domingo, 30 de setembro de 2012

Continua a desaceleração chinesa

Dados publicados hoje pelo HSBC, continuam a mostrar a desaceleração mês após mês da Economia Chinesa.

Seja por um insistente baixo indicador industrial, seja por uma queda recorrente nas exportações chinesas.

Crédito: Bloomberg

http://www.bloomberg.com/news/2012-09-30/china-manufacturing-slowdown-persists-before-leadership-handover.html



China Manufacturing Slowdown Persists Before Leadership Handover
By Bloomberg News - Sep 30, 2012 1:01 PM GMT-0300

China’s manufacturing contracted for an 11th straight month, a private survey found, increasing pressure on the government to bolster growth in the world’s second-largest economy.

The purchasing managers’ index from HSBC Holdings Plc (HSBA) and Markit Economics was at 47.9 for September from 47.6 in August. Export orders declined at the fastest pace in 42 months and purchasing activity in manufacturing fell for a fifth consecutive month, the Sept. 29 report showed.

A separate manufacturing report will today give a second reading of the economy as China’s leaders prepare for a once-a- decade handover of power that begins in November and has been clouded by the ouster of Politburo member Bo Xilai. The government is trying to retain public support by sustaining growth while avoiding a resurgence in home prices.


“The failure of both external and internal demand is weighing heavily on Chinese manufacturing,” said Glenn Maguire, principal at consultant Asia Sentry Advisory Pty and former Societe Generale SA chief Asia economist.

 “External demand recovery requires a stronger U.S., Japan and Europe -- a highly unlikely dynamic in the near term. Internal demand recovery requires greater policy support.”

Speculation that authorities will take steps to counter a deepening slowdown spurred a 4.1 percent surge in the benchmark Shanghai Composite Index in last week’s final two trading days. The yuan climbed on Sept. 28 to its strongest level since 1993. The People’s Bank of China injected record funds into the financial system last week to ease a cash squeeze before a week- long holiday. China’s markets are closed through Oct. 7.












sábado, 29 de setembro de 2012

Vamos ver o "VIX"no semanal com a LTB no gráfico "Linha"

Abaixo reproduzo o índice "VIX", principal espelho de hedge e volatilidade do SP500

Coloquei no TEMPO SEMANAL, gráfico "linha".

Vejam que uma curta LTA foi cortada no fechamento.....mas é uma curta LTA no gráfico "linha"

No gráfico "candle", mostrado anteontem,temos uma pá de ventilador com uma terceira LTB ainda não cortada.....

O que é mais interessante é olhar onde bate a LTB maior no gráfico "linha"...na faixa de 20,que é o último topinho (faixa de 19,20) atingido na última perna de alta...

Deve sentir, voltar pra faixa de 15, como foi em jun-jul-2011(terceiro toque na LTB) , e ganhou força pra romper a LTB maior...

O movimento atual também seria um terceiro toque na LTB....

Me parece que depois dessa "ultima volta" na faixa de 15,  o índice teria forças pra romper a LTB maior, mirando , no minimo, os 37......


GRÁFICO SEMANAL, ESCALA LOGARÍTMICA






GRÁFICO DIÁRIO, ESCALA LOGARÍTMICA















sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Índice "XLF" do sistema financeiro americano - LTB e LTA


Uma curta LTB balizando o índice "XLF", do sistema financeiro americano, e uma LTA maior já próxima


Gráfico diário, escala logarítmica











Dow Transportation teve um comportamento ao longo da semana idêntico a jul-2011

Vejam abaixo as marcações que fiz em relação ao Dow Transportation.

Em jul-2011, ele faz um pequeno rompimento da LTA maior, repica pra faixa de 5.250, mas logo em seguida rompe a LTA e vai direto numa queda alucinante

Vejam agora o comportamento do Dow Transportation ao longo dos últimos 7 dias.

Semana passada rompeu "ligeiramente" a LTA.

O índice abre na segunda repicando um pouco mais acima numa outra importante resistência, a faixa de 5.000, e cai pra fechar a semana efetivamente abaixo da LTA maior destacada.....

O Dow Jones começa a sofrer pressão de todos os lados.


Gráfico Semanal, escala logarítmica











Bovespa, mais "BEAR" impossível - "fácil" perda da faixa de 60 k

Na contramão do Dow Jones, como tenho insistido aqui, BEAR MARKET continua pautando o BOVESPA.....

Os fortes repiques são desmanchados com "certa facilidade".

O que quero dizer com isso ? Vejamos o forte repique de 48 k até 69 k.....seria razoável pensar que haveria uma briga um pouco maior na faixa de 60 k na queda, ou pelo menos na faixa de 58 k.

Nada.....


Veio pra baixo direto até os 52 k......nesse ponto sim.....a resistência foi maior......

Agora, o forte repique se deu até 64 k numa velocidade alucinante......

Também seria razoável pensar que na volta, os 60 k segurasse com mais insistência....

Nada.......anteontem segurou......ontem também.....e hoje furou......

É claro que graficamente ainda estamos numa tendência de alta de curto prazo, já que não perdeu os 56.200.....

Deve segurar num primeiro momento.....

Abaixo, coloquei a direção que nesse momento me parece mais provável.....o toque nos 56.200.....repique até os 58 k.......vai direto aos 52 k.....repique até 55 k.......e vai direto até finalmente os 47.500- 48 k, onde abre a chance de um novo e forte repique......


TEMPO DIÁRIO






O que tem sustentado a minha percepção de um BEAR MARKET de longo prazo no BOVESPA, foi, principalmente, o rompimento pra baixo da faixa de 58 k ano passado......

Dali pra diante , fica caracterizado uma tendência maior de baixa, já que um importante pivot no SEMANAL-MENSAL havia sido rompido.....


O segundo recurso, sãos as MÉDIAS MÓVEIS EXPONENCIAIS DE 13 e 21 no TEMPO MENSAL

Vejam abaixo, que no TEMPO MENSAL, a média móvel exponencial de 13 já cruzou lá atrás a de 21 PRA BAIXO.....

Vejam que no BEAR MARKET de 2000-2003, também tivemos esse comportamento...



TEMPO MENSAL





O curioso é que , no TEMPO SEMANAL, também registrado mais abaixo, já temos a média móvel exponencial de 13 cruzada pra cima, ainda que ligeiramente....

No entanto, vejam que nos BEAR MARKETS de 97-99 e 2000-2003, tivemos curtos intervalos onde a ME13 cruzava pra cima a ME21, como destacado mais  abaixo ainda...mais adiante, o pivot de baixa acontecia


TEMPO SEMANAL ATUAL






TEMPO SEMANAL BEAR MARKET 97-99




TEMPO SEMANAL BEAR MARKET 2000-2003















quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Dow Jones - Mais "Bull" impossível, mas vamos tentar ver algumas coisas

Mercados americanos não caem......

Mais "bull" impossível......

Volume vem caindo assutadoramente nos últimos meses, como temos destacado aqui....

Outras divergências espalhadas por aí.....

Ainda temos aquela contagem que eu apresentei aqui da possibilidade das últimas 3 pernas de alta serem na faixa de 3.250 pontos...

Isso abriria uma alternativa de que o índice pudesse ir até 13.650, ou até mesmo 13.800 se considerarmos que a diferença entre o topo da média correção de 10% e o topo da maior correção tem girado em torno de 500 pontos....

Apernas para relembrar o que levantei em outros posts foi o seguinte:

Média correção jan-2010 - topo 10.720, depois corrigiu 8-9% e foi até 11.250 pontos em abril-2010

     DIFERENÇA DOS TOPOS = 530 PONTOS

Média correção fev-2011 - topo 12.450, depois corrigiu 7,7% e foi até 12.875 pontos em abril-2011

      DIFERENÇA DOS TOPOS = 425 PONTOS



Agora, temos os 12,300 topo fev-mar, corrigiu 10% e temos até agora, topo em 13.650, ou seja, 350 pontos acima do outro topo......



     DIFERENÇA DOS TOPOS   ATÉ AGORA = 350 PONTOS



Isso apenas para relmbrarmos......


Hoje, o índice já abriu forte pra cima.....e foi até 13.520 de máxima.

O que temos de interessante aqui ?

Ora, é claro que o indíce pode voltar a subir forte pra buscar o topinho de 13.650 e novas máximas.

Mas abaixo, temos um gráfico que mostrar que o índice, antes dessa pequena correção até 13.400, ficou numa congestão de 120-140 pontos......

Variou entre 13.630-13.650 e 13.500- 13.520.........

Quando rompeu pra baixo, caiu aproximadamente 120 pontos da base da congestão....

E hoje, houve uma rápida ida na mesma faixa de 13.520 pontos....

Abrindo uam outra possiblidade , poderíamos especular que a queda continuará......hoje foi apenas um pullback no antigo suporte de 13.520, base da congestão...



GRÁFICO DE 60"

















Tem uma "pá de ventilador" no VIX , com fundo duplo

Tem uma coisa interessante acontecendo com o índice "VIX", o principal espelho de hedge e volatilidade do SP500

Vejam abaixo, uma "pá de ventilador" em curso

Houve 2 rompimentos de LTB.

A terceira foi sentida ontem. Hoje, a confirmação de que, de fato, a terceira LTB ai presente era uma balizador e o índice caiu forte....

Com as 2 LTB's iniciadas rompidas, para depois o índice mergulhar forte, formou, um fundo duplo com divergências altistas de IFR14 e MACD.

Ainda resta a possiblidade de vistarmos novamente a faixa de 13.50.......seria um fundo triplo.....













quarta-feira, 26 de setembro de 2012

O índice "VXX" e o SP500 vistos pelas Médias Móveis Exponenciais de 13 e 21

Vejam abaixo as medias móveis exponenciais de 13 e 21 do "VXX" e do SP500.

De maio pra cá, quando o VXX teve sua MME de 13 cortada pra cima sobre a de 21, o SP500 fez uma correção que buscou a faixa de 1.260.

Vejam que enquanto a MME13 cortou pra cima a MME21 no "VXX", o SP500 teve o movimento ao contrário.

Isto é, o VXX, nesse caso, foi rigorosamente o espelho do SP500.

Do ponto de 1.266, que foi a mínima do SP500 na última perna de baixa,pra cá, os 2 voltaram a ter direções opostas em relação as suas MME'S de 13 e 21.

Marquei como pontos 1,2 e 3

Vejam que no SP500 , nesses pontos 1,2 e 3 houve uma "ameaça" de corte da MME13 pra baixo da MME21. Ficou apensa na ameaça.

SP500 ainda não teve a Média móvel de 13 cruzada pra baixo sobre a Média móvel exponencial de 21.

Na direção oposta, o "VXX" ainda não teve a Média móvel exponencial de 13 cortada pra cima sobre a Média móvel exponencial de 21, como podemos ver abaixo.


Usando o mesmo raciocínio do movimento anterior, o "VXX" deverá ter sua MME13 cortada pra cima, sobre a  MME21,  se quisermos ver uma correção mais acentuada para o SP500.

Em mercados com baixa volatilidade, o acompanhamento do índice SP500 obedece com uma certa confiança a sua MME21 em pequeníssimas correções.

O mesmo podemos ver no índice VXX



Gráficos diários , escalas logarítmicas

"VXX"




SP500














Bovespa segura na faixa de 60 k


Bovespa por enquanto fez "o dever de casa".

Rompeu no intraday a faixa de 60 k, mas ao longo do dia voltou e fechou relativamente longe dela.

Por ora, um pullback mais do que tradicional.

Resta saber se voltará agora com força pra romper o 63.400 pra depois buscar os 66 k

Ou se apenas segurou momentaneamente.

Pra melhorar no curtíssimo prazo, tem que romper 62 k.

Suporte pra baixo agora os 59..800






1a. LTA do Índice "XLF", do Sistema financeiro americano, já foi perdida


Humm.....

As coisas começam a ficar esquisitas pelo lado americano....

LTA de IFR14 do "VXX".....

1a. LTA rompida pra baixo do "XLF" , do sistema financeiro americano.....

Sei não......

por cautela, é melhor chamar o Ben Bernanke.......

Vai que......


Gráfico diário, escala logaritmica















O Bear Market do BOVESPA e o Bull Market americano


Por enquanto, o mesmo retrato.....

Bovespa com o forte repique em andamento que foi dos 52 k até os 60 k, corrigiu até os 56.200 e depois até 63.400......

Vem corrigindo.....corrigiu forte hoje até a faixa de 60.300

Tendência principal ainda de BEAR MARKET.....de baixa portanto....

No curto-médio prazo, ainda tem os 56.200 pra segurar e voltar pra tentar romper os 63.400

Depois , os 52 k mais forte......

No longo prazo, ainda BEAR MARKET......BEAR MARKET......ainda tem de mostrar vontade de ir nos 66 k, depois o rompimento dos 70k , pra pensarmos em alguma mudança de tendência principal de baixa.....

Mercado americano, não....

Ainda BULL MARKET forte desde a faixa de 6.500 para o Dow Jones de março de 2009.

No curtíssimo , hoje rompeu um suportezinho de 13.500.....

Suporte mais  forte e imediato , 12.980....

Mudança de tendência no médio prazo, apenas o rompimento pra baixo de 12.000 pontos e 1.266 para o SP500



A diferença de um BEAR MARKET do BOVESPA para o BULL MARKET do Dow Jones nos gráficos semanais



BOVESPA




 DOW JONES













Cada vez mais lindas as LTA''s de MACD e IFR14 do "VXX"

Um dos principais espelhos de volatilidade e hedge do SP500, o índice "VXX" apresenta as LTA's de MACD e IFR14 , aqui destacadas semana passada, cada vez mais lindas

Lindas...

Vejam abaixo...

Ainda jogado na lona, o índice precisa pelo menos romper a barreira dos 10 pra mostrar que tá a fim mesmo de ir pra cima.....

Mas que essas LTA's estão uma "´pintura", estão...










terça-feira, 25 de setembro de 2012

"Em 93% do tempo, os touros de Wall Street estão manipulando você", diz Paul Farrell


Em ótimo artigo escrito e publicado hoje na "MarketWatch", Paull Farrell escancara sobre os relatórios "touros" e "otimistas" de Wall Street

Cá pra nós.....


Vamos lá.....Paul Farrell está dizendo alguma mentira ?

Vocês realmente acham que algum analista diria pra você:

"Olha só.....vou ser realista.....o bicho tá pegando......é melhor vender tudo....."


Vamos a parte do artigo:

O artigo todo em : http://www.marketwatch.com/story/dow-will-repeat-2007-2008-peak-crash-cycle-2012-09-24?pagenumber=1

Não esqueçam de ler na página 2 em seguida, os vários e vários relatos ao longo do tempo..................


Sept. 25, 2012, 12:33 a.m. EDT
Dow will repeat 2007-2008 peak-crash cycle
Commentary: It’s deja vu as lessons of meltdown go unheeded

By Paul B. Farrell, MarketWatch
SAN LUIS OBISPO, Calif. (MarketWatch) — Dow skyrockets near 20,000 by 2014? In two years? Then crashes near 10,000 by 2016 presidential elections? Possible? You bet. Déjà vu 2007-2008.

So what’s your biggest risk as an investor? Listening and acting on the relentless manipulative B.S. from Wall Street’s media bulls in the next few years.

Last week USA Today suggested the stock market will soon set a new record high, “How high? How about an all-time high in six months, 16% higher in 12 months, almost 40% higher two years from now.” Yes, 40% said one bullish technician with a mega-bullhorn sounding the rally call for all bulls: “Now is the time to finally break out” of today’s secular bear market.

New secular bull market driving stocks up 40% in just two years, by 2014? Yes, halfway through the next presidential term the DJIA would have to rocket past the 2007 peak of 14,164 to a record close just under 20,000, ignoring GOP leaders warnings that gridlock of all tax, jobs and economic programs will continue if Obama is reelected.

Now compare that with my recent report that says the Dow would drop 20% by 2016, down near 10,000. But it’s not really an impossible scenario: The U.S. stock market could rise near 20,000 in the first two years of the next presidential term. Then by 2014, a global crisis could sink the Dow to 10,000 by the 2016 presidential elections, like 2008.

Wall Street never learned lessons of 2008, so we’re doomed to repeat

Repeating? Yes. Here’s why today’s stock market parallels the 2007-2008 run-up to Wall Street’s disastrous subprime credit meltdown. Remember, the Dow hit 14,164 in October 2007. Then lost more than 50% of market value, crashing to around 6,600 in March 2009. Get it? Lots can happen in two years. And unfortunately technicians can’t fit this kind of macro-volatility into their myopic equations.

How do I know? Earlier when I was publishing my own financial newsletter I developed a healthy skepticism of predictions made by technicians. One day with a commodities trader, after watching his two-minute ticker moves, I asked him about predicting the market two weeks down the road: No can do. Besides, they don’t want to. Like today’s high-frequency traders, they think short-term, in minutes, micro-seconds, not weeks.

Besides, too many variables. It’s tough enough just focusing on short-term technical numbers. In the process, they have to minimize other key analytical tools — fundamental analysis, MPT and macroeconomic trends — and speculate on Fed policies, fiscal cliffs, internecine partisan political wars, jobs, terrorist attacks, China’s exports, and so many other technically less-quantifiable big-picture factors for long-term predictions.

Warning: 93% of Wall Street’s message intentionally misleading B.S.

So if you remember nothing else today, here’s your big take-away: You can never trust Wall Street bulls, they’re lying to you 93% of the time. Studies tell us analysts signal “buys” vastly more than “sells.” And behavioral-science research tells us that bankers, traders and other market insiders are misleading us, manipulating us 93% of the time in their securities reports, PR, ads, speeches, sales material, in their predictions on television, cable shows and when quoted in newspapers and magazines.

Get it? It’s 13-times more likely that Wall Street’s telling you a lie than the truth. Yes, they’re manipulating you 93% of the time. They know your brain’s easy to manipulate. That’s just what they do. They can’t help themselves in today’s highly competitive world. And they’ll never change. So they always win, you always lose.

17 stupid statements bulls make to deny a bear recession

You have to “tune your B.S. detector to high,” as the great financial adviser Jane Bryant Quinn says in her classic “Making the Most Out of Your Money.” Quinn’s warning was reinforced with the publication of “Bull! 144 Stupid Statements from the Market’s Fallen Prophets,” which hit the book stores near the end of the 30-month recession a decade ago, after $8 trillion of the retirement money for 95 million Americans was wiped out.

We picked 17 of the stupidest statements made by Wall Street’s leading minds to illustrate their tendency 93% of the time to mislead and manipulate investors using hype, happy talk and pure biased B.S.








Divergências na comparação "Dow Jones x Dow Jones acima de MA50"


Abaixo , 2 gráficos.

O Gráfico do Dow Jones e o gráfico que mostra o desempenho das empresas que constam do índice com valores acima da média móvel simples de 50.

Vejam a divergência forte

Enquanto o índice sobe, menos e menos empresas estão acima da média móvel simples de 50.

Ou seja, cada vez menos empresas participam do rally.

As divergências se mostraram presentes nas fortes correções de maio-2010 e jul-2011, como assinalado abaixo


Gráficos diários
















segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Dow Transportation ainda "em cima" da base da cunha e da LTA - Semanal










"VXX" - 15 - 12,5 - 11 - 10 - 8 , Será 7 agora ? Sem fundo, sem freio ?













As velhas notícias...mais tempo para Grécia, aumento de déficit da Grécia........trilhões e trilhões "fictícios".....


Não sei se necessariamente são notícias negativas; em tese, deveriam ser....

Mas são as mesmas.....as mesmas de 6,12, 15,18, 24 meses atrás.....

Aumento de tempo para Grécia.......o rombo da Grécia é bem maior.....trilhões para resgate ? Alemanha refuta........


Nada muda......daqui 3 meses, voltaremos aqui e a Grécia não terá dinheiro, pedirá mais tempo.....o rombo terá aumentado novamente......não falaremos em apenas 1,2 trilhões de Euros para resgate....falaremos em 3,4....talvez 5......


Vamos a elas:


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França defende mais tempo para a Grécia

http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=589514&tm=6&layout=121&visual=49

Crédito:  RTP NOTÍCIAS

António Carneiro, RTP
24 Set, 2012, 09:47 / atualizado em 24 Set, 2012, 09:53

O primeiro-ministro francês defendeu que a Grécia deve obter mais tempo para cumprir as metas do resgate internacional, desde que Atenas “seja sincera” na aplicação das reformas exigidas pelos credores. Jean-Marc-Ayrault insistiu que a solução não pode ser a saída da Grécia da Zona Euro e criticou a “imoralidade” dos gregos muito ricos que investem o seu dinheiro no estrangeiro.


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Segundo reportagem da revista alemã Der Spiegel o rombo no orçamento grego é quase o dobro da estimativa anterior, de 11 bilhões de euros

Crédito: Revista Exame



Crise | 23/09/2012 10:35
Déficit da Grécia chega a cerca de € 20 bi, diz revista
Segundo reportagem da revista alemã Der Spiegel o rombo no orçamento grego é quase o dobro da estimativa anterior, de 11 bilhões de euros

Atenas - A revista alemã Der Spiegel voltou a informar que o rombo nas finanças públicas da Grécia pode ser maior do que o anteriormente previsto. Em reportagem publicada neste domingo, a Der Spiegel diz que a Grécia enfrenta um déficit de cerca de 20 bilhões de euros no seu orçamento, quase o dobro da estimativa anterior, citando resultados preliminares da chamada Troica, formada pela Comissão Europeia, Banco Central Europeu (BCE) e Fundo Monetário Internacional (FMI). Anteriormente o déficit havia sido previsto pelo governo grego em não mais do que 11 bilhões de euros.


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2 Trilhões de Euros para o ESM ?

Alemanha refuta veementemente.........

Crédito: Reuters



Aumento do ESM para 2 trilhões de euros não é viável--Alemanha

BERLIM, 24 Set (Reuters) - O Ministério das Finanças da Alemanha afirmou nesta segunda-feira que as conversas sobre alavancar o fundo de resgate permanente da zona do euro para 2 trilhões de euros por meio do envolvimento do setor privado não são realistas, acrescentando que qualquer discussão sobre números precisos é "puramente abstrata".

O porta-voz do Ministério Martin Kotthaus disse que havia negociações em curso em Bruxelas sobre alavancar a capacidade do Mecanismo Europeu de Estabilização Financeira (ESM, na sigla em inglês) da mesma forma que seu antecessor, o Fundo Europeu de Estabilização Financeira (EFSF, em inglês).

Mas, quando questionado sobre uma reportagem da revista Spiegel sobre a capacidade de o ESM ser alavancado para 2 trilhões de euros, ele disse que isso era "ilusório".

"Não é viável falar sobre números neste momento", disse ele a repórteres. "Isso é puramente abstrato."

Kotthaus afirmou que o governo alemão e o Parlamento apoiavam a ideia de aumentar a capacidade do ESM por meio de "participação de capital privado em empréstimos e outros instrumentos para Estados que os solicitarem", assim como eles apoiaram tais instrumentos para o EFSF.

Espera-se que o ESM entre em operação em 8 de outubro com um poder de fogo de 500 bilhões de euros.

Kotthaus afirmou que não tinha informações sobre uma reportagem separada da Spiegel sobre um buraco de 20 bilhões de euros no orçamento estatal da Grécia.

(Reportagem de Gernot Heller e Stephen Brown)













Credit Suisse: "Fundo verde reduz bolsa e ainda compra inflação"


No mês de maio desse ano, publiquei uma matéria que havia sido divulgada pelo jornal "Valor" que expunha a visão do pessoal de análise do Credit Suisse aqui no Brasil:

O título do artigo era: "Estou comprado em inflação e você ?"

Aqui, o link: http://pracompraroupravender.blogspot.com.br/2012/05/estou-comprado-em-inflacao-e-voce.html


Pois sim....


Hoje, em matéria divulgada pelo portal Infomoney, parece haver uma manutenção nessa direção pelo pessoal do Credit aqui no Brasil..


O Título da matéria:

"CSHG: Fundo Verde reduz alocação em bolsa e diz que está "comprado" em inflação"

Segue o texto:

Crédito: Portal Infomoney

http://www.infomoney.com.br/onde-investir/acoes/noticia/2564469/CSHG-Fundo-Verde-reduz-alocacao-bolsa-diz-que-esta-comprado


CSHG: Fundo Verde reduz alocação em bolsa e diz que está "comprado" em inflação

"Aproveitamos uma certa euforia no começo de agosto para reduzir nossas alocações em bolsa e retomar um portfólio de perfil mais defensivo", diz o relatório do fundo de Luis Stuhlberger

Por Diego Lazzaris Borges  |15h45 | 20-09-2012 A A A
SÃO PAULO – O fundo Verde, da Credit Suisse Hedging Griffo, afirmou em relatório aos investidores que reduziu a sua alocação em ações no mês de agosto e que está com uma parte do portfólio investido em ativos ligados aos índices de preços.
“Aproveitamos uma certa euforia no começo de agosto para reduzir nossas alocações em bolsa e retomar um portfólio de perfil mais defensivo. Continuamos comprados em dólar (talvez a última alavanca macro que sobrará ao governo), vendidos em euro contra uma cesta de moedas e comprados em inflação”, diz o relatório do fundo gerido por Luis Stuhlberger. O fundo se enquadra na categoria "Multimercados", o que permite que atue em diversas frentes.

No mês passado, a rentabilidade do Verde ficou em 0,43%. No acumulado do ano, o fundo rendeu 12,77%.

Cenário global

O relatório da equipe de gestão do Verde aponta que existem evidências, especialmente vindas da China, de que os riscos para o crescimento global estão se acentuando na margem. “No entanto, a maior parte dos preços de ativos não reflete essa dinâmica, pois uma outra força age em sentido contrário: a crença de que os riscos de cauda na Europa estão sendo cortados pela ação de Mario Draghi no BCE (Banco Central Europeu)”.

Na opinião da equipe, a solução dos problemas europeus passa, em parte, pela impressão de moeda e por um euro mais fraco. “Vários de nossos pares advogam que o “fim horroroso” é inevitável. Talvez seja mesmo, mas a natureza política do processo favorece o prolongamento da crise”, dizem.
No mercado doméstico, eles lembram que, apesar dos sinais vindos da China preocuparem (por enquanto esses sinais estão sendo refletidos apenas na queda forte dos preços do minério de ferro), ainda há quem acredite na aceleração do crescimento no restante do ano, o que permitiria ao país avançar entre 3,5% e 4,0% em 2013. “Os estímulos estão sendo oferecidos, e o governo tem adicionado novas medidas quase que diariamente. O mundo do ‘bull market in politics’ veio para ficar.

Talvez a pergunta mais importante para o médio prazo seja esta: até que ponto o Brasil vai conseguir conviver com uma desaceleração estrutural da China? O tripé ‘CCC’ (Crédito, Consumo e Commodities) pode estar perdendo sua parte mais fundamental”, concluem.







domingo, 23 de setembro de 2012

Dow Jones x Dow Transportation 97-atual - TEMPO MENSAL


Vamos fazer uma comparação do índice Dow Jones com o Dow Transportation de 97 para os dias de hoje

Vejam que praticamente os 2 índices seguem colados nos ultimos 15 anos

No entanto, no topo de 2007, houve um "descolamento".

O Gráfico é mensal. Portanto, no TEMPO MENSAL, em 2007-2008, o Dow Transportation faz claramente um novo topo antes da queda em linha reta, mas o Dow Jones, não

Vejamos agora, no BULL MARKET dos últimos 3 anos e meio.

o Dow Transportation já fez um grande NOVO TOPO NO MENSAL.

Será que o Dow Jones repetirá o comportamente de 2007-2008 e não fará um novo topo no Mensal ?


Gráfico MENSAL, Escala linear



Gráfico Semanal, Escala linear - 2006-atual














Memórias de 1987 - O Ano do Maior Crash da Bolsa de Valores de Nova York


Faltam 26 dias para o 25o.aniversário do Crash da Bolsa de Nova York.

Mais um resgate do que acontecia ao longo do ano de 1987.

No Brasil, o Rock Brasil continuava no seu bom momento, apesar da Crise Ecocômica.

Um Rock brasileiro que havia começado com mais força cerca de 5 anos antes com a Banda Blitz.

Depois, várias bandas mostraram "sua cara". Uma atrás da outra, num verdadeiro boom do Rock Brasileiro: Paralamas do Sucesso, Legião Urbana, Titãs, Biquini Cavadão, Plebe Rude, várias e váras outras; umas efêmeras, outras, nem tanto.

Uma delas , dura até hoje: Kid Abelha e os Abóboras Selvagens, depois, já nos anos 90, abreviado para apenas "Kid Abelha"

Um trio que ficaria marcado pra sempre: Paula Toller, George Israel e Bruno Fortunato. Leoni, um dos fundadores, sairia anos depois.

Todos se conheceram na PUC-RJ, onde estudavam.

 A mesma Universidade onde lecionavam André Lara Resende, Pérsio Arida, Gustavo Franco, Pedro Malan e Edmar Bacha, o "núcleo duro" que seria responsável, pelo Planejamento ou Execução, anos depois, pelo mais bem sucedido Plano de Estabilização Econômica Brasileira, talvez um dos mais bem sucedidos do mundo, o Plano Real

No ano de 1987, na esteira do sucesso de Madonna, Paula Toller , vocalista do Kid Abelha, ousava e curtia o seu lado 'Madonna", inclusive com a cor dos cabelos.

Abaixo, no antigo programa do Faustão, "Perdidos na Noite", Paula Toller e o Kid Abelha falam do conturbado momento econômico pelo qual passava o Brasil e o rock brasileiro e tocava ao vivo.

Era 1987......uma época onde fazer Rock no Brasil era uma desafio e obstáculo.

Mais abaixo, 25 anos depois, Paula Toller, já aos 49 anos (fez 50 mês passado), num show em comemoração aos 30 anos da Banda, mostra que o tempo não passou para ela......Continua mais linda do que nunca


























sábado, 22 de setembro de 2012

"O grande mito nos Mercados de ações hoje", por Joe Weinsenthal


Um artigo publicado hoje pela Business Insider novamente joga uma luz sobre o que é mais importante na análise do mercado acionário.

Fundamentos, expectativas, ações de Bancos Centrais, enfim.....

Uma velha discussão...

O texto é recheado por insights e visões otimistas.

Cada um, obviamente, pensa de uma forma, cada um tem sua maneira de ver as coisas....

Não quero entrar aqui de forma mais profunda no terreno da Filosofia do Conhecimento ou da Ciência.

Mas aqui cabe uma discussão....temos um dos eixos principais do Conhecimento, da Epistemologia do Conhecimento........

Essencialmente, a Ciência avança a partir de um ponto central que é o Reducionismo; reducionismo esse que traduz o todo a partir de observações singulares.

ISTO É........várias observações determinam um todo, determinam uma explicação.......isto é a ESSÊNCIA DA CIÊNCIA.


Porém, Karl Popper, foi além........Popper diz que:

Várias observações podem não explicar o todo..............mas basta uma observação para falsificar o todo........

ESSE É O PRINCÍPIO DO QUE SE CHAMOU FALSIFICACIONISMO OU FALSIFICAÇÃO DE POPPER.

Diz ele em "A Lógica da Pesquisa Científica" (pág, 50, Ed. Cultrix, Edição 13):

"Quero apenas que todo enunciado científico se encontre capaz de ser submetido a teste"

O que Popper quer dizer, é, fundamentalmente, que várias observações não explicam a verdade, pois, em algum momento após "vários testes", basta uma observação, para "falseá-la", falsificá-la"

Reparem que a essência do "CISNE NEGRO", enunciado e discutido por Nassim Taleb em seu livro  "A Lógica do Cisne Negro", tem origem na idéia do Falsificacionismo de Popper.



O CISNE NEGRO É A IDENTIDADE MÁXIMA DA FALSIFICAÇÃO DE POPPER


Sem mais rodeios, a essência do eventual otimismo disparado no artigo da Business Insider é tão frágil, como uma bola de neve no deserto......

Basta 1, 1, apenas 1 observação para destruir a observação sob a qual se sustentou o otimismo do artigo.


Mas, vamos ao artigo......

Para quem tem simpatia em ler sobre Filosofia da Ciência ou mesmo Popper, comece pelo seu livro "A Lógica da Pesquisa Científica".

No link , um pouco do Falsificacionismo de Popper: http://www.filosofiahoje.com/2011/10/o-falsificacionismo-de-karl-popper.html


Abaixo , parte do texto da Business Insider. Alguns gráficos expostos no artigo são importantes para o entendimento e se encontram no link


http://www.businessinsider.com/the-myth-of-the-central-bank-driven-rally-2012-9




The Biggest Myth In The Stock Market Today
Joe Weisenthal | Sep. 22, 2012, 5:59 AM | 2,865 | 19

A note out this week from Morgan Stanley was titled Fundamental Disconnect, and it summed the market thusly.

Global central banks have done all in their power to rescue the financial markets from the doldrums.
Yet, fundamentals continue to weaken.  We believe fundamentals ultimately trump central bank policy.
We can't possibly go through all of the analyst notes and trader comments we've seen of late basically making this exact same point, that investors were being squeezed between two opposing trends:

Deteriorating fundamentals and aggressive central bank action.

There's just one problem: It isn't true...............

There's some of that, but the broad thrust of this market hasn't changed: The market likes good economic data and expanding earnings, and it dislikes the opposite.

One of our favorite charts to look at is the Citigroup Economic Surprise Index, which measures how economic data is coming in relative to expectations.
This is a five year chart, but as you can see if you look to th right, the index has been rallying nicely since the middle of this year.

"Fundamentals continue to weaken"? Don't think so.
Here's the same index but for Europe.

Deteriorating fundamentals?

Nope, relative to expectations, this index is making a huge comeback from where it was this summer.
On a global basis, Goldman Sachs's proprietary leading economic momentum index (blue line) is showing a bounce for the first time in awhile, a trend which the fir believes anticipates an uptick in global production (grey line).

While it's true that we've been getting some pretty horrid global trade numbers, and that the sentiment readings from US Manufacturers have been awful, even here there are signs of life.
This week's Philly Fed report showed signs of stabilization, jumping to its highest level in 5 months.

German Flash PMI beat expectations.

Also, no discussion of the direction of the economy is complete without talking about the uptrend in the very sector that caused the crisis in the first place: Housing.

We won't run through all the data (the ongoing rise in existing home sales, housing starts, the Case-Shiller Home Price Index, etc.). We'll just make one observation: In the last two quarters, according to the latest Fed Flow Of Funds report, household real estate assets have climbed in value by over $700 billion.

Of course, improving economic data itself doesn't mean that markets should be at multi-year highs. Corporate fundamentals also matter.

But here you're covered too.
Jeff Miller who blogs at A Dash Of Insight had the best fundamentals based explanation we'd seen for the market eclipsing pre-crisis highs. It's pretty straightforward:

May of 2008. Forward earnings on the S&P 500 then were 93.77, the ten-year yield was 3.9% and the odds of a recession -- according to the best method -- were nearly 100%

Now. Forward earnings are 108, the ten-year yield is 1.59% and the recession odds for the next year are below 10%.

People talk about headlines and sling around phrases like Draghi put, printing money, etc., instead of
analyzing data. The world is a much better place for investing than it was in 2008.
Here's a chart of quarterly earnings going back a decade to drive home the point that public companies are making more than ever before.
..........

Not only that, it's easy to imagine a downturn in the data accompanied by a feeling that the Fed had already fired bazooka, leading to the conclusion that there was no ammo left anywhere to address the economy, thus causing market panic. We're not saying this will happen, but it would not be a total surprise.
Lastly, when people talk about global central bank easing, the ECB gets thrown in there with the rest, but actually it is in the process of doing something much more profound.
.........

This is about much more than providing liquidity. This takes a major risk off the table for both markets and the real economy. One of the biggest problems in Europe has been the collapse of investment spending in many areas, and a credible action taken by the ECB to prevent a collapse, or the redenomination of a country's assets should at the margins help mitigate this collapse. So the rally in Europe has been helped by the central bank, but the central bank is doing something real, and not just engaged in financial actions.
The world's central banks are trying to do their part, but the tension between what they're doing and what the economic and earnings fundamentals are showing doesn't exist.








Memórias de 1987 - O Ano do Crash da Bolsa de Valores de Nova York


Faltam 27 dias para o 25o.Aniversário do maior Crash da Bolsa de Valores de Nova York.

Continuamos a resgatar momentos daquele ano.

Em 1987, Madonna partia para a turnê "Who's that girl" por todo o mundo.

Numa época sem internet, sem CD's, Iphones e IPOD's, Madonna engatava sucesso atrás de sucesso, recordes de vendas de discos "Long Play" atrás de recordes.

Enfim, em 1987 o mundo estava aos pés de Madonna.

Abaixo, a música "Open your heart", do disco de 1986, mais uma música que rapidamente ocupou o topo das "paradas musicais" da época.

Madonna, exuberante e extremamente carismática, em 1987, na Itália, cantando "Open Your heart"



















sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Mantega: taxa de expansão de 4,2% do PIB em 2013 é realista para o Brasil


O que vocês acham ?

Deixa pra lá....


Crédito: Jornal "O Estado de São Paulo"

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,mantega-taxa-de-expansao-de-42-do-pib-em-2013-e-realista-para-o-brasil,127684,0.htm



Mantega: taxa de expansão de 4,2% do PIB em 2013 é realista para o Brasil
Ministro afirmou ainda que os países emergente continuarão a crescer mais que os desenvolvidos
21 de setembro de 2012 | 8h 07

Jamil Chade, enviado especial de O Estado de S.Paulo

LONDRES - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, avaliou como "realista" uma taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro de 4,2% em 2013. Durante um seminário promovido pela revista The Economist, Mantega disse ainda que os países emergentes continuarão tendo taxas de crescimento maiores que os países desenvolvidos, em meio ao atual cenário macroeconômico global. Ele afirmou também que o Fundo Monetário Internacional (FMI) deve rebaixar as projeções para a economia mundial em outubro.

Na semana passada, o ministro disse que o segundo semestre seria bem melhor para a economia brasileira, mas o primeiro puxaria a média de crescimento do PIB para baixo. "Podemos assegurar que a economia brasileira crescerá acima de 4%. São análises do FMI e de vários analistas. Aliás, já temos tido várias notícias que mostram que o crescimento já está retomando no País", afirmou na ocasião.

A previsão do governo brasileiro para o crescimento do comércio varejista em 2012 é de 7,5%, segundo Mantega. "Isso é satisfatório", avaliou.




Último dia de Inverno no Brasil - Cidade de São Paulo, a maior do Brasil


Imagens da Cidade de São Paulo, a maior do Brasil, no último dia de Inverno no Hemisfério Sul.

Não é a cidade onde nasci, mas é a cidade que aprendi a gostar e enaltecê-la.


São Paulo fantástica
Câmera  Ao Vivo
http://radar.g1.globo.com/sp/sao-paulo


Fotos do Bairro de Moema e Marginal Pinheiros

















Papo da balada do fim de semana: Transportation perde LTA longa, "EUR X USD" perde 1,30 e Petróleo perde 7% depois de crash


Dow Jones e SP500 nada de novo...nada.....0 a 0 novamente....Dow Jones ligeira queda de 0,1%

Dow Jones suporte imediato 13.500 e principal 12.980

Bovespa fechou com queda de 0,6% em 61.320; suporte imediato em 60.900 e principal em 56.200, embora  os 60 k seja importante divisor.


No entanto, podemos ir para o final de semana com um pano de fundo para as baladas.....

O índice Dow Transportation perdeu sua LTA e base da cunha mais longa no fechamento hoje.

Vejam que em jul-2011, o índice perde a LTA e mergulha forte, num mesmo movimento forte de queda do Dow Jones.

É fato que o DOW JONES, como também destacado abaixo havia perdido uma LTA pequena que havia se formado.

De qualquer maneira, a barra de fechamento de queda no SEMANAL do TRANSPORTATION foi "muito forte"... vamos dar o "benefício" da duvida, pois ainda temos o suporte mais forte de 4.800 adiante

Pra colocar um pouco mais de pimenta na conversa, além desse sinal do Transportation, temos a paridade "EUR X USD" com um fechamento abaixo de 1,30, que, como visto no post anterior, representa um importantíssimo divisor.

Pra finalizar, Petróleo Light Crude, da máxima em 100,41 da semana passada até o fechamento de hoje, perdeu praticamente 7% , depois de assistirmos um flash crash na segunda, prolongado até hoje.



Dow Transportation SEMANAL com a cunha rompida e a LTA perdida, escala logarítmica




Dow Jones com o movimento de jul-2011 e hoje, TEMPO SEMANAL, escala logarítmica













Petróleo e "EUR x USD" voltam a retestar os suportes perdidos


Abaixo 2 gráficos.

Depois de ter perdido o suporte de 94,00 , o barril do Petróleo Light Crude mergulhou forte até 90,96 e repicou ainda hoje no suporte perdido acima quando bateu na máxima 93,82.

A Paridade "EUR X USD" briga agora com o suporte forte perdido ontem de 1,30.

Vejam abaixo, que a briga em torno de 1,30 aconteceu de fevereiro até maio desse ano. Quando a faixa de 1,30 foi quebrada pra mergulhar direto até 1,228 e somente parar próximo a faixa de 1,20.

Nesse momento, a paridade encontra-se em 1.2992.



Diário Light Crude







Diário "EUR X USD"












Artigo na Business Insider traz à tona "Dow Jones Transportation x Dow Jones"

Artigo publicado hoje na Business Insider coloca à mesa a discussão em torno do acompanhamento e comparação de 2 índices:

Dow Jones Transportation e o Dow Jones.

Muito discutido por alguns analistas, em tese, um deveria confirmar o outro.....

Isto é, não deveriam dar divergência....se um está subindo, o mesmo deveria acontecer com o outro.

Inclusive, recentemente recebi um email de um leitor sobre essa comparação, e decidi, prontamente, a colocá-la, assim como explicitá-la e acompanhá-la mais de perto nos últimos dias.

Vamos ao artigo:

Apenas os gráficos foram retirados; no entanto, como já disse, nos últimos dias, estamos mais próximos deles:

http://www.businessinsider.com/dow-transports-2012-9




Everybody In The Market Is Worried About Trannies — But Should They Be?

There's a classically defined school of investing called  Dow Theory says that the Dow Jones Industrial Average and Dow Transportation Average (nicknamed the Trannies) are the only two lines you need to watch to know which way the rest of the market will move.

Simply put, these sub-indices should confirm each other's highs and lows. If one is making a new high, while the other is not doing well, you should be skeptical of the durability of the rally.

However, while most stocks have surged higher lately, transportation stocks have recently collapsed — causing extreme static in the Dow Theory's buy and sell signals. (Or in Dow Theory speak, a "divergence.")

That's bad, Horizon Investment Services CIO Rich Moroney told us by phone.

While this is a worrying sign, it has yet to send an official Dow Theory sell signal.

"What we need to see now is for transports to reconfirm 5368.93 to reconfirm the bullish primary trend," he told us. "Short of that, there's going to be uncertainty."

The Fed's announcement has done little to move either index, at least so far. 

"It was quite interesting to see the reaction to the Fed's announcement, which was mostly bullish," he said. "But three profit warnings from transportation firms got in way of that."
In his note for this week, Moroney said trucker Werner Enterprises warned costs are climbing faster than revenue per mile, while FedEx blamed a slowdown in global trade.
Here's what the moves looked like:

In a follow-up email, Moroney explained why freight and rail have diverted in the fashion shown above:

Airfreight is dominated by UPS and FDX, both of which have been hurt by the slowdown in global trade and price competition from cheaper shipping options. Truckers have a hard time maintaining margins. Until [Norfolk Southern's] warning this week, rails were seen as better-positioned to maintain margins and sustain at least modest profit growth.
For both the price-weighted Dow Jones Transportation average and capitalization-weighted indexes of the transportation sector, the rails are the most important sector.
It’s discouraging to see no bounce-back in the rails today.
Moroney says that, all told, transport's poor profit announcements are unlikely to be limited to be contained to their sector.

Why? He notes:

For the September, December, and March quarters, all 10 sectors of the S&P 500 Index except financials have seen consensus profit estimates reduced since July 1, according to ThomsonReuters.
Negative earnings preannouncements for the September quarter are outrunning positive preannouncements by a 4-to-1 ratio, the worst showing since 2001.

Ultimately, it's too early to start freaking out about the transports if you believe in Dow Theory.  But it's something worth monitoring closely.












IBM e Wal Mart novamente nos topos históricos


IBM e Wal Mart, listadas em Nova York, novamente testando os niveis do topo histórico.IBM hoje máxima de 207,94, embora o topo histórico seja 210,.69.

Wal Mart, hoje 75,09; topo histórico 75,24

IBM no TEMPO SEMANAL tem simplesmente uma insana e fortíssima divergência baixista de IFR14 abaixo destacada.


Gráficos Semanais, Escalas logarítmicas













Previsões para o Nobel de Economia


Previsões para o Nobel de Economia


Publicadas no blog do Alexandre Schwartsman

http://www.maovisivel.blogspot.com.br/2012/09/previsoes-para-o-nobel.html

e na http://sciencewatch.com/nobel/2012-predictions



1 - Arbitrage Price Theory


Stephen A. Ross 


Franco Modigliani Professor of Financial Economics and Professor Finance at the MIT Sloan School of Management, Massachusetts Institute of Technology, Cambridge, MA USA

Stephen Ross has been described by a peer as “the greatest living finance scholar.” Of course, the Nobel Prize is generally awarded for a specific contribution rather than for lifetime achievement. He has invented several theories and concepts fundamental to finance, among which are: arbitrage pricing theory, agency theory, risk-neutral pricing, and the binomial model for pricing derivatives. Here it is suggested that, among all these contributions, Ross may be awarded the Nobel Prize specifically for his arbitrage pricing theory. Ross published a paper entitled “The Arbitrage Theory of Capital Asset Pricing” in the Journal of Economic Theory in 1976. This is his third most cited journal article, with over 900 citations to date. The paper was supplemented with a 1980 article in the Journal of Finance entitled “An Empirical Investigation of the Arbitrage Pricing Theory,” co-authored with Richard Roll. Arbitrage pricing theory says that the expected return on a financial asset can be determined by a combination of market indices and other independent macroeconomic factors. It is often compared, by contrast, to the Capital Asset Price Model (CAPM) in that the Arbitrage Pricing Theory (ACT) uses more flexible assumptions than the CAPM, which is market based. A mispriced asset under ACT analysis gives the arbitrageur the opportunity to short the asset while going long on a group of securities to obtain, according to the theory, a risk-free profit. Recognizing the ACT with a Nobel Prize might be expected since the CAPM was singled out by the Nobel committee in its 1990 Prize to Harry M. Markowitz, Merton H. Miller, and William F. Sharpe. Nobel Prizes that extend or complement others are not infrequent.




2 -Income and Outcomes



Sir Anthony B. Atkinson 


Fellow, Nuffield College, Oxford, England, UK

Atkinson has had a long and productive scholarly career and has also been a much consulted source for government policymakers, especially in the United Kingdom and Europe. However, and in particular, it is his 1970 paper in the Journal of Economic Theory, “On the Measurement of Income Inequality,” that stands out and has been most influential among his works. This measurement is known as the “Atkinson Index” or the “Atkinson Inequality Index.” His 1970 paper, now with over 1,300 citations, is listed in a summary on what mattered most in economics since 1970. What follows is an informed commentary of the importance Atkinson’s measure: “Many people used measures like the Gini coefficient or the Lorenz curve to say something about the distribution of income or wealth. These measures suggested a kind of objectivity. The beauty of Atkinson’s measure of income inequality is that it points out that the very act of measuring it is subjective and requires some statement about how much one cares about the distribution of income or wealth. Only after stating one’s degree of relative income aversion, is it possible to measure the degree of inequality.”

Angus S. Deaton 


Dwight D. Eisenhower Professor of International Affairs and Professor of Economics and International Affairs at the Woodrow Wilson School, Princeton University, Princeton, NJ USA



Deaton has had a most interesting scholarly career, having begun his studies with the 1984 Nobel Laureate Sir Richard Stone at Cambridge University in the early 1970s. Deaton’s first focused on precise econometric studies of demand based on the British economy. In 1980, with John Muellbauer, he published “An Almost Ideal Demand System” in the American Economic Review. This paper is Deaton’s most cited journal article, having now received more than 1,000 citations. It is listed in a summary on what mattered most in economics since 1970 and as one of the 20 most influential articles ever published in the American Economic Review, a study authored by several past Nobel Prize (see: http://economics.mit.edu/files/6349). In the latter, it is described as follows: “This paper, building on the traditions of Cobb-Douglas, Stone, and Gorman, introduces a practical system of demand equations that are consistent with preference maximization and have sufficient flexibility to support full-welfare analysis of policies that have impact on consumers. The Deaton-Muellbauer system is now the standard for empirical analysis of consumer demand.” He also showed that movements in consumption are smaller than changes in income, revealing a surprising smoothness, a phenomenon known as the “Deaton Paradox.” This is described in a 1987 paper, “Life Cycle Models of Consumption. Is the Evidence Consistent with the Theory?,” in Advances in Econometrics, Fifth World Congress, Volume II, Cambridge University Press, and in a 1989 paper, “Why is Consumption so Smooth?,” written with John Campbell, which appeared in the Review of Economic Studies.



3- Understanding Market Volatility

Robert J. Shiller


Arthur M. Okun Professor of Economics, Cowles Foundation for Research in Economics and Professor of Finance at the International Center for Finance, Yale University, New Haven, CT USA


Shiller is best known to the public as the author of the bestseller Irrational Exuberance (Princeton 2000) which presciently warned of a bubble in the stock market. He also warned of an impending bubble in real estate values in a paper in 2003 and in the second edition of Irrational Exuberance in 2005. He is also the co-inventor of the widely quoted Case-Shiller index tracking real estate prices. But it is not for these accurate market forecasts or for his index that he may be in the running for Nobel honors. Rather, it is for his many studies of volatility in asset prices. In particularly, his 1981 article in American Economic Review, “Do Stock Prices Move Too Much to be Justified by Subsequent Changes in Dividends,” is a classic and highly cited study that challenged the widely accepted Efficient Market Hypothesis. This paper has been cited more than 700 times, is Shiller’s most cited journal article, and is listed in a summary on what mattered most in economics since 1970 and as one of the 20 most influential articles ever published in the American Economic Review, a study authored by several past Nobel Prize (see: http://economics.mit.edu/files/6349). More recently, he published, with the 2001 Nobel Laureate George A. Akerlof, Animal Spirits: How Human Psychology Drives the Economy, and Why it Matters for Global Capitalism (Princeton, 2009).









Memórias de 1987 - O Ano do Crash da Bolsa de Valores de Nova York


Faltam 28 dias para o 25o.Aniversário do Crash de 1987, o fatídico dia 19 de outubro.

Estamos resgatando algumas curiosidades, alguns ícones, algumas referências que se destacaram ao longo daquele ano que ficaria marcado pra sempre nos mercados financeiros do mundo.

Nas telas de cinema do mundo, "WALL STREET, Poder e Cobiça (assim era chamado no Brasil), com o personagem Gordon Gekko como figura principal estreava e também marcava uma geração.

Abro um parênteses aqui para trazer à tona a figura de Julius Clarence, um personagem do livro "Os mercadores da noite" do escritor brasileiro Ivan Sant'anna.

O livro e personagem Julius Clarence, do brasileiro Ivan Sant'anna, são tão instigantes e interessantes quanto "Wall Street" e "Gordon Gekko". Talvez merecesse um roteiro para as telas de cinema também.

Por enquanto, ficamos com o ano de 1987 , "Wall Street", um ícone no ano de 1987.















quinta-feira, 20 de setembro de 2012

CRB confirma perda de LTA, mas a dúvida continua....


Abaixo, temos a confirmação da perda hoje da LTA do CRB Commodities.

Mas a dúvida fica.....

O principal suporte é a faixa de 290-295.....a ida até esse patamar poderia simplesmente ser uma correção de 50% do Fibonacci do rally de alta da faixa de 260-265 até 320.......

Outro ponto a favor dessa hipótese é o cruzamento pra cima da média móvel simples de 50 sobre a de 200 no tempo Diário...

No gráfico SEMANAL mais abaixo fica mais visível a faixa de 290-295


Gráfico diário, escala logarítmica




Gráfico semanal, escala logarítmica