sexta-feira, 31 de maio de 2013

Pressão por todos os lados - Petróleo fecha abaixo da faixa de 92,00 , com topos e fundos descendentes no SEMANAL em 2013


Petróleo, SEMANAL, escala logarítmica









"XLF", índice do sistema financeiro americano, volta a fechar na semana abaixo de 20,00

"XLF", SEMANAL, Escala logarítmica








Pressão por todos os lados na VENDA - "CRB Commodities"


"CRB COMMODITIES"  , SEMANAL, Escala logarítmica








Índice "IMOB" volta pra faixa de 780 pontos, depois de tocar 850 pontos

Semana passada falei que o índice "IMOB", índice do setor imobiliário, havia tocado a importante faixa de 850 pontos.

Hoje, depois de uma sinalização mais contundente de alta da taxa de juros no curto-médio prazo por parte do Banco Central, as ações do setor imobiliário despencam, a ponto de fazer com que, novamente, o índice "IMOB" opere agora, às 16:12, no nível de 779 pontos, queda forte de 5,2%.

Abaixo, nós temos 4 importantes faixas vistas no GRÁFICO SEMANAL.

700
780
850
930

Portanto, num aprofundamento da queda do "IMOB" nos próximos dias, bem provável a visita na faixa de 700 pontos.

Pra cima, melhora de longo prazo, apenas no rompimento da faixa de 850 pontos.

IMOB, semanal, escala logarítmica









ADR PETROBRAS devolve toda a alta de ontem e volta a testar o divisor em 17,80

Abaixo, vemos o gráfico diário da ADR PETROBRAS, papel listado na Bolsa de Nova York.

Vejam o divisor de 17.80-18.00.....ontem uma alta expressiva, com um intraday forte.

Hoje, devolvendo tudo até o momento.

Abaixo desse divisor, caminho livre até 15,00 com algum enrosco em 16,00. Pra cima, faz novo pivot de alta acima de 19,50.

Portanto, "olho" e cautela na PETR4 e PETR3, tomando como base a alta até então vista hoje, principalmente se olharmos a queda forte de quase todos os papéis do Bovespa.

ADR PETROBRAS , DIARIO








E, agora, depois do Pibinho, o governo brasileiro se apóia nas "privatizações-concessões" para alavancar o crescimento

Privatização....um palavrão na boca do governo brasileiro atual.

Parece que a coisa mudou.....

Depois de "pibinhos" atrás de "pibinhos", a ordem agora é "concessão", "privatização" ou qualquer sinônimo que leve o Brasil, finalmente, a uma dinâmica positiva.

Portanto, vamos privatizar...opss.....privatizar não pode falar....

Abaixo, parte da matéria publicada no Jornal O GLOBO com o título : "Planalto quer atacar inflação e atrair investimentos para turbinar crescimento da economia em ano de eleição"

http://oglobo.globo.com/economia/planalto-quer-atacar-inflacao-atrair-investimentos-para-turbinar-crescimento-da-economia-em-ano-de-eleicao-8549195

Aposta agora é nas concessões

Já o crescimento de 2013 está praticamente dado e não deve superar 3%, especialmente após o fraco resultado do primeiro trimestre. Por isso, a ordem do Planalto é trabalhar para tirar logo do papel os programas de concessão e, com isso, acelerar investimentos que aparecerão no PIB a partir de 2014. A nova estratégia já apareceu na fala do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que disse que os investimentos devem ser o carro-chefe da economia.

Há confiança do Executivo de que, assim que os programas de concessões tiverem suas primeiras outorgas pagas e seus investimentos iniciados, a economia vai reagir. Além de rodovias e ferrovias, nos últimos dias, o governo prometeu leiloar em outubro a gigantesca área de Libra, no pré-sal, e elevou a exigência de outorgas para os aeroportos de Confins e Galeão, em comparação com os anteriores. Se o investimento, de fato, demorar a surgir, pelo menos as outorgas serviriam para aquecer a economia.





Pressão forte sobre as construtoras com a alta da taxa de juros

Forte pressão sobre as construtoras, com o índice IMOB caindo 3,5% por conta da alta da taxa de juros.

Por conta disso, o mercado "ajeita" algumas coisas e mantém papéis em alta razoável, como  PETR4, mesmo com a forte alta do dólar que, em tese, também põe pressão sobre o que ela importa.

Em Nova York a ADR PETROBRÁS já devolve todo o ganho de ontem. ADR PETROBRAS em queda de 1,54%




No dia 12 de maio de 2012 escrevi : "Vamos pro córner Dr.Mantega, Dr.Tombini, Brasil ?"...

Com uma inflação em descontrole há pelo menos 15-18 meses, baixar as taxas de juros numa velocidade alucinante, como fez o Brasil no mesmo período, num contexto de "pouca preocupação" com os gastos públicos, certamente seria um risco.

Pois sim

No dia 12 de maio de 2012, há praticamente 1 ano, escrevi um artigo com esse pensamento, cujo título era:

"Vamos pro córner Dr.Mantega, Dr.Tombini, Brasil ?"

Aqui, o link: http://pracompraroupravender.blogspot.com.br/2012/05/vamos-pro-corner-drmantega-drtombini.html

Quarta-feira última, o Banco Central sobe em 0,5% a taxa de juros, ratificando o movimento de reversão do movimento anterior de juros.

O Dólar ?

O Dólar, sem "intervenção" continua subindo....

E o mercado vai levando o Banco Central pro córner........

Abaixo, volto a reproduzir um pouco do texto do artigo acima destacado, quando especulo sobre "como" o mercado poderia levar o Banco Central ao córner:


___________________________


Agora, o mercado começará a "cozinhar" o Banco Central do Brasil e o Ministério da Fazenda.

O Banco Central e o ministro da Fazenda cometeram um imenso erro agindo dessa forma e com a velocidade em curso.

A inflação que já caminhou no limite do teto da meta ano passado entra no centro das atenções novamente, seja pelo câmbio, seja  por um mercado interno ainda na transição da desaceleração economica mundial.

Essa reflexividade e tamanho são sempre difíceis de mensurar, porém o que quero destacar aqui é a ênfase na taxa de câmbio, como correia de pressão para as taxas de juros e inflação.

Ao sinalizar tamanha queda na taxa de juros e sua respectiva velocidade num país com forte carregamento de posições nas taxas  e com o perfil de um governo "gastador" e "não preocupado com os gastos públicos, o governo brasileiro comete um errro grosseiro de condução de política econômica que vai muito mais além do que essa discussão populista e primária de "caça às bruxas" aos bancos com seus largos spreads bancários.

A Reflexividade e o looping da equação "queda das taxas de juros  + alta do dólar + inflação" na cabeça do mercado levará cada vez mais o governo para um córner clássico.
....................

O mercado sabe que se ele partir pra cima do câmbio,  a inflação estará muito pressionada, e o governo não terá alternativa se não subir as taxas.

O jogo será ganha x ganha para o mercado !
Nesse período, podem ter certeza, 
ARBITRAGENS COM TAXAS DE JUROS já estão sendo feitas !
É COMPRA EM TAXA DE JUROS E COMPRA NO DÓLAR

OU SEJA

Volto a dizer, estamos num caso clássico onde o mercado levará o governo brasileiro pro córner.

"Me dá dólar que eu compro" , dirá o mercado........pois você, GOVERNO,  lá na frente vai ter de subir a taxa de juros pra controlar a inflação........e eu vou ganhar nas minhas arbitragens e ainda voltarei pras taxas lá na frente..

"Quer que eu venda bolsa pra comprar mais dólar ?" 
"Com todo o prazer, meu caro governo brasileiro !" 
"Terei o maior prazer de sair da Petrobrás que o senhor destrói pra tentar controlar a inflação, quando deveria controlá-la de uma outra forma..........que tal diminuir gastos públicos ?"
"Saio do que o senhor quiser....."

..............................

Agora, a guerra acontece nas mesas de Câmbio e nas mesas de Renda Fixa.

As mesmas mesas que já precisavam de alguma "diversão" há muito tempo....

É hora do mercado levar pro córner Dr.Mantega e Dr. Tombini.

_________________________________









Governo brasileiro continua "perdido", e agora, o Banco Central do Brasil aumenta os juros pra combater a inflação

Governo brasileiro absolutamente perdido em sua estratégia de política econômica.

Em um momento "não se importa" com  inflação, derruba os juros de uma forma alucinante sem a contra-partida de diminuição de gastos públicos.

Em outro momento, sinaliza nova "realidade" dos juros, para que o país não sofra com uma inflação alta.

O dólar dispara, os investidores perdem a confiança e a dinâmica será difícil de ser revertida.

É hora apenas de torcer.....torcer....e torcer.....

A sociedade não tem mais dinheiro; foi massacrada por 3-4 anos de inflação em descontrole; há uma bolha imobiliária latente pronta a ser desarmada; a sociedade, acuada e massacrada pela alta generalizada dos preços, se endividou. Os empresários continuam pagando pesados impostos e enfrentam os mesmos gargalos de 10 anos atrás.

E sinto muito, mas dessa vez a bolha de commodities não ajudará a esconder os problemas, pois ela está estourando; e o mundo ? O mundo continua desacelerando; China e Europa, principalmente, estão em novos patamares de consumo; portanto, também não se espere muita coisa do lado de lá no curto-médio prazo....

Abaixo parte da entrevista do Presidente do Banco Central do Brasil , Aleandre Tombini, dada ao jornal "Folha de São Paulo", na qual fica explícito um novo discurso.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/05/1287581-consumo-nao-sera-mais-o-carro-chefe-do-crescimento-diz-presidente-do-banco-central.shtml

31/05/2013 - 03h00
Consumo não será mais o carro-chefe do crescimento, diz presidente do Banco Central
VALDO CRUZ
DE BRASÍLIA

Um dia depois de comandar a reunião que elevou a dose dos juros, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, disse à Folha que a partir de agora o "carro-chefe do crescimento deve ser o investimento", e não o consumo, e que o BC "decidiu de forma unânime apertar" a política monetária para reforçar "a confiança" no órgão no combate à inflação.

Tombini rebate as críticas de que a elevação dos juros de 7,5% para 8%, decidida no mesmo dia em que foi divulgado o fraco PIB do primeiro trimestre de 2013, pode prejudicar o crescimento.

Sérgio Lima/Folhapress

O presidente do BC, Alexandre Tombini, na sede do banco

"Inflação mais baixa milita na direção de um salário real mais preservado" e "é condição necessária para o planejamento dos empresários, logo para o investimento", insistiu ele, numa linha oposta à visão petista de que é possível aceitar uma inflação mais alta para não sacrificar o crescimento.

Em março, a presidente Dilma Rousseff afirmara que não concordava com políticas que "matavam o doente", numa referência à alta de juros para conter a inflação. Depois, teve de contemporizar, dizendo que havia sido mal interpretada.

Questionado se não teme o fogo amigo depois de aumentar a dose dos juros, Tombini afirmou que o BC tem o "integral apoio do governo Dilma".

Folha - O PIB veio fraco, abaixo do esperado, e mesmo assim o BC intensificou a alta dos juros? Por quê?

Alexandre Tombini - O Banco Central tem dito que está num processo de combate à inflação, querendo fazer que a inflação decline e que esse processo se prolongue no médio prazo.
Para que isso se consolide, é preciso que o Banco Central atue. Já vínhamos comunicando que esse processo seria bastante firme e que ele ajuda a reforçar a confiança, tanto dos consumidores, da dona de casa, quanto dos empresários. Esse processo de combate firme à inflação é compatível com o reforço da confiança na economia brasileira.

.........................

A inflação alta foi responsável pelo PIB fraco?

Uma inflação mais baixa milita na direção de um salário real mais preservado e reforça a confiança de empresários, dá tranquilidade quanto ao horizonte de planejamento.

.......................

É possível uma inflação abaixo de 5% em 2014?

........................

Sua avaliação então é que, para os investimentos subirem, uma componente necessária é inflação baixa?

Inflação baixa, sob controle, é uma condição necessária para o planejamento dos empresários, logo para o investimento.

O BC não demorou muito a subir os juros?

O Banco Central tem dito que a comunicação é parte integrante da política monetária. Desde janeiro iniciamos um processo de sinalizar que as condições monetárias poderiam ser apertadas. E, de fato, os mercados reagiram a esse processo.

Quanto o PIB vai subir neste ano, depois do resultado fraco do primeiro trimestre e da alta dos juros mais forte decidida nesta semana?

Achamos que o PIB em torno de 3% é factível no Brasil neste ano neste contexto de política econômica.

O BC está sozinho no combate à inflação?

Não, o objetivo do Banco Central é o combate à inflação. Temos de fazer nosso trabalho, em qualquer contexto, para atingir nosso objetivo de inflação estabelecido pelo governo.

Quando digo sozinho me refiro à política fiscal, que o próprio BC tem dito que tem sido expansionista. Não seria melhor conter os gastos públicos neste momento?

Vamos avaliar a política fiscal a cada momento do tempo. É uma das variáveis que analisamos para tomarmos decisão de política monetária, não tomamos decisão de política fiscal.

Há uma avaliação de que o BC, em 2012, mirava duas metas, inflação e crescimento econômico, tolerava certa inflação para não sacrificar o crescimento. Isso mudou?

Não, o objetivo do Banco Central sempre foi a inflação. Se você voltar no tempo, junho do ano passado, tínhamos uma projeção de 4,7%, 4,8%. A política estava toda apontando na direção de uma inflação na meta. Tivemos um choque externo e houve uma depreciação do câmbio, fatores que levaram a inflação para cima, combinados com um choque de alimentos no país.
Estamos trabalhando, desde janeiro, com a comunicação e, desde abril, com a política monetária para trazer a inflação de volta.

O dólar voltou a se valorizar nos últimos dias. Isso prejudica o trabalho do BC?

..............

Temos hoje inflação alta e crescimento baixo. Corremos o risco de ter estagflação?

A inflação está sob controle, vai declinar. A economia brasileira começa agora uma recuperação gradual. Não caracterizaria isso como processo de estagflação.

O consumo ficou praticamente estável, contribuindo para o fraco desempenho do PIB. Isso significa que esgotou-se o modelo de focar no consumo o crescimento brasileiro?

O carro-chefe do crescimento deve ser, neste período à frente, o investimento. O consumo, naturalmente, ajuda a propagar o crescimento, mas não necessariamente vai ser o carro-chefe, definir a dinâmica de quanto a economia cresce no período à frente.

Ano que vem é de eleição presidencial. No PT e no próprio governo há o temor de que a alta dos juros prejudique a campanha da reeleição da presidente Dilma. O sr. concorda com essa avaliação?

A política de combate à inflação vai no sentido de assegurar uma preservação da renda real do assalariado, de dar mais confiança ao consumidor, à dona de casa e ao próprio empresário para investir. Então, o combate à inflação não tem esse elemento, na minha visão, de colocar em risco a evolução da economia brasileira.

O sr. teme o 'fogo amigo' neste momento de alta dos juros?

A política de combate à inflação do Banco Central tem o integral apoio do governo Dilma, isso que é importante.






quinta-feira, 30 de maio de 2013

Para André Perfeito, economista-chefe da Gradual Investimentos, economia vai crescer apenas 0,5% no segundo trimestre

Em matéria abaixo, André Perfeito, economista-chefe da Gradual Investimentos, espera um crescimento de 2,1% para o PIB de 2013.

Crédito: "globo.com"

http://oglobo.globo.com/economia/as-familias-nao-vao-conseguir-elevar-mais-seu-consumo-8533619

Para André Perfeito, economista-chefe da Gradual Investimentos, economia vai crescer apenas 0,5% no segundo trimestre
BRUNO ROSA
29/05/13 - 11h53

RIO - André Perfeito, economista-chefe da Gradual Investimentos, foi certeiro em sua previsão para o desempenho do PIB no primeiro trimestre e apostou que a economia cresceria 0,6%. Agora, ele acredita que o Brasil vai registrar avanço ainda menor no segundo trimestre: apenas 0,5%. Segundo Perfeito, o consumo das famílias não tem mais capacidade de crescimento e o avanço dos investimentos — que subiram muito no início deste ano, por conta dos bons resultados da safra — não vai se repetir entre abril e junho.

O que o senhor destaca entre os números do PIB neste primeiro trimestre?

O bom resultado da agropecuária no início deste ano ocorreu por conta da safra. Isso impulsionou os investimentos. O destaque ficou por conta dos investimentos em transportes, como caminhões. Por outro lado, o consumo das famílias, que vinha crescendo a uma média trimestral de 1,17% desde 2009, avançou 0,1% neste primeiro trimestre. Ou seja, estacionou. Não é razoável pensar que o consumo vai continuar crescendo de forma indefinida. As famílias já fizeram sua parte e estão endividadas. Esse resultado não é catastrófico.


Qual é, então, a expectativa para o segundo trimestre?
Para o segundo trimestre, espero uma alta de 0,5%. Para o ano de 2013, o avanço esperado é de 2,1%. O setor externo vai continuar ruim e as famílias não vão conseguir elevar mais seu consumo. Os investimentos não vão conseguir continuar subindo na mesma velocidade desse primeiro trimestre, que foi influenciado pela safra. Assim, o segundo trimestre terá uma base alta de comparação em relação aos primeiros três meses deste ano.





quarta-feira, 29 de maio de 2013

Bovespa - fechamento em 29-05-2013

Bovespa rompeu pra baixo a faixa de 55.000 pontos. Parou na faixa de 54.500, ao fechar na mínima em 54.635, queda de 2,5%; suporte intraday em 54.300.

No médio-longo prazo, define mesmo o suporte em 52.300, faixa de 52.000 pontos.

Pra cima, volta a melhorar no curtinho acima de 55.000. Melhora muito acima da faixa de 57.000.

MA50 ainda ligeiramente embicada pra baixo, o que deixa o índice perigoso na compra..

Bovespa , diário, escala logarítmica






Mesmo com PIB fraco, juros sobem a 8%;

Juros aumentam 0,5%...

Crédito: Portal UOL

http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2013/05/29/juros-selic-banco-central.htm

Mesmo com PIB fraco, juros sobem a 8%; poupança rende 5,6%

O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, subiu a taxa básica de juros (a Selic) em 0,5 ponto percentual, indo para 8% ao ano (estava em 7,5%). É a segunda reunião seguida do Copom em que os juros aumentam.

A decisão foi unânime e tomada para "colocar a inflação em declínio e assegurar que essa tendência persista no próximo ano", segundo nota divulgada pelo BC.

Com isso, a nova poupança passa a render mais: agora serão 5,6% ao ano (antes estava em 5,25%). Pela nova regra, adotada ano passado, o rendimento da poupança varia conforme a Selic. Antes de as regras mudarem, a poupança rendia sempre 6,17% ao ano mais a TR.

Os analistas já esperavam uma alta da taxa de juros para combater a inflação, que tem preocupado o governo. Quando os juros sobem, as pessoas tendem a gastar menos e isso faz o preço das mercadorias cair, controlando a inflação, em tese.

Alguns especialistas chegaram a esperar que o BC aumentasse menos os juros por causa do PIB (Produto Interno Bruto) fraco (crescimento de 0,6% no primeiro trimestre), conforme foi divulgado na manhã nesta quarta-feira (29).

Mas isso não aconteceu. A expectativa após o PIB ocorreu porque, com juros mais altos, a economia tende a crescer menos, já que  as empresas não investem tanto e os consumidores gastam menos. Isso colaboraria para um PIB ainda menor no futuro.





"Este cenário que se desenha é de baixíssimo crescimento e elevada taxa de inflação, conhecido como estagflação........Ou seja, o Brasil conseguiu entrar numa ‘sinuca de bico’ bonita.”, por Cristiano Costa

Não há como resgatar artigos escritos por mim há 12-15 meses aqui no blog, vislumbrando um "trem vindo no fim do túnel" e não uma luz.

Também venho alertando para a comparação com as décadas perdidas de 70 e 80.....

Para uma cenário de estagflação também....

Tudo isso é sim culpa do governo atual......ou eles achavam que a bolha das commodities iria durar para sempre ? Ou que estimular o consumo loucamente, baixando a taxa de juros numa velocidade alucinante para um país como o Brasil , com alto nível de desperdício e gasto público, retornaria um saldo positivo para a Economia ?

Enfim....

Cá estamos....

Tudo isso pode ser resumido numa das brilhantes repercussões após os dados do PIB de hoje.

A percepção vem de Cristiano Costa, professor da FUCAPE Business School, dada agora há pouco e publicada pelo portal G1.

A matéria completa de algumas repercussões está aqui : http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/05/baixo-crescimento-da-economia-reforca-pessimismo-dos-analistas.html


 "Este cenário que se desenha é de baixíssimo crescimento e elevada taxa de inflação, conhecido como estagflação. É um ambiente econômico que não há cenário de saída. Se o governo for tentar combater a inflação, não cresce; se for estimular o crescimento, aumenta a inflação. Mexeu tanto na coberta que acabou ficando com o cobertor curto. O câmbio também vai dar uma bagunçada neste cenário. Ou seja, o Brasil conseguiu entrar numa ‘sinuca de bico’ bonita.”






Pelo Brasil , tudo igual....Bovespa à espera do Crash que não vem, VALE "só cai" e Petro "não cai"

Nada muda no Bovespa....

Vai pra cima de 56 k, não rompe 57 k....vem pra baixo de 56 k, bate 55.500 ou 55 k.....depende do dia e do humor de quem tá "apertando" o botão...

VALE5 continua caindo e caindo e caindo...fez novo pivot de baixa logo na abertura...

PETR4 não cai....pra cima abre nova compra acima de 20,85...pra baixo, vendas mais pesadas abaixo de 19,25, mas atenção mesmo na faixa de 18.80

Na verdade, o Bovespa, assim como o mundo, à espera da correção, de 10% a 20%, que não vem dos mercados americanos..

Somente esse movimento justifica tamanho BEAR MARKET de 5 meses no Bovespa, talvez, dos maiores dos últimos 10 anos, levando-se em consideração um prazo mais curto.....


E o Brasil continua "descendo a ladeira".........Economia do país cresce 0,6% no 1º trimestre, diz IBGE

Notícia publicada agora há pouco mostra nova decepção com os números do PIB:

Crédito: Portal UOL

http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2013/05/29/pib-primeiro-trimestre-2013.htm

Economia do país cresce 0,6% no 1º trimestre, diz IBGE 
Do UOL, em São Paulo 29/05/201309h01 > Atualizada 29/05/201309h10

A economia brasileira cresceu 0,6 no primeiro trimestre de 2013 em relação ao trimestre anterior. Em relação ao primeiro trimestre de 2012, o crescimento foi de 1,9%.

Em valores correntes, o PIB alcançou a marca de R$ 1.110,4 bilhões.

Os dados vieram abaixo do crescimento esperado pelo mercado (0,9%). Nos últimos meses, o governo tem evitado dar previsões sobre os indicadores econômicos.

O Produto Interno Bruto (PIB) foi divulgado nesta quarta-feira (29) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

De acordo com o IBGE, o destaque do crescimento da economia no 1º trimestre foi a agropecuária, com alta de 9,7%. Por outro lado, com queda de 0,3%, a indústria demonstra que ainda patina, mesmo com diversos incentivos do governo para o setor.

BC estimava crescimento de 1,05%

A estimativa do Banco Central, mostrada por meio do Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), era de expansão de 1,05% em relação ao quarto trimestre do ano passado. Quando os dados do BC foram divulgados, há duas semanas, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que achou o resultado "muito bom".

O governo reduziu a expectativa de crescimento para este para 3,5%. Já o FMI (Fundo Monetário Internacional) baixou sua previsão de 3,5% para 3%. O mercado, por sua vez, está menos otimista: economistas de instituições financeiras ouvidos pelo Banco Central disseram esperar um crescimento abaixo de 3%, segundo o último Boletim Focus divulgado.






OCDE projeta inflação maior e 'incertezas' para o Brasil

Notícia publicada pelo porta G1:

http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/05/ocde-projeta-inflacao-maior-e-incertezas-para-o-brasil.html

29/05/2013 06h03 - Atualizado em 29/05/2013 07h33
OCDE projeta inflação maior e 'incertezas' para o Brasil
Mercado de trabalho e alta do crédito reforçam pressão inflacionária, diz.
Documento também reduz previsão de crescimento do PIB.

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) projeta inflação maior no Brasil neste ano e prevê "grandes incertezas" em relação à economia do país, de acordo com um relatório publicado nesta quarta-feira (29).

O estudo "Perspectivas Econômicas da OCDE" para a economia mundial, realizado semestralmente, prevê que a inflação no Brasil deverá atingir 6,2% em 2013 e 5,2% no próximo ano.

No relatório anterior, divulgado em novembro, a organização previa que a inflação no Brasil seria mais baixa e atingiria 5,3% neste ano.
As perspectivas da organização em relação ao crescimento do PIB brasileiro também são mais pessimistas.

A OCDE, com sede em Paris, revisou para baixo suas previsões de crescimento da economia brasileira neste ano e em 2014. Segundo a organização, o PIB brasileiro deverá crescer 2,9% em 2013 e 3,5% no próximo ano.
No estudo anterior, de novembro, a OCDE estimava que a economia brasileira cresceria 4% neste ano e 4,1% em 2014.



DOW JONES - Vamos focar as 3 pernas de 1.100 pontos e a LTA Curta

Vamos lá gente....

Mercados futuros em queda em Nova York....

Nada que um "dinheirinho fácil" do FED, do BCE ou do Banco Central do Japão não possa mudar...

O Bull Market lá fora é insano ? Sim.....

Mas, nada "dura pra sempre", principalmente quando sabemos que movimentos "artificiais" ou "construídos sob inconsistências" provocam reações nada agradáveis.

Diante disso, continuamos a olhar alguns "padrões" em gráficos macros e cruzá-los com outros, de forma que possamos ter uma visão igualmente macro. Dessa forma, não evitamos o "Cisne Negro", porém tentamos "amenizá-lo".

Abaixo, volto a destacar as 3 pernas de alta desde o final do ano passado que resgatei aqui outro dia.

3 pernas aproximadas de alta de 1.100 pontos.

Outro ponto.

Nesse último GAP de baixa, quando o Japão "tremeu"e caiu 7,3%, e o mercado americano foi até 15.180 na mínima do Dow Jones, parece que uma curta LTA abaixo destacada segurou o índice.

Essa LTA curta passa hoje por volta de 15.250 pontos

Portanto, abaixo, estão as pernas de alta e essa LTA.

Continuamos a esperar alguns outros sinais, tais como as médias móveis exponenciais de 13 e 21.


Dow Jones, diário, escala logarítmica






terça-feira, 28 de maio de 2013

E a Petrobrás heim ? De "Patinho feio" a "dos melhores papéis" do Bovespa......Será ?

Quem diria heim ?

VALE5 não sobe "nem a pau"......não há nada que a faça subir.....nada.......

Coloquei aqui outro dia a LTB da ADR VALE, papel listado em Nova York.......por ali o balizamento fica mais claro......

Papel em Nova York e no Bovespa ainda com MACD no diário e no SEMANAL cruzado na venda, entre outros pontos negativos, além da LTB citada na "ADR".

Pois sim....

Por outro lado, quem diria heim ? PETROBRÁS não cai "nem a pau"....rompeu aquela resistência em 19,55-19,60, e mesmo ficando "EX", ainda bateu na mínima em 19,25 e voltou pra cima.....e não cai....

Houve aumento de gasolina, diesel , é verdade......

Mas também já mostrei o P/L do papel, fortemente "valorizado".....segundo site"fundamentus.com.br"; P/L em 13.23 hoje......

No entanto, empresa com gestão fortemente política, o que a deixa sempre "na berlinda".......

Mas voltemos ao gráfico dela ?

Voltemos a ADR PETROBRÁS....

Vejam que ela já rompeu pra baixo um pivotzinho no intraday em 18,50; hoje, retestando apenas esse pivotzinho, batendo na máxima 18,51......

No entanto, o pivot principal da ADR a ser rompido é a faixa de 17,80-18,00

Mais...

Prestem atenção no movimento do papel no período dez-2012 a fev-2013....

Reparem que nesse período houve um movimento "topos e fundos descendentes", quando em 5 dias, rompeu o pivotzinho de 18,50, e rapidamente o principal, em 18,00.

A queda depois foi rápida, com a MME'13 cruzando pra baixo rapidamente a MME21...

É verdade que a MA50 já vinha embicada pra baixo....agora está "estável".....

Foquemos agora o movimento atual...

Muito parecido , correto ?

Portanto, pra baixo, essa faixa de 18,00 é fundamental...pra cima o rompimento de 19,50 e principalmente 20,00


ADR PETROBRÁS, Diário, escala logaritmica












Mergulhados numa completa e absoluta insanidade, resgatamos entrevista de Nassim Taleb sobre Ben Bernanke: "Ele subestima os riscos"

Enquanto a insanidade volta à cena......entrevista com Nassim Taleb, autor de 3 livros, o mais famoso: "A Lógica do Cisne Negro", fala sobre riscos....riscos...riscos...e sobre Ben Bernanke:













Pensaram que a insanidade havia acabado ? Everything is back !

Mercados continuam em euforia....

Nada mudou....

Tomem uma cerveja aí....

Estamos de volta !

A insanidade continua de pé.......

Só nos resta ver o VIX...faixa de 13,20 rompida......reteste,,,,,por onde passa MA50.....MA50 embicada pra cima....em direção a MA200.....



VIX , Tempo diário, Hora Brasil- Brasília 10:51










segunda-feira, 27 de maio de 2013

"Bernanke estará fora até Agosto, QE terminará, as taxas de juros vão subir , Crash", por Paul Farrell

O polêmico colunista do "MarketWatch", Paul Farrell, em seu último artigo publicado na última sexta-feira, dia 24-05, mais uma vez "joga lenha" na fogueira das discussões que tomam conta de toda Wall Street.

Entre outras questões postas por ele, a aposta de que Bernanke não dura até Agosto na Presidência do FED (não esqueçam que seu mandato vai até janeiro de 2014), assim como , até Agosto, o QE terá fim e as taxas de juros subirão e, num movimento muito rápido.

Complementa dizendo que o "dinheiro fácil" terá fim....

Argumenta também que os grandes players mentem quando dizem que não haverá crash, assim como afirma dizer que Gestores, como a BlackRock e PIMCO, estão preparadas para o momento em que as taxas de juros americanas subirem rapidamente.

Polêmico ou não , o fato é que, sem focar nos atores citados no artigo, o cenário levantado é bastante provável.

Quanto ao exato momento, irrelevante apostar......é mais fácil buscar maneiras de se proteger.....o exato momento é "um CISNE NEGRO".......logo, é bem mais razoável buscar em ser "menos atingido" pelo "CISNE NEGRO" do que prevê-lo.....

Vamos a parte do artigo abaixo reproduzido.

No link , o artigo completo

http://www.marketwatch.com/story/bernanke-out-by-august-qe-ends-rates-up-crash-2013-05-22?pagenumber=1

May 24, 2013, 12:51 p.m. EDT
Bernanke out by August, QE ends, rates up: Crash
Commentary: Prepare now because easy money will dry up

By Paul B. Farrell, MarketWatch
SAN LUIS OBISPO, Calif. (MarketWatch) — The “Dr. Boom” scenario: America is about to “unleash a spending spree. Years of self-denial give way to pent-up demand,” predicts UBS economist Maury Harris in USA Today’s bold lead story.

His clue? Consumer sentiment: “Harris estimates that in the next five years, catch-up consumption will boost annual consumer spending growth by a half point to above 3% from about 2%.”

Reassuring? No, wishful thinking. Be very skeptical. As Robert Kuttner, author of the new “Debtors’ Prison: The Politics of Austerity Versus Prosperity” once wrote in BusinessWeek, “What do you call an economist with a prediction? Wrong.”

Harris is bucking the headwinds of history. As Jeremy Grantham, chief strategist of the $100 billion GMO money managers, recently told InvestmentNews, the newspaper of record for America’s 90,000 professional investment advisers, “3% annual GDP growth is history.”

Here’s why you better be preparing today for a crash dead ahead. As Pimco’s Bill Gross warned in his recent newsletter: “You’re going to lose money investing ... because the central banks say so.” That’s right, this is a Fed-driven rally. Soon the Fed will be forced to stop printing cheap money.

No spending spree; Obama’s new Fed Chair has to raise rates

Here’s the alternative “Dr. Doom’s August scenario:” Aging bull market. Fifth year. Markets at risk. Down soon. August. Will Obama reappoint Bernanke again? No way. But who? New blood? Shake things up with Wall Street mastermind Mayor Michael Bloomberg? After more than two decades of Greenspan/Bernanke’s misguided, destructive monetary policies, America could use a guy like him at this crucial turning point.

But expect a safe bet. Obama favors a woman. The high rollers are already betting on Janet Yellen, vice chairman of the Fed, long-time monetary insider. Former San Francisco Federal Reserve Bank CEO. Also chairman of Clinton’s Council of Economic Advisers.

But watch out, even a sure bet can misjudge hidden dangers lurking ahead of a Titanic like the $15 trillion U.S. economy. As the Wall Street Journal’s Matt Wirz wrote in March:

The Fed “won’t be able to keep a lid on interest rates forever.” So “large money managers such as BlackRock, TCW Group and Pimco are getting ready for the day when rates take their first turn higher. It isn’t coming anytime soon, these investors say. But when it does, they worry, the ascent will be swift and steep.”

Get defensive now, start preparing for a crash ... later is too late

Get it? Rates will go up. Way up. Very fast. And America’s 95 million Main Street investors will be unprepared. Markets will crash. Like 1994’s 24% bond crash after Fed rate increases, notes Wirz.

The big players say the crash “won’t happen soon.” Don’t believe them. They’re betting with trillions. And they are hedging their bets, already preparing for “when rates take their first turn higher,” because rates will soar “swift and steep,” and when that happens it will be too late to prepare.

“Dr. Doom,” the economist Nouriel Roubini is also hedging his bet, misleading investors, telling us to expect a “huge rally in risky assets” the next couple years “setting markets up for a major sell-off.”

Warning, a crash is more likely to happen in August 2013 than in 2015 when the next presidential election campaign is kicking into high gear. So start preparing for a crash when the new Fed chairman ends cheap money.

Why target August for rate increases ... and a crash?

Why an August trigger? Here’s the logic: Obama reappointed Bernanke in August 2009. He’s predictable. August is quiet. Earnings season over. Congress on vacation, not that they haven’t been on vacation for a while. Wall Street will be sunning on Fire Island and Nantucket.

So August is a good time to sneak in an appointment. True, Bush first appointed Bernanke in October back in 2005, but that was a different time zone.

More important than the timing is what happens after Obama broadcasts his choice of a new Fed chairman. We got a big clue: A couple years ago the New York Times noted that Yellen had a major role at the Fed to provide “forward guidance” about monetary policy, several years ahead, while “persuading investors that it is safe to accept lower interest rates.”

Yet when asked, Yellen was clear: “When the time has come, am I going to support raising interest rates? You bet.” Well, the times are a-coming.

After years of GOP Fed chairmen, new chairman will be forced to raise rates

So Bernanke knows rates must rise “swift and steep.” But most likely he’s hoping America’s weak recovery will hang on till his term ends, preserving his legacy till he gets an $11 million book deal, topping Greenspan.

Three endings: Short bull ends, Bernanke ends, 30-year bond bull ends

In March 2009 my column headline read: “6 reasons I’m calling a bottom and a new bull.” The Dow crashed from 14,164. Hit rock bottom at 6,547. Wall Street lost over $10 trillion of America’s retirement money. Your money. And the stock market did recover more than 100% since. But now the long-term trend’s reversing: Now I’m calling a top to this Fed-driven bull.

So America’s facing three historical endings: The bull that started March 2009, the Fed’s cheap-money policies and the 30-year bull market in bonds.

But as InvestmentNews warned in their earlier in its “Special Report: Tick, Tick ... Boom!” millions of investors have “no idea what’s about to happen to them.” We’re in denial, clueless and as Gross puts it, “You’re going to lose.”






Índice IMOB volta a testar a faixa de 850

Abaixo 2 gráficos do índice "IMOB", do setor imobiliário

O Primeiro, mais curto, já vemos a faixa de 850 novamente testada hoje, depois de atingir 787 no mês de março.

O Segundo, de 5 anos no tempo SEMANAL. mostra o quanto a faixa de 850 é significativa.

Também é possível ver a faixa de 780-790 consistente, mínima tocada ao longo do mês de março e que, por enquanto, segurou.


IMOB, Tempo diário




IMOB, Tempo SEMANAL










"Mais de meio trilhão de reais em dívidas e gastos do governo está escondido nas contas públicas. "


Matéria publicada pela Revista Exame mostra o tamanho da "Contabilidade Criativa" do governo brasileiro:

http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/1042/noticias/sumiu-uma-finlandia


Gestão pública | 27/05/2013 05:55

Sumiu uma Finlândia
Mais de meio trilhão de reais em dívidas e gastos do governo está escondido nas contas públicas. É o resultado da tal “contabilidade criativa” — e o custo invisível pode até aumentar

São Paulo - Imagine um gastador contumaz que decide mudar de vida. A partir de agora, ele vai poupar boa parte do que ganha até equilibrar suas contas. Para facilitar seu esforço de austeridade, porém, ele prefere não contabilizar como dívida as prestações de um apartamento na praia. Por outro lado, resolve contar como poupança os futuros dividendos de ações que acaba de comprar. Ou seja, seu impulso de gastador continua lá — mas ele tenta se convencer de que sua situação não é tão ruim assim. De maneira simplificada, é isso que o governo tem feito para cumprir a meta do superávit primário, a economia de recursos para o pagamento de juros da dívida pública.
Desde 2009, parte das dívidas, dos gastos e das receitas não é registrada adequadamente. O mercado apelidou os subterfúgios de “contabilidade criativa”. A consultoria econômica Tendências calculou os valores envolvidos nas manobras e mostra que seria melhor chamar a estratégia de “contabilidade destrutiva”. Em quatro anos, 48 bilhões de reais em receitas futuras foram incluídos no cálculo do superávit. Ou seja, dinheiro que ainda não existe foi contado como recebido. Outros 63 bilhões, de recursos empregados no Programa de Aceleração do Crescimento, foram somados à economia. E ficaram de fora dívidas de 479 bilhões de reais — o equivalente ao PIB da Finlândia — em repasses do Tesouro Nacional a bancos públicos, em especial ao BNDES.

Somando o que não entrou na conta (mas deveria) e o que foi incluído (e não deveria), o governo inflou sua economia em 590 bilhões de reais de 2009 a 2012. No papel, as metas de superávit foram cumpridas. Na vida real, a história foi bem diferente. “O governo acredita que a contabilidade criativa é a saída para ter recursos, investir e fazer o país crescer”, diz Felipe Salto, economista da Tendências responsável pelo levantamento. “Mas ela não gera crescimento, prejudica a política fiscal, deteriora as contas públicas e coloca em descrédito as regras que deram credibilidade ao país.”

A dívida brasileira é o tema central da discussão. Muitos economistas que defendem o Estado como indutor do crescimento alegam que o governo agora pode poupar menos porque a dívida pública é baixa. “Não é verdade”, diz Mansueto Almeida, economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. “Nossa dívida, além de cara, é alta para o atual padrão dos emergentes.”

Pelos critérios do Fundo Monetário Internacional, a dívida pública bruta do Brasil equivale a 69% do PIB — acima da de países como México (44%), Colômbia (33%), Peru (20%) e Chile (11%). A contabilidade criativa agrava o problema: cobre débitos de bilhões com o manto da invisibilidade. O quase meio trilhão de reais transferido do Tesouro para os bancos federais veio da emissão de títulos públicos. No futuro, o Brasil terá de resgatá-los e remunerar os investidores, pagando o juro prometido.

Frouxidão fiscal

Não há sinal de que o governo pretenda ser mais austero. Ao contrário. A recente saída de Nelson Barbosa da Secretaria Executiva do Ministério da Fazenda indica que a frouxidão fiscal pode aumentar. Barbosa não era um entusiasta das contas criativas. O defensor delas é Arno Augustin, o secretário do Tesouro. Com a saída de um, a posição do outro tende a se fortalecer. Augustin já reafirmou que a prioridade agora é gerar crescimento — e não economizar para pagar juro de dívida. Nem a presidente Dilma Rous­seff­ nem o ministro Guido Mantega, da Fazenda, explicaram como fica a política fiscal.

O governo discute a criação de uma banda de 0,9% a 3,1% do PIB para a meta do superávit. Até o fechamento desta reportagem, em 17 de maio, ainda não havia sido tomada uma decisão a respeito. A conta invisível, enquanto isso, continua aumentando. Pela estimativa da Tendências, os repasses do Tesouro a bancos públicos vão crescer 22% neste ano e chegar a 585 bilhões de reais. Uma Finlândia já sumiu das contas públicas brasileiras. E vem mais por aí.





Mercado prevê mais inflação e crescimento menor do PIB em 2013

Notícia publicada agora há pouco pelo portal G1

http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2013/05/mercado-preve-mais-inflacao-e-crescimento-menor-do-pib-em-2013.html

27/05/2013 08h31 - Atualizado em 27/05/2013 08h59
Mercado prevê mais inflação e crescimento menor do PIB em 2013
Previsão de alta do PIB caiu para 2,93%; para o IPCA, subiu para 5,81%.
Analistas mantém previsão de que juro subirá para 7,75% ao ano na quarta.

Alexandro Martello
Do G1, em Brasília

Os economistas do mercado financeiro baixaram, na semana passada, sua estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2013, ao mesmo tempo em que elevaram sua previsão de inflação para este ano, informou o Banco Central nesta segunda-feira (27), por meio do relatório de mercado, também conhecido como Boletim Focus.

Elevação dos juros prevista para esta semana, ao fim da reunião do Copom, é de 0,25 ponto percentual

O documento é fruto de pesquisa com mais de 100 instituições financeiras.

Para a expansão do PIB de 2013, a estimativa dos analistas do mercado recuou de 2,98% para 2,93%. Foi o segundo recuo consecutivo do indicador. Para 2014, a previsão de crescimento da economia brasileira permaneceu estável em 3,50%.

O IBGE informou, em março, que o PIB de 2012 avançou somente 0,9%, no pior desempenho desde 2009. Para este ano, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que vinha prevendo expansão superior a 4%, revisou sua estimativa para um crescimento de 3% a 4% em 2013.
Na última semana, na divulgação da revisão do orçamento de 2013, a previsão do governo para o crescimento da economia neste ano foi mantida em 3,5% - a mesma da Lei de Diretrizes Orçamentárias, divulgada em março. Entretanto, Mantega afirmou que o número pode recuar no futuro, dependendo do resultado do PIB do primeiro trimestre, que será divulgado na próxima quarta-feira (29) pelo IBGE.

Inflação e juros

Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que serve de referência para o sistema de metas de inflação, a estimativa do mercado financeiro para este ano subiu de 5,80% para 5,81%. Para 2014, a previsão do mercado permaneceu inalterada em 5,80%.




domingo, 26 de maio de 2013

Hora do Recreio : Passeando pela Cidade de São Paulo e a incrível Biblioteca de São Paulo

O Jornal "Folha de São Paulo" de hoje apresenta uma espécie de guia de Livrarias. Um guia com 30 livrarias.

O jornal vai mais além....com extrema percepção, diz que as livrarias da cidade de São Paulo são um "charme" e servem como "pontos turísticos"

Uma absoluta verdade.

São Paulo é imbatível nesse quesito.

Livrarias absolutamente fantásticas estão por toda a cidade...um imenso prazer passear por elas.....passar tardes e noites inteiras nelas....

Aqui, o link da matéria da Folha, apenas para assinantes ou cadastrados......a matéria completa no jornal impresso: http://guia.folha.uol.com.br/passeios/2013/05/1283795-guia-sugere-30-bibliotecas-livrarias-e-sebos-classicos-e-novos-em-sp.shtml

Aqui, vou ressaltar a Biblioteca de São Paulo.

Uma Biblioteca gratuita, de iniciativa do Governo do Estado de São Paulo, e que dispõe, entre outros recursos singulares, um aparelho ampliador de imagens para quem tem visão reduzida.

Um país se constrói pela Educação e pela leitura.

A Cidade de São Paulo brinda seus potenciais leitores com Livrarias de todos os tipos e gostos.

Fica o link da "Biblioteca de São Paulo" localizada no "Parque da Juventude"....

http://bibliotecadesaopaulo.org.br/

Para os que não conhecem ou visitam a Cidade de São Paulo e buscam novidades, o "Parque da Juventude" fica na  Av.Cruzeiro do Sul 2.630, ao lado da estação de metrô "Carandiru", portanto, próximo do Centro da cidade

Abaixo, um passeio pela Biblioteca:









"China e EUA ameaçam estabilidade econômica do Brasil"

Na Véspera do Natal do ano passado, escrevi um post cujo título era :

" Agora, a década perdida no Brasil está nas mãos de uma "não-melhora" dos Estados Unidos"


Pois sim......

Ontem, em matéria publicada pelo jornal "Folha de São Paulo", a direção é a mesma, ainda que, algumas outras nuances.

Vejamos a matéria reproduzida parcialmente abaixo:

Link aqui: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/05/1284771-china-e-eua-ameacam-estabilidade-economica-do-brasil.shtml

25/05/2013 - 03h00
China e EUA ameaçam estabilidade econômica do Brasil
PUBLICIDADE
ÉRICA FRAGA
DE SÃO PAULO

A possibilidade de que a desaceleração na China e a retomada dos EUA ocorram em ritmo mais forte do que o previsto representa um risco para o Brasil.

As duas maiores economias do mundo caminham em direções opostas.

Se esse descasamento se acelerar rapidamente, o Brasil poderá se deparar com dificuldades para financiar o crescente rombo em suas contas com o exterior, que chegou a 3% do PIB (Produto Interno Bruto).

Uma fraqueza mais acentuada da China levaria a uma desaceleração maior das exportações brasileiras, podendo provocar um maior deficit em conta-corrente.

Esse saldo negativo nas transações do país com o exterior precisa ser financiado com recursos externos.

Nos últimos cinco anos de deficit, os investimentos estrangeiros diretos cobriram os buracos. Em 2013, essa situação mudou. O país voltou a depender de recursos mais voláteis, como investimentos em ações e renda fixa.

A expectativa de analistas para a entrada desses fluxos no Brasil em 2013 é boa.

A possível pedra no caminho pode ser uma recuperação mais rápida dos EUA.

Isso levaria parte desses recursos a sair de mercados emergentes e migrar para ativos americanos, principalmente em um possível cenário de alta de juros nos EUA.

PROBABILIDADE

A probabilidade de que desaceleração mais forte na China e recuperação mais robusta nos EUA ocorram ao mesmo tempo ainda não é considerada grande. Mas tem crescido, segundo analistas.

"A chance hoje está entre 10% e 15%. Não é grande, mas também não se pode dizer que seja um risco pequeno", diz André Loes, economista-chefe do HSBC.

Economistas ressaltam que, ainda que esse cenário arriscado para o Brasil se concretize, o impacto para a economia não seria drástico como em crises do passado.

Reservas de US$ 375 bilhões ajudariam a conter uma desvalorização do real.

Mas, segundo o economista Affonso Celso Pastore, a tendência seria de uma "correção contracionista" no Brasil, ou seja, com impacto negativo sobre a atividade:

"Se houver restrição de capital quando os Estados Unidos começarem a retirar liquidez do mercado, o câmbio no Brasil sofrerá um ajuste", disse Pastore durante seminário da EMTA (Emerging Markets Trade Association) na última quinta-feira.

Uma desvalorização mais forte do real pressionaria a inflação, que está próxima ao teto da meta, de 6,5% (o centro da meta é 4,5%).

Isso poderia forçar o Banco Central a aumentar mais os juros, freando o crescimento bruscamente.






sábado, 25 de maio de 2013

Finalmente o Dow Jones, ajustado pela inflação americana, toca sua LTB de 15 anos

Vejam abaixo o gráfico do Dow Jones ajustado pela inflação americana (CPI) no prazo de 100 anos.

Agora, voltemos a atenção para os últimos 15 anos.

Vejam que temos, ajustado pela inflação americana, "topos e fundos descendentes" no índice Dow Jones.

Mais.....

Verificamos que no mês de maio em curso, a LTB em formação foi tocada.

Voltemos a atenção para o BEAR-MARKET americano do período 1966-1981.

Também uma LTB balizou o índice de forma muito clara. Depois de rompida, em 1982, o Dow Jones entra num BULL-MARKET impressionante ate o ano de 2000, caso incorporemos o ajuste inflacionário.

Portanto, dentro desse contexto, aumenta fortemente a probabilidade do Dow Jones ter alcançado a máxima, nesse Bull-Market que vem desde 2009, quando bateu 15.540 na terça-feira última, 21 de maio de 2013

Vale dizer....Um Bull-Market de 2009 pra cá, mas um Bull-Market dentro de um longo BEAR-MARKET de 15 anos, ajustado pela Inflação americana


DOW JONES- 100 Anos - Ajustado pela inflação

Fonte: macrotrends.net








FTSE Londres rompe o topo histórico ao longo da semana, mas fecha abaixo no SEMANAL

Abaixo, vemos o gráfico semanal do índice FTSE de Londres, o principal do mercado de ações britânico.

Vejam que o topo histórico era a faixa de 6.750 obtido em julho de 2007 e no "topo duplo" em outubro de 2007.

Ao longo da última semana o FTSE rompe o topo histórico e alcança 6.875 de máxima.

A reversão foi rápida, com o fechamento ontem, na sexta em 6.650 pontos; portanto, abaixo da antiga forte resistência de 6.750 pontos.

O Candle semanal deixado é horroroso.


FTSE, Semanal - 3 anos




FTSE - Semanal - 5 anos









sexta-feira, 24 de maio de 2013

A Bolha Imobiliária no segmento de "comerciais" começa a estourar de forma muito clara

Bolha imobiliária.....

Muita gente se pergunta se há ou não há.....

Abaixo, uma notícia resgatada pelo Ex-Prefeito do Rio de Janeiro e atual vereador, Cesar Maia, em seu blog ontem; notícia resgatada do jornal "Valor" que foi publicada na última quarta-feira, dia 22-05-2013...

Vejam no gráfico mais abaixo, o tamanho da queda de ocupação....SETOR DE IMÓVEIS COMERCIAIS....

A própria notícia dá conta de que foi a maior queda em quase uma década !.....

http://www.cesarmaia.com.br/category/ex-blog/

RIO: FORTE DESACELERAÇÃO DO MERCADO DE PRÉDIOS COMERCIAIS!
    
1. (Valor, 22) 1.1. O mercado de prédios comerciais tem desacelerado recentemente, após anos de forte crescimento. No primeiro trimestre, o índice de ocupação nesse mercado teve o seu maior declínio em quase uma década, de acordo com a CBRE Group Inc., empresa de serviços imobiliários. Existiam 15.793 metros quadrados em “absorção negativa”, ou seja, a diferença entre o total do espaço que passou a ser ocupado no período e o que foi desocupado.






O Mapa daqueles que cortaram as taxas de juros recentemente no mundo inteiro

Acompanhem a quantidade de países que cortaram as respectivas taxas de juros ao redor do planeta

Você pode chamar isso de "Guerra cambial", "Recessão a caminho", "Queda na atividade econômica" ou mesmo "bateu o desespero"

Crédito: Businessinsider - Deustsche Bank











Índice "XLF" do sistema financeiro americano fecha a semana abaixo da faixa de 20,00

Lembram do gráfico de 15 anos que expus outro dia onde explicitava o quanto a faixa de 20,00 era representativa ?

Pois sim...

Depois de bater na máxima em 20,35 ao longo da semana, o "XLF", índice do sistema financeiro americano, fecha a semana em 19,73.

Sentiu a faixa de 20,00 e continuamos monitorando...

Vejam novamente a impressionante divergência de volume  nos últimos 18 meses.

O índice sobe num rally impressionante, porém com uma queda forte no volume.

IR14 também mostra forte divergência baixista no SEMANAL


"XLF", Semanal, escala logaritmica












Como os americanos são muito mais "técnicos", vamos a LTB longa da ADR VALE

Embora no Brasil a VALE5 tenha rompido uma LTB longa, pra depois refugar e voltar a cair, lá fora. a ADR VALE ainda segue sendo respeitada no tempo diário.

Vale a pena ficar de olho....


ADR VALE, Diário, escala logarítmica











Bovespa melhora muito, mas depende do rompimento dos 57 k e do "não-crash" dos Estados Unidos

Bovespa está seguindo rigorosamente os passos do mercado americano.

Alta hoje de 0,1% em 56.406 pontos

A MME13 ja está cruzada pra cima sobre a MME21, o que é um ponto positivo; lembrando mais uma vez se pensarmos numa congestão de medio-longo prazo, esse tipo de  rompimento pode acontecer pra cima e pra baixo.

A MA50 ainda está embicada pra baixo.

Porém, vemos uma vontade de "ir pra cima" ao analisarmos os topinhos e fundos ascendentes no "intraday".

Falta ainda o rompimento os 57.000, primeiro pivot a ser rompido no diário

Por outro lado,, na prática, se os americanos entrarem na correção forte, ainda que seja na faixa de 10%, o Bovespa não terá forças pra romper os 57.000 no curto prazo e voltará a cair.

Diário, escala logarítmica












"O que os Bancos Centrais podem aprender com a volatilidade dos mercados ? "........Eles ainda não viram nada.....

Uma matéria publicada hoje pelo canal de notícias CNBC. explicita sobre o aumento da incerteza e volatilidade presente nos mercados nos últimos dias, especificamente desde o início da semana, até mesmo em face da entrevista de Ben Bernanke, presidente do FED, concedida ao Congresso na quarta-feira.

A entrevista voltou a colocar luzes sobre o momento e a velocidade que o FED imprimirá a sua política abissal de compra de titulos, o famoso Quantitative Easing, e sua umbilical relação com a direção da taxa de juros americana.

Tamanhas discrepâncias de opiniões e visões expõem uma inevitável pergunta :"Até que ponto o rally dos mercados mundiais, excluindo um mercado aqui e ali, como o Brasil, foi impactado pelas ações dos Bancos Centrais do Mundo, mais especificamente, o FED.

Mais......

Qual o impacto da ação igualmente agressiva imposta mais recentemente pelo Banco Central do Japão ?

As dúvidas, especulações e incertezas são muitas....

Tudo isso está implicitamente colocado na matéria da CNBC reproduzida abaixo.

A volatilidade vista nos 2-3 dias últimos começa a ficar evidente.....

Cabe aqui uma colocação:

"Se eles olhassem o VXX e o VIX, 2 dos principais espelhos de hedge e volatilidade dos mercados americanos, teriam uma pista do que está por vir"..

Matéria abaixo no link: http://www.cnbc.com/id/100763990

What Central Bankers Can Learn From Volatile Markets
Published: Friday, 24 May 2013 | 3:35 AM ET

If there's one thing the world's central bankers can take away from this week's market volatility, it is that they need to do a better job of communicating, say market watchers.

The latest comments from the U.S. Federal Reserve about tapering its stimulus program and uncertainty about the implications of the Bank of Japan's radical monetary policy have sent markets on a roller-coaster ride over the past three days. 

"In both the U.S. and Japan, the message has been mixed to investors," Steve Goldman, managing director at Kapstream Capital told CNBC Asia's "Squawk Box" on Friday. 

"Investors need more information on what quantitative easing measures are and so the message you send [as a central banker] is very important and I'm not sure that policymakers in Japan or the U.S. have got that right yet," he added.

Federal Reserve Chairman Ben Bernanke sounded a dovish tone when he testified to Congress on Wednesday, saying that the premature unwinding of monetary stimulus carries a "substantial risk" of slowing the economic recovery. But in a question and answer session, he also said the Fed could start paring back purchases in a couple of months.

It was the last comment that investors latched upon, sending stocks, bonds and most commodities lower in the U.S. on Wednesday in a sell-off that rippled through global markets Thursday.
"What we're left with is a market that was a little more confused than it was before because what we have now is Bernanke saying that potentially, three to four months of data could see QE [quantitative easing] tapered off," said Chris Weston, chief markets strategist at trading firm IG.

In an interview with CNBC on Friday, Fed policymaker James Bullard defended the Fed chief.

"He is trying to summarize what the committee thinks and I think he did a great job with that," Federal Reserve's Bullard told CNBC, referring to Bernanke's testimony to Congress.

What's Going On?

In Japan, the bond market has been marked by instability since the Bank of Japan (BOJ) unveiled a radical monetary policy in early April, with traders trying to assess the implications of the central bank's massive bond-buying plan for the market. 

As benchmark 10-year Japanese government bond (JGBs) yields spiked to 1 percent on Thursday, traders hoped the policymakers would offer some clarification about their policies.

On Friday, BOJ Governor Haruhiko Kuroda expressed confidence in the central bank's ability to stem bond-market volatility by conducting market operations flexibly and pursuing a policy that would help revive Japan's economy.

JGB yields had pulled back to around 0.84 percent after those comments.

Still, the fact that yields have risen sharply in recent weeks, means the BOJ needs to do more to clear up the uncertainty, analysts said.

"You need a lot more communication from central banks when bond yields rise because yields are always going to rise with the announcement of QE because people are going to sell," said Goldman at Kapstream.

Tai Hui, chief Asia-Pacific strategist at JP Morgan Funds, agreed, saying: "Having a long-term game-plan after successfully launching QE BOJ style is absolutely critical."







Vamos olhar para o VXX - Um novo toque na MA50

O Índice VXX, um dos principais espelhos de hedge e volatilidade do SP500 toou novamente a sua Média móvel simples de 50 períodos e refugou.

É provável um rompimento, a qualquer momento, dessa MA50.

O rompimento colocará muita pressão sobre os mercados americanos, de forma a fazer com que a correção mais forte se apresente.

Resta saber se o tamanho será "básico", de 10%, ou de 15 a 20%



VXX, diário










quinta-feira, 23 de maio de 2013

Ministro da Economia do Japão pede calma contra o pânico de hoje

A despeito de um rally impressionante do mercado de ações japonês nos últimos 5-6 meses, acentuado, principalmente, nos últimos 30 dias sob forte influência da imensa e abissal liquidez injetada pelo Banco Central do Japão, o Ministro da Economia do Japão tenta amenizar a queda de 7,32% do índice Nikkei hoje.

Avisa, implicitamente, que "está tudo sob controle".......que a economia japonesa continua se recuperando, o movimento de hoje é pontual......

Enfim......

Está tudo sob controle, ok ?...Tirando a colossal injeção de liquidez do Banco Central Japonês, está tudo sob controle.......entenderam ?

Vejam matéria da "Business Week"

http://www.businessweek.com/news/2013-05-23/japan-economy-chief-warns-against-panic-over-stock-sell-off


Bloomberg News
Japan Economy Chief Warns Against Panic Over Stock Sell-Off (1)

Japan’s economy minister said there’s no reason to be perturbed by today’s sell-off in the nation’s stocks, as the recent surge in equities was faster than expected and the economy is steadily recovering.

“There’s no need to be perturbed as the Japanese economy is recovering soundly,” Akira Amari told reporters in Tokyo today. “We will closely watch market movements.”

Amari spoke after Japan’s Topix Index (TPX) of equities tumbled 6.9 percent, the most since the aftermath of the earthquake and tsunami in March 2011. Volatility also hit the bond market today, with a surge in 10-year government-debt yields to the highest level in more than a year prompting the central bank to inject liquidity. Bonds later rose, sending yields down, as stocks plunged, while the yen strengthened.

“Stock prices and the exchange rate are correlated, so it’s natural that such a big fall in stocks brings about a swing to a stronger yen,” Amari said. “We will continue to calmly proceed with pragmatic policies.”

The Nikkei 225 Stock Average fell 7.3 percent today and the yen strengthened 1.8 percent to 101.36 per dollar at 6:09 p.m. in Tokyo, the strongest since May 10.

The Bank of Japan continues to be in close communication with financial markets, Amari said. The BOJ will hold a meeting with investors and market participants on May 29 to discuss recent market movements, the central bank said yesterday.

Chinese Contraction
Japanese Cabinet members highlighted a decline in a Chinese manufacturing gauge today as a potential trigger for the drop in shares. The preliminary reading of 49.6 in May for a Purchasing Managers’ Index for China released today by HSBC Holdings Plc and Markit Economics indicated the first contraction in seven months in Asia’s largest economy.

Chief Cabinet Secretary Yoshihide Suga told reporters earlier that Japanese stocks were reacting partly to worsening Chinese data, and that recent stock-price gains had been unprecedented. The Topix index remains up 52 percent for the past six months. Amari also said today’s drop could be related to Chinese figures.

Vice Finance Minister Shunichi Yamaguchi told reporters that the central bank is responding as needed.

BOJ Governor Haruhiko Kuroda said yesterday the BOJ will adjust the central bank’s stimulus program as needed. He said that he doesn’t expect yields to jump a lot and bond market volatility wasn’t affecting Japan’s economy yet. The BOJ’s injection of 2 trillion yen ($19.7 billion) at its offices around the country was a response to excessive volatility in long-term yields, according to an official who asked not to be named due to the central bank’s policy.







E a insanidade começa a estourar: Nikkei cai 7,32%



Diário, escala logarítmica











Angela Merkel: "Não é questão de dinheiro, e sim como gastar o dinheiro "


Ontem, ao final de encontro da Zona do Euro, Angela Merkel, Chanceler alemã:

“It’s not a matter of money,” Merkel told reporters after the summit. “It’s a matter of looking at how to spend this money most productively.”

crédito: Bloomberg

http://www.bloomberg.com/news/2013-05-22/europe-s-leaders-say-no-to-austerity-don-t-say-yes-to-stimulus.html






quarta-feira, 22 de maio de 2013

3 Pernas de 1.100 pontos para o Dow Jones desde o final de 2012

3 perninhas de alta no tamanho de 1.100 pontos aproximadamente desde o final de 2012 para o Dow Jones. Depois, curtas correções

E, agora ? Viria uma forte correção ?

Os 10% tradicionais e básicos ou 15 a 20% ?

Vejam:

Hoje, com a máxima atingindo 15.550, novamente atingimos o tamanho de 1.100 pontos desde a última pequena correção ali na faixa de 14.400-14.500


Dow Jones, diário









Ben Bernanke na entrevista agora há pouco: " Posso diminuir ou aumentar a Compra de títulos, o famoso Quantitative Easing, dependendo dos dados"

Muitas declarações vagas e a mesma cautela em dizer algo mais concreto sobre a política monetária americana na entrevista do Presidente do FED, Ben Bernanke, em curso

Algo razoavelmente natural; afinal, estamos falando do Presidente do FED; nada mais natural do que não revelar nada de concreto. apenas algumas sinalizações.

E, dentre essas, parece claro que "a hora está chegando"......

O resto é blá blá blá.....

Abaixo, alguns trechos retirados da cobertura "ao vivo" do MARKETWATCH, com a ordem cronológica:

http://blogs.marketwatch.com/election/2013/05/22/live-blog-and-video-of-bernankes-testimony-to-congress/



11:01 am
"A premature tightening of monetary policy could lead interest rates to rise temporarily but would also carry a substantial risk of slowing or ending the economic recovery and causing inflation to fall further," Bernanke


11:29 am
Bernanke stresses that slowing asset purchases would not be the automatic beginning of the exit. The flow of purchases could be ramped up depending on the data.



11:30 am
Asked when the Fed will slow down asset purchases, Bernanke says it could come in "next few meetings."




Um quadro diferente do que diz Paul Donovan, do UBS

Abaixo temos algumas visões expostas por Paul Donovan, do banco suíço UBS (ver aqui seu perfil : http://www.ubs.com/global/en/about_ubs/follow_ubs/paul_donovan.html)

Em certa altura, ele diz que não vê um "risco negativo automático", numa eventual retirada do Quantitative easing pelo FED. Isso porque, segundo ele, os riscos estariam caindo, ponto que, também segundo ele, seria o objetivo do Quantitative Easing.

O fato é que, olhando para o índice VIX, o principal espelho de hedge e volatilidade do SP500, não vemos isso.

O SP500 sobe e sobe nos últimos3-4 meses, e  VIX continua subindo também.

A assimmetria entre risco espelhado pelo VIX e os mercados é gritante.

Onde o risco está caindo ???

Veja o texto e, logo em seguida os gráficos

https://www.ubs.com/global/en/about_ubs/follow_ubs/paul_donovan/2013/5/22/the-quantitative-policy-hokey-cokey.html


Follow Paul Donovan
The quantitative policy hokey cokey
22 May 2013, 13:02 | Tags: Paul Donovan

Fed Chairman Bernanke will perform the quantitative policy hokey cokey before the Joint Economic Committee of Congress today (you put 85 billion in, you take 85 billion out). We expect him to emphasise that the reduction of quantitative measures will depend on data.

Quantitative policy has not supported risk assets directly (money printed was not used to buy risk assets). It did reduce tail risks (deflation, liquidity crunches) which supported risk. If the Fed reverses quantitative policy when economic risks are falling, there is no automatic negative for risk markets.

The Bank of Japan did nothing at the conclusion of its policy meeting (no surprises there). Former World Bank President Zoellick has warned that growth in Japan could just be a "sugar high", and temporary, in the absence of proper structural reform.
The UK releases the minutes of the Bank of England's last meeting, and the IMF releases its report on the UK (of minor interest, given the apparent ideological struggles within the IMF over austerity). An European Union leaders' summit starts, which markets will almost certainly ignore for now.



VIX, Diário



SP500, Diário