédito da dívida soberana de longo prazo brasileira nesta segunda-feira, 24, a agência de classificação de risco Standard & Poor's também rebaixou o rating corporativo em escala global da Petrobrás para BBB-, de BBB.

A S&P também cortou o rating corporativo em moeda estrangeira da Eletrobrás para BBB-, de BBB, e a nota em moeda local para BBB+, de A-. As notas das duas companhias possuem perspectiva estável.

"Dada nossa expectativa de apoio do governo, nós esperamos que os ratings da Eletrobrás e da Petrobrás continuem a se mover em linha com o soberano", explicou a agência de classificação de risco, em comunicado.

A agência de classificação de risco também reduziu o rating corporativo da mineradora Samarco, uma subsidiária da Vale, para BBB-, de BBB+, enquanto reafirmaram a nota em escala nacional em AAA.

O analista da S&P Luciano Gremone justificou a perspectiva estável para a nota da Samarco pelo fato de a empresa ser uma "subsidiária estrategicamente importante" para a Vale.








Há 1 ano, o Blog resgatava um artigo de Mônica de Bolle que especulava sobre o Rebaixamento do Brasil

Em 5 de abril de 2013, há praticamente 1 ano, o Blog resgatava 1 artigo da Economista Mônica de Bolle, professora da PUC-RJ e pesquisadora da Casa das Garças, em que se especulava sobre um provável Rebaixamento da nota de Crédito do Brasil....

Pois sim....

1 ano.......

Hoje, saiu o REBAIXAMENTO DA NOTA DE CRÉDITO DO BRASIL

Parabéns pela ousadia e coragem da Monica de Bolle, num momento em que muitos ainda vomitavam visões positivas sobre o Brasil......

Desde que o Blog começou, a visão pessimista sempre foi, de longe, a mais recorrente......

Nunca foi uma visão pessimista.........sempre foi uma visão realista...

Vamos ao post em que resgato o artigo da Mônica de Bolle

http://pracompraroupravender.blogspot.com.br/2013/04/um-dia-conta-chega-nao-da-mais-para.html


sexta-feira, 5 de abril de 2013

"Um dia a conta chega. Não dá mais para desonerar. A inflação sobe. A renda cai. A classe média sofre. O País é rebaixado.", por Mônica Baumgarten de Bolle

A Casa das Garças, no Rio de Janeiro, é uma das raríssimas fontes de pensamento econômico do Brasil.

Sim....passaram-se os anos 70, 80 e 90, e a época de ouro do Debate Ecocômico se esvaziou.


Talvez por uma filosofia "nunca antes na história desse país".....vai saber...


Mas é do Rio de Janeiro que vem uma das raras fontes de pensamento econômico do Brasil, a "Casa das Garças", mais precisamente, o "Instituto de Estudos de Política Econômica- Casa das Garças"


Situada no que eu considero "o Vale do Silício" do Pensamento Econômico Brasileiro, o bairro da Gávea, a "Casa das Garças" apenas ecoa os ares da PUC do Rio de Janeiro, situada bem próxima, e berço de economistas e intelectuais como Armínio Fraga, Gustavo Franco, Edmar Bacha, José Márcio Camargo, André Lara Resende, entre tantos outros; muitos deles formuladores e executores do Plano Real.


É da "Casa das Garças" que vem o extraordinário artigo escrito por Mônica Baumgarten de Bolle,publicado no início da semana, e que passo a compartilhar com vocês.


O assunto ? Inflação e deterioração econômica do Brasil.....e mais....a perigosa visão que os investidores terão, mais cedo ou mais tarde, sobre a questão fiscal no Brasil


Preste atenção na passagem que ressalto abaixo e que separo, objeto do título do post:



"Um dia a conta chega. Não dá mais para desonerar. A inflação sobe. A renda cai. A classe média sofre. O País é rebaixado.", 


Aqui, o artigo no site do Instituto, na seção "Artigos"


http://www.casadasgarcas.com/


"Críticas à Razão Impura"

Texto de Monica Baumgarten de Bolle para O Globo a Mais.
Publicado em: 02/04/2013

Na frente, uma Presidente contrariada revira papeis e dá canetadas. Cenho franzido, expressão taciturna. Na fileira de trás, um Ministro da Fazenda cuja expressão não se vê – está escondido atrás da Presidente. Mas não é preciso dar asas à imaginação. O semblante do Ministro não varia muito, esteja ele dando ou recebendo boas ou más notícias. À sua direita, sempre à sua direita, o Presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. Um gesto de perplexidade, uma expressão inquisitiva. Crescimento ou inflação? Inflação ou crescimento?

A Presidente foi taxativa, contundente: “Eu não concordo com políticas de combate à inflação que olhem a questão da redução do crescimento econômico. Esse receituário que quer matar o doente em vez de curar a doença é complicado. Eu vou acabar com o crescimento no País? Isso não significa que o governo não está atento – e não só atento – como acompanha diuturnamente a questão da inflação”.

Parecia, portanto, que o enigma fora finalmente resolvido. Depois de muita especulação, de dúvidas infindáveis sobre o real compromisso do governo, a Presidente afirmara categoricamente que o crescimento era prioritário. Se o crescimento era prioritário, então a tolerância com a inflação devia, naturalmente, ser maior, certo? “Errado!”, bradou a Presidente. Mas antes deu a palavra ao Presidente do Banco Central, que fez de tudo para assegurar à audiência desse pronunciamento revelador que não fora isso que a Presidente quisera dizer. Arrematou sublinhando que “se e quando for preciso usar o instrumento de política monetária, isso ocorrerá”. Destaque para “se”. Holofotes em “quando”.


Para que ninguém duvidasse das ressalvas, a Presidente convocou os jornalistas e disse que a inflação é “um valor em si”, repudiando veementemente o que acreditara ser uma manipulação ardilosa de sua fala anterior.

Voltamos, pois, à estaca zero. O que o governo prioriza? O que significa acompanhar diuturnamente a questão da inflação? Será que a Presidente fica acordada dia e noite, dia após dia, noite após noite, observando a evolução dos preços? Será uma forma de meditação? Em vez de acompanhar os movimentos da inspiração e da exalação ela se concentra na inflação, é isso?

A inflação não é um bom objeto de meditação. Assim que o observador passa a contemplá-la ativamente, ela já mudou de lugar. Ou de velocidade. É como uma partícula quântica, segue o Princípio da Incerteza, segundo o qual só é possível conhecer um dos atributos do objeto – posição ou velocidade – e não ambos, simultaneamente.

Além disso, há uma certa impureza na razão de Dilma. A fala da Presidente sugere fortemente que ela não acredita nos juros como instrumento de combate à inflação. O aumento dos juros eleva o custo do crédito, afetando o consumo das famílias e o investimento – hoje ausente – das empresas. Portanto, os juros tendem a diminuir o crescimento. “Matam o doente”, na metáfora da Presidente.

Em que instrumento de combate inflacionário ela acredita? Aparentemente, nas desonerações, na redução de tributos que o governo iniciou no ano passado. Pensa assim: a queda dos impostos reduz o custo das empresas, o que é bom para o investimento; ao mesmo tempo, a queda dos impostos diminui os preços, o que é bom para o bolso das famílias. Eis, portanto, o instrumento perfeito. Abate o Custo Brasil e ataca a inflação, simultaneamente. Infelizmente, não é bem assim que a coisa funciona.

Quando se diminuem alguns impostos sobre certos produtos, mudam-se os preços relativos. Esses produtos ficam mais baratos perante os demais. Inicialmente, parece que houve uma queda generalizada dos preços – caem os dos produtos desonerados, enquanto os demais permanecem constantes. O IPCA melhora. Ponto para a Presidente. Contudo, a dinâmica continua. A desoneração estimula a demanda, já que sobra um pouco mais no bolso do consumidor ao final do mês. Ela, ou ele, então, usa a sobra para comprar um pouco mais, pressionando todos os preços ao mesmo tempo. O resultado é uma inflação maior, passados alguns meses da desoneração.

Para manter a ilusão de que as desonerações geram uma queda da inflação, é preciso utilizá-las em série. Desonera-se a cesta básica, depois a gasolina, o diesel, as empresas de transporte, depois se prorroga a redução do IPI sobre os automóveis, e por aí vai. Parece ótimo até que alguém – geralmente uma agência internacional de risco – conclui que o quadro fiscal está se deteriorando rapidamente. Uma conta rápida sugere que as desonerações já feitas e anunciadas implicam uma renúncia fiscal, uma diminuição das receitas do governo, de uns 1,5% do PIB. Isso é muita coisa. Isso significa um superávit primário equivalente a cerca da metade da meta de 2013. Isso significa uma trajetória ascendente da dívida pública bruta brasileira. Dívidas crescentes não são coisa boa, ainda que o nível de endividamento público brasileiro pareça benigno perante a desordem fiscal que reina nos EUA e na Europa. Um dia a conta chega. Não dá mais para desonerar. A inflação sobe. A renda cai. A classe média sofre. O País é rebaixado.

A sequência de eventos descrita acima, de causas e efeitos, se enquadra naquilo que o filósofo Immanuel Kant denominou de conhecimento a posteriori, isto é, o conhecimento que advém da experiência. Negá-lo é desvirtuar a razão econômica. Ou primar pela ignorância. Tanto faz.








Mais do Rebaixamento da Nota de crédito Brasleira: "S&P aponta piora fiscal e crescimento lento e rebaixa nota do Brasil", por Estadão

Crédito: Jornal "O Estado de São Paulo"

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-geral,sep-aponta-piora-fiscal-e-crescimento-lento-e-rebaixa-nota-do-brasil,180263,0.htm


S&P aponta piora fiscal e crescimento lento e rebaixa nota do Brasil
Rating de longo prazo em moeda estrangeira passou de BBB para BBB-, com perspectiva estável; País ainda se mantém dentro do grau de investimento
24 de março de 2014 | 18h 27

SÃO PAULO - A agência de classificação de risco Standard & Poor's anunciou nesta segunda-feira, 24, o temido rebaixamento da nota de crédito do Brasil. O rating da dívida de longo prazo do País em moeda estrangeira foi rebaixado de BBB para BBB-. A perspectiva da nota agora é estável. Apesar do rebaixamento, o País se mantém dentro do grau de investimento, alcançado em 2008.

Segundo relatório da S&P, "o rebaixamento reflete a combinação de derrapagem fiscal, a perspectiva de que a execução fiscal permanecerá fraca, em meio a um crescimento moderado nos próximos anos, uma capacidade limitada para ajustar a política antes da eleição presidencial de outubro e um certo enfraquecimento das contas externas do Brasil. A perspectiva de crescimento lento reflete tanto fatores cíclicos como estruturais, incluindo o investimento como parcela do PIB de apenas 18% em 2013 e uma desaceleração do crescimento da força de trabalho. Combinados, esses fatores destacam o espaço diminuído do governo para manobrar em face de choques externos".

Segundo fontes do mercado ouvidas pelo Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, soube da decisão do S&P ainda no meio da tarde de hoje. Mas, em geral, o anúncio surpreendeu o governo. À tarde, Mantega alterou sua agenda oficial para participar de reunião da presidente Dilma Rousseff com os principais banqueiros do País.

A decisão desta segunda-feira poderá dificultar a estratégia do governo de atrair investidores e recuperar a credibilidade perdida após manobras para fechar as contas nos últimos dois anos - ponto destacado pela agência no comunicado.

Uma equipe da S&P esteve no Brasil na semana do dia 10 de março, com o objetivo passar um pente-fino nas contas públicas e conversar com agentes do mercado, investidores e autoridades do governo. Na ocasião, a força-tarefa da S&P participou de encontros com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, com a diretoria do Banco Central e com representantes do Ministério das Comunicações.

O rating da dívida de longo prazo do País em moeda local também foi rebaixado, para BBB+ de A-. E o rating de crédito de curto prazo em moeda estrangeira foi reduzido para A3, de A2. Já a nota da dívida de curto prazo em moeda local foi mantido em A2. O rating em escala nacional também foi mantido inalterado, em brAAA, com perspectiva estável.

Credibilidade. O documento também diz que "a credibilidade da conduta da política fiscal enfraqueceu sistematicamente, à medida que o governo isentou vários itens de receita e de gastos da meta fiscal, além de rebaixar a própria meta ao longo do tempo. O uso persistente de bancos estatais, financiados por recursos "por baixo do pano" do Tesouro, também minou a credibilidade e a transparência da política, afirma a agência.

A S&P também ressaltou a situação do setor elétrico. "A implementação das medidas recentemente anunciadas para gerir perdas no setor elétrico (tendo em vista a falta de chuvas e a dependência da energia térmica de alto custo), com uma elevação limitada das tarifas da eletricidade em ano eleitoral, pode ser um desafio", diz o documento.

Sinais positivos. A agência destaca que o governo parece estar reduzindo o ritmo da concessão de crédito pelos bancos estatais, e com isso o financiamento "por baixo do pano" para eles por parte do Tesouro. Se isso permanecer nos trilhos, afirma a S&P, ao longo do tempo deverá ser positivo para o rating.

"Contudo, outros riscos fiscais negativos derivam do desempenho dos governos estaduais e municipais (cujos déficits não são mais compensados pelo governo federal) e de uma decisão iminente do Supremo Tribunal sobre contas de poupança (que poderá resultar em o governo ter de cobrir perdas no setor bancário). Combinados, esses fatores poderão colocar pressão adicional sobre o desempenho fiscal do Brasil no futuro", prossegue o texto.

Para 2014, o governo anunciou uma meta de superávit primário (economiapara pagar os juros da dívida) de 1,9% do Produto Interno Bruto (PIB), mesmo porcentual cumprido em 2013.






Agência vê mais risco de calote a investidores e corta nota do Brasil, Por UOL

Precificado ou não ?

Talvez.......

talvez em parte...

Agora, pouco provável a "não ida" aos reteste dos 44.900....

Vai segurar ou "finalmente" , iremos aos 44.100, fundo do ano passado ?

Crédito: Portal UOL

http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/3253469/rebaixa-rating-brasil-bbb-para-bbb-agencia-realiza-conferencia


Agência vê mais risco de calote a investidores e corta nota do Brasil
Do UOL, em São Paulo 24/03/201418h28 > Atualizada 24/03/201419h38

A agência de avaliação de risco Standard & Poor's (S&P) cortou a nota de crédito do Brasil de "BBB" para "BBB-". Entre as razões para a decisão, a agência afirmou que a dívida do governo brasileiro é alta e não há sinais claros de como vai resolver isso. Também há preocupações com o PIB baixo e o endividamento dos consumidores.

Apesar do rebaixamento, o país ainda é considerado um bom pagador, um lugar recomendável para se investir, segundo essa nota dada pela agência. O ministro da Fazenda, guido Mantega, não comentou a decisão ao chegar à sede do ministério no começo desta noite.

Um governo consegue dinheiro vendendo títulos no mercado. Os investidores compram papéis com a promessa de receberem o dinheiro de volta no futuro com juros. Quando um governo tem avaliação ruim, considera-se que há risco de dar um calote e não pagar esses investidores.

Se houver desconfiança sobre essa devolução, fica difícil conseguir vender esses títulos, e o país tem de pagar mais juros aos investidores para compensar o risco maior. O país com mais confiança são os EUA.

Cada agência de risco tem uma escala própria de avaliação. A nota "BBB-", pela S&P, indica que o país ainda está no chamado "grau de investimento", que recebeu da S&P em 2008.





Bovespa em 24-03-2014

Mais um dia de alta para o Bovespa.

Fechamento "em cima" da importante faixa de 48.000, alta de 1,29%

Fica a dúvida se a ótima recuperação do Bovespa termina seu "primeiro momento" aqui ou segue até a faixa de 48.700.

Ponto positivo o fato de fechar acima da MA50.

Ponto ainda a se consolidar o cruzamento "pra cima" da MME13 sobre a MME21.

Reparem abaixo que a MME13 (em verde ) ainda está abaixo da MME21 (em azul), o que, graficamente, ainda é sinal de venda para o BOVESPA.

Índice financeiro (IFNC) muito, mas muito bem

Foi o "primeiro" a se recuperar....foi o primeiro a engatar topos e fundos ascendentes, romper pivots de alta e continua "ladeira acima".....correções para BBDC4, ITUB4 e afins são esperadas a qualquer momento, porém totalmente saudáveis.....

Mais abaixo, coloco o GRÁFICO SEMANAL de BBDC4 iniciando a semana com o MACD cruzado na COMPRA , assim como histograma "acima" da linha zero, sinal de COMPRA no SEMANAL

Resistências  Bovespa: 48.140, 48.650 e 49.200

Suportes Bovespa: 47.800. 47. 270, 47.000 e 46.720


Bovespa, diário



BBDC4, SEMANAL










Stop Loss Acionado na posição VENDA "CMIG4"

Stop loss acionado na posiçao aberta hoje na Venda "CMIG4"

Entrada no rompimento de 13,78 e saída em 14,01

Planilha atualizada posteriormente

Perda: 1,74%




Acionada VENDA "CMIG4" no rompimento de 13,78....

Acionada SUGESTÃO DE VENDA "CMIG4" no rompimento de 13.78 conforme sugestão na sexta-feira

Portanto, entrará na "carteira blog"

VENDA "CMIG4" a 13,77

STOP SUGERIDO: 14,01

PESO: 15%

Objetivo 13,25




Momento "Recreio", mas nem tanto......Na Semana Passada, Starbucks oficializou o início da venda de cerveja em suas lojas

Um pouco de momento "recreio", mas nem tanto.....

A maior rede de cafeterias do mundo decidiu mudar um pouco.

Agora é oficial......testes já eram feitos......

A Starbucks começará a vender cerveja ou o que eles chamam de itens "non-coffee" em suas lojas...

uma mudança e tanto....

curiosamente.......as ações brigavam com uma resistência na faixa de 70....

romperam......

Num primeiro momento, é bem possível um aumento de vendas....no médio-longo prazo, fica a dúvida...

Eu, por exemplo, até prefiro........não vejo "problema" uma rede de cafés vender cerveja.....ou bebidas "alcóolicas".....

O "ambiente" é que conta.....


Vejam o gráfico...

a notícia publicada pela BLOOMBERG....

E o vídeo já com os testes em algumas lojas


STARBUCKS em Nova York, diário, escala logarítmica







Starbucks to Bring Alcohol Sales to Thousands of Stores

Starbucks will expand its evening alcohol and light bites menu, which includes bacon-wrapped dates and Malbec wine, to thousands of stores, Chief Operating Officer Troy Alstead said in a phone interview. The rollout will take several years, he said.

“We’ve tested it long enough in enough markets -- this is a program that works,” he said. “As we bring the evening program to stores, there’s a meaningful increase in sales during that time of the day.”

Starbucks has been focused on selling more non-coffee items, such as alcohol, juice, Teavana tea and food, to stoke U.S. growth. The company, which announced a long-term plan to almost double its market value to $100 billion yesterday, also is expanding and improving its rewards program and mobile applications. Earlier this month, Starbucks said it would soon test a way for customers to order items ahead of time with their smartphones.

The shares rose 1.4 percent to $76.96 in New York. The Seattle-based company closed today with a market capitalization of about $58.2 billion.

The company first sold alcohol in October 2010 at a Seattle store. In January 2012, Starbucks said it was expanding the test to as many as 25 locations in Chicago, Atlanta and Southern California. In Chicago, the after-4 p.m. menu includes fare such as truffle macaroni and cheese, chicken skewers, Chardonnay and chocolate fondue.











sábado, 22 de março de 2014

Bovespa ..IBOPE....IFR14....Eleições...Dilma...PT...Aécio Neves..Legião Urbana..Charlie Brown...PAPO RETO

Nessa semana que passou  fomos "obrigados" a escutar muita coisa.....

Pesquisa IBOPE que daria Dilma Rousseff caindo e Aécio Neves subindo ?

P.......tô cansado dessas besteiras.......

A p....da PETR4 já tinha caído sei lá....já até perdi a conta.....20% em 40 dias ?......40% em 4-5 meses ???....

E o Bovespa ?....

4 semanas de quedas insanas......seguidas.....sem dó, nem piedade......semana passada o IFR14 no tempo SEMANAL fechou abaixo de 30 !!!...

E os caras me vêm falar que essa "desgraça" do Bovespa tava subindo porque tinha uma pesquisa do IBOPE que daria o Aécio subindo....

E aí ?

Saiu a pesquisa e o Bovespa continuou subindo ontem........

Tem horas que é melhor, como diz o Nassim Taleb, de pôr um fone no ouvido e não escutar nada....aliás, nem dá não é ? Temos que ler essas besteiras.....

Outro dia, coloquei o gráfico de 5 anos aqui e mostrei que o topo do Bovespa depois da Crise de 2008 foi exatamente o dia seguinte ao SEGUNDO TURNO das Eleições Presidenciais de 2010, com a VITÓRIA DE DILMA ROUSSEFF

SIM !!!

Em 04 de novembro de 2010, após Dilma Rousseff ser oficialmente decretada vitoriosa nas eleições presidenciais do Brasil para o período 01-01-2011 a 31-12-2014, o BOVESPA bateu na máxima em 73.103 pontos !!

Vejam abaixo no destaque em "azul"



Acima disso, apenas os 73.900 de maio de 2008 após o Brasil ser alçado a "investment grade".

Pois é....

Isso mostra como os "analistas brasileiros" são profundos conhecedores de política e da dinâmica imposta pelos políticos ao país em questão.

Dilma Rousseff tem se revelado um desastre para a Economia Brasileira....

E, agora, não tem pesquisa, não tem nada que nos leve de volta para BULL-MARKET no médio prazo.....

Nada !!!!

Tudo, a partir de agora, é especulação.......tudo.....menos 1 coisa.....

O BOVESPA permanecerá em BEAR-MARKET até vislumbrarmos 1 sinal efetivamente positivo.....e isso certamente não será nesse governo...

Portanto.....

Temos que olhar pros 29.200-30.000, e não para os 63.500...........

Até os 63.500......é tudo repique......

Mas até o próximo Presidente da República....ou até a atual Presidente do FED, Janet Yellen, aumentar  as taxas de juros americanas, nada mudará......

tudo um belo repique....

Uma perna intermediária......

Temos boas chances dessas perna intermediária ir até 51.200-52.000........

Pegue inflação....contas públicas, dinâmica das commodities, bolha imobiliária....e muito mais......tudo isso somado é o "cenário da catástrofe"......

Não há nada de "otimismo"..........

Desde os fatídicos anos 80 e parte dos anos 90, não me lembro de estar cercado por um universo tão negativo, tão "destrutivo" e tão incompetente, como estamos nos dias de hoje......

Esse é o "papo reto".........

É preciso "zerar".......já falei isso antes....estou "refalando" em novo contexto......

Aliás.........falando em "PAPO RETO"....

Quem briga de igual pra igual com o Legião Urbana no cenário do rock nacional ?

"Charlie Brown Jr".........pra "variar".......o rock perdeu mais um "gênio".......

não vamos entrar em polêmicas.......

gênios são gênios.....resvalam em erros aqui e ali........mas os acertos são maiores....bem maiores....

Charlie Brown........."Papo Reto".......

Numa semana de "AÉCIO SUBINDO" ???? "Quem me dera"...........Depois do IFR14 bater 29 no TEMPO SEMANAL....

"Fala aí Chorão" !!! Fala ai "Charlie Brown" !!!....











sexta-feira, 21 de março de 2014

Bovespa fecha abaixo da MA50

Ao longo do final de semana, falo um pouco mais do Bovespa.

Por ora, apenas o gráfico díário, com a ida a faixa de 47.800-48.000 na máxima, porém com o fechamento abaixo da MA50


Bovespa, diário








VENDA em "CMIG4" no rompimento de 13,78

São 15:18, "CMIG4" SENDO OPERADA nesse momento a 13,83

 SUGESTÃO DE VENDA:



VENDA DE "CMIG4" no rompimento de 13,78

STOP SUGERIDO :14,01

PESO: 15%

OBJETIVO: 13,25

Abaixo, gráfico TEMPO DIARIO E "60 MINUTOS"

"CMIG4", DIÁRIO





CMIG4, "60 MINUTOS"








Vou começar a distribuir sugestões de VENDA para o curtíssimo prazo...Primeira....VENDA em "PETR4"

São 15:04..

PETR4 está sendo operada nesse momento a 13,86


SUGESTÃO DE VENDA "PETR4" no ROMPIMENTO DE 13,70

STOP SUGERIDO: 14,03

PESO: 20%

OBJETIVO: 13,20

Abaixo, gráfico horário, histograma virando pra "baixo da linha zero",sinal de VENDA no tempo "60 minutos"

Bandas estreitando no "60 minutos"

PETR4, "60 MINUTOS"










Acionada COMPRA "SANB11" no rompimento de 11,92

Acionada SUGESTÃO COMPRA "SANB11" no rompimento de 11,92 conforme planilha

Papel rompeu foi a 11,99....

PORTANTO

Será incorporada na "carteira blog"

1 - COMPRA de "SANB11" a 11,93

STOP SUGERIDO: 11,40

PESO: 12%

OBJETIVO :12,40




Operação Finalizada em "SULA11"..... Objetivo atingido em 14,98. COMPRA em 14,51 e VENDA em 14,98

A "carteira blog" tinha uma posição em COMPRA de "SULA11" a 14,51

Objetivo era 14,98

Atingido na parte da manhã

Portanto, OPERAÇÃO FINALIZADA:

COMPRA DE "SULA11" em 14,51 e VENDA em 14,98

LUCRO DE 3,23%






Acionada VENDA "VALE5" e Stop Loss em seguida

Venda em "VALE5" a 26,97 foi acionada conforme sugestão.

STOP LOSS foi acionado em 27,20

Perda de 0,85%




quinta-feira, 20 de março de 2014

"IFNC" (Índice do Setor Financeiro) faz um novo pivot de alta

IFNC, DIARIO, Escala logarítmica











2 Sugestões de COMPRA : "SANB11" em Rompimento e "SMLE3" próximo a LTA

2 Sugestões de COMPRA.

1- SMLE3 (SMILES ON)

 Papel próximo a sua LTA Longa

COMPRA em 36,32

STOP SUGERIDO EM 35,60

PESO: 12%

Objetivo em 40,60


SMLE3, DIARIO, Escala semi-logarítmica



2- SANB11 (Santander BR UNT)

No ROMPIMENTO DE 11,92

STOP SUGERIDO EM 11,40, Caso compra acionada

PESO: 12%

Objetivo em 12,40



SANB11, DIARIO, Escala semi-logarítmica









Bovespa em 20-03-2014

Mais uma bela alta do Bovespa hoje; alta de 1,53%, fechamento em 47.250 pontos.

Máxima ainda foi lá faixa de 47.500.

É nesse ponto que quero chegar e enfatizar.

Coloquei 4 gráficos abaixo de períodos distintos pra ressaltar o que tem significado a Média Móvel Simples de 50 períodos do Bovespa em vários momentos, tanto nos repiques, como nas primeiras grandes pernas de alta, antes de retornar a algum ponto acima do fundo anterior ou mesmo antes de fazer um "fundo duplo".

São vários momentos.

Aqui abro um parênteses pra também dizer que foi rompida aquela LTB longa que vem dos 56.750 pontos passando pelos 52.000 pontos.

Sinceramente, não dá pra dar mais do que 30% de peso, dentro de um mercado fortemente baixista no longo prazo, aos rompimentos dessas LTB'S.

Mas tá lá.....a LTB está lá....rompida....

A MA50 já citada foi praticamente tocada hoje.

Antes de termos topos e fundos ascendentes, ainda fica a dúvida se, na próxima mini-correção, o Bovespa terá forças pra se sustentar acima dos 44.900, último fundo, ou ainda irá lá nos 44.100, último fundo do ano passado.

No último gráfico, coloquei as MME'S13 e 21........Uma considerável melhora.....embora a MME13 ainda se situe abaixo da MME21, sinal de venda no tempo diário no curto prazo.


Resistências: 47.500 no intraday, depois 47.800 e 48.000.....depois 48.600

Suportes: 47.000, 46.500, e 46.000, 45.500 e 44.900-45.000


Bovespa, diário, escala logarítmica, com a MA50




Bovespa, diário, escala logarítmica, com a MA50





Bovespa, diário, escala logarítmica, com a MA50






Bovespa, diário, escala logarítmica, com as MME'13 e 21












Posição COMPRA DE "BBDC4" finalizada. COMPRA a 26,78 e VENDA a 27,95

A "carteira blog" tinha uma posição de COMPRA em "BBDC4" a 26,78 aberta em 10/03/2014 com objetivo em 27,95.

Objetivo atingido no início da tarde.

PORTANTO, POSIÇÃO COMPRA "BBDC4" Finalizada

COMPRA a 26,78

VENDA a 27,95

Peso na carteira era de 26,96%

LUCRO DE 4,36%

Depois, a planilha será atualizada





quarta-feira, 19 de março de 2014

Bovespa em 19-03-2014

Bovespa fecha em 46.567 pontos, alta de 0,90%, depois de ir na máxima em 46.800.

Rompeu a faixa de 46.000, buscou a faixa de 45.500-45.600 e tentou se aproximar da LTB e da resistência principal em 47.000 pontos.

Quanto às médias citadas ontem aqui, nada mudou.

Fica agora a expectativa de retestar a máxima de hoje em 46.800, que é uma faixa praticamente colada a LTB.

Deve haver uma reversão no toque da LTB......

A faixa onde parou é faixa importante de intraday, ou seja, 45.500-45.600.

Suportes agora em 46.200, 46.000, 45.500 e 44.900-45.000 pontos.

Abaixo o Bovespa com as MME'S13 e 21, assim como a LTB


Bovespa, diário, escala logarítmica










As Bandas Bollinger nos "60 minutos" do DOW JONES estão estreitando......então, a volatilidade após a decisão do FED já está "implícita" no gráfico

São 14:15, hora Brasília, Brasil.

Faltam 45 minutos para a declaração do Comitê de Mercado Aberto do FED.....sinais de política monetária serão dados pelo FED.

As bandas no tempo horário do Dow Jones vão estreitando, como destacado abaixo...

Portanto.....a volatilidade que ficará, muito provavelmente,  nas próximas 2-3 horas, será "consequência" da "não volatilidade" nas horas que antecederam o anúncio.....

O gráfico apenas "fez questão de traduzir"....

DOW JONES, 60 MINUTOS, hora, 14:16, hora Brasília, Brasil








Parte posição de COMPRA de "BBDC4" Finalizada ao bater o objetivo em 27,48

A "Carteira blog" tinha um lote de 600 de BBDC4 em COMPRA a 26,51 aberta em 17-03-2014.

Objetivo dessa posição era 27,48.

Fiz questão, no momento da abertura dessa posição, de ressaltar que ela "não se misturava" com a outra posição em COMPRA aberta em 10-03-2014.

Aquela posição era um lote de 1.000 com objetivo em 27,95 e assim vai permanecer, por ora.

A posição aberta em 17-03-2014 foi finalizada agora há pouco.

Portanto.

Finalizada POSIÇÃO DE COMPRA de "BBDC4" , lote de 600, a 26,51, com VENDA a 27,48.

LUCRO DE 3,65%

Planilha será atualizada posteriormente




"O que acontece quando sua teoria do Big Bang é provada. O vídeo mostra Chao-Lin Kuo, professor assistente na Universidade de Stanford e um dos líderes da equipe por trás da descoberta, batendo na porta de Linde para dar a notícia pessoalmente.", por Revista Exame

Impressionante o vídeo divulgado pela Stanford University no qual mostra o professor assistente na Universidade de Stanford, Chao-Lin Kuo, e um dos líderes da equipe por trás da descoberta de que uma das principais explicações para o BIG BANG é verdadeira.

Alguém tem idéia do quanto representa esse momento para um acadêmico ?

Vejam o texto publicado pela Revista Exame e o vídeo logo abaixo.

Reparem que o vídeo foi publicado no YOU TUBE no dia 17-03-2014 e já conta com quase 2 milhões de visualizações

http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/o-que-acontece-quando-sua-teoria-do-big-bang-e-provada

Pesquisa | 19/03/2014 09:05
O que acontece quando sua teoria do Big Bang é provada
Universidade divulgou vídeo que mostra o exato momento em que um pesquisador descobre que a Inflação foi provada
Gabriel Garcia, de

São Paulo - Um grupo de pesquisadores americanos anunciou ontem que uma das principais explicações para o Big Bang é verdadeira. De acordo com a chamada teoria da Inflação, o universo se expandiu de forma incrivelmente rápida, em apenas frações de segundo após seu início.
O físico Andrei Linde, da Universidade de Stanford, é um dos principais autores dessa teoria. A Universidade divulgou hoje um vídeo que mostra o exato momento em que Linde descobre que a Inflação foi provada.

O vídeo mostra Chao-Lin Kuo, professor assistente na Universidade de Stanford e um dos líderes da equipe por trás da descoberta, batendo na porta de Linde para dar a notícia pessoalmente. Linde e sua esposa, ambos professores de física em Stanford, atendem a porta com uma expressão perplexa. "Tenho uma surpresa para vocês", afirma Kuo. "Deu 5 sigma, ao .2", diz.

As reações de Linde e sua mulher são incríveis, ainda mais imaginando que não é possível entender o que está acontecendo se você não for um físico.

("5 sigma" é uma referencia ao significado estatístico da descoberta. Ao dizer isso, Kuo afirma que o experimento registrou um sinal muito forte. "Sigma" é uma forma de anotar desvios padrão e uma descoberta "5 sigma" tem apenas uma chance em 3,5 milhões de ser falsa. Já ".2" é uma referência à medida da razão das flutuações causadas pelas ondas gravitacionais sobre as flutuações causadas pelas perturbações na densidade da matéria. Experimentos anteriores afirmavam que essa razão era menor do que 0,11, tornando incomum a marcação de 0,2)

A teoria da Inflação surgiu em 1980, por meio do físico Alan Guth. Andrei Linde foi um dos primeiros teóricos a refinar a teoria e propor versões da Inflação na qual nosso universo é um entre vários universos inflacionários, que estão dentro de um imenso multiverso.

A descoberta de ontem valida muitas das ideias de Linde e é uma grande prova de que a teoria da Inflação pode ser uma explicação para origem do nosso universo.












terça-feira, 18 de março de 2014

Alteração na sugestão de VENDA de "VALE5" de 26,79 para 26,97

Alterei a sugestão de VENDA de "VALE5"

Anteriormente, a SUGESTÃO DE "VENDA" em RESISTêNCIA foi dada para 26,79 com STOP em 27,11 e Objetivo em 25,86

ALTERAÇÃO COLOCARÁ A SUGESTÃO DA SEGUINTE MANEIRA:

1 - SUGESTÃO DE VENDA "VALE5" a 26,97

STOP SUGERIDO EM 27,20

PESO: 20%

OBJETIVO: 26,00

Planilha "Oportunidades" já alterada

_____________________________

Abaixo reproduzo os gráficos SEMANAL e DIÁRIO.

É possível ver um GAP ABERTO em 26,98

Resistência mais clara em 27,00

VALE5, SEMANAL




VALE5, DIÁRIO











Bovespa em 18-03-2014

Uma alta boa hoje para o Bovespa.

Alta de 2,29%, fechamento em 46.150 pontos, quase na máxima.

Ainda falta muito pra melhorar, embora olhado o índice papel por papel, como já disse alguns dias atrás, a melhora é visível.

O "problema" é que, como se trata de uma "média ponderada", todo o índice pode ainda apresentar distorções em relação ao "todo"

Andando por vários papéis do Bovespa, vemos muitos papéis que já fizeram fundo lá atrás, melhorando, ainda  que "bravamente", e fazendo topinhos e fundos ascendentes.

No entanto, o Bovespa ainda tem VALE5, VALE3, PETR3, PETR4, papéis de "consumo" que parecem ainda não terem feito fundo.

Ah......

E tem "Construtoras" e "Elétricas" que parecem que não tem fundo "nunca"

Abaixo, temos o Bovespa visto por 2 ângulos:

1- Suas médias mais longas como as médias móveis simples de 50 e 200 períodos.
2 - Suas médias mais curtas, as médias móveis exponenciais de 13 e 21.

Todas, absolutamente todas ainda indicando venda no tempo diário, pois todas estão embicadas pra baixo.

Hoje, o índice tocou a MME13.

Ainda fica devendo rompê-la, romper a MME21, e, por conseguinte fazê-las embicarem pra cima.

Ainda fica devendo principalmente um toque na MA50 pra também enviar um sinal mais claro de que podemos ter um fundo em breve.

O "BZQ" lá fora continua dando mostras que o topo alcançado no iníicio de março parece ter sido o topo no curto-médio prazo.

Ainda ficamos na expectativa de que os 44.100 possam ser atingidos.


Suporte agora é 46.000 , 45,750 (intraday), 45.500 (intraday) e  44.900-45.000

Resistência intraday é 46.100-46.200, máxima da semana passada e de hoje.

Resistências principais: 46.500 , depois 47.000 e 47.800-48.000



Bovespa , diário, escala logarítmica, com MA50 e MA200





Bovespa , diário, escala logarítmica, com MME13 e MME21











"Carteira blog" atualizada

Abaixo e na aba "carteira blog" , a nova atualização da "carteira"










Uma outra visão do "XLF" (Índice do setor financeiro americano)

XLF, Diário, escala logarítmica
















STOP GAIN Acionado para COMPRA de "CCRO3" a 16,01 e Venda a 16,80

Stop Gain acionado para nossa posição de COMPRA em "CCRO3" (CCR ON).

A "carteira blog" tinha como objetivo a venda em 16,80 que saiu há poucos minutos atrás

Portanto, posição de COMPRA de "CCRO3"  finalizada.

COMPRA a 16,01 e VENDA a 16,80

LUCRO DE 5%  para um peso de 13% na carteira






STOP LOSS Acionado para "VENDA" de "POMO4"

Stop loss acionado "VENDA" de "POMO4" em 4,59

Portanto, posição de VENDA de "POMO4" finalizada.

Venda a 4,48 e Compra a 4,59

Perda de 2,46% para um peso de 10% na carteira





segunda-feira, 17 de março de 2014

Um gráfico ainda muito bonito: "MULT3"..........O blog ainda posicionado nele a 46,01

Abaixo, uma "revisão" num papel que o blog ainda mantém em carteira: "MULT3" (Multiplan ON)

Posição na "carteira blog" a 46,01. Papel fechou hoje a 45,75


Mas vejam abaixo alguns pontos positivos.

Comecemos por um "muito positivo". Reparem no forte volume que vai "se consolidando" nos últimos dias, sem que o papel sequer venha pra baixo da sua média bollinger.

Média bollinger embicada pra cima, sinal de compra no diário

MME13 ainda acima da MME21, sinal de compra no diário.

Papel tem resistência ainda ali na faixa 46,00-46,30.

Esssa faixa é justamente por onde passa uma segunda LTB.

Uma primeira LTB já foi rompida.


MULT3, Diário, escala semi-logarítmica









Ajuste no objetivo para "CCRO3" de 16,85 para 16,80

A "carteira blog" tem uma posição de COMPRA em "CCRO3" a 16,01 com objetivo em 16.85 para venda

Agora, esse objetivo passa a ser 16,80







Bovespa em 17-03-2014

Nenhuma mudança no Bovespa....

Tendência de baixa no tempo diário, no tempo semanal, no tempo mensal e no tempo anual.

MME13 abaixo da MME21 como podemos ver abaixo, sinal de Venda no tempo diário.

Topos e fundos descendentes nos tempos diário, SEMANAL, MENSAL e Anual, portanto, como disse, tendência de baixa em todos esses tempos.

No tempo "horário" , índice se segurou no fundo da sexta-feira, faixa de 44.900.

Acima, temos para as resistências principais:

46.000 pontos
46.500
47.000
47.800-48.000 e depois 48.600, todas muito claras no gráfico abaixo.

Suporte intraday ainda a faixa de 44.900.

Suporte principal no diário é o fundo do ano passado em 44.100


Bovespa, diário, escala logarítmica











Acionadas COMPRAS de "BBDC4" e "SULA11"

Acionadas COMPRAS de "BBDC4" e "SULA11" em rompimentos conforme sugestão pela manhã

Então, as COMPRAS serão incorporadas na "carteira blog" assim:

1- COMPRA de "BBDC4" (BRADESCO PN) a 26,51 (rompimento de 26,50)

STOP SUGERIDO EM 26,00

PESO: 16%

OBJETIVO : 27,48


2- COMPRA de "SULA11" (SUL AMERICA ON) a 14,51 (rompimento de 14,50)

STOP SUGERIDO EM 14,08

PESO: 12%

OBJETIVO : 14,98


Depois, atualizo as planilhas









Grandes investidores estão abandonando a Bovespa, por Revista Exame

Matéria publicada hoje pela Revista Exame

http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/grandes-investidores-estao-abandonando-a-bovespa


 17/03/2014 11:31
Grandes investidores estão abandonando a Bovespa
Desde o início do ano, as vendas líquida na Bolsa é de 3 bilhões de reais por parte dos investidores institucionais
Karla Mamona, de  Exame.com

São Paulo - O mau desempenho da Bolsa tem afastado os investidores a cada dia do mercado de ações. Em 2013, o Ibovespa amargou perdas de 15,5%. Este ano, a situação não é diferente. As perdas já chegam a quase 12%, isso apenas nos primeiros três meses de 2014.

Desde o início do ano, as vendas líquidas na Bolsa são de 3 bilhões de reais por parte dos investidores institucionais – fato que tem impactado fortemente nos preços das ações.

Conforme lembra o colunista da Veja, Lauro Jardim, não são somente os brasileiros que estão saindo da Bolsa. Grandes fundos internacionais como Aberdeen, Wasatch Advisors e GIC têm engrossado esta lista.

Contas fechadas

Somente em fevereiro, 3.357 contas de pessoas físicas foram fechadas na BM&FBovespa. Em janeiro, o número de contas havia fechado em 586.120, mas, no segundo mês do ano, houve queda para 582.763.

O investidor pessoa física foi responsável por 13,73% dos R$ 131,54 bilhões movimentados na bolsa brasileira. Em janeiro, dos R$ 136,95 bilhões movimentados, 13,24% foram feitos pelas pessoas físicas.






Antidoto contra os imóveis e os fundos imobiliários: "Basket Case" , Green Day

Vou propor um antídoto toda vez que alguém de seu banco ou corretora vier com o papo de compra de imóveis ou de cotas de fundos imobiliários.........

Respire fundo.....3 vezes.....

de preferência......escute "BASKET CASE" do Green Day, ou se preferir, dê a ele a música pra ouvir....

Mais ainda.....vá o mais rápido que puder ao show do Green Day......e se conseguir....entre na "roda".....

Você será capaz de "não ser atingido" por mais 12 meses.......






Letra "Basket Case", Green Day

Do you have the time to listen to me whine
About nothing and everything all at once?
I am one of those
Melodramatic fools
Neurotic to the bone
No doubt about it

Sometimes I give myself the creeps
Sometimes my mind plays tricks on me
It all keeps adding up
I think I'm cracking up
Am I just paranoid?
Or am I just stoned?

I went to a shrink
To analyze my dreams
She says it's lack of sex that's bringing me down
I went to a whore
She said my life's a bore
So quit my whining, 'cause it's bringing her down

Sometimes I give myself the creeps
Sometimes my mind plays tricks on me
It all keeps adding up
I think I'm cracking up
Am I just paranoid?
Uh, yuh, yuh, ya

Grasping to control
So I better hold on

Sometimes I give myself the creeps
Sometimes my mind plays tricks on me
It all keeps adding up
I think I'm cracking up
Am I just paranoid?
Or am I just stoned?

Você tem um tempo para me ouvir reclamar
Sobre nada e tudo, de uma vez só?
Eu sou um desses
Idiotas melodramáticos
Completamente neurótico
Sem dúvida nenhuma

As vezes eu mesmo me dou sustos
As vezes minha mente prega peças em mim
Isso tudo vai aumentando
Acho que estou pirando
Sou só um pouco paranóico?
Ou eu só estou chapado?

Eu fui a uma psiquiatra
Para analisar meus sonhos
Ela diz que é a falta de sexo que está me deprimindo
Eu fui a uma prostituta
Ela disse que minha vida é um saco
Pra eu parar de reclamar, porque estava entediando-a

As vezes eu mesmo me dou sustos
Às vezes minha mente prega peças em mim
Tudo isso continua se somando
Acho que estou pirando
Eu estou paranóico?
Uh, yuh, yuh, ya

Fugindo do controle
Então é melhor eu me segurar

Às vezes eu me assusto
Às vezes minha mente apronta comigo
Tudo isso continua se somando
Acho que estou pirando
Eu estou paranóico?
Ou eu só estou chapado?