sábado, 30 de novembro de 2013

Bovespa - Final de Semana - Diário e Semanal

Bovespa iniciou a semana ainda bastante pressionado na "VENDA".

Chegou a fechar por 2 dias seguidos abaixo da importante faixa de 52.000 pontos. Na quinta-feira, mesmo com o feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos, o índice ainda bateu na máxima a faixa de 52.500, mas não teve forças pra fechar acima dos 52.000.

Ontem, sexta-feira, finalmente o índice mostrou uma boa reação ao fechar a semana na máxima, exatamente a máxima do dia anterior. 52.490 pontos; alta de 1,23% no dia e queda de 0,60% na semana.

Alguns sinais continuam a mostrar a mesma pressão vendedora do ínicio da semana.

Como exemplo, temos a MME13 ainda cruzada pra baixo sobre a MME21 no tempo diário, como visto no primeiro gráfico abaixo .

MACD e histograma, no tempo diário, também ainda em modo "Venda"

Por outro lado, quando passamos pro tempo SEMANAL, outros pontos começam a aparecer.

Temos ainda MACD e histograma em modo "compra"; inclusive o histograma "desceu" próximo a "linha zero", o que pode sugerir o término da "pressão vendedora" a partir da próxima semana, ainda que com "zigue-zagues".

Também pode ser visto no segundo gráfico, tempo SEMANAL, as bandas bollinger estreitando e com sua MÉDIA embicada pra cima, o que é sinal de compra no SEMANAL.

Isto é, a correção vista até agora, inclusive com os 2 toques na faixa de 51.300, apenas "serviria" pra estreitar as bandas no TEMPO SEMANAL, assim como fazer o índice tocar a MÉDIA BOLLINGER.

Também pode-se especular no "fundinho duplo" em 51.300 com ligeira divergência altista de IFR14 e histograma no tempo diário.

A LTB de longo prazo também está abaixo destacada passando ali próximo a 57.500 pontos.

Suportes em 52.000, depois os 51.200-51.300; Resistências em 53.000 e a mais forte em 54.300, que se rompida, melhora muito no curto-médio prazo.




Bovespa, diário, escala logarítmica





Bovespa, SEMANAL, escala logarítmica















quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Bovespa em 26-11-2013

Bovespa volta a fechar em baixa, numa dinâmica muito negativa desde meados de outubro.

Com isso, o índice já flerta perigosamente com um pivot de baixa, ao tocar "por cima" o último fundo em 51.200; a mínima de hoje foi 51.430 pontos, com fechamento praticamente nela; queda de 1,56%

A pressão vendedora tem sido já em quase todas as direções; VALE, PETROBRÁS, BANCOS e IMOBILIÁRIAS respondem pela maior parte.

Divergência altista mais clara podemos ver no histograma destacado abaixo.

Abaixo de 51.200, temos a faixa de 49.500-50.000.

Pra melhora de curto prazo, temos a faixa de 52.000 pra romper, depois 53.000 e 54.300.



Bovespa, diário













terça-feira, 26 de novembro de 2013

A Bolha Imobiliária já estourou; falta apenas recolher os cadáveres


Li um artigo no final de semana, postado aqui no blog, que me deu um "estalo".

No artigo, o americano Michael Sirene argumentava que o Dow Jones teria caminho aberto até os 20.000 pontos, pois, segundo ele, para haver uma bolha no mercado de ações, o atual patamar de 16.000 pontos não bastaria; "seria preciso" ir além dos 16.000 pontos pra que, de fato, tivéssemos um "comportamento irracional" que escancare a "bolha".

Mais, dizia ele....."parem de falar de bolha !"......"a bolha somente faz sentido em "segredo"....se todo mundo fala, não há bolha", acrescentava Michael Sirene...

"SIM" !!!, pensei eu !!!

É isso......

Ninguém falava em bolha imobiliária ao longo dos últimos 4-5 anos,  algo como um "segredo"; alguns poucos, há 2-3 anos, sugeriam a formação de uma bolha.

Mas o que vimos de 2-3 anos pra cá, foi muito mais "além do razoável".

Um "comportamento irracional", uma verdadeira "INSANIDADE" nos preços dos imóveis tomou conta no Brasil.

Não existe Imóvel "barato" ou "caro". Nesse momento, apenas existem 2 classes de imóveis: "os caros" e os "estratosféricos"; tudo é muito, mas muito caro, e ainda torna-se mais agressivo quando os comparamos com valores lá de fora.

Mas, estamos "felizmente" em outro patamar.

Sim !
O segredo da BOLHA IMOBILIÁRIA começa a ser desvendado  !!!

Sim !!! Ao longo dos últimos 4-5 anos, como disse, era um segredo.

Agora, não mais.

Querem a prova ?










Acima, temos 2 gráficos obtidos por uma simples observação de uma ferramenta do Google , o "Google Trends".

O que é o "Google Trends" ? Nada mais do que a leitura de acessos de determinadas "palavras-chave" ao longo do tempo.

Reparem primeiro no gráfico de 2 palavras que resumiam a bolha americana : "housing market bubble" em vermelho e "housing bubble prices" em azul.

Ambas palavras tem a mesma dinâmica. E ambas palavras tiveram o seu ápice  junto a população americana cerca de 2 anos antes do estouro da bolha. O ápice é alcançado em meados de 2005.

Ou seja, 2 anos antes do sistema todo ruir, e levar os preços dos imóveis para baixo, os americanos começaram a achar que "tinha algo de errado" com os preços dos imóveis.

O "Segredo da Bolha Imobiliária americana" começou a ser desvendado. Pessoas certamente conversavam entre si, discutiam entre si e entravam no google pra "se informar".

Digitavam mais e mais as palavras "housing market bubblet" e "housing bubble prices". A discussão se espallhou; e o inevitável aconteceu 2 anos depois.

É óbvio que o objetivo central não é estabelecer um caminho direto entre o aumento de acesso no google e a queda dos preços; mas há uma relação clara entre a maneira como as pessoas reagem a insanidade dos preços e sua posterior dinâmica.

Agora, voltemos as atenções ao segundo gráfico destacado acima, gráfico da palavra chave "bolha imobiliária", e que traduz a situação brasileira

Há um forte aumento no acesso ao termo "bolha imobiliária" na pesquisa do google nos últimos meses.

Ou seja, podemos especular que a "BOLHA IMOBILIÁRIA" parece não ser mais segredo.

A discussão sobre uma eventual  Bolha Imobiliária no Brasil parece se espalhar rapidamente; as pessoas procuram conversar entre si pra tirarem suas conclusões, refletirem. Elas querem saber, mais e mais; parecem buscar informações pra que entendam se, de fato, os preços "fazem sentido".


Antes de prosseguirmos, não deixemos de rever o gráfico do principal índice dos preços dos imóveis nos Estados Unidos, o índice "Case-Shiller", com a clara e abrupta queda dos preços dos imóveis ali por volta de 2008-2009



fonte: multpl.com



É nesse ponto que partimos para uma outra clara observação e defesa de ponto de vista.

A BOLHA IMOBILIÁRIA já estourou !!!

Sim !!

Estourar não significa necessariamente trazer os preços dos imóveis rapidamente pra baixo.

A Bolha já estourou à medida que alguém já iniciou o processo.

É como se alguém chegasse até uma "bola de ar" e fizesse um "furo".

Ela foi foi "furada", o processo se iniciou, o estouro ou esvaziamento passa a ser uma simples questão de velocidade ou semântica.

Por quê, cada vez mais, vemos as construtoras abrirem, escandalosamente, descontos, sejam através de feirões ou não, em seus lançamentos ou imóveis em estoque ?

Continuemos a ilustrar o fenômeno, dessa vez, à luz do desempenho de algumas instituições americanas antes da CRISE DE 2008


Vejam abaixo a dinâmica e o desempenho dos gráficos de 4 grandes instituições americanas (JPMORGAN em "preto", CITIBANK em "verde", Bank of America em "vermelho" e a seguradora AIG em "cinza"), ao longo de 2006-2007-2009, comparável com o índice Dow Jones em "azul".

CITIBANK, BANK OF AMERICA e AIG já vem caindo ao final de 2006; ao longo de 2007 passam a não fazer novos topos, diferente do Dow Jones.

Os preços do JPMORGAN apenas mostram diferença em relação a 2006 e início de 2007. Porém, fica claro que ele passa a cair e não fazer novos topos em 2007 também, diferente do Dow Jones.





Isto é, os gráficos acima denotam que os mercados antecipavam os problemas dos bancos, problemas esses precificados na dinâmica dos preços de suas ações.


Aqui no Brasil, os sintomas não são nada diferentes.

Como podemos ter preços dos imóveis em alta com os índices "IMOB" (principal índice do setor imobiliário brasileiro") e "índice dos fundos imobiliários" em baixa ?

Vejam abaixo os 2 índices junto com o IVG-r (índice dos preços dos imóveis elaborado pela FGV)


IVGR


fonte: Banco Central do Brasil


IMOB


fonte: dadosdabolsa.com


"índice dos fundos imobiliários"



fonte: dadosdabolsa.com



A inconsistência acima verificada é prova de que os mercados já se anteciparam, e continuam a se antecipar a uma distorção nos preços dos ativos que compõem todo o escopo de negócios do setor imobiliário.

É nesse estágio que passamos a discutir a fase 2, pois a fase 1 já está em curso. A Bolha Imobiliária já estourou; já fizeram o "furo na bolha de ar"

A fase 2 é saber qual será o "DAY-AFTER", e quanto tempo esse processo demorará.

O que teremos quando a BOLHA IMOBILIÁRIA "acabar de estourar" ou "parar de esvaziar" ? E quanto tempo levará ?

Não temos essa resposta exata.

Por outro lado, os gráficos discutidos  acima nos indicam que o "estouro" já aconteceu.

O "tamanho" e o tempo do "DAY-AFTER" dependerá das aberrações produzidas na formação da Bolha, e essas foram muitas.

Mas também dependerão das pedras e problemas no caminho.

E esses não são poucos.

Vamos a alguns deles.

Abaixo, temos o gráfico do "Índice INDUSTRIAL"

Por quê, apesar da nossa conhecida fragilidade de infra-estrutura e de "arcabouço tributário", o "índice industrial"( em vermelho) dá mostras de força justamente de meados de 2012 pra cá, o mesmo período em que o dólar reverte o BEAR-MARKET e entra numa fase "BULL! ?


"INDUSTRIAL X BOVESPA"




Ora.....dólar forte, produtos brasileiros "mais baratos" lá fora......uma tendência maior a exportar, ainda que sob fragilidades imensas da indústria brasileira; a saber, problemas em logísticas de distribuição, baixa competitividade do trabalhador e forte carga tributária.


Mas porquê a força durante tanto tempo ?

Estaríamos próximos a um novo "overshooting" do Dólar perante o Real ?


É nessa fase que voltemos as atenções para os CADÁVERES.


Dólar pressionado pra cima.

Inflação resistentemente alta por 3 anos.

Dólar em permanente pressão na alta, pôe mais lenha na fogueira da inflação.

Inflação mais alta, pôe mais pressão na alta das taxas de juros.

Inflação alta e taxas de juros em alta diminuem o poder de compra, diminuem o consumo.

Sofrem as construtoras, sofrem os investidores que compraram na planta, sofrem os compradores de imóveis que "se enfiaram" em prestações longas e caras pra se adequarem aos preços insanos..

Algumas das grandes construtoras brasileiras já apresentam dívidas superiores a seus patrimônios liquidos.

A bolha imobiliária já estourou.......

Estamos caminhando numa trilha carregada de minas terrestres.

Os cadáveres estarão espalhados, mais cedo, ou mais tarde.

Queremos apenas saber quais serão os cadáveres..
















Cobre estreitando bandas bollinger no tempo Semanal


Cobre, semanal, escala logarítmica












segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Uma interessante tese por Michael Sincere : "Dow Jones 20.000 pontos: É preciso um comportamento irracional para criar uma Bolha"

Em artigo escrito semana passada no site "Marketwatch",,Michael Sincere expõe alguns pontos interessantes sobre o desempenho do Dow Jones.

Um deles é a possibilidade do Índice ir aos 20.000 pontos.

E o que fundamenta em grande parte seu raciocínio, é a simples idéia de que é preciso muito mais "irracionalidade" do que vimos até agora. Os 20.000 pontos seriam "o bolo na cereja" na irracionalidade do comportamento do mercado.

Outro ponto curioso que ele põe à mesa é :

"PAREM DE FALAR SOBRE BOLHA"......Sim.....diz ele......a bolha só existe se ninguém fala nela,....se ficarmos "toda hora" falando de bolha, bolha......o processo em si passa a não ser um segredo...

Abaixo, o texto:

http://www.marketwatch.com/story/dow-20000-here-we-come-its-different-this-time-2013-11-22?link=mw_home_kiosk


Nov. 22, 2013, 6:01 a.m. EST
Dow 20,000 here we come: It’s different this time
Commentary: We need more irrational behavior to create a real bubble

By Michael Sincere

Watching the Dow Jones Industrial Average top 16,000, many investors are hoping this market is in a bubble (so they can shrewdly buy stocks at lower prices when it pops). But we have a long way to go for that.

Right now, the most important part of a bubble is missing — the mania. We need intoxicated investors, a buying frenzy, over the top speculation, and a get-rich-quick mentality. A bubble without a mania is like an ice cream sundae without a cherry. We can do better.

Although it’s possible to have a bubble without a mania, those maniacal meltups help historians confirm whether it was a true bubble. Also, meltups make you feel rich before you go broke (be sure to save your statements so you can remember how much you could have, should have, and would have made if you had sold in time).

There are some signs of exuberance. Mutual funds are bringing in a lot more cash, some money managers are afraid to miss the expected Christmas rally (and their year-end-bonuses), the VIX VIX -3.16%   remains in the complacent zone at 12, and the Investors Intelligent sentiment survey is over 50% bullish.

That’s a good start — but nothing like a true bubble. In the old days, bullish sentiment readings were off the charts at 80%. We can do better.

If this were a traditional bubble, I’d be getting stock tips from supermarket baggers, cabdrivers, and my barber (he tells me no one is giving him tips, either).

Rather than bubbling with excitement because the market more than doubled, investors seem disinterested. They aren’t buying stocks like in 1999, or buying houses like in 2007. In fact, I don’t know what they’re buying. Now that those 401(k) accounts are finally getting back to even, investors need to step up to the plate and push this market much, much higher.

Dow 20,000 is possible

After we breached 16,000 for the first time the other day, the folks at CNBC put on their party hats — but you ain’t seen nothing yet. To make this the real deal, we need a little parabolic action.

Dow 20,000 has a nice ring to it. In fact, Dow 20,000 is not only doable, but also reasonable (yes, we can do 25% in six months). It may also boost the bullish juices if someone wrote a book, Dow 20,000 (note to publishers: the title is available).

If you want to see a real bubble in action, take a look at China. Hong Kong’s Hang Seng Index was at 20,000 in July; now it’s around 24,000 (almost 20% in four months beats the U.S. market). On some days, the Hang Seng rallies by 5% to 7% (that’s 1,000 points on the Dow). On a typical day, the Hang Seng might be up 3%. In China, they know how to do bubbles (and like all bubbles, it will not end well).

The Fed can help

Our so-called bubble is boring compared to China. With the helium the Fed is pumping into the economy, it’s going in the right direction, but not fast or high enough. We need to catch up, so I’m wondering if the Fed can do more. Rather than reducing quantitative easing, how about increasing the bond buying to $100 billion a month? That would keep interest rates low and delight the stock market.

The only problem: QE is similar to investing in penny stocks. Easy to buy, but hard to sell. I have no idea how Janet Yellen is going to end this experiment after she becomes Fed chairman, but if it continues, it will really light a fire under the stock market. Maybe then we’ll have the euphoria that is so desperately missing. It would be a short but random walk to Dow 50,000.

Stop talking about bubbles

To my fellow financial market writers: Please stop writing about bubbles. How can we have a bubble if you keep writing about it?

The whole idea is that a bubble is a secret until after it pops. Do you think they announced it was a bubble when the Dutch were trading tulips? In 1929, no one wanted to jinx the market and discuss bubbles, and if you did, they’d recommend a good psychiatrist. In 1999, investors thought dot-com stocks would go up forever. And in 2007, most people didn’t think there was a housing bubble. At the time, it seemed perfectly natural for housing prices to double and triple within a year.

Those were the bubble years, and we can do it again if we try.

Advice from Bernard Baruch

In case anyone mistook my attempt at humor for reality, allow me to redeem myself. Here is some serious advice from financier Bernard Baruch. Asked how he made so much money in the stock market, he replied: “By selling too soon.”

Bottom line: Only you can decide if the potential reward is worth the potential risk. The market is priced for perfection, and nobody is perfect, not even Mr. Market (unless you think it really is different this time).

Michael Sincere is the author of “Understanding Options,” “All About Market Indicators,” and “Understanding Stocks.” His website uses indicators and analysis to determine if it’s a bull or bear market.

Michael Sincere (www.michaelsincere.com) is the author of "Understanding Options," "Understanding Stocks," and "Start Day Trading Now."









sábado, 23 de novembro de 2013

JPMORGAN, um dos papéis do sistema financeiro inclusos no índice Dow Jones, fecha a semana "em cima" de seu topo histórico obtido em jan-2001

Vejam abaixo o gráfico mensal do banco JP MORGAN, um dos maiores e mais importantes bancos americanos e importante player mundial.

Reparem que em janeiro de 2001, portanto, há 13 anos, os papéis do JPMORGAN alcançavam a máxima de US$ 57,33.

A Semana fecha com os papéis do JPMORGAN batendo na máxima US$ 57,63, com fechamento em US$ 57.46, praticamente "em cima" do seu topo histórico.

O JPMORGAN tem peso aproximado de 2,3% dentro do índice Dow Jones. (ver : http://indexarb.com/indexComponentWtsDJ.html)

Como curiosidade, após a crise de 2008, os papéis cairam até 14,96, respeitando um importante fundo de 2002 , na faixa de 15,00, que também pode ser visto abaixo:

JPMORGAN, MENSAL, período 15 anos










VALE5- Diário e Semanal



Resistência 1  em  33,18
Resistência 2 em   34,65

Suporte 1 em 31,70
Suporte 2 em 31,14

VALE5, Diário, escala logarítmica

MACD e Histograma em modo "VENDA"






VALE5, SEMANAL, escala logarítmica

MACD e Histograma em modo "COMPRA"












Bovespa - Final de Semana

Bovespa no início da semana engatou uma forte perna de alta até 54.300; parou por aí.

Vieram 2 pernas igualmente fortes de baixa, e o índice procurou a forte faixa de 52.000 pontos.

Parece uma rearrumação para recuperar forças e buscar o último topo em 56.750 pontos.

Mas muito cuidado, pois temos no curtíssimo prazo vários indicadores pressionando o índice na "venda".

Como há muito não víamos, a Média Móvel exponencial de 13 períodos cruzou pra baixo sobre a Média Móvel exponencial de 21 períodos no tempo diário há cerca de 2 semanas.

MACD e histograma ainda em "modo venda" também no tempo diário.

Por outro lado,  temos ainda pontos positivos, isto é, ainda na direção de uma visão relativamente otimista no curto-médio prazo

As bandas bollinger no tempo diário, como destacadas abaixo, estão começando a estreitar, o que pode reforçar o argumento de que a nova ida aos 52.000, depois de bater 54.300, apenas serve e vem servindo para rearrumar ativos e estreitar as bandas no tempo diário.

Outro ponto a favor da visão mais positiva do Bovespa é MACD e Histograma ainda em modo "COMPRA" nos prazos mais longos, que é o SEMANAL.

Visto pelos principais papéis, podemos especular alguns aspectos positivos, a saber:

- VALE5 parece que vem armando uma LTA, que postaremos em outro post.

- PETR4, depois de novas promessas do governo federal a respeito de novos reajustes da gasolina, rompeu a faixa divisor de 20,00, depois de fazer um pullback na faixa de 19,30

- Bancos demoraram, mas acabaram sendo fortemente penalizados nos últimos dias, principalmente BBAS3 e BBDC4. Abre-se possibilidade de novas pernas de alta à frente para "recuperarem terreno perdido".

- BBDC4, a despeito de ter desconfigurado um "razoável" engolfo de alta há 10 dias, corrigiu até 29,48, exatamente a antiga e forte resistência, fechando com ótima reversão, inclusive com divergência altista de IFR14 no tempo diário.

Do ponto de vista de suportes e resistências; temos a faixa importantíssima de 52.000 pontos que deve ser olhada. Abaixo, temos o fundo último em 51.200 ; depois, apenas a faixa de 49.500-50.000. Pra cima, no intraday, temos 53.200, depois 53.500, e a mais forte em 54.300.

Rompidos os 54.300, caracteriza-se um pivotzinho de alta; pra baixo dos 52.000, pressiona o Bovespa em direção ao último fundo em 51.200, que, se rompido, caracteriza uma perigosíssimo pivot de baixa.

Fechamento na sexta-feira em 52.800, alta de 0,20%. Na semana, queda de 1,2%.


Bovespa, diário, escala logarítmica







Bovespa, SEMANAL, escala logarítmica






















sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Partido dos Trabalhadores privatiza mais um pouco......ops.......não pode falar "PRIVATIZAÇÃO"........"Aeroporto do Galeão é leiloado por R$ 19 bi; Confins é arrematado por R$ 1,82 bi"

Abaixo, mais um pouco da PRIVATIZAÇÃO DO PT, O Partido dos Trabalhadores.

Ops.....quer dizer.....não pode falar PRIVATIZAÇÃO........É algo como "concessão"....

PRIVATIZAÇÃO é para os "tucanos".......coisa de partido burguês, neo-liberal, partido a mando dos ianques americanos exploradores do povo brasileiro.

Crédito: Portal UOL


http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2013/11/22/aeroporto-do-galeao-e-leiloado-por-r-19-bi-confins-e-arrematado-por-r-182-bi.htm


Aeroporto do Galeão é leiloado por R$ 19 bi; Confins é arrematado por R$ 1,82 bi

Do UOL, em São Paulo 22/11/2013
O governo federal arrecadou R$ 20,82 bilhões com o leilão de concessão dos aeroportos internacionais do Galeão, no Rio de Janeiro, e de Confins, em Minas Gerais, realizado nesta sexta-feira (22), na sede da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo).

A soma representa um ágio de 251% sobre os R$ 5,9 bilhões que totalizavam os lances mínimos exigidos no edital. Os grupos devem assumir a administração dos terminais em março de 2014. Galeão e Confins respondem juntos por 14% da movimentação de passageiros e 10% de carga no Brasil.

Em Fortaleza, a presidente Dilma Rousseff mostrou satisfação com o resultado do leilão. "Foi muito além das expectativas", declarou. "[O resultado] mostra o imenso interesse dos investidores internacionais no Brasil e, como estava dizendo o nosso governador Cid [Gomes, do Ceará], uma grande arrecadação para o Tesouro".

O ministro da Secretaria de Aviação Civil, Moreira Franco, afirmou que o resultado do leilão dos aeroportos foi "excepcional" e mostrou a confiança dos investidores no Brasil.

O consórcio Aeroportos do Futuro, formado pela Odebrecht e pela Changi, de Cingapura, ganhou o leilão de concessão do Aeroporto Internacional do Galeão.

O grupo apresentou um lance de R$ 19 bilhões, com ágio de 293% sobre o lance mínimo exigido para o Galeão, que era de R$ 4,828 bilhões. A Changi administra o aeroporto de Cingapura, considerado o melhor do mundo.

O aeroporto de Confins foi arrematado por R$ 1,82 bilhão, valor que representa um ágio de 66% sobre o lance mínimo exigido, que era de R$ 1,096.

O vencedor é o consórcio AeroBrasil, composto pela CCR, pela suíça Flughafen Zurich e pela alemã Flughafen Munchen ganhou o leilão de concessão do aeroporto mineiro. A Flughafen Zurich administra o aeroporto de Zurique, na Suíça. A Flughafen Munchen administra o aeroporto de Munique, na Alemanha.








quarta-feira, 20 de novembro de 2013

"Assim, ao olharmos para trás o que vemos são apenas os destroços das instituições fiscais que demandaram anos de cuidadosa construção..", por Alexandre Schwartsman

Excelente texto publicado hoje por Alexandre Shwartsman, ex-diretor do Banco Central, em seu blog.

Passeia pelo rastro de destruição que os governos dos últimos 10 anos deixaram para trás, quando falamos de valores e instituições que deveriam traduzir a credibilidade do Brasil

http://www.maovisivel.blogspot.com.br/2013/11/inferno-sao-os-outros.html

Inferno são os outros

Ou, pelo menos, esta é a expressão consagrada por Jean-Paul Sartre. Já eu, ávido leitor de histórias em quadrinhos (graphic novel, romance gráfico, mesmo sendo um termo inventado pelo gênio Will Eisner, ainda me soa como desculpa para adultos lerem HQs), prefiro a mitologia do Sandman, de Neil Gaiman: somos nós quem fazemos nosso próprio inferno.

E por que digo isso? Porque segundo nosso insigne Ministro da Fazenda os problemas que hoje vivemos, como o aumento do risco-país, a possibilidade de rebaixamento da avaliação da nossa dívida, a depreciação da moeda e outros, resultam do “inferno astral” da política fiscal. Confesso que não sabia das inclinações astrológicas do ministro, mas, pensando bem, isto certamente ajuda a entender a precisão internacionalmente reconhecida de suas previsões.

De qualquer forma, a noção que a política fiscal passa por um “inferno astral” beira o ridículo (já do outro lado da borda, bem entendido). A piora das contas públicas é o resultado de um esforço intencional, que, a bem da verdade, não vem de hoje. Há tempos que o governo vem se engajando numa tentativa nada sutil, embora bem sucedida, de minar as instituições criadas para impedir a repetição dos descalabros que foram a marca registrada do país por muitos anos.

Começou de forma quase inocente, propondo a dedução dos investimentos em saneamento para fins de aferição da meta fiscal. Por exemplo, se a meta para o superávit primário fosse R$ 100, mas os investimentos em saneamento equivalessem a R$ 10, um saldo de R$ 90 seria considerado adequado. A ideia, nobre como sempre, era liberar os investimentos em saneamento do “arrocho fiscal”. Desnecessário dizer, nem por isto os investimentos no setor decolaram.

Mais à frente a mesma cláusula de escape foi ampliada para os investimentos do PAC1, PAC2 (que começou sem que o PAC1 fosse executado) e, se deixarmos, qualquer PAC que aparecer pela frente.

Mais recentemente as desonerações tributárias também passaram a ser “descontadas” da meta, para fins de política fiscal “anticíclica” (que, como já mostrei, é tão anticíclica quanto um relógio quebrado). O resultado é que ninguém mais sabe qual é, de fato, a meta fiscal, o que não faz a menor diferença porque o governo muitas vezes não consegue cumprir sequer a versão “caçulinha” do superávit primário.

Quando isto ocorre, para fins puramente formais, recorre a estratégias nada ortodoxas de contabilidade pública, contando endividamento novo como receita, hipotecando receitas futuras, etc. A “contabilidade criativa” se tornou também uma das características mais marcantes dos últimos anos, seja através do “Fundo Soberano”, seja pela contabilização de receitas imaginárias oriundas da cessão onerosa de petróleo.

Por fim, agora é a própria Lei de Responsabilidade Fiscal, até então simplesmente contornada, que se viu atingida em cheio com a proposta de renegociação das dívidas de estados e municípios com a União.

Assim, ao olharmos para trás o que vemos são apenas os destroços das instituições fiscais que demandaram anos de cuidadosa construção.

É contra este pano de fundo de demolição institucional que deve ser interpretada a deterioração visível das contas públicas que explorei na semana passada. Os resultados tem sido ruins, sem dúvida, mas a percepção (tardia) dos agentes é de um problema bem mais profundo do que os números lamentáveis registrados este ano.

Num mundo de fluxos de capitais mais escassos é claro que – ao contrário do observado nos últimos anos – a parte do leão deve ficar com aqueles que exibem fundamentos mais sólidos. O Brasil, a caminho de déficits externos da ordem de 4% do PIB (ou mais), vai precisar destes recursos, mas adota postura que ignora esta realidade, manifesta inclusive na negação do problema fiscal.

Não é, lamento dizer, a astrologia que irá resolver esta questão.






terça-feira, 19 de novembro de 2013

"Estou convencido que as incorporadoras estão aplicando o golpe da pirâmide em quem compra imóvel no Brasil", por Marcos Antonio Araujo

Genial o texto reproduzido no site "bolhaimobiliária.com" a partir de texto escrito por Marco Antonio Araujo no portal R7

Trata sobre a atual situação de preços dos imóveis e suas naturais interrelações.

Sem mais comentários, vamos ao texto:

http://www.bolhaimobiliaria.com/2013/11/18/incorporadoras-estao-dando-o-golpe-da-piramide-no-comprador-de-imoveis-o-provocadorr7/


Incorporadoras estão dando o golpe da pirâmide no comprador de imóveis – O provocador/R7 por Marco Antonio Araujo

Estou convencido que as incorporadoras estão aplicando o golpe da pirâmide em quem compra imóvel no Brasil. E, pelo visto, aquele que neste momento estiver usando suas suadas economias para adquirir a tão sonhada casa própria está no lugar daquele idiota que entrou por último e vai ficar no prejuízo.

O que aconteceu nos últimos cinco anos com o preço dos imóveis não é um movimento natural de mercado. É uma conspiração contra o povo brasileiro. Em algumas regiões das grandes cidades, o preço do m² simplesmente triplicou. Em São Paulo, uma rua do Centro da cidade conhecida por ser ponto de tráfico e moradia de assaltantes e trombadinhas foi de R$ 6.000 para R$ 12 mil, sem que nenhuma reforma urbanística tenha sido feita na área. E o Joaquim Barbosa não faz nada!

Todos sabem que entre os principais anunciantes (principalmente de veículos impressos) estão exatamente as incorporadoras e seus lançamentos imobiliários. Isso deve explicar, em parte, o porquê de esse setor ser tratado pela mídia de forma tão benevolente e acrítica, para não dizer suspeita e criminosa. Observem como, quando de algum lançamento, estão lá as “informações”: todas as unidades foram vendidas em um final de semana! A valorização tende a continuar em ritmo expressivo, apesar da queda no poder aquisitivo da população! O mercado imobiliário continua em ascensão, apesar da crise iminente! Tudo mentira.

Estou convencido que muito da tão falada bolha imobiliária foi construída e inflada por uma cobertura jornalística displicente, baseada exclusivamente nos interesses e na visão dos especuladores. O consumidor, o cidadão que deseja um teto pra chamar de seu, é sistematicamente tratado como idiota. E acaba sendo mesmo, pois se sujeita a pagar os preços abusivos, histéricos e indecentes cobrados pelos estelionatários.

O brasileiro realmente tem algo de muito estúpido. Simplesmente, não damos valor ao nosso dinheirinho — algo típico de um povo que nunca aprendeu a poupar e trata esbanjadores com admiração, em vez de desprezo. Só isso justifica pagarmos os valores estratosféricos dos automóveis vendidos aqui pelo dobro do valor justo. Enquanto houver compradores dispostos a serem esfolados para adquirir carros ultrapassados e inseguros, podem apostar, os fabricantes não vão baixar um único centavo.

Esse mesmo fenômeno tem se repetido na hora da comprar um imóvel — na verdade, apartamento, que é o que traz mais lucro para os construtores (e degradação para as grandes cidades). Não estivesse interessada em perpetuar esse ciclo de abuso econômico, a imprensa trataria do tema com o rigor necessário, informando o consumidor sobre a armadilha em que está caindo quem acredita que o m² vai subir 30%, 50% ,100% acima da inflação até o final dos tempos. Não precisa ser gênio para afirmar: uma hora vai explodir.

Mas não será como nos EUA (em que todo mundo se espatifou), por uma razão simples: o capitalismo nativo é pródigo em se defender. Cobra preços altos, financia a juros imorais e pede garantias draconianas. Portanto, quem vai quebrar não é o banco, a construtora ou o empreendedor. Acertou: que vai pagar a conta é o mané que entrou por último nessa esbórnia. Bem feito.

Pense bem: um apê de dois dormitórios custa, nos grandes centros, em bairros de classe média baixa e média, algo em torno de R$ 700 mil. Se o comprador desse estrato social tiver renda familiar de R$ 8 mil por mês (algo que menos de 3% da população atinge) e tiver a capacidade olímpica de economizar 30% dessa renda, em um ano de privações terá guardado R$ 28.800. Em dez anos, R$ 288 mil. Só ao final de 25 anos terá atingido o suficiente para quitar o valor inicial do imóvel. Em cima dessa quantia, nosso sistema financeiro vai jogar mais sete anos de juros, correções e taxas. Fora o IPTU e o condomínio que virão todos os meses. É um tiro na nuca.

Bastaria que, no curto período de um ano, ninguém aceitasse adquirir um imóvel na planta que se mostrará impagável. Um único aninho, não estou exagerando, e pronto: acabou a farra. A canalha que vem aplicando o golpe da pirâmide imobiliária simplesmente teria que baixar os preços a um patamar aceitável. Simples assim.






segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Bovespa em 18-11-2013

Bovespa vem apresentando melhora no curtíssimo prazo. Hoje, deu mais um passo ao romper a importante faixa de 54.000.

Fechamento em 54.300, alta de 1,60%.

Suporte agora mais forte e provável pullback é a própria faixa de 54.000.

Resistência intraday em 54.500; no diário, temos a faixa de 55.000; depois 56.000 e o último topo em 56.750 pontos

MACD e histograma ainda em modo venda no tempo diário.

No tempo SEMANAL, MACD e histograma ainda em MODO COMPRA.

MME13 (em amarelo ) ainda abaixo da MME21 (em azul )no tempo diário.


Bovespa, diário















Coluna de Lauro Jardim na Revista Veja diz que o governo já decidiu sobre o reajuste de 5% para a Gasolina em dezembro

Abaixo, notícia:

http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/economia/o-roteiro-do-reajuste-da-gasolina/


Segunda-feira, 18 de novembro de 2013
6:02 \ Economia
O roteiro do reajuste da gasolina

Pelo script acertado no Palácio nos últimos dias, o reajuste da gasolina será em dezembro – em torno dos 5%. E a nova fórmula de reajuste proposta pela Petrobras passará a vigorar no ano que vem. Essas decisões devem ser anunciadas  na sexta-feira, durante a reunião do conselho de administração da Petrobras.

Por Lauro Jardim










Índice "SSEC" China sobe 2,87%, e fecha na máxima, depois de "novas reformas"

Reunião da China que, em tese, trouxe novos marcos pra aquele país, produziu forte alta no mercado de ações chinês no fechamento da segunda-feira.

O principal índice da Bolsa de valores chinesa, o "SSEC," teve alta forte de 2,87%, fechando na máxima em 2.198 pontos.

Já havia rompido uma LTB mais curta destacada aqui semana passada.

Hoje, confirmou o rompimento de 2.150 e, agora, apenas o pivot de 2.200 acima.

MACD cruzou na "COMPRA" no fechamento

"SSEC" China, diário











sábado, 16 de novembro de 2013

"O Grande debate em Wall Street: O FED massacrará os Mercados Emergentes ?", pergunta a CNBC

Um debate esquenta, se espalha e se intensifica em Wall Street.

O que acontecerá aos mercados emergentes depois que o FED reduzir o volume de estímulos monetário, vulgarmente chamado de "Quantitative Easing", provavelmente ao longo de 2014 ?

A simples redução dos estímulos monetários ao longo de 2014 dá uma outra dinâmica ao fluxo mundial de dinheiro e, por conseguinte, às taxas de juros-empréstimos.

Isso pode significar pólvora pura em mercados já fragilizados pela desaceleração econômica mundial ?

Esse debate volta para o centro das atenções em Wall Street, como reporta a matéria publicada ontem pelo canal de notícias americano CNBC.

O Chefe global de pesquisa do Banco Societe Generale, Patrick Legland, afirma estar muito preocupado com os mercados emergentes. Diz ele, em complemento:

"Eles têm se beneficiado das baixas taxas de juros, taxas reais negativas, mas isso é o fim"

Detalhe......

Ao final da matéria, há uma especulação e uma advertência quanto a ninguém saber ao certo o que acontecerá.

"Sim.....eu concordo", porém, parcialmente.

Por outro lado, na mesma linha, a matéria afirma que nâo há paralelo na história para afirmarmos o que acontecerá.

"Discordo".

O Choque do Petróleo, nos anos 70, jogou as taxas de juros nas alturas; o suficiente pra jogar o Brasil, 10 anos depois, no que se convencionou chamar de "A DÉCADA PERDIDA"

Abaixo, um vídeo com a entrevista de Patrick Legland

Mais abaixo, parte da matéria publicada

Aqui, o link:http://www.cnbc.com/id/101201878


Will Fed crush emerging markets? The big debate Published: Friday, 15 Nov 2013 | 10:05 AM ETBy: Alex Rosenberg | CNBC Producer

A debate is brewing on Wall Street about emerging markets. On one side are the bears, who say that the Federal Reserve's expected tapering of its quantitative easing program in 2014 will make next year a very difficult one for the emerging markets. On the other side are the bulls, who say that the Fed's effect on the emerging markets has been badly overblow.

"For 2014, we are very worried on emerging markets," Patrick Legland, Societe Generale's global head of research, told CNBC's "Futures Now" on Thursday. "They have benefited from low interest rates, negative real interest rates, but virtually, this is the end."

Yet emerging market bulls like Tim Seymour of Triogem Asset Managementsay emerging markets haven't been the gigantic beneficiary of QE that many may think.

"I don't think it's as easy to say that if the dollar strengthens and rates start to go up, you can be resolute in saying that emerging is going to sell off," Seymour said. "How much money has flowed into emerging market equities on the back of QE? Not a lot."

Similarly, Zachary Karabell of River Twice Research says that QE's economic impact on growing economies has been massively overstated.

"The emerging world is not emerging just in past two years of QE," Karabell told CNBC.com. "So while financial markets may get roiled by the momentary decision to begin to start tapering, the EM growth story did not emerge from Ben Bernanke's brow coming full-formed like Athena from the head of Zeus."

>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>

"Fed policy is a sword of Damocles for emerging markets," he wrote in a recent note. With a taper expected in March, "the threat of rising global yields is a key downside risk for EM assets near-term."

Amid the bearish take of those like Legland, Seymour sees an opportunity.

"Things have already corrected a lot, and for now, in a short-sighted world, I would not be running out of emerging market equities at all right now," he said. "I'd be buying them here."

Meanwhile, Karabell said he's "an investor in the global growth story," but added that no one truly knows what the end of the Fed's bond-buying program will mean for emerging markets.

"There's not a parallel moment in history, so no one knows what happened last time. You have to embrace the fact that none of us knows what will happen," Karabell said, adding: "Anyone who says they know is wrong."













sexta-feira, 15 de novembro de 2013

EXXON, com quase 4% de peso no Dow Jones, rompe antigo topo, sobe 2,2%, e ajuda a empurrar o Dow Jones para perto dos 16.000 pontos

Abaixo,os gráficos diário e Semanal da petrolífera americana EXXON

Papel com peso de 3,8% no Dow Jones, ajudou a empurrar o índice para novas máximas ao romper hoje o antigo topo, como visto abaixo.

Mais uma ajudinha ao Dow Jones em seu BULL-MARKET fantástico

EXXON, DIÁRIO




EXXON, SEMANAL













Dow Jones resvala nos 16.000 e SP500 nos 1.800 - Dow Jones teria rompido uma congestão de 1.000 pontos ?

Mais um dia fantástico para os mercados americanos.....

Dow Jones fechou na máximado dia em 15.960 pontos, alta de 0,54%.

Abaixo, amplio o período do Dow Jones pra especular sobre a congestão do Dow Jones em 1.000 pontos. O Índice ficou ali entre a faixa de 14.550-14.700 e 15.600-15.700 por 3 meses e meio. Ou seja, 1.000 pontos aproximados.

O Índice rompeu essa faixa de 15.650-15.700 no início dessa semana.

Estaria o Dow Jones em direção aos 16.700 ?

E sabem qual a curiosidade ?

A 1a. Perna gigantesca que vem do fundo de 2009 em 6.470 até o primeiro topo de 2011, antes da forte correção de 20% aproximados, foi de 6.400 pontos.

O Fundo dessa correção foi em 10.400 pontos.

E se a segunda forte e gigantesca perna for do mesmo tamanho da primeira, antes de uma correção de 20% ?

Isso daria 16.800, justamente o objetivo aproximado da congestão rompida discutida aqui nesse post.

Vejam o segundo gráfico as 2 pernas:


Dow Jones, diário




Dow Jones e as 2 PERNAS DE ALTA desde março de 2009















"SSEC" China reverte em cima de importante pivot na semana de forma semelhante ao Bovespa


SSEC CHINA, Diário - período 3 meses, fechamento em 15-11-2013













quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Bovespa com Volatilidade histórica - Final de Semana

Embora com baixo volume na maioria dos papéis, Bovespa fecha a quinta-feira, último pregão da semana, com uma forte alta de 2,34% aos 53.450 pontos.

Recupera~se da catastrófica semana passada, e se segura acima dos 52.000 pontos.

Pra baixo, agora temos a faixa de 53.000 pontos; depois, a mais importante em 52.000-52.300; último fundo a ser olhado em 51.290 pontos que, se rompido, aí sim, abriria um claro pivot de baixa em direção aos 49.500; depois 48.000 pontos.

Pra cima, temos uma LTB curta, abaixo destacada no gráfico de 60 minutos, que inclusive passa exatamente no fechamento do Bovespa de hoje.

O rompimento da faixa de 54.000 pontos certamente melhoraria o índice rumo aos 55.000, depois 56.000.

No segundo grafico, no tempo diário, resolvi colocar a "volatilidade historica" do Bovespa com 30 períodos.

Vejam que quase todos os topos alcançados nos últimos 3 anos foram marcados com uma volatilidade bastante baixa, como podemos ver nas linhas verticais e retângulos em "laranja".

Isso abre mais um ponto a favor de que podemos sim ainda buscar os 56.750 pontos, último topo, assim como 57.200 ou mesmo 58.000 pontos.

Por ora, respeitemos os pivots e os acompanhemos.

Bovespa, gráfico de 60 minutos, escala logarítmica




Bovespa, diário, escala logarítmica, com volatilidade histórica 30 períodos











Revendo as LTA 's Longas do Dow Jones em 20 anos

Dow Jones e suas 3 Longas LTA's em 20 anos - Escala Logarítmica




Dow Jones visto mais de perto com sua LTA Longa - 5 anos - Escala logarítmica




















Índice "XLF" do Sistema Financeiro americano

"XLF", Mensal 15 anos



"XLF", Semanal 3 anos, Escala logarítmica



















A Dinâmica do "CRB" Commodities continua muito negativa

Vejam abaixo o gráfico do "CRB" Commodities no longo prazo, gráfico SEMANAL.

Apesar de um bom repique, a ponto de resvalar na faixa de 300 nos últimos 3-4 meses, a dinâmica continua negativa.

Uma LTB balizando o índice, a faixa de 275 novamente sendo retestada, e a faixa divisor de 290-292 cada vez mais longe.

Pra baixo, ainda temos um fundo de 2012 na faixa de 268. abaixo de 273, ponto em que estamos. Pra cima, ainda temos 280, e depois a faixa divisor de 290-292, que pode servir como o "beijo da morte" numa recuperação de curto prazo, 1 a 2 meses à frente.

CRB Commodities, SEMANAL, Escala logarítmica














quarta-feira, 13 de novembro de 2013

ADR Bradesco e BBDC4 revertem forte, depois de testarem pontos interessantes

Vejam abaixo os fechamentos dos papéis do Bradesco no Brasil (BBDC4) e em Nova York (BBD).

O toque e a reversão em cima da faixa de 13 da ADR do Bradesco em Nova York é muito mais incisiva, já que essa faixa é muito mais clara, principalmente olhando os últimos 4 meses; um pullback bem claro, inclusive deixando um "engolfo de alta" (não gosto muito desses engolfos depois de quedas menores do que 20%).

A reversão dos papéis do Bradesco no Brasil ( BBDC4) se deu em cima do último fundo mais forte, em 30,05; a mínima de hoje foi 30,14.

No Brasil, o fechamento também produziu um "engolfo de alta".

Visto no gráfico SEMANAL, essa faixa de 30,00 foi o topo do movimento de alta que veio desde o fundo de 2008, topo alcançado em 2010


ADR BRADESCO, NOVA YORK, Diário



BBDC4, diário



BBDC4, Semanal









Bovespa sai do córner e fecha acima da faixa de 52.000 pontos

Bovespa muito pressionado no intraday, principalmente até metade do pregão, inclusive batendo ma mínima em 51.290 pontos, quase 2% abaixo do divisor de 52.000 pontos.

Ainda muito impactado por uma nova perna de baixa forte de várias construtoras.

Entretanto, da metade do pregão em diante, a pressão vendedora amenizou, as construtoras reagiram, muitas delas atingindo os mesmos fundos de 3.4 meses atrás, outras ainda piores, como o exemplo da ROSSI ON, que foi visitar o fundo de 2008, e o Bovespa voltou pro positivo.

Outros papéis blue chips ajudaram também, como BBDC4 e PETR4, muito socados na venda no curto prazo.

Quer dizer, PETR4 socado na venda no curto, médio e longo prazo.

No final, um bom fechamento do Bovespa, importantíssimo para uma recuperação de curto prazo; fechamento em 52.230 pontos, alta de 0,82%.

Isto é, acima do divisor de 52.000 pontos, depois de ontem fechar abaixo.

No tempo diário, dá pra notar abaixo, a importância de voltar a fechar acima dessa faixa.

IFR14, no tempo diário, em bom patamar de 40, longe de sobrevendido, porém, não devemos esquecer que, no médio prazo, ainda temos um Bovespa em tendência de alta;assim, devemos esperar uma nova perna razoável de alta, que pode ser um repique, ou ainda uma continuação da tendência de alta de médio prazo ( 3-6 meses). Ou seja, o patamar de 40 serviria como ponto de partida para sustentar ainda uma ida, no mínimo aos 56.750 pontos, último topo.

O segundo gráfico é o gráfico de "60 minutos", com 2 curtas LTB'S

Bovespa, diário




Bovespa, 60 minutos










A Economista Monica de Bolle, pesquisadora da "Casa das Garças", nos explica tudo em " Síndrome de Pinóquio"

Monica de Bolle, pesquisadora do Instituto de Pesquisa Econômica "Casa das Garças", um dos raros palcos de reflexão e pesquisa econômica no Brasil atual, nos explica, com outras palavras, o que está por aí....

Uma linguagem simples, direta, mas ousada, sagaz...

Tudo isso abaixo, no artigo escrito e publicado pelo Jornal O Globo e reproduzido no site da "Casa das Garças".

http://www.casadasgarcas.com/


"Síndrome de Pinóquio"

Texto de Monica Baumgarten de Bolle para O Globo a Mais.
Publicado em: 12/11/2013


O que seria da literatura universal sem os anti-heróis e as anti-heroínas? São personagens cheias de vivacidade não por causa de suas qualidades nobres, mas em razão de suas contradições e falhas de caráter. O anti-herói pode ser o preguiçoso Oblomov, de Ivan Goncharov, ou o enigmático K., de Franz Kafka, ou o indolente e mentiroso Macunaíma, de Mário de Andrade. Hoje o mundo está repleto de anti-heróis e anti-heroínas. Os rumos da economia mundial, nas mãos desses homens e mulheres imperfeitos, ficam mais difíceis de mapear. Mas, por certo, a narrativa fica bem mais intrigante. Sobretudo para o Brasil, nestes tempos em que uma estranha síndrome se abateu sobre o País.

O Brasil será rebaixado em breve? O Brasil atravessa uma crise cambial? O Brasil cairá nas trevas da estagflação, na armadilha do baixo crescimento com inflação alta? As perguntas dramáticas voltaram a dar o tom das manchetes dos principais jornais do País e das declarações de alguns dos principais interlocutores do governo brasileiro. O ex-Ministro Delfim Netto chamou de “tempestade perfeita” um cenário possível ‒ embora não o mais provável ‒ para o início de 2014, em que o Fed americano inicie a remoção dos estímulos monetários e que isso venha acompanhado da deterioração fiscal e do déficit nas contas externas que assombram o Brasil.

Não há dúvida de que os números revelam as fragilidades em toda a sua plenitude. Não é à toa que as críticas à condução da política econômica têm feito adeptos das mais variáveis correntes de analistas que se espalham pelo País. Contudo, parece que a sensação de catástrofe iminente está muito mais relacionada à Síndrome de Pinóquio que se apoderou dos nossos governantes do que à realidade expressa nos dados. As contas públicas vão mal, mas não há uma crise fiscal no horizonte de curto/médio prazo. O câmbio voltou a sofrer surtos de apoplexia, embora o balanço de pagamentos não respalde a ideia de crise cambial. A atividade está tísica, mas isso não é novidade.

O problema são os narizes da equipe econômica e a desfaçatez com que saem por aí dizendo que tudo vai bem. O Ministro da Fazenda há muito sofre do mal nasal. Mais recentemente, anda acompanhado do Secretário do Tesouro, Arno Augustin, que declarou em uma entrevista para a Revista Época que nunca ouvira falar em “Contabilidade Criativa”. Talvez conheça apenas a “Criatividade Contábil”, aquela que permitiu que a meta fiscal fosse cumprida no ano passado, mesmo com as evidências inequívocas de que não era bem assim.

Os narizes de nossas autoridades são os anti-heróis brasileiros. Andam por aí como no conto de Nikolai Gogól, fazendo o que bem entendem e assustando os investidores com sua ousadia. No fim, devem voltar às faces de seus donos. Quiçá isso não lhes dê alguma serenidade, sobretudo se as previsões catastróficas dos mais pessimistas não se concretizarem. Enquanto isso, Madame Bovary circula pela oposição brasileira em busca de uma elusiva satisfação que provavelmente não encontrará…








E ainda tem "gente" que me chama de "baixista" e "catastrófico".......isso porque não leram a coluna de Marcos Eduardo Elias no Infomoney de hoje....

Vejam vocês com seus próprios olhos....

Colapso do Brasil marcado para 01/11/2014

Link:http://www.infomoney.com.br/blogs/foolish/post/3053756/colapso-brasil-marcado-para-2014








Rossi e construtoras em CRASH.......Bolha Imobiliária ?????

RSID3 (Rossi ON) em Crash.....tesstando o fundo de 2008, mínima do dia já abaixo de 2008; bateu em 2.13.

IFR14 no tempo diário em insanos 15......isso não é apenas uma correção.....

É algo muito mais profundo......

E não apenas com a ROSSI.....PDG é outra......tesstando o fundo de 4-5 meses em 1,64.......vai aguentar ???? Por quanto tempo ? 1 mês, 2 meses ? 3 meses ?


RSID3, Diário (ROSSI ON )




RSID3, MENSAL, (ROSSI ON )












"Aumentam chances de tempestade perfeita", por Cristiano Romero, em "Valor Econômico"

Na coluna de Cristiano Romero, do Jornal "VALOR", publicada hoje, 13 de novembro, discute-se uma "tempestade perfeita" para o Brasil.

Abaixo, a essência do artigo.

Aqui, o link com o texto completo:http://www.valor.com.br/brasil/3336904/aumentam-chances-de-tempestade-perfeita


13/11/2013 às 00h00 1
Aumentam chances de tempestade perfeita


A possibilidade de o Brasil sofrer os efeitos de uma "tempestade perfeita" nos próximos meses aumentou de forma significativa nas últimas semanas. Essa tempestade seria consequência da combinação do início da redução dos estímulos monetários nos Estados Unidos e do rebaixamento da classificação de risco da dívida brasileira.







terça-feira, 12 de novembro de 2013

Dow Jones e o Canal de alta de 6 meses

Abaixo, um canal "não muito tradicional", porém, é o que está aí.

Essa última fase parece ser diferente da última.

Seria por conta da mudança de humor em relação ao término dos estímulos monetários ? Até onde iria ? Exatamente na base superior antes de uma nova correção ? Isso seria hoje por volta de 15.880; já chegamos a 15.800 pontos.

Até o Natal, 16.000 pontos


Dow Jones, diário, escala logarítmica




















Bovespa em 12-11-2013

Bovespa faz um novo pivot de baixa; pequeno é verdade, mas fez, ao fazer mínima em 51.630 pontos; porém, o lado positivo é que fechou dentro do fundo anterior de 51.800; na verdade fechou "em cima".

Esse é o lado positivo; o lado negativo é o fato de ter fechado abaixo da importante faixa de 52.000 pontos.

Se amanhã o Bovespa não voltar pra cima dessa faixa de 52.000, o curto e o médio prazo passam a ficar em seríssimo risco.

Ainda duvido desssa dinâmica até final de dezembro. Não acredito que possamos engatar uma dinâmica negativa no curto-médio prazo, sem, no mínimo, tocar a LTB de longo prazo, novamente destacada abaixo, passando hoje por volta de 57.500 pontos.

Vários papéis começam a ficar com IFR'S 14 períodos abaixo do patamar de 40, o que indica bons repiques no mínnimo, e, no máximo, ainda uma perna de alta à frente.

Também temos ainda vários indicadores sinalizando 'Compra" no SEMANAL, principalmente MACD e histograma.

Na prática, temos abaixo desse fundinho de 51.800, a mínima de hoje em 51.630; depois 51.000, e a mais forte a faixa de 50.000.

Pra cima , agora temos 52.800-53.000, depois 53.500, e a importante faixa de 54.000


Bovespa, SEMANAL, Escala logarítmica








segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Bovespa em 11-11-2013

Bovespa em fraco volume, seguindo o baixo volume lá de fora diante do "feriado parcial" americano, fechou em alta de 0,72% em 52.620 pontos.

Abaixo, destaco o gráfico de 60 minutos.

Dá pra ver 2 possíveis LTB's.

Bandas bollinger (configuradas com 20 períodos) começam a estreitar, depois de esgarçarem com a rápida e forte queda da última semana.

Por ora, o Bovespa se segurou no fundo de 51.800, assim como fechou na sexta e hoje acima da faixa de 52.000 pontos.

Pra melhorar de vez, tem que começar a fazer topinhos e fundos ascendentes; resistência mais forte adiante é 53.000, depois 53.500, depois a faixa de 54.000 pontos.


Bovespa, gráfico 60 minutos













SSEC, principal indice acionário da China, depois do fechamento de hoje - LTA de 5 meses respeitada

SSEC-China , Diário, com o fechamento de hoje, escala linear




SSEC-China , Semanal, com o fechamento de sexta-feira, escala logarítmica, período 3 anos








domingo, 10 de novembro de 2013

"Índice Industrial" x "Índice Consumo" x "Bovespa"

Abaixo, mostro 2 gráficos de 2 setores distintos do mercado brasileiro.

O "Indice Industrial" que inclui algumas empresas ligadas ao setor industrial, como AMBEV, BRF, EMBRAER e siderúrgicas USIMINAS e GERDAU; no índice também constam algumas construtoras.

E o "Indice Consumo", que também mostra empresas como AMBEV e BRF, que constam no "INDUSTRIAL", mas adiciona empreas do setor de consumo, como NATURA, LOJAS RENNER, LOAS AMERICANAS, MARISA, RAIADROGASIL e empresas do setor de EDUCAÇÃO.

Os 2 e suas respectivas carteiras podem ser vistas aqui:http://www.dadosdabolsa.com/Indices/Bovespa/INDUSTRIAL

http://www.dadosdabolsa.com/Indices/Bovespa/ICONSUMO

Exponho 4 gráficos.

2 dos índices isoladamente e os mesmos índices sobrepostos ao BOVESPA, para olharmos o quanto cada um se movimentou ao longo do tempo em comparação com o BOVESPA.

Reparem que, até início de 2011, ambos parecem andar na mesma dinâmica do BOVESPA. A partir daí, o "CONSUMO" começa a se descolar do Bovespa e manter uma trajetória muito melhor.

O "INDUSTRIAL" mantém a mesma dinâmica negativa até meados de 2012. A partir daí, o "INDUSTRIAL" começa a dar sinais de melhora, inclusive com nobos topos. Isso se deve em boa parte ao desempenho de VALE e PETROBRÁS, que não constam do "INDUSTRIAL", e que pressionaram o Bovespa.

Outra curiosidade; enquanto o "CONSUMO" já começa a ratear ao longo de 2013.

É possível que, a partir de agora, "CONSUMO" continue mostrando um desempenho "titubeante", em razão da forte deterioração macroeconômica, com inflação alta e forte endividamento das famílias, assim como dúvidas sobre a trajetória de desemprego e estímulos ao consumo.

"CONSUMO" e "INDUSTRIAL" estão "se ajustando......tudo, de forma a refletir no próprio BOVESPA

"INDUSTRIAL"

fonte: dadosdabolsa.com




"CONSUMO"

fonte: dadosdabolsa.com




"INDUSTRIAL x BOVESPA"

fonte: dadosdabolsa.com






"CONSUMO" x "BOVESPA"

fonte: dadosdabolsa.com













"Vou te enganar não"......a Situação não está nada boa para o "IMOB", o índice das construtoras......

Mais dados...

Mais dados sobre a dinâmica que paira sobre as construtoras brasileiras...

Nada bom.....

Abaixo, nós temos o gráfico SEMANAL de 5 anos do "IMOB", o índice das construtoras.

Vejam o movimento de topos e fundos descendentes no longo prazo.

Agora reparem que, de 2011 pra cá, o índice já bateu a faixa de 700 por 4 vezes.

Ao longo de 2013, chegou a romper e bater na faixa de 660, patamar praticamente tocado novamente na semana que passou (bateu 683).

A rigor, a faixa mais clara de suporte é 630, máxima alcançada em meados de 2009, no forte repique após o colapso de 2008.

Na prática, não há nada muito forte entre a faixa de 700 e 280.

Há um outro colapso iminente à frente do "IMOB" ?

Um outro sinal de que a Bolha Imobiliária está mais "frágil" do que nunca ?

"IMOB", Semanal, escala logarítmica











A "Classe Média" volta para o "busão".......e a década perdida vai se confrmando.....

A inflação resistentemente alta massacra os brasileiros.

A suposta "classe média", tão decantada pelo governo federal, aquela que comprou TV DE PLASM e viajou de avião nos últimos 10 anos, anos de crescimento econômico na média em 4%, está voltando para o "busão".

Sim.....

A inflação, aquela coisa "banal" que o governo petista atual displicentemente ignorou, consumiu e destruiu o orçamento doméstico da sociedade brasileira.

Começa pelo busão.....

Depois, como o blog já havia sinalizado aqui desde seu nascimento, vem o resto.....e o resto pode ser resumido pela "Década perdida", o mesmo cenário dos anos 80, depois do "Milagre Econômico dos anos 70"

Matéria publicada pelo jornal "Folha de São Paulo" que explicita a "VOLTA AO BUSÃO" está reproduzida abaixo. Depois da matéria, mais uma vez, reproduzo a dinâmica dos anos 70 e 80, "filminho" já velho conhecido do blog.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/11/1369292-inflacao-em-alta-nao-discrimina-classe-social.shtml


10/11/2013 - 03h00
Inflação em alta não discrimina classe social
ÉRICA FRAGA
MARIANA BARBOSA
DE SÃO PAULO

A empregada doméstica Marli Venceslau da Silva, 37, abandonou o recém-adquirido hábito de viajar de avião para visitar a família em Pernambuco, vai tirar a filha de seis anos da escola particular e acaba de renegociar uma dívida no cartão de crédito.

"A passagem está um absurdo. Não tem jeito, a viagem é demorada, mas vou voltar para o busão", diz ela, que vive em São Paulo.

A história de Marli é parecida com a de um número crescente de famílias brasileiras que têm feito ajuste orçamentário para enfrentar a alta de preços e o menor crescimento, em um contexto de maior endividamento.


Dados da FecomercioSP obtidos com exclusividade pela Folha mostram que a inflação está alta para todas as classes sociais. Nos 12 meses encerrados em setembro, o custo de vida em São Paulo aumentou entre 5,5% e 5,65% para cinco faixas de renda.

A tendência é explicada por uma alta disseminada de preços. Nenhuma das nove categorias de bens e serviços pesquisadas para as cinco classes sociais teve deflação em setembro.
"O preço de tudo tem subido para todo mundo", afirma Júlia Ximenes, assessora econômica da Fecomercio.

Embora a inflação esteja igualmente elevada para todos, os consumidores de renda menor têm menos sobra orçamentária e são os mais afetados. "Os mais pobres têm menos defesas contra a inflação, como aplicações financeiras", diz André Braz, economista da FGV-Rio.


_____________________________________________





















sábado, 9 de novembro de 2013

"Índice de Fundos Imobiliários"........Aqui, mais um recurso....mais um sintoma.....Bolha Imobiliária ou não ?














Um Final de Semana com dados....dados....pra relembrar que as "coisas" não acontecem "por acaso"....Bovespa x Dólar

20 anos do gráfico "Dólar x Bovespa"

O Bovespa não "fala a mesma língua" do dólar...

Já apresentei tempos atrás tal relação.

Apenas, volto a acompanhar e explicitar, até porque novos topos e fundos, ascendentes ou descendentes, formaram-se nos últimos meses.

Dólar em Bull-Market, Bovespa em Bear-Market...

Dólar em Bear-Market, Bovespa em Bull-Market....

Ou seja.....dólar em alta no longo prazo, Bovespa em baixa no longo prazo

dólar em baixa no longo prazo, Bovespa em alta no longo prazo.

MAIS....

Vejam a marcação que eu fiz em "LARANJA".

Qauando o dólar bateu a faixa de R$ 4,00, às vésperas das eleições presidenciais de 2002, quando o Partido dos Trabalhadores se apresentava como favorito nas pesqwuisas e, por conseguinte, provocava receio e expectativa sobre a condução da política econômica, o Bovespa atingiu o fundo do BEAR-MARKET de 2000-2002.

Por outro lado, quando o dólar bate na faixa de R$ 1,55 em 2008, o Bovespa bate no topo do BULL-MARKET de 2003-2008.

Reparem que a "mesma coincidência" se dá com o "FUNDO DUPLO" do dólar em 2011 na casa de R$ 1,55 e o "quase topo duplo" do Bovespa em 73.000 pontos.

Praticamente, os 2 movimentos acontecem no mesmo tempo e na mesma sincronicidade.

De 2011 pra cá, o dólar iniciou um BULL-MARKET que já o levou a faixa de R$ 2,00, e depois R$ 2,50.

Na mesma sincronicidade, o Bovespa inicia um BEAR-MARKET, um mercado de baixa no longo prazo.

Acima de R$ 2,50 para a paridade "dólar x real", temos a faixa de 2,75-2,80.

Portanto, Bovespa em BEAR-MARKET no longo prazo, topos e fundos descendentes......Dólar em BULL-MARKET....topos e fundos ascendentes

O Cenário é esse......por enquanto, sem nenhuma luz no fim do túnel para reversão.....

Condições macroeconômicas dadas, internas e externas, empurram o Brasil para "fora do jogo", pressionando o dólar na COMPRA e, na direção contrária, Bovespa na VENDA.

Os vários setores se ajustam....vão se ajustando.....CONSUMO, EXPORTADORAS, SIDERÚRGICAS, CONSTRUTORAS e BANCOS.


Gráfico "Dólar x Bovespa"( Dólar em Azul e Bovespa em Vermelho)

Fonte: dadosdabolsa.com














Bovespa - Final de Semana e o alerta ligado, mesmo que estejamos prontos para os 58.000

Fortíssima queda do Bovespa na semana que passou o levou para o mesmo fundo antes da última perna de alta, ou seja, para o fundo em 51.800.

Fechou ainda dentro de uma importante faixa de 52.000-52.300; fechamento da sexta-feira em 52.250 pontos, queda de 0,93%.

Queda da semana foi de 3,27%.

MME13 já cruzou pra baixo da MME21, o que dá mais gás na pressão vendedora

Por outro lado, o índice já está em patamar baixo para o IFR14 no diário, dentro de um contexto de tendência de alta no curto-medio prazo.

Ou seja, ainda sujeito a novas e fortes altas, mesmo que possamos especular numa perna de alta inferior a última.

Até porque, considero alguns papéis "mal-precificados", como BBDC4, papel que ainda deve pernas maiores de recuperação, dada a dinâmica apresentada pelos seus pares nos últimos 3-4 meses.

Por outro lado, o alerta amarelo está aceso.

Muitos papéis já alcançaram recuperações fantásticas nos últimos 3-4 meses, aliviando vários indicadores no SEMANAL e MENSAL que se apresentavam fortemente sobrevendidos ali por volta de junho-julho.

O volume de queda dessa última não foi desprezível nessa semana que passou.

Também isso não tira ainda uma perspectiva de irmos até a faixa de 58.000, mesmo no curto prazo, talvez até o NATAL.

Tem-se essa "coisa" de rally de Natal, e, volto a repetir, papéis como BBDC4 ainda devem uma perna maior de alta desde a sua mínima do ano, em face de seus pares, principalmente ITUB4 e BBAS3.

Não dá pra "engolir" um papel como BBAS3, estatal, sempre na berlinda, dada a recorrente intervenção estatal do governo atual, engatar uma rally de cerca de 50% desde o fundo do meio do ano, e BBDC4, pendurado na estrutura do Bradesco, mercado oligopolizado, com fortes margens de lucro, engatar um rally de cerca de 30% desde o fundo de meados do ano.

Fechamento de sexta última dá a BBDC4 "apenas" um rally de menos de 20% desde o fundo de meados do ano.

A própósito, até mesmo em relação a ITUB4, BBDC4 encontra-se "fora da curva". ITUB4 tem um "P/L" de 15, e BBDC4 tem de "P/L" 11; BBDC4 encontra-se "mais barata" do que "ITUB4", sem a mesma recuperação e rally.

Também temos o caso das construtoras.

Dado o frágil mercado em que atuam, com alto endividamento, lançamentos titubeantes,forte dinâmica de distratos e preços em "bolha", muitas construtoras foram massacradas nos últimos 15 dias.

Massacre.......PDGR3, GFSA3, RSDI3, e até mesmo a "queridinha" MRVE3, sofreram muito.

Ainda assim, com o IMOB batendo praticamente no último fundo antes do rally dos últimos 4 meses, isto é, a faixa de 680, abre-se uma boa possibilidade de bons repiques para várias construtoras.

Para o Bovespa, a longa LTB, que vem lá do topo em 69 mil pontos, passa hoje ali por volta de 57.800 pontos.

58.000 sempre foi um ótimo divisor, assim como 60 mil.

Talvez estejamos diante da próxima e última forte perna de alta, antes de uma grande e longa perna de baixa do BOVESPA.

Talvez a ida aos 58.000 agora seja o último movimento de uma forte correção, dentro de uma tendência longa de baixa que vem lá dos 74.000. passando pelos 69.000.

14.000 pontos seria uma bela perna de alta para o Bovespa, quase 40% de alta desde os 44.100, fundo desse ano; e isso, praticamente sem "grandes paradas"

Vamos acompanhando.

Abaixo de 51.800, fundo dessa semana, temos apenas 50.000, depois 49.500.

Pra melhora de curto prazo, temos que romper a faixa de 54.000, pra pensarmos em 55.000, 56.000 e 56.750.

MACD e histograma ainda em "MODO VENDA" no diário.

MACD e Histograma ainda em "MOO COMPRA" no SEMANAL


Bovespa, diário, escala logarítmica




Bovespa, SEMANAL, escala logarítmica