domingo, 31 de março de 2013

DIscutindo o Bovespa pelas Médias Móveis Exponenciais de 13 e 21 em 2011, 2012 e 2013

Vamos olhar o Bovespa hoje, tomando como base as pernas de baixa de 2011 e 2012.

Todos os 3 movimentos pelas médias móveis exponenciais de 13 e 21.

Vejam abaixo as pernas de baixa de 2011 e 2012 no tempo diário.

Quando as médias móveis exponenciais de 13 cruzam pra baixo as de 21, o Bovespa engata uma tendência forte de baixa; os repiques vão se sucedendo, ou em pivots/ resistências "padróes", ou próximos às médias móveis exponenciais de 21.

Em 2011, antes de uma perna de baixa muito mais intensa, o Bovespa toca praticamente 2 vezes a MME21 em 60.800, depois em 59.500 antes de furar os 58 k e ir direto aos 47.800.

Em 2012, antes da perna mais acentuada de baixa, o índice toca sua MME21 em 62.800, depois um leve repique na MME13 em 60.800, pra, em seguida, ir direto aos  52.500.



Bovespa, gráfico diário, escala logarítmica, 2011





Bovespa, gráfico diário, escala logarítmica, 2012





Agora, vamos ver o comportamento atual.


Bovespa, gráfico diário, escala logarítmica, atual




Desde o inícío de janeiro-2013, o Bovespa faz topos e fundos descendentes.

Ao final do mês de janeiro, a Média Móvel exponencia de 13 cruza pra baixo a média móvel exponencial de 21 e o índice engata uma forte tendência de baixa,

O repique mais forte foi numa LTB.

A importante faixa de 55 k, fundo  desde novembro do ano passado, embora rompido no intraday da semana passada, tem segurado o índice.

Estamos em 56.400,, próximos à Média Móvel exponencial de 21 períodos.

Essa ida aos 56.400,  ou ligeiramente acima, pra tocar na MME21, seria o mesmo movimento executado em 2011 e 2012 ?

Ou seja, seria o último suspiro antes de uma perna de baixa muito mais acentuada que romperia os 55 k e, possivelmente, levaria o índice até o fundo de 2011 em 47.800 ?

Me parece que sim.

E, por quê ?


Vejamos o comportamento do Bovespa olhando as mesmas médias móveis exponenciais de 13 e 21 no TEMPO SEMANAL.

Vejam que em 2011 a média móveL exponencial de 13 cruza pra baixo a de 21 no TEMPO SEMANAL em abril, e é utilizada como resistência por um bom tempo, antes do índice finalmente reverter para uma tendência de alta em novembro-dezembro.

Em 2012, o comportamento é praticamente o mesmo, embora o intervalo de reversão de tendência tenha sido mais estreito.

No estágio atual, a MME13 cruzou pra baixo a MME21 no tempo SEMANAL apenas em meados de fevereiro último.

Assim como em 2011 e 2012, o indice está abaixo delas também no TEMPO SEMANAL já há 3-4 semanas.

Caso o Bovespa reproduza os movimentos de 2011 e 2012,  é bastante provável vermos uma aceleração dessa tendência da queda em curso.

Dentro desse cenário de aceleração, é pouco provável que o índice segure nos 52.000 pontos no médio prazo; a aceleração empurraria o índice para a direção dos 47.800.



Bovespa, gráfico SEMANAL, escala logarítmica










DAX Alemanha perde a LTA Longa

Vejam abaixo o fechamento de quinta-feira, 28-03-2013, fechaamento da semana e do mês do índice DAX, da Alemanha com a LTA Longa de quase 1 ano perdida.

Perdeu um pivot importante na faixa de 7.900 pontos.

Nesse momento, o pivot mais importante é a faixa de 7.500 pontos.

Perdida essa faixa de 7.500 pontos, o objetivo seria 7.000 pontos.

Pra cima, agora apenas o topo histórico na faixa de 8.100 pontos.


DAX, Gráfio semanal, escala logarítmica









quinta-feira, 28 de março de 2013

Tal estratégia certamente não alcançará o objetivo de controlar a inflação de forma duradoura. Então não se trata de riscos, mas de custos. O mais importante é que o governo desperdiça receitas fiscais em uma empreitada condenada ao fracasso.", Por Claudio Gonçalez

Excelente a entrevista de Claudio Gonçalez na "Folha de São Paulo" de hoje.

Economista que viveu muito de perto a hiperinflação brasileira, e sócio da MCM Consultores Associados, Gonçalez expõe uma "visão dramática" da politíca econômica brasileira.

O título do post é uma referência a última tentativa do governo federal de controlar a inflação via desoneração de impostos da cesta básica.

Como se vê, a resposta de Gonçalez é :

"Tal estratégia certamente não alcançará o objetivo de controlar a inflação de forma duradoura. Então não se trata de riscos, mais de custos. O mais importante é que o governo desperdiça receitas fiscais em uma empreitada condenada ao fracasso."


Vamos a parte da entrevista abaixo.

Aqui, o link: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1253667-usar-desoneracoes-contra-inflacao-e-um-desperdicio-diz-economista.shtml



28/03/2013 - 03h40
"Usar desonerações contra inflação é um desperdício", diz economista
MARIANA CARNEIRO
DE SÃO PAULO

O conhecimento do economista Cláudio Adilson Gonçalez, 64, sobre a inflação brasileira foi forjado também na prática.

Ele integrou as equipes econômicas de Luiz Carlos Bresser-Pereira (1987) e Mailson da Nóbrega (1988-1990), no Ministério da Fazenda -um período em que a inflação era o inimigo número 1 de famílias, governo e empresas.

Hoje, Gonçalez diz que o governo "flerta" com a inflação mais alta e que isso tem custos. E afirma que a estratégia de domar preços via desonerações é desperdício de recursos "em uma empreitada condenada ao fracasso".

*
Folha - O governo está sendo leniente com a inflação?

Cláudio Gonçalez - Prefiro dizer que o governo assume um risco exagerado em relação à possibilidade de a inflação estourar o teto da banda [de 6,5%]. O mercado vem perdendo a confiança na autonomia e na determinação do Banco Central em fazer a inflação convergir para o centro da meta [4,5%]. E essa deterioração de expectativas torna o controle inflacionário muito mais custoso e difícil.

Uma das estratégias é tentar reduzir preços dos produtos, desonerando impostos. Tem efeito contra a inflação?

A carga tributária no Brasil é excessiva e a desoneração deve ser vista com bons olhos, embora eu discorde da forma como tem sido feita, ou seja, arbitrariamente, para setores escolhidos. Mas isso não tem nada a ver com política de combate à inflação.

Por quê?

A inflação é o aumento generalizado e persistente do nível de preços e tem origem na interação entre oferta e demanda agregada. Mesmo que a redução do custo com tributos seja repassada ao consumidor -e isso ninguém pode garantir, pois depende das condições do mercado -, o máximo que se obtém é um alívio temporário no ritmo de aumento dos preços.

Se o desequilíbrio que está por trás do processo inflacionário não for corrigido, a inflação retomará seu curso anterior.

Qual é o risco?

Tal estratégia certamente não alcançará o objetivo de controlar a inflação de forma duradoura. Então não se trata de riscos, mais de custos. O mais importante é que o governo desperdiça receitas fiscais em uma empreitada condenada ao fracasso.

É uma distorção na alocação de recursos. Será que não seria melhor empregá-los para reduzir de forma horizontal a carga tributária ou melhorar a educação, a saúde, a infraestrutura?

O governo tenta persuadir empresários a repassar a desoneração para os produtos. Efetivamente, o governo abriu mão de receita. Dará certo?

Certamente não terá êxito algum. Não é assim que funciona a economia de mercado. Empresários são agentes econômicos em busca de lucro, e não seres altruístas.

>>>>>>>>>>>>>>>>>>

E depois de 2014?

Bem, aí vai depender de como for conduzida a política econômica. Se o governo continuar flertando com a inflação, se não aumentar a eficácia das políticas pró-produtividade (e, consequentemente, pró-investimento), cairemos no pior dos mundos: o crescimento econômico será menor ainda, em razão das restrições do lado da oferta de bens e serviços, e o ritmo de alta dos preços se acelerará. Em um cenário ruim como esse, não será possível preservar os atuais ganhos de salário.







Dow Jones vai esperar o Petróleo fazer o topo duplo na faixa de 98 ?

Petróleo Light Crude ainda não perdeu a LTA longa de que falamos semana passada, não perdeu a faixa de 90 e tem se recuperado bem, a ponto de estar muito próximo do topo anterior na faixa de 98.

São 3 os principais barômetros que o blog utiliza bastante para rastrear uma direção para os mercados americanos: o cobre, o CRB Commodities e o Petróleo.

O Dow Jones agora há pouco voltou a romper o topinho anterior. SP500 rompe também os 1.563-1564, em busca ainda do topo histórico em 1.575.

Estaria agora o mercado americano esperando o Petróleo Light Crude bater o topo anterior e caracterizar um topo duplo nessa faixa de 98 ?


Tempo diário






quarta-feira, 27 de março de 2013

Mais uma divergência...SP500 em congestão e ligeiras altas nos últimos 20-30 dias e VIX subindo

Vejam os 2 gráficos abaixo.

"Normalmente" o VIX deveria cair à medida que o SP500 sobe, sinalizando menos e menos "risco" e volatilidade"....

No entanto, o VIX continua subindo mesmo com o SP500 em ligeiras altas, ou em congestão nos últimos 20-30 dias


SP500, gráfico diário




VIX, gráfico diário







Bovespa 27-03-2013

Bovespa rompeu a LTB curta postada ontem aqui e procurou direto a faixa de 56.000 pontos, rompendo-a no intraday, porém fechando "em cima" dela.

Fechamento em 56.030 pontos, alta de 0,65%.

IFR14 melhorou no tempo diário.

Pra cima, mantendo-se acima de 56.000, resistências intraday picotadas, 56.500-57.000-57.500 e 58 k.

Melhora no médio prazo acima de 59.500-60.000 pontos.

LTB maior passando por volta de 58.000 pontos hoje, como destacada abaixo.

Pra baixo, suportes em 55.000 e 54.600


Bovespa, gráfico diário, escala logarítmica











Dow Jones e nada pra comentar sobre o "único" mercado no mundo que não cai

Não há nada pra comentar sobre o Dow Jones ou SP500, enfim sobre os mercados americanos.

Nada.

Simplesmente não cai.....insanas divergências baixistas de IFR14, MACD, Histograma.....e o mercado não cai.

No curtíssimo prazo a única coisa que pode fazer o Dow Jones pensar em cair e furar os 14.380.....ou esperar a média móvel exponencial de 13 cruzar pra baixo a de 21.

Enfim...

é mercado "pra esquecer".....

Não há volume algum......

Quem tá comprado por lá, se entope de hedge e espera o crash....

Nada pra fazer......

Fechamento em 14.526.....queda de 0,23%

Um volume de hoje por lá "vexaminoso".........baixíssimo......

"Jeroen Dijsselbloem, presidente do Eurogrupo, parece ter encontrado, finalmente, um caminho para o fim da Crise do Euro, porém ele será caótico", por Christopher Vecchio, do DailyFx

Um ótimo artigo publicado agora há pouco pela "Business Insider" e escrito por Christopher Vecchio, do DailyFx.

Diz "mais ou menos" o seguinte:

Jeroen Dijsselbloem , presidente do Eurogrupo,, ao dizer ao longo da semana que o acordo com o Chipre poderia se tornar um padrão, isto é, o risco, de fato, poderia ser transferido aos "depositantes", trouxe mais instabilidade do que estabilidade.

Porém, agora as coisas, pelo menos, ficam claras.....

Ou seja.....

Não cabe mais "colocar pressão" sobre as nações européias e suas já combalidas finanças; muito menos "solicitar ajuda" ao "Eurogrupo".

Transfere-se toda "a culpa" a quem "pariu o problema" e, "infelizmente" seus "depositantes".

Ah.......mas o preço a ser pago, pelo menos no curto e médio prazo, será alto.

Portanto, embora tal sinalização possa ser uma "luz" no "fim da crise da Euro", e, por conseguinte, da Europa, o caminho até lá será muito tortuoso e instável, com inúmeros obstáculos


Veja o artigo abaixo:

Link: http://www.businessinsider.com/dijsselbloem-changes-path-of-euro-crisis-2013-3



Jeroen Dijsselbloem Has Finally Found A Way To Truly End The Euro Crisis — But It Will Be Messy

Christopher Vecchio, DailyFX | 40 minutes ag

Let me preface this by first saying that by no means would I consider myself a Euro apologist. I think the Euro crisis has been poorly handled from the start, and that the latest period of calm is nothing short of a farce, only thanks to the European Central Bank’s efforts to do “whatever it takes” to save the Euro, back in July 2012. But an end might be in sight for the Euro-zone sovereign debt crisis – and it’s not an exit that anyone has been looking towards.

The past few days have been mired by endless speculation over the precedent the bailout of Cyprus might set for other peripheral countries. After all, the Euro project is about equality and unity; and given the progression of the crisis, we know that each step has set the precedence for the next step. That is to say, the Cypriot bailout – one which looped in depositors to take the fall for banks’ poor investing (gambling) decisions – is now considered a “template” for the rest of Europe. By now, everyone has recycled the fact first brought to light by The Economist in this week’s issue: of the 147 financial crises since 1970, none of them resulted in depositors taking losses before Cyprus, according to the IMF. This is a unique case indeed.

But is it really a unique case? Eurogroup President Jeroen Dijsselbloem seems to disagree. In a revealing joint-interview with the Financial Times/Reuters yesterday, Mr. Dijsselbloem said that:
“We should start pushing back the risks. If there is a risk in a bank, our first question should be: “Ok, what are you the bank going to do about that? What can you do to recapitalise yourself?” If the bank can’t do it, then we’ll talk to the shareholders and the bondholders. We’ll ask them to contribute in recapitalising the bank. And if necessary the uninsured deposit holders: “What can you do in order to save your own banks?”

So then Cyprus is not a unique case, it is the “blueprint” (another one of Mr. Dijsselbloem’s carefully chosen words) for future bailouts. The Euro has been hit quite hard as a result of this comment, falling from just under $1.3000 against the US Dollar into the mid-$1.2800s in a few hours on March 25. Everyone, including myself, was focusing on the latter half of the quote: those uninsured deposit holders would join their constituents as candidates to recapitalize a downtrodden bank.

I posited this morning that “The big question now: if you have over €100,000 in a country whose banking system is on life support, do you feel that your money is safe?” This was a direct reference to Italy and Spain, the two countries closest to the core affected by the debt crisis. Mainly, I would be terrified if my savings were past the €100,000 threshold – news broke today that a Swedish EU member of parliament was setting forth legislation that would put uninsured deposit holders (over the said €100,000 threshold) on the chopping block ahead of tax payers for bailout proceedings. This is a big deal in the short-term, but maybe not in the long-term.

On second glance, the main point that everyone should be taking away from Mr. Dijsselbloem’s comments is the first part of the sentence, when he said “We should start pushing back the risks.” We need to go to the root of the crisis to understand where the risks are stemming from: the strong interrelationship between banks and their sovereigns. Banks buy sovereign debt, sovereigns invest in the banks – it’s an endless loop where each party has their hand in the other’s pocket as well.

To truly end the European sovereign debt crisis, this strong interrelationship needs to be severed. A potential tax on uninsured deposit holdings is just the way to end it.

Before Cyprus, when a bank needed bailouts, they would go to their sovereign for funds. The sovereign would recapitalize the bank, and in return, the sovereign would get an investment in the bank. With the European economy in the gutter, quite frankly, many banks’ losses keep piling up, putting further strain on the sovereigns, while the banks don’t see a true penalty; moral hazard. The public debt racks up, government revenues can’t keep up the pace to pay off their own debt, and voila: the sovereign needs a bailout as well.

We’ve all been led to believe that the European Stability Mechanism (ESM) would be the facility by which these sovereigns would receive emergency funding. But the ESM is derived from tax payer money, which in effect would mean that the connection between sovereigns and banks remains. Mr. Dijsselbloem said that “We should aim at a situation where we will never need to even consider direct recap.”Now, like in Cyprus, it’s clear that tax payers won’t contribute to bailouts going forward.

Essentially, Mr. Dijsselbloem has placed deposit holders in front of the tax payers for bailouts. Risk is now diverted away from the sovereign – the severing begins. But why is levying a deposit tax, if you will, the right move?

In short, depositors are the life blood of a bank. Without depositors, the bank collapses. If a bank in a peripheral country is taking on extra risk to generate windfall profits – a quick and haphazard way of trying to cover holes in the balance sheet – it will be forced to curb its risk taking in order to shore up Tier 1 capital ratios, thereby preventing panic among its depositors. In the instance of a crisis on the sovereign level, banks with higher capital ratios could withstand the impact of sovereign debt writedowns, and the ‘Greek sovereign-Cyprus financial’ loop won’t happen again in the Euro-zone.
Of course, to get to the end of the crisis now looks like a messy road – selling of assets to raise capital, which would likely put upward pressure on peripheral bond yields. The pace of raising capital could be quick, now that Mr. Dijsselbloem has seemingly fumbled his words, with many calling him ‘inept’ in his wake. Luckily, the ECB has its OMT safety net in place – the facility that has quite literally saved Italy and Spain – and with its key rate at 0.75%, it could easily slash 50-bps to cushion the economy amid balance sheet contractions.

 There may be some words lost in translation, but Mr. Dijsselbloem is no idiot – he’s the President of the Eurogroup. I still believe that this crisis is going to get a lot worse – but I’m also considering the notion that Mr. Dijsselbloem may have unlocked the door to truly “pushing back the risks,” by changing the pace and direction of the Euro-zone crisis. Now that banks have skin in the game, the game is about to change.






'Não achamos que a inflação está fora de controle. Pelo contrário, ela está controlada', disse a presidente Dilma

Leiam abaixo caros leitores.

Reflitam......"respirem fundo"..

Eu não acredito no texto que estou lendo, porém tenho que compartilhar com vocês.

Impossível levar a sério o Brasil de hoje.

Realmente muito dificil....

Assim como vários leitores e frequentadores do blog, eu vivenciei um Brasil caótico nos ano 80 e parte dos anos 90.

Parecia que, com o Plano Real, voltaríamos a ter um "Brasil nos eixos", com respeito a algumas regras de Teoria Eonômica.

Hoje, me sinto absolutamente desanimado e "pasmo" em ler o texto abaixo.

Crédito: Jornal "O Estado de São Paulo"

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-brasil,nao-acredito-em-combate-a-inflacao-que-reduza-crescimento-diz-dilma,148680,0.htm



Não acredito em combate à inflação que reduza crescimento, diz Dilma
'Não achamos que a inflação está fora de controle. Pelo contrário, ela está controlada', disse a presidente
27 de março de 2013 | 10h 00

Fernando Travaglini e Iuri Dantas, da Agência Estado
DURBAN - A presidente Dilma Rousseff voltou a reforçar o discurso de que é possível manter a inflação controlada e crescer. "Não acredito em políticas de combate à inflação que olhem a redução do crescimento econômico", disse. Segundo ela, essa é uma questão "datada". Dilma está na África do Sul em encontro de chefes de Estado dos Brics - grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

"Esse receituário que quer matar o doente, em vez de curar a doença é complicado. Vou acabar com o crescimento no país? Isso está datado. Isso eu acho que é uma política superada", disse a presidente em entrevista à imprensa brasileira, em Durban, na África do sul.

"Isso não significa que o governo não está atento. Não só estamos atentos, como acompanhamos dioturnamente a questão da inflação. Não achamos que a inflação está fora de controle. Pelo contrário, ela está controlada. O que há são alterações e flutuações conjunturais. Mas nós estaremos sempre atentos."


Antes de iniciar a resposta, a presidente fez a ressalva. "Eu, geralmente, nas questões especificas de inflação, deixo para ser falado pelo ministro da Fazenda, mas vou te adiantar algumas questões".

Em seguida, continuou. "Eu não concordo com políticas de combate à inflação que olhem a redução do crescimento econômico. Até porque temos a contraprova dada pela realidade. Tivemos um baixo crescimento no ano passado e houve um aumento de inflação, porque teve um choque de oferta devido à crise, e um dos fatores é externo. Não tem nada que possamos fazer a não ser expandir a nossa produção para conter o aumento dos preços das commodities derivado da quebra de safra nos Estados Unidos."

Ela então aproveitou para criticar os analistas que pensam diferente. "São sempre as mesmas vozes, você não ouviu isso do governo (que seria preciso reduzir o crescimento para combater a inflação). Não achamos que há essa relação."




Uma visão do Bovespa de ontem, 26.03.2013

Bovespa num "bom" repique ontem, mas ainda nada muito confiável, dado o baixo volume de vários papéis.

Abaixo destaquei uma curtíssima LTB no diário, mas que também pode ser vista nos 60 minutos.

Como o IFR14 estava em patamar próximo a 30, parece ter sido "conveniente" uma puxada até essa LTB.

Na máxima de ontem, o indice praticamente tocou essa LTB, com o fechmanento em 56.670, alta de 1,45%

Do ponto de vista de suportes e resistências, o rompimento de 56.000 pontos melhora no curtíssimo, no médio prazo, temos 58.000 pontos e o principal em 59.500-60.000 pontos.

Pra baixo, ainda a faixa de 55.000 pontos é referência e os 54.650 no intraday.

É bom começar olhar para as pequenas divergências altistas de IFR14 que começam a dar no Bovespa e em vários papéis. embora me pareça que, caso o objetivo desse movimento de queda seja muito maior, visando os 48.000 pontos, os "melhores repiques" ou compras mais pesadas sejam feitas mais adiante.


Bovespa, gráfico diário, escala logarítmica








Algumas considerações sobre os mercados europeus

Vale a pena rever alguns pontos sobre os mercados europeus.

Agora pela manhã, Europa mais uma vez acorda pressionada na venda.

Mas vamos olhar sob a perspectiva dos fechamentos de ontem para o DAX Alemanha, o CAC da França e o FTSE de Londres.

DAX e CAC voltam a ficar em pontos críticos olhados pelo prisma de uma LTA um pouco mais longa.

Do ponto de vista de pivots, a faixa perdida de 7.900 pontos do DAX é, para o curtíssimo prazo, importante, porém a mais determinante para um movimento de longo prazo é a faixa de 7.500.

Perdendo a faixa de 7.500 pontos, o DAX pode sofrer quedas mais acentuadas no longo prazo, com suporte mais forte adiante em 7.000 pontos.

Para o CAC da França, a faixa de 3.800 pontos ora perdida, também para o curto é relevante.

Para o longo prazo, o suporte de 3.600 é determinante para movimentos mais amplos. Abaixo, muita coisa picotada; 3.400 e 3.300 são objetivos mais próximos.


FTSE do Reino Unido perdeu uma LTA que vem do final do ano, no entanto, o suporte divisor é a faixa de 6.100.

Somente a perda de 6.100 pontos pode pressionar o índice numa direção mais forte de queda, com objetivo em 5.600 pontos


DAX Alemanha, gráfico semanal, escala logarítmica




CAC FRANÇA, gráfico semanal, escala logarítmica






FTSE Reino Unido,gráfico semanal, escala logarítmica








terça-feira, 26 de março de 2013

Uma volta no tempo: O Banco Garantia de Lemann, Sicupira, Marcel Teller e Haddad...onde tudo começou....

O tempo passa....

Hoje se ouve falar da 3G Capital , um grupo de "private equity" liderado, essencialmente, pelos brasileiros Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles.

Foi a 3G  que planejou e executou alguns dos mais surpreendentes lances no mundo dos negócios nos últimos 4-5 anos..

Assumiu o controle de alguns dos principais ícones no mundo. seja no ramo de bebidas ou no de alimentos.

Brahma e Antarctica (anos 70-80 e que viraram a AMBEV) , Lojas Americanas, Interbrew (Stella Artois), Burger King, Anheuser Bush (Budweiser) e Heinz são alguns desses ícones que foram "comprados" por um grupo de brasileiros.

Mas onde começou tudo ?

Lá atrás nos anos 70 através do Banco Garantia.

O Banco Garantia não é somente o começo de tudo para a 3G Capital, é o começo de tudo para uma geração de bancos e grupos de investimento.

Quando falamos hoje do BTG PACTUAL, é relevante resgatar que o ex-Banco Pactual foi fundado por um ex-executivo do Garantia, Luiz Cezar Fernandes; não somente criado, toda sua essência, do nascimento até hoje, foi moldada pela essência do Banco Garantia.

O Banco Garantia foi fundado por Jorge Paulo Lehman no início dos anos 70; nos anos 80 já era um mito.

Principalmente o PACTUAL e o Ex-Banco Marka procuravam "imitá-lo"

Nos anos 80 , o espaço dos banos de investimento no Brasil já era ocupado, não somente pelo Garantia, e sim pelo Pactual e o Banco Icatu; daí a expressão IGP dada á época ao trio "ICATU-GARANTIA-PACTUAL"

O tempo passou.......vieram as turbulências dos ano 90, a abertura da economia brasileira e o Garanta é vendido para o banco suíço Credit Suisse.

Abaixo, um pouco dos 4 principais nomes que participaram e acompanharam praticamente toda a vida do Banco Garantia, executivos e sócios que moldaram uma nova forma de falar, gerenciar e por quê não, operar, Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira, Marcel Telles e Claudio Haddad.

Claudio Haddad hoje à frente do Insper e sócio do IBMEC.

Antes, um resumo de uma matéria da Revista Exame de 1998, após a venda do Garantia para o Credit Suisse.

http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/0672/noticias/a-vida-depois-do-garantia-m0053741


7/10/1998 00:00
A vida depois do Garantia
Como vive e o que está fazendo Jorge Paulo Lemann após ter perdido seu banco

Na noite de 26 de agosto deste ano, Jorge Paulo Lemann abriu a porta de sua casa, no Jardim Europa, um dos mais elegantes bairros de São Paulo, para um grupo de 25 pessoas. Eram seus amigos mais íntimos, gente como o tenista Cássio Motta e um grupo de suíços ligados a sua mulher, Susana. Lemann queria comemorar seus 59 anos. Isso jamais havia acontecido antes. Lemann raramente recebe pessoas em casa. Detesta acontecimentos sociais e nunca havia preparado uma festa para comemorar o próprio aniversário.

Nos últimos meses, muitas coisas têm mudado na vida de Jorge Paulo Lemann, o mais influente e fascinante empresário brasileiro das últimas décadas. A começar pelo fato de que ele já não está à frente do Garantia, um dos maiores bancos de investimento do país. Um dos maiores e, por muitos anos, o melhor. Criado por Lemann há 27 anos, o Garantia se transformou numa legenda. Seu estilo de gestão, muito à frente do que se via no Brasil há 10 ou 20 anos, foi imitado, admirado e invejado pelos concorrentes. Lemann fez história ao derrubar paredes, garantir sociedade a executivos brilhantes, transformar a meritocracia em lei, colocar fim aos velhos símbolos da hierarquia. Algumas dessas coisas já haviam sido feitas antes. Mas com ele coisas como mesas coletivas e ausência de gavetas assumiram um ar de modernidade nunca visto. Tudo isso fez de Lemann um mito.

Durante muito tempo, ele e seu banco foram um o espelho do outro. O Garantia, tal como foi concebido por Lemann, não existe mais. Desde junho, pertence ao suíço CS First Boston, um dos maiores bancos de investimento do mundo, ligado ao Credit Suisse. Estima-se que Lemann, principal acionista do Garantia, tenha recebido cerca de 200 milhões de dólares, entre dinheiro e opções de ações do grupo Credit Suisse. A venda do Garantia é emblemática não apenas porque reforça tudo o que se disse até agora sobre globalização, competitividade internacional e tempos incrivelmente mais duros para quem quer ganhar dinheiro. Mas porque com ela boa parte do "Estilo Garantia", forjado por Lemann durante mais de duas décadas, chega ao fim. "É como se o Garantia tivesse perdido a final depois de vencer todas as partidas que disputou", diz um ex-executivo do grupo.

Mas e ele? Como é a vida de Jorge Paulo Lemann depois do Garantia?

Quase sexagenário (embora sua aparência seja a de um homem pelo menos 10 anos mais jovem), dono de um patrimônio estimado em mais de 1 bilhão de dólares, ele continua o mesmo na essência: competitivo, obcecado pela vitória e avesso a qualquer tipo de exposição pública. Lemann se recusou a falar à EXAME, por considerar que uma entrevista não seria "oportuna". Mais de três dezenas de amigos, conhecidos, executivos, banqueiros e analistas de investimento deram depoimentos sobre a nova fase de Lemann. Quase todos sob a condição de que seus nomes fossem omitidos. Jorge Paulo Lemann deixou de ser o banqueiro, o principal acionista do Garantia. Mas continua a ser Jorge Paulo Lemann. É venerado por quem já esteve a seu lado, invejado pelos concorrentes e, sobretudo, temido.

Nesses quase 30 anos Lemann mostrou ter uma capacidade excepcional para enxergar e reproduzir modelos internacionais de sucesso. Copiou o Goldman Sachs quando decidiu distribuir ações do Garantia a seus executivos mais brilhantes e transformá-los em sócios do negócio. Imitou Sam Walton, fundador da maior e melhor rede de varejo do mundo, a americana Wal-Mart, na Lojas Americanas. Reproduziu a gestão da Anheuser-Busch quando adquiriu, com Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira, o controle da Brahma. Lemann sempre procurou pelo mundo - sobretudo pelos Estados Unidos - o que havia de melhor em matéria de gestão. Isso, porém, não foi suficiente para que alguns de seus negócios, incluindo aí o Garantia, passassem por dificuldades com os novos tempos.

No pós-Garantia, Lemann não desistiu de procurar modelos.
Hoje poucas pessoas o entusiasmam tanto quanto o investidor americano Warren Buffett. Segundo homem mais rico dos Estados Unidos, Buffett é dono de um patrimônio de 33 bilhões de dólares e de um jeito peculiar de fazer o dinheiro se multiplicar. Sua empresa, a Berkshire Hathaway, tem - entre outros investimentos - cerca de 10,5% das ações da American Express, 8% da Coca-Cola, aproximadamente 8,5% de participação na Gillette Company. Buffett, de 67 anos, nunca quis tomar para si ou para seus executivos a gestão dessas empresas.
.............................

Lemann conheceu Warren Buffett em abril deste ano. Ambos estavam em Boston, nos Estados Unidos, participando de uma reunião do conselho de administração da Gillette Company. Lemann acabara de ser recrutado como conselheiro profissional da empresa.
...................................

Lemann faz questão de mostrar que está bem, apesar de todo o estresse sofrido durante a crise asiática e as negociações de venda do Garantia. Nunca se lamenta e raramente fala sobre o banco. "Ele está feliz", diz um membro de sua equipe na GP. "Sabe que a briga no setor de bancos de investimento não é para cachorro grande. É para cachorro imenso. É muito confortável ficar fora desse tumulto que está ocorrendo no mercado financeiro internacional." Lemann perdeu dinheiro como banqueiro e continua tendo prejuízos como investidor do novo Garantia. Na época da venda do banco, ficou acertado que os antigos sócios receberiam 200 milhões de dólares em dinheiro e mais 475 milhões em ações do grupo Credit Suisse. Desde o início de junho, o preço das ações do grupo caiu cerca de 40%.
,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,

Mas o próprio Lemann admite que a crise precipitou sua decisão. Desde o final do ano passado, mais de 10 profissionais deixaram o Garantia. Em fevereiro, José Olympio e Eduardo Alcalay, dois dos maiores especialistas em finanças corporativas, saíram para montar a subsidiária brasileira do banco americano Donaldson Lufkin & Jenrette. Após a venda para o CS First Boston, o Garantia perdeu algumas de suas principais cabeças. Cláudio Haddad, ex-diretor do Banco Central e superintendente do Garantia, hoje se dedica ao projeto de criação de uma universidade de negócios. Nomes da chamada velha geração como Marcel Telles, Beto Sicupira e Guilherme Arinos - pai do presidente do Banco Central, Gustavo Franco - não estão mais lá. Lemann também não.

,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,

Lamentar? Como parte do CS First Boston, o Garantia transforma-se numa organização global, com tamanho para concorrer aqui com gigantes como a Merril Lynch, o Goldman Sachs ou o J.P. Morgan. "O Garantia está melhor agora", diz Bueno, da Atlantic Rating. "Seu controlador é infinitamente mais forte financeiramente."

O tempo passou, o Brasil mudou, o Garantia teve de mudar. Jorge Paulo Lemann está fora do comando de sua principal criação. Nos últimos 27 anos, Lemann ajudou a escrever a história corporativa brasileira. Durante parte dessa história deu a impressão de ser imbatível, inexpugnável. Não era. Ninguém é. Mas nenhum outro empresário brasileiro, na história econômica recente do país, pareceu tanto, e por tanto tempo, ser tudo aquilo, como Jorge Paulo Lemann.




















segunda-feira, 25 de março de 2013

Bovespa fecha abaixo dos 55 k com a MME13 ainda cruzada pra baixo sobre a MME21

Existem 2 visões para o fechamento de hoje do Bovespa em 54.870 pontos, abaixo da faixa de 55.000

1 - Visão Otimista

Vejam que em novembro de 2011 o Bovespa, apesar de fechar abaixo de 55 k, voltou pra cima no dia seguinte e entrou em tendência de alta logo depois.

No entanto, naquele momento, temos o fato de que a faixa de 55k não ter se tornado um divisor relevante. Tornou-se depois.

Também podemos ver que naquele momento já haviamos detectado topos e fundos ascendentes.

Vejam também, no gráfico mais próximo do período, que a Média Móvel exponencial de 13 estava cruzada pra baixo sobre a Média móvel exponencial de 21, porém, não de forma acentuada; ficou caracterizada mais como um falso rompimento em seguida.


2 -  Visão pessimista

Agora, a faixa de 55 k tornou-se relevante.

A Média móvel exponencial de 13 está cruzada pra baixo de forma acentuada sibre a média móvel exponencial de 21.

E não vemos uma configuração de topos e fundos ascendentes.

Portanto, já temos uma alta probabilidade de que esse rompimento de hoje dos 55 k jogue o Bovespa, no mínimo, nos 52 k no curto prazo; no médio prazo, a probabilidade de alcançarmos os 47.800, fundo de 2011 continua aumentando sobremaneira



Bovespa, diário - ZOOM jul-dez- 2011


Bovespa, diário - atual






SP500 crava nova máxima com a macro perna de 554 pontos exatos

Expus outro dia a teoria de 2 Macro pernas de 554 pontos para o final do rally de alta do SP500 (ver aqui: http://pracompraroupravender.blogspot.com.br/2013/03/2-macro-pernas-de-554-pontos-podem-ser.html)

Tal teoria representa 2 grandes pernas que vem desde a mínima de março de 2009 em 666.

Ou seja.....666 + 554 = 1.220 que foi máxima em maio de 2010 antes da correção.

Essa mesma correção levou o SP500 até 1.010 pontos.

É justamente desse ponto que somaríamos os mesmos 554 pontos. Isso daria 1.564 pontos.

No dia 13 de março, semana retrasada o SP500 chgou a fazer máxima em 1.563 pontos.

Mas hoje cravou os 1.564.

E novas e novas divergências baixistas de IFR14 e MACD no diário estão lá.



SP500, Gráfico diário, escala logarítmica







Chevron, 2o. maior peso do Dow Jones, fecha com um engolfo de baixa no diário

Vejam abaixo um engolfo de baixa  no tempo diário no fechamento da petrolífera Chevron, 2o maior peso do índice Dow Jones.

Podemos ver também fortíssimas divergências baixistas de IFR14 e MACD no diário que já duram cerca de 2 meses.

O engolfo, seja de alta ou baixa, é um dos raríssimos candles que eu levo em consideração em análise gráfica.

Em teoria, engolfo de baixa é uma figura de reversão, ou seja, numa clara tendência de alta, como podemos ver abaixo, o engolfo sinaliza um cansaço dos compradores e um possível controle dos vendedores a partir de então


Chevron gráfico diário, escala logarítmica









domingo, 24 de março de 2013

O acordo da Troika com o Chipre


Crédito : Reuters

http://www.reuters.com/article/2013/03/25/us-cyprus-parliament-idUSBRE92G03I20130325


Revamped Cyprus deal to close bank, force losses
By Jan Strupczewski and Annika Breidthardt
BRUSSELS | Sun Mar 24, 2013 9:54pm EDT
(Reuters) - Cyprus clinched a last-ditch deal with international lenders on Monday for a 10 billion euro ($13 billion) bailout that will shut down its second largest bank and inflict heavy losses on uninsured depositors, including wealthy Russians.

The agreement emerged after fraught negotiations between President Nicos Anastasiades and heads of the European Union, the European Central Bank and the International Monetary Fund - hours before a deadline to avert a collapse of the banking system.

The plan, swiftly endorsed by euro zone finance ministers, will spare the east Mediterranean island a financial meltdown by winding down Popular Bank of Cyprus, also known as Laiki, and shifting deposits below 100,000 euros to the Bank of Cyprus to create a "good bank".

Deposits above 100,000 euros, which under EU law are not guaranteed, will be frozen and used to resolve debts, and Laiki will effectively be shuttered, with thousands of job losses.




An EU spokesman said no levy would be imposed on any deposits in Cypriot banks. A first attempt at a deal last week collapsed when the Cypriot parliament rejected a proposed levy on all deposits.

A senior source involved in the talks said Anastasiades had threatened to resign at one stage if he was pushed too far.

EU diplomats said the president, flown to Brussels in a private jet chartered by the European Commission, had fought to preserve the country's business model as an offshore financial centre drawing huge sums from wealthy Russians and Britons.

The key issues in dispute were how Cyprus would raise 5.8 billion euros from its banking sector towards its own financial rescue, and how to restructure and resolve the outsized banks.

The EU's economic affairs chief Olli Rehn said there were no good options but "only hard choices left" for the latest casualty of the euro zone crisis.

With banks closed for the last week, the Central Bank of Cyprus imposed a 100-euros per day limit on withdrawals from cash machines at the two biggest banks to avert a run.

French Finance Minister Pierre Moscovici rejected charges that the EU had brought Cypriots to their knees, saying it was the island's offshore business model that had failed.

"To all those who say that we are strangling an entire people ... Cyprus is a casino economy that was on the brink of bankruptcy," he told Canal Plus television.

The euro gained against the dollar on the news in early Asian trading.

Analysts had said failure to clinch a deal could cause a financial market selloff, but some said the island's small size - it accounts for just 0.2 percent of the euro zone's economic output - meant contagion would be limited.

The abandoned levy on bank deposits had unsettled investors since it represented an unprecedented step in Europe's handling of a debt crisis that has spread from Greece, to Ireland, Portugal, Spain and Italy.




A mesma historinha......até os 45 minutos do segundo tempo sempre dão um jeitinho e salvam o Chipre da bancarrota

Ainda sem muitos detalhes, e possivelmente com prejuízos para poupadores acima de valores de 100.000 Euros, arrumaram um jeito de salvar o Chipre...

Futuros americanos e alemães em alta.......Euro sobe.....

enfim.......nada muito diferente dos últimos 1.440 dias....ou aproximadamente 4 anos...

Até que.....um dia, não dará pra dar jeitinho algum.......

Crédito : Bloomberg

Uma ótima cobertura, também no "The Guardian" (ver http://www.guardian.co.uk/business/2013/mar/24/eurozone-crisis-cyprus-bailout-eurogroup-meeting)



http://www.bloomberg.com/news/2013-03-24/cyprus-said-to-reach-tentative-deal-to-avert-default-euro-exit.html


Cyprus reached a tentative agreement on an international bailout, moving toward a deal eliminating the threat of default and the country’s disorderly exit from the euro currency, two European officials said.

Finance ministers from the 17-nation euro area are now meeting in Brussels to consider approving the accord, reached by Cyprus with the “troika” representing international lenders, the officials said.
“We have reached agreement which will go to Eurogroup for a decision to be taken,” Cyprus Parliament Speaker Yiannakis Omirou told reporters in Nicosia early today.




Voltando a Crise Financeira Asiática de 1997 - O passado assusta o presente

Muitos jovens operadores de hoje não passaram pela Crise Financeira Asiática de 1997.

O mundo, principalmente o mundo emergente, aí incluso o Brasil, já experimentara turbulências por conta da Crise do México em 1994.

A Consequência mais concreta derramou-se sobre as moedas dos países emergentes que foram atacadas "por inúmeros lados".

Passado um período de relativa calma, o mundo volta a assistir em 1997 uma nova Crise; essa muito mais forte, pois atingia, num efeito dominó, praticamente todas as nações asiáticas, embora o início de tudo fora a desvalorização do Bath, moeda da Tailândia em julho de 1997.

Daí, se sucederam outras desvalorizações de outras moedas de nações asiáticas; Malásia, Filipinas e Indonésia, entre outras.

O suficiente para aqueles paises que não "pretendiam" desvalorizar suas moedas, serem "atacados".

O Brasil volta novamente pro "olho do furacão" e assiste um ataque espeulativo contra sua moeda, o "REAL", que acabara de nascer 3 anos antes.

Graças a puxada forte das taxas de juros e a competência da equipe do Banco Central do Brasil, já com Gustavo Franco à frente, o Brasil particularmente consegue "sobreviver" e não desvaloriza o Real.

No entanto, depois da moratoria da Rússia em 1998, o Brasil não resiste e acaba por desvalorizá-lo

Por outro lado, o que é necessário aqui é rever e refletir sobre o quanto um movimento aparentemente "frugal" , cujo epicentro não vem das economias "desenvolvidas", é capaz de provocar "em ondas" por toda a "malha" do sistema financeiro mundial.

Abaixo, destaco os comportamentos de várias moedas asiáticas durante a CRISE FINANCEIRA DE 1997, assim como o desempenho dos mercados de ações da REGIÃO.

Vejam que todas as moedas sofreram,,,,

Todos os mercados de ações sofreram....

O segundo gráfico mostra o comportamento do BOVESPA no período de 1997 em paralelo com o Dow Jones e o SENSEX da Índia (Bovespa em azul, Sensex em Verde e Dow Jones em preto)

Por último um vídeo que relembra justamente  aquele período turbulento


Fonte: FMI e Bloomberg










   



 Para aqueles que, ou querem um aprofundamento sobre aquele momento, ou desconhecem detalhes, fica aqui um ótimo estudo apresentado pelo FMI (Fundo Monetário Internacional" no link abaixo:


http://www.imf.org/external/pubs/ft/fandd/1998/06/imfstaff.htm




O quê o Diretor do Banco Mundial quer dizer com: "Nações em desenvolvimento devem estar prontas para uma forte queda" ?

Há uma matéria da Reuters publicada hoje pelo canal de notícias CNBC que expõe a visão do Diretor do Banco Mundial Sri Mulyani Indrawati sobre as turbulências enfrentadas na última semana a partir de um possível colapso do sistema bancário do Chipre.

Entre outras questões, o Diretor explicita o risco do contágio e que os "países em desenvolvimento" deverão estar prontos para uma forte correção, caso o colapso do sistema bancário cipriota se concretize.

Vejam abaixo:

http://www.cnbc.com/id/100585600


Emerging Nations Risk Cyprus Contagion: World Bank
Published: Sunday, 24 Mar 2013 | 12:23 PM ET

Developing nations must be ready for a financial market selloff if the Cypriot banking sector collapses, World Bank Managing Director Sri Mulyani Indrawati said on Sunday, urging a swift resolution to the crisis in Cyprus.

In an interview on the sidelines of a forum in Beijing, Indrawati said she is watching very closely the outcome of a plan to levy a one-off tax on Cypriot deposits as part of a deal to obtain a 10 billion euro bailout from the EU.

Her remarks contrast with those of German politicians, who have suggested contagion from Cyprus, an island of a million inhabitants, would be limited. Europe's financial markets have also traded in relative calm since the Cyprus crisis flared up.

Yet with attention on Cyprus, a poor reception from investors to the final plan to save the Cypriot economy may be contagious and could threaten other vulnerable nations, especially those in Europe, Indrawati said.

"The first impact on this global environment from this Europe situation comes from perception because it is psychological," she said.

"And that is contagious because it is coming from the capital market, from the equity market, from the financial sector."

Cypriot President Nicos Anastasiades is seeking a last-minute reprieve from financial meltdown at talks in Brussels on Sunday, racing against a Monday deadline to avoid a financial collapse and the nation's potential exit from the euro zone.

Cyprus' overgrown banking sector is suffering from investment losses in Greece, and the EU says the island must raise 5.8 billion euros on its own before it can receive a 10 billion euro bailout.

A Cypriot official said the government had agreed on a 20 percent levy over and above 100,000 euros at the country's largest bank. An earlier proposal that included a levy on small savers sparked public demonstrations and was rejected by lawmakers.

"We have to watch very carefully what is happening in Cyprus," Indrawati said. "Not only the psychology but ... settlement related to the banking system and the treatment of deposits," she said.

"The global economy cannot afford to have more volatility again. That is why policymakers need to do the right thing in a very quick way so as to reduce the volatility and the uncertainty," she said.

(Reporting by Koh Gui Qing; Editing by Giles Elgood)





Uma correção do SP500 à frente vista pela MA200

Apenas, mais 1 dentre inúmeros outros fortes sinais de que estamos próximos de uma correção dos merccados americanos.

Aqui, ainda sou mais simpático a uma forte correção mais próxima a 20% dos mercados americanos, a partir do topo, do que "simples correções" de 10%

Crédito: Bloomberg



Após fugir da crise da era Collor, brasileira vive temor de 'confisco' no Chipre

A discussão em torno do que tem acontecido no Chipre não é "frugal".

É relevante porque pode abrir um precedente perigosíssimo em outras nações endividadas.

Dentro desse contexto, não é difícil buscar exemplos no mundo de tal atitude.

Nós ! .....sim.....nós brasileiros passsamos por uma experiência semelhante.

E, para nós o impacto ainda foi maior, dado que o confisco atingiu uma massa muito maior, já que todos que tinham valores acima de 50 mil cruzados novos teriam seu "dinheiro confiscado".

Uma verdadeira loucura....

Para aqueles com menos de 37-38 anos, não há lembranças; são pessoas que, ou eram muito crianças, ,ou nem eram nascidas.

Abaixo, reproduzo uma matéria na BBC Brasil que encontrou uma brasileira no Chipre que hoje revive os momentos pelos quais passou na época do Plano Collor em 1990 no Brasil.

Antes, um vídeo relembrando aquele período negro da Economia Brasileira que culminou com uma crise política, provocando, entre outras consequências, o impeachment do Presidente Collor, e abriu as portas para a entrada de Fernando Henrique Cardoso, então senador por São Paulo pelo PSDB, que viria a ser Ministro da Fazenda e articulador da equipe econômica que planejaria e executaria o Plano Real, um dos mais bem sucedidos planos de estabilização monetária que o mundo acadêmico presenciaria.








Após fugir da crise da era Collor, brasileira vive temor de 'confisco' no Chipre

Quando acordou no último sábado em sua casa em Nicósia, a capital do Chipre, a brasileira Mônica Rodrigues, teve a sensação de que havia voltado no tempo cerca de 20 anos.

Milhares de pessoas corriam para os caixas eletrônicos, fazendo filas enormes para tentar retirar seu dinheiro do banco, trabalhadores e aposentados protestavam contra o achatamento de seus rendimentos e um governo recém-eleito tentava justificar medidas impopulares.
Ao longo da semana, a situação não melhorou: o dinheiro dos caixas eletrônicos acabou, os bancos não abriram as portas e as transações bancárias foram bloqueadas.

"Lembrei de quando saí do Brasil, nos anos 90. Era estudante quando o Plano Collor foi adotado, confiscando a poupança dos brasileiros. O caos econômico que o Brasil vivia naquele período influenciou minha decisão de vir morar no Chipre, juntando-me à minha mãe, que havia se casado com um cipriota", disse Mônica à BBC Brasil.

"Aqui havia segurança e estabilidade, as pessoas podiam planejar sua vida com tranquilidade e tinham muitas oportunidades", lembra a brasileira, que, como a mãe, também terminou se casando com um cipriota e hoje trabalha como auxiliar administrativa.
Taxa rejeitada
Os protestos, a corrida aos caixas eletrônicos e fechamento dos bancos no Chipre foram uma resposta à proposta para a adoção de uma taxa (que está sendo chamada também de imposto ou mesmo confisco) que seria cobrada compulsoriamente sobre todos os depósitos nos bancos do país.

Brasileira casada com cipriota diz que família ficou sem dinheiro por conta de crise
A cobrança, anunciada no sábado, foi incluída em um acordo negociado com a União Europeia (UE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI), para permitir a aprovação de um pacote de resgate de 10 bilhões de euros (R$ 29 bilhões) para a economia cipriota. Originalmente, seria de 6,75% para os correntistas com menos de 100 mil euros (aproximadamente R$ 290 mil) e de 9,9% para os que tivessem mais.
Na terça-feira, os termos da nova taxa foram rejeitados em uma votação no Parlamento cipriota. Agora, políticos do país estão tentando chegar a um Plano B para evitá-la, mas a possibilidade de que alguma cobrança direta sobre os correntistas ainda venha a ser adotada não foi totalmente descartada. E além disso, até que esse Plano B seja costurado, os bancos do país devem permanecer fechados.
"Não tenho um tostão no bolso. Todo nosso dinheiro estava em uma conta poupança e não conseguimos transferir para uma conta corrente para poder usar o cartão de débito", diz a brasileira Ana Lima, também casada com um cipriota.
"O limite do cartão de crédito se esgotou na semana passada e meu marido tem 10 euros com o qual podemos comprar pão e leite, mas por enquanto não dá pra gastar em mais nada, nem pagar contas – e não adianta tentar pedir emprestado para os amigos porque ninguém tem."

"Todos estão muito frustrados e revoltados", diz Mônica. "Eu estava fazendo uma poupança para garantir o futuro de minhas duas filhas e agora não sei o que pode acontecer com esses recursos. Temo que eu e elas tenhamos de pagar por erros cometidos por políticos e bancos."
Crise
A crise econômica europeia foi o que transformou a realidade de Mônica e dos outros milhares de habitantes do Chipre, desatando a pior crise da ilha desde 1974, quando o país sofreu um golpe de Estado e foi invadido por tropas turcas.
Além dos problemas fiscais do governo, os bancos do país foram duramente afetados pela crise na vizinha Grécia, com a qual o Chipre mantém estreitas relações.

No último sábado, as autoridades anunciaram que o Chipre seria o quinto país europeu a receber um pacote de resgate da União Europeia - depois de Espanha, Grécia, Irlanda e Portugal.
Porém, se adotada, a taxa compulsória sobre todos os recursos de correntistas do país seria uma medida inédita, que, pela primeira vez, repassaria diretamente para correntistas de bancos o custo para o saneamento do Estado e do sistema bancário de um país europeu em crise.
Mônica conta que, ao receber a notícia, correu para o computador na tentativa de pagar suas contas e cartões de crédito.
"Nos caixas eletrônicos, as filas já eram imensas e parece que, em dado momento, acabou o dinheiro. Eu ainda tinha contas para pagar neste mês e agora vai ficar um pouco mais difícil com os bancos fechados e esse possível confisco", afirma a brasileira.

Para piorar, como lembra Mônica, o atual caos econômico ocorre em um momento em que as famílias cipriotas já estão vulneráveis e fragilizadas do ponto de vista financeiro.
"Meu marido, que trabalha de controlador aéreo, e meu sogro, que é aposentado, já tiveram reduções de seus rendimentos recentemente, por exemplo, então, já estava apertado para pagar as contas antes", conta.
Segundo a embaixada, a comunidade de brasileiros no Chipre é pequena, composta por 80 a 100 pessoas. Além de brasileiros casados com cipriotas, também vivem no país muitos jogadores de futebol acompanhados de suas famílias.
Em 2011, a equipe cipriota Apoel, com seis brasileiros, fez história ao conquistar um lugar de destaque na Liga dos Campeões da Europa.


Chipre e troika não concluem negociações, que continuam domingo em Bruxelas


A Notícia veiculada ontem pela agência de noticias EFE ainda não é oficial.

Chipre e Troika ainda não chegaram a um acordo oficial segunda a imprensa, embora, ontem, fontes tivessem vazado o contrário.

Vejam noticia abaixo, segundo a própria agência de notícias EFE, publicada pelo portal UOL

http://economia.uol.com.br/noticias/efe/2013/03/24/chipre-e-troika-nao-concluem-negociacoes-que-continuam-domingo-em-bruxelas.htm


A troika e o Chipre não chegaram a um acordo neste sábado (23) sobre a solução da crise na ilha do Mediterrâneo, devido às novas exigências colocadas pelo FMI (Fundo Monetário Internacional), segundo a imprensa cipriota, e por isso vão se reunir novamente neste domingo (24), em Bruxelas.

"As negociações estão em um momento muito delicado. A situação é muito difícil e as margens, muito pequenas", afirmou em comunicado o porta-voz do governo do Chipre, Christos Stylianidis.

A falta de acordo das negociações deste sábado foi divulgada após mais um dia de reuniões entre a delegação da troika (Comissão Europeia, Banco Central Europeu e FMI), o Banco Central do Chipre, o governo cipriota e os partidos políticos.

Desta forma, as negociações devem continuar neste domingo antes da reunião do Eurogrupo com o FMI, que acontecerá em Bruxelas às 14h (horário de Brasília).

O comunicado do governo cipriota informa que o presidente, o conservador Nicos Anastasiades, voará amanhã às 7h15 (2h15 de Brasília) a Bruxelas para "continuar as negociações para a conclusão do acordo de empréstimo para o resgate da economia".

Junto com ele viajam o ministro da Economia, Michalis Sarris; o líder interino do partido conservador, Averof Neofytou, e outros altos cargos da hierarquia do governo e do banco central do país.

Na capital belga, o presidente do Chipre manterá reuniões com as autoridades europeias e com a diretora do FMI, Christine Lagarde, antes de participar da reunião do Eurogrupo.

Anteriormente, uma fonte próxima à negociação vazou que as partes tinham chegado a um acordo para taxar em 20% os depósitos superiores a 100 mil euros no Banco do Chipre e em 4% os depósitos da mesma quantia em outros bancos.

A maior taxa para o Banco do Chipre é uma tentativa de evitar a reestruturação da maior entidade financeira do país, tal como ocorrerá com a segunda, o Laiki Bank, que será dividido em um banco bom e outro mau.

No entanto, segundo o jornal "Fileleftheros", quando tudo indicava que se estava muito perto de um acordo, o FMI pediu que o Banco do Chipre assumisse a dívida do Laiki com o mecanismo de Assistência de Liquidez de Emergência (ELA, sigla em inglês) do BCE, no valor de 9 bilhões de euros.

sábado, 23 de março de 2013

Chipre cobrará impostos de até 20% a depósitos acima de 100 mil euros

Não mudou muita coisa em relação a semana passada.....

O precedente de se controlar capital, que inclusive já havia sido aprovado ontem pelo Parlamento cipriota, gera instabilidade.

Quanto a decisão divulgada agora há pouco, apenas mudaram-se o banco e os percentuais.

Crédito: Agência de notícias EFE

http://www.forexpros.com.pt/news/mercado-de-a%C3%A7%C3%B5es-e-financeiro/chipre-cobrar%C3%A1-impostos-de-at%C3%A9-20-a-dep%C3%B3sitos-acima-de-100-mil-euros-62271



Nicósia, 23 mar (EFE).- O governo do Chipre decidiu neste sábado em acordo com a chamada 'troika' (FMI, Banco Central Europeu e Comissão Europeia) taxar exclusivamente os depósitos bancários superiores a 100 mil euros com impostos de 4% ou 20%.

A taxa de 20% será imposta somente aos depósitos acima de 100 mil euro do Cyprus Bank, o maior banco cipriota.

Para as demais entidades financeiras, o encargo será de 4%, informou a agência grega "AMNA", citando uma fonte próxima às negociações.

O acordo foi fechado após um dia de reuniões entre a delegação da 'troika', o Banco Central do Chipre e o governo.


sexta-feira, 22 de março de 2013

Dow Jones, 2010....2013.....CPM22 na veia...."Regina Lets Go"


"Mesma confusão" de abril-maio de 2010...

Candles na máxima.......candles na mínima....

Crash......crash......pra colocar o dedo....tem que ser muito rápido e "saber" a volatilidade que vai aguentar..

É melhor ir pra "roda" com o CPM22

"Regina Lets Go"



Dow Jonees, diário....abril-maio-2010



Dow Jonees, diário....atual









quinta-feira, 21 de março de 2013

Dow Jones continua no bar" batendo papo" com o Crash


Dow Jones está no bar......batendo papo com o Crash.....sim.....ontem, falei e expus 3 pontos chaves...

Hoje, esses pontos "se aproximaram" mais....Petróleo caiu forte num outro candle horroroso, Cobre respirou um pouco mais, "quase nada" , depois de dar "o beijo da morte" no antigo fundo perdido de 3,50.

CRB ali paradinho nos 294 pontos...

O Dow Jones bateu novamente na faixa de 14.400, um pouco abaixo, e fechou em 14.420, testando "por baixo" a faixa de 14.500 no início do pregão....

Abaixo, destaco mais uma vez o gráfico de 5 anos.....e sua LTA LONGA.....hoje passando ali por volta de 13.680


Dow Jones, gráfico SEMANAL, escala logarítmica, 5 anos






Bovespa já toca seu divisor de 55 k "por cima"

Bovespa continua sua saga baixista.

Diferente do Dow Jones, nada o faz subir.....

Os bons tempos de altas "sem parar" ficaram pra trás......no longo prazo, topos e fundos descendentes.

Hoje, tocou a faixa de 55.400 na mínima do dia, antigo fundo no diário, embora o mais relevante sejam os 55.000.

Abaixo de 55.000 pontos, apenas 52.000 pontos.

"Não gosto" desse comportamento do Bovespa para posições fortemente compradas.

Me parece que, quando romper os 55 k, o objetivo maior não será os 52.000 pontos, embora, obviamente, possa segurar momentaneamente; porém acho que devemos considerar, sobremaneira, a ida, no mínimo, aos 47.800, antigo fundo de 2011.

Por quê ?

Ora, AMBV4 já perdeu LTA de longo prazo.....PETR4 deve um reteste ainda próximo do antigo fundo de 16,50, inclusive com GAP aberto.

VALE5 não me parece "aceitar" os 32,30 como fundo, pois teria, ainda no mínimo os 31,75, apesar desse fundo não "bater" com sua ADR. Nesse momento, o fundo me parece muito mais próximo de 30,00.

IMOB já furou os 850 e deve ainda, no mínimo, os 725.

Tentarei falar mais no final de semana....


Bovespa, gráfico diário, escala logarítmica






quarta-feira, 20 de março de 2013

Não há dúvida que o Crash está "posto".....agora, a pergunta....como será ?

Os 2 últimos posts e outros que vão se "somar" nos próximos 2-3 dias "nos" dão a certeza que não fugiremos do Crash...

Sim....

20% de correção dos mercados americanos deveremos assistir num curtíssimo espaço de tempo....

A questão passa a ser outra.....

Como os algoritmos se "comportarão" ?

Como no Flash Crash de 2010,  como  no "Crash de 1987", ou como na correção "mais arrumada" de ago-set-2011 ?

Façam suas apostas

















A Obra-prima que os algoritmos criaram para o Crash se olharmos para o Petróleo em 89-90 ; o Cobre a 3,40 e o CRB Commodities em 290

Vejam abaixo 3 pivots importantíssimos para os 3 barômetros que o blog utiliza como fundamentais para a direção dos mercados americanos:

1- Petróleo Light Crude

Já detalhado no post abaixo, porém pivot importante em 89-90.....

Está muito próximo

2 - Cobre

Pivot em 3,40......bateu ontem, fechou ontem "praticamente em cima" e hoje respirou.

3- CRB Commodities

Pivot em 290. Chegou a fechar ligeiramente abaixo semana passada, pra no dia seguinte voltar.

Esta na faixa de 294, com topos e fundos descendentes no curto, médio e longo prazo.


Portanto, 3 barômetros em patamares muito próximos a divisores importantíssimos.

Petróleo se furar 89-90, deve procurar os 85 e com boas chances 77.50

Cobre, se furar os 3,40, busca 3,20

CRB se furar os 290, busca, no mínimo, 280


Os algpritmos conseguiram com que os 3 chegassem praticamente juntos a 3 dos principais pivots respectivos

Resta saber se eles "se entenderão" no "MOMENTO PÓS"


Petróleo Light Crude, tempo diário




COBRE tempo diário



CRB COMMODITIES, tempo diário






Vamos fazer uma "blitz" no Petróleo e no Dow Jones.....agora, é "olho no olho"

O blog sempre utilizou como fortes barômetros para os mercados americanos o "Cobre" , o "CRB Commodities" e o "Petróleo".

Vamos agora fazer uma "blitz" no "Petróleo Light Crude".

Vamos tentar "cercá-lo" para tentar identificar onde pode estar "o último respiro" do Dow Jones, e, por conseguinte, dos mercados americanos.

Por enquanto, no que tange ao SP500, temos aquela "macro perna" de 554 pontos "ao nosso lado"; completou os 554 pontos, recuou cerca de 25 pontos e até agora o SP500 não testou novamente a faixa de 1.564 pontos que marcou a perna de 554 pontos.

Voltemos a atenção para o "Petróleo Light Crude".

Vejam abaixo, a sintonia do "petróleo" com o Dow Jones nos últimos 3 anos, nos 2 primeiros gráficos

Nas principais correções do Dow Jones de maio-2010 (ponto A)  e ago-set-2011 (PONTO B), lá estava o "Crash" do Petróleo.

Na última correção de cerca de 10% do Dow Jones em maio-2012, marcada como ponto C, lá estava o "Petróleo" pra corrigir forte

E, agora ?

Bem......ainda temos a correção de out-nov-2012 do Dow Jones que também foi acompanhada por uma correção "ligeiramente forte" do "Petróleo", ambas marcadas com "D".

Agora, nós podemos acompanhar o "petróleo" numa "cunha", ou, principalmente nessa LTA que vem desde julho-2012.

Também vimos, como destaquei aqui ontem, que uma Média Móvel simples de 50 períodos pode balizar o ativo.

Enfim....

Para o Petróleo, destacado no 3o. gráfico num prazo de 1 ano, nós temos a resistência forte em 94.95; nós temos uma MA50 "achatando" o ativo, e nós temos uma LTA segurando o ativo.

Esses 3 parâmetros devem continuar, no curtíssimo prazo, "dando a direção" do "petróleo".

Me parece que a  LTA e a faixa de 90, uma vez rompidas pra baixo, podem empurrar o "petróleo" para as faixa de 85 e 77.50, pressionando fortemente os mercados americanos para baixo, dado o histórico recente,


Petróleo Light Crude, gráfico diário, escala logarítmica - 3 anos


Dow Jones, gráfico diário, escala logarítmica - 3 anos





Petróleo Light Crude, gráfico diário, escala logarítmica - 1 ano






O "incaível" Dow Jones faz novo topo....SP500 ainda não

Nada, absolutamente nada é incapaz de deter o Dow Jones com mais uma sinalização do FED de que não há fim para mais injeção de liquidez nos mercados americanos..

Topo anterior era 14.539......hoje, faz um novo topo em 14.546, praticamente um topinho duplo nos 60 minutos, com mais divergências baixistas no tempo diário.

Fechamento em 14.511, com alta de 0,39%

As divergências baixistas são gritantes em vários e vários indicadores......vários....

Novo suporte de intraday muito forte para o Dow Jones é 14.400....

SP500 ainda nao fez novo topo.



Dow Jones, gráfico diário, escala logarítmica






Petróleo Light Crude sente a faixa de 94-95 e sua MA50

Podemos escolher....

Petróleo sentiu forte a região de 94,00-95,00 que é onde também passa uma média móvel simples de 50 períodos.

Vejam o candle de queda de hoje com o reteste num ponto ligeiramente acima de ontem

Vejam no gráfico mais ampliado de 3 anos como a faixa de 94-95 é importante.

Observem também como a média móvel simples de 50 também é barômetro para reversões.

Caso rompa a faixa de 89-90, suporte imediato é 85, depois o mais forte , 77,50 e 75,00


Petróleo Light Crude, gráfico diário, escala logarítmica - 6 meses



Petróleo Light Crude, gráfico diário, escala logarítmica - 3 anos