quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

MRVE3 - "O beijo da Morte" é a faixa de 12,75 ?

Tem um papel do setor imobiliário que "parece" ser forte....

Será ?

Vamos olhar mais detidamente.....

Vejam nos últimos 5 anos o que significa a faixa de 12,75...

Reparem que até mesmo ali em 2008, antes do Crash, ela "beija" a faixa de 12,75 e vai direto numa queda grotesca até 2,15.

Nos últimos 3 anos, depois de uma recuperação fantástica, ela apenas para um pouco na mesma faixa, rompe e chega a seu topo histórico em 18,68.

Ela finalmente começa a perder a força ao longo de 2011 quando bate na mínima em 8,70

Recupera, volta a fazer mínima em 7,82 em 2012. De lá pra cá vem mantendo um ritmo de recuperação bastante razoável.

Até que, não mais do que "coincidentemente", no dia em que o Dow Jones se aproxima do seu topo histório, a MRVE3 bate onde ?

Na máxima de hoje em 12,85; fechamento em 12,70.

Faixa que representa quase que um divisor para o papel.

Reparem em alguns pontos.

Uma LTB passa um pouco acima.....mesmo topinho de meados do ano passado....

Caso liguemos uma paralela dessa LTB mais abaixo, temos a passagem pelas 2 mínimas anteriores, formando já um canal de baixa de longo prazo.

Enfim...

Esse toque hoje, me parece mais "um beijo da morte".....

Vejam também que a faixa de 7,80, mínima de meados do ano passado, ainda é uma faixa de suporte mediano se olharmos pra 2009.

Abaixo disso.....nada......

MACD e IFR14 em clara tendência de baixa no TEMPO SEMANAL


MRVE3, TEMPO SEMANAL, Escala logarítmica














"Confusões inexplicáveis", por Miriam Leitão


Reflitam sobre o ótimo artigo da excelente jornalista Miriam Leitão, publicado hoje em sua coluna e reproduzido abaixo.

Dá pra respirar e acreditar que os investidores estrangeiros voltarão no curto-médio prazo para a Bolsa de valores com um ambiente de negócios assim ?


Aqui, o link :http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2013/02/28/confusoes-inexplicaveis-488014.asp

Confusões inexplicáveis


É muita trapalhada, em muitas frentes, ao mesmo tempo. A Petrobras comprou uma refinaria por um preço muito acima do razoável e teve que lançar parte do dinheiro a prejuízo; o BNDES toma decisões inexplicáveis de alocação de recursos públicos e tem prejuízo; balanços dos bancos públicos saem com meias verdades. Quando tudo dá errado, o Tesouro usa o seu, o meu, o nosso dinheiro.

O resultado de toda essa confusão será mais confusão, porque o governo escolheu o caminho dos ajustes que encomendam mais desajustes. Um encontro de contas honesto, que admitisse todas as perdas com as decisões controvertidas — por equívoco ou coisa pior — revelaria o tamanho real do rombo que o governo nos últimos anos foi criando para o país. Quem crê que as contas sempre têm que ser pagas sente uma compreensível preocupação com as notícias que diariamente aparecem nos jornais sobre as operações perigosas dos vários tentáculos do governo.

É o caso de Pasadena, o estranho episódio da refina- ria que foi comprada de uma trading belga, em 2005, e um ano depois vendida para a Petrobras por um preço várias vezes maior e que já fez a estatal lançar à prejuízo meio bilhão de reais no último balanço. Ou os belgas são muito astutos, ou as decisões na Petrobras foram tomadas por pessoas sem qualquer noção de valor, ou são todos os envolvidos bem espertos.

O “Estado de S.Paulo” revelou ontem que o Ministério Público apresentou ao Tribunal de Contas da União representação contra a Petrobras. Os números são eloquentes: em 2005, a trading belga Astra/Transcor comprou a refinaria de petróleo Pasadena por US$ 42,5 milhões. Um ano depois, vendeu 50% da refinaria para Petrobras por US$ 360 milhões. Depois disso, as sócias se desentenderam e para encerrar a briga a estatal brasileira pagou mais US$ 820,5 milhões à empresa belga. E agora, no balanço do quarto trimestre, a Petrobras lançou a prejuízo R$ 464 milhões. Ou seja, esse valor é o prejuízo até o momento do impressionante negócio feito pela empresa.

No balanço do BNDES, foram registrados R$ 3,32 bilhões de perdas com empréstimos ou capitalizações que fracassaram. Uma dessas perdas foi a tentativa frustrada do BNDES de fazer uma gigante de leite, a LBR-Lácteos, no qual entrou com 30% do capital e que está em processo de recuperação judicial. Só nesse erro o banco perdeu R$ 865 milhões. Há casos discutíveis em várias áreas, em que o banco tem entrado de forma atrapalhada e sem prestar contas à sociedade, com estratégias discutíveis e prejuízos indiscutíveis. O lucro do banco só não caiu muito porque o Conselho Monetário Nacional permitiu que ele não registrasse a perda de valor das ações transferidas pelo Tesouro.

Nunca é demais lembrar que houve ainda o caso da Caixa, que comprou 49% das ações do Panamericano por R$ 800 milhões, para logo depois descobrir que ele tinha um rombo de R$ 4,3 bilhões. Depois disso, a Caixa teve que pôr mais dinheiro no Panamericano.

O caso da refinaria Abreu e Lima construída pela Petrobras é outro que precisa de boas e bem contadas explicações porque os custos de construção deram saltos ornamentais. No início, seria de US$ 2,5 bilhões e está caminhando para US$ 20 bilhões. E o único ganhador com isso será o petróleo venezuelano, já que ela foi desenhada para refinar apenas o petróleo do país vizinho.

O Tesouro se prepara para fazer mais uma capitalização no BNDES que pode chegar a R$ 8 bilhões. Isso depois de ter transferido a títulos de empréstimos R$ 350 bilhões desde 2008 para o banco. A fonte tradicional de financiamento do banco é o FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), que só conseguiu fechar suas contas no positivo porque o Tesouro injetou R$ 5 bilhões.

Esses são alguns dos casos estranhos. Não são os únicos.












Bovespa melhora, mas nada de bater nos 58 k

Bovespa continua melhorando no curtíssimo prazo, mas não tem forças pra sequer romper a faixa de 58.000 pontos, que, inclusive, é por onde passa sua média exponencial de 21 períodos.

Ainda espera-se ainda esse toque, porém, do ponto de vista de repiques, apenas mais alguns "retoques" já seriam suficientes.

Suporte 56.000 pontos no curtinho é importante a ser visto; depois 55.400; o mais forte 52.000.

Pra cima, melhora no curtinho os 58 k, depois 58.700 e 59.200.

Melhora no médio prazo, rompendo a faixa de 61.000 pontos

MACD no diário "querendo" cruzar na compra; porém, o MACD no SEMANAL ainda está cruzado na venda

MME13 ainda cruzada pra baixo a MME21


















Vale5 com fortíssimo volume volta a subir forte, mas sente sua LTB

Depois de atingir um IFR14 no tempo diário de insanos 25, VALE5, assim como outros papéis, sobe forte, ultrapassa sua média móvel exponencial de 21 períodos e toca sua LTB, passando justamente ali em 36,80, máxima de hoje.

Nunca saberemos ao certo o que é "real" esse mega volume de hoje, ou apenas algoritmos empurrando o papel pra cima até sua LTB.

Quer dizer....poderemos saber em breve......

Por ora, temos essa LTB.........suporte agora 33,66 e resistência a máxima de hoje em 36,80

Média móvel exponencial de13 ainda cruzada pra baixo a média móvel exponencial de 21, indicando, por ora, venda.

Interessante também observar que, no TEMPO SEMANAL, MACD cruzado na venda, como visto abaixo

VALE5, Gráfico diário, escala logarítmica





VALE5, Gráfico SEMANAL, escala logarítmica















Incrível ! E o Dow Jones alcança a diferença de 500 pontos em relação ao topo de 13.660


Vinhamos aqui no blog discutindo algumas alternativas.

Aquela que se revelou mais concreta nos últimos 10 dias foi a tese da diferença de 500 pontos entre 2 topos antes da correção mais forte.

Aqui nesse post, detalhamos isso: http://pracompraroupravender.blogspot.com.br/2013/01/continuando-contar-dow-jones-e-sp500.html

A dúvida foi saber qual seria o topo; portanto, cheguei a especular que poderia ser o 13.338, e, portanto, a correção viria em 13.838.

Mas, quando rompeu os 13.838, dentro dessa tese, restaria imaginar que o Dow Jones poderia de fato ir próximo ao topo histórico, já que o último topo havia sido 13.660, quando aconteceu uma "MINI-CORREÇÃO".

As 2 quedas fortes de maio-2010, ago-set.2011 aconteceram quando a distância entre os 2 últimos topos (de uma "mini-correção" até a forte correção) foi de 500 pontos.

Hoje, o Dow Jones bateu de máxima 14.150. Isso dá 490 pontos de diferença da última mini-correção de out-nov=2012.

Obviamente a proximidade do topo histórico, além das inúmeras divergências baixistas de IFR14 e MACD, tanto no SEMANAL, COMO no MENSAL, fortalece, mais do que nunca, essa tese.

Portanto, deveremos ver, de agora em diante, uma forte correção dos mercados americanos.

No curtíssimo prazo, ainda podemos ter fortes altas e quedas sustentadas por uma Média Móvel simples de 50 períodos, tanto pelo lado do Dow Jones como do SP500.

Mas, acompanharemos aqui o rompimento dela, assim como o cruzamento pra baixo da MME13 sobre a  MME21, sinais que devem acelerar fortemente a queda




Dow Jones, gráfico SEMANAL, Escala logarítmica















"Hoje, porém, o problema adquiriu outra dimensão. Não se trata mais de fazer a inflação recuar para a vizinhança de 4,5%, mas sim de evitar que rompa o limite superior de tolerância (6,5%). ", por Alexandre Schwartsman

Preocupados com  inflação no Brasil ?

E aí ? Tudo bem nos supermercados, nas padarias ou "padocas" em São Paulo ?

Tudo bem com os preços dos restaurantes, da "comida a quilo", com o preço dos legumes, do café, do presunto, do salgado da esquina ?

Pois sim......

Alexandre Schwartsman, ex-diretor do Banco Central, mais uma vez escreve um artigo em seu blog mirando a real e delicada situação em que se encontra a inflação no Brasil....

A questão agora, segundo Schwartsman, nem é mais trazer a inflação para o patamar de 4,5%, e sim não deixá-la que rompa os 6,5%....

Sim.........esse é o preço que se paga por um Banco Central completamente despreocupado com a dinâmica inflacionária de um país.

Veja o artigo completo aqui: http://www.maovisivel.blogspot.com.br/2013/02/a-cesar-o-que-e-de-cesar.html



Abaixo, parte do artigo:

A César o que é de César


Depois de meses em negação, atribuindo o aumento da inflação a um mal definido “choque internacional de oferta” (que teve o mau gosto de afetar apenas o Brasil, poupando países como Chile, Peru, ou Colômbia), o Banco Central parece ter finalmente acordado para o problema. Se não ainda para lidar com ele, ao menos para buscar novas desculpas sobre como – depois de reiteradas juras acerca da convergência da inflação à sua meta – esta teima em acelerar.

Agora é a depreciação da moeda no ano passado que tem sido repetidamente citada por fontes governamentais entre as explicações para a alta inflacionária, tomando o lugar antes reservado ao infame “choque internacional de oferta”.

Para ser sincero, sim, é claro que um real mais fraco (ou, de forma equivalente, um dólar mais caro) se reflete na inflação.

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Ainda que possamos concordar acerca do efeito inflacionário da depreciação, não é possível aceitá-la como desculpa para o lamentável desempenho do BC no que diz respeito a seu mandato de estabilidade de preços por um simples motivo: porque foi ele quem engendrou a fraqueza do real à que hoje atribui a culpa pela inflação mais alta.

Uma simples vista d’olhos nas suas ações, na gestão da política monetária, na intervenção no mercado de câmbio, ou por meio de medidas regulatórias, mostra, além de qualquer dúvida razoável, que o BC buscou, de forma consciente, produzir um encarecimento do dólar.

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Não é sequer necessário ler as intenções do BC nas entrelinhas de suas ações, pois em mais de uma ocasião integrantes da diretoria do órgão vieram a público afirmar seu compromisso com uma taxa de câmbio acima daquele valor, assim como assegurar que agiriam para que “o Brasil não seja uma praça de desvalorização de outras moedas”.

Obviamente esta postura gerou um impacto sobre a inflação muito maior do que no caso dos países que deixaram suas moedas se fortalecer em resposta aos preços mais altos das commodities.

Posto de outra forma, se houve efeito da desvalorização cambial sobre a inflação no Brasil (e tudo indica que sim), ele também tem que ser debitado na conta da autoridade monetária, que, ao final da história, estimulou precisamente aquele movimento, pelo menos até perceber tardiamente que sua política era inconsistente com a prometida convergência da inflação à meta. O BC colhe agora aquilo que plantou e só hipocrisia pode justificar manifestar qualquer surpresa a respeito.

Hoje, porém, o problema adquiriu outra dimensão. Não se trata mais de fazer a inflação recuar para a vizinhança de 4,5%, mas sim de evitar que rompa o limite superior de tolerância (6,5%). Ainda creio se tratar de uma possibilidade remota este ano em face da intervenção pontual sobre alguns preços, assim como a possibilidade de moderar pressões no curto prazo pelo uso mais ativo das desonerações tributárias.

Estes artifícios, porém, têm vida curta, como exaustivamente demonstrado pela experiência histórica. A verdade é que as várias inconsistências da política econômica estão cobrando seu preço na forma de tensões inflacionárias crescentemente difíceis de esconder. Se o BC quer lidar com o problema, deveria começar assumindo sua responsabilidade na criação da desordem que ele próprio ajudou a fomentar.










quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

O que determina o "fundo do poço" para reversão ou repique de um papel ? Vejam o exemplo da ADR VALE e a VALE5 e reflitam


Reparem no exemplo abaixo da VALE e reflitam....

O que está na "cabeça" do algoritmo ou do "operador" para que reconheça que é hora de "parar de vender" ou "começar a comprar" um determinado papel ?

Vejam que a ADR da VALE tinha congestão ali entre 17 e 19 por cerca de 4 meses.....

Percebam que o gráfico da VALE5 também tinha uma congestão ali por cerca dos mesmos 4 meses entre 34,00-34,50 e 37,20-37,50.....

Agora, vejam o que acontece nos 2 mercados.

No mercado brasileiro, a VALE rompe pra baixo a faixa de 37,20-37,50 e mergulha forte até 33,66, mínima de ontem

Reparem no MERCADO AMERICANO.

A ADR da VALE rompe pra baixo a faixa de 19, mas não vai direto aos 17 !!!

Repicou ontem mesmo, ligeiramente abaixo de 18, muito pouco.....

FOQUEM AGORA NOS IFRs14 no tempo diário dos 2 ativos........

Os 2 ativos batem nos seus respectivos fechamentos em IFRS'14 muito baixos.....Cerca de 26-27....

Isso é o que determinou o repique até então....

Algoritmos e operadores pensaram:

"OPA--------IFR14 EM 26-27 ?" ............"Para de vender.....comece a comprar"........


Fiquem para reflexão


VALE5, Diário - BOVESPA





ADR VALE, Diário - NOVA YORK





















"A Confusão" nos dados da Vale é confirmada pelo "AFTER" do Brasil e o "AFTER" de Nova York

Os preços da VALE fecharam também de forma "confusa" nos mercados americano e brasileiro.

Em Nova York, a VALE subiu no AFTER-MARKET.......
Em São Paulo, a VALE5 caiu no AFTER-MARKET


After Market da ADR da VALE fecha acima do fechamento do "pregão normal"

Pregão normal, a ADR da VALE fechou em US$ 18,53

No After, a ADR fechou em US$ 18,68

Vejam na informação do "The Wall Street Journal" e do "Yahoo Finance", fechamento no After as 6:24 pm, horário Nova York, 20:24, hora Brasil, Brasília

http://www.marketwatch.com/search?q=vale


http://finance.yahoo.com/q?s=vale&ql=1


Por terras brasileiras,  fechamento da Vale em 35.45; no After , fechou R$ 34,90










E a tese dos 500 pontos dos topos do Dow Jones ainda de pé, olhando para o topo histórico...

Dow Jones, mesmo "contaminado", fez novas máximas hoje....14.100 pontos !!

E qual a distância para o topo anterior agora ? 440 pontos !

Talvez seja de fato o ponto que o Dow Jones precisa ir para o Crash..

Poderá ir amanhã mesmo; ajuda o fato do "futuro do Dow Jones" ter fechado acima de 14.000 pontos pela primeira vez......

Apenas reproduzirei o gráfico semanal, o mesmo postado aqui no domingo; apenas com a diferença de que temos o fechamento de hoje....


Grafico diário, escala logarítmica











Bovespa confirma o rompimento da LTB curta, mas não tem força nem pra encostar nos 58 k


Do ponto de vista positivo, o Bovespa confirmou o rompimento da LTB curta assinalada aqui ontem e fechou com mais uma alta de 0,57% , acima de uma resistência de intraday de 57.200.

Do ponto de vista negativo, o índice nem teve fora pra ir nos 58 k; dos 57.400 mesmo, o mercado saiu atirando....socando o máximo que podiam.........

Tem que romper agora os 57.400 pra sonhar com os 58.000; depois 58.700 e 59.200

Pra baixo, 56.000 pontos e 55.400....mais forte os 52.000


Bovespa, gráfico diário, escala logarítmica
















Confusão nos dados da VALE............


Há uma confusão na notícia do prejuízo contabilizado pela VALE nos fóruns de mercado.

Por conta da notícia veiculada no portal Infomoney, sugere-se que o prejuízo no quarto trimestre é cerca de 5 vezes a estimativa de dados compilados pelo Infomoney.

Só que o próprio Infomoney quando remete para sua estimativa dá o valor em Dólar....e não em reais.

Logo, o prejuizo é cerca de 2 vezes a estimativa, e não 5 vezes...

A própria REUTERS dá a notícia seguindo a "sua estimativa"

VEJAM A NOTICIA DO PORTAL INFOMONEY E O LINK PARA SUA ESTIMATIVA LOGO ABAIXO

Mais abaixo, vejam a notícia da REUTERS


Em resumo.....

O PREJUÍZO DO 4o.TRIMESTRE É MAIS DO QUE 2 VEZES A ESTIMATIVA; MAS LONGE DE CERCA DE 5 VEZES.....

Embora, naturalmente, a diferença seja relevante...................

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http://www.infomoney.com.br/vale/noticia/2689097/vale-registra-prejuizo-liquido-628-acima-esperado-pelo-mercado
Vale registra prejuízo líquido de R$ 5,628 bi, acima do esperado pelo mercado
No quarto trimestre do ano anterior, lucro líquido básico da companhia havia atingido R$ 8,93 bilhões

SÃO PAULO - A Vale (VALE3, VALE5) divulgou seu resultado para o quarto trimestre de 2012 nesta quarta-feira (27), revelando um lucro líquido básico de R$ 4,10 bilhões, excluindo efeitos de itens de caixa não recorrentes. Entretanto, ao levarem em conta estes itens o lucro no quarto trimestre se torna uma perda de R$ 5,628 bilhões, mais de cinco vezes acima do prejuízo de R$ 1 bilhão das projeções compiladas pelo Portal InfoMoney.



http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/2688565/vale-deve-apresentar-prejuizo-pela-vez-uma-decada


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REUTERS

http://www.reuters.com/article/2013/02/27/vale-earnings-idUSL1N0BRF8920130227?type=companyNews




UPDATE 1-Vale Q4 loss $2.65 bln, twice as deep as forecast
Wed Feb 27, 2013 5:30pm EST
* Net loss twice as big as expected, vs year ago profit
* Loss due to one-time tax, mine writedowns (Adds details of filing)

Feb 27 (Reuters) - Brazilian mining giant Vale SA on Wednesday posted its first net loss in 10 years in the fourth quarter after taking charges for tax judgments and underperforming mines, a loss twice as big as analysts' expectations.

Vale lost $2.65 billion in the three months ending Dec. 31, compared with a profit of $4.67 billion a year earlier, according to a securities filing. It was the company's first quarterly loss since the third quarter of 2002.

The result was bigger than the $1.27 billion average loss estimate in a Reuters survey of analysts. Vale, the world's second-largest mining company, is the largest producer of iron ore and second-largest producer of nickel.

Net sales, or sales minus sales taxes, fell 19 percent compared with a year earlier to $11.72 billion, close to the $11.30 billion net sales outlook in the survey.

Earnings before interest, taxes, depreciation and amortization, fell 97 percent from a year earlier to $257 million. (Reporting by Jeb Blount; Editing by Brad Haynes and David Gregorio)













terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

PETR4 e VALE5 devendo repiques até suas MME'S21 no mínimo


Vários papéis do Bovespa repicaram até suas médias móveis exponenciais de 21 períodos, depois de visitarem IFR'S14 abaixo de 30 no tempo DIÁRIO.

2 dos principais papéis do BOVESPA, PETR4 e VALE5 ainda não, como visto abaixo.

PETR4 já começa a dar fortes divergências altistas de IFR14 no tempo diário.

VALE5 visitou hoje a faixa de 25 de IFR14 no tempo diário ao longo do intraday.

É pouco provável imaginarmos a parte 2 do Crash do Bovespa sem a ida desses 2 papéis nas suas média móveis exponenciais.de 21 períodos



PETR4, gráfico diário, escala logarítmica





VALE5, gráfico diário, escala logarítmica


















Vamos olhar o Dow Jones pelas MME'S13 e 21 de 2010 e agora - Estamos muito próximos do Crash


Abaixo , destaco 2 gráficos do Dow Jones.

O Gráfico de abril-maio-2010 e o atual, ambos com as médias móveis exponenciais de 13 e 21.

Vejam que a volatilidade é muito semelhante nos 2 casos....Dow Jones sobe devagar, principalmente nos últimos 20-30 pregões.

De repente, nos últimos 5-6-7 pregões, a volatilidade aumenta......altas.....quedas.......quase que uma congestão de 200 pontos, assim como agora.....

Há um candle mais expressivo e a MÉDIA MOVEL EXPONENCIAL DE 13 se aproxima da de 21.....nova alta em 2 dias........queda forte..... a MME13 cruza pra baixo a  MME21 e CRASH....


Agora , temos com a queda forte de ontem a MME13 se aproximando da MME21.....hoje, mesmo com a alta, elas estao próximas.....

Ainda não descartamos por completo a ida do Dow Jones no topo de 14.160, cerca de 500 pontos acima do topo anterior , como na tese dos "500 pontos" discutida aqui nos últimos 3 meses....

Mas, cada vez menor a possibilidade.......

Ainda devemos ter o Dow Jones na faixa de 14.000 a 14.020 pontos......

Depois, a hipótese mais provável...um Crash...



DOWJONES ABRIL-MAIO de 2010 com suas MME's 13 e 21




DOWJONES Atual com suas MME's 13 e 21























Bovespa rompe LTB curta "intransponível" e deve continuar o repique

Depois de praticamente 1 mês de uma "simples" LTB curta, com uma inclinação muito acentuada, finalmente o Bovespa rompe essa mesma LTB no fechamento, não sem testar novamente a faixa de 56.000 pontos no intraday.

Agora, temos 4 alternativas para a continuação do repique:

1- A faixa de 58.000 pontos e por onde passa uma MME21
2- A faixa de 58.700 que é uma resistência de intraday e um pouco acima da MME21
3- A faixa de 59.200, forte resitência como destacada abaixo, talvez semelhante a 60.000 pontos
4- Uma LTB menos acentuada e que pode balizar agora ou mais à frente o índice


Gráfico diário, escala logarítmica











Em discurso, Bernanke defende compras de títulos do Fed nos EUA


Matéria Crédito: Portal G1

http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/02/em-discurso-bernanke-defende-compras-de-titulos-do-fed-nos-eua.html


26/02/2013 12h42 - Atualizado em 26/02/2013 12h53
Em discurso, Bernanke defende compras de títulos do Fed nos EUA
'Comitê indicou que vai continuar as compras', afirma em discurso.

Ele disse que recuperação da economia também depende de política fiscal.

Discurso de Ben Bernanke, o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), desta terça-feira (26) ao Congresso dos Estados Unidos defende as compra de títulos por parte da instituição e sinaliza que elas devem continuar.

O controverso programa de compra de títulos do Fed está sob os holofotes, pois na semana passada, divulgação da ata da reunião do Fed afetou as ações norte-americanas ao sugerir que o banco central poderia recuar com seu estímulo econômico mais cedo do que o esperado.
Bernanke defendeu as compras do banco central de ativos, dizendo que elas estão apoiando a expansão, com pouco risco de inflação ou bolhas nos preços dos ativos.

"O Fomc (Comitê Federal de Mercado Aberto, Fomc na sigla em inglês) indicou que vai continuar as compras até que observe uma melhoria substancial nas perspectivas para o mercado de trabalho, em um contexto de estabilidade de preços", disse.

Bernanke defendeu compras do banco central. “As compras de títulos de longo prazo, que, como a nossa orientação para a frente, se destinam a apoiar o crescimento econômico, colocando pressão sobre as taxas de juro de longo prazo.











Vejam essa notícia de 14/01/2013:: "Ágora vê potencial para as ações da Vale subirem mais de 35% em 2013"

Vejam o que acontece no universo do mercado financeiro....

A VALE5, do topo dela de janeiro pra cá, já caiu impressionantes 21,5% !

Sim !! Uma das maiores mineradoras do mundo cai em linha reta, sem parar.......queda livre.......

É óbvio que, mais cedo ou mais tarde virá um forte repique......nenhum papel fica num IFR14 abaixo de 30 por tanto tempo....e não é ligeiramente abaixo de 30.....não sai de 25.26 há 3 dias.....

Mas reflitam sobre a notícia abaixo.....

Crédito: Portal Infomoney

http://www.infomoney.com.br/vale/noticia/2657465/agora-potencial-para-acoes-vale-subirem-mais-2013



Ágora vê potencial para as ações da Vale subirem mais de 35% em 2013

Corretora recomenda compra para papéis preferenciais da mineradora; estável demanda chinesa por minério de ferro e adoção de uma estratégia de investimento mais conservadora sustentam visão atrativa para ativos

SÃO PAULO - A Ágora Corretora vê espaço suficiente para o avanço da ação da Vale (VALE3; VALE5), e revisa suas estimativas para longo prazo para a mineradora. A recomendação da corretora é de compra para o papel preferencial, com um novo preço-alvo de R$ 54,00 para dezembro de 2013 - o que representa um potencial de valorização de 36,61% em relação ao fechamento da última sexta-feira (11).

O crescimento aparentemente estável da demanda chinesa por minério de ferro e a adoção de uma estratégia de investimento mais conservadora levam os analistas Aloisio Villeth Lemos e Aline Tavares da Silva a sustentarem uma tese de investimento atrativa para as ações da companhia.
Para eles, o preço do minério de ferro deve se ajustar em um patamar em torno de US$ 120 a tonelada em 2013, com tendência de redução nominal num horizonte mais amplo para um valor próximo de US$ 100 a tonelada.

De acordo com as estimativas dos analistas, o saldo entre a demanda e oferta de minério de ferro vai dar um salto, saindo de um patamar negativo pouco superior a 50 milhões de toneladas neste ano para um pico próximo de 500 milhões de toneladas em 2018.

Além disso, eles apontam que a otimização das despesas operacionais e o aumento dos volumes de minério de ferro e carvão também devem impactar positivamente os lucros da empresa, mesmo em um cenário de estresse para os preços.

A Vale espera implementar cortes não só relacionados à execução dos projetos, mas também tem intenção de reduzir gastos de pesquisa e desenvolvimento para US$ 1,1 bilhão em 2013, de US$ 2,4 bilhões do guidance de 2012. Os gastos de 2013 devem se concentrar mais em metais ferrosos, que receberão 49% do orçamento esperado; os projetos de carvão receberão 14%, enquanto os investimentos em metais básicos devem contar com 20%.

Os analistas ainda ressaltam que as alterações estratégicas que vêm sendo promovidas deverão provocar modificações relevantes no mix de negócios da Vale ao longo dos próximos anos. Segundo eles, as receitas do segmento de minério de ferro devem reduzir até 2020 de 73% para 55%, enquanto a divisão de carvão deve ganhar peso, indo de 3% para 11%, mesmo caminho que deverá ser seguido pela área de fertilizantes, que pode ver a participação de suas receitas elevar de 5% para 11%.














Brasil - Já foi a Indústria.....Serviços começam a cambalear....agora, até o Comércio.....Ninguém aguenta uma inflação alta

E o Brasil continua o seu "bonde sem freio".....

Até o ano passado, a "ovelha negra" era a Indústria.....

Depois, o setor "Serviços", muito bem resgatado pela jornalista Miriam Leitão em recente post aqui publicado...


E o "queridinho" de 99 entre 100 analistas financeiros, o "Comércio", vai pra "bola 7" também.....

E alguém acha que uma inflação insistentemente alta durante 3 anos e caminhando pro quarto não deixaria vítimas ?

Não há como equilibrar as contas sem fazer cortes.......

A população tem que dar um "jeito", já que o governo não faz nada, quer dizer......discurso pra cá, discurso pra lá......e a inflação "comendo solta"

Já viram o video do MILAGRE ECONÔMICO dos anos 70 ? E o que veio depois ?

Sim....quem acompanha o blog já viu algumas vezes....

Vamos resgatá-lo novamente


Acabou a festa........todo mundo recolhendo os copinhos......os talheres......acabou........IT'S OVER....









Matéria crédito: Revista Exame- Jorna "O Estado de São Paulo"

http://exame.abril.com.br/economia/noticias/consumo-cresce-mas-ja-nao-e-em-ritmo-chines



 Crescimento | 24/02/2013 08:30
 Consumo cresce, mas já não é em ritmo chinês
Após sete anos consecutivos de crescimento em ritmo chinês, consumo deve descer um degrau em 2013

Márcia de chiara, do Estadão


São Paulo - Afetado pelo aumento da inflação, pelo fim do corte do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre carros, eletrodomésticos e móveis, e pela inadimplência que demora a cair, o desempenho do comércio varejista deve descer um degrau em 2013, após sete anos consecutivos de crescimento em ritmo chinês. Entre 2006 e 2012, a expansão média foi de 9% ao ano.

Mesmo assim, o setor deve, mais um vez, superar neste ano o crescimento da economia como um todo, projetado em cerca de 3%, segundo o último Boletim Focus do Banco Central. Consultorias privadas e entidades representativas do varejo esperam uma expansão do volume de vendas entre 4% e 7% em 2013, acima, portanto, das previsões para o Produto Interno Bruto (PIB).

As vendas do varejo restrito encerraram 2012 com alta de 8,4% na comparação com 2011 e cresceram 8% no varejo ampliado, quando se levam em conta veículos e materiais de construção, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Entre 2006 e 2012, o volume de vendas do varejo ampliado acumulou alta de quase 90%. Isso quer dizer que o comércio praticamente dobrou de tamanho em menos de uma década.

Mas, em dezembro último, pela primeira vez depois de seis meses seguidos de crescimento, soou o sinal de alerta. As vendas do comércio caíram 0,5% na comparação com o mês anterior, descontadas as influências normais do período. Na comparação com dezembro de 2011, o crescimento foi de 5%, uma taxa anual menor do que em meses anteriores. Na avaliação da economista Mariana Oliveira, da consultoria Tendências, esse novo ritmo de crescimento do varejo deve prevalecer. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.













segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

AMBV4 perde LTA curta, MME13 cruza pra baixo MME21 e pode iniciar correção mais acentuada


AMBV4 hoje perdeu uma LTA curta, teve sua média móvel exponencial de 13 cruzada pra baixo sobre a média móvel exponencial de 21 períodos e pode iniciar uma correção mais acentuada.

Vejam abaixo, que uma LONGA LTA pode segurar o papel ali por volta da faixa de 80, que, inclusive é suporte.

No entanto, a faixa de 72, também um forte suporte, pode ser ponto de compra para uma correção mais acentuada, o que parece ser bastante possível, dadas as inúmeras divergências baixistas de IFR14 no tempo MENSAL. já aqui destacadas pelo blog em outros posts


AMBV4, Tempo diário, escala logarítmica




AMBV4, Tempo SEMANAL, escala logarítmica














CRB Commodities ainda segura a faixa fundamental de 292


TEMPO SEMANAL, Escala logarítmica














XLF rompeu a LTA curta e deu início a queda forte de hoje nos mercados americanos


Vejam o índice "XLF" do sistema financeiro americano.

Há uma LTB curta que balizava o índice; perdeu a LTA e o índice mergulhou forte , com queda de 2,71% pressionando a queda forte dos mercados americanos hoje.

A LTA longa, no segundo gráfico destacada ainda está intacta.suporte mais forte agora é a faixa de 16,25-16,50


 TEMPO DIÁRIO, escala logarítmica




 TEMPO SEMANAL, escala logarítmica





















Com alguns papéis ainda muito sobrevendidos, Bovespa não consegue romper uma LTB curta

Continua insana a força vendedora no Bovespa.

Basta andar pelo índice e veremos vários papéis que precisaram passear abaixo do IFR14 de 30 no tempo diario, para iniciar algum repique mediano.

Parece que a cada dia temos 2,3,4 papéis saindo da UTI, saindo de IFR'S14 na lona, algo do tipo 20,22.25, e repicando forte; casos da OGXP3 semana passada, hoje a USIM5.....

Enfim......esse tipo de movimento ainda me leva a crer que a insana LTB curta que baliza o índice no curto prazo seja rompida, e leve outros papéis para IFR'S14 um pouco menos insanos, para, aí sim, nos prepararmos para o CRASH, PARTE 2, do BOVESPA.

Sim......pois algúem acha que não estamos no CRASH, PARTE 1 ?

Volto a ressaltar a LTB curta no gráfico abaixo.......vejam a força vendedora.....queda em cima de queda.........12 dias seguidos de queda, apenas interrompido 1 vez, para aí sim, o IBOV tentar respirar....

E olhem que a LTB é bastante inclinada, o que, deveria "facilitar" o rompimento....

Hoje, no intraday a LTB foi rompida, mas no fechamento não.....

Resistência agora 57.200, depois forte resistência em 58.000 e 59.500.

59.500 pode ser um bom objetivo para tirar alguns papéis da lona e preparar o BOVESPA para o CRASH , PARTE 2.


BOVESPA, gráfico diário, escala logarítmica

















Dow Jones está contaminado e podre.....resta agora somente um repique....a foto da contaminação é a alta insana do VIX

A contagem que fizemos aqui dos topos pode ter acabado com a máxima de hoje em 14.080, o que daria uma distância do topo em 420 pontos e não os 500 das 2 últimas correções.

Dow Jones rompeu pra baixo sem piedade a faixa de 13.850 e fechou na mínima em 13.780, queda de 1,55%

SP500 também fechou na mínima em 1.487, queda de 1,83%.

Vejam abaixo que o VIX numa alta insana foi direto pra faixa de 19,20-20,00, antigo topinho, o que deixa os mercados americanos ainda com chances de um repique. talvez, para o Dow Jones até a faixa de 14.000 pontos.


VIX Gráfico diário, escala logarítmica




Dow Jones Gráfico diário, escala logarítmica



















O Fim do QE significa que o FED vai aumentar os juros ?

O Blog vem discutindo aqui e ali sobre o momento em que o FED alterará o curso da taxa de juros, atualmente entre 0 e 0,25%.

Temos ilustrado com gráficos e discussões sobre o que aconteceu no passado, principalmente no final da década de 70 e início da de 80, quando o FED decide puxar repentinamente e de forma agressiva a taxa de juros para cima.

O estrago nos mercados de renda variável é brutal.

Não deverá ser diferente no próximo movimento.

Não sabemos quando ocorrerá.

Podemos acordar amanhã e pronto.....o FED anuncia a alta da taxa de juros....

Pode ser daqui 1 ano...

Enfim.....

O anúncio semana passada de que o FED pretende diminuir ou mesmo acabar com a mega-hiper-ultra-plus injeção de liquidez nos mercados via o QUANTITATIVE EASING, o famoso QE, que se desdobrou em 1,2,3 ou mesmo infinito, pode ser mais um indício de que a farra da taxa de juros em ""zero" está pra acabar.

Ainda assim, a dúvida persiste......

QUANDO ?

Bem vindo a mais essa discussão posta no final de semana pelo canal CNBC, com o sugestivo título:

"Quem tem medo do Fim do QE ? Não o mercado de títulos"


http://www.cnbc.com/id/100480839



Who's Afraid of QE Ending? Not the Bond Market

Market reaction to the Federal Reserve possibly unwinding its history-making intervention policies has been more pronounced for stocks than bonds, and with good reason.

That's because the central bank is far more likely to dial down the speed on its money printing presses before it starts normalizing interest rates.

Investors, then, should expect to see a pullback in stocks well ahead of an increase in interest rates as the Fed slows and eventually ends its bond-buying program but keeps its zero interest rate policy in place until the economy solidifies.

"If you look at the last couple of recessions, there's a long gap between the last ease and first tightening," said Michael Cloherty, head of U.S. rates strategy at RBC Capital Markets. "We think purchases will stop at the end of 2013 but the first move in the funds rate isn't until (the third quarter of) 2015. So we think there's going to be a long gap in between."

Traders recoiled Wednesday after the Fed released minutes from its January meeting indicating that members discussed whether it might be wise to "taper" the ongoing $85 billion in monthly purchases of Treasurys and mortgage-backed securities. That's part of the third round of what is known as quantitative easing, or QE3.

(Read More: Fed Officials Divided on Future of QE)

Among the main points were that the economy soon may stabilize enough to justify the draw-down of the Fed's $3 trillion balance sheet, along with concern over the risks that come with further expansion.

"What we're expecting is for QE3 to continue through the third quarter then slow in the fourth quarter and stop. That's an extra trillion dollars in balance sheet growth," Cloherty said. "That's a massive move by any historical standard, and that's something that will very, very difficult to unwind someday."

Despite the potential long-term hazards of QE, the stock market sold off at the slightest notion that the Fed might pull the plug.

"Equity markets seem to think of asset purchases as magic pixie dust," Cloherty said. "They just make everything fly. No one has a transmission mechanism for how that works, they just know it does."

The Standard & Poor's 500 lost 1 percent following Wednesday's Fed release and was on pace to add to that decline Thursday.

The bond market, though, was humming along even though a Fed exit from bond buying would seem likely to decrease demand and thus put upward pressure on yields.

Instead, yields fell and a popular exchange-traded fund, the iShares Barclays 20+ Year Treasury Bond fund, gained nearly one percent.

But fixed income will continue to take its cues more from the Fed's zero target for its fund rate.

While the central bank has tied no specific conditions to when it will pull the plug on bond buying, it has been specific that rate normalization is a separate issue and will not begin at least until the unemployment rate falls from its current 7.9 percent to 6.5 percent and inflation, which is about 1.7 percent now, hits 2.5 percent.

"The mixed messages apparently coming from the Fed illustrate the risks of trying to guide market expectations by pre-committing to particular policies," Julian Jessop, chief global economist at Capital Economics, said in a note. "The upshot is that an early end to QE3 might not result in the surge in bond yields that some would take for granted."

From a broader perspective, market reaction in both equities and fixed income likely will be tied not merely to when easing and rate manipulation ends but why.

"If QE were scaled back due to concerns about costs rather than achieving its stated labor market goals, as some members hinted at, we would expect risk assets to sell off and Treasury yields to decline," Michael Hanson and Ethan Harris, economists at Bank of America Merrill Lynch, said in a report.

From there, financial markets will have to see how the Fed unwinds its massive balance sheet.

"This is one of those things that's going to greatly complicate the whole exit of the Fed," Cloherty said. "The further they go the more problematic all this becomes."
















domingo, 24 de fevereiro de 2013

Revendo a tese do Crash do Dow Jones

Vamos preencher o final de semana com outra volta a tese do Crash que tem sobrevivido aqui no Blog.

Isso porque o Dow Jones ainda está numa possível "grande congestão" de intraday, uma faixa de intervalo entre 13.830/13.850-14.020/14.050.

O Dow Jones não mergulhou forte depois de romper no intraday 1 ou 2 vezes a faixa de 13.850; também não disparou depois de romper 2,3,4 vezes no intraday a faixa de 14.000.

Isso fortalece mais e mais a tese da diferença de 500 pontos entre um topo e outro antes da queda mais forte.

Assinalei outra vez, assim como fiz nos últimos 10 dias.

Está abaixo......Um topo anterior, mais 500 pontos e depois a queda forte de maio-2010.....

Outro topo anterior, mais 500 pontos e depois a queda forte de ago-set.2011

Agora, temos um topo anterior em 13.660.......mais 500 pontos ? 14.160.....já batemos 14.060...

Vamos acompanhar

Gráfico semanal, escala logarítmica















sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Comparem o Crash de 3 Mineradoras essa Semana e o COBRE

Coloquei no post anterior a queda forte do Cobre

Vejam que, na mesma sintonia, 3 das maiores mineradoras do mundo entraram em Crash essa semana; são elas, VALE, BHP e Rio Tinto, todas listadas em Nova York.

Acrescentei também o crash da Alcoa, uma das maiores fabricantes de alumínio do mundo

Vejam também que Rio Tinto e BHP ainda não perderam divisores importantes, assinalados nos gráficos, diferente da VALE

Alcoa tem essa faixa de 8,60 como forte suporte.

Isso é mais uma indicação de que pode haver um repique forte de várias mineradoras em "conjunto"


VALE, Diário, Nova York




BHP, Diário, Nova York




RIO TINTO, Diário, Nova York



ALCOA, Diário, Nova York














Forte queda do Cobre na Semana, mas ainda acima da LTA longa. Pode significar o repique forte das mineradoras na semana que vem

O Cobre tem sido um bom barômetro para o movimento do Dow Jones.

Temos insistido nisso no blog; daí o acompanhamento mais de perto.

Vejam a queda forte na semana; parou no suporte, faixa de 3,50. Curiosamente, por onde passa uma LTA mais longa.

O que pode acontecer diante disso ?

Só vejo 2 alternativas.

Me parece que nós vamos assistir algumas aberrações de alta semana que vem; deve ser o último ato antes do Crash dos mercados americanos e mundiais.

Ainda não comungo da idéia de que abriremos em Crash na segunda; pode até ser.

Mas começamos a ver muitas coincidências como essa do Cobre, ou seja, para no suporte forte, base da LTA mais longa; deve repicar e levar a várias mineradoras repicarem forte, muito forte também.

Isso explicaria o Crash da VALE5 no Brasil; em seguida um repique muito forte, pra depois cair numa velocidade tão alucinante quanto a alta no repique.

É o que me parece, a volatilidade tende a mostrar seu sorriso semana que vem.

Estômago forte para os próximos 15 dias


Cobre, Diário, escala logarítmica




Cobre, SEMANAL, escala logarítmica


















Com VALE e Petrobrás em total Crash, Bovespa ainda respira, mas deve o rompimento de uma LTB curta

Íncrível a força vendedora pra cima da VALE e da Petrobrás.

Crash sem parar.

Isso vale uma reflexão. Como pode um papel como VALE5 subir da maneira como subiu de novembro até início de janeiro e numa velocidade ainda maior cair e devolver tudo ?

Não há nada de relevante do ponto de vista fundamentalista nisso....nada......nada.....

Apenas, trades pra lá....pra cá.......nada......

Vários foram os papéis que vieram ao patamar dde IFR14 no diario nesses últimos dias na faixa de 25.

O próprio Bovespa fez isso.

VALE5 não foi diferente......

Alguns papéis, depois de atingirem tal patamar "bizarro", já respiraram um pouco melhor hoje.

O Bovespa idem.

Ainda mais provável, dado o IFR14 ainda muito baixo de alguns papéis, que o Bovespa tenha ainda mais sobrevida.

Não conseguiu,, como destacado abaixo, romper uma LTB curta.

Caso rompa, deve vir um ótimo repique.......nada que anime no longo prazo.....

Suporte agora é 55.430....resistência em 58.000, depois 59.500



Gráfico diário, escala logaritmica
















Déficit das contas externas é o maior para todos os meses em 66 anos

E continua o crash nas Contas Externas do Brasil

Forte dinâmica negativa na Balança Comercial, brasileiro gastando como nunca lá fora, e forte remessa de lucros

Investimento externo direto que tem sido o financiador nos últimos anos dessa dinâmica negativa, não foi suficiente no mês de janeiro-2013

Crédito: Portal G1

http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/02/deficit-das-contas-externas-e-o-maior-para-todos-os-meses-em-66-anos.html



2/02/2013 11h04 - Atualizado em 22/02/2013 11h24
Déficit das contas externas é o maior para todos os meses em 66 anos
Em janeiro, resultado negativo somou US$ 11,3 bilhões, informou BC.
Remessas, gasto de brasileiros e balança comercial influenciaram dado.

Alexandro Martello
Do G1, em Brasília

O forte déficit da balança comercial brasileira, o alto valor de gastos de brasileiros lá fora e o volume de remessas de juros, lucros e dividendos ao exterior levaram a conta de transações correntes (balança comercial, serviços e rendas) a registrar, no primeiro mês deste ano, um resultado negativo de US$ 11,3 bilhões – o pior desde 1947, quando tem início a série histórica do Banco Central

A chamada conta corrente é um dos principais indicadores das contas externas brasileiras. O resultado negativo surpreendeu até mesmo o Banco Central, que estimava um resultado negativo de US$ 8,3 bilhões para janeiro de 2013. Até o momento, o maior déficit na conta de transações correntes havia sido registrado em dezembro do ano passado (-US$ 8,4 bilhões).

De acordo com a autoridade monetária, a balança comercial, um dos principais componentes das transações correntes, registrou resultado negativo de US$ 4 bilhões no mês passado – o pior da história. O valor foi influenciado por importações de combustíveis e lubrificantes pela Petrobras, que, de fato, aconteceram em 2012.

Além disso, os brasileiros gastaram US$ 2,29 bilhões no exterior, novo recorde, resultando em um déficit de US$ 1,59 bilhão na conta de viagens internacionais, e as remessas de juros, lucros e dividendos totalizaram US$ 3,8 bilhões no mês passado.

"Tivemos um déficit significativo em janeiro, acima até do que havíamos estimado há 30 dias. Se deve a um déficit mais expressivo da balança comercial. No ano passado, o resultado tinha sido melhor no período. E também tivemos um volume de remessas de lucros e dividendos mais significativo", informou Tulio Maciel, chefe do Departamento Econômico do Banco Central.

Ao mesmo tempo em que o déficit em transações correntes bateu recorde histórico, o mesmo não aconteceu com o ingresso de investimentos estrangeiros diretos na economia brasileira. Em janeiro deste ano, houve o ingresso de US$ 3,7 bilhões, valor menor que os US$ 5,4 bilhões do primeiro mês de 2012. Com isso, os investimentos estrangeiros não foram suficientes para "financiar" o déficit das contas externas em janeiro deste ano.













CRB Commodities toca novamente a mínima de 292, importantíssimo divisor

Hoje, o CRB Commodities tocou na mínima do dia novamente o importantíssimo divisor de 292, faixa que, uma vez rompida pode levar o índice a um Mini Crash.

Vale lembrar a semelhança dos movimentos de Crash do CRB Commodities com o Dow Jones.


CRB, Gráfico SEMANAL, Escala logarítmica












Dow Jones e SP500 não perderam suportes de curto prazo importantes

Dow Jones chegou no intraday perder uma faixa importante de suporte de curto prazo, a faixa de 13.850, mas fechou em 13.880; portanto, acima.

SP500 também não perdeu outra importante faixa de suporte de curto prazo, a faixa de 1.495,  ao fechar em 1.502.

Resistências principais agora para o Dow Jones 14.058 e para o SP500, 1.530









Bovespa não mudou muito e ainda à espera de forte repique

Não mudou muito a configuração de curto prazo do Bovespa.

Hoje fez novas mínimas, próximo dos 55.000 pontos; mínima de 55.430, com um IFR14 diário no intraday atingindo um patamar extremamente sobrevendido, daí a "correria" no final do pregão.

Fechou praticamente no zero a zero, devendo um repique forte, com primeiro objetivo em 58.000 e pensando de forma mais otimista, até mesmo perto dos 60.000 pontos.









quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

"Olho nos Serviços", por Miriam Leitão

Não é só a indústria que tem mostrado fraqueza quando falamos de PIB do Brasil....

O Setor de Serviços começa a dar sinais preocupantes, é o que escreve a jornalista Miriam Leitão do Jornal "O Globo", em artigo publicado hoje.

Vejam abaixo parte do artigo:

Aqui, o link com o artigo completo :

http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2013/02/21/olho-nos-servicos-487052.asp


Olho nos serviços



Ontem saiu o último dado do Banco Central sobre nível de atividade da economia em 2012. Por esse indicador, o crescimento do país ficou um pouco acima de 1%, mas o dado do BC não tem refletido muito o número oficial do IBGE, que ainda será divulgado. Todo mundo viu que a indústria se esborrachou, mas o que pouca gente se deu conta é que o setor de serviços caiu fortemente, e ele tem a maior fatia do PIB.

A economista Silvia Matos, do Ibre/FGV, alerta para esse detalhe. O que tem surpreendido para baixo no PIB é o setor de serviços. O gráfico mostra a desaceleração desde o terceiro trimestre de 2010. Os serviços cresciam a um ritmo de 5,4% e de lá para cá só perderam força. Foram a 1,5% no terceiro tri de 2012, último dado do IBGE. Como os serviços têm um peso de quase 70% no crescimento, eles explicam melhor o que está acontecendo.

— O governo tenta salvar a indústria, mas tem um diagnóstico equivocado. O que melhor explica a queda do PIB é o setor de serviços e ele também pode estar enfrentando problemas estruturais — disse Silvia.

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— Em todo o mundo, crescer décadas seguidas pelos serviços é um enorme desafio. Os EUA conseguiram. Mas eles investiram muito em educação, por muitos anos, e começaram há muito tempo.

Dois subsetores dentro dos serviços têm um cenário particular e desafiador: o mercado financeiro expandiu muito a concessão de crédito, que mais que dobrou em 10 anos, e a inadimplência permanece alta. Sofreu uma desaceleração fortíssima, de 6,3% de alta no terceiro tri de 2011 para 0,6% no mesmo período de 2012, numa taxa acumulada de 12 meses. Da mesma forma, os serviços de informação cresceram pelo boom inicial da internet e da telefonia móvel. Saíram de 4,9% para 3,4%. Também chama atenção o PIB do comércio, que despencou de 5% para 1,1%, no mesmo tipo de comparação.

Olhando o PIB por dentro, outros indicadores são ruins.

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Pelo lado que cresce, quem lidera é o consumo do governo, que deve fechar o ano com alta de 3%, acima do consumo das famílias, em torno de 2,9%. A queda do comércio em dezembro acendeu a luz amarela sobre o vigor das vendas. A impressão generalizada é que a economia neste início de ano continua morna










Querem trabalhar no Mercado Financeiro ?


Alguém quer trabalhar no mercado financeiro ?

Abaixo, matéria interessante publicada no Portal Infomoney, a partir de outra matéria sobre a distribuição de lucros do ano passado do Banco BTG PACTUAL.

Tenham em mente que dificilmente vocês terão todos os sábados e domingos para o lazer, e esqueçam o chopp da noite......com sorte, uma baladinha por semana no bar da esquina.........

http://www.infomoney.com.br/carreira/salarios/noticia/2683746/btg-pactual-pagou-bonus-medio-532-mil-cada-colaborador-2012



BTG Pactual pagou bônus médio de R$ 532 mil a cada colaborador em 2012
No banco, o pagamento de bônus é superior ao salário

Por Karla Santana Mamona  |17h00 | 20-02-2013

SÃO PAULO - O BTG Pactual distribuiu R$ 1,169 bilhão de bônus no ano passado para seus 2.195 colaboradores. Em média, cada um recebeu de bonificação R$ 532 mil. A média considera tanto funcionários em início de carreira como diretores. É razoável supor, portanto, que diretores que apresentaram um bom desempenho no ano passado tenham ganhando alguns milhões de reais em bônus. Os dados estão disponíveis no balanço do banco do quarto trimestre divulgado na última terça-feira (19).

O valor total de bônus pago no ano passado é superior ao de 2011, quando foram distribuídos aos colaboradores R$ 521 milhões. Ao comparar os anos, houve um crescimento de cerca de 125%.
No banco, o pagamento de bônus é superior ao salário. No ano passado, as despesas com salários e benefícios somaram R$ 326 milhões.

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Salários no mercado financeiro

Com o pagamento de bônus "gordos", é comum que alguns profissionais do mercado financeiro, especialmente os que ocupam os cargos de diretores, ganhem mais do que um milhão por ano. Segundo o Guia Salarial 2012-2013 da Robert Half, o cargo melhor remunerado em finanças é o de diretor-executivo (managing director) da área de fusões e aquisições, que, na média do mercado, ganha entre R$ 875 mil e R$ 1,65 milhão ao ano.

Já o mesmo cargo no Mercado de Capitais de Renda Fixa/Variável ganha entre R$ 655 mil e R$ 1,4 milhão por ano. O diretor financeiro (CFO ou chief financial officer) recebe entre R$ 655 mil e R$ 1,380 milhão. Veja abaixo os salários dos cargos e áreas do mercado financeiro que ultrapassam R$ 1 milhão:

Área Cargo Salário Anual (R$)*

*Em milhares.
Fonte: Robert Half

Fusões e Aquisições diretor-executivo                                                875 - 1650
Mercado de Capitais (Renda Fixa / Variável) diretor-executivo         700 - 1400
Controladoria/ Informações Gerenciais diretor-financeiro                  655 - 1380
Operações Estruturadas/ Financiamento de
Projetos diretor-executivo                                                                   735 - 1250
Operações Estruturadas/ Financiamento de
Projetos diretor                                                                                    525 - 1036
Crédito (Credit Middle / Corporate) diretor-executivo                        735 - 1250
Trader (FX, Derivatives, Equity) tesoureiro                                         630 - 1250
Sales Trader (FX, Derivatives, Equity) diretor-executivo                    630 - 1200
Private Banker chefe (head)                                                                   625 - 1160
Risk management Corporate chefe (head)                                              575 - 1015