sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Ouro SPOT rompe LTB longa

Abaixo, uma LTB rompida hoje pelo Ouro SPOT, com um toque na Média Móvel de 200 períodos no intraday.


Gráfico diário, escala logarítmica










"EURO X DÓLAR" toca LTB de longo prazo


Vejam abaixo o gráfico da paridade "Euro x Dólar".

Vejam uma LTB de longo prazo que vem lá de abril de 2011 tocada hoje na faixa de 1,263



















Pior fase de desaceleração já passou, diz Mantega sobre PIB

Fiquei com algumas dúvidas ao ler a matéria abaixo...


"Não deixe o dólar subir"

"Não suba os juros"

"Torça" para os Bancos Centrais do mundo não subirem as suas respectivas taxas de juros

'Torça" pra China continuar vendendo pra uma Europa "quebrada".....


Enfim.......









Crédito: Portal G1


http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/08/pior-fase-de-desaceleracao-ja-passou-diz-mantega-sobre-pib.html



31/08/2012 11h20 - Atualizado em 31/08/2012 13h18
Pior fase de desaceleração já passou, diz Mantega sobre PIB

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta sexta-feira (31) que a economia está mostrando recuperação – apesar do crescimento baixo, de 0,4% no segundo trimestre, segundo dados divulgados mais cedo pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Passamos a pior fase de desaceleração, que ficou concentrada no primeiro trimestre, e a economia está acelerando gradualmente”, afirmou o ministro ao comentar o resultado do PIB (Produto Interno Bruto) do segundo trimestre. “É um número que estamos olhando no retrovisor,está ficando para trás.

De qualquer forma, é um resultado bom em relação ao primeiro trimestre. Não é excepcional, mas é o prenúncio de resultados melhores que virão no segundo semestre”, destacou.

Apesar de fracos, os dados corroboram a afirmação do ministro: o crescimento de 0,4% é o maior desde o segundo trimestre de 2011, quando a expansão foi de 0,6%.

O ministro destacou que a economia já está num ritmo melhor do que no primeiro semestre e que os resultados do terceiro e quatro trimestres serão "ainda melhores". Mas, questionado, Mantega não quis dar uma previsão para o PIB no fechamento do ano.

“Nós fazemos revisões bimensais desses dados, então temos que aguardar para fazer a revisão. Mas temos que olhar para frente e não para trás. Olhando para frente, tivemos uma desaceleração maior que o esperado neste início de ano e agora vamos atrás da recuperação. O que posso garantir é que a economia já está em aceleração gradual. Não é nada espetacular, mas a aceleração gradual já está ocorrendo neste momento da economia”, disse.

“O que interessa para mim é olhar para frente e assegurar que este segundo semestres nós estejamos voltando próximos daquele patamar de crescimento em torno dos 4%. O último trimestre do ano, com certeza nós vamos nos aproximar de um crescimento em torno de 4%”, acrescentou.

Ele também não respondeu se o país deverá crescer mais ou menos que no ano passado, quando a expansão ficou em 2,7%. “Como eu disse, estamos olhando para frente. No segundo semestre vamos estar crescendo mais do que o ano passado”, dissse.
Já para o 2013, o ministro afirmou que o governo espera um crescimento maior que 4%.

“A maioria das projeções para o ano que vem são de um crescimento de 4% ou mais”, disse. “Acho perfeitamente viável que a gente cresça mais de 4% no próximo ano”.







Pra frente Brasil ! O preço do boom das Commodities


Tenho insistido aqui no blog, que o Brasil "dormiu em berço esplêndido" ao longo dos últimos 10 anos por conta das commodities.

O governo federal esqueçeu a matriz industrial, se importou demais com o mercado interno, como se o mercado interno não fosse feito também de produtos importados da China e outros países asiáticos, e ligou o botão automático das exportações de produtos de "baixo valor agregado", produtos que não dependem de nós, enfim, as commodities, como citado acima.

Foi uma festa......

10 anos de boom das commodities.......10 anos sem que o governo federal fizesse algo de relevante, exceto, um pacote ali, outro aqui, outro acolá, uma redução de IPI, outra acolá......

Nenhuma reforma séria....

Surfou na onda do boom das commodities

A festa acabou.....e o PIB está aí pra comprovar....


Bem.......

Alexandre Schwartsman,ex-diretor do Banco Central,  escreveu um excelente artigo anteontem nessa linha em seu blog.

Colocou os devidos "pingos nos is", quando falamos sobre nossa pauta de exportações, e o que está dentro dela...

"Dentro dela" está apenas "PREÇO".......

O PREÇO DO BOOM DAS COMMODITIES.....

Aqui o artigo

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http://maovisivel.blogspot.com.br/2012/08/quem-nos-navega-e-o-mar.html



Quem nos navega é o mar

O Brasil permanece uma economia bastante fechada ao comércio internacional. Apesar do crescimento expressivo nos últimos anos, o comércio representa apenas cerca de um quarto do PIB, deixando o país nas últimas colocações do ranking mundial neste quesito. Assim, ao contrário de países como a China, a economia não tem muito do seu impulso atrelado diretamente ao comércio global. Apesar disso, as exportações desempenham um papel relevante, a saber, pagar pelas importações necessárias para sustentar o ritmo forte de aumento do consumo interno. É assim fundamental entender o excelente desempenho das exportações brasileiras nos últimos anos.

Há meros dez anos essas equivaliam a pouco mais de US$ 83 bilhões (a preços de 2011), correspondentes a 0,92% do comércio global. No ano passado atingiram US$ 256 bilhões, expansão média pouco superior a 13% ao ano, já deduzida a inflação, cerca de 3 vezes mais rápido que observado nos 10 anos anteriores e também superior ao ritmo mundial. A participação no comércio global chegou assim a 1,42%, a maior desde 1955.

Este último resultado parece contradizer a noção que o Brasil teria apenas surfado na onda de prosperidade mundial. Uma decomposição simples do crescimento das exportações brasileiras no período revelaria que quase 30% das novas exportações se originaram do aumento da participação no comércio mundial, enquanto 65% provêm do aumento do comércio mundial em si e o restante da interação entre estes dois fatores. De 2009 para cá o resultado é ainda mais significativo: quase metade das exportações adicionais resultou da crescente participação de mercado.

As razões para o ufanismo, no entanto, começam a se dissipar quando aprofundamos ligeiramente a análise. Ocorre que há dois canais pelos quais um país pode aumentar sua participação no comércio internacional: as quantidades exportadas podem crescer a um ritmo maior do que as quantidades transacionadas globalmente, ou os preços dos produtos exportados podem crescer mais rapidamente do que os preços globais. No caso do Brasil, o que prevaleceu foi o segundo mecanismo.

Com efeito, entre 2002 e 2011 os preços das exportações brasileiras aumentaram 163%, enquanto o aumento médio global alcançou 65%. Neste mesmo período as quantidades exportadas pelo Brasil se expandiram 61%, em linha com o crescimento mundial de quantidades (67%). Não é difícil concluir, portanto, que foi o aumento extraordinário dos preços dos produtos brasileiros no mercado internacional – fruto do crescimento não menos extraordinário dos preços internacionais de commodities – a razão pela qual a participação brasileira no comércio global cresceu de forma tão acentuada.

Assim, ao decompor o crescimento das exportações brasileiras de 2002 a 2011 chegamos ao seguinte: como adiantado, 65% se originaram do crescimento do comércio mundial; 40%, por sua vez, resultaram do aumento dos preços (relativamente aos globais), cabendo aos demais componentes, inclusive o crescimento das quantidades, contribuições negativas para a expansão das vendas ao exterior.

Tais números sugerem que, de fato, o desempenho exportador brasileiro decorreu de forças globais, sobre as quais o país dispõe de nenhum controle.  Em particular o aumento dos preços das exportações relativamente às importações permitiu que cada unidade exportada pelo Brasil comprasse em 2011 36% a mais do que comprava em 2002, possibilitando que o consumo crescesse cerca de 1-1,5% ao ano mais rápido que o PIB nos últimos anos.

A base do crescimento nacional está, pois, alicerçada em fundamentos externos. Não por acaso as exportações têm perdido o fôlego em 2012, em linha com o fraco crescimento mundial e a queda no preço das commodities. Sem esta ajuda, o modelo de crescimento baseado no consumo encontra limitações crescentes, aparentes no fraco desempenho de 2012.

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Artigo do "The Wall Street" vai na mesma direção de Soros

Coincidência ou não, vale a pena ler o artigo do "The Wall Street Journal" sobre o que está à frente de nós.

Mais uma vez , dúvidas acerca da capacidade financeira de países da Zona do Euro em pagar suas dividas; agora, cada vez mais próximas, as dúvidas, das nações mais ricas da Zona do Euro.

Com a palavra , George Soros, novamente.

E o artigo do WSJ abaixo:







http://online.wsj.com/article/SB10000872396390444772804577621212619274608.html?mod=WSJ_hp_LEFTWhatsNewsCollection


BY CHARLES FORELLE

LONDON—After an uncharacteristically calm August, European policy makers and financial markets are facing a tumultuous autumn marked by major showdowns in key euro-zone battlegrounds.

For years, policy makers have wondered what would happen if a large euro-zone country, like Spain, was unable to borrow money in large quantities. Now they are edging closer to finding out. Demand for Spanish bonds is wilting fast, and Spain must issue billions more to cover its deficits and repay old debt coming due in October.

Meanwhile, Greece, again, will need more cash. And a constitutional-court ruling in Germany on the legality of the bloc's ...






Dow Jones briga, luta, tenta......rompeu LTA ontem e hoje bate na Linha de retorno

É....Dow Jones......

Pelo menos temos que reconhecer que, mesmo sem volume algum, levado talvez pelos hedge funds, talvez pelo final do mês pra deixar os fundos "bonitos" e "socarem" tudo ao longo da primeira quinzena, enfim, temos que reconhecer que o Dow Jones tá brigando........

Bateu 1 vez na LTA abaixo, bateu 2, 3 , 4, 5, 6, 7, 8, 9......ontem não aguentou........fechou abaixo....

e hoje tá batendo na LINHA DE RETORNO



Gráfico hora Brasil 11:13, escala logarítmica













A Volatilidade voltou ? Voltou ?.....mas ela tava tão baixa....

Não estou "entendendo nada"....

A volatilidade voltou ?

Ah........deve ser por conta da fala do Bernanke......


Ou será por conta do "VXX" abaixo ? "No gatilho" pra fazer um pivot de alta depois de ter rompido a LTB mais longa.

Ou será por conta do "VIX" no TEMPO DIÁRIO que também rompeu uma LTB, rompeu a MA50,, máxima e mais máxima e outra máxima.

Ou será por conta do "VIX" no TEMPO SEMANAL que apresenta um fundo duplo com forte divergência altista de IFR14, MACD e Histograma ?

Um fundo duplo com um eixo do "W" quase perfeito....

Ou será pelas 3 alternativas acima ?


Façam suas apostas



Escalas logarítmicas

















É......Banco Central Europeu....."a coisa ficou feia" agora.....


Escrevi no texto sobre o "Crash no Modo Fundamentalista" na terça última que os dados fracos da economia mundial sugeririam uma inflação em queda.

Aqui o texto e o link do artigo: http://pracompraroupravender.blogspot.com.br/2012/08/o-crash-no-modo-fundamentalista-e-o.html

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Continuemos com alguns dados interessantes.

Uma relação "Dívida/PIB", PIB em declínio e taxas de desemprego altas poderiam sugerir uma queda forte na inflação, não é ?

Vejam os gráficos abaixo:

Podemos dizer que os Estados Unidos ainda mantém uma taxa "dentro dos padrões". Por outro lado, não é isso que vemos nas outras 2 regiões.

As taxas de inflação continuam em patamares elevados , olhados em retrospectiva e, principalmente, destoando da fraca condição econômica de ambas as regiões.


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Pois sim,

Notícia publicada hoje dá conta de que inflação na Zona do Euro continua em patamares altos.

É........Banco Central Europeu.........mais um "banana pra descascar"......

Estaríamos diante de uma estagflação ?

Crédito: Portal Infomoney


http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/2544533/Inflacao-Zona-Euro-sobe-mais-que-esperado-agosto




Inflação da Zona do Euro sobe mais do que o esperado em agosto
Resultado pode desestimular o BCE a reduzir novamente os juros na próxima quinta-feira

Por Reuters  |8h04 | 31-08-2012 A A A
SÃO PAULO - A inflação da zona do euro subiu em agosto mais do que o esperado, mostraram nesta sexta-feira dados que podem desestimular o Banco Central Europeu (BCE) a reduzir novamente os juros na próxima quinta-feira.
O Escritório de Estatísticas da União Europeia estimou que os preços ao consumidor nos 17 países que usam o euro subiram 2,6% na comparação anual, acelerando ante a alta de 2,4% em julho e acima da expectativa do mercado de um avanço de 2,5%.

"Essa é a primeira vez que a taxa de inflação da zona do euro acelerou desde setembro do ano passado, e achamos que deve subir mais em setembro", escreveu em nota o economista do Barclays Capital François Cabau.

A taxa de inflação tinha recuado de maneira estável ante os 3% registrados em novembro de 2011 para se estabilizar em 2,4% em maio, junho e julho, conforme a economia da zona do euro desacelerou com força devido à crise de dívida soberana.

O BCE quer manter a inflação abaixo, mas próximo, de 2%, e espera que a taxa caia abaixo de 2% até o fim do ano.

O banco central também busca maneiras de impulsionar o crescimento econômico em uma zona do euro estagnada e pode reduzir na próxima semana sua principal taxa de refinanciamento, que está em 0,75%.

O Produto Interno Bruto da zona do euro ficou inalterado no primeiro trimestre do ano na comparação trimestral e contraiu 0,2% no segundo.

Evidências de uma forte desaceleração da economia foram vistas na taxa de desemprego, que atingiu nova máxima para a zona do euro de 11,3% em julho, inalterado ante o dado revisado para junho.
A alta do desemprego deve limitar as pressões inflacionárias nos próximos meses, o que o BCE pode ver como um argumento a favor de cortar os juros.






"É um modelo envergonhado de privatização", diz Adriano Pires

Uma rápida e boa matéria acerca do PIB brasileiro publicada agora há pouco fez o portal G1.

Pediu a alguns analistas que emitiram opiniões, em sua maioria, pessimistas.

Ressaltaram o baixo investimento e um cenário para 2012 de 1,5%, por exemplo, ainda otimista !

Sim. Silvia Matos, da Fundação Getúlio Vargas ressalta que a expectativa de 1,5% de crescimento para 2012 já pode ser considerada otimista.

Dentro do contexto "INVESTIMENTO", chama a atenção a colocação de Adriano Pires sobre o comportamento do governo brasileiro acerca das privatizações que poderiam dar um impulso ao investimento no Brasil:

Diz ele:


"O governo continua com o DNA estatizante. O pacote de concessões também foi uma notícia boa, mas são pacotes cujo resultado vai repercutir só no próximo mandato do presidente da república. E é estatal também, com o governo criando uma série de regras. É um modelo envergonhado de privatização. Enquanto a gente não abandonar estes pacotes velhos, recorrentes, e não colocar políticas claras, bem definidas a respeito da participação do investimento privado em infraestrutura, a gente vai ficar patinando no pibinho. Tem que ter investimento privado e o público tem que fiscalizar e regular. Enquanto ficar com este DNA do medo de ser acusado de privatista não vai conseguir retomar um crescimento consistente.”


Matéria abaixo:

http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/08/queda-no-investimento-no-pib-do-2-trimestre-decepciona-analistas.html



31/08/2012 10h12 - Atualizado em 31/08/2012 10h21
Queda no investimento no PIB do 2º trimestre decepciona analistas
Economia brasileira cresceu 0,4% de abril a junho deste ano, informa IBGE.
Taxa de investimento caiu de 18,8% no 2º trimestre de 2011 para 17,9%.

Do G1, em São Paulo
A economia brasileira cresceu 0,4% no segundo trimestre (de abril a junho) de 2012 em relação aos três primeiros meses de 2012, segundo informou, nesta sexta-feira (31) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Chamou a atenção de analistas consultados pelo G1 a queda nos investimentos, que recuaram 0,7%. A taxa de investimento caiu de 18,8% no segundo trimestre do ano passado para 17,9% na divulgação feita esta sexta-feira (31).

Por setores, o resultado foi: agropecuária (4,9%), serviços (0,7%) e indústria (- 2,5%).
Veja o que economistas comentaram sobre o resultado da economia no segundo trimestre do ano e sobre perspectivas para 2012:


Silvia Matos, economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV)
“A gente já esperava este crescimento de 0,4%, não teve novidade. Mostra que a economia está se recuperando, mas o ritmo ainda é lento. O que nos surpreendeu foi a queda maior do investimento. Esperava alguma recuperação, dado que o primeiro trimestre foi muito complicado. Portanto, o PIB é o mesmo, mas com o consumo indo bem, o investimento e a indústria indo mal.

A gente já esperava uma indústria mal, mas o resultado veio pior do que prevíamos. Isso corrobora a expectativa de que um crescimento de 1,5% do PIB para 2012 seria um cenário infelizmente otimista.

A gente não investe. Se a indústria vai mal, não tem muita solução. Nos surpreendemos por um cenário pior do que imaginávamos. Temos também a construção civil, por mais que a gente espere sinal de melhora, ainda é um crescimento mais fraco do que foi no passado. Para o investimento crescer no Brasil vai depender de muito mais medidas que temos visto até agora. Ainda é muito cedo para dizer que o pior já passou. A gente está crescendo, mas porque temos muitos estímulos no curto prazo. Se tirar o estímulo, a economia vai para o terreno negativo. É o investimento que vai mudar este cenário.”


Adriano Pires, sócio-fundador e diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE)

“O governo tem tentado uns nove ou dez pacotes para reerguer as taxas de crescimento do PIB e cada pacote que vem não está apresentando o resultado esperado. Isso ocorre em função de dois fatores: o mundo está em crise e o Brasil não está fugindo disso, faz parte de um conjuntura mundial. O segundo fator é interno: o país continua insistindo em medidos velhas, atrasadas, na minha opinião, como zerar IPI, ao invés de se fazer pacotes com mudanças estruturais. Esse tipo de política praticamente se esgotou. Tivemos os pacotes dos aeroportos, que foi interessante, mas foi pela metade.

 O governo continua com o DNA estatizante. O pacote de concessões também foi uma notícia boa, mas são pacotes cujo resultado vai repercutir só no próximo mandato do presidente da república. E é estatal também, com o governo criando uma série de regras. É um modelo envergonhado de privatização. Enquanto a gente não abandonar estes pacotes velhos, recorrentes, e não colocar políticas claras, bem definidas a respeito da participação do investimento privado em infraestrutura, a gente vai ficar patinando no pibinho. Tem que ter investimento privado e o público tem que fiscalizar e regular. Enquanto ficar com este DNA do medo de ser acusado de privatista não vai conseguir retomar um crescimento consistente.”


Silvio Campos Neto, economista da Tendências
“O número foi em linha com o que se imaginava, foi uma recuperação na margem, mas ainda assim é um ritmo fraco. Vemos setores com várias dificuldades, principalmente o industrial, em queda de 2,5%. Está em linha com este cenário que inspira todas essas medidas do governo para tentar estimular o setor. Precisamos esperar este segundo semestre e, neste contexto, nossa visão é um pouco mais favorável com relação a tudo quem vem sendo feito.

O crescimento esperado para o ano é de 1,6%, mesmo com esta melhora. Essa melhora faz com que o desempenho no próximo ano seja melhor, até porque a base de comparação será fraca. A expectativa para 2013 é de crescimento de 3,8%. Com relação à indústria, as medidas devem mostrar melhora no curto prazo, mas a economia brasileira ainda tem muitos gargalos que limitam um crescimento mais forte. Vamos continuar num ritmo abaixo do necessário. A queda dos investimentos mostra que estamos com dificuldade. O investimento é baixo e isso não gera grande capacidade de crescimento futuro.”


Luigi Nese, presidente da Confederação Nacional de Serviços (CNS)
“O setor de serviços vem crescendo. Inicialmente, tínhamos a expectativa de crescer 4,5% no ano e revimos para algo entre 2,5% e 3% em 2012. Houve uma desaceleração da economia interna e o setor de serviços atua na economia interna. O resultado desta sexta-feira veio dentro do que estávamos prevendo, pelo menos para o nosso setor. O setor de serviços é o que está empregando hoje. Inclusive, algo que está acontecendo é que o salário médio do setor, que sempre foi criticado, hoje está quase igual ao da indústria.”








PIB do Brasil cresce 0,4% no 2º trimestre de 2012


Crédito : Revista Exame

http://exame.abril.com.br/economia/noticias/pib-cresce-0-4-no-2o-trimestre-de-2012?page=1



Ritmo | 31/08/2012 09:04
PIB cresce 0,4% no 2º trimestre de 2012
PIB em valores correntes alcançou 1,10 trilhão de reais no segundo trimestre

São Paulo – O crescimento da economia brasileira no segundo trimestre desse ano foi de 0,4% em relação ao primeiro trimestre de 2012, considerando ajustes sazonais, de acordo com os dados divulgados hoje pelo IBGE.

Na comparação com o primeiro trimestre do ano, o destaque positivo foi a Agropecuária, que teve crescimento de 4,9% no volume do valor adicionado. Nos Serviços houve aumento de 0,7%, enquanto que a Indústria registrou queda de 2,5% (o setor havia sido destaque no primeiro trimestre).

Pela ótica do gasto, a despesa de consumo do Governo e a das famílias cresceram, respectivamente, 1,1% e 0,6% no segundo trimestre de 2012. Já o outro componente da demanda interna, a formação bruta de capital fixo, teve queda de 0,7%.

No que se refere ao setor externo, as importações de bens e serviços cresceram 1,9%, enquanto que as exportações tiveram queda de 3,9%.

Na comparação com o segundo trimestre de 2011, o PIB cresceu 0,5%. No primeiro semestre, o PIB apresentou aumento de 0,6% em relação ao mesmo período de 2011. No acumulado dos quatro trimestres terminados no segundo trimestre de 2012 (12 meses), a expansão foi de 1,2% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores.

O PIB em valores correntes alcançou 1,10 trilhão de reais no segundo trimestre. A taxa de investimento no período foi de 17,9% do PIB, inferior a do mesmo período do ano anterior (18,8%). A redução foi influenciada, principalmente, pela queda, em volume, da formação bruta de capital fixo no trimestre, segundo o IBGE. A taxa de poupança ficou em 16,9% no segundo trimestre de 2012 (ante 19,0% no mesmo trimestre de 2011).

Expectativas

A expectativa - dada pelo Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), um indicador do BC considerado uma prévia do PIB – era de que a economia cresceria 0,38% no segundo trimestre, na comparação com  os três meses anteriores. O HSBC e o Itaú-Unibanco haviam divulgado que esperavam um crescimento de 0,5% da economia no segundo trimestre em relação ao primeiro.








quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Bovespa fecha abaixo de 58 k , abaixo de 57.500......

Podem escolher

Bovespa fecha abaixo de faixa importante de 58 k, fecha abaixo de 57.500, confirmando o pivotzinho de baixa.

Índice já havia sentido sua média móvel simples de 200 períodos, Linha MACD cruzada na venda de forma bem inclinada, IFR14 ainda com muito espaço para chegar a 30 e abaixo dele por se tratar de um indice com clara direção BEAR MARKET no longo prazo.

Enfim, situação delicadíssima para o Bovespa nesse momento


Gráfico diário, escala logaritmica











Monitorando o "XLF" americano


Gráficos diários, horário Brasil 10:50, escalas logarítmicas

Índice "XLF" do sistema financeiro americano.

Próximo a uma LTA um pouco mais longa, que bate com forte suporte que era forte resistência na faixa de 14,80-15,00.

Perdendo, apenas a faixa de 14.00-14,20 , depois 13,20.

Volume caindo, caindo, caindo feito "balão sem gás".

Uma hora, simplestemente não vai ter comprador.......













quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Opsss......Um OCO no Bovespa ?


Bovespa......fechamento hoje, 29/08/2012. gráfico semanal, escala logarítmica

Fez pivotzinho de baixa ao romper 57.500 e buscar 57 k, embora o rompimento do suporte de 58 k seja tão ou mais relevante.

Fica a dúvida se ainda volta pra testar o suporte perdido de 58 k ou vai direto aos 55.000 e 52 000.

Depois, somente 49.500 e o mais forte, 47.800

Enquanto isso, um esbarro num OCO no semanal












Petróleo Light Crude fecha "em cima" de sua LTA



Light Crude Oil fecha em cima de sua LTA longa

Vejam pelos 2 gráficos

Gráficos diários , escalas logarítmicas












"VIX" mais uma nova máxima; agora, com LTB e MA50

Mais um dia com novas máximas do índice "VIX" , o principal espelho de volatilidade e hedge do SP500.

Fechou em cima de uma segunda LTB curta e acima de sua média móvel simples de 50 períodos, que serviu, como colocado abaixo, também como resistência em períodos anteriores

Essa configuração cada dia melhor do VIX, vai deixando os índices americanos em situação perigosíssima.


Gráfico diário, escala logarítmica










Grrrrrrrrrr..........."XLF" americano......"a prova dos 9".....escandalosa queda de volume


Vejam abaixo uma gritante prova de como os preços dos papéis que formam o índice "XLF" do sistema financeiro americano são puxados pra cima nos últimos 24 meses.....

Toda alta de 2010 pra cá é realizada com uma escandalosa queda no volume....

Depois, vem a paulada pra baixo, com forte volume....

Novamente em seguida, eles "param" de socar venda e voltam a puxar os papéis, mas com BAIXO VOLUME, que vai se tornando escandaloso à medida que a alta é mais forte......

Depois, "tome VENDA" , COM FORTE VOLUME

Vejam, agora, nos últimos 3-4 meses, a alta é efetuada sem volume algum, NÃO HÁ VOLUME.....NADA......

O que virá depois ?



Gráfico diário, escala logarítmica












terça-feira, 28 de agosto de 2012

O Crash no modo Fundamentalista e o Bovespa no meio

Muitos já viram o lado do Crash no gráfico.......

Vamos tentar fazer algo diferente....

Vamos abordar o Crash no lado fundamentalista, embora com a percepção dos gráficos.....

Abaixo, comecarei a listar uma série deles, focados essencialmente em 3 regiões, EuroÁrea, Estados Unidos e Reino Unido, 3 regiões com peso gigantesco no mundo.

Eventualmente agregarei alguns outros.

Comecemos por apresentar a relação Dívida/PIB.

Em comparação com o final dos anos 90 e início dos "anos 2000", a situação é bastante diferente.

Hoje, a dívida contraída por essas regiões em relação com seu PIB vem crescendo fortemente nos últimos 4-5 anos. Aqui, agreguei o gráfico do Japão por se encontrar em patamar tão ou mais delicado










Paasemos a olhar o PIB em sim de cada região para identificarmos alguma tendência.

Aqui, também não me parece um quadro distinto do início dos "anos 2000".

Enquanto lá tínhamos uma certa estabilidade ou mesmo tendência ascendente das economias das respectivas regiões, hoje, a tendência é de declínio.







Vamos aos gráficos de taxa de desemprego:

Ora......aqui, nada de mudança.

Final dos anos 90 e início dos "anos 2000" , tínhamos uma tendência declinante na taxa de desemprego para as 3 regiões.

Nos últimos 4-5 anos, nenhuma perspectiva otimistas. É verdade que nos Estados Unidos, a taxa vem caindo, no entanto, ainda acima de patamares dos "anos 2000"








Continuemos com alguns dados interessantes.

Uma relação "Dívida/PIB", PIB em declínio e taxas de desemprego altas poderiam sugerir uma queda forte na inflação, não é ?

Vejam os gráficos abaixo:

Podemos dizer que os Estados Unidos ainda mantém uma taxa "dentro dos padrões". Por outro lado, não é isso que vemos nas outras 2 regiões.

As taxas de inflação continuam em patamares elevados , olhados em retrospectiva e, principalmente, destoando da fraca condição econômica de ambas as regiões.












É natural que precisemos buscar uma série de outras correlações para cravarmos uma direção; também é fato que toda análise carrega uma parcela de subjetividade.

Porém, não há como negar que a inércia que se tira dos gráficos acima é , no mínimo, uma inércia preocupante.

Temos regiões com alto grau de endividamento,  além disso, um endividamento crescente.

Uma taxa de desemprego estável ou em declínio  poderia sugerir um rescente consumo e, por conseguinte, um empurrão no PIB. Entretanto, as taxas de desemprego ainda estão altas ou crescendo.

Isso afeta negativamente o PIB que, por consequência pressiona a taxa de desemprego, que por consequência pressiona negativamente o PIB.

Os governos, com relações altas "Dívida/PIB", precisam de impostos para abater a "dívida", precisam do PIB em alta, que é pressionado por uma taxa de desemprego alta.

Enfim, o "looping" "DÍVIDA/PIB - PIB - TAXA DE DESEMPREGO" está contaminado no curto, médio e no longo prazo. 

Isso sem ainda agregarmos a variável "inflação" que, segundo os gráficos acima, tmabém não ajuda em nada o "looping" acima.


E o Brasil ?

Ora, o Brasil foi fortemente beneficiado com o boom das commodities nos últimos 10 anos.

Desdenhou de sua matriz industrial, já que as commodities empurravam a sua economia para cima.

E agora, com o "looping" acima, concentrado em 3 das principais regiões do mundo, o Brasil sairá machucado ?

Vejam os gráficos abaixo, com dados de Exportação, Balança Comercial, PIB, Indústria, Inflação e Taxa Cambial paridade "Dólar x Real"

Exportação:

Fortemente afetada nos últimos 12-18 meses

Balança Comercial:

Fortemente afetada nos últimos 12-18 meses

PIB:

Fortemente afetado nos últimos 12-18 meses

Indústria:

Fortemente afetada nos últimos 12-18 meses


Inflação:

Persistentemente alta nos últimos 12-18 meses. Em nada contribui para a reversão do PIB, entre outras variáveis

Dólar:

Viés de alta nos últimos 12 meses que também em nada contribui para a Economia como um todo, exceto para as exportações no médio-longo prazo
















Enfim, dificilmente o Brasil voltará a uma posição confortável em termos de PIB, Indústria e Exportações no curto-médio prazo, pois elas se "afetam reflexivamente" e por sofrerem com os dados de 3 das regiões mais ricas do mundo elencados mais acima.

E como tudo isso pode afetar as bolsas de valores ?

Vamos nos ater a apenas 3 gráficos.

2 do SP500 americano e 1 do nosso BOVESPA


Abaixo, no TEMPO SEMANAL, um canal de longo prazo BULL praticamente cumprido no SP500 quando bateu 1.426. com forte divergência baixista de IFR14 (inclusive com uma LTB "quase perfeita")

Mais abaixo, já no TEMPO MENSAL,  o SP500 com uma configuração de inclinação muito próxima a de 2000 e 2007.

LTB de IFR14 praticamente perfeita também




SP500 gráfico semanal, escala linear




SP500 gráfico MENSAL, escala linear




O noos BOVESPA, depois de um topo triplo na faixa de 74.000 pontos, bateu 48 k, repicou até 69 k e voltou para 52 k.

Gráfico BEAR MARKET.....BEAR MARKET, diferente do SP500.

Assim como 1997-1998 e 2000-2001, me parece ser impossível fugir ao BEAR MARKET no curto-médio prazo.

Os repiques, fortes ou não, são meras correções de alta, dentro dessa tendência principal de baixa.

Caso observemos os períodos de 97 e 2000, o BOVESPA ainda tem muito espaço de queda pela frente.

Revejam os gráficos lá acima referentes ao final dos anos 90 e início dos "anos 2000".

Dívida , PIB e taxa de desemprego de regiões mais ricas favoráveis a uma inércia positiva.

E, agora ? Agora, temos uma inércia desfavorável, fortemente negativa.




BOVESPA gráfico MENSAL, escala linear













Vamos brincar de Filosofia do Conhecimento


Existe uma frase que é muito discutida no Universo da Teoria do Conhccimento, e, que, por natural consequência, é trazida à tona no debate "Religião x Ciência"

Obviamente, não é o caso de entrarmos nessa "subárea".

O intuito é apenas trazer à tona a questão em si, ou seja,


A Ausência de Evidência é Evidência de Ausência ?

posta de uma outra forma,

A Ausência de Volatilidade evidencia uma volatilidade nula intrínseca ?

Ora, ora, ora..........certamente isso não está na Fórmula Black-Scholes......

A Fórmula Black-Scholes apenas se preocupa com a volatilidade histórica...

Apenas isso....e ponto......


MAS, SERÁ ?

MAIS UMA VEZ.......

VAMOS AO GRÁFICO VIX SEMANAL, FOCADO NO LADO DIREITO










Gráfico Petróleo - Light Crude


Gráfico diario, escala logarítmica , Fechamento 27/08/2012












"Volatilidade baixa ? " x "A Cuca te pega"


Muita gente montando posição a partir de um cenário de baixa volatilidade......

Se o VIX tivesse do lado esquerdo........

Mas agora, o VIX tá do lado direito......


A Cuca Te Pega
 Cássia Eller


Cuidado com a Cuca que a cuca te pega 

te pega daqui te pega de lá.
A cuca é malvada e se fica irritada 
a cuca é zangada cuidado com ela 
a cuca é matreira e se fica zangada 
a cuca é danada cuidado com ela
























Marcelo Neri assume a presidência do IPEA


O IPEA tem agora um novo presidente: Marcelo Neri.

Crédito: Portal G1

http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/08/marcelo-neri-e-o-novo-presidente-do-ipea.html



27/08/2012 07h45 - Atualizado em 27/08/2012 08h31
Marcelo Neri é o novo presidente do Ipea
Presidência vinha sendo ocupada interinamente por Vanessa Petrelli.
Nomeação de Neri está no 'Diário Oficial da União' desta segunda (27).

Foi publicada nesta segunda-feira (27), no "Diário Oficial da União", a nomeação de Marcelo Neri para o cargo de presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A presidência do instituto vinha sendo ocupada pela economista Vanessa Petrelli, depois que Márcio Pochmann, ligado ao PT, deixou a instituição para disputar a Prefeitura de Campinas.

O Ipea foi presidido interinamente até o governo federal indicar um titular para o cargo.
Marcelo Neri possui Ph.D pela Universidade Princeton. Ele foi um dos primeiros a comprovar, nos anos 90, a queda da pobreza causada pelo Plano Real, o que confrontava a visão de economistas ligados ao PT, e trabalhou dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para demonstrar a existência de uma nova classe média no país, criada com a ajuda da estabilidade econômica, programas sociais e reajustes do salário mínimo.









Preços dos imóveis vão cair forte após a Copa, diz professor da FGV

1 semana, apenas 1 semana após ter escrito um artigo sobre Bolha Imobiliária, o professor da FGV, Samy Dana, escreve que preços dos imóveis podem cair até 50% após Copa do Mundo.

Sim ! 50% !

Embora meu artigo tenha se sustentado em varíáveis um pouco diferentes, Copa do Mundo e Olimpíadas certamente contribuem para a manutenção da Bolha Imobiliária.

É preciso ainda discutir mais, pesquisar mais.

Matéria resgatando o pensamento do professor Samy Dana segue abaixo.

Créditos : Portal UOL e Infomoney


http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2012/08/28/precos-dos-imoveis-vao-cair-forte-apos-a-copa-diz-professor.jhtm



28/08/2012 - 09h52
Preços dos imóveis vão cair forte após a Copa, diz professor da FGV

SÃO PAULO – Os preços dos imóveis devem ter uma desvalorização severa após a Copa do Mundo de 2014, na opinião do professor da Escola de Economia da FGV (Fundação Getulio Vargas) e blogueiro do UOL, Samy Dana.

O professor estima que os preços de alguns imóveis nas 12 cidades-sede podem despencar até 50% depois do evento esportivo, principalmente, na cidade de São Paulo. “Sem dúvida, os preços dos imóveis residenciais, mais novos e localizados nas regiões centrais de São Paulo vão cair mais”, destaca.

Algumas regiões vêm recebendo pesados investimentos em infraestrutura, o que, por consequência, valorizaria os preços dos imóveis. Além disso, há quem pense em lucrar com o aluguel de residências para turistas durante o evento.

A demanda por imóveis e por alugueis, de fato, existe, mas Dana defende que os patamares atuais de preços parecem infundados e muito acima do limite razoável.

“Os brasileiros acreditam que todos os problemas de infraestrutura, saúde e segurança do País serão resolvidos nos próximos dois anos, o que valorizaria todos os imóveis”, afirma o professor. “Os preços seguem um sonho, uma crença, não a realidade.”

Inadimplência
E não é somente a ilusão vinculada ao evento que deve puxar os preços para baixo, na opinião de Dana. Como o crédito imobiliário foi dado com mais intensidade entre 2009 e 2010, o ano da Copa pode marcar um período de grande inadimplência no setor.

“Os imóveis começam a ser entregues, surgem outros custos, a pessoa se enforca e fica inadimplente”, explica o professor. Isso, de acordo com ele, desencadearia uma onda de venda de imóveis, contribuindo para derrubar os preços.

Mau negócio
Por conta deste cenário, para o professor, os imóveis não são um bom investimento neste momento. “Quem for comprar para vender, vai perder dinheiro depois da Copa”, acredita.

Como o dono do imóvel não quer perder dinheiro com o negócio, no primeiro momento, ele não reduzirá o preço, mas o problema, segundo Dana, é que o comprador também não vai querer pagar. Conclusão: não há negócio.

“O primeiro sinal não é a diminuição dos preços, mas do número de negócios. A queda é um processo que demora um pouco mais para começar, mas à medida que mais pessoas querem vender, e menos querem comprar, os preços vão caindo”, diz.










segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Should I Stay or Should I Go ?


"VXX" Gráfico diário, escala logarítmica



"VXX" Gráfico semanal, escala logarítmica




Com a licença da lenda "The Clash"











Opss......Vai vender pra quem Caterpillar ? E o topo duplo ?


Numa forte desaceleração econômica mundial e estouro das commodities, o que acontecerá com a Caterpillar ?

Caterpillar com cerca de 5% de participação no Dow Jones

Vejam abaixo, gráfico SEMANAL, topo duplo perfeito com forte divergência baixista de IFR14 e MACD.

Vejam também a LTB mais longa e, principalmente, a LTA respeitada "a duras penas" em junho e julho últimos.



Gráfico semanal, escala logarítmica

















CHEVRON com 6,5% no DOW JONES perde sua LTA curta


Vejam abaixo o fechamento da CHEVRON em Nova York.

Com participação de 6,59% no Dow Jones (http://www.indexarb.com/indexComponentWtsDJ.html),
a CHEVRON perde sua LTA mais curta de 2 meses no fechamento.

Atenção para a queda forte de volume a partir de jun último, assim como todo o Dow Jones, como venho destacando aqui.


Gráfico diário, escala logarítmica




Vejam também mais abaixo no gráfico semanal, a divergência baixista de IFR14 com novas máximas a partir de março de 2011.


Gráfico semanal, escala logarítmica






Mais abaixo volto a destacar o gráfico da IBM, com participação de cerca de 11% no Dow Jones

A LTB foi respeitada, e agora a IBM entra numa cunha perigosa que sinaliza uma probabiidade alta de um rompimento pra baixo dessa cunha.


Gráfico diário, escala logarítmica





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2 papéis, com cerca de 18% do Dow Jones, com configurações, nesse momento, muito perigosas







Índice "CRB" commodities ainda acima de LTA

"CRB" Commodities ainda acima de LTA curta


Gráfico diário, escala logarítmica
















"VIX" melhora um pouco sua "cara"

O índice VIX continua melhorando sua "cara"....

Já fechou a semana passada acima do divisor de 15; bateu hoje na máxima do topo anterior sem rompê-la, o que ainda não confugura um pivotzinho de alta.

No entanto, me parece que uma "resistenciazinha" de 16,20 foi rompida, como destacado abaixo.












Banco Central Alemão x Banco Central Europeu

Nada muda ao longo do tempo....ou pouca coisa muda.....

Uma delas....

O que pensa o "BUNDESBANK" e o que pensa a "Europa"...

Lembram da queda de braço entre o  "BUNDESBANK" e o Reino Unido e a Itália por exemplo na "quebra da libra esterlina" em 1992, quando Soros apostou contra a Libra Esterlina ?

Aqui a "breve historinha em 1992"





Pois sim.....


Vejam matéria publicada ontem pelo "Jornal de Notícias" de Portugal:

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=2736659



Banco alemão adverte BCE que compra de dívida pública pode ser como uma "droga"

O presidente do Banco Central Alemão, Jens Weidmann, advertiu o Banco Central Europeu contra o início de um novo programa de compra de dívida pública, considerando que este tipo de financiamento pode "criar dependência como uma droga".

"Uma política desse tipo é para mim como o financiamento estatal através da máquina de impressão de dinheiro", afirmou Weidmann, em declarações ao semanário alemão 'Der Spiegel', divulgadas pela agência de notícias espanhola EFE.

Acrescenta que "nas democracias devem decidir os parlamentos e não os bancos centrais sobre uma tão ampla combinação dos riscos".

Salienta também que, se os bancos centrais da zona euro adquirirem dívida pública de determinados países, "os títulos acabarão no balanço do sistema do euro" e "no final deverão responder aos contribuintes dos restantes países".

Depois de destacar que essa não é a forma de resolver os problemas básicos da crise, comenta que "a chuva de dinheiro dos bancos centrais nada mais faria do que despertar ambições já existentes".

"Não deveríamos desvalorizar o perigo de que o financiamento através dos bancos centrais pode criar dependência como uma droga", declara Weidmann, que diz ver ameaçada a independência do BCE.






domingo, 26 de agosto de 2012

Agora, falta apenas 1 semana para o colapso., segundo Soros


Será que George Soros irá acertar o colapso do Euro ? O Colapso da Economia Mundial ?

Vamos rever o video e suas palavras na versão da CNBC....






http://www.cnbc.com/id/47642499/Three_Months_to_Save_the_Euro_George_Soros



Three Months to Save the Euro: George Soros
Published: Sunday, 3 Jun 2012 | 7:46 AM ET
Euro-zone governments have around three months to ensure the survival of the single currency, billionaire investor George Soros said in a speech on Saturday.

“We are at an inflection point. After the expiration of the three months’ window, the markets will continue to demand more but the authorities will not be able to meet their demands,” he warned in a speech at the Festival of Economics in Trento, Italy. (Read the text of his speech .) 

The European Union is “like a bubble” – not a financial bubble but a political bubble -- that could pop as a result of the euro -zone crisis, Soros said.

“In the boom phase, the EU was what the psychoanalyst David Tuckett calls a ‘fantastic object’ – unreal but immensely attractive,” he said.

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Reparem que de lá pra cá, nada mudou.....as palavras de Soros em 02/06/2012 parecem ainda se encaixar dentro de tudo que foi feito até agora....

Querem uma prova ? O que foi aquele encontro do Primeiro-Ministro Grego Antonis Samaras com a Chanceler alemã na última sexta-feira ?

A Grécia depois de infindáveis e infindáveis discussões com a Eurozona ao longo do ano concordou com os termos da ajuda semanas atrás.

E agora vem pedir um novo prazo ? 2 anos a mais ?

Vejam:

http://exame.abril.com.br/economia/noticias/merkel-reforca-apoio-mas-exige-que-grecia-cumpra-reformas


Merkel não comentou diretamente as declarações e disse que a não devem ser feitos julgamentos precipitados sobre a Grécia e que é preciso esperar o relatório da troika, formada pela Comissão Europeia, o Banco Central Europeu (BCE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI).

pós a reunião com Merkel, Samaras reiterou que seu governo "não deseja mais dinheiro", mas sim "mais tempo para respirar". Além disso, assegurou que seu país está conseguindo reduzir o déficit fiscal e o déficit de credibilidade.

"Estou convencido que o relatório da troika constatará que o novo governo de coalizão conseguiu resultados", afirmou Samaras, que afirmou que "os fatos são mais convincentes que as palavras".

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Falta 1 semana....