quarta-feira, 31 de julho de 2013

Bovespa - fechamento em 30-07-2013

Podemos ver o Bovespa abaixo no gráfico de 60 minutos perdendo sua LTA mais curta, a LTA que venho destacando há cerca de 15 dias.

Depois da perda ali por volta de 49.000 pontos, o Bovespa veio buscar o suporte na faixa de 48.600-48.500, praticamente a mínima do dia.

Fechamento em 48.560 pontos, queda de 1,3%.

Como destaquei ontem, a faixa de 49.500 funcionava como uma resistência intraday e também como possível ponto de correção, ainda que curta, pois ali era um ponto da Média Móvel simples de 50 períodos destacada no segundo gráfico abaixo em "linha vermelha" .

Agora, abaixo de 48.500 temos finalmente a faixa importantíssima de 48.000, que inclusive é por onde passa a média móvel exponencial de 21 períodos no tempo diário.

Acima, temos o pivot em 49.700 pra que possamos ir aos 50.700.

Num cenário de rompimento pra baixo dos 48.000 pontos, ainda temos os 47.000; depois 46.000 pontos.

Perigoso mesmo seria o rompimento de 45.500 e, principalmente 45.000 pontos.


Bovespa , 60 minutos, escala logarítmica



Bovespa, diário, escala logarítmica








terça-feira, 30 de julho de 2013

O interessante movimento de USIM5, principalmente Semanal e Mensal

Abaixo, um papel que começa a chamar a atenção, USIM5.

Vejam que a mínima na faixa de 5,50, cravada ano passado, era a máxima de 2003-2004, quando, a partir desse ponto, o papel entrou numa correção até 3,40.

Depois de rompida, a faixa serviu de suporte ao final de 2004 e meados de 2005.

Essa mínima na faixa de 5,50 ano passado foi produzida sob forte divergência altista de MACD e Histograma no TEMPO MENSAL, destacadas abaixo no primeiro gráfico.

Depois, o papel repicou forte até 13,64 pra depois entrar numa forte correção até 6,50 no mês passado.

Agora, voltou a repicar até a faixa importante de 10,00, também próxima a uma longa LTB.

Tudo isso visto no gráfico MENSAL.

Visto no gráfico SEMANAL, o toque na importante faixa de 10,00 também é por onde passa uma LTB que vem desde 2012.

Vejam que no tempo SEMANAL, o papel voltou a ter o MACD cruzado na "COMPRA" e o histograma "acima da linha zero", portanto também no modo COMPRA.

Não antes de mencionar que no TEMPO MENSAL, o MACD também está cruzado no modo COMPRA, assim como o histograma também já está "acima da linha zero", em modo COMPRA.

Ou seja, MACD e Histograma dando sinais de COMPRA nos tempos mais longos, a saber, SEMANAL e MENSAL.

No diário, podemos ver um GAP deixado em 8,18.

De olho numa correção nessa faixa, no rompimento da faixa de 10,00 e finalmente no topo anterior no prazo mais longo em 13.64.


USIM5, Mensal, escala logarítmica



USIM5, Semanal, escala logarítmica





USIM5, Diário, escala logarítmica













segunda-feira, 29 de julho de 2013

O "ETF-HEDGE" do Bovespa , o índice "BZQ", já opera abaixo da MME21 há mais de 1 semana

O "ETF-Hedge" do Bovespa lá fora, o índice "BZQ" que tenho discutido aqui já há alguns dias, pode ser visto abaixo operando abaixo da Média Móvel exponencial de 21 períodos por mais de 7 dias.

Essa MME21 inclusive já está embicada pra baixo, reforçando uma tendência de baixa no curto prazo, e que deve aumentar a pressão sobre o pivot de 90 que pode ser rompido pra baixo a qualquer momento.

Essa sinalização serviria pra reforçar uma visão altista para o Bovespa no curto-médio prazo.

Acompanhemos.....

ETF-HEDGE "BZQ", diário







Bovespa - 29-07-2013

Bovespa novamente sentiu a faixa de 49.500 ao tocar na máxima de hoje  49.460; já havia tocado antes 49.380 pontos e 49.420 pontos.

Acima, tem uma resistência intraday em 49.750 pontos.

O "problema" é que além de ser resistência intraday, essa faixa é por onde passa uma média móvel simples de 50 períodos e também próxima dessa resistência mais clara em 49.500.

Ou seja, as "coisas" parecem caminhar ainda pra uma "pequena parada" nessa faixa aí de 49.500 pontos, antes de pensarmos em 50.700 pontos.

Talvez até mesmo para que o índice estreite suas bandas bollinger ainda "esgarçadas" como abaixo vistas, assim como para que se aproxime  de sua média móvel exponencial de 21 períodos que passa hoje em 48.000 pontos.

Nesse cenário, a faixa de 48.000 pontos deve ser novamente focada para uma correção de curto prazo, já que além de divisor, é suporte imediato no diário e hoje por onde passa a MME21.

Suporte intraday imediato está na faixa de 48.800, depois a faixa de 48.600 pontos.

Hoje, novamente o canal de alta que temos ressaltado nos últimos dias balizou o índice no intraday.


Bovespa, diário










'Dúvida agora é se há um subprime brasileiro', diz Pedro Videla, consultor do FMI e do Banco Mundial

Excelente entrevista de Pedro Videla, consultor do FMI e do Banco Mundial, publicada no jornal "O Estado de São Paulo" ontem, 28/07/2013 .

Vejam parte da entrevista abaixo, onde Pedro Videla fala, entre outras coisas, sobre o risco não só de uma bolha imobiliária, mas de outros riscos associados ao Brasil de hoje.


http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,duvida-agora-e-se-ha-um-subprime-brasileiro-,1058105,0.htm

'Dúvida agora é se há um subprime brasileiro'
Para ex-consultor do FMI e do Banco Mundial, País não aproveitou o bom momento para fazer as reformas necessárias
28 de julho de 2013 | 2h 10

LUIZ GUILHERME GERBELLI - O Estado de S.Paulo

O Brasil errou ao não fazer as mudanças estruturais para aumentar a produtividade na época do forte crescimento econômico, diz o chileno Pedro Videla, consultor do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial e professor da Escola de Economia e Negócios Iese, na Espanha. Hoje, diz, o País paga o preço pelo erro. "Agora, todo mundo está muito preocupado se há um subprime brasileiro", afirmou em entrevista ao Estado em passagem por São Paulo. A seguir, os principais trechos da entrevista.

O Brasil enfrenta uma pressão das ruas e do mercado. Como o sr. vê esse momento?

O Brasil teve mudanças positivas nos últimos anos. Começando com o presidente Fernando Henrique Cardoso (1995 a 2002). Nos 15 anos anteriores, a taxa média de inflação era de 730% ao ano e houve seis moedas distintas. Com ele, começa esse processo de estabilização, mas não de reformas, que permitiu uma caída substancial da taxa de inflação para 6%. Depois, Lula assume (2002 a 2010). Todo mundo acreditava que seria um Chávez (Hugo Chávez, ex-presidente venezuelano) ao cubo, mas não foi. Lula enfatizou a estabilidade macroeconômica e aplicou outras políticas, como as de redistribuição de renda. O Brasil começou a crescer fortemente, e qual foi a fonte desse crescimento? Primeiro, a estabilização econômica. Depois, a mudança que não fez de Lula um Chávez ao cubo, e a confiança das pessoas de que teríamos regras mais estáveis. Terceiro, essa grande inclusão de brasileiros no sistema econômico, com a distribuição da renda. E, em quarto lugar, as mudanças tecnológicas, com aumento da produtividade agrícola e o aumento dos preços das matérias-primas. Tudo isso resultou em grande crescimento do crédito doméstico. O que acontece agora? Esse modelo - se é que pode chamar de modelo de desenvolvimento, porque não é uma estratégia de longo prazo - está terminando. Não é possível continuar dando crédito às pessoas, mas o governo continuou com essa política, essencialmente com as instituições estatais. Agora, todo mundo está muito preocupado se há um subprime (política de crédito fácil, sem garantias, que deu início à crise financeira nos Estados Unidos) brasileiro.

E onde estaria localizado o subprime. Em que tipo de crédito?

Na aquisição de bens. Desde lavadoras até apartamentos, passando por carros. O processo de estabilização permitiu aos brasileiros obter esses bens. As pessoas questionam por que se fala tanto disso no Brasil, se o crédito às famílias sobre o PIB não chegou a 80% - na Espanha, essa relação é de 140%. O País é impactado também pelos preços das commodities, que tendem a se estabilizar por duas razões principais: a economia mundial não está crescendo e os países que demandavam commodities, como China e Índia, estão tendo queda no crescimento. Além disso, quando o Bernanke (Ben Bernanke, presidente do banco central americano) diz que vai começar a tirar dinheiro do sistema, todos aqueles que estavam comprando commodities para se proteger de uma inflação nos Estados Unidos, se a liquidez continuasse no sistema, estão saindo. Eu sei que o Brasil era um caos em 1995 e, agora, está melhor. Mas as perguntas são: posso abrir um empresa mais facilmente que em 1995? Posso investir mais facilmente? Posso encontrar mais capital humano que em 1995? Infelizmente, para muitas dessas perguntas, a resposta é não.

O País não aproveitou o bom momento para fazer as reformas?

As mudanças estruturais que são necessárias para aumentar a produtividade do País não foram feitas. Foram feitas mudanças muito importantes, como a estabilização. Essa é o que se chama a primeira onda de reforma. Falta se mover para a segunda onda de reformas. Sem querer me meter na política local, a percepção de fora é que, diante dessa situação, o atual governo, em vez de fazer as reformas estruturais, sobrevive a curto prazo, aumentando mais as distorções.

Qual o impacto para o Brasil com a nova política do Fed e o fim da valorização das commodities sem as reformas?

Isso é muito perigoso. O que Bernanke faz é o mesmo que todos atacavam em Greenspan (Alan Greenspan, presidente do Fed entre 1987 e 2006). Greenspan manteve as taxas de juros baixas porque dizia que não via inflação. E todos diziam que ele não deveria ter visto a inflação de preços ao consumidor, mas a inflação de commodities. Bernanke faz o mesmo e veja o problema que está criando para o Brasil. Todo mundo trazia dinheiro ao Brasil, valorizando o real, e o BC teve de criar entraves ao fluxo de capital. Isso que Bernanke criou pode mudar e o dinheiro voltar aos EUA. E o que faz um país como o Brasil que tem déficit em conta corrente?

E o que pode ocorrer?

O que os analistas dizem é que não vai ocorrer uma crise na balança de pagamentos porque, agora, não há câmbio fixo. O que pode ocorrer é uma grande tensão no sistema financeiro e no crescimento. O sistema financeiro não tem liquidez para continuar com esse modelo. Seria interessante saber quantos empréstimos para apartamentos e carros estão em dólar e não em reais.

A origem da emissão de títulos da dívida no exterior para financiar o consumo...

Esse é o problema que existe. Pode ser o problema desse fluxo que cria duas incompatibilidades. A primeira é pedir emprestado no curto prazo para uma classe que não vai pagar pelos próximos 20 anos. E a segunda é que me endividei em dólares e emprestei em reais. Essas duas distorções são ruins. Países com grandes déficits em conta corrente e financiados por meio do fluxo de capitais precisam ver quanto do déficit em conta corrente é financiado no curto prazo e quanto no longo prazo.

O Brasil tem US$ 380 bilhões de reservas internacionais.

Isso pode durar uma semana, como na crise da Rússia (em 1998). A Rússia tinha a segunda maior reserva, quase US$ 680 bilhões, e precisava defender o rublo, pois os preços das commodities caíram. Quando se depreciou o rublo, foi um grande problema. Todas as famílias e empresas tinham seus ativos numa moeda depreciada de 15% a 20%, e todos os seus passivos numa moeda forte. E não podiam pagar. E quando não podem pagar, usam as reservas. É preciso ver como estão as reservas brasileiras. Esperamos que os organismos que supervisionam o sistema bancário tenham pensado que isso pode ocorrer. É um sinal de interrogação com o qual todos estão preocupados.

O que o governo pode fazer?

Não dar mais gás para essa bolha. Isso é o que está fazendo o Banco Central. Por isso, há a preocupação da presidente (Dilma Rousseff). Isso necessariamente implica menor crescimento. E, neste momento, há pressão da rua, eleições...

Está claro para você que há uma bolha no Brasil?

É um sinal ruim ir ao Pão de Açúcar e uma Coca-Cola custar 1,50. Os preços dos apartamentos também me dão má impressão. Alguém poderia dizer que não é uma bolha, mas é um ajuste do tipo de câmbio real. Mas o aumento do preço dos apartamentos foi maior do que de unidades comerciais. Esse cenário não quer dizer que o Brasil não tenha um futuro. A grande pergunta é como vai ser o ajuste, se ele vai ser abrupto ou tangenciado.

É possível tangenciar?

É possível. Isso foi o que tentou fazer o BC com a desvalorização do real, mas é muito complicado. Não se pode controlar o câmbio, a quantidade de dinheiro e o fluxo ao mesmo tempo. O mercado desfaz tudo isso. A única forma de fazer isso no Brasil é aumentar as taxas, mas terá efeito colateral. No curto prazo, todas as empresas perderão competitividade, logo haverá menos crescimento do emprego e do produto. É uma situação muito difícil. Talvez o governo chegue nas próximas eleições e trate de fazer os ajustes necessários.







domingo, 28 de julho de 2013

BBDC4, VALE5, PETR4, GGBR4 e AMBV4

BBDC4

Sentiu uma LTA mais longa quando bateu na faixa de 29,60.

MACD e histograma no tempo diário em modo "compra"

MACD e histograma no tempo SEMANAL ainda no modo "VENDA"

Papel vem melhorando muito, inclusive com rompimento de pivot pra cima no diário.

Acima, temos a faixa de 28,90 como resistência e principal em 29,60 pra pensarmos na faixa de 30,75

Pra baixo, suporte imediato em 27,78, depois 27,30


BBDC4, diário, escala logarítmica



BBDC4, SEMANAL, escala logarítmica




VALE5


Papel vem mostrando melhora considerável no tempo Diário.

Na sexta-feira, fechou com uma LTB de 6 meses rompida.

MME13 já cruzou pra cima sobre a MME21 emitindo sinal de compra depois de várias novas máximas ao longo das 2 últimas semanas.

MACD e histograma no tempo diário em modo "compra"

Papel já rompeu a Média Móvel simples de 50 períodos.

No tempo SEMANAL, MACD ainda não cruzou no modo "compra".
Histograma no SEMANAL ainda abaixo da "linha zero", também ainda em modo "venda".

Principal pivot em 29,33 precisa ser rompido pra liberar o papel de vez para novas máximas já mirando 30.30 e depois a faixa de 31,70.

Pra baixo, suporte em 28,78 e depois a faixa de 28,50


VALE5, diário, escala logarítmica




VALE5, SEMANAL, escala logarítmica





PETR4 


MACD e histograma no tempo diário em modo "compra"

Papel ainda abaixo da Média Móvel simples de 50 períodos.

No tempo SEMANAL, MACD ainda não cruzou no modo "compra".
Histograma no SEMANAL ainda abaixo da "linha zero", também ainda em modo "venda".

Acima, tem resistência na faixa de 17,30 , depois a faixa de 18,00.

Pra baixo, suporte em 16,15 e o mais forte na faixa de 15,85.


PETR4, Diário, escala logarítmica





PETR4, Semanal, escala logarítmica






GGBR4


Um dos papéis do Bovespa que certamente está à frente dos demais

Papel rompeu vários pivots de alta nos últimos 10 dias, assim como rompeu LTB mais curta.

MME13 já cruzou pra cima MME21 há mais de 1 semana emitindo sinal de compra.
MACD e histograma no tempo diário em modo "compra"

Papel já rompeu a Média Móvel simples de 50 períodos.

No tempo SEMANAL, MACD cruzou no modo "compra" no fechamento de sexta-feira
Histograma no SEMANAL também fechou a sexta-feira "acima da linha zero", emitindo mais um sinal de COMPRA no prazo mais longo.

Tocou "por baixo" uma faixa psicológica de 15,00 na sexta-feira; no entanto, há uma resistência fraca em 15,15. A mais forte agora é a faixa de 15,75.

Pra baixo, suporte na faixa de 14,00, com um gap aberto em 13.99

GGBR4, diário, escala logarítmica




GGBR4, SEMANAL, escala logarítmica






AMBV4


Papel no longo prazo vem mostrando fortes sinais na direção da "VENDA".

Vejam abaixo, MACD e histograma já em modo "VENDA" no tempo "MENSAL".

No diário, sinais ainda "confusos"; MME13 "alinhada" com MME21 , assim como MACD. 
Histograma andando "em cima da linha zero".

Resistência principal na faixa de 84,50, o que pode dar alguma compra no curtinho caso rompida.

Pra baixo, suporte mais forte na faixa de 76,00.

AMBV4, diário, escala logarítmica





AMBV4, MENSAL, escala logarítmica














Bovespa - Final de Semana - ainda com sinais de compra no diário

Abaixo, Bovespa em 3 tempos: "60 minutos", diário e Semanal.

Na sexta feira, novamente o índice Bovespa respeitou uma LTA no gráfico de 60 minutos.

No diário, Média móvel exponencial de 13 períodos "em verde" já cruzou pra cima a Média Móvel exponencial de 21 períodos "em azul" já emitindo sinal de compra.

MACD e histograma no tempo diário também em "modo compra"

No terceiro gráfico abaixo, MACD e histograma no TEMPO SEMANAL ainda em sinal de "venda".

Pra cima resistência em 49.500, depois 49.800 e 50.500-50.700.

Também na faixa de 50.000 pontos uma Média móvel simples de 50 períodos.

Pra baixo, suporte intraday em 48.500 e o mais forte 48.000 pontos


Bovespa, 60 minutos, escala logarítmica



Bovespa, diário, escala logarítmica





Bovespa, SEMANAL, escala logarítmica









quinta-feira, 25 de julho de 2013

Dow Jones - Fechamento em 25-07-2013

Dow Jones continua muito próximo aos últimos movimentos que vêm desde o final do ano passado.

As pernas maiores de 1.100 pontos continuam coerentes como assinaladas abaixo.

Ao alcançar os 1.100 pontos de alta, o Dow Jones "dá um jeito" de corrigir entre 1,5% a 4%.

Tais correções podem vir apresentadas sob a forma de pequenas congestões por 5-10 dias, ou correções rápidas, todas levando o estocástico lento para um nível "mais ameno", assim como levando o IFR14 para níveis "menos sobrecomprados".

Tais movimentos podem ser vistos abaixo nos retângulos em fevereiro e abril desse ano.

A terceira perna de alta de 1.100 pontos produziu a correção última um pouco mais forte em cerca de 7% no final de junho.

A ida a mínima hoje de 15.455 pontos do Dow Jones significa uma pequena correção de 1%; o SP500 da máxima em 1.699 até a mínima de hoje em 1.680 ainda teve uma correção um pouco maior.

Portanto, essa pequena correção se parece mais com a de fevereiro desse ano.

Bandas começam a estreitar no tempo diário.

Dentro desse raciocínio, mais cedo ou mais tarde, o Dow Jones também voltará a romper o topo em 15.610 pontos.

Suporte no diário, temos para o Dow Jones, 15.400, depois 15.320 e 15.200, 14.850 pontos e 15.550 que, se rompido, pode levar o índice a uma corrreção mais profunda.


Dow Jones, diário











Bovespa - Fechamento em 25-07-2013

Bovespa depois de um pullback na região de 48.000 pontos ontem , voltou a retestá-lo e fechou a 49.067 pontos, alta de 1,43%.

O reteste hoje na importante faixa de 48.000 pontos coincide também com uma LTA no gráfico e 60 minutos que volto a destacar abaixo.

No tempo diário , gráfico mais abaixo, já mostra uma MME13 praticamente cruzada pra cima sobre a MME21.

Temos ainda uma média móvel simples de 50 períodos na faixa de 50.000 pontos a ser rompida.

No entanto, o índice continua "bonito" na COMPRA; temos à frente um novo pivot de alta em 49.400 pontos com muitas chances de ser rompido de olho já na faixa de 50.500 pontos.

Pra baixo, certamente agora temos a faixa de 48.000 pontos como suporte mais forte; atenção para o suporte em 48.800 e a LTA no gráfico de 60 minutos para correções de intraday; amanhã na abertura a LTA  já passa ali por volta de 48.500.



Bovespa , 60 minutos, escala logarítmica



Bovespa , diário, escala logarítmica

























Facebook explode e sobe na abertura 26%

Fortíssima abertura dos papéis do Facebook em Nova York

Papéis sendo negociados a 33,52, com alta de 26% nesse momento. Chegaram a subir 30% na máxima do dia.

Vejam os gráficos nos tempos diário e semanal:

Facebook , diário




Facebook , semanal











terça-feira, 23 de julho de 2013

Bovespa - fechamento em 23-07-2013

Novas máximas para o Bovespa hoje

Fechamento em 48.820 , alta de 0,51%.

Máxima em 49.370 pontos, praticamente o topo de um canal de alta destacado abaixo nos gráfico de 60 minutos.

Agora, temos o suporte de 48.000 pontos, que pode servir como pullback a qualquer momento pra aliviar alguns indicadores.

Tal importante faixa é próxima também a base inferior do mesmo canal de alta no gráfico de 60 minutos. Hoje, a base inferior está próxima a 47.500 pontos.

Acima, temos uma resistência intraday em 49.500, depois a faixa psicológica de 50.000 e 50.700 pontos.

Interessante notar uma comparação com o movimento de 2011 quando o Bovespa fez fundo em 47.800 pontos destacado no segundo gráfico

O índice naquela época também alcançou patamares extremamente sobrevendidos de IFR14 no tempo diário.

O movimento atual não alcançou IFR14 próximo a 13,00 como em 2011, porém produziu fortíssimas divergências altistas em patamares abaixo de 25,00 de IFR14 no tempo diário.

Naquele momento de 2011, o Bovespa produziu uma primeira forte perna de alta de 15% antes de buscar um fundo acima do anterior de 47.800.

Caso o Bovespa execute movimento semelhante, a perna iria próximo a 50.500, que é também uma resistência intraday, assim como ponto próximo a atual Média Móvel simples de 50 períodos destacada abaixo no tempo diário.

Outras médias apresentadas abaixo: as MME's de 13 e 21 períodos

Num cenário de correção maior para atingir novos topos no médio-longo prazo, temos a faixa de 47.000, depois 46.000 e 45.500

Bovespa , 60 minutos, escala logarítmica




Bovespa , diário, escala logarítmica - MOVIMENTO 2011





Bovespa , DIÁRIO - ATUAL, escala logarítmica















segunda-feira, 22 de julho de 2013

A mesma dinâmica "COBRE x Mineradoras x VALE"

O Cobre tem antecipado o movimento da VALE nos últimos 3 anos, movimento destacado abaixo.

O Cobre tem que romper essa faixa de curto prazo em 3,20. depois, 3,30 e 3,40.

A mesma faixa de 3,20 é por onde passa hoje uma LTB.

Portanto, de olho nesse rompimento que deve empurrar as mineradoras com mais força no mundo inteiro; por consequência, a brasileira VALE



COBRE, SEMANAL, Escala logarítmica





ADR VALE em Nova York, SEMANAL, Escala logarítmica









Bovespa rompe os 48.000 pontos e com pivot de alta

Bovespa melhorando muito depois de fortíssimas divergências de IFR14 no tempo diário e depois de alcançar um patamar excessivamente sobrevendido no Semanal, já que o IFR14 no semanal chegou a tocar a faixa de 24,00

Hoje, rompeu no fechamento a faixa de 48.000 pontos, ao fechar em 48.570 pontos, alta de 2,48%.

A máxima do dia foi em 48.879, que não deixa de ser uma resistência de intraday (faixa de 48.800), como podemos ver abaixo.

A MME13 ainda não cruzou pra cima sobre a MME21, porém as 2 já embicam pra cima o que fortalece o modo COMPRA.

Outro ponto positivo é a caracterização de um pivot de alta, já que rompeu os 48.000 pontos anteriores depois de um "topo e fundo ascendente".

Ou seja, o índice apresenta vários sinais positivos indicando que novos topos serão alcançados no curto prazo.

No entanto, ainda há alguns obstáculos pela frente.

Vamos acompanhar o cruzamento da MME13 sobre a MME21 no tempo diário, assim como o MACD e histograma no TEMPO SEMANAL, pra que tenhamos uma sinalização mais forte de que podemos romper também os 52.000 pontos e alcançarmos vôos mais altos.

Outro obstáculo que serve como alerta é o comportamento do ETF Hedge do Bovespa, o índice "BZQ" que tenho exposto aqui.

Hoje, o "BZQ" não rompeu pra baixo a importante faixa de 90 com tanta força e convicção que o Bovespa rompeu os 48.000 pontos.

Por isso, ainda vejo com uma certa cautela o rompimento em definitivo dos 48.000 pontos.

É provável ainda vermos no curtíssimo prazo algum estresse que possa levar o índice a resvalar novamente na faixa de 47.000 pontos, suporte mais importante de curto prazo, ou mesmo a faixa de 46.000-.46.500.

Abaixo também um canal de alta nos 60 minutos, e a faixa de 49.200 acima como resistência intraday

Reparem também nessa faixa de 54.00 do IFR14 no tempo diário que assinalei no primeiro gráfico.

Vejam como ela serviu de "resistência" em vários momentos nos últimos 12 meses


Bovespa, diário, escala logarítmica



Bovespa, 60 minutos, escala logarítmica






"BZQ", diário



"BZQ", SEMANAL









sábado, 20 de julho de 2013

Um passeio de 20 anos pelo Brasil e pelo Bovespa

Não.....

O Brasil não começou em 2003 como tenta dizer o Partido dos Trabalhadores.

"O nunca antes na história desse país" é uma história que não se mantém com meia hora de conversa ou 10 dados minimamente consistentes e cruzados.

Pra início de conversa, o Brasil é um país novo.

Um país republicano há pouco mais de 1 século.

Um país industrial há pouco mais de 50 anos com a criação da Companhia Siderúrgica Nacional.

Por 15 anos aproximadamente, do final dos anos 70 até 1994, o Brasil viveu uma das mais agudas e intensas hiperinflações do mundo.

Há cerca de 25 anos atrás o Brasil decretou a moratória da dívida externa.

Enfim, há muita coisa pra contar e considerar antes de 2003.

Portanto,  a história do recente  e "jovem" Brasil não pode ser resumida em apenas de 10 anos do Partido dos Trabalhadores.

Mais recente do que o nosso "jovem" Brasil, é a nossa Bolsa de Valores.

Na verdade, no início do nosso mercado de capitais dispúnhamos, essencialmente, de 2 "Bolsas", a Bolsa do Rio e a Bolsa de São Paulo.

O Gráfico abaixo, de 20 anos, mostra uma parte dessa história.

E o que vemos ?

Bovespa dolarizado 20 anos



Basicamente, vemos 2 períodos; 1 de 1994 a 2004, e outro de 2005 até hoje.

O primeiro período, pós-Plano Real, a Bolsa vive uma euforia até atingir, em dólar, o topo em 12.620 pontos.

Esse topo somente é rompido no final de 2005.

Após esse período, assistimos um novo ciclo de alta das commodities que ajudou a empurrar, não só as empresas ligadas a commodities, como todo o mercado brasileiro.

Interrompido por uma rápida e fortíssima queda em 2009 por conta da Crise do Lehman e posterior "sequestro" da liquidez no mundo, o ciclo se mantém vigoroso até meados de 2010, empurrando, novamente, a Bolsa Brasileira para o mesmo patamar de 2008.

De meados de 2010 pra cá , a China parou de crescer a 2 dígitos, a Europa agoniza e as commodities, de um modo geral, entraram em colapso.

O efeito no Bovespa é imediato e o índice cai praticamente na mesma dinâmica das commodities.

O peso das empresas de commodities no Bovespa é grande ?

Sim.

Mas não foi somente isso.

Derrapagens cometidas na área econômica impuseram impactos macroeconômicos negativos que mudaram a dinâmica da economia brasileira.

Pilares duramente construídos ao longo dos anos 90 e parte dos anos 2000 foram gradativamente erodidos nos últimos 3-4 anos.

Enfim.....

O Brasil hoje é o retrato de um país que mais se aproxima dos anos 70-80 do que do Brasil do final dos anos 90, onde a agenda era dominada por controle da inflação, dos gastos públicos, por busca de produtividade, entre outros pontos.

O Brasil de hoje é um país novamente "cansado".

Não confiamos no controle da inflação
Não confiamos na política fiscal
Não confiamos no controle dos gastos públicos
Não confiamos na produtividade do trabalhador brasileiro.
Não confiamos na luta contra a insanidade dos impostos cobrados.

"O nunca antes na história  desse país" se resumiu a história da Cinderela.

Enquanto as commodities bombavam, tudo bombava.

No entanto, o paradoxo do "nunca antes na história desse país" não era discutido.

Ou seja, o país bombava, a despeito de tudo fora do lugar.

A indústria perdia espaço e produtividade.
A carga tributária se mantinha alta , a despeito de mais e mais impostos.
Os gastos públicos aumentavam.
O Funcionalismo público inchava.

Não há "almoço grátis".

O gráfico acima mostra isso.

O que temos pela frente é um bom repique.

Pra mim até os 58.000 pontos.

Vejam o gráfico mais abaixo.

O mais provável, no longo prazo, é voltarmos para a "nossa realidade".

Em dólar, podemos discutir se a "nossa realidade" é de volta aos 12.600 pontos ou 10.000 pontos.

"O nunca antes na história desse país" durou apenas até meia-noite.

Depois, as commodities viraram "abóbora"


Bovespa - Mensal, escala logarítmica - 5 anos









sexta-feira, 19 de julho de 2013

"CRB Commodities" rompe LTB longa e só falta confirmar o rompimento da faixa de 290 pontos

Abaixo o gráfico semanal do "CRB Commodities" mostra o rompimento de uma LTB que vem desde setembro de 2012.

Hoje, o índice foi até a faixa de 292 e fechou em 290,92.

O divisor sempre foi 290-292; portanto, é interessante esperarmos a confirmação dessa faixa ao longo da semana que vem.

Bons ventos começam a soprar para as commodities depois de meses difíceis....



"CRB", Semanal, escala logarítmica









No Crash de 1987, os mercados americanos subiram de dez-1986 até set-1987 cerca de 40%.......de dez-2012 até agora subiram cerca de 21%....estamos em um pouco mais da metade do caminho.....

No Crash de 1987, os mercados americanos subiram de dez-1986 até set-1987 cerca de 40%.......

De dez-2012 até agora, subiram cerca de 21%....estamos em um pouco mais da metade do caminho.....


Então é pra bater nessa p...aí........

Faltam 19%.....pro mesmo cenário de 1987....

Nirvana.......sem piedade.....














"Enjoy the silence"........até os 58.000 pontos para o Bovespa....

Depois de 48.000 pontos.....52.000 e 58.000 pontos....

Escolham empresas sólidas, "massacradas", "atrasadas" nos últimos 30-60 dias...

"Esqueçam" as que "performaram" bem nos primeiros 6 meses...

É horas das "atrasadas"....

Bovespa, diário













Governador de Michigan autoriza o pedido de falência da cidade histórica de Detroit

Não.....você não ouviu errado....

Governador de Michigan Rick Snyder autoriza o pedido de falência da cidade de Detroit

"Detroit está quebrada" , segundo as próprias palavras do Governador.....

Antes do vídeo, parte da matéria do jornal "O Estado de São Paulo":

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-geral,detroit-pede-falencia-a-maior-da-historia-em-uma-cidade-nos-eua,159545,0.htm

Detroit pede falência, a maior da história em uma cidade nos EUA

Berço da indústria automobilística americana, o município teria uma dívida em torno de US$ 18 bi
18 de julho de 2013 | 18h 23

A cidade de Detroit, que já foi conhecida como um dos maiores polos da indústria automobilística do mundo, no estado norte-americano de Michigan, entrou na tarde desta quinta-feira com pedido de falência. É o maior pedido de falência de uma cidade na história dos Estados Unidos. A dívida do município seria algo perto de US$ 18 bilhões.

......Na prática, Detroit entrou com pedido de proteção com base no código falimentar dos EUA, o chamado Capítulo 9. Após a entrada do pedido, há um prazo legal de 30 a 90 dias para avaliar a elegibilidade da cidade para estar protegida dentro deste código. Se o pedido de falência for aceito, uma das hipóteses é que ativos municipais sejam vendidos para fazer face ao pagamento dos credores.

Além de Detroit, cidades menores dos EUA abaladas pela crise de 2008 entraram nos últimos anos com pedido de falência. Uma delas foi Stockton, na Califórnia. Com cerca de 300 mil habitantes, o município entrou com pedido em junho do ano passado."













GGBR4 nesse momento rompendo LTB e com pivot de alta

Abaixo 2 gráficos da GGBR4 nos tempos diário e SEMANAL.

Sinais de compra se espalham para o papel, a saber no TEMPO DIÁRIO:

1- GGBR4 vai rompendo pivot de alta ao fechar ontem acima de 13.76 e operar nesse momento acima disso, portanto, tecnicamente já revertendo a tendência terciária de baixa anterior.

2- Também nesse momento rompe uma LTB mais longa.

3- MME13 já cruzada pra cima sobre MME21, outro sinal de

4- Papel também já opera acima da Média Móvel simples de 50 períodos.

5- Histograma acima da linha "zero", portanto, outro sinal de compra.

Atenção na faixa de 13,70 como primeiro suporte.

Suporte mais forte e stop mais longo, a faixa de 12,75.


GGBR4, diário, escala logarítmica




No tempo SEMANAL:

1- MACD abaixo destacado vai cruzando também no MODO COMPRA

2- Histograma abaixo destacado e acima da linha "zero" nesse momento também coloca o papel  no modo COMPRA no tempo SEMANAL.


GGBR4, SEMANAL, escala logarítmica












quinta-feira, 18 de julho de 2013

Dow Jones e SP500 param "em cima" do topo anterior

Dow Jones tinha como topo anterior 15.540. Fechou praticamente "em cima" aos 15.548 com alta de 0,5%, embora no intraday fosse em 15.590.

SP500 tinha como topo anterior 1.689; também fechou "em cima" com alta de 0,5%, embora no intraday tenha rompido, com máxima em 1.693 pontos.

Possível recuo pra faixas próximas às Médias móveis simples de 50 períodos seria normal pra voltar com força e romper definitivamente essas faixas.

Dow Jones fez 3 pernas de 1.100 pontos desde o fim do ano passado quando bateu os 12.900 pontos; 2 pernas de alta e 2 curtíssimas correções, e a última perna de alta com uma correção de 6,5% aproximadamente.

Caso somemos 1.100 pontos para o Dow Jones da mínima em 14.550 do mês passado, teríamos 15.650 pontos.

Bateu hoje 15.590.

Dow Jones, diário




SP500, diário




Dow Jones, diário - PERÍODO 1 ANO











Bovespa - Fechamento em 18-07-2013

Bovespa com fechamento hoje em 47.650 pontos, alta de 0,53%

Tocou na máxima a faixa de 48.000 pontos, ponto que, se rompido, pode sinalizar uma reversão de médio prazo.

Sentiu o divisor de 48.000 e recuou. Amanhã ainda deve tentar rompê-lo. Difícil apostar num rompimento agora.

Deve voltar para algo em torno de 46.000 pontos, ganhar força e voltar a retestar os 48.000 pontos; apostaria num rompimento desses 48.000 pontos numa segunda tentativa.

Abaixo, poderíamos também especular num OCOI cuja base do pescoço pode ser a faixa de 46.000 pontos


Bovespa, diário, escala logarítmica










O jogo para o Bovespa agora é 46.000 pontos

Número para o Bovespa respirar e engatar novos topos e fundos ascendentes é 46.000 pontos.

Esperamos uma correção ali pra buscar depois novos topos.

Se furar, 45.500 é o suporte, depois 45.000 pontos, depois 44.100


Bovespa, 60 minutos, escala logarítmica








BBDC4 melhorando na compra

BBDC4 cada vez mais "bonita" na Compra.

Falta ainda "respirar" um pouco mais abaixo, ganhar força pra romper 28,95-29,00

MME13 embicada pra cima
MME21 estabilizou.

Ainda operando abaixo da MA50.

Parece "querer"forma um OCOI; pra isso, tem que vir abaixo, na faixa de 27.00 e romper o importante pivot em 29,00


BBDC4, diário, escala logarítmica







quarta-feira, 17 de julho de 2013

3 Mineradoras em Nova York: Rio Tinto, VALE e BHP.......Rio Tinto continua à frente

Em Nova York....

Tempo diário

Rio Tinto já rompeu MA50......

BHP rompeu no intraday a MA50, mas fechou "em cima"...

VALE tocou "por baixo" a MA50 hoje...


RIO TINTO, diário


BHP, diário



ADR VALE, diário