sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

‘Bolha dos emergentes’ parece estar estourando, afirma Nobel de Economia

Uma matéria um pouco "redundante" publicada hoje pelo jornal "O Estado de São Paulo", dadas as sinalizações num passado recente.

De várias pessoas, de várias partes....

Aqui no Brasil, por involuntariedade  ou não, até 2-3 anos,atrás, ainda tentava-se incutir uma outra visão.....

Aqui no blog essa percepção otimista nunca vingou; desde o início do blog....nunca.....

Agora, o resto vem a reboque....

A Bolha Imobiliária pela qual passa o Brasil é a primeira na fila...

Crédito: Jornal "O Estado de São Paulo"

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-geral,bolha-dos-emergentes-parece-estar-estourando-afirma-nobel-de-economia,176902,0.htm


‘Bolha dos emergentes’ parece estar estourando, afirma Nobel de Economia
Paul Krugman diz que situação na Turquia não parece tão ruim, mas há risco de contágio para outros países emergentes, inclusive o Brasil
31 de janeiro de 2014 | 16h 13

Altamiro Silva Júnior, correspondente da Agência Estado
NOVA YORK - "Estamos vendo o que parece ser o estouro de uma bolha dos países emergentes. E uma crise nestes mercados pode, de forma plausível, transformar o risco de deflação na zona do euro em realidade", avalia o prêmio Nobel de Economia, Paul Krugman, em sua coluna nesta sexta-feira no jornal New York Times, destacando que a Europa pode passar por situação semelhante a do Japão, que viu sua economia estagnada por anos.

Krugman não está muito otimista com o desenrolar da recente turbulência nos países emergentes. Para ele, o problema não é da Turquia, uma economia menor que a área de Los Angeles, ou Índia, Hungria, África do Sul e qualquer outros mercado emergente que pode se tornar a bola da vez. "O verdadeiro problema é que as nações mais ricas, sobretudo Estados Unidos e a zona do euro, fracassaram em lidar com suas próprias fraquezas", afirma o economista no artigo.

O economista diz que as crises financeiras têm ficado mais próximas umas das outras e com resultados mais severos, em termos de impactos na economia real. Por um longo período após a Segunda Guerra o mundo ficou livre de crises financeiras, provavelmente, avalia Krugman, porque muitos governos restringiram movimentos de capital entre países. Em anos recentes, a situação piorou, com uma crise atrás da outra, na América Latina, Estados Unidos, Ásia e Europa. "Se a forma da crise parece a mesma, os efeitos estão ficando piores."

Para o economista, o respingo direto no mundo da crise na Turquia não será grande, mas o problema é que se volta a ouvir com frequência a palavra "contágio" e o temor de que os problemas turcos contagiem todos os emergentes. No geral, a situação financeira da Turquia "não parece tão ruim", escreve Krugman, mas o país "parece estar em sérios problemas" e a China parece um pouco abalada também. A dívida do governo turco é baixa, mas o setor privado tomou muitos empréstimos no exterior.

"O que torna estes problemas assustadores são as fraquezas das economias ocidentais, uma fraqueza que se torna muito pior por conta de políticas muito, mas muito, ruins", escreve o economista na conclusão de seu artigo.



Temos 48 dias para um mercado de alta ? Até 18 de Março ? Run Forrest....Run

O Próximo encontro do FED, já com a nova Presidente, Janet Yellen, será no dia 18 de Março.

O FED já diminuiu em US$ 20 bi mensais suas compras, sua injeção de liquidez e morfina.

Como eu havia especulado aqui na virada do ano, teríamos mais 8 reuniões do FED até o final do ano.

Reduzindo US$ 10 bi a  cada reunião, o total do QE,que era de US$ 85 bi mensais, chegaria em dezembro completamente zerado.

A segunda diminuição voltou a ser de US$ 10 BI.......logo, a maior probabilidade continua a de redução de US$ 10 bi pra cada encontro.

Então temos 48 dias pra um mercado de alta , até o dia 18 de março ??

48 dias de "aberrações" na alta ????

Então tá....

Run Forrest....Run.....

Aqui, o calendário com os próximos encontros do FED :

http://www.federalreserve.gov/monetarypolicy/fomccalendars.htm



















Bovespa fecha o dia, a semana e o mês com um engolfo de alta

Sim....

Índice Bovespa, a despeito do desastre no mês de janeiro, consegue dar um "alento" numa possível reversão, já que deixou uma figura de engolfo de alta, o mesmo de BBDC4 colocado abaixo.

Mínima em 46.800.....

Abaixo de 48.000 temos vários picotes....47.100...46.800....46.500...46.000 e o mais forte em 45.000 pontos....


Bovespa, diário, escala semi-logarítmica












BBDC4 fecha o dia, a semana e o mês com um engolfo de alta

BBDC4 fechou o dia, a semana e o mês com um engolfo de alta em cima de um suporte de 25.30, que praticamente foi o fechamento do fundo do ano passado.

Há muito tempo que eu não via tamanha "coincidência"

E isso em cima da base daquele grande canal de alta do "IFNC", índicce do setor financeiro, postado aqui ontem

Vejam abaixo que a figura destacada de BBDC4 é de fato um engolfo de alta, já que o papel vinha fazendo mínimas e novas mínimas, inclusive no dia de hoje

Por quê eu destaco isso ?

ITUB4, abaixo destacado, eu não considero um "LÁSSICO" engolfo de alta, já que ainda que o candle de hoje tenha cobrido o de ontem, a mínima do papel hoje não foi a mínima desse forte movimento de queda.


Vamos ao engolfo de alta de BBDC4

TEMPO DIÁRIO, Escala semi-logarítmica




ITUB4: É ou não um engolfo ?


De qualquer forma, engolfos de alta ou de baixa não são totalmente confiáveis para reversão.

Porém, talvez seja a única figura que eu "marco"













Compra acionada "BBDC4" a 26,01, no rompimento de 26,00 como destacado ontem

Compra acionada de "BBDC4" (Bradesco PN), a 26,01.

Havíamos destacado ontem que, a partir de fevereiro iriamos dar algumas oportunidades no rompimento do intraday.

Assim, ontem mesmo dei a oportunidade de compra de BBDC4 no rompimento de 26,00 no intraday.

Logo a compra foi acionada em 26,01, já que rompeu no final do pregão.

Fechamento em 21,16

Confirmação

ACIONADA COMPRA DE BBDC4 a 26,01.


Stop em 25,00

Objetivo em 29,00

Peso: 25%









Bovespa tem pior janeiro em quase 20 anos

Matéria publicada na Revista Exame

Crédito: Revista EXAME / Jornal "O Estado de São Paulo"

http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/bovespa-tem-pior-janeiro-em-quase-20-anos-3


Bolsas | 31/01/2014 09:54
Bovespa tem pior janeiro em quase 20 anos
No primeiro mês do ano, a Bolsa acumulou perdas de 8,28% até a quinta-feira

Claudia Violante e Olívia Bulla, do Estadão

São Paulo - A Bovespa largou muito mal em 2014, depois de já ter levado um tombo em 2013. Janeiro deste ano foi na contramão da tradicional performance positiva da renda variável brasileira no primeiro mês do ano, e acumulou perdas de 8,28% até a quinta-feira, 30, no pior desempenho para o mês desde de 1995, quando caiu 10,77%, segundo levantamento da Economatica, a pedido do Broadcast, serviço de informações da Agência Estado.
E, diante do sinal negativo que prevalece nesta manhã nos mercados internacionais e com uma postura defensiva dos investidores em relação aos países emergentes, dificilmente haverá uma melhora considerável nestasexta-feira, 31.

A surpresa com o mau desempenho de janeiro ocorre pelo fato de o mês ser marcado por alocação de recursos nos ativos de risco, mas, neste ano, a Bovespa não foi agraciada.

"Nunca antes na história desse País se entregou um resultado tão ruim da Bolsa em janeiro", ironizou o sócio-diretor da Titulo Easynvest Corretora, Márcio Cardoso, referindo-se à frase do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para falar das conquistas durante o seu governo.

O primeiro mês de 2014 foi marcado por um fraco ingresso de capital externo, diante das ameaças de rebaixamento no rating soberano do Brasil, e por uma crescente aversão ao risco dos países emergentes, em meio à desaceleração econômica na China e à retirada dos estímulos monetários nos Estados Unidos.

Por isso, qualquer perspectiva de melhora da Bolsa doméstica passa por uma mudança em um desses cenários - se não todos. Mas o ambiente não parece muito promissor






‘Economist’: "não há motivo para crise de emergentes" ...Revista traz artigo otimista, mas lembra que crises cambiais são ‘auto-realizáveis’

O Jornal "O Globo"  publicou ontem parte de uma matéria em que a Revista "The Economist"  apresenta uma visão otimista sobre os países emergentes.

Ou pelo menos, "não tão pessimista"

Passeia pela Crise de 1997 e a  vulnerabilidade sob a qual viviam àquela época os países emergentes.

Diz que são momentos distintos, já que a vulnerabilidade para muitos desses é muito menor do que naquele momento.

Sim.....é verdade....

O Brasil, por exemplo, 3 anos antes, em 1994, havia colocado em prática o Plano Real que já apresentava números fantásticos no ataque a hiperinflação. Em paralelo, atacava outros problemas, como por exemplo, o caos fiscal e o custo-Brasil.

Por outro lado, dada a dinâmica do próprio país e do mundo, as Reservas Internacionais brasileiras se situavam na casa dos US$ 50 bilhões. Hoje, estamos falando algo em torno de US$ 375 bilhões. (ver http://www.bcb.gov.br/?RP20140129)

Outros países também não usufruiam de posições confortáveis.

Enfim.....

No entanto, mercados nem sempre agem "racionalmente".....

Credibilidade é o nome do jogo....

Mudanças de regras, falta de vontade política, interferências, idas e vindas, descaso no controle dos gastos e da inflação. Tudo isso é tão ou mais "perigoso" na cabeça daqueles que gerenciam bilhões de dólares no Brasil ou outros países emergentes.

Fico aqui imaginando os investidores assistindo a Presidente Dilma Roussef e o Ministro da Fazenda do Brasil, Guido Mantega, falarem e discursarem......

É tanta mudança de direção, de discurso.......há 3 ,4 anos falando que vão atacar a inflação, cortar os gastos, E na prática //??? NADA.......

É claro que há um certo exagero com alguns papéis de algumas empresas.

Mas, se nós olharmos os papéis de empresas do setor de varejo, muitas deles que subiram 100% em 2,3 anos, vemos até otimismo demais sem fundamentos.

Por quê subir 100% um papel de varejo em 2 anos ???

Porquê o governo cortou IPI, Impostos ????......

Por isso muitos deles já cairam 20,30 ou mesmo 40%.nos últimos 6 meses.......

Casos como da RaiaDrogasil (RADL3) ou Arezzo (ARZZ3) são alguns desses.

Não faz muito sentido.......

Então houve otimismo demais.........e a correção é feita.....

Mas em outros papéis, há pessimismo demais......

No fundo, estamos já há 3,4 anos em Bear-market......o setor de varejo ainda não havia mergulhado nesse Bear-Market.....

Parece entrar no "olho do furacão" agora.....

Do lado do dólar, mais uma vez, câmbio não é uma variável pendurada apenas em "reservas internacionais"; temos outros drivers, como estabilidade política ou a "variável política". Temos expectativas de reversão de fluxos...

Enfim.......o que se pode questionar é a dinâmica do processo....

Mas aí entram os gráficos........ou como diz  a própria Revista, profecias "auto-realizáveis".....

De todo modo, em tese, e a princípio, a vulnerabilidade do Brasil, por exemplo, é menor do que 1997....

Mas não e só isso que o mercado vê......

Abaixo, trecho da matéria do jornal "O Globo"

No link, todo a matéria: http://oglobo.globo.com/economia/economist-nao-ha-motivo-para-crise-de-emergentes-11456734


‘Economist’: não há motivo para crise de emergentes
Revista traz artigo otimista, mas lembra que crises cambiais são ‘auto-realizáveis’

Publicado:
30/01/14 - 19h23

RIO - A revista britânica “The Economist” publica em seu site e na próxima edição impressa, um artigo de tom otimista sobre os mercados emergentes sob o título “Não entre em pânico. Não há razão para uma ampla crise dos emergentes. Mas investidores tensos ainda podem causar uma”.
A publicação lembra as turbulências de 1997 e 1998 e pergunta se este ano traz uma reedição da crise, para então apontar: “Otimistas, entre os quais está o Fundo Monetário Internacional (FMI), dizem que não. Eles argumentam que a maior parte dos mercados emergentes está muito menos vulnerável que em 1997”. A tese se fundamenta em fatores como taxas de câmbio flexíveis, amplas reservas internacionais, déficits em conta corrente menores em grande parte dos países e endividamento menor e mais atrelado às próprias moedas.










quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Vamos sugerir nova oportunidade: Compra "BBDC4"(Bradesco PN) no rompimento no intraday de 26,00

Nova oportunidade aberta e sugerida pra amanhã ou próximos dias até ser acionada ou sair da planilha.

Compra "BBDC4" (Bradesco PN) no rompimento do intraday da faixa de 26,00

Stop em 25,00

Objetivo: 29,00

Peso: 25%





Um gráfico otimista ???.......Setor financeiro ???.......Um canal de alta para o "IFNC", o índice do setor financeiro

E aí ?

Alguém conseguiu um gráfico otimista ??

Temos aqui, depois da queda forte de vários papéis do setor financeiro nos últimos 3 meses, um longo canal de alta para o "IFNC", o índice do setor financeiro.

Hoje, tocou a base desse canal


IFNC, Semanal, escala logarítmica, 2 anos









Compra acionada de FIBR3 a 26,82 e posição de SUZB5 "stopada" a 9,49

Acionada compra de FIBR3 a 26,82

Posição de SUZB5 "stopada" em 9,49.

A partir de fevereiro, irei mudar o critério de rompimento.

Passarei a considerar o rompimento no intraday, pra que não aconteçam algumas aberrações que insistem em acontecer, principalmente num mercado "insano" e volátil como o atual.

SUZB5 subiu forte ontem, rompendo a faixa importante e 9,60; fechamento em 9,64.

Como o nosso critério tem sido o do rompimento no fechamento, acionamos a compra no fechamento em 9,64.

SUZB5 ainda bateu na máxima em 9,77, mas no final da tarde sentiu a forte alta e chegou a bater na mínima em 9,41.

Fomos stopados em 9,49, como destacado aqui ontem.

Tem gente que usa o critério da confirmação do fechamento no dia seguinte.

Também não gosto desse critério, já que em muitas vezes, o fechamento é confirmado, pra dali 2,3 dias depois voltar tudo.

Por outro lado, um papel que subiu ontem quase 6%, é razoável pensarmos numa correção no dia seguinte; por isso até, coloquei um stop curto.

O papel continua com uma "cara bonita".

Mas, enfim; fomos stopados.

A partir de fevereio, o critério vai ser no rompimento.

Nesse caso, a nossa compra seria acionada em 9,60; compra portanto em 9,60; aí sim , daria pra colocar o stop um pouco mais abaixo

Por ora, saímos da posição

Depois, alteraremos as planilhas

Compra da "FIBR3" a 26,82 foi onfirmada e acionada; stop em 25,35




Entramos na fase em que não há como fazer análise....é crash.....um crash diferente,devagar, mas é crash...

Não tem mais análise pro Bovespa.....

Escolhe a média.....5----10.......21....13....9......8....

tudo pra baixo......venda....

IFR2.....IFR5.....IFR14......Todos os IFR'S em todos os períodos.......ultra-mega-hiper- super sobrevendido pra uma infinidade de papéis..

Divergências altistas fortes de IFR2...IFR5...IFR14 para uma insanidade de papéis..................PETRO e bancos então......senta e chora......

E o que vemos ?

Pivots de baixa em cima de pivots de baixa pra vários papéis........mais uma vez, PETRO e bancos mais um dia de pivots de baixa......senta e chora.....

É crash.....praticamente sem repiques.....um ou outro papel apresenta um repiquezinho de 3 ou 4%.....

Neguinho entra vendendo e pronto....você abre o leilão de abertura  e já tem neguinho querendo vender mais baixo do que o outro.......subiu 0,5% ?.........e uma correria pra ver quem vende primeiro abaixo do outro....

Crash........um crash ligeiramente diferente, pois temos queda de 1....1,5% todo dia...um após outro....principalmente para os de maior peso do Bovespa......

É claro que, em algum momento, com alta probabilidade, veremos alguma aberração pra cima, tipo subir 10% ou 15% em 2,3,4 dias.......

Mas não dá pra saber..........porque todos os dias, como disse, é abertura pequena pra cima com otimismo e tome venda......

Pra não dizer que podemos ver alguma coisa, falemos do seguinte:

1- Voltou a testar a mínima ali em 47.100-47.200, o fundinho ressaltado aqui há 2 dias , que é fundo do Bovespa de agosto do ano passado.....segurou no fechamento......

2- O índice "BZQ", um ETF-ESPELHO do Bovespa, e que temos falado aqui, fez um candle feio ontem, depois de bater na faixa de 103, quase o topo dos últimos 12 meses. Hoje, não fez novas máximas e fez uma nova mínima..Isso pode sinalizar algo positivo para o Bovespa no curto prazo. Fechamento agora há pouco, ainda acima da faixa psicológica de 100.

Vejam aqui

BZQ , DIÁRIO



BZQ , SEMANAL











Índice "IMOB" Semanal


IMOB, Semanal, período 5 anos











quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Planilha já atualizada com oportunidade de COMPRA "FIBR3" a 26,82

Atualizei já as planilhas "carteira blog" e "oportunidades"

Na planilha "oportunidades", inserimos a COMPRA de "FIBR3" A 26,82

Reparem no gráfico abaixo, uma forte resistência rompida no fechamento de 26,80.

Além disso, uma LTB também foi rompida no fechamento.

Portanto, sugerimos uma oportunidade de compra de "FIBR3" em 26,82, um pouco acima de um eventual pullback na regiao rompida de 26,80, além de ser ponto de retorno da LTB rompida.

RESUMO:

Sugestão de COMPRA "FIBR3" a 26,82, com stop em 25,35.

Peso: 20%


FIBR3, Diário, escala semi-logarítmica




FIBR3, Diário, escala semi-logarítmica, período 1 ano






















Foram acionadas Compras de GFSA3 e SUZB5 e a liquidação da posição de VALE5

Pelo que pode ser visto na carteira do blog, liquidamos a posição da VALE5 a 29.20

Compra foi feita a 28.15 e venda hoje a 29.20 de VALE5

Olhando a planilha de oportunidades, foram acionadas 2 COMPRAS

1- Compra de GFSA3 a 3,10 numa estratégia suporte , com sobrevenda de IFR14
2 -Compra de SUZB5 no rompimento de 9,60; portanto acionada COMPRA de SUZB5 pelo preço de fechamento em 9,64.

Em relação a SUZB5, sugerirei um stop curto, já que o papel esticou bem e pode haver um rompimento falso.STOP SERÁ EM 9,49.

Pra resumir as compras

1- COMPRA GFSA3 a 3,10, STOP SUGERIDO EM 2,98 -

Peso 15%

2- COMPRA SUZB5 a 9,60, STOP SUGERIDO EM 9,49

Peso 15%

Deixaremos , por enquanto, ambos os papéis "andarem". Mercados estão ensaiando mega volatilidade o que pode empurrar vários e vários papéis pra "lua" a qualquer momento.

Subiremos os stops ao longo do tempo; objetivo pode ser sugerido também em algum momento à frente

Atualizaremos depois as planilhas




"Quais as razões da valorização desproporcional do mercado imobiliário ?", por Cesar Maia

Mais um artigo que nos remete a reflexão sobre a insana e absoluta "sem sentido"valorização ou "bolha" do mercado imobiliário brasileiro.

Artigo publicado por Cesar Maia, Prefeito por 3 vezes da cidade do Rio de Janeiro, ex-secretário de Finanças do Ex-Governador do Rio de Janeiro, Leonel Brizola, e atual vereador.


http://www.cesarmaia.com.br/2014/01/29-de-janeiro-de-2014/


QUAIS AS RAZÕES DA VALORIZAÇÃO DESPROPORCIONAL DO MERCADO IMOBILIÁRIO?

1. Sempre se pode explicar as razões de que o preço de um produto cresça –num período- muito mais que o crescimento da inflação e da renda dos diversos segmentos da população. Pode ser escassez, pode ser inovação, pode ser diferenciação, etc. Mas no caso do mercado imobiliário em que esses fatores não se aplicam da mesma forma, há que se mergulhar nas razões de um ciclo de valorização extravagante.

2. Na crise do petróleo dos anos 70, a demanda de imóveis nos EUA, pelos petrodólares, explicou aquele boom. Até o Rockfeller Center foi vendido.  Da mesma forma quando a mobilidade do capital asiático buscou segurança no mercado imobiliário. E outros casos de boom circunstancial.

3. Pode-se pensar em um crescimento e valorização acima da tendência de crescimento da renda real quando ocorre uma mudança no sistema de crédito, alargando prazos e reduzindo juros. Isso tem ocorrido por um período em vários países até que o poder de endividamento chegue a seu limite. Tem prazo!

4. Mas há casos onde o crescimento e valorização têm explicações exógenas e –digamos- “artificiais”. Por exemplo, o rumoroso caso dos aplicativos nos EUA que elevou o mercado em espiral, até sua explosão e a crise derivada, no mercado financeiro e na inadimplência.

5. O mercado imobiliário cria caminhos para a lavagem de dinheiro. O caminho da cocaína da América do Sul, passando pela Guatemala, Honduras, Caribe, México…, quase sempre vem acompanhado da exponenciação do mercado imobiliário. Isso é facilmente identificado pela quantidade de gruas nos bairros mais atrativos desses países, quase que como um campo de grandes antenas de TV.

6. No Brasil, esse fenômeno está para ser explicado. O crescimento da inflação e da renda –nos diversos segmentos- certamente não explica. Uma dispersão de 3 ou 4 vezes ou mais entre a valorização imobiliária e a renda por mais de 5 anos é algo estranho. A curva de expansão do crédito, já se encontra quase horizontal. Pode ser que ocorra, na margem, lavagem de dinheiro.

7. É um desafio aos economistas, aos centros de pesquisa…, explicar tal fato. Importante buscar razões, pois se no Brasil essas forem, digamos, “artificiais”, num determinado momento o castelo de cartas pode vir abaixo, atingindo a economia e, especialmente, as famílias inadimplentes. Entender será prevenir.





A Simetria perfeita do Dólar x Bovespa

O Objetivo desse artigo é trazer à tona alguma das correlações que os gráficos nos apresentam entre o a paridade "dólar x real" e o Bovespa; no final, ainda apresentaremos algumas outras correlações.

Mas o objetivo central é esse.

Como o nosso índice, o Bovespa, se comportou nos últimos anos frente ao dólar.

É dentro desse pensamento que é preciso contextualizar dólar e Bovespa, assim como outras variáveis.

O Brasil até 1999 mantinha uma política cambial rígida, isto é, o governo atuava sobre sua dinâmica de valorização do dólar ou desvalorização da moeda brasileira.

Na prática, o governo controlava o dólar; não tínhamos, como hoje, um "câmbio livre".

No máximo, com alguma simpatia, podíamos dizer que tínhamos um "câmbio sujo", ou uma flutação aqui, outra ali.

Mini ou Maxi desvalorizações da moeda brasileira frente ao dólar eram medianamente comuns, ao sabor das inúmeras instabilidades econômicas que emergiam do ambiente interno ou externo.

Pra piorar, até 1994, com o Plano Real, tínhamos um ambiente econômico ínterno absolutamente caótico com moratória externa como a de 1987 ou uma hiperinflação que escondia,  mascarava ou confundia qualquer dado ou variável macroeconômica.

O Plano Real, em 1994, começa a diminuir várias dessas aberrações ao estabilizar a moeda e,  por conseguinte, a Economia Brasileira.

No entanto, uma das principais âncoras, se não a principal, do Plano Real era o câmbio; portanto, mesmo com importantes e determinantes mudanças econômicas, o câmbio continuou sendo "controlado" pelo governo ao longo do primeiro momento do Plano Real.

Pode-se discutir que também, em alguns momentos, deixava-se o câmbio flutuar em "bandas estreitas"; porém, a essência era de um "câmbio fixo"

Essa "política controlada do câmbio" começa a mudar em 1999.

Na verdade, havia logo no início do Plano Real uma pressão enorme para que "se deixasse" o câmbio andar.

Mas como disse, "segurar" o câmbio era um dos pilares do Plano Real numa economia outrora fortemente indexada a moeda americana.

A pressão vinha do lado interno e do lado externo por conta de pelo menos 3 momentos críticos pelos quais o Brasil passa; a  saber,  a Crise do México em 1994, a Crise da Ásia em 1997 e a moratória da Rússia em 1998.

Em todos esses momentos, as moedas dos países emergentes foram atacadas; o Real Brasileiro não foi diferente.

No início de 1999, não deu mais pra segurar.

O default da Rússia meses antes, associado a não aprovação da tributação dos aposentados no Congresso Nacional no final de 1998, e um confuso e desastrado anúncio da moratória da dívida do Estado de Minas Gerais logo no início de 1999, foram o estopim para uma retirada maciça de dólares do país que jogou as Reservas Internacionais para um nível perigosíssimo.

Fernando Henrique Cardoso, o Presidente do Brasil àquela época, tenta mudar o quadro substituindo o Presidente do Banco Central, Gustavo Franco, e chamando o economista Chico Lopes.

Chico Lopes tenta "flutuar" o câmbio ao estabelecer uma "banda diagonal endógena", que, na prática, representava, nada mais, nada menos, do que uma "banda mais larga" para a "flutuação".

Simplesmente o mercado não entendeu nada dessa "banda diagonal endógena" e operou, de imediato "no teto da banda" durante  os poucos dias em que ela sobreviveu.

Fernando Henrique não hesita em trocar rapidamente o comando do Banco Central, e coloca o economista, também formado pela PUC-RJ, na Presidência do Banco.

A partir dai, o câmbio é "deixado livre".

Ou seja, é a partir de Armínio Fraga, em 1999, que efetivamente o Brasil passa a adotar uma política cambial de "câmbio flutuante".

É dentro desse contexto que é preciso cuidado em analisar plataformas gráficas que apresentam a  variável dólar antes de 1999; muitas delas nem apresentam.

Antes de 1994, diante do grave quadro de inflação e desarranjo econômico pelo qual passa o Brasil, obter plataformas gráficas do dólar que "descontem" efeitos inflacionários e planos econômicos com cortes de "zero", torna-se praticamente improdutivo.

O que veremos abaixo é praticamente um quadro do momento "mais arrumado" da Economia Brasileira, isto é, do Plano Real, em 1994, até aqui, com uma moeda "medianamente" estabilizada.

E o que vemos, principalmente a partir de 1999, quando temos essencialmente um "câmbio flutuante", é uma gritante simetria entre o dólar e o Bovespa.

Comecemos pelo gráfico que apresenta o período mais longo, desde 1994, com alguns momentos destacados.

Aqui, já é possível identificar a simetria a partir de 1999, com mais ênfase a partir de 2003.



Periodo 1994-2014 (Bovespa na metade superior e "Dólar x Real" na metade inferior"




Vamos andar e continuar a ver a simetria

Período 2003-2014 ("dólar x real" em preto, Bovespa em vermelho)



Período 2009-2014 ("dólar x real" em verde, Bovespa em azul)




Período 2009-2014 ("dólar x real" em preto, Bovespa em azul)






A dinâmica do Bovespa vai exatamente na direção contrária do "dólar x real", principalmente, vista de 2003 pra cá.

A simetria é tão perfeita, que podemos especular que os próprios algoritmos passam a se "auto-alimentar" do instante "t menos 1" pra reproduzirem a mesma simetria no "instante t".

E o que estaria "dentro" dessa dinâmica ?

Por isso, separei 4 setores do Bovespa que podem nos dar uma "luz"

Como estariam os 4 setores ou como têm reagido ao longo desse período ?

O que fica claro é que, nos momentos mais agudos, a simetria permanece, ou seja, nas altas ou quedas mais agudas do "dólar x bovespa", todos os 4 setores vão na direção contrária.

Dos 5 papéis que apresentaremos em seguida, o que parece seguir a simetria do Bovespa é a VALE5.

Aqui cabe o questionamento.

Ora, se o dólar sobe e a VALE é uma empresa fortemente exportadora, a simetria não deveria ser tão forte.

Pois é............coisas de renda variável, coisas do mercado de ações......

So...sorry......VALE tem peso forte no Bovespa.......talvez seja isso....


"Dólar x real" em preto e VALE5 em azul




A Simetria para a Siderúrgica Nacional e Usiminas, que são beneficiadas, ainda que indiretamente, pela alta do dólar, não parece ser tão aguda.....

Questões fundamentalistas ou justamente por elas não terem um peso tão forte no Bovespa podem explicar.


"Dólar x real" em preto e CSNA3 em marron



"Dólar x real" em preto e USIM5 em vermelho




E o que falaremos dos Bancos ?

A simetria também não é gritante......

E aqui ainda temos uma divergência alta no período 1999-2003. Mesmo com o dólar subindo forte, dada a liberação a partir de 1999, BBDC4 (Bradesco PN) sobe.

Não podemos esquecer que, naquele momento, as taxas de juros foram jogadas na estratosfera. Talvez isso explique....


BBDC4, Período 1999-2013 (BBDC4 em azul e "dólar x real" em preto"



Terminamos com um papel do setor de Varejo. PCAR4



Esse é o mais intrigante.......

Simetria praticamente inexiste.

Papel em alta forte , mesmo com a alta e reversão do dólar no período 2011-2013.

Porém, já vemos uma cunha rompida.

Outros papéis do setor de varejo têm sofrido muito mais nos últimos 6  meses, a despeito da alta forte nos últimos 2 anos

Coloquei o papel PCAR4 (Pão de Açucar PN ), pois se trata de um papel com um Longo histórico

Fica a reflexão.

A Simetria do dólar com o Bovespa é gritante.

A alta do dólar prejudica várias empresas, mas ameniza outras.

Alguns ajustes precisam ser feitos.

Alguns desses já foram feitos no curto prazo.

CSNA3 e USIM5, assim como GGBR4, subiram muito nos últimos 6 meses, varejo "parou de subir" depois de altas insanas, e VALE5 recuperou alguma coisa.

Por outro lado , a simetria está lá........

Os ajustes são feitos no curto prazo......

No longo prazo, a simetria continuará lá....








terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Índice "XLF" do Setor Financeiro Americano andando junto com o Dow Jones

Abaixo a sincronia do "XLF", índice do setor financeiro americano, com o Dow Jones.

Período 15 anos no primeiro gráfico. "XLF" em "preto", e Dow Jones em "verde"

Mais abaixo, o período de 3 anos, TEMPO SEMANAL, para os 2 índices.

Vejam que na queda forte em curso do mercado americanos, o "XLF" bateu numa LTA Longa, respeitando-a.

Reparem nos momentos A, B, C e D, ou seja, em todos os toques que formam essa LTA do "XLF", há uma nova perna de alta em seguida.

E essa "nova retomada" de alta, acontece, tanto para o "XLF", como para o Dow Jones.


"XLF" (em preto) em sincronia com Dow Jones (verde), TEMPO MENSAL, 15 ANOS



"XLF", Semanal, escala logarítmica




DOW JONES, Semanal, escala logarítmica










Bovespa em 28-01-2014

Vamos fazer diferente.

Enquanto não romper, pelo menos, os 49.500-49.600, não muda nada na reversão da tendência atual de baixa.

As médias móveis exponenciais de 13 e 21 ainda completamente embicadas pra baixo, sinal de venda.

Mas ainda considerando que possamos estar numa perna intermediária de baixa, e que, não iremos direto aos 44.100, vamos olhar a intermediária de 2012.

Reparem no retângulo em azul que marquei o movimento de meados de 2012 em relação a perna de baixa intemediária que foi de 63.500 a 55.000 pontos.

Essa perna de baixa parou no ponto A, que era um ponto acima dos 47.800 pontos.

Hoje, um ponto semelhante, seria justamente o suporte abaixo dos 48.000, ou seja, o ponto de 47.200; o mercado já foi até 47.500.

Divergências altistas fortes de Histograma no tempo diário já existiam naquela época. Hoje, também, como assinalado

IFR14 muito próximo de 30, faixa de sobrevenda.

Bovespa, diário, escala semi-logarímtica










"O caráter da inflação", por Gustavo Franco

Excelente artigo de Gustavo Franco, ex-Presidente do Banco Central no primeiro mandato do Presidente Fernando Henrique Cardoso, publicado no Jornal O Globo e no Jornal " O Estado de São Paulo" nesse domingo último.

Abaixo, o texto e o link divulgado pela "Casa das Garças":

http://www.casadasgarcas.com.br/


"O caráter da inflação"

Texto de Gustavo Franco para O Globo e O Estado de S. Paulo.
Publicado em: 26/01/2014


Tolos ou excessivamente espertos, sempre existiram os crentes no caráter da inflação. Uns viam um “caráter financeiro”, outros um “caráter classista” e ao fim do processo surgiram os sacerdotes do “caráter inercial”. Diante disso, ficou famosa a penetrante observação feita pelo mestre Mario Henrique Simonsen:

— A inflação brasileira não tem nenhum caráter.

Não se tratava apenas de definir a criatura como macunaímica e peçonhenta, mas de estabelecer que a criatura tinha funcionalidade, pois havia quem lhe enxergasse caráter, mas que não era benigna nem era possível de se manter sob limites.

O desaparecimento da criatura em razão do Plano Real, que fará 20 anos em fevereiro, foi imensamente festejado mas, infelizmente, a criatura retornou, com a mesma falta de caráter, e novamente produzindo discórdia, desconforto e injustiça. Seu retorno foi a convite, a partir da invenção denominada “Nova Matriz Macroeconômica”, uma criação da equipe econômica do governo.

Há os que enxergarão exagero nos veredictos acima. Para os que viveram a hiperinflação em particular, há dois sentimentos polares: o de que 5,91% ao ano não é nada, pois era a inflação de um fim de semana naqueles tempos malucos, e portanto não há razão para maiores ansiedades. No outro extremo, prevalece a angústia, pois o organismo econômico brasileiro livrou-se desse vício a muito custo, e pequenas dosagens da mesma droga podem produzir uma perigosa recaída.

É para se preocupar com 5,91% anuais, a inflação acumulada para 2013?

A primeira observação, quase um clichê, é que estamos tratando de fenômeno complexo, que está muito longe de se resumir apenas a um número. Uma média pode resultar de extremos muito desagradáveis e, assim, ocultar mais do que revelar. É comum se usar a analogia médica ao comparar a inflação com a febre e tomar a temperatura desse organismo com um número livre de ambiguidades. Entretanto, como toda analogia, ao simplificar demais o assunto, pode levar a erro em muitos casos, como agora. De muitas maneiras a medição da inflação se parece muito mais com um exame de sangue, com seus inúmeros testes capturando diferentes fenômenos e revelando disfunções de órgãos específicos. Os diversos números desse tipo de exame não se “somam”. Seu médico poderá dizer que o HDL está bom, mas não a tromboplastina e a testosterona. E que há um antígeno marcando números estranhos. Sem entender, e angustiado, você pede uma nota de zero a dez. Dificilmente o médico dirá um 5,91 ou qualquer número, não é por aí.

Os 5,91% da inflação pelo IPCA-2013 resultam de uma inflação nos serviços pouco inferior a 10% ao ano e de um congelamento branco de tarifas públicas. Péssimas notícias: 10% é muito e o país sabe bem que o congelamento de preços significa encomendar inflação no futuro, com a inevitável arrumação desses preços, sempre de forma amplificada e com as piores repercussões.

O congelamento é propositalmente dissimulado por movimentos que produzem uma inflação de cerca de 1% ao ano no conjunto desses itens, criando uma “inflação reprimida” que, na verdade, equivale à tentativa de aprisionar a inflação na sala de estar, o pior lugar para essa criatura peçonhenta, que vai espalhando sua sujeira pela casa, grafitando as paredes, tirando as coisas de seus lugares e ampliando a confusão.

Por isso é uma tolice apelar à “desindexação” para justificar esse congelamento. É visível que as autoridades não sabem o que é desindexação, do contrário aceitariam o que lhes pede a Petrobras para os preços de derivados do petróleo. Qual a lógica de os preços da gasolina, eletricidade e passagem de ônibus não andarem (sobretudo quando todos possuem agendas ampliadas de investimento), a tabela do Imposto de Renda sofrer correção de 4,5% e o salário mínimo crescer 6,78%?

A indexação (a prática da correção monetária) é assunto muito complicado, e muitos economistas de alentada reputação já meteram os pés pelas mãos nesse assunto. A ligação entre inflação e indexação provoca confusões históricas, como a tese do “caráter inercial” que postulava que a inflação existia por que existiu ontem, ou que a causa da inflação era a correção monetária. Como acima argumentado, era um julgamento tolo, ou excessivamente malicioso, sobre o caráter da inflação.

Obviamente os planos de estabilização baseados nessas teses insanas fracassaram todos, de forma flagrante e humilhante. Mas nem por isso desapareceu a tese de que a indexação era a causa da inflação e não a consequência, tampouco a ideia que falsear a correção monetária serve para moderar a inflação.

Desindexação não é “congelamento”, pelo contrário, é liberdade para o sistema de preços cumprir o seu papel de vibrar e orientar as decisões econômicas, ou seja, está mais para a livre contratação de indexação, sobretudo no setor privado.

Nos preços públicos, onde não pode haver a livre negociação, trata-se de equilíbrio econômico financeiro de contratos supervisionados pelo poder público e de honestidade na aferição dos índices. Ao fraquejar nesses princípios, as autoridades introduzem um veneno na economia, que apenas o exame mais detalhado do índice de inflação logra capturar.

Os efeitos do veneno já são muito presentes na corrente sanguínea e a conclusão do hemograma é muito simples: a “Nova Matriz” é um fiasco histórico. Com a política fiscal frouxa, as leis da economia, das quais, infelizmente, não é possível fugir, impõem ao governo a escolha entre mais inflação ou mais juros.

Os argentinos preferiram “nenhum dos dois”, e apostaram que uma maquiagem muito pesada em todos os números poderia enganar as leis da economia. É como alterar os valores do exame de sangue, acreditando que isso vai confundir o médico e também as doenças. O fracasso dessa tolice tem sido exposto em cores cada vez piores a cada dia.

No Brasil, estamos utilizando maquiagem, sobretudo nos números fiscais, mas a escolha mais importante foi a de permitir que o Banco Central cumpra seu dever, e portanto, optamos pelo “mais juros”. A antipatia pública se volta para a ortodoxia da Autoridade Monetária e, assim, os políticos responsáveis pela desordem fiscal se afastam das consequências de seus atos. Um clássico, um truque velho e sem nenhum caráter.






segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Bovespa em 27-01-2013

Nada mudou no Bovespa....

Fechamento em 47.700, queda de 0,18%

Abaixo de 48.000 deixa o mercado desconfiado. Tentou romper hoje o topinho mais curto em 48.300 e nem isso cconseguiu.

Segurou, por outro lado, na mesma faixa de 47.500 na mínima do dia.

Por esse ponto de vista foi positivo.

Abaixo, coloquei uma LTA que vem lá de 2004 rompida  no meio do ano passado, o que deixa a hipótese de uma p[a de ventilador "pra baixo" com algumas LTA'S a balizar o índice. Hoje, traçando-a desde o fundo de 2004 passando pelo fundo do ano passado, teríamos algo ali em torno de 46.500.

Isso é mais ou menos coerente com a LTA que eu tracei no final de semana com o Bovespa dolarizado.

Suporte abaixo de 47.500 temos alguns picotes até os 45.00 mais forte; temos os 47.200, depois 46.500 e 46.000

Pra cima temos os 48.300 curtinho e depois 48.800, depois 49.200, por onde passa uma LTB.

Bovespa, MENSAL, Escala logarítmica, 10 anos



Bovespa, diário, Escala logarítmica, 1 ano










domingo, 26 de janeiro de 2014

Algumas palavras sobre o filme "O Lobo de Wall Street"

Vi essa semana o filme "O Lobo de Wall Street".

Já havia lido o livro, sem muito entusiasmo.

Tanto o livro como o filme enviam mensagens polêmicas e contém uma série de furos.

Talvez como entretenimento , valha a pena; apenas isso.

Não sei se vale uma indicação ao Oscar, como o foi.

Li "Os Mercadores da Noite" , do brasileiro Ivan Santana, e me pareceu muito mais interessante, ainda que dentro da categoria "ficção", do que "O Lobo de Wall Street".

Aliás, tão mais interessante que, uma vez roteirizado para o cinema, teria muito mais potencial do que "Wall Street 2", por exemplo.

Leonardo di Caprio carrega o filme "nas costas"; atuação genial. Muito difícil perder o Oscar com essa atuação.

Enfim, Wall Street tem muito mais histórias interessantes a contar.....

Abaixo, o trailler do filme











VALE5, 2o.Maior Peso do Índice Bovespa

Um possível longo canal de baixa........

VALE5, Gráfico MENSAL, 6 anos, escala logarítmica (sem proventos e dividendos)









IBM - 2o Maior Peso do Índice Dow Jones

IBM parece fazer topos e fundos descendentes numa dinâmica "suave".......caindo "aos poucos".....

Talvez falte a última ida aos 200.....


IBM, Gráfico Semanal, 6 anos, escala logarítmica








Zico, Maradona, Autral, Cruzado, Peron, Vargas, "Kirchners" e o PT

Há cerca de 1 ano, depois do Congelamento de Preços praticado pela Presidente da Argentina, Cristina Kirchner, no início do ano passado, estava eu batendo papo com um amigo na mesa de um bar sobre a infeliz coincidência que permeia as trajetórias do Brasil e Argentina.

Essa conversa me veio à mente depois da semana caótica pela qual viveu a Argentina.

Comecemos pelo Futebol.

Enquanto em meados dos anos 70, um craque brasileiro aparecia para o mundo, Zico, em terras argentinas o cenário não era diferente; aparecia Maradona.

Zico, pelo Brasil, e Maradona pela Argentina, reinariam absoluto ao longo dos anos seguintes, estabelecendo um novo paradigma para o futebol, depois de Pelé.

Agora, voltemos um pouco no tempo, mais precisamente ao universo político.

Em 1946, a Argentina, depois de ser considerada uma das nações mais ricas do mundo do ínicio do século 20, passa a viver os tempos de Juan Perón. Um político clássico com forte viés nacionalista e populista.

O Brasil já vivenciara esse universo cerca de 15 anos antes, com Getúlio Vargas.

Perón fica na Argentina até 1956, marcando de tal forma a política argentina, a ponto de se estabelecer um "novo tipo de política", o "Peronismo".

No Brasil, o paralelismo continua, ao trazermos de volta Getúlio Vargas ao poder, de 1951 a 1954, no mesmo período em que Perón, na Argentina, chegava ao ápice.

O "Getulismo" no Brasil, e o "Peronismo" na Argentina, passam a ser espelhos do mesmo tipo de fazer política e de se fazer entender;  Perón e Getúlio são os ""pais dos pobres" e nunca os "abandonarão".

Argentina e Brasil passam a namorar com um tipo de política própria das nações "terceiro-mundistas", carregadas de "salvadores da pátria".

Os militares assumem na Argentina em 1958, um pouco antes dos militares brasileiros assumirem o governo brasileiro, em 1964, depois da queda do Presidente João Goulart.

A situação ainda permaneceria confusa e híbrida para a Argentina até 1983, quando, finalmente, os militares deixam o poder, para que Raul Alfonsin assuma.

A despeito da abertura política executada pelo militar brasileiro João Figueiredo em 1984, o Brasil só abriga um Presidente Civil em 1990, quando Fernando Collor de Mello vence Lula na primeira eleição direta para Presidente depois de quase 30 anos.

Posto o paralelismo político, caminhemos para o paralelismo econômico.

O Plano Austral em 1985, na Argentina, e o Plano Cruzado no Brasil imposto em 1986, congelaram preços.

Ambos tentavam conter uma inflação em patamar "hiperinflacionário"; Argentina e Brasil já conviviam com taxas mensais de inflação superiores a 20%.

A única diferença real resumia-se a um plano político, isto é, a Argentina já surfava um ambiente sem os militares, com Raul Alfonsin no governo; o Brasil mantinha um governo confuso, eleito por eleição indireta, com o "outrora vice" José Sarney na Presidência, um candidato apoiado pelos militares, já que o vitorioso Tancredo Neves havia morrido prematuramente antes de assumir.

Ambos não deram certo.

A inflação não demorou a voltar para ambos os países.

Domingos Cavalo, Ministro da Economia no Governo do Presidente Carlos Menem na Argentina, consegue êxito no controle da inflação ao pendurar o peso no dólar em 1989-1990.

4 anos mais tarde, no Brasil, um engenhoso Plano Real, muito mais sofisticado e ousado, que impõe, em sua essência, a simultaneidade de 2 moedas no Brasil, uma virtual, e outra real (URV e Real), acabaria com a hiperinflação brasileira

Nesse momento, ambos os países pareciam caminhar para um período de "normalidade".

No Brasil, novos ares com Fernando Henrique Cardoso a partir  de 1994 colocam o país falando de reformas estruturais, privatizações, austeridade fiscal, com a Lei da Responsabilidade Fiscal, e de seriedade no enfrentamento da inflação.

Ledo Engano.......

Apenas uma alegria que não durou muito, ou quase nada.

A despeito de novas instabilidades econômicas no mundo em 1997 e 1998, com as Crises da Ásia e o default da Rússia, ambos os países, Argentina e Brasil,dão "meia-volta" e mergulham em novos populismos.

A Argentina, com o governo Néstor Kirchner a partir de 2003, passando por sua esposa, a Presidente Cristina Kirchner, no governo desde 2007.

E o Brasil, com o governo petista a partir de 2003; primeiro com o Presidente Lula, depois, a partir de 2010, com a Presidente Dilma.

Interferências econômicas, descaso com o rigor fiscal, negligência com o controle inflacionário e Política externa de aproximação com países escandalosamente dúbios em relação às liberdades econômica e individuais, são alguns dos pontos em comum que invadem as conduções dos governos argentino e brasileiro, principalmente se olharmos os últimos 4-5 anos.

A queda forte do peso argentino na última semana, após a liberação do câmbio pelo governo argentino, é apenas reflexo parcial dos erros cometidos por um governo na condução da política econômica.

Afinal, como termos oportunidade de ver nos gráficos abaixo, o dólar já vinha se valorizando nos últimos meses frente ao peso argentino. As consequências podem ser vistas em outras dimensões.

Também nem estou falando em Bolsa de Valores; no caso da Argentina, por se tratar de uma "Bolsa pequena", restrita a poucas empresas, ela vem se valorizando fortemente nos últimos anos, mesmo depois da Crise Americana de 2008

Estou falando no impacto no bolso do povo, no impacto da inflação e da desarrumação econômica.

Não custa lembrar, que, infelizmente, dadas as coincidências econômicas, políticas e sociais que marcaram Brasil e Argentina ao longo dos últimos 80 anos, e expostas acima, dificilmente, nós, os brasileiros, escaparemos do mesmo conturbado momento econômico vivido atualmente pela Argentina.

A tendência é caminharmos na mesma direção...........

Zico, Maradona, Plano Austral, Plano Cruzado, Perón, Vargas, "Kirchners" e PT estão aí pra não nos iludirmos.

Querem mais uma ?

Messi e Neymar.....


Paridade "Dólar x Peso argentino" - 15 anos


Fonte: tradingeconomics.com


Paridade "Dólar x Real" - 15 anos



Fonte: tradingeconomics.com


Indice Merval (Bolsa de Valores Argentina) - período 15 anos



fonte: tradingeconomics.com









LTA 5 anos Dow Jones........continuamos monitorando........aperitivo com o SP500

Dow Jones, Tempo Mensal, 15 anos, escala logarítmica


         



SP500, Tempo SEMANAL, Escala logarítmica









sábado, 25 de janeiro de 2014

"ETF-Hedge" do Bovespa, o "BZQ", explode, rompe a faixa de 95, e busca direto a faixa de 99

Falei ao longo da semana sobre o "BZQ", o "ETF-Espelho" do Bovespa, uma espécide de hedge contra o Bovespa.

Uma possível LTB que vinha de meados do ano passado não segurou , e o índice foi direto procurar o topo anterior, faixa de 99.

Reflexo da forte aversão ao risco em relação ao Brasil.

À frente, vários picotes; mais importantes, a faixa de 100 e 105.



"BZQ", Semanal










Parabéns São Paulo pelos 460 anos !!

Aniversário da maior cidade do Brasil, São Paulo......

460 anos.......

A reverência de um carioca a uma das cidades mais globalizadas, miscigenadas culturalmente, charmosas, diversificadas e simpáticas do mundo.

Estar em São Paulo é respirar cultura, charme, simpatia, o bom atendimento ao público; é respirar um povo que soube erguer uma das maiores cidades do mundo sem a sombra do Estado Patriarcal.

Parabéns São Paulo !!













Paridade "Dólar x Real" - Tempo Semanal - Periodo 5 anos

Dólar x Real  (USD x BRL ) - Tempo Semanal - Período 5 anos














sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Atenção Atenção !!! Brasil está preparado !!!!.....é o que diz o Ministro da Fazenda do Brasil Guido Mantega

http://economia.uol.com.br/noticias/bbc/2014/01/24/mantega-brasil-esta-preparado-apos-mudanca-cambial-na-argentina.htm

Mantega: Brasil está 'preparado' após mudança cambial na Argentina
24/01/201416h59

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta sexta-feira em Davos, na Suíça, que o Brasil "está muito bem preparado para volatilidades", ao ser questionado pela BBC Brasil se a crise cambial na Argentina preocupa o governo brasileiro.

A Argentina viu sua moeda perder mais de 11% do valor na quinta-feira, a maior desvalorização diária desde 2002, em consequência de mais uma medida de restrição à saída de dólares do país, com a limitação da compra em sites estrangeiros em no máximo US$ 50 ao ano. Desde o início do ano, o peso argentino já se desvalorizou em mais de 20%.

Com isso, existe o temor de um possível contágio da crise para o Brasil, além do efeito de prejudicar a competitividade internacional dos produtos brasileiros de exportação em relação aos produtos argentinos, que ficam mais baratos em dólar com a desvalorização do peso.

"O Brasil está muito bem preparado para essas volatilidades. Temos, por exemplo, muitas reservas, ao contrário de outros paises", disse Mantega, num intervalo do Fórum Econômico Mundial.

'Não sai dinheiro'

"Nós temos um mercado futuro que tem regulado o câmbio. Não sai dinheiro do país. Nós temos um fluxo muito bom para o país", afirmou. Segundo ele, o Brasil não tem problemas de fluxo de caixa, "tanto que nossas reservas estão mantidas no seu patamar".

Questionado sobre as políticas adotadas pelo governo argentino, Mantega afirmou que "cada país adotou suas políticas" e que, em sua avaliação, a volatilidade cambial nos mercados emergentes em geral é consequência de uma projeção de um crescimento menor da China, o que afetaria os preços internacionais das commodities.

"Está ocorrendo uma certa volatilidade no mercado de câmbio, em vários países emergentes, uns mais e outros menos. Isso é reflexo principalmente da expectativa em relação à China", disse o ministro, que em nenhum momento se referiu diretamente à Argentina em suas respostas.

"A expectativa de um crescimento talvez um pouco menor na China, coisa que não acredito, mexe com os países produtores de commodities, dos quais a China é compradora", disse. "Cai o cobre, cai o minério de ferro, e é isso que afeta o câmbio desses países", afirmou.





O único ponto positivo do dia e da semana foi o fechamento do Bovespa em 19.900 pontos em dolar

20.000 pontos em dólar................

Sim.......fechamento do "dólar x real" hoje foi em R$ 2,40.

Peguemos 47.780 pontos, fechamento de hoje do Bovespa e dividamos por 2,40.

RESULTADO = 19.900 pontos.

Reparem  no gráfico abaixo do Bovespa em dólar.

Apenas ressalte-se que ele não tem o fechamento de hoje em dólar, porém, dada a conta que fizemos acima, podemos considerá-lo tocando a faixa de 19.900-20.000

Em 3 de julho do ano passado, tivemos um fechamento em 19.869 pontos. Aquele ponto foi o fundo do ano.

Praticamente o mesmo ponto do fechamento de hoje;

Agora, reparem no gráfico em seguida o significado do divisor de 20.000 pontos em dólar.

Não é desprezível.......

Abaixo dele, temos o fundo de 2008, depois apenas a faixa de 12.500 e 10.000 pontos.

Vemos uma certa coerência nas LTA'S e LTB's nos movimentos de 1996-2000 e 1999-2003 pelos fechamentos.

Agora, reparem na grande LTA que vem lá de 2003 que eu fiz questão de destacar em verde.

Ela passaria hoje justamente ali perto de 20.000 pontos........

Ou seja....

Os 20.000 pontos hoje em dólar não apenas são importantes pelo fechamento em cima desse importante divisor, mas também por bater na LTA.

Podemos especular que o mercado faça fundo aí, respire e tenha uma boa perna de alta adiante.

ÚLTIMA PARADA....................

Depois de rompida essa LTA e os 20.000 pontos, o fundo de 2008 pode não aguentar.

Aí, teríamos os 12.500 ou 10.000 pontos em dólar...















Compra acionada em PETR4 a 15,05 e stop em BBDC4 em 26.50

Foi acionada sugestão de compra PETR4 a 15,05 com peso de 20%, como postado semana passada e como constava na planiha

Nosso lote de BBDC4 foi stopado a 26,50

VALE5 que encarteiramos ontem a 28,15 continua na carteira.

Vamos ajustar o objetivo da VALE5 para 29,20 e o objetivo da PETR4 será de 15,49.

Tais observações ressaltarei em post seguinte.

Assim como deixarei alguns ajustes a serem feitos na dinâmica das sugestões de compra ou de venda, no que tange aos rompimentos, pra baixo, ou pra cima




O último que sair apague a luz..

O Crash no Bovespa não para.

Com absoluto surrealismo em relação a alguns papéis, investidores simplesmente se desfazem das posições a qualquer preço.

Bovespa rompeu pra baixo os 48.000, foi aos 47.500 e fechou aos 47.800.....abaixo dos 48.000 pontos, importante divisor....

Tudo pode acontecer semana que vem, dado o forte desmonte que tomou conta dos mercados brasileiros.

Papéis de bancos massacrados......bancos sólidos, que sofrerão, é claro, num eventual aumento da inadimplência, num massivo estouro da bolha imobiliária......enfim.....

mas a queda nos últimos dias é simplesmente um movimento de entrega de papéis, sem repiques, sem nada.....

apenas se desfazem.....

volto a dizer....mais preocupante do que os bancos, é o setor de consumo....e esse teve uma alta gritante, que em nada justificava a dinâmica do setor, pois os incentivos do governo ao tirar os impostos representavam apenas uma morfina momentânea; vários papeis subiram 100% em menos de 2 anos.

Médio prazo do Bovespa completamente comprometido, mas a volatilidade não......

Altas bizarras de 10% ou mesmo 20% num curto espaço de tempo (15 a 40 dias ) podem acontecer a qualquer hora para os papéis de forte peso para o Bovespa, como VALE, Bradesco, Itau e Petrobrás, dada a insanidade das quedas.

Bovespa precisa recuperar os 48.000 na segunda-feira, pois se não, passamos a pensar em 45.000 ou mesmo os 44.100


De resto, as LTB's já foram  faladas aqui no post anterior..........pra melhorar no curto prazo agora, temos que romper os 49.500, depois 50.500 e 51.200.




As 2 LTB'S do Bovespa

A primeira LTB vem lá do topo em 56.720 pontos.

Podemos considerá-la ativa sim, já que houve 3 rompimentos falsos ao longo desse movimento, Um deles, a LTB chegou a ser rompida no fechamento.

Hoje, ela passa ali por volta de 49.300.

A outra, mais curtinha e "acima", vem desde os 52.000 pontos. Hoje passa ali por volta de 50.000 pontos.

Bovespa, diário, escala logarítmica








"SSEC" China e sua LTB rompida com forte divergência altista de IFR14

Abaixo, gráfico diário do "SSEC" da China, principal índice do mercado de ações de lá.

Gráfico tão horroroso quanto o do Bovespa. Porém, no curtíssmo prazo, vemos a LTB rompida anteontem, e engatando novas altas no fechamento de hoje.

"SSEC-CHINA", DIÁRIO, Escala logarítmica