sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

"Carteira blog" atualizada fechamento fevereiro/2014

Carteira blog já atualizada com o fechamento do mês de fevereiro.

Rentabilidade da "carteira blog" para o mês de fevereiro/2014 ficou em  0,81%

Para o ano de 2014 em curso, está negativa em 0,97%

Rentabilidade do Bovespa pra o mês de fevereiro/2014 ficou negativa em 1,14%

Para o ano de 2014 em curso, Índice Bovespa está negativo em 8,57%












Posição de COMPRA de "BRFS3" a 41,21 aberta ontem foi fechada com venda em 42,90

Foi incorporada ontem uma COMPRA de "BRFS3" (BRF ON) a 41,21 na "carteira blog".

O objetivo, como consta na planilha, era de 42,90.

Agora há pouco o papel bateu na máxima 43,08.

Portanto, nosso objetivo foi alcançado.

Posição fechada com lucro de 4,1%.

Depois, atualizaremos a "carteira blog"







Em 01 de março de 1994, o Brasil acordava com uma nova "moeda virtual", a URV, que viraria, 4 meses depois, o REAL

Amanhã, comemora-se 20 anos do lançamento da URV (Unidade Real de Valor), uma "moeda virtual" que "não desvalorizava" diariamente.

O que desvalorizava era a moeda antiga, o "cruzeiro real", que ainda faria parte da Economia Brasileira simultaneamente à URV, até 30 de junho de 1994.

A cada dia,a "URV" tinha um valor em "cruzeiro real"

No link abaixo, vocês podem acessar a tabela completa que mostrava "o quanto valia", a cada dia, a "URV" em "CRUZEIRO REAL"

http://www5.jfpr.jus.br/ncont/urv.pdf

Ou seja....

no dia 01-03-1994 a URV valia CR$ 647,50
no dia 02-03-1994 a URV valia CR$ 657,50.

O que na prática buscava-se era fazer com que as pessoas passassem a dissociar uma moeda contaminada, o "Cruzeiro Real", de uma outra moeda não contaminada, a "URV", que passaria a se chamar "REAL" em 01 de julho de 1994.

O povo começaria a ENTENDER que as coisas não poderiam aumentar em "URV".

Mudaria na moeda velha, o contaminado "CRUZEIRO REAL"......mas na moeda nova , a "URV", posteriormente "REAL"

E, assim, por 4 meses, as pessoas começaram a entender que os preços poderiam não aumentar em "URV" sem congelamentos, SEM MÁGICAS......

Daí em diante, fazia-se política econômica "simples" em cima de uma "nova moeda" não contaminada, completamente dissociada da velha moeda ccontaminada, o "CRUZEIRO REAL".

É claro que estou simplificando.......mas a essência era essa.....

Quero registrar abaixo a fala do então Ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, às vésperas do lançamento da URV.

Mais abaixo, o lançamento do REAL, feito 4 meses depois, pelo então Presidente da República, Itamar Franco.

Irei destacar uma frase dita no discurso do então Presidente da República,, pra que todos tenhamos e não esqueçamos a dimensão de uma moeda...

Talvez os mais jovens não tenham a real noção de uma moeda quando fazem parte de uma economia com baixa inflação.

No entanto, esses mesmos jovens já devem sentir "na carne" o valor de uma moeda, e o que ela pode fazer por um país, quando vivenciam o Brasil de hoje.

A disparada dos preços no Brasil  de vários produtos em poucos meses, talvez 12-24-36 meses talvez comecem a dar a esses mesmos jovens o valor de uma moeda.

3 anos em que preços no Brasil simplesmente subiram 30%, 40%,50%, e não em poucos casos, até mesmo 100% .

O texto que separei está registrado aos 2 minutos e 5 segundos do Discurso do então Presidente Itamar Franco

"A moeda é o mais concreto dos atos de confiança das nações em si mesmas. Por isso, todos os processos inflacionários da história se relacionam com as crises políticas e com as crises morais"















quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

"Carteira blog" já atualizada com as COMPRAS acionadas de MULT3 e BRFS3

"Carteira blog" já está atualizada com as COMPRAS acionadas de "MULT3" (Multiplan ON) e "BRFS3" (BRF ON)

Por ajustes de lotes, MULT3 acabou entrando com 13,85% (quando dei a sugestão a sinalização era de 15%) e BRFS3 acabou  entrando com 4,13% (quando dei a sugestão a sinalização era de 5%)


Abaixo, a carteira atualizada








Índice "BZQ" faz um pivot de baixa, emite um fortíssimo sinal de COMPRA para o Bovespa, e praticamente sepulta a idéia dos 45.000 no curto prazo

Hoje, o índice "BZQ", um ETF-ESPELHO do Bovespa,  por nós acompanhado aqui por cerca  de 1 mês, fez um pivot de baixa ao romper a faixa de 93,00 abaixo destacada.

Reparem que o índice já tem também sua MME13 cruzada pra baixo sobre a MME21, um outro sinal de venda.

Ao mesmo tempo, o Bovespa teve uma forte alta; fechamento em 47.600 pontos, alta de 2,16%.

Fechou também "em cima" de uma LTB traçada desde os 52.000 pontos.

Como já havíamos ressaltado aqui há alguns dias, o topo alcançado pelo "BZQ" na faixa de 105, o mesmo topo do ano passado, poderia sinalizar um fundo na faixa de 46.000 pontos para o Bovespa.

Esse pivot de baixa do "BZQ" produzido hoje emite um sinal fortíssimo na direção de "COMPRA" para o Bovespa no curto prazo. E, praticamente sepulta a idéia do Bovespa ir aos 44.100 ou 45.000 pontos no curto prazo.

O Fundo dessa perna de baixa, que vem desde outubro do ano passado, deve ser mesmo os 46.000 pontos.

O próximo passo fundamental é fazer o pivot de alta ao romper a faixa de 48.600; o que deve acontecer em breve.

MME13 se aproximando muito da MME21; no entanto, ainda em modo 'venda".

Por isso, normal seria ainda uma ida aos 47.000 pontos, suporte importante a ser testado e respeitado em todo esse cenário otimista ressaltado por mim.

Abaixo, mostro o Bovespa e o índice "BZQ"


"BZQ", diário, escala logarítmica



Bovespa, diário, escala semi-logarítmica








Acionada COMPRA de "BRFS3" a 41,21

Havia uma sugestão de "COMPRA" de "BRFS3" (BRF ON) no rompimento de 41,20.

O papel no intraday rompeu , bateu 41.22.

Portanto, COMPRA acionada

Na aba "oportunidades", havíamos sugerido peso de 5% e objetivo em 44,00

O peso foi ajustado ao lote; portanto, na carteira já entrou com peso de 4,13%.

O Objetivo foi revisto para 42,90

Assim, entrará para a "carteira blog" COMPRA de "BRFS3" (BRF ON) a 41,21.

STOP SUGERIDO: 40,39

Peso: 4,13%

Objetivo : 42,90




Subindo os stops de 4 papéis: "BBDC4", "PCAR4", "ABEV3" e "CCRO3"

Subirei os stops de 4 papéis que constam na "carteira blog".

São eles

1 - BBDC4

Subindo o stop para : 26,49


2 - PCAR4

Subindo o stop para : 96,00

3 -ABEV3

Subindo o stop para : 16,30

4 - CCRO3

Subindo o stop para : 16,00


Planilha será atualizada até o final do dia






Objetivo da saída da posição comprada em PCAR4 será em 99,80

Aqui explicito o objetivo de saída para a posição comprada de "PCAR4" (Pao de Acucar PN).

Nossa posição comprada foi acionada em 94,00

O Objetivo para saída será de 99,80.






Acionada COMPRA de "MULT3" a 46,01

Havia dado sugestão de COMPRA de "MULT3" (Multiplan ON) às 10:34, cerca de 15 minutos atrás, no ROMPIMENTO de 46,00

Papel, logo na primeira meia hora havia batido na máxima 45,80, como destaquei no post anterior.

Já foi alcançada nossa entrada.

Portanto, será incorporada na "carteira blog":

1 - COMPRA de "MULT3" (MULTPLAN ON) a 46,01

STOP SUGERIDO: 44,27

PESO: 15%

OBJETIVO: 51,00










Sugestão de COMPRA de MULT3 (Multiplan ON) no rompimento de 46,00

Vamos entrar com nova SUGESTÃO DE COMPRA no ROMPIMENTO

1- COMPRA de "MULT3" (MULTIPLAN ON ) no ROMPIMENTO de 46,00

STOP SUGERIDO: 44,27

Peso: 15%

Objetivo: 51,00

__________________________________

Detalhes

Abaixo 2 gráficos: diário e semanal

Papel rompeu LTB.

MME13 já "colada" a MME21 no tempo diário

MACD CRUZADO NA COMPRA

Volume aumentando nos últimos dias.

OBV também aumentando.

Papel operando agora em 45,69......já bateu na máxima hoje em 45.80


MULT3, DIARIO, Escala semi-logarítmica



MULT3, SEMANAL Escala semi-logarítmica











quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Bovespa 45.000 ou 46.000 pontos ?.....a hora da verdade.

Mais uma queda do indice Bovespa hoje.....

Fechamento do dia em 46.600 , queda de 0,25%

Mais uma vez reitero a dificuldade de ilustrar o comportamento do Bovespa.

A faixa de 46.000 pontos já foi tocada 2 vezes; hoje, fez a mínima em 46.400 pontos, pra fechar em 46.600.

Tem uma outra possível LTB traçada desde os 52.000 e não desde os 56.750 pontos que destaco no primeiro gráfico abaixo.

Essa LTB tem balizado o indice nos últimos dias.

No entanto, se traçarmos um canalzinho de baixa a partir dela, poderíamos especular uma ida ainda lá nos 45.000 ou mesmo os 44.100, fundo do ano passado.

Mas fica a dúvida....

Vai romper os 46.000 em busca desse fundo mais abaixo ?

Não sabemos.

O que sei, e passo a mostrar nos gráficos abaixo, é que 5 dos índices setoriais já apresentaram toques e comportamentos em pontos "representativos" e "simbólicos".

O que quero dizer com isso ?

Falemos isoladamente e acompanhem vocês nos gráficos individuais abaixo:

1 - IFNC (índice do setor financeiro)

Uma LTA segurou o índice nos últimos dias e parece coerente com o canal de alta de médio-longo prazo

2 - INDX (índice industrial )

Já tocou o fundo do ano passado

3- ICON (índice de consumo)

O Fundo dele atingido semana passada foi justamente o topo atingido ao longo de 2012, como destacado abaixo

4 - IEEX (índice do setor elétrico)

O fundo desse ano é o mesmo fundo de 2009 e 2010

5- IMOB ( indice do setor imobiliário)

O mais assombroso índice, junto com o do setor elétrico, parece seguir um canal de baixa de longo prazo.

Fundo desse ano é ligeiramente abaixo do topo de 2009


Todos esses pontos, em exata sincronicidade, é um sinal fortíssimo de que deve haver uma parada pra respirar.

IFNC e INDX ainda apresentam tendência de alta no médio-longo prazo.

INDX me parece ainda "ajudado" pela alta do dólar nos últimos 18 meses.

ICON parece não ter mais forças pra manter a longa tendência de alta vista nos últimos 3 anos. Deve apenas subir pra algum "beijo da morte"

IMOB e IEEX em situação extremamente frágil

Enfim......

Volto a dizer......todos tocaram pontos "decisivos".

Resta saber se, agora, a queda do Bovespa será de 1% até os 46.000 novamente........ou 2%-3% pra, finalmente revisitar o fundo de 2013.

Estar do lado da "venda" nesse momento me parece um movimento "mais arriscado" do que do lado da "compra"......a relação risco-retorno não me parece tão vantajosa assim, principalmente para posições acima de "1 dia"........

Antes dos gráficos isolados, mostrarei o Bovespa sobreposto a todos eles.

Pelas cores associadas a legenda do lado esquerdo, é possível acompanhá-los.


Bovespa, diário, escala logarítmica



Bovespa, diário, escala logarítmica, ASSOCIADO aos índices IFNC, INDX, ICON, IEEX e IMOB




IFNC, SEMANAL


INDX, MENSAL




ICON, SEMANAL




IEEX, SEMANAL




IMOB, SEMANAL











Fomos estopadas em USIM5 a 9,85 e CSNA3 em 10,60

Stops acionados, conforme planilha de "oportunidades", para USIM5 em 9,85 e CSNA3 em 10,60

"Carteira blog" já atualizada com as saídas de SULA11, USIM5  e CSNA3, e entradas de CCRO3 com 16,13%  e ARTR3 com 6,84%.

Ontem sugerimos os 2 papéis com pesos respectivos de 15% e 6%; apenas fiz um ajuste pra cima por conta dos lotes.





  

Foram acionadas 2 COMPRAS : "CCRO3" a 15,76 e "ARTR3" a 16,71

Foram acionadas as sugestões de 2 COMPRAS no rompimento:

1- COMPRA de "CCRO3" no rompimento de 15.75
2- COMPRA de "ARTR3" no rompimento de 16,70

Portanto, foram incorporadas a "carteira blog" mais 2 compras com objetivos declarados:

1- COMPRA de "CCRO3" (CCR ON) a 15,76

Peso : 15% ( Ontem destaquei o aumento do peso para 15%)

STOP SUGERIDO EM : 15,50

Objetivo: 16,98


2- COMPRA de "ARTR3" (ARTERIS ON) a 16,71

Peso : 6% 

STOP SUGERIDO EM : 16,35

Objetivo: 17,95

________________________________

CCRO3 já opera em 16,09

ARTR3 opera em 16.74







Fomos estopados em SULA11 a 14,30

Posição estopada para SULA11 a 14,30 logo na abertura do pregão





Objetivo de saída da posição de ABEV3 será em 17,19

Temos uma posição "comprada" em ABEV3 a 16,00

Objetivo da posição será dado em 17,20

Papel opera agora na faixa de 16,85.

Gráfico abaixo com a resistência acima de 16.80:  faixa de 17,20-17,30



ABEV3, Diário








Uma outra visão "não tão pessimista" sobre os mercados emergentes no canal de notícias CNBC

Ontem o canal de notícias CNBC mais uma vez abre espaço para uma visão "não tão pessimista" sobre os mercados emergentes, embora a mesma visão recaia mais sobre a China e a Coréia do Sul do que outros mercados.

Abaixo, a matéria escrita e o vídeo associado a entrevista






Emerging markets now offer 'fantastic value' Published: Tuesday, 25 Feb 2014 | 7:46 PM ET By: Leslie Shaffer | Writer for CNBC.com After months of fund outflows, emerging markets shouldn't be treated like pariahs as they offer solid value, analysts said. "Emerging markets have really been beaten up a lot, probably a bit unfairly since most of last year and into this year," said Julie Dickson, emerging market equity portfolio manager at Ashmore Investment Management, which has around $75.3 million under group management. "It means fantastic value." Emerging markets have seen a brutal sell-off this year after sharp falls in the value of the Argentine peso, Turkish lira, South African rand and Brazilian real triggered panic selling across the asset class, with analysts largely blaming the turbulence on the Federal Reserve's move to begin tapering its asset purchases. Funds have flowed out of emerging market equity funds for 13 consecutive weeks, according to data from Jefferies, with a total $18.76 billion exiting the segment so far this year. But while concerns about tapering and the potential for higher interest rates have decked emerging market assets, not everyone is certain this will hurt economies. "These markets and their central banks have so much firepower to deal with it and to step in where needed, that I think the risks are overstated and overdone," Dickson told CNBC, noting some markets have rebounded since September of last year after stepping up efforts to deal with currency imbalances and fiscal issues. She isn't the only one who isn't terribly concerned about tapering's effect on emerging markets. "I don't buy the theory that a lot of the money that came out of the U.S. came into the emerging markets during quantitative easing," said Kelvin Tay, regional chief investment officer at UBS Wealth Management. He believes the instead that the Fed's easy money policy spurred a lot of borrowing by companies in Asia and Latin America. "If the rates go up gradually, if the 10-year U.S. Treasury yields go up gradually, I don't see a risk to the systems here or in Latin America. But if the rates go up very sharply then you have a problem," he told CNBC. But both Dickson and Tay are selective on which emerging markets to play, preferring the Asian region and tipping South Korea and China as value plays. Emerging Asia shares are trading at 10.4 times 12-month forward earnings, below the five-year average of 11.5 times, according to data from Credit Suisse. Emerging Europe is at 6.3 times earnings, compared with a five-year average of 7.0 times, while Latin America is at 11.2 times, compared with a historical average of 11.5 times, the data show. Both South Korea and China are "deeply undervalued," Tay said, noting the two markets offer plays on Asia's tech sector. Tay is also positive on China's bank and property sectors, despite concerns over a potential real-estate bubble and worries over non-performing loans (NPLs). "The market has overreacted," he said. "We don't think the NPLs are going to spike up very, very sharply. There might be a rise but, it's not going to go to a level where it's going to cause systemic risk to the Chinese economy," Tay said. "You've got to step backward and remind yourselves that China has $3.8 trillion in reserves," he said. "Then they have another 80 trillion yuan in investments that they can actually sell if they need to prop up the system."






"Ao falar de improviso para plateias qualificadas, compostas por dirigentes e empresários europeus e brasileiros, Dilma mostrou mais uma vez todo o seu despreparo", Editorial do "O Estado de São Paulo"

Acabo de ler o Editorial de hoje, 26 de fevereiro de 2014, do jornal "O Estado de São Paulo".

Fiquei "assustado".......

Temos de ter esperança com o futuro do Brasil ?

Sim.........

O Editorial não muda nada a minha percepção anterior......apenas ratifica e "assusta", e muito.

Deixo para vocês  refletirem "em cima" do Editorial cujo título é "Ela fala pelo Brasil"

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,ela-fala-pelo-brasil,1134754,0.htm


Ela fala pelo Brasil
26 de fevereiro de 2014 | 2h 13

O Estado de S.Paulo
Até mesmo o lusófono presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, deve ter tido sérias dificuldades para entender os dois discursos da presidente Dilma Rousseff proferidos em Bruxelas a propósito da cúpula União Europeia (UE)-Brasil. Não porque contivessem algum pensamento profundo ou recorressem a termos técnicos, mas, sim, porque estavam repletos de frases inacabadas, períodos incompreensíveis e ideias sem sentido.

Ao falar de improviso para plateias qualificadas, compostas por dirigentes e empresários europeus e brasileiros, Dilma mostrou mais uma vez todo o seu despreparo. Fosse ela uma funcionária de escalão inferior, teria levado um pito de sua chefia por expor o País ao ridículo, mas o estrago seria pequeno; como ela é a presidente, no entanto, o constrangimento é institucional, pois Dilma é a representante de todos os brasileiros - e não apenas daqueles que a bajulam e temem adverti-la sobre sua limitadíssima oratória.

Logo na abertura do discurso na sede do Conselho da União Europeia, Dilma disse que o Brasil tem interesse na pronta recuperação da economia europeia, "haja vista a diversidade e a densidade dos laços comerciais e de investimentos que existem entre os dois países" - reduzindo a UE à categoria de "país".

Em seguida, para defender a Zona Franca de Manaus, contestada pela UE, Dilma caprichou: "A Zona Franca de Manaus, ela está numa região, ela é o centro dela (da Floresta Amazônica) porque é a capital da Amazônia (...). Portanto, ela tem um objetivo, ela evita o desmatamento, que é altamente lucrativo - derrubar árvores plantadas pela natureza é altamente lucrativo (...)". Assim, graças a Dilma, os europeus ficaram sabendo que Manaus é a capital da Amazônia, que a Zona Franca está lá para impedir o desmatamento e que as árvores são "plantadas pela natureza".

Dilma continuou a falar da Amazônia e a cometer desatinos gramaticais e atentados à lógica. "Eu quero destacar que, além de ser a maior floresta tropical do mundo, a Floresta Amazônica, mas, além disso, ali tem o maior volume de água doce do planeta, e também é uma região extremamente atrativa do ponto de vista mineral. Por isso, preservá-la implica, necessariamente, isso que o governo brasileiro gasta ali. O governo brasileiro gasta um recurso bastante significativo ali, seja porque olhamos a importância do que tiramos na Rio+20 de que era possível crescer, incluir, conservar e proteger." É possível imaginar, diante de tal amontoado de palavras desconexas, a aflição dos profissionais responsáveis pela tradução simultânea.

Ao falar da importância da relação do Brasil com a UE, Dilma disse que "nós vemos como estratégica essa relação, até por isso fizemos a parceria estratégica". Em entrevista coletiva no mesmo evento, a presidente declarou que queria abordar os impasses para um acordo do Mercosul com a UE "de uma forma mais filosófica" - e, numa frase que faria Kant chorar, disse: "Eu tenho certeza que nós começamos desde 2000 a buscar essa possibilidade de apresentarmos as propostas e fazermos um acordo comercial".

Depois, em discurso a empresários, Dilma divagou, como se grande pensadora fosse, misturando Monet e Montesquieu - isto é, alhos e bugalhos. "Os homens não são virtuosos, ou seja, nós não podemos exigir da humanidade a virtude, porque ela não é virtuosa, mas alguns homens e algumas mulheres são, e por isso que as instituições têm que ser virtuosas. Se os homens e as mulheres são falhos, as instituições, nós temos que construí-las da melhor maneira possível, transformando... aliás isso é de um outro europeu, Montesquieu. É de um outro europeu muito importante, junto com Monet."

Há muito mais - tanto, que este espaço não comporta. Movida pela arrogância dos que acreditam ter mais a ensinar do que a aprender, Dilma foi a Bruxelas disposta a dar as lições de moral típicas de seu padrinho, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Acreditando ser uma estadista congênita, a presidente julgou desnecessário preparar-se melhor para representar de fato os interesses do Brasil e falou como se estivesse diante de estudantes primários - um vexame para o País.







terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Mais uma vez, o porquê das sugestôes terem como foco o curto-médio prazo

Mais uma vez, tentarei escrever alguns poréns em relação às sugestões colocadas aqui.

Nas minhas sugestões de COMPRA ou VENDA, tentarei sempre ter como foco o curto-médio prazo, ou seja, situações onde buscamos um lucro não em 1, 2 ou 3 dias, e sim situações onde as posições ora assumidas nos tragam um lucro num prazo maior.

O Blog não tem o perfil de ficar sugerindo trade com 2 ou 3% "a toda hora".......

A idéia é sim "se assemelhar" a um fundo, com "baixos desvios-padrões", mas com um lucro um pouco mais consistente no longo prazo; e, principalmente, visando uma performance acima do Bovespa.

Quem tem acompanhado as sugestões percebe que tivemos oportunidade de sair de algumas posições com Lucro de 2-3%, ou mais até, e não saímos.

Até mesmo para os papéis que ainda estão na carteira, como PCAR4 e ABEV3.

BBDC4 até agora já rendeu 4,5%; até ontem havia rendido mais de 6%.

Porém, volto a dizer; essa não é a idéia.

Eventualmente poderei diminuir propositalmente o objetivo da margem de lucro e do tempo; isso ficará evidente em situações onde eu mesmo arbitrarei um "lucro baixo".

O Objetivo proposto hoje para a USIM5 é um exemplo desses. O papel tem uma volatilidade intrínseca alta, superior a média dos papéis do Bovespa; portanto, 4% de objetivo de lucro para esse papel "não é difícil" de ser atingido no curtíssimo prazo.

Isso também explica, em grande parte, o fato de sermos estopados em determinado papel, e voltarmos nele com um foco "mais embaixo".

Caso explícito é o da VALE5, sugerida agora há pouco no post anterior.

É claro que tudo isso é um teste para esse ano.

Poderei mudar de idéia para o próximo ano, mas até lá, manteremos essa proposta.

A rentabilidade da "Carteira blog" está em fevereiro negativa 0,54%. Porém, o Bovespa teve rentabilidade negativa de 1,94% até agora, no mês de fevereiro .

Ao longo do ano, a "carteira blog" apresenta desempenho negativo de 2,32%, enquanto o Bovespa apresenta desempenho negativo no ano de 9,3%.

A rentabilidade da "carteira blog" pode ser vista sempre no campo acima do quadro maior onde constam os papéis





  

Vamos incluir nova sugestão de COMPRA de "VALE5" a 28,58 na base de uma "LTA em formação"

Vamos novamente sugerir entrada na COMPRA em suporte para VALE5.

Agora, o parâmetro será uma possível LTA em formação abaixo destacada.

Se juntarmos os fundos do ano passado com o do início do ano, essa LTA passa hoje ali por volta de 28,50.

28,50 foi justamente o pivot que iniciou a recuperação da VALE5 ano passado; uma vez rompido esse pivot, a VALE5 subiu forte até o topo em 34,65 de novembro.

Portanto, será sugerida uma COMPRA de VALE5 em 28,58, stop em 27,85, um pouco abaixo do último fundo em 27,87.

Peso : 15%

A LTA pode ser vista tanto no SEMANAL ( Primeiro gráfico ) como no DIARIO (Segundo gráfico)


VALE5, Semanal, escala semi-logarítmica




VALE5, Diário, escala semi-logarítmica











Bovespa - Um mar de vermelho.......25/02/2014

Nada diferente dos últimos 125 dias.........

Venda.....queda.....venda....queda.......

Tirando um ou outro papel com "cara melhor".........o Bovespa continua um desastre...

Pra não "encher linguiça"......até porque não mudou nada.......

Melhora agora somente pra cima de 47.800.......

Resistência intraday em 47.000

Suporte mais forte em 46.000...

Abaixo dos 46.000, 45.000 pontos.....abaixo....44.100

abaixo, 43.500

abaixo, 42.000

abaixo, temos os 36.000, depois 33.000, depois 29.200-30.000

Pra cima , nem adianta olhar muito........

UM BEAR MARKET gigante de 3 anos ainda toma conta do Bovespa........

O que aparenta ?

Aparenta ter sobrado somente o setor financeiro (IFNC).......

ITUB.....BBDC.....Porto Seguro....Sul America...........

Consumo com cara de devolver tudo nos próximos meses

índice industrial  (INDX) apesar de uma leve recuperação no longo prazo, no médio prazo parece ter chegado ao fim seu fôlego, dada a alta forte do dólar...........o que subirá daqui em diante parece ser apenas o "beijo da morte".....

Ainda tenho alguma "esperança" na VALE.......sim......

Mas isso ainda é papo pra outro momento......







Foi acionada COMPRA "CSNA3" (Sider.Nacional ON) a 10,82, com STOP em 10,60

Foi acionada no candle de 13 horas a sugestão de COMPRA de 'CSNA3" a R$ 10,82 em suporte conforme consta na planilha "oportunidades".

Portanto, entra na "carteira blog":

_________________________

COMPRA de "CSNA3" (Siderurgica Nacional  ON) a 10,82

STOP SUGERIDO em 10,60

Peso: 5%

Objetivo desde já colocado em 11,55


____________________________


OBSERVAÇÃO PARA USIM5:

Não havia destacado no post anterior sobre a ordem acionada de USIM5 o STOP SUGERIDO, embora esteja na planilha "oportunidades".

O STOP SUGERIDO PARA USIM5 é de 9,85

Atualizaremos a planilha "carteira blog" posteriormente







Foi acionada COMPRA de "USIM5" em 10,01

Foi acionada COMPRA de "USIM5" em região de suporte a 10,01 conforme consta em nossa sugestão na planilha "oportunidades".

Portanto, entrará na "carteira blog" COMPRA de "USIM5" a 10,01

PESO: 5%

Objetivo desde já colocado será de 10,40





Posições estopadas : FIBR3 em 25.35 e CRUZ3 em 19,58

Conforme constam na planilha, fomos estopados em 2 posições:

FIBR3 em 25,35 e CRUZ3 em 19,58

Sairão da carteira esses 2 papéis







Vamos aumentar o peso dado a sugestão de COMPRA de "CCRO3" para 15%

Anteontem entrei com uma sugestão de COMPRA de "CCRO3" ( CCR ON ) no rompimento de 15,75 com o peso sugerido de 5%

Vamos aumentar esse peso para 15% por 2 motivos.

Primeiro, porque fomos estopados agora há pouco em FIBR3 a 25.35 e em CRUZ3 a 19,58

Segundo, porque o volume parece melhorar muito na compra.

Ontem, como destacado no gráfico abaixo, tivemos o melhor volume na ponta de compra dos últimos 6 meses.

Próximo a faixa de 15.75 sugerida, temos uma LTB.

CCRO3, diário, escala semi-logarítmica












segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Sugestão de COMPRA de "ARTR3" no rompimento de 16.70 com objetivo em 17.95

Vamos entrar com outra sugestão de COMPRA:

COMPRA de "ARTR3" (Arteris ON) no rompimento de 16,70.

STOP SUGERIDO em 16,35, Caso ACIONADA

Peso: 6%

Objetivo em 17,95
_______________________

Abaixo, temos alguns pontos:

MACD cruzado na COMPRA no tempo DIÁRIO
MME13 ainda abaixo de MME21, ainda um sinal de venda.

Ligando os pontos de fundos e topos podemos especular num canal de baixa; assim poderíamos, mesmo contra a tendência de baixa de longo prazo, obter alguma vantagem na alta dentro desse canal de baixa.

Reparem que o papel já tocou um IFR14 abaixo de 20 no tempo diário


ARTR3, Diário, escala semi-logarítmica










Uma análise rápida para VALE5

Ainda voltarei a focar VALE5 nos próximos dias.

Por ora, coloco abaixo uma análise básica, rápida de VALE5.

Por cerca de 15 dias, o papel ficou numa congestão entre 30,20 e 31,20 no tempo horário, visto no gráfico abaixo.

Hoje, a faixa de 30,20 foi rompida pra baixo.

Em tese, vai "andar pra baixo" a mesma altura da congestão vista anteriormente, ou seja, vai andar a mesma "altura" de R$ 1,00

No caso da VALE5, isso fica mais evidente, pois 30,20  menos 1,00, dá 29,20;

29,20, de fato, é uma faixa suporte......o último fundinho abaixo da faixa de 30,00 foi em 29,03, na data de 03-02-2014.

Não precisa ser exato, porém, temos essa possibilidade pra VALE5 no curtinho.....

Não está descartada uma nova congestão entre essa faixa de 29,20 e 30,20, antigo suporte.

Talvez uma preparação, uma retomada de forças pra somper aquela faixa lá em cima de 31,20.


VALE5, gráfico "60 minutos"









BZQ salva a faixa de 91,00, ponto de pivot

Abaixo, novamente resgato o índice "BZQ", um ETF-Espelho do Bovespa.

Por enquanto, o sinal de fundo nos 46.000  do Bovespa em sintonia com o topo na faixa de 105,00 do "BZQ" tem se sustentado.

Hoje, novamente o "BZQ" tocou na mínima a faixa de 91,00, tocada semana passada. Fechou em 93,24

O rompimento pra baixo dessa faixa produz um pivot de baixa e acena para uma melhora no curtíssimo prazo do Bovespa.


BZQ, diário







Bovespa em 24-02-2014

Definição para o Bovespa:

Fechamento hoje em 47.400, praticamente no "zero a zero"

Resistência intraday agora é 47.800, depois 48.000

Rompendo pra cima os 48.600 melhora muito no curtíssimo prazo, caracterizando um pivot de alta

Pra baixo, agora a faixa a ser olhada e´47.000

A partir de agora, vamos acompanhar canal de alta abaixo no gráfico de 60 minutos, canal que parece melhor do que o outro inicialmente exposto ao final de sexta-feira, já que hoje a mínima foi na importante faixa de 47.000 pontos, "segundo fundinho" da semana passada, acima do mais importante em 46.000


Bovespa, tempo "60 minutos"



Bovespa, tempo "60 minutos"











Foi acionada COMPRA de VALE5 a 30,30 , mas estopada logo em seguida a 29.95

Tínhamos dado a sugestão de COMPRA de "VALE5" em suporte a 30,30.

STOP SUGERIDO foi de 29,95.

O stop foi acionada no candle horário seguinte.

Portanto:

COMPRA de VALE5 ACIONADA em 30,30, mas stopada em 29,95.

Operação incorporada na planilha que já está atualizada





Acionada COMPRA de "SULA11" a 14,81 no rompimento de 14,80

Acionada COMPRA de "SULA11" a 14,80,já que a sugestão dada ontem foi no rompimento de 14,80.

Portanto, já foi pra "carteira blog" COMPRA de um lote de 500 de "SULA11" , peso de 7,5%.

Papel fechou a 14,90





"20 anos do Plano Real". por Gustavo Franco

E continuamos a exaltar e "passear" pelos "20 anos do Plano Real"

Agora, com o artigo de Gustavo Franco, um dos principais defensores e executores do Plano Real, publicado ontem pelos jornais "O Globo" e o "O Estado de São Paulo".

Gustavo Franco também foi presidente do Banco Central ao longo do primeiro mandato do Presidente Fernando Henrique Cardoso.

Sem Gustavo Franco, não teríamos a força que precisávamos para inibir qualquer tentativa de desvalorização do câmbio dentro de um contexto perigosamente indexado ao dólar, como o brasileiro.

Principalmente, nos anos de 1994 e 1997, ápices das Crises do México e da Ásia:

Vamos ao artigo:

http://www.casadasgarcas.com.br/


"20 anos do Plano Real"

Texto de Gustavo Franco para O Estado de São Paulo e O Globo.
Publicado em: 23/02/2014


Na próxima sexta feira, dia 28 de fevereiro de 2014, quando começarem os trabalhos de carnaval, vamos festejar também os 20 anos da publicação da Medida Provisória nº 434, que introduziu a URV (Unidade Real de Valor), uma formidável inovação que assumiu a forma de segunda moeda nacional, porém apenas "virtual", ou "para servir exclusivamente como padrão de valor monetário" (art. 1).

A URV era o real, desde o início. Em seu artigo 2º, a MP 434 já determinava que, quando a URV fosse emitida em forma de cédulas - e assim passasse a servir para pagamentos -, o cruzeiro real seria extinto e a URV teria seu nome mudado para real.

A inflação beirava os 40% mensais, mas, em vista do modo como foi construída, a URV (que Saulo Ramos, com verve e má vontade chamou de "feto de moeda") era uma "moeda estável", ou uma unidade de conta protegida da inflação, portanto, superior às outras em circulação ou em uso para indexar contratos, e por isso as substituiu de modo espontâneo e surpreendentemente rápido.

Na partida, em 1º de março de 1994, a cotação da URV em cruzeiros reais, a moeda de pagamentos, era CR$ 647,50, valor que o BC usava para fixar a taxa de câmbio (e não o contrário). No dia seguinte a URV mudou para CR$ 657,50, conforme a variação da inflação corrente, e depois para CR$ 667,65 assim fomos.

Em poucas semanas a URV se alastrou de forma viral, pois era um convite irresistível: migrar espontaneamente para uma moeda de conta que andava junto com o dólar. Por que o Brasil não poderia ter uma moeda tão boa quanto a de qualquer outro país? Por que a moeda estável, a indexada, era privilégio apenas do rico que usava o "overnight"?

Em 1º de julho, quatro meses depois (e bem poderia ter sido antes!), as novas cédulas e moedas do real foram colocadas em circulação em lugar do cruzeiro real na razão de R$ 1,00 para CR$ 2.750,00. A reforma monetária estava completa e o real em plena circulação. Quem disse que o brasileiro não sabe fazer conta e não é capaz de entender e agir inteligentemente diante de questões econômicas aparentemente complexas?

Depois de 20 anos, a adoção generalizada da URV ainda está cercada de uma aura de mistério e fascinação, e entre os especialistas, é lembrada como uma das experiências de estabilização mais engenhosas e bem-sucedidas que a humanidade já conheceu. O fim da hiperinflação alemã em 1923, que fez uso de um expediente semelhante - o rentenmark - é frequentemente descrito como um "milagre", e desafia explicações, tal como a URV.

O fato é que a introdução da moeda de conta indexada deu início a uma reação química em cadeia, uma espécie de redescoberta do "valor das coisas", que estendia seus efeitos para todo o espectro de simbolismos associados ao dinheiro, sugerindo, inclusive, a identificação entre inflação e imoralidade. Havia muita coisa em jogo no plano simbólico: a moeda, como a bandeira e o hino, está entre os mais importantes símbolos nacionais, de tal sorte que sua degradação, quando levada ao extremo de uma hiperinflação, espalhava suas consequências para muito além da órbita econômica.

Elias Canetti, numa passagem famosa sobre a hiperinflação alemã, observou mais genericamente que uma inflação desse tipo "pode ser tomada como uma orgia satânica de desvalorização no qual os homens e as unidades de seu dinheiro exercem os mais estranhos efeitos sobre si mesmos. Um se projeta no outro, o homem sentindo-se tão `ruim` quanto o seu dinheiro". Nada a estranhar, portanto, no torpor e na dissolução de valores, entendida de forma mais ampla, em vigor durante aqueles anos e que, infelizmente, deixou sequelas.

O "caminho de volta" enunciado pelo Plano Real compreendia a recomposição e reunificação das funções da moeda em sequência: primeiro a de servir como unidade de conta com a URV, substituindo outros indexadores e unidades de conta usadas em contratos e orçamentos familiares, segundo a de servir como meio de pagamento de curso legal, com a emissão de cédulas e moedas denominadas em real, e por último, e mais difícil, a de funcionar como reserva de valor, teste realizado quando a nova moeda deixou de ser indexada ao dólar e flutuou com relação à moeda norte-americana. E diante do veredicto dos mercados, quando o real apreciou com relação ao dólar, e assim se manteve, o circuito estava completo.

Era apenas o começo, é claro, e o programa prosseguiu, inclusive porque havia clareza que o Plano Real, diferentemente dos outros planos econômicos, compreendia uma extensa agenda de ações contemplando os chamados fundamentos econômicos da estabilização e do desenvolvimento. Era uma linguagem inovadora para uma época em que as pessoas ainda acreditavam em Papai Noel e inflação inercial. Essa agenda era o cerne do programa. A passagem do tempo e a alternância no poder só tornaram mais claro que estávamos adotando paradigmas já bem assentados no tocante à disciplina monetária, à responsabilidade fiscal e à sustentabilidade financeira do Estado.

A URV, depois transformada em real, trouxe a inflação no Brasil para níveis internacionais no início de 1997 sem sustos, confiscos, caneladas e recessão. No ano calendário de 1998 a inflação medida pelo IPCA foi de 1,6%, a menor da série histórica. Foi a menor inflação anual desde que o IPC da Fipe começou a ser calculado em 1940.

Pois assim, a estabilização nos retirou de um estado de torpor e depressão para outro de euforia e ansiedade; a agenda de estabilização rapidamente se converteu na discussão das reformas necessárias para o crescimento, onde estacionamos já faz alguns anos.

O problema do crescimento é semelhante ao da estabilização de muitas formas: ambos dependem de coordenação, persuasão, segurança quanto à consistência macroeconômica e, sobretudo, incentivos corretos. O sucesso da URV e do Plano Real é sempre associado ao estilo da coisa, à transparência no fazer e à ideia de um "convite a aderir" a um mecanismo que os agentes econômicos percebem como superior. Não é um "Pacto Social" negociado por sindicatos e associações patronais, nem um mecanismo compulsório e invasivo como foram os congelamentos. Essas coisas não funcionam: as pessoas, inclusive as jurídicas, preferem exercer suas próprias escolhas orientadas por suas próprias percepções sobre os seus melhores interesses. Assim funcionam as economias de mercado como a nossa. Quando o governo organiza políticas públicas que atentam para esse detalhe crucial sobre o modo com a economia funciona, as coisas costumam dar certo.






domingo, 23 de fevereiro de 2014

Sugestões de COMPRA em rompimentos: "SULA11", "CCRO3" e "BRFS3"......Esses 3 terão objetivo desde já

Vamos a 3 sugestões de COMPRA em rompimentos:

1 - COMPRA DE "SULA11" (SUL AMERICA UNT) no rompimento de 14,80

STOP SUGERIDO EM 14,30, caso ACIONADA

Peso 7%

Objetivo: 16,00
__________________________

Papel com MACD na "compra"
MME13 cruzada pra cima sobre MME21
LTB rompida no curto prazo

SULA11, Diário, escala logarítmica , gráfico sem o desconto de proventos




SULA11, SEMANAL, escala logarítmica, gráfico sem o desconto de proventos





_____________________________________



2 - COMPRA DE "CCRO3" (CCR ON) no rompimento de 15,75

STOP SUGERIDO EM 15,50, Caso ACIONADA

Peso 5%

Objetivo: 16.98

______________________________

MACD cruzado na "compra" no tempo díário



CCRO3, Diário, escala logarítmica, gráfico sem o desconto de proventos



CCRO3, Semanal, escala logarítmica, gráfico sem o desconto de proventos




_______________________________________


3 - COMPRA DE "BRFS3" (BRF ON) no rompimento de 41,20

STOP SUGERIDO EM 40,39, caso ACIONADA

Peso 5%

Objetivo: 44,00

________________________

MACD cruzado na "compra" no tempo diário



BRFS3, Diário, escala logarítmica, gráfico sem o desconto de proventos






BRFS3, Semanal, escala logarítmica, gráfico sem o desconto de proventos











Sobre os stops e objetivos da "Carteira blog"

Escrevi na sexta-feira que falaria um pouco mais sobre os stops e objetivos da "carteira blog" ao final de semana.

Bem......

Alteramos poucas coisas nos stops dos 5 papéis que estão na nossa carteira.

Modificamos os stops de BBDC4 (subimos para 26,00) e ABEV3 (Subimos para 15,89).

Entendo que, nesse momento, o Bovespa está numa iminente reversão, bastando para isso que poucos sinais se reforcem mutuamente.

Nesse estágio, é razoável que nos "expusemos" mais , de forma a buscar otimizar a "carteira blog".

Por ora, manteremos os stops distantes; no entanto, ao longo da semana, ou no máximo dos próximos 15 dias, buscaremos subir os stops pra cerca de 2% a 3% antes dos fechamentos.

Dependerá da evolução dos papéis.

Quanto aos objetivos, apenas, nesse momento, deixaremos o objetivo para FIBR3, em 29,50.

Retiramos, inclusive, o objetivo de 29,00 para BBDC4.

Volto a dizer; dada a minha análise, vejo com algum otimismo a evolução do Bovespa no campo positivo, de forma que possamos buscar objetivos mais "em cima" para os papéis que constam na "carteira blog"

Abaixo, a "carteira blog" atualizada com essa visão.

Incluiremos algumas sugestões de "compra no rompimento" até o final do dia










De que precisa a VALE5 pra melhorar de vez ? Ou....o que vemos na VALE5 ?

Abaixo, quero compartilhar com vocês a minha visão sobre a VALE5

Primeiro quero dizer que estou muito, mas muito otimista com a VALE5 no curto prazo.

Papel tem alguns positivos no curto prazo, a saber:

1 - Suas médias exponenciais de 13 e 21 já estão embicadas pra cima há cerca de 2 semanas.

Ainda que não possamos confiar plenamente nesse sinal de "compra", por se tratar de VALE5, cujas sinais mudam com boa frequência, e  por se tratar de importante papel na composição do Bovespa, tal sinal é relevante.

2 - MME13 já cruzada pra cima sobre a MME21 há cerca de 2 semanas. Mesmo argumento do item acima.

3- Média Bollinger, assim como as MME'S 13 e 21 embicada pra cima, emitindo um bom sinal na direção positiva.

Dito isso, me parece que, vistas as bandas abaixo. o papel vem "estreitando suas bandas".

essa faixa de 30,00-30,20 é forte faixa de suporte; acima, temos a faixa de 31,20.

Essa faixa que passa a ser, me parece, o definidor de curto prazo, embora veja a faixa de 31,70 de igual ou maior determinante para a busca dos 33,00 e de 34,80.

Porém, pode haver uma razão pra que olhemos a faixa de 31.20 como determinante nesse momento.

Reparem que, além de ter sido tocada algumas vezes no ccurto prazo sem rompê-la, à medida que uma LTB acima vai descendo, ela, certamente, atingirá essa faixa de 31,20 em poucos dias.

Nesse caso, teremos, no curto prazo, 3-7 dias, uma faixa de 31,20 e uma LTB como "barreiras" a serem ultrapassadas.

Nesse sentido, podemos trazer o movimento da VALE5, ao final de 2012.

Reparem, no segundo gráfico, que havia barreira pra VALE5 nos mesmos moldes do atual.

Ou seja, ao final de 2012, uma resistência e uma LTB entraram na "mesma sintonia"; num dado momento, elas "coincidiram".

Uma vez rompidas, faixa de resistência e LTB, o papel disparou e foi até a faixa de 43,00 (sem o desconto dos proventos na plataforma gráfica" ou 40.71 (com o desconto dos proventos na plataforma gráfica)

Fiz questão de sobrepor nesse segundo gráfico o gráfico do Bovespa, pra termos a noção de que a "disparada" da VALE5 se dá praticamente na mesma sintonia do Bovespa ao final de 2012; talvez pelo Bovespa romper uma LTB também vista no gráfico, em simultaneidade com uma faixa de resistência igualmente importante

Uma outra curiosidade, é que a ADR VALE em Nova York também apresenta uma LTB relativamente próxima, como visto no terceiro gráfico abaixo.


VALE5, Diário, escala logarítmica ( sem o desconto dos proventos) - 6 meses



VALE5, Diário, escala logarítmica ( sem o desconto dos proventos) - 2 anos em conjunto com o Bovespa 



ADR VALE, SEMANAL, escala logarítmica











De que precisa o Bovespa pra "melhorar de vez" ?

Abaixo, nós temos o gráfico diário do Bovespa.

Percebemos uma "vontade" do Bovespa em melhorar na semana que passou, a despeito de um início de semana ruim, que fez o índice voltar à faixa de 46.000 pontos, formando um fundo duplo.

O que precisa então para o índice Bovespa "melhorar de vez" ?

Vamos a 3 pontos que eu considero fundamentais.

1- Romper o pivot em na faixa de 48.500-48.600.

2 - Passar para cima da média da banda bollinger.(AQUI VISTA EM "MARRON")

Reparem que o índice vem operando abaixo dessa média bollinger há muito tempo; exceto na última semana do ano de 2013, quando o Bovespa chegou a a operar 3-4 dias acima da média, desde novembro que ele não consegue "estabilizar" acima dela.

Média bollinger, assim como as Médias exponenciais de 13 e 21, estáo embicadas pra baixo há muito temp no tempo diário, um sinal de venda.

É preciso que vejamos uma estabilização acima dessa média

3- A Média Móvel exponencial de 13 (em roxo)  tem de cruzar sobre a Média Móvel Exponencial de 21 períodos (em azul)

Reparem que, assim com a média bollinger, ela vem embicadas pra baixo desde novembro.

Mais.....desde novembro, a Média Móvel exponencial de 13 cruzou pra baixo sobre a Média Móvel exponencial de 21.

É Preciso que invertamos essa dinâmica.

O cruzamento pra cima da MME13 sobre a MME21 emite um sinal forte na direção da "COMPRA".

Bovespa, diário











Excelente entrevista do Economista Eduardo Giannetti à TV Estadão: "Bolsa Família tem que ser uma alavanca, não uma muleta"

Considero Eduardo Giannetti da Fonseca um gênio.

Sim.......Temos no Brasil um gênio, que, de certa forma, é "pouco explorado" ou "fora da mídia", pois está mais concentrado em campo à margem do "senso comum".

Por quê digo isso ?

É difícil num blog eminentemente voltado ao mercado financeiro, falar sobre Filosofia da Ciência.

O curioso é que, em mercado financeiro, temos muito mais filosofia da Ciência do que "Economia em si".

Não sou eu quem diz isso.

Leiam George Soros e Nassim Taleb, 2 paradigmas do mercado financeiro, e vocês entenderão parcialmente o que digo.

Eduardo Giannetti da Fonseca é um "filósofo-economista" que foi visto pela imprensa e mercados, no início de sua vida acadêmico-profissional, muito mais como Economista do que filósofo.

Um excelente economista.

No entanto, com o tempo, Eduardo Giannetti decididamente muda o foco de sua dinâmica e decide ser muito mais filósofo do que economista.

E aí Eduardo Giannetti se supera.

Os leitores do blog talvez nunca tenham ouvido falar de Paul Feyerabend, um filósofo da Ciência austríaco, que escreveu, pra mim, um dos maiores compêndios sobre a Filosofia da Ciência chamado "Contra o Método"

Paul Feyerabend talvez seja o maior filósofo da Ciência após Karl Popper, que, inclusive foi seu orientador na London School of Economics.

Eduardo Giannetti da Fonseca talvez seja o "Paul Feyerabend brasileiro".

Gênio........

Seus insights sobre Filosofia da Ciência são absolutamente fantásticos.

Seus livros  "Auto-Engano" e "O Valor do Amanhã" são obras primas de Filosofia da Ciência.

Exposta tal introdução, inserimos abaixo a visão do Economista Eduardo Giannetti da Fonseca dada a TV Estadão.

Como eu disse, embora muito mais filósofo do que Economista, haja visto o número de livros que escreve voltados à Filosofia do que à Economia, a entrevista de aproximadamente 5 minutos é excelente.

Cirúrgica, mostra o "buraco" em que se meteu o Brasil.

Buraco.....sim.....não há outro adjetivo.

Tivemos uma chance única pra tirar o Brasil do "buraco" e da dinâmica negativa com a inserção dos valores econômicos postos pelos 2 governos do ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso no período 1995-2002.

Entretanto, essa chance se perdeu ao longo dos anos seguintes.

Apenas tenho uma pequena divergência em relação a Eduardo Giannetti no que tange aos gastos correntes do Brasil.

Diz ele que isso não foi "culpa" dos últimos governos, aí inclusos os 2 mandatos de Fernando Henrique Cardoso.

Pergunto eu : "Como resolver uma centena de problemas, como aqueles que o Brasil enfrentava na segunda metade dos anos 90, sem que 1 ou 2 ou 3 pontos fossem erroneamente conduzidos ?".

Ora.......não dá pra acertar 100 vezes.....em 100...........Mas a dinâmica e agenda positivas impostas estavam dadas até 2002.......

Mais 10 anos com aquela mentalidade, aquela inércia, podíamos, com erros aqui e ali, entrar no "piloto automático".

Não foi o que vimos.

Estamos enfiados no buraco.........

Precisamos de um "NOVO PLANO REAL'.........

Vamos ao que interessa....

Faço questão de apresentar mais 1 minuto e meio do "filósofo" Eduardo Giannetti da Fonseca, oportunidade vista  na entrevista abaixo, antes da outra, que é a razão do post, dada à TV Estadão.

1 minuto e meio do  "gênio filósofo"  Eduardo Giannetti discorrendo sobre Filosofia da Ciência.

Depois, 5 minutos do "buraco" em que se meteu o Brasil......




















sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Bovespa Gráfico 30 minutos

Bovespa - Gráfico 30 minutos











Monitorando a LTA de 5 anos do Dow Jones....mais uma vez

DOW JONES, Mensal, Escala Logarítmica - 5 anos

Ainda acima da LTA








Índice "XLF" do Setor financeiro americano volta a fechar "em cima de uma LTA de 2 anos e meio

Vejam abaixo uma Longa LTA do "XLF", Índice do setor financeiro americano.

Ela vem balizando o índice há muito tempo.

Reparem que nas últimas 4 semanas o índice fecha "em cima" dessa LTA.

Hoje, novamente fechou a semana "em cima".


XLF, Semanal, escala logarítmica









Foi acionada "COMPRA" de "CRUZ3"(Souza Cruz ON) a 20,05

Foi acionada na parte da tarde a sugestão de COMPRA de "CRUZ3" (Souza Cruz ON) a 20,05

Portanto, incluida na "carteira blog" COMPRA de "CRUZ3" a 20,05

STOP SUGERIDO em 19,58

Peso: 6%

Planilha "carteira blog" já atualizada








Apenas uma correção: FIBR3 também apresenta Objetivo explícito em 29,50

Corrigindo a informação colocada no post anterior quanto aos objetivos.

Além de BBDC4, temos objetivo exposto na "carteira blog" de FIBR3 em 29,50

PCAR4 e ABEV3, não







Exceto BBDC4, que está com objetivo explícito na carteira, ainda não explicitei os objetivos para outros papéis da carteira.

Olhando a "carteira blog", vê-se que ainda não explicitei objetivos para os papéis que entraram na carteira.

 BBDC4 está na carteira com o objetivo em 29,00; todos os outros, porém, que estão na "carteira blog" , ainda não apresentam os objetivos.

No final de semana colocarei mais algumas questões sobre esses objetivos.

Por enquanto, seráo deixados dessa forma; pelo menos até o final de semana, como já disse.







quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

VALE5 x Bovespa......Qualquer semelhança não é mera coincidência......

VALE5 (em preto) e Bovespa ( em azul) - 2 anos, tempo diário

Qualquer semelhança não é mera coincidência










Bovespa em 20-02-2014

E segue a melhora do Bovespa depois do fundo duplo com divergência altista de IFR14 e MACD.

Hoje, não fez novas mínimas e fez nova máxima.

Bovespa sentiu a faixa de 47.500, depois de bater a máxima de 47.600, e fechar em 47.290 pontos, alta de 0,29%.

Lembram do post em que eu falei sobre o "SSEC" da Chinha batendo na faixa de 50 de IFR14 por alguns dias e depois romper ?

Pois sim....

Abaixo, voltamos a destacar a ida um pouco pra baixo, depois de tocar alguns toques na faixa de 50 para o IFR14 temp diário, e um novo retorno pra cima, próximo a faixa de 50.

De resto, voltei a explicitar as 4 médias móveis que ressaltei ontem.

Todas ainda em sinal de venda. Mas fiquemos atentos para uma ida a MA50 e um iminente cruzamento pra cima da MME13 sobre a MME21; talvez mais 3-4 dias.

Pivots pra cima também estão ressaltados abaixo.

48.600, principal agora, onde, caso rompido, faz um pivot de alta.

Depois:

49.200
49.500
50.000
51.200 e 52.000 pontos


Bovespa, diário, com MA50 e MA200



Bovespa, diário, com MME13 e MME21









O que você vê na ADR BRADESCO ?

2 Momentos distintos para a ADR BRADESCO em Nova York.....

Ano passado, ela precisou de um fundo duplo pra engatar uma bela alta.

Reparem que antes do fundo duplo, a MME13 ainda não havia cruzado pra cima sobre a MME21.

O que acontecerá agora ?

A MME13 estã muito, mas muito próxima a MME2, porém ainda abaixo.

Reparem num possível grande canal de baixa para a ADR BRADESCO.........

Ainda via lá nos 15,00 ???

ADR BRADESCO, Diário, hoje, 20-02-2014, às 17:35, horário Brasília, Brasil, escala logarítmica








Blá...blá....blá....."Governo corta R$ 44 bi do orçamento e prevê esforço fiscal de 1,9% do PIB".....

O que vocês preferem ?

Pensar em Carnaval que começa semana que vem ou ouvir o governo federal dizendo que cortou R$ 44 bi do orçamento?

É melhor pensar no Carnaval....

Nada mais apropriado do que o samba da Escola de Samba Portela de 1979......

Crédito abaixo: Portal G1:

http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/02/governo-corta-r-44-bi-do-orcamento-e-preve-esforco-fiscal-de-19-do-pib.html







20/02/2014 10h45 - Atualizado em 20/02/2014 12h26
Governo corta R$ 44 bi do orçamento e prevê esforço fiscal de 1,9% do PIB
Expectativa de crescimento do PIB do governo cai de 3,8% para 2,5%.
Objetivo de superávit primário em relação ao PIB é igual ao de 2013.
Do G1, em Brasília

O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão anunciou nesta quinta-feira (20) um corte de R$ 44 bilhões em gastos no orçamento deste ano. Com isso, o bloqueio inicial ficou um pouco acima do anunciado em 2013, de R$ 28 bilhões. Em 2011 e 2012, respectivamente, o corte somou R$ 50 bilhões e R$ 55 bilhões.
O governo também anunciou que o objetivo de superávit primário deste ano, que é a economia feita para pagar os juros da dívida pública e evitar o seu aumento, foi fixada em 1,9% do PIB para todo o setor público consolidado (que engloba União, estados, municípios e empresas estatais) – o equivalente a R$ 99 bilhões. O valor ficou abaixo dos 2,1% do PIB anunciados na proposta de orçamento de 2014, divulgada no ano passado.

Do valor total, a União ficará responsável por R$ 80,8 bilhões (1,55% do PIB) e os estados, municípios e estatais por outros R$ 18,2 bilhões – 0,35% do PIB.
Em 2013, o esforço fiscal do setor público somou R$ 91 bilhões, ou 1,9% do PIB, abaixo da meta anunciada inicialmente pela equipe econômica – e também o pior resultado em 12 anos. Mesmo tendo divulgado bloqueio de gastos em maio do ano passado, o governo federal atingiu sua parte da meta de superávit primário principalmente por conta de receitas extraordinárias (ganhos "fora do padrão", que não acontecem todos os anos). E as despesas públicas bateram recorde histórico em 2013.







quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Vamos a novas sugestões de COMPRA com algumas pequenas alterações

Vamos a novas sugestões de COMPRA.

Na verdade, reposicionaremos os valores e pesos para 2 papéis que já havia dado.

Vamos a eles.

1- COMPRA de VALE5 a 30,30

STOP SUGERIDO EM 29,95

Peso: 15%

2- COMPRA de ITUB4 a 30,50

STOP SUGERIDO EM 29,90

Peso: 6%

3- COMPRA de CRUZ3 a 20,05

STOP SUGERIDO EM 19,58

Peso: 6%


4- COMPRA de USIM5 a 10,01

STOP SUGERIDO EM 9,85

Peso: 5%

5- COMPRA de CSNA3 a 10,82

STOP SUGERIDO EM 10,60

Peso: 5%

As sugestões de VALE e ITUB4 listadas anteriormente perdem o valor.

Planilha "oportunidade" já atualizada


A ressaltar principalmente para 2 papéis acima:

- Em relação a CRUZ3, papel rompeu no fechamento uma LTB curta como destacado abaixo. 20,00 é faixa importante de suporte.
MACD e histograma viraram pro modo "COMPRA" hoje, como destacado abaixo

- Em relação a CSNA3, 10,80 é uma faixa importante acima do fundo de hoje em 10,62 e da semana passada de 10,55


CRUZ3, diário, escala semi-logarítmica



CSNA3, diário, escala semi-logarítmica