terça-feira, 30 de abril de 2013

Bovespa-30-04-2013

Bovespa fecha acima de 55.000, abaixo da faixa de 56.000 pontos e abaixo do último topinho de 57.000 pontos.

Abaixo vemos que uma MA50 tem balizado o Bovespa; hoje fechou "em cima" da MA50, e ainda abaixo da LTB longa.

Melhora de vez acima de 57.000 pontos; pra baixo, atenção ao suporte de 54.000 e o principal em 52.350.


Bovespa , diário, escala logaritmica











segunda-feira, 29 de abril de 2013

"Um minuto para o fim do mundo", por CPM22, VIX-MA50 x MA200 e mais divergências com o SP500

Abaixo, mais divergências com o SP500.

Enquanto o SP500 sobe nos úlitmos 30-40 dias, o VIX sobe também, o que é "incomun".

Outro detalhe; na última forte correção dos mercados americanos, o SP500 definitivamente corrige forte, apenas depois da MA50 do VIX cruzar pra cima a MA200 no TEMPO DIÁRIO, não antes de fazer topinhos e fundos ascendentes.

O VIX vem fazendo "topinhos e fundos ascendentes" nos últimos 30-40 dias.

Sua MA50 se aproxima também da MA200



VIX, DIÁRIO, 3 anos



VIX, DIÁRIO, 6 meses



SP500, DIÁRIO, 3 anos












Mais uma insana divergência baixista: agora, no topinho duplo do SP500 com o SPXA50R

Abaixo 2 gráficos

O SP500 e o SPXA50R.

O SPXA50R já mostrei aqui algumas vezes; mostra o percentual de papeis que está acima da média móvel simples de 50 períodos.

Vejam que nos últimos meses, enquanto o SP500 sobe e faz novas máximas, o SPXA50R faz novas mínimas, indicando menos e menos papéis acima da MA50.

Agora, ao longo do último mês, o SP500 bateu 1.597; hoje, praticamente, na máxima, bate os mesmos 1.597.

E o que fez o SPXA50R ? Fez uma nova mínima, daquele topo pra cá

Esse é o retrato da "catástrofe" que está diante dos mercados americanos


SP500, Diário


SPXA50R, Diário

 s









Em mais um dia insano de divergências baixistas de IFR14 no topinho duplo do SP500,; insanidade na alta da PETR4 com GAP, fiquemos com o suposto último artigo de Agamenon

Cansado das divergências baixistas insanas de IFR14 no mercado americano ?

E que tal no topinho duplo na faixa de 1.597 do SP500 ?

E o Bovespa ?

Contagem regressiva pra furar os 52.000 ?

E a insanidade da PETR4 com alta de praticamente 6%  com um P/L de 13,50, mesmo depois do aumento da gasolina , segundo o site "fundamentus.com.br" .(http://www.fundamentus.com.br/detalhes.php?papel=PETR4&x=-904&y=-57)

Querem o "P/L" da Petrolífera americana Chevron ?

9,11 (Fonte: marketwatch.com: http://www.marketwatch.com/investing/stock/CVX)


Fiquem com o suposto ( será ?) último artigo de Agamenon no jornal "O Globo".....

De resto.......

2010 ou 1987 ?





http://oglobo.globo.com/cultura/agamenon/


Enviado por Agamenon - 28.4.2013 | 8h00m

Fui!

Todo mundo achou que eu estava de sacanagem, coisa que eu, aliás, muito aprecio. Mas não era brincadeira não. É verdade mesmo! Hoje publico a minha última e derradeira coluna em O Globo, o jornal que fica estacionado na frente do meu Dodge Dart 73, enferrujado. Tomei esta decisão intempestiva e passional depois que soube que o presidente Luísque Inácio Mula da Silva vai assassinar, quer dizer, assinar uma coluna no New York Times. Ele vai assinar com quê? Com um X? E o que é pior: a coluna vai ser em ingrêis! A profissão de jornalista está desmoralizada... hoje em dia qualquer analfabeto escreve pra jornal, inclusível eu, que não sei ler, só escrever.

Outra coisa que pesou muito nesta minha decisão irrevogável, irretratável e irresponsável foi o meu estado de penúria franciscana. Em 25 anos de jornalismo isento, imparcial e imoral não consegui ficar rico e, segundo o IBGE, continuo pertencendo às classes C e D. Mesmo assim, nunca fui convidado pro “Esquenta” da Regina Casé e do “Lata Velha” do Luciano Huck! Por isso, resolvi trocar de business. A conselho do meu amigo, o pastor Marcos Miliciano, resolvi abrir uma igreja pentelhocostal: a Igreja Agamenista do Sétimo Dígito que, inclusive, já tem convênio com o Visa, AMEX, Mastercard e Diner’s. Também aceitamos Rio Card e Ticket Refeição.

Deixarei saudades na redação de O Globo, especialmente em meu editor que, assim que soube de minha decisão, desabou em lágrimas, abriu uma garrafa de champanhe francês e começou a dançar nu em cima de sua mesa de fino mármore italiano. Aqui nesta redação mitológica, trabalhei em todos os setores desde o Caderno de Esportes, o Caderno de Automóveis até a Editoria de Cultura mas o meu lugar preferido sempre foi a Seção de Polícia onde retratei com rigor centenas de marginais criminosos, homicidas sem escrúpulos, proxenetas vis, mensaleiros cruéis, políticos corruptos e outros delinqüentes sem caráter .
E para aqueles que se amarram numa Teoria da Conspiração, o verdadeiro motivo secreto do meu despejo de O Globo foi porque a direção do jornal, sempre cuidadosa com as as despesas do jornal , resolveu cobrar o estacionamento do meu Dodge Dart 73, enferrujado, ao longo desses 25 anos. Sem ter como pagar para continuar escrevendo em O Globo, resolvi partir para “novos desafios”. Uma janela se abriu para mim e eu me taquei lá de cima.

Nestes 25 anos, exerci com vigor erétil esta profissão de jornalista investigativo que, depois da prostituição, é uma das mais antigas do mundo. Meus 17 leitores e meio (não esqueçam do anão!) acompanharam toda a minha vitoriosa trajetória cobrindo guerras, Copas do Mundo, Olimpíadas, eleições e mulheres. Não necessariamente nesta ordem. Este feito heróico só foi possível graças ao carinho e a dedicação extremada de Isaura, a minha patroa e do Dr. Jacintho Leite Aquino Rêgo, MD, meu personal psicoproctologista. Sem o auxílio destas criaturas antológicas eu jamais teria conseguido chegar lá, nos píncaros da Glória, que fica ali, perto da Rua do Catete.

Mas os meus 17 leitores e meio (não esqueçam do meu querido anão) podem ficar descansados. Minha coluna continuará a sair regularmente todo domingo no www.casseta.com.br/agamenon. Para vocês, queridos leitores, resta um consolo: agora vocês não precisam nunca mais comprar O Globo, o que já dá uma boa economia. Hasta la vista, baby!





sábado, 27 de abril de 2013

SLED4 continua bonita depois de romper 30,00- Agora, MME13 cruza pra cima sobre a MME21 no MENSAL

Vejam 3 gráficos da SLED4 (Saraiva PN) abaixo: diário, semanal e mensal

Os 3 muito bonitos.

Ao longo do ano passado deixou fortes divergências altistas de IFR14 no diário e semanal, rompeu LTB   longa e foi melhorando pouco a pouco.

Depois de romper a importante faixa de 30,00 abaixo destacada há 15 dias, fez um pullback na faixa semana passada e continua pra cima.

Deixou um topinho em 32,50, bem próximo a uma outra faixa importante em 33,00. Algum enrosco deve ter ai,mas papel continua bonito olhando, no mínimo, pra faixa de 37.00-37,50.

MME13 cruzada pra cima sobre a MME21, em verde e azul, no diário, e MA50 embicada pra cima no diário, ajudam na tendência de alta.

Agora, no MENSAL, a MME13 cruza pra cima sobre a MME21, vistas abaixo em verde e azul.

Suporte forte agora é a faixa de 30,00, antiga resistência forte



SLED4, diário, escala logarítmica




SLED4, SEMANAL escala logarítmica






SLED4, MENSAL, escala logarítmica











Análise AMBV4 - MME'S13 e 21 e MA50 mostram ainda tendência de baixa - Atenção faixa 78,00

Vamos analisar AMBV4

Um papel que vinha numa tendência de alta alucinante, "queridinha" do mercado, "virou" completamente no curto-médio prazo .

Agora, AMBV4 encara uma tendência de baixa no curto prazo.

Rompeu pra baixo um importante pivot  na faixa de 85, buscando outro importante pivot na faixa de 78,00.

Há 15 dias, chegou a romper no fechamento essa faixa, pra no dia seguinte voltar pra cima e respirar.

Na sexta-feira fechou "em cima"da faixa, o que deixa o papel, mais uma vez, numa situação delicada.

Média móvel exponencial de 13 ainda abaixo da média móvel exponencial de 21 no tempo diário, ambas destacadas abaixo em verde e azul e muito inclinadas pra baixo.

Média móvel simples de 50 periodos assinalada em vermelho já inclinada pra baixo há 20 dias, o  que pressiona ainda mais o papel no curto-médio prazo.

Sem divergências de IFR14 , tanto no diário, como no semanal.

Abaixo da faixa de 78,00, apenas a faixa de 69,00-70,00, por onde passa hoje uma LTA LONGA que vem de 2008, destacada abaixo no SEMANAL.

Melhora no curtinho acima de 81,40 e no médio prazo acima da faixa de 85,00



AMBV4, DIÁRIO, Escala logarítmica





AMBV4, SEMANAL, Escala logarítmica












Qual é a inflação na Argentina ? Rumores de demissão do Ministro da Economia da Argentina após entrevista polêmica

Ora. ora....ora ...meus caros leitores...

O respeitável site "ZeroHedge" já havia alertado há 2 dias seus leitores sobre o vídeo que circulara na internet de uma entrevista concedida no final do ano passado pelo Ministro da Economia da Argentina, Hernán Lorenzino, a uma jornalista de uma TV da Grécia.

Apenas agora a entrevista veio à tona, de tal maneira que o vídeo já tornara-se um "viral".

Pois sim...

Vê-se na entrevista abaixo, resgatada pelo site "ZeroHedge", que o Ministro da Economia da Argentina titubeia e é evasivo diante da insistência da repórter sobre as perguntas que giram sobre a inflação na Argentina.

As estatísticas oficiais mostram uma inflação em torno de 10% ao ano, porém vários analistas econômicos dizem que é em torno de 26% ao ano.Tal fato provocou nos últimos meses recorrentes avisos e críticas por parte do FMI.

Num determinado momento, o Ministro pede pra terminar a entrevista e sai; no entanto, o áudio permanece e ele argumenta que a questão da inflação na Argentina é complexa, comportamento seguido por sua assessora.

Segundo informações do site, acompanhando informações divulgadas pela Bloomberg e o jornal argentino "Clarin", a demissão do Ministro seria iminente.

Afinal, todos queremos saber....

Qual é a inflação  na Argentina ? 


Vejam parte da matéria abaixo junto com o vídeo

Logo após a matéria, as especulações em torno da demissão do Ministro da Economia argentino dadas pelo próprio jornal "Clarin" hoje em sua página na internet.

http://www.zerohedge.com/news/2013-04-27/humiliating-viral-youtube-interview-cost-job-argentinas-economy-minister






Humiliating Viral YouTube Interview To Cost Job Of Argentina's Economy Minister

Two days ago we first posted a Youtube clip in which a Greek reporter asked Argentina's Economy Minister Hernan Lorenzino a simple question: "what is inflation in Argentina" - a sensitive topic to a country with price and capital controls, and where inflation ranges between 0 and 20% depending on whether one uses official, or unofficial but based on reality, data. The result was a why we dubbed the clip "Thursday humor" as after several minutes of meandering gibberish, Lorenzino concluded by telling his aided that "he wants to leave", which in turn promptly became a twitter hashtag meme #mequieroir, in which the minister's response to a simple request for the truth was promptly lampooned around the world. However, that may have been just the beginning of Hernan's problems. As Bloomberg reports, citing Clarin, Argentina's president CFK, was also quite taken aback by the bumbling economist that she met with him subsequent to the interview going viral, and told him he has lost credibility and the most likely next step is his resignation.

To wit:

Argentine Economy Minister Hernan Lorenzino’s appearance on Greek television in which he abruptly ended an interview and refused to speak about inflation in Argentina has spurred speculation he may quit, Clarin newspaper reported, without citing its sources.

President Fernandez met with Lorenzino to express her concern that he lost credibility among voters after he told an aide at the interview that he wanted “to go” after the reporter asked what he planned to do if the IMF sanctioned the country for not improving its inflation index, Clarin said.

Deputy Eco. Minister Kicillof would replace Lorenzino, Clarin said, without citing anyone
Kathimerini has some more information on the events that had taken place in late 2012, but were only broadcast this week, leading to the hilarious fallout.

Bothered by a Greek reporter’s repeated requests to release Argentinas true inflation rate, Economy Minister Hernan Lorenzino interrupted an interview, saying the issue is too "complex" to explore and telling an aide "I want to leave."

A video of the interview surfaced Tuesday and quickly became the talk of Argentine social networks. On Twitter, the hashtag #mequieroir (#iwanttoleave) was constantly retweeted, and the video of the visibly uncomfortable minister played repeatedly on Argentine television news stations that aren’t aligned with the government. Someone even put his voice to a cumbia beat, mashed it up with the Peronist March and posted the music video on YouTube.

Lorenzino didn’t respond to the display of dark Argentine humor at his expense. His press office told AP that the ministry had no reaction, and his Twitter account was quiet.

Lorenzino granted the interview in his ministry headquarters to Eleni Varvitsiotis late last year, but the Greek channel Skai TV didn’t broadcast it until Tuesday, as part of a documentary comparing Argentinas 2001 economic crisis to the situation in Greece.

Private economic analysts have said Argentinas consumer prices rose about 26 percent in 2012, more than twice the 10.8 percent published by the government’s inflation index, whose accuracy has been publicly rejected by the International Monetary Foundation.

"I have a very simple question for you, which seems very complicated these days: How much is Argentine inflation at this moment?" she asked.

"Official statistics show month after month the inflation and this is the only inflation possible," the minister responded in Spanish.

"But, how much is it?" she insisted.

Increasingly uncomfortable, Lorenzino said "I think the cumulative inflation over the last 12 months is 10.2 percent; I might be off by a decimal."

The journalist then noted that the IMF has warned that it will impose sanctions against Argentina for putting out false statistics. "What will you do about that?" "I don’t know, I don’t know. Can we turn off the camera a moment? I want to leave," Lorenzino said.

The rest of the encounter was captured on audio. Lorenzino can be heard telling the reporter, "Talking about inflation statistics in Argentina is complex. ... Id rather leave it with the last thing I said and not go on about it."

Lorenzino then leaves, and an aide can be heard telling the reporter: "We never speak about inflation, not even with the Argentine media."

But "price increases are the main topic of the economy now," she protests. "Everyone in the street is saying theres high inflation. It’s not possible that I not ask about it. If not, Im not doing my job."

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ESPECULAÇÕES SOBRE A DEMISSÃO DE HERNÁN LORENZINO, Ministro da Economia da Argentina postadas pelo jornal "CLARIN" da Argentina


27/04/13
La semana del ministro de Economía, Hernán Lorenzino, cerró con fuertes rumores de salida de su cargo.

Ayer mantuvo una charla con la Presidenta Cristina Kirchner y, según trascendió, la mandataria le transmitió su disconformidad con la entrevista en la que el funcionario pide cortar una grabación para no hablar de inflación.

“Me quiero ir”, se escuchó decirle cuando la cámara no lo enfocaba. El video, que muestra a Lorenzino entrevistado por la periodista griega Eleni Varvitsioti, fue furor en las redes sociales y en las páginas de diarios locales y extranjeros.

Ayer la Presidenta le hizo saber a Lorenzino su malestar por el episodio. A partir de entonces comenzó un rumor intenso de que el ministro estaría cerca de dejar su puesto.

Axel Kicillof, el viceministro, sería su reemplazante.

Lorenzino trabajó ayer todo el día en su despacho. Su agenda fue la estipulada de antemano y se retiró del ministerio pasadas las 8 de la noche. En su entorno niegan que haya recibido críticas desde la Casa Rosada por el episodio del video. “No vamos a hacer comentarios”, señalaron.

Por su parte, Kicillof concurrió a la mañana a Olivos junto al secretario de Comercio, Guillermo Moreno, para mantener una audiencia con la Presidenta. Allí la charla se dividió en dos: la marcha de la asamblea de accionistas del Grupo Clarín -a la que Moreno y Kicillof habían concurrido la tarde anterior- y la economía -principalmente el dólar blue que ayer cerró en $9,34-.

Las conversaciones entre la Presidenta y los dos secretarios sobre temas económicos son habituales. La mayoría de las veces ocurren hasta sin la participación del ministro de Economía que en los últimos meses se enfocó en la batalla del país contra los fondos buitre. Pero ayer, luego de que se conociera la entrevista de Lorenzino para la televisión griega y un diálogo tenso entre la Presidente y Lorenzino, se desataron los rumores de que el ministro estaría en la cuerda floja.

En un documental sobre el paralelismo entre las crisis económicas de la Argentina y Grecia, el ministro mostró su resistencia a referirse a la inflación. Primero dijo “El desempleo que estaba en 25% en 2001 hoy está en 7%. Y los niveles de pobreza que estaban en 50% hoy están muy por debajo”. Pero cuando la periodista soltó “Tengo una pregunta simple, ¿cuál es la tasa de inflación?”, entonces Lorenzino pidió cortar la grabación. Enseguida una asesora explicó a la periodista que “hay un tema que nosotros, el ministro de Economía ... quizá es difícil de entender. La verdad que hablar de la inflación cuando nosotros no hablamos ni con los medios argentinos de la inflación ...”.







MA50 embicando pra cima e MACD cruzado na compra são bons sinais pra PETR4 no médio prazo

Não há dúvidas de que,do ponto de vista gráfico, a PETR4 vem melhorando seus sinais.

Vejam as fortes divergências altistas de IFR14 e MACD no diário e semanal.

Outro detalhe positivo é uma média móvel simples de 50 períodos começando a embicar pra cima.

Isso pode ser visto tanto no gráfico da PETR4 , como na sua ADR em Nova York.

MACD cruzando na compra no SEMANAL também é sinal positivo.

No entanto, a resistência em 19,55 ou até mesmo na faixa de 20,00 é a barreira no curtíssimo a ser rompida.

Aqui no BOVESPA ao longo da semana, o último topinho em 19,55 provou ser uma barreira forte, sendo rompido no intraday, mas não no fechamento.

O papel está com uma volatilidade insana no curto prazo; o preço das "opções de venda" já tem explicitado isso.

Portanto, ainda que possamos ver o papel testando novamente as últimas máximas, é mais provável vermos no curto prazo movimentos em busca do último fundo em 16,98, até mesmo pra pensarmos em topos e fundos ascendentes.



PETR4, DIARIO, Escala logarítmica



PETR4, semanal, Escala logarítmica



ADR PETROBRAS , DIARIO, Escala logarítmica







sexta-feira, 26 de abril de 2013

Alexandre Schwartsman sobre a inflação: "Hoje o desvio é de 2 pontos percentuais. Se não for tratado agora, será mais alto em poucos anos e o custo de reduzir a inflação será muito maior, assim como hoje já é bem maior do que se tivesse sido tratado em 2010-2011."

Em boa matéria publicada hoje pelo jornal "Folha de São Paulo", a inflação volta a ser discutida.....ahhh.......os anos 80 e 90.........só se falava nisso........

Na matéria, o ex-diretor do Banco Central, Alexandre Schwartsman, diz:

"Hoje o desvio é de 2 pontos percentuais. Se não for tratado agora, será mais alto em poucos anos e o custo de reduzir a inflação será muito maior, assim como hoje já é bem maior do que se tivesse sido tratado em 2010-2011." 

Pois é....

Ontem, o ministro da Fazenda do Brasil, Guido Mantega, disse que a inflação no Brasil vai cair...

Como vai cair Ministro ? 
O senhor vai ao supermercado ?
O senhor vai ao barbeiro ?
Vai a lanchonete ?
À Padaria tomar um cafezinho ?

"Senhor Ministro....

Ao longo do ano teremos várias "datas-base" de várias categorias para aumento de salários, categorias pertencentes a sindicatos fortes.

O que elas pedirão ?

5% de aumento ? 6,5% ? 7,5 % ?

E se conseguirem 7% ? O que acontecerá com os preços em seguida ?

E, ano que vem? Elas pedirão quanto ? 1% acima de 7 ou pedirão 2% acima desse ano  ?

É assim que começa....."

Aos mais jovens, um pouco da HIPERINFLAÇÃO BRASILEIRA dos anos 80 e parte dos 90, antes do Plano Real





Abaixo, parte da matéria dojornal "Folha de São Paulo"...

Link: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/04/1268975-citado-por-governo-piso-da-inflacao-em-5-opoe-analistas.shtml



26/04/2013 - 03h00
Citado por governo, piso da inflação em 5% opõe analistas
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MARIANA CARNEIRO
DE SÃO PAULO

A resistência que a inflação brasileira apresenta em recuar a menos de 5%, piso citado anteontem pelo ministro Fernando Pimentel (Desenvolvimento), membro da equipe econômica de Dilma, divide economistas.

Desde a implantação do regime de metas, em 1999, a inflação só ficou abaixo desse patamar em três anos -2006 (3,14%), 2007 (4,46%) e em 2009 (4,31%).

Mas no último ano, apesar do fraco crescimento da economia (0,9%), a inflação foi de 5,8%. E vem se acelerando desde então, mesmo com a atividade em ritmo lento, chegando a 6,59% nos 12 meses encerrados em março.

A inflação acima da meta (de 4,5% com tolerância de até 6,5%) e o diagnóstico de que ela ficou mais resistente e espalhada levaram o Banco Central a elevar a taxa de juros na semana passada.

O objetivo é fazer a demanda recuar e, com isso, desencorajar reajustes de preços.

Em entrevista à Folha, o ministro Fernando Pimentel disse que o Brasil tem uma "inflação de base", entre 5% e 6%, indicando resistência dos preços em se acomodar em níveis mais comportados.

Economistas discordam da percepção do ministro. Para o economista e colunista da Folha Alexandre Schwartsman, que foi diretor do Banco Central entre 2003 e 2006, o governo é que tem sido resistente em reduzir metas.

"A resistência da inflação se deve, em primeiro lugar, à insistência em manter a meta em 4,5%, mesmo quando expectativas rodavam abaixo disso [entre 2005 e 2010]", afirma, referindo-se à percepção de inflação mais baixa de empresários e trabalhadores.

Essa percepção se deveu, diz Schwartsman, ao trabalho do BC de mostrar com rigor que buscava a meta.

"Hoje o desvio é de 2 pontos percentuais. Se não for tratado agora, será mais alto em poucos anos e o custo de reduzir a inflação será muito maior, assim como hoje já é bem maior do que se tivesse sido tratado em 2010-2011."

Em cerca de um mês, o governo definirá a meta de inflação de 2015, no novo mandato presidencial.

Com o atual distanciamento da meta, economistas que defendem mudar o alvo e admitir a resistência dos preços.
Luiz Fernando de Paula, professor da Uerj e presidente da Associação Keynesiana do Brasil, afirma que a meta poderia ser elevada para 5%.

"Eu sempre prefiro menos inflação, a questão é saber o preço que vai se pagar por isso", afirma.

Na sua avaliação, a economia mundial está instável e os preços de itens, como serviços, subiram porque há hoje mais de consumidores, com a nova classe média.

"Nesse contexto, ter alguma flexibilidade é bom."

É essa expansão acelerada dos serviços, em contraste com o marasmo na indústria, que leva Mônica de Bolle, professora da PUC-Rio, a recomendar um freio de arrumação. "Se quiser reduzir a inflação, é preciso penalizar todos os setores", diz. "Mas tudo depende do que se busca: você quer crescer um ano e parar logo mais porque será obrigado a fazer um grande ajuste ou prefere parar e colocar a economia no caminho da expansão sustentável?".

Para Luiz Gonzaga Belluzzo, que foi secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda (1985-1987) e é tido como conselheiro da presidente Dilma Rousseff, a meta de inflação deve ser perseguida em mais tempo, além de um ano. Isso permitiria enfrentar problemas que impedem que a inflação recue a menos de 5%, como a indexação dos preços.

"A estabilização [de preços] não está completa. A percepção de inflação dos formadores de preço, que todo ano reajustam mensalidades escolaridades e tarifas de ônibus, indicam isso", diz.







Um cone de 15 anos para o SP500 ? Os topos estão rigorosamente "ligados" agora.

Vejam abaixo um "suposto" cone para o SP500 correspondente aos últimos 15 anos.

Vejam os 3 últimos "topinhos" do SP500. Praticamente separados por 25 pontos de um topo para outro, todos eles estão agora "ligados".

Vejam a divergência baixista forte de IFR14 destacada também, inclusive, praticamente uma LTB de IFR14 no TEMPO MENSAL

Se essa tese estiver correta, o topo do SP500 em 1.597 alcançado no início de abril, é o final do rally que vem desde março de 2009, final do BULL MARKET

Resta saber se o final do BEAR MARKET seria a base inferior do cone, isto é, abaixo do último fundo de março de 2009, em 666 pontos.

Até lá, muita "água vai rolar"



SP500 MENSAL - 20 ANOS

fonte: www.marketwatch.com












A Volatilidade explode em vários mercados....e o Dow Jones "quieto"....não se mexe

Vários mercados com volatilidade "nas alturas"

Abaixo,alguns deles....

Petróleo, Cobre, Ouro e Prata.....

O Petróleo Light Crude, por exemplo, caiu 12 pontos em apenas 15 dias.....e subiu 8 pontos em apenas 10 dias

Enquanto isso......Dow Jones e SP500 quietos...tranquilos...

Há uma forte inconsistência nessa equação......



Petróleo Light Crude, diário



Cobre, diário



Ouro, diário



Prata diário









Ôpa: ...'A inflação vai cair no Brasil', diz Guido Mantega

Mais uma vez......já ouço isso há vários e vários meses...

e tem mais....

O PIB DO BRASILil il il.....

Vejam abaixo...

Vamos torcer, não é ?


Crédito:Portal G1

http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/04/inflacao-vai-cair-no-brasil-diz-mantega.html



25/04/2013 19h14 - Atualizado em 25/04/2013 21h02
'A inflação vai cair no Brasil', diz Guido Mantega

Ministro da Fazenda se reuniu com empresários em São Paulo nesta 5ª.
Inflação acumulada em 12 meses ultrapassou teto da meta do governo.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quinta-feira (25) que a inflação brasileira – que em março ultrapassou o teto da meta do governo, de 6,5%, já está em trajetória descendente.
“A inflação vai cair no Brasil”, garantiu, em entrevista, após reunião com empresários em São Paulo. “Temos condições perfeitas para reduzir a inflação”, completou.
O ministro destacou que o preço das commodities no mercado internacional já está caindo, que os preços de alimentos, no atacado, “já caiu”, que "a indexação está diminuindo" e que não está previsto neste ano que haja seca nem nos Estados Unidos nem no Brasil.

“Portanto, nós estamos com inflação descendente no país”, afirmou, sem dar previsão sobre o retorno da inflação para dentro da meta de até 6,5% do Banco Central. "Tem que perguntar para o Banco Central", disse.
No início do mês, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, usada como base para as metas do governo, apresentou variação de 0,47% março – taxa inferior à registrada no mês anterior, de 0,60%. Mas, no acumulado em 12 meses, a taxa alcançou 6,59%.
Na ocasião, Mantega afirmou que “o governo não poupará medidas para conter a inflação e impedir que ela se propague”. De fato, na semana seguinte o Banco Central elevou para 7,5% a taxa básica de juros, citando "o nível elevado da inflação e a dispersão de aumentos de preços".

PIB

Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), o ministro voltou a afirmar que a economia está em trajetória de aceleração do crescimento.
“Vamos ter um PIB maior no primeiro trimestre do que foi no anterior, estamos conseguindo crescer apesar das dificuldades internacionais”, disse.

Mantega  evitou, entretanto, fazer previsões para o PIB do 1º trimestre e de 2013. “Hoje o Banco Central fez um relatório e falou num crescimento no primeiro trimestre de 1%”, disse.
Questionado se a Fazenda havia desistido de fazer projeções para o crescimento da economia, Mantega disse que o ministério ainda não dispõe de todos os dados necessários para uma estimativa oficial do ministério para o desmepenho da economia em 2013.

“A Fazenda está observando aquilo que o mercado está dizendo. Não temos os dados ainda. Prefiro saber o dado concreto. Falta ainda um mês. Nós já temos dois meses, então vamos aguardar”, disse.

“O que para nós interessa é que está havendo uma aceleração do crescimento. O dado exato eu não sei dizer, mas isso está acontecendo  em vários setores. Outros setores ainda precisam de mais impulsos ou precisam esperar para que as medidas que nós tomamos surtam efeito”, completou.
“Na minha avaliação, estamos continuando uma recuperação econômica que começou no ano passado. A cada mês, a cada trimestre, deveremos ter um crescimento um pouco maior que do que anterior. Mas ainda sofremos problemas oriundos da crise internacional, nós ainda temos dificuldades de exportação e estamos importando muito produtos que concorrem com os nossos e diminuem o tamanho do nosso mercado”.





quinta-feira, 25 de abril de 2013

A "Brincadeira" da LTA em nova perspectiva - Mesma inclinação, mesma "aparente tranquilidade", mesmo perigo

No post anterior, expus 2 gráficos com a LTA de 5 anos do Dow Jones e uma perspectiva de 15 anos.

Agora, vamos fazer uma "outra brincadeira"

Abaixo, nós temos a apresentação de uma LTA do lado esquerdo do gráfico.

ESSA LTA REPRESENTA A LTA QUE VINHA DE 2003 e que foi perdida em 2007 pra 2008.

Praticamente 5 anos de LTA.

Vejam a inclinação; muito semelhante a inclinação atual.

Perdida a LTA em 2008, o Dow Jones acelera a queda, faz topos e fundos descendentes e somente para nos 6.470 em 2009.

Quando o Dow Jones perderá a LTA em curso ?


Dow Jones, MENSAL, Escala logarítmica 15 anos. Nova perspectiva










Atualizando LTA 5 anos do Dow Jones Mensal - Hoje em 13.750 - Em maio, 14.000 pontos

Abaixo 2 gráficos Mensais do Dow Jones

O primeiro, de 5 anos, com uma LTA desde a mínima em 6.470 em março de 2009 até hoje.

Já foi rompida ano passado ao longo do mês pra ser salva ao final.

Hoje, passando por volta de 13.750.

Quando virar pra maio, teremos a LTA passando por volta de 14.000 pontos.

IFR14 no MENSAL já esta acima de 70, o que indica "sobrecompra" no MENSAL.

Mais abaixo,o gráfico de 15 anos mostra um novo topo na máxima em 14.880 com divergência de IFR14 no TEMPO MENSAL


Dow Jones, MENSAL, Escala logarítmica - 5 anos



Dow Jones, MENSAL, Escala logarítmica 15 anos









Dow Jones a 25.000 pontos ? E o SP500 a 450 pontos ?

No mercado de renda variável, nós vemos tudo....

Desde aqueles mega-ultra otimistas, até os "mega-ultra pessimistas".

Em um momento vemos alguém sinalizar o Dow Jones a 25.000......

Em outro.......

Enfim.....

As coisas estáo fora do lugar ?

Sim........liquidez insana, estímulos, estímulos e estímulos de vários e vários Bancos Centrais ao redor do mundo.......

Não há abasolutamente nenhum limite......

Então, numa matéria publicada hoje pelo "businessinsider.com", Albert Edwards, estrategista do Sociéte Generale,  diz que o SP500 ainda buscará os 450 pontos...

e tem mais....

Vejam abaixo....crédito: "businessinsider.com"

http://www.businessinsider.com/albert-edwards-confidence-in-policymakers-will-collapse-hyperinflation-will-come-and-gold-will-go-above-10000-2013-4



ALBERT EDWARDS: Stocks Will Crash, Hyperinflation Will Come, And Gold Will Go Above $10,000
Joe Weisenthal | Apr. 25, 2013, 5:34 AM |

This is always reassuring. SocGen strategist Albert Edwards remains an ultra-bear, and predicts everything will go to hell.

In his new note he writes:

We still forecast 450 S&P, sub-1% US 10y yields, and gold above $10,000

My working experience of the last 30 years has convinced me that policymakers’ efforts to manage the economic cycle have actually made things far more volatile. Their repeated interventions have, much to their surprise, blown up in their faces a few years later. The current round of QE will be no different. We have written previously, quoting Marc Faber, that “The Fed Will Destroy the World” through their money printing. Rapid inflation surely beckons. But that will not occur without firstly a Japanese-style loss of confidence in policymakers as we dive back into recession and produce dislocative market moves.
So yeah, it goes on from there. Lots of doom. This is why everyone loves Albert Edwards.





Vamos brincar com mais gráficos grotescos e altíssima volatilidade - Petróleo Light Crude sobe 7% em 1 semana

Mais Volatilidade ?

Candles "grotescos" ?

Petróleo Light Crude sobe 7% em 1 semana, toca sua MA200, toca um LTB fortemente inclinada, também base de um canal de baixa, toca faixa-resistência forte.

Base do canal de baixa agora ?

Fundo de 6 meses atrás, em novembro de 2012, na faixa de 84.

Ora......

Se a volatilidade está em modo "advanced plus", bastante provável vermos o Petróleo caminhando pra 84 em poucos dias......

E pra onde vai o mercado americano ?

E o mundo ?

Petróleo Light Crude, diário, escala logarítmica - 6 meses




Petróleo Light Crude, diário, escala logarítmica - 15 meses










Enquanto os Estados Unidos não entram em "crash", o mundo continua produzindo figuras gráficas absolutamente aleatórias - DAX e FTSE um pouco menos

DAX Alemanha e FTSE Londres ainda pararam praticamente em suas LTB's curtas.

CAC FRANÇA rompeu LTB Curta

Mas vejam a aleatoriedade dos índices refletida na volatilidade. 

Candles absolutamente grotescos.....absoluta aleatoriedade

OBVIAMENTE, A VOLATILIDADE INSANA PODE SINALIZAR ALGO "BIZARRO" LOGO à FRENTE.

Muito "bizarro"

O "silêncio precede o esporro"

O mundo à espera de um crash americano, cujos mercados insistem em não cair há 2 anos


DAX Diário, escala logarítmica





FTSE Londres, Diário, escala logarítmica





CAC Diário, escala logarítmica











quarta-feira, 24 de abril de 2013

Dow Jones x Dow Transportation - A Semelhança dos rompimentos das LTA's e as Linhas de Retorno

Vejam abaixo os movimentos do Dow Jones e do Dow Jones Transportation

O Dow Transportation, no tempo diário, rompeu uma LTA de 6 meses no início de abril destacado no ponto A; corrigiu até 5.900 e repicou.

Repicou até a LINHA DE RETORNO da LTA perdida, ponto abaixo do topo anterior, e corrigiu novamente se segurando no antigo fundo, embora já perdendo sua MA50.

Até agora vem repicando novamente até um ponto abaixo do topo anterior.

Vejam agora o Dow Jones.

Perdeu uma LTA um pouco mais curta, de 4 meses, corrigiu até 14.430, repicou até o topo de hoje em 14.750.

Esse ponto visto no gráfico abaixo, praticamente é o toque na LINHA DE RETORNO da LTA perdida.

Fará o mesmo movimento do Dow Transportation ?

Aqui, outra dúvida; se ele corrigir para o fundo anterior, seria até os 14.430, pra depois repicar até um ponto abaixo do topo anterior.

No entanto, a correção do Dow Transportation foi de cerca de 5%.

Se o Dow Jones corrigir 5% iria para próximo de 14.000 pontos, antiga faixa-resistência forte tocada por diversas vezes ao longo de fevereiro.




Dow Transportation ,  diário, escala logarítmica




Dow Jones ,  diário, escala logarítmica










Bovespa e PETR4 - 24-04-2013

Bovespa segue fazendo novos topinhos o fazer máxima em 55.500 aproximando-se de pivot em 56.000 pontos, porém voltou a fechar abaixo dos 55.000 pontos, fortíssima resistência; fechamento em 54.990, alta de 0,20%

Interessante notar algumas pernas de alta e baixa nessa tendência de baixa do Bovespa,

Tivemos o topo em 63.500 lá no início de jan-2013.

Queda praticamente sem paradas até os 55.400.

Dáí tivemos uma perna de alta em reduzido tempo de 4.000 pontos aproximadamente até 59.500.

Depois nova perna de baixa até 53.800.

Depois, perna de alta em reduzido tempo até 57.000, tamanho de 3.200 pontos.

Após. nova e forte perna de baixa até 52.400.

Agora, em reduzido tempo novamente, nova perna de alta até 55.550, tamanho de 3.150 pontos.

As pernas de alta tem sido entre 4.000 e 3.200 pontos.

Vamos ver e o Bovepa engata topos e fundos ascendentes a partir dos 52.400 ou se ainda falta uma nova perna forte de baixa que fures o forte suporte de 52.000 pontos .

PETR4 com volume novamente forte rompeu a LTB de 6 meses, mas não rompeu o topinho anterior de 19.55, embora no intraday isso tenha acontecido.

Lá fora, a ADR fechou exatamente "em cima" do topinho anterior.







Aumenta o sentimento de que taxas de juros baixas praticadas pelo Banco Central Europeu "não ajudarão" mais


Com a Alemanha, maior economia da Europa, mostrando sinais cada vez mais fracos, e outras não muito longe desse quadro, as expectativas positivas sobre a manutenção "eterna" de uma política monetária de juros baixos na Europa começam a esfriar.

Não são poucos os analistas e os textos que expõem o grau de  pessimismo sobre o impactos positivos, nesse momento, por conta da política de "juros baixos"

Abaixo, mais um texto que explicita tal ssentimento:

Crédito: Canal de notícias CNBC

http://www.cnbc.com/id/100666996

ECB Rate Cut Could Bring Big 'Disappointment'
Published: Wednesday, 24 Apr 2013 | 1:54 AM ET
By: Holly Ellyatt
Assistant News Editor, CNBC.com

Expectations are rising that the European Central Bank (ECB) will announce a rate cut when it meets next week. But according to analysts the move is likely to have a limited impact and could in fact end up being a disappointment.

Wednesday's release of Germany's Ifo Business Climate index showed that business sentiment was weaker than expected in April, deepening concerns that Europe's largest economy is in decline.

On Tuesday, flash purchasing managers' index (PMI) data showed that the euro zone's largest economy was stalling, prompting widespread speculation of an ECB rate cut on May 2.

"With the latest batch of weak PMI data, we are now of the view that the ECB is likely to cut its policy rate as soon as the next meeting in May," Barclays analysts said on Tuesday.

The FTSEurofirst 300 Index extended gains on Wednesday after rallying 2.4 percent on Tuesday on hopes of a rate cut. A fall in Spanish and Italian borrowing costs and signs that Italy was nearer to breaking its political impasse also helped boost sentiment.

"The prospect of more central bank easing is fueling risk appetite with a vengeance. For now, the trend is your friend. The moment of truth will be when the ECB has to step up and deliver, Thursday week. It'll be far harder to sustain the current exuberance over that," economists Ciaran O'Hagan, Wee-Khoon Chong and Marc-Henri Thoumin from Societe Generale said in a note on Wednesday.

Daiwa economists Tobias Blattner and Emily Nicol warned on Tuesday that with "ECB expectations high, scope for disappointment [was] large."

"But while we expect the ECB to cut the main refinancing rate next week, recent comments by Governing Council members suggest that they will not announce further non-standard measures before June, if at all. This suggests that, given the limited impact of a further 25bps cut and the ECB's view that it has only limited room for maneuver to ease the euro, has increased in recent days in our view," they added.

Analysts from UBS agreed on Tuesday. "Our previous call was for rates to stay on hold in 2013/14, but we believe that the recent economic data (including today's PMIs) were so weak that they will prompt the ECB to cut rates," analysts Reinhard Cluse, Amit Kara and Martin Lueck said in a note.

"[However] we believe that the impact of lower rates on economic activity will be limited. Arguably, the biggest problem in the euro zone is the lack of credit from banks to the SME's and this will not be fixed through lower policy rates. Non-standard measures…could help, but will take time."

"Much more game-changing initiatives, such as quantitative easing (QE), are not an option, in our view," they added.

One of the top economic advisers to German Chancellor Angela Merkel also told CNBC that the ECB should refrain from a rate cut. "If you ask me if the ECB should cut rates, I would say no, because it has a very easy monetary policy with ample liquidity supply and also emergency liquidity assistance," Volker Wieland, a professor at the Goethe University told CNBC on Tuesday.






terça-feira, 23 de abril de 2013

Bovespa para nos 55 k e na MME21


Depois de romper os 54 k, o Bovespa foi direto nos 55k, rompeu no intraday, mas fechou abaixo e 54.880, alta de 1,08%

Voltou a melhorar o IFR14 no diário, fechando no patamar de 50, mais precisamente 48.

Fechou também "em cima" de sua MME21.

Por falar em Médias móveis exponenciais, a MME13 ainda abaixo da MME21, portanto, ainda em modo "venda".

Ainda, muita coisa pra melhorar, a saber:

Rompimento dos 55 k, depois 57.000 pontos.

Rompimento da LTB mais longa.

E MME13 cruzar pra cima a MME21.


Bovespa , diário, escala logarítmica








PETR4 e ADR Petrobrás sobem forte, mas sentem a suas LTB'S

Vamos situar o movimento dos papéis da PETR4 no Bovespa e dos papéis listados da Petrobrás em Nova York.

Começam a se ouvir aqui e ali um "zoom zoom zoom" em relação a melhora da "nossa" Petrobrás.

É fato que ela vem melhorando, depois dos aumentos parciais da gasolina e do diesel.

Do ponto de vista gráfico, algo "relativamente normal", dadas suas divergências fortes altistas de IFR14 e MACD no diário e no semanal.

Por outro lado, até que rompa os 19.55 aqui no Brasil, por exemplo, ainda temos topos e fundos descendentes no curto e médio prazo. No longo prazo, o cenário é bem mais feio.

Outro porém:

Abaixo vemos que, mesmo com a alta forte de hoje, tanto a PETR4, como a ADR da Petrobrás, não romperam suas respectivas LTB'S.

A ADR foi mais precisa e na máxima tocou exatamente por onde passa sua LTB de 6 meses; a PETR4 chegou a romper no intraday, mas fechou abaixo; o valor abaixo destacado de 19,15 para PETR4 é valor do "after-market"; o fechamento foi de 19,18, alta de 2,10%

Me parece que, pra médio prazo, podemos esperar uma melhora para os papéis da PETR4; talvez uma ida lá nos 22,00-22,50. porém, a volatilidade em ascensão nos últimos 20-30 dias da PETR4, pode indicar que, a despeito de uma aparente "tranquilidade" e "força" do papel, estamos diante ainda de fortes turbulências e possível reteste lá no fundo de 16.40, mínima de março último.

Não esqueçamos que, para longo prazo, a melhora se dá acima de 23,84 para a PETR4, máxima de setembro do ano passado.



PETR4, Diário, escala logarítmica




ADR PETROBRÁS, Diário, escala logarítmica








segunda-feira, 22 de abril de 2013

Dow Transportation não tem forças pra romper a MA50

Dow Transportation no tempo diário, já vem fazendo topos e fundos descendentes, veio pra baixo da MA50, tenta há 5 dias voltar pra cima dela, mas não consegue.

Hoje, nova tentativa, sem sucesso.


Dow Transportation, diário, escala logarítmica








Bovespa melhora, mas continua com cara de jul-2011

Bovespa melhora no curtinho, rompe os 54.000, fechando em 54.300 e tem agora uma Média móvel exponencial de 21 pela frente em 54.800 e a forte resistência de 55.000 pontos, antigo forte suporte.

Quero destacar novamente o comportamento do Bovespa em jul-ago de 2011.

Vejam abaixo que, assim como nos últimos 3-4 anos tínhamos as faixas importantes de 58 k e 60 k como balizadores.

Até hoje, tais faixas se revezam como "fundamentais" no longo prazo. eu daria mais importância aos 58 k do que aos 60 k.

Mas, continuemos.....

Lá em 2011, além das 2 faixas balizarem o comportamento do Bovespa, a média móvel exponencial de 21 passava muito próxima. do 2 balizadores.

O Bovespa rompeu pra baixo a faixa de 60.000 pontos, desceu, aproximou-se de 58.000, parou , repicou até um pouco acima de 60.000, pra ser mais preciso, em 60.600, desceu, repicou até 59.500, por onde passava a MME21 e depois caiu com força, rompendo direto os 58.000, apenas parando nos 47.800.

Agora, estamos nos 54.300, fechamento de hoje.

O mais curioso é que também temos 2 faixas importantes, a faixa de 55.000 e os 52.000 pontos, 3.000 pontos de uma pra outra.

Já rompemos pra baixo os 55.000 e paramos ali em 52.300, repicamos até agora na máxima de hoje em 54.300.

Temos uma Média móvel exponencial de 21 períodos passando próximo a 55.000; hoje, ali em 54.800.

Enfim, faixas e médias móveis exponenciais em posições semelhantes a jul-2011.

Bovespa preparando-se pra "dar o beijo da morte" em 54.500-55.000 apenas pra depois "somar forças" pra armar a forte perna de baixa que rompa os 52.000 pontos  ?



Bovespa, diário, abril-set-2011




Bovespa - atual








Programa da jornalista Miriam Leitão na Globo News: " Ex-BC: há tempos não se via uma inflação tão perigosa"

Excelente a entrevista da craque "Miriam Leitão" em seu programa na Globonews na sexta-feira última dia 19-04 com o ex-presidente do Banco Central do Brasil, Gustavo Franco, e a economista da Fundação Getúlio Vargas, Silvia Matos.

Abaixo, o texto retirado do próprio blog da jornalista Miriam Leitão com a entrevista em vídeo (acessado no blog)  na íntegra no final

http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2013/04/19/ex-bc-ha-tempos-nao-se-via-uma-inflacao-tao-perigosa-493972.asp


Ex-BC: há tempos não se via uma inflação tão perigosa

Não há um ou dois responsáveis pela inflação, na visão do ex-presidente do BC, Gustavo Franco, porque o aumento de preços é generalizado. Segundo ele, há tempos não se via uma inflação tão "disseminada, perigosa e virulenta". Franco, um dos economistas que entrevistei no meu programa na Globonews, que pode ser visto abaixo, comparou a inflação a uma febre. O juro funcionaria como um antitérmico, mas não cura todas as "patologias". Confusões em áreas diferentes da economia, diz Franco, geram desconforto e inflação.

Para ele, é uma pena combater a alta de preços com um antitérmico. Franco acha que o país está perdendo a chance de colocar as contas públicas em outro patamar. A situação fiscal brasileira é muito ruim, na avaliação do economista.

Para o país crescer mais, Franco diz que é necessário um outro choque de capitalismo. Acha que o país não tem políticas muito amistosas para o capital; "aquele que quer correr risco e viver por sua própria conta tem uma vida difícil". Segundo ele, o Brasil estava saindo do capitalismo de Estado, que tem por característica ser lento, politizado e de baixa eficiência; mas nos últimos anos, no governo Dilma, ocorreu um retrocesso.

Na visão do economista, daqui para frente, a política econômica vai mirar nas eleições. Ele acha que não vão "mexer no barco", enquanto a popularidade do governo estiver alta.

Gustavo Franco e Silvia Matos, da FGV, outra economista com quem conversei, concordam com a ideia de que houve uma guinada ideológica na política econômica do governo Dilma, embora o ministro da Fazenda seja o mesmo desde o governo Lula.

Para Silvia, como a inflação está num patamar muito elevado para um começo de ano e piorou de maneira rápida, a alta dos juros poderia ter sido maior. A elevação foi de 0,25 ponto, como já falamos aqui no blog.

Para o país crescer mais, é preciso, de acordo com a economista, mudar o foco da política econômica. Ela destacou a interferência excessiva do governo em alguns setores. Em relação à indústria, a economista defende focar nos segmentos com vantagem comparativa. Lembrou também que a indústria depende de investimento e de uma perspectiva favorável de capacidade de exportação. Por causa da crise externa, o governo passou a agir de uma forma mais intervencionista, na esperança de que conseguiria resolver todos os problemas. É assim que ela vê.

A economista estima que 2013 será melhor do que 2012. Mas acha que os problemas estruturais continuarão aí, porque um novo ciclo de reformas só ocorreria num outro governo.





domingo, 21 de abril de 2013

O desmonte das Commodities - Todo cuidado é pouco para os estilhaços no Bovespa

Há um forte desmonte em várias "classes" de commodites ao redor do mundo.

Milho, cobre, ouro, prata, platina e mais recentemente petróleo.

Acabou ?

Não me parece.

Se olharmos o principal indicador, o "CRB Commodities", ainda temos "chão" pela frente.

Vemos no gráfico abaixo o que representa e o que tem representado o rompimento da faixa de 290 para o "CRB".

Temos a faixa de 280 como suporte, que segurou o índice momentaneamente; depois 268, 260 e finalmente a faixa de 246.

Se olharmos o movimento do Cobre e da Platina, que buscaram as mínimas de 2011 na última semana, podemos especular que o "Petróleo Light Crude" dificilmente deixará de buscar também a mínimas de 2011 e 2012 na faixa de 75 ou um pouco acima.

Portanto, todos esses movimentos interferem em papéis ligados direta ou indiretamente às commodities, particularmente, papéis que pesam no índice Bovespa, como VALE e Petrobrás.

Se esses papéis ainda buscarão novas mínimas no curto prazo é uma outra questão.

Por outro lado, não esperemos momentos tranquilos nos próximos dias para VALE, Petrobrás e o Bovespa.

O forte desmonte das commodities ainda está em "pleno vapor".

O que isso quer dizer ?

O suporte de 52.000 pontos pode não ser forte o suficiente para segurar no médio prazo e poderemos visitar as mínimas de 2011 em 47.800, pressionando VALE5 e PETR4 entre outros papéis

"Todo cuidado é pouco"


"CRB Commodities", diário, escala logarítmica



"CRB Commodities", SEMANAL, escala logarítmica





"COBRE, SEMANAL, escala logarítmica



"PLATINA", SEMANAL, escala logarítmica






"Petróleo Ligth Crude", Semanal, escala logarítmica










LTA 10 Anos da VALE5 - Estamos a 10% aproximadamente dessa LTA

Vejam a LTA de 10 anos da VALE5 que eu tracei abaixo, Gráfico MENSAL, escala logarítmica

Uma LTA com gráfico já considerados os divendendos;

Se puxarmos desde 2003, passando por 2004, veremos um toque justamente na mínima em 2008.

Hoje, passaria ali por volta de 27,00.

Estamos a aproximadamente 10% dos 27,00; Mínima da semana passada e dos últimos 3 anos foi 29,68.

VALE5 - Grafico MENSAL, Escala logarítmica










PETR4 e ADR Petrobrás agora têm LTB'S muito semelhantes

Vejam abaixo as LTB'S que acompanham tanto os papéis da PETR4 no Brasil, como as ADR'S da Petrobrás listadas em Nova York

Na BOVESPA, LTB abaixo destacada passando ali por volta de 19,00.

Resistência forte na faixa de 18,45-18,50; uma faixa um pouco confusa, dando margem pra aceitarmos um pouco pra cima, um pouco pra baixo.

MME13 ainda cruzada pra baixo sobre a MME21, tanto no diário, como no SEMANAL, no gráfico da PETR4 abaixo.

No último gráfico abaixo, destaquei uma LTB mais curta na ADR da PETROBRÁS, onde podemos ver um toque nela já na sexta-feira,  e um rompimento falso ao longo da semana passada.


PETR4. diário, escala logarítmica




PETR4. SEMANAL, escala logarítmica





ADR PETROBRÁS. diário - 10 meses




ADR PETROBRAS. diário - 5 meses










Tudo muito calmo.....calmo até demais.....

"Andando" pelo universo do debate econômico-financeiro, exceto algumas análises um pouco mais pessimistas aqui e ali, tudo muito calmo....

Calmo ate demais.........





sábado, 20 de abril de 2013

Número de papéis do SP500 que passa pra baixo da MA50 acelera e põe mais pressão nos mercados americanos

Abaixo o gráfico do SPXA50R , índice que indica, em essência,  o percentual de papéis que está acima da Média móvel simples de 50 períodos, importante barômetro de tendência dos mercados americanos.

Vejam que as divergências já são fortes desde o ínicio do ano, fato que já destaquei aqui algunas vezes.

Ou seja, enquanto o SP500 subiu em rally forte nos últimos 3-4 meses, o SPXA50R cai.

Ao longo da última semana, o SPXA50R acelerou a queda, indicando que mais e mais papéis estão passando pra baixo da MA50, ou em outras palavras, menos e menos papéis estão acima da MA50

Agora, encontra-se num patamar delicado.

Marquei 6 pontos nos últimos 3 anos em que o SPXA50R acelerou a queda e ultrapassou os limites em torno do limite atual.

Todos marcados no gráfico SEMANAL também abaixo.

Comparem com o gráfico do SP500 em terceiro plano.

Em todos os 6 pontos, ou tivemos médias correções ou fortes correções. como a de maio-2010 e ago-set de 2011.

A velocidade e tempo para que os efeitos aconteçam variaram muito pouco de um pra outro; talvez a média correção de abril-maio-2012 é que tenha "demorado" um pouco mais.

Em todas as outras, uma vez visto o SPXA50R acelerar a queda para o patamar atual, o SP500 corrige forte logo em seguida.

É o que espero agora.

Resta saber, se a correção será média ou forte.



SPXA50R, diário - 6 meses




SPXA50R, semanal - 3 anos





SP500, Semanal- 3 anos