segunda-feira, 30 de abril de 2012

Bandas do VIX começam a estreitar no semanal


Vejam que "coisa bonita" o índice "VIX" no gráfico semanal vai produzindo com suas bandas bollinger.

Elas começam "finalmente" a estreitar.






Índice "CRB" Commodities pronto pra testar LTB


Índice "CRB" Commodities respira um pouco mais no curto prazo, sobe 3% nos últimos 6 pregões e tem boas chances de testar LTB mais acima.

Linha MACD cruzou "bonito" na compra" no gráfico diário semana passada, como destacado abaixo


Porém......


A linha MACD já havia cruzado na "venda" no gráfico semanal há 4-5 semanas.

É óbvio que o semanal manda mais do que o diário, porém, observar a linhas MACD para o "CRB" em tempos mais longos, sugere um comportamento defensivo, isto é, as linhas MACD não são bons balizadores e/ou ferramentas.



Gráfico diário, escala linear





Gráfico semanal, escala linear






Índice do sistema financeiro americano "XLF" ainda acima da LTA


E o índice "XLF" do sistema financeiro americano ainda se sustenta acima da LTA de médio prazo

Gráfico diário, escala linear






O setor privado paga a "realidade", o setor público paga a "insanidade"


Excelente artigo de Carlos Sardenberg publicado hoje no portal do Jornal "O Estado de São Paulo".

O artigo me pareceu mais um "desabafo" do jornalista, pois, além de especular sobre a direção do dólar, expôs uma sincera e perfeita dicotomia:

"A empresa paga o que pode pagar, considerando o que vende e o que fatura".


Eu diria mais, "considerando o que vende, fatura, e a insanidade de impostos e encargos sociais que paga".

Abaixo o texto completo:

Crédito: Jornal "O Estado de São Paulo"

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,que-tal-o-dolar-a-r-350,110773,0.htm?reload=y

CARLOS ALBERTO SARDENBERG*
Não há números exatos, mas lojistas brasileiros não têm dúvidas: estão perdendo vendas para o comércio de Miami e Nova York. Os sinais são evidentes e o primeiro deles é a atual dedicação do governo americano em facilitar a concessão de vistos para brasileiros. O outro está nas contas externas brasileiras.


No primeiro trimestre deste ano, gastamos US$ 5,4 bilhões lá fora, um salto de 13% sobre o mesmo período de 2011. É verdade que o volume de gastos vem diminuindo na comparação mensal: US$ 2 bilhões em janeiro, ante US$ 1,6 bilhão em março. Isso coincide com a alta do dólar, de modo que essa pode ser uma explicação. Mas quanto precisa subir o dólar para eliminar a vantagem de comprar lá fora?


Fiz algumas comparações com preços de roupas, calçados e aparelhos eletrônicos. Em todos os casos, o dólar precisaria ir muito além. Por exemplo: encontrei um modelo de tênis muito conhecido no mundo, para praticar tênis, fabricado no Vietnã, sendo oferecido no Brasil por R$ 299, na promoção. Curiosamente, o modelo também está em promoção nos Estados Unidos, onde sai por US$ 85 - ou R$ 161, com o dólar já a R$ 1,90. Ainda assim, a metade do preço brasileiro.


Para que o preço local se equilibrasse com o americano, seria necessário um dólar a R$ 3,50. Ora, nem os mais entusiastas defensores da desvalorização do real acreditam que seja razoável chegar a essa cotação.


O dólar chegou a esse nível, perto dos R$ 4, no período pós-Real, apenas numa ocasião: em setembro de 2002, véspera da primeira vitória eleitoral de Lula, quando se imaginava que ele fosse desmontar a política econômica de FHC, pilar da estabilidade. Naquele momento, as exportações brasileiras estavam na casa dos US$ 60 bilhões/ano e as reservas internacionais nem chegavam a US$ 20 bilhões.


Hoje, com a estabilidade macroeconômica completando 18 anos, as exportações passam dos US$ 250 bilhões e as reservas, dos US$ 350 bilhões.


Ou seja, no preço brasileiro local tem muito mais do que um real valorizado - tem todo o custo Brasil.


Com imposto? Na semana passada, a polícia deu uma batida num shopping popular em Belo Horizonte. Pegou todo mundo sem nota fiscal de venda e de compra. A Rádio CBN entrevistou um dos lojistas, quase todos ex-camelôs, para os quais, aliás, fora instalado o shopping. Ele disse o que se sabe: num mercado popular, se for pagar imposto, não dá.


Para a classe média, dá para pagar bem menos imposto: nos Estados Unidos.


Perderam a noção. Por falar nisso, eis um caso de custo Brasil, custo governo.


O trabalhador brasileiro ganhou, em março, R$ 1.728,40. Trata-se de uma média, é claro, de todos os rendimentos do trabalho formal ou informal, no setor público ou privado. É uma medida do IBGE e revela um ganho real, descontada a inflação, de 5,6% sobre o vencimento de um ano atrás. Na verdade, trata-se do valor mais alto para um mês de março, desde 2002.


Mas o Senado Federal tem coisa melhor, muito melhor. Vagas para policial da casa - segurança -, sem necessidade de curso superior, com salário de R$ 13 mil.


Quem ganha esse salário no setor privado?


Todo domingo, este jornal publica, no classificado Empregos, uma tabela geral de salários. São valores médios, obtidos em pesquisa com empresas de diversos portes e setores, sem vantagens, adicionais, prêmios, etc. - como são os R$ 13 mil dos seguranças do Senado, de modo que a comparação faz sentido. Sem contar que o Senado costuma ser generoso nas vantagens pessoais.


Em todas as áreas do setor privado (Administração, Recursos Humanos, Marketing/Vendas, Contabilidade, Tecnologia da Informação, Indústria de Transformação e Logística), só gerentes empatam ou passam dos R$ 13 mil. E nem todos. Em Marketing, por exemplo, um gerente de produtos ganha na média R$ 11 mil.


Na categoria dos engenheiros, sem cargos de chefia, os salários mais altos chegam a R$ 12 mil. E isso para engenheiro de obras sênior, com diploma, claro, e muitos anos de experiência.


Em toda a tabela, os salários mais altos estão na casa dos R$ 17,5 mil, remuneração de gerentes industriais e de Tecnologia da Informação.


De novo, são valores médios. Logo, é claro que tem gente ganhando mais do que isso em muitas empresas. São, entretanto, os pontos altos, não definem a regra. Há advogados que ganham mais de milhão por mês, por exemplo, defendendo os "melhores" bandidos nacionais. Mas um advogado sênior "normal", digamos assim, numa boa empresa, ganha em média R$ 10 mil por mês.


Quando os servidores públicos, especialmente aqueles das carreiras mais bem remuneradas, reivindicam aumentos salariais, costumam se comparar com estrelas do setor privado. Não faz sentido.


Resumindo, o setor público paga bem. Um consultor legislativo, de novo no Senado, começa ganhando R$ 23 mil, com plena estabilidade. Não arranja isso no setor privado, a menos que seja um fora de série.


Alguns dirão: é o setor privado que paga mal.


Errado: os salários são definidos pela capacidade, formação, pelo desempenho, entrega de resultados e pela oferta e demanda de mão de obra. E sempre considerando custos e margens. A empresa paga o que pode pagar, considerando o que vende e o que fatura. (Aliás, neste momento, salários estão em alta no Brasil justamente porque a taxa de desemprego está em baixa histórica.)


Já no setor público, os salários são definidos pela capacidade política de influência. Quanto mais perto dos gabinetes de Brasília, maior o salário.


Na mesma ocasião em que o Senado oferecia R$ 13 mil para seus seguranças, a prefeitura do Rio de Janeiro abria vagas para professor de matemática e espanhol. Salário: R$ 3,4 mil.


*JORNALISTA


SITE: WWW.SARDENBERG.COM.BR


E-MAIL: SARDENBERG@CBN.COM.BR


domingo, 29 de abril de 2012

A inversão da curva de juros nos próximos 10 anos e o Risco do Brasil se tornar o "peru de véspera"



Abaixo destaco 2 gráficos que explicitam o movimento da taxa de juros norte-americana de longo prazo e a taxa interbancária londrina, a LIBOR (LONDON INTERBANK OFFERED RATE) também de longo prazo.

Taxa americana (atual entre 0 e 0,25%)

fonte: pt.global-rates.com

Taxa Libor-dólar americano 3 meses (atual 0,46585%)

fonte: pt.global-rates.com




Ambas as taxas são sinalizadores relevantes para balizar o "custo do dinheiro" no mundo todo.

O "normal" é vermos ambas caminharem na mesma direção, a despeito da taxa americana ser "imposta" pelo Banco Central Americano, e a LIBOR ser uma média de taxas oferecidas pelos bancos britânicos  no interbancário.
O que vemos acima é exatamente isso. Nos últimos 20 anos, ambas se movimentaram exatamente na mesma direção, com exceção de 2008-2009, quando tivemos um repique considerável na LIBOR, isto é, nos mercados interbancários europeus e mundiais, por conta da quebra do Lehman Brothers e consequente congelamento das artérias de crédito ao redor do mundo.

Mas, em essência, elas caminharam na mesma direção.

Há que se registrar que o gráfico da Taxa americana abaixo vem desde 91 e da LIBOR desde 87.

A despeito do Banco Central Americano explicitar que teremos uma taxa americana entre  0 e 0,25% até 2014, não podemos ter isso como 100% de certeza. Ainda que tomemos isso como certo, me parece que dali em diante, o movimento será ascendente, assim como foi em 94 e 2004 (Ver gráfico acima).

Os ciclos  de alta da taxa americana parecem se concentrar justamente nesse período, de 10 anos em 10 anos.

Ora, a LIBOR certamenta andará junto, se não andar antes, como eu aposto.

Ou seja, o cenário para essa década, principalmente a partir de 2013-2014, é muito mais próximo de taxas de juros em crescimento em todo mundo, do que um cenário com baixas taxas de juros.

Os próximos 10 anos serão marcados por um custo do dinheiro mais alto e empréstimos mais custosos.

Qual será a consequência ?

UMA FORTE REALOCAÇÃO DOS ATIVOS EM TODO MUNDO

Não dá pra imaginar um cenário com taxas de juros em ascensão , sem que pensemos em uma forte movimentação entre vários ativos.


As commodities provavelmente terão papel protagonista nessa realocação.

Analisando os gráficos abaixo é possível entender o porquê.



Taxa americana (atual entre 0 e 0,25%)


fonte: pt.global-rates.com


Taxa Libor-dólar americano 3 meses (atual 0,46585%)


fonte: pt.global-rates.com




No período 2001-2004, tivemos um período de queda nas taxas, que foi acompanhado com alta nas commodities (MOMENTO 1).
No período 2007-2009, um novo movimento de queda nas taxas igualmente acompanhado por alta nas commodities (MOMENTO 2)
Agora, finalmente nos últimos 18-24 meses, tivemos um período de consolidação num nível baixo de taxas , que foi acompanhado por uma recuperação forte das commdities, sem, no entanto, atingir pontos anteriores.

Ora, e o Brasil como fica nesse cenário ?

Não é segredo pra ninguém que o Brasil foi fortemente beneficiado pela explosão das commodities nos últimos 10 anos.
A explosão dos preços das commodites impactou fortemente a balança comercial brasileira, assim como as reservas internacionais. Por tabela, carregou o PIB pra cima e, num efeito dominó , ajudou a trazer investimentos externos e receita tributária.

Será que o Brasil se preparou para o cenário anteriormente especulado de alta nas taxas de juros, aumento no custo do dinheiro e uma forte realocação de ativos ?

Poderia ficar aqui cruzando dados e fatos,  como o inchaço do funcionalismo público, inexistência de uma reforma tributária clara e contundente , assim como a disparada da corrupção, para dizer que não nos preparamos, entre outros pontos. 

No entanto, para me ater ao curto espaço aqui dedicado, deixo apenas o gráfico abaixo.



fonte: tradingeconomics.com


Mais uma vez eu o exponho e detalho.

Somos fortemente dependentes de commodities hoje na pauta de exportações. Boa parte de nosso avanço na última década foi às custas de exportações de commodities.

A parcela dos manufaturados na pauta de exportações caiu de cerca de 60% para 40%.

Se o cenário de alta do custo do dinheiro se consumar nos próximos anos, as commodities sofrerão, e, por conseguinte, nossas exportações.

Não adiantará também torcer para a nossa sofrível indústria brasileira exportadora, pois essa, além de uma carga tributária insana, terá que arcar com aumento no custo do dinheiro.

Não adianta nem pra isso utilizarmos um argumento frágil de que:

 "Ohhhhh...o governo brasileiro irá baixar as taxas de juros reais internas no longo prazo"

Primeiro ponto: quem garante que o mercado vai querer financiar o Tesouro Nacional a uma taxa baixa, com tamanha fragilidade das contas públicas no cenário acima exposto ?
Segundo ponto: parcela considerável dos empréstimos conseguidos pelas grandes indústrias brasileiras tem origem em instituições estrangeiras atrelados a taxas LIBOR.

Enfim......

O Brasil hoje parece inserido naquela parábola do "peru"

O peru é alimentado diariamente pra ficar gordinho , "bem nutrido". Por conta disso, ele "acha" que esta sendo bem tratado e que a morte nunca chegará. 
O paradoxo da situação do bichinho é que, quanto mais ele acha que está seguro, mais ele está próximo do risco de ser "sacrificado".

Um belo dia, quando o peru menos espera, ele é sacrificado para que seja "comido".

O mundo inteiro alimenta o Brasil........quanto mais ele acha que está seguro, mais está próximo do risco de ser abatido.

Uma hora, "boom" !!! Ele será abatido.......





sexta-feira, 27 de abril de 2012

Ansiedade pelo gráfico do BOVESPA ? Então, vejam o da Índia......


Gráfico diário do Bovespa "horroroso", um rompimento de leve pra baixo....um rompimento de leve pra cima.......

MAS A LTB um pouco mais longa é que tá balizando o índice.......

No entanto , compare o gráfico do BOVESPA com o "BSE" da Índia.....

No caso da Índia, que é bom barômetro para o Brasil, por se tratar de país emergente, o que baliza o índice é uma LTB bem mais longa, vista no semanal

Vejam abaixo:

2 primeiros gráficos diarios, escala linear; o terceiro, gráfico semanal, também escala linear








DAX fecha em cima de resistência de 6.800, próximo de LTB


Índice alemão "DAX" terminou a semana em cima de resistência importante de 6.800 pontos, e muito próximo de LTB mais curta





Mais um pouco do tamanho do perigo


Gráfico diario VXX, escala logarítmica com uma LTB tocada várias vezes, e com fortes divergências altistas de IFR14 e MACD há 3 meses.






quinta-feira, 26 de abril de 2012

VIX muito próximo da faixa de 15 novamente


O toque na faixa de 15 que eu considero fundamental para o "final" da perna de alta do SP500 e, em paralelo, do Dow Jones, está próximo.


Gráficos semanais, em escala logarítmica. O primeiro , candle,; o segundo, em linha






Gráfico diário, em escala logarítmica. 






quarta-feira, 25 de abril de 2012

Esse Bovespa é perigoso.........


Ainda continuo na defesa de que a pernada do Dow Jones tem que ir mais acima......mais próxima de 13.500/13.600 antes da correção mais forte..

Veja o meu argumento no post do final de semana ( http://pracompraroupravender.blogspot.com.br/2012/04/sp500-e-vix-em-sintonia-fina.html)


Dentro desse contexto, temos o BOVESPA horroroso.....

Fica batendo na LTB destacada abaixo e "tome venda".....





Como tem muito papel com IFR's14 muito baixos, e já dando divergências altistas me parece que, uma vez  rompendo essa LTB, ele pode surprrender.

Nada que me anime no médio-longo prazo....

No entanto, vamos ver o que o BOVESPA aprontou em maio do ano passado.

Também veio numa queda alucinante, batendo em LTB, intensificando as divergências de histograma e IFR14, para depois subir até próximo de 66k. 

Em seguida, finalmente engatou uma perna de baixa muito forte que o levou a furar os 58 mais à frente.

Coloquei 2 gráficos diários e em escala linear. 

Um, com um pouco mais de zoom, e outro mais "amplo"






Dow Jones também rompe LTB curta e deixa um possível canalzinho de alta



Gráficos abaixo podem ser vistos de 2 formas.

No diário, podemos destacar uma LTB curta rompida, assim como o SP500.

Também podemos ver um possível canalzinho de alta nos 30" que começa lá nos 12.845.

Por outro lado, assim como no SP500, ficou também devendo o rompimento de 13.130













SP500 rompe LTB curta, mas não resistência imediata


Forte alta de 1,36% para o SP500 hoje. Após o rompimento da LTB curta assinalda abaixo, o índice foi direto buscar a resistência imediata de 1.392, sem ainda ultrapassá-la.








Índice "XLF" americano rompe LTB curta


Abaixo , gráfico diário, escala linear do índice "XLF" do sistema financeiro americano.

Vejam que a curta LTB foi rompida; No entanto, resistência imediata ainda não na faixa de 15,50







BTG PACTUAL faz a 7o. maior IPO da história do BOVESPA


As units do BTG Pactual começam a ser negociadas amanhã no BOVESPA sob o código BBTG11.

Um caso de sucesso; esse é o resumo da história do maior banco de investimentos brasileiro.

Fundado por Luiz Cezar Fernandes em 1984, ainda como Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, o PACTUAL, ou "a Pactual" , como era chamado quando distribuidora, cresceu, e se tornou referência no mercado financeiro nos anos 90 em diante.

Dos grandes bancos de investimento dos anos 80 e 90, como Garantia, Multiplic e Icatu, praticamente sobrou apenas o PACTUAL.

Garantia e Multiplic foram vendidos, e o Icatu, em comparação com os anos 80 e 90, diminuiu muito.

André Esteves era um funcionário da área de informática quando entrou para o Pactual no final dos anos 80, foi para a mesa de renda fixa, mais precisamente, a mesa de CDI, e dali só cresceu.

Tornou-se um dos sócios, e mais tarde, após saída de Luiz Cezar, e após "breve" passagem pela presidência de Eduardo Plass, tornou-se o principal sócio e executivo do Banco Pactual.

Hoje, após o término do processo do IPO do agora BTG PACTUAL, o Banco Pactual se torna o único banco de investimentos brasileiro a ser negociado na BOVESPA.

Abaixo, parte da matéria publicada pelo jornal "O Estado de São Paulo" sobre o IPO do Banco:

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,btg-pactual-levanta-r-36-bilhoes-na-maior-abertura-de-capital-desde-2009-,865094,0.htm


BTG Pactual levanta R$ 3,6 bilhões na maior abertura de capital desde 2009
Finanças. Primeiro banco de investimentos a listar suas ações na bolsa brasileira chega ao mercado com um valor estimado entre R$ 27 bilhões e R$ 28 bilhões: preço dos papéis foi fixado em R$ 31,25, um pouco abaixo do teto sugerido, de R$ 33,75
25 de abril de 2012 | 3h 11

ALINE BRONZATI, ALTAMIRO SILVA JÚNIOR, SILVIA ARAÚJO - O Estado de S.Paulo
O banco de investimentos BTG Pactual conseguiu captar até R$ 3,656 bilhões em sua abertura de capital (IPO, na sigla em inglês) na BM&FBovespa. É a maior operação desse tipo na bolsa brasileira desde que o Santander vendeu suas ações, em 2009, movimentando cerca de R$ 8 bilhões.

As ações do banco de André Esteves tiveram preço final fixado em R$ 31,25. O valor ficou no centro da faixa inicialmente sugerida, de R$ 28,75 a R$ 33,75, e em linha com as previsões. Foram registradas na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) 117 milhões de units (ativos compostos por mais de uma classe de valores mobiliários, como, por exemplo, uma ação ordinária e um bônus de subscrição, negociados em conjunto).

Pelos dados registrados, foram colocados os lotes principal, suplementar e parte do adicional. Caso o lote suplementar não seja exercido em até 30 dias, a oferta pode ser reduzida em R$ 421,9 milhões. O prazo de exercício do lote suplementar começa amanhã e vai até 25 de maio.

O primeiro banco de investimento a listar ações no Brasil deve chegar à bolsa amanhã com um valor de mercado entre R$ 27 bilhões e R$ 28 bilhões, segundo cálculos de uma fonte próxima à operação. Nem mesmo a chiadeira de preço por parte dos investidores locais, que julgavam o BTG "caro", e a multa do órgão regulador italiano (Consob) a André Esteves, por uso de informação privilegiada, impediram uma forte demanda pelos papéis. "Houve bastante interesse de investidores estrangeiros que veem no BTG um veículo para participar do crescimento do mercado de capitais brasileiro", avalia um executivo com conhecimento da operação.

Segundo fontes, as reservas passaram dos R$ 16 bilhões, sendo que a maior parte ficou entre o piso e o meio. As fontes também observaram que havia demanda para fechar a operação na ponta mais alta do intervalo do preço sugerido. Porém, a estratégia foi garantir uma boa estreia amanhã no pregão das bolsas brasileira e de Amsterdã, onde os papéis também serão negociados.

Atração. Vários fatores, na opinião de fontes do mercado, garantiram o sucesso do IPO. O primeiro deles é o nome do presidente da instituição, André Esteves, que por si só já atrairia investidores do mundo inteiro. "O banco tem nome, sobrenome e histórico, e por esses motivos atraiu o interesse tanto dos investidores institucionais como dos de varejo", disse uma fonte.

Além disso, quando se compara o BTG e os bancos de investimento estrangeiros, a instituição brasileira leva vantagem neste momento.

Instituições tradicionais, como os americanos Goldman Sachs e Morgan Stanley, estão sendo negociadas a um preço bem próximo ou até abaixo do valor patrimonial, o que demonstra que ainda sentem os reflexos da crise financeira mundial.

Dentre os diferenciais do BTG Pactual, analistas destacam que o banco vem diversificando suas operações, expandindo-se internacionalmente e crescendo.

O que também contribuiu na precificação do IPO do BTG, segundo fontes, foi a imposição de cláusulas que visam a garantir a estrutura societária do BTG, mesmo após o IPO. Diferente de outros bancos de investimento globais, se, a qualquer tempo e por qualquer razão, os sócios do banco decidirem se desfazer dos seus papéis, terão de vendê-los pelo valor contábil, ao invés do valor de mercado ou justo. "Os sócios vão permanecer na instituição para fazê-la crescer e ainda mais focados no negócio", disse uma fonte.





CRB Commodities rompe LTB curta


 Índice "CRB" Commodities rompe LTB curta.

Gráfico abaixo diário, escala linear. Destaque para divergências altistas de IFR14 e histograma por 30 dias






terça-feira, 24 de abril de 2012

E tome revisão pra baixo na Grécia......


Austeridade fiscal, corte nos gastos, a população compra menos, a receita fiscal é menor, mais austeridade fiscal, corte nos gastos, a população compra menos, a receita fiscal é menor....


Austeridade fiscal, corte nos gastos, a população compra menos, a receita fiscal é menor, mais austeridade fiscal, corte nos gastos, a população compra menos, a receita fiscal é menor .....


Austeridade fiscal, corte nos gastos, a população compra menos, a receita fiscal é menor, mais austeridade fiscal, corte nos gastos, a população compra menos, a receita fiscal é menor......

Não dá pra fugir disso.......


O resto, é "história pra boi dormir...."


Veja matéria abaixo:

Crédito: Jornal "O Estado de São Paulo" /Reuters

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,economia-da-grecia-encolhera-5-em-2012-diz-presidente-do-bc,110200,0.htm


Economia da Grécia encolherá 5% em 2012, diz presidente do BC
George Provopoulos alertou que a posição do país como membro da zona do euro estará em jogo se não conseguir avançar com suas promessas de reforma
24 de abril de 2012 | 10h 29

Reuters
ATENAS - A economia da Grécia encolherá 5% neste ano, acima do esperado, afirmou o presidente do Banco Central do país em um pronunciamento aos acionistas do banco nesta terça-feira, 24.

Em março, o BC havia estimado uma contração de 4,5% da economia neste ano.

O presidente do Banco da Grécia, George Provopoulos, afirmou que o país tem que continuar com suas reformas e compromissos de ajuste fiscal de acordo com um plano de resgate acordado com seus parceiros da zona do euro e o Fundo Monetário Internacional (FMI).

Ele também alertou que a posição do país como membro da zona do euro estará em jogo se não conseguir avançar com suas promessas de reforma, especialmente após as eleições nacionais em 6 de maio.

"Se após a eleição surgirem dúvidas sobre a vontade do novo governo e da sociedade de implementar o programa, as atuais perspectivas favoráveis serão revertidas", disse ele.

(Reportagem de George Georgiopoulos)





segunda-feira, 23 de abril de 2012

Bovespa e sua LTB









SP500 e VIX ensaiam uma congestão

Ora, vamos especular um pouqinho.

Por quê o SP500 fura uma LTA e o "XLF" não ?
Ah, sim, os algoritmos não podem ser tão eficazes.

Claro, sim, podem.

No entanto, o comportamento do VIX ainda sinaliza muitas dúvidas acerca do "desejo extremo" do mercado em "cair".

O VIX foi lá naquela faixa de 21-22; na verdade, voltou a testar por baixo, pois fez máxima nos 20,27, e fechou na mínima praticamente em 18,97.

Marquei 2 retângulos no VIX e no SP500.

2 toques lá na faixa 21 do VIX.
2 toques na faixa 1.358 do SP500





Começo a desconfiar que o SP500 e VIX esboçam uma congestão.
SP500 entre 1.390 e 1.358
VIX entre 17,50 e 21.

Vejam que o SP500 ao tocar nesse "fundinho duplo" de hoje, o fez com divergência altista de IFR14.

Os rompimentos "pra cima" das respectivas congestões poderiam ser finalmente, no curto prazo, o 'derradeiro", e último movimento de alta para termos a correção mais forte.

SP500 poderia tocar a linha de retorno da LTA perdida, e um possível topo duplo na faixa de 1,420.
O VIX tocaria a faixa de 15.

Falta algo.......

Falta ainda "arrumar" papéis sobrevendidos......



SP500, Dow Jones e "XLF" estabelecem agora um divisor claro

Ora, vamos fazer agora uma outra leitura dos gráficos postados no post anterior.

O Dow Jones já havia estabelecido um divisor claro, a faixa de 12.700-12.720, pois por 2 vezes tocou ali.

O SP500 ainda não estava bem claro. Havia um 1.340 um pouco longe, e semana passada havia tocado 1.357.

Agora, os 2 índices americanos têm 2 toques em dois pontos: Dow Jones em 12.700/12.720 e o SP500 na faixa de 1.358.
Ambos tocaram 2 vezes nesses pontos.

Curiosamente, o índice americano "XLF" também toca 2 vezes o patamar de 15, e passa a estabelecê-lo como divisor.

Esses são os divisores claros a partir de agora para os o Dow Jones, SP500 e "XLF"

Vejam abaixo:





SP500 perde a LTA, mas o "XLF", não

SP500 finalmente hoje perdeu sua LTA de longo prazo.

Abaixo, gráfico diário, escala linear




Mas. por outro lado, o "XLF", o índice do sistema financeiro americano fechou exatamente "em cima" de sua LTA,  escala linear.





domingo, 22 de abril de 2012

SP500 e VIX em sintonia fina

Semana me pareceu interessante; me pareceu algo como um "jogo de xadrez", um jogo "jogado" com passos milimétricos.

Algo como saber quem, e quando será "apertado o botão" da correção mais forte. Algo como estarmos "dentro da Teoria da Reflexividade de George Soros"

George Soros escreveu e explicitou certa vez em um de seus livros sobre o que ele pensava sobre sua "Teoria da Reflexividade".

Dizia ele, num momento mágico na história da "Teoria da Ciência", o seguinte:

1 - "As situações que precisamos entender para chegar às nossas decisões são na verdade afetadas por essas decisões" (pág, 74, "George  Soros, Ed.Nova Fronteira , ediçaõ 1995):

   Ora, isso é uma "equação reflexiva" (Grifo meu)

2 - "Acredito que um participante está em uma posição muito difícil, porque está tentando compreender a situação em que é um dos participantes" (pág, 75, "George  Soros, Ed.Nova Fronteira , ediçaõ 1995):

   Ora, isso também é uma "equação reflexiva" (Outro grifo meu) 




Nesse contexto, escolhi 2 gráficos para sobrepor e discutir.

Nesse momento, me parece que olhar para os gráficos do SP500 e do VIX, é tentar eliminar o "máximo possível", a reflexividade da Teoria Financeira.

E o que quero dizer com isso ? Com essa discussão aparentemente acadêmica e teórica demais ?

Ora, quero dizer que olhar para os gráficos do SP500 e do VIX nesse momento, é estar o mais próximo possível do instante em que alguém apertará o botão que acelerará a correção.

Isso me pareceu mais claro na quinta-feira última.

Vejam abaixo que na quinta-feira o SP500 visitou a mínima de 1.370, tocando novamente uma LTA longa, e o VIX, por outro lado, tocou uma LTB curtinha.

"Um jogo jogado", como disse , milimetricamente, isto é,

"EU TOCO A LTA AQUI, E VOCÊ TOCA A LTB LÁ, OK ?"








Continuo achando que, após tocar 1.357 no SP500, ou 12.700 no Dow Jones, teríamos que ter uma pernada mais longa de alta, até, finalmente, termos a correção mais forte.

A pernada seria no tempo do reteste do VIX na faixa dos 15.

Veja abaixo que, curiosamente temos , em resumo, 2 momentos de testes na faixa de 15 do VIX. Em abril-2010, e no período fev-junho de 2011.

2 momentos de testes na região de 15, que significaram 2 correções mais fortes dos mercados americanos. 2 momentos em que os mercados tocaram novos topos.

Agora, já tivemos 1 toque na faixa de 15 (tocou 13,72), porém, me parece que devemos ter algo semelhante ao período fev.junho-2011, ou seja. mais 1 ou 2 toques nessa faixa , antes do rompimento da faixa de 21.





Outro ponto interessante é que olhando o Dow Jones, já tivemos 2 grandes pernadas de alta desde os 8.100. As 2 pernadas de alta foram de aproximadamente 3.200 pontos. Vejam abaixo, a primeira entre 8.100 e 11.250; a segunda, entre 9.600 e 12.850.

Caso o movimento se repita, deveríamos tocar mais perto de 13.600 do que 13.300.






Por fim, também quero deixar registrado o gráfico abaixo.

É um gráfico que já postei aqui e volto a resgatar.

Gráfico mensal, escala logarítmica do SP500.

O suposto canal de baixa abaixo, tem como topo nesse momento justamente a faixa de 1.425 pontos, região já testada no início desse mês.





A correção mais forte está mais próxima.

Nesse momento, os divisores a serem vistos são 12.700 para o Dow Jones e 1.357 para o SP500. 

No entanto, posso ficar aqui elencando vários momentos em que suportes foram rompidos em 50-100 pontos no Dow Jones, ou 5-10 pontos no SP500, para em seguida, termos um novo rally de alta. O que podemos caracterizar como falsos rompimentos.

 Portanto, na prática, me parece muito mais relevante , olharmos SP500, Dow Jones, LTA do SP500  e VIX em conjunto no estágio atual.

De forma mais enxuta, me parece olhar VIX e SP500 em conjunto. 

Hoje, a chave da reflexividade acho que está aí, "VIX-SP500"




quinta-feira, 19 de abril de 2012

SP500 toca LTA longa e VIX toca LTB curta


Vejam abaixo uma LTB bem curtinha, tocada pelo VIX. Tocou e refugou rápido. Esse comportamento continua sugerindo um teste lá na faixa dos 15, o que, na outra direção, sugere ainda uma pernada mais longa do SP500 antes de uma correção mais forte que está muito próxima de acontecer.

Vejam que mais abaixo, o SP500 voltou a fechar acima da LTA mais longa dele na escala linear, gráfico diário









"Argentina nacionaliza YPF pra ter receita fiscal e reserva potencial em divisas"


Excelente artigo de Cesar Maia, ex-prefeito do Rio de Janeiro por 3 vezes, em seu blog ontem, quarta-feira, 18/04/2012, sobre o que está por trás da nacionalização da petrolífera espanhola YPF efetivada pelo governo argentino.

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CRISTINA KIRCHNER CHÁVEZ! CKC!
   
1. A economia argentina naufraga. O superávit fiscal se foi e hoje balança em cima do velho recurso da inflação como "tributo". O crescimento "chinês" do PIB, de uns 9%, mergulhou para algo que pouco passará de 1% em 2012. A balança comercial acompanha o naufrágio e CKC destacou -Moreno- o homem mau da economia para equilibrá-la com barreiras, proibições, fechamento de fronteira, etc. A fuga de capitais cresce a cada ano, por dentro e por fora.  As reservas em divisas representam 80% das importações, numa curva descendente.
   
2. Reeleita a golpes de populismo econômico, manipulação de índices, clientelismo político, desmonte da oposição, intervenção na mídia, estatização da transmissão de futebol pela TV e gastos gigantescos de publicidade, CKC deparou-se com a realidade. Seu primeiro movimento foi inventar um inimigo. Como o comunismo e o imperialismo yankee já não funcionam, CKC apelou para as Malvinas, golpe tentado no perigeu do regime militar argentino.
   
3. Olhando a política econômica extravagante aplicada na Venezuela, resolveu seguir os espaços. Do ponto de vista político, o caminho é o das desapropriações dos "inimigos". E do ponto de vista econômico, da mesma forma. O faturamento da YPF-Repsol é maior que as importações do país e quase 50% superiores às reservas em divisas. E, então, resolve seguir o exemplo de Chávez: o petróleo como receita fiscal e como reserva potencial em divisas.
   
4. Só esqueceu que a Venezuela está em cima de poços de petróleo que tornam sua balança comercial fortemente positiva e mais ainda numa conjuntura em que o preço do barril beija os 120 dólares.
   
5. Esqueceu de avaliar o contrafluxo de capitais que virá e que isso gera, e a memória do calote de 75% que K deu na dívida externa. E por falar em memória, vem à mente a dos 70 anos do Titanic: um enorme iceberg bem na frente quando tudo parecia ir bem.
   
6. A Espanha reagiu duramente e de forma consensual. Não há dúvida que as empresas dos EUA, Reino Unido, França e Alemanha se somarão, preventivamente. E até o Brasil, que teve um setor da Petrobrás também desapropriado. E quem deve estar aliviado é o Rei -caçador- numa conjuntura de crise. Enormes fotos de CKC na capa dos jornais e nas TVs espanhóis, com gestos furiosos. E o elefante vai voltando para a Botswana.

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quarta-feira, 18 de abril de 2012

XLF , CRB Commodities e Petróleo


Índice do sistema financeiro americano "XLF",  gráfico diário , escala logarítmica



Índice CRB Commodities, gráfico diário, escala logarítmica





Petróleo Light Crude, gráfico diário, escala logarítmica





Petróleo Light Crude, gráfico semanal, escala logarítmica












"Cristina Kirchner, nós temos o Messi !"


A despeito da aberração cometida pela presidente da Argentina ao nacionalizar a petrolífera espanhola YPF e da irritação ds espanhóis,  já surgem piadas acerca do evento na Espanha

Certamente a mais criativa refere-se ao sequestro do jogador de futebol Lionel Messi.

Veja a fotomontagem criativa e matéria abaixo:

Crédito: Jornal "O Estado de São Paulo"

http://economia.estadao.com.br/noticias/economa%20nternaconal,espanhois-ironizam-e-irritam-se-com-expropriacao-da-ypf,109590,0.htm








Ariel Palacios, correspondente de O Estado de S. Paulo
BUENOS AIRES - "Cristina Kirchner, temos o Messi. Não intervenha na YPF". A mensagem, acompanhada por uma foto do primeiro-ministro espanhol Mariano Rajoy com um revólver engatilhado na cabeça do jogador argentino de futebol Lionel Messi, como se fosse um sequestro, foi publicada pela revista satírica "El Jueves", de Madri, e tornou-se um sucesso na web.

No entanto, tudo não passa de uma fotomontagem para ironizar o desespero espanhol com a expropriação da YPF, a ex-subsidiária na Argentina da Repsol. Motivos para a preocupação existem de sobra, já que a YPF representava metade do faturamento da casa matriz em Madri.

Na rede de micro-bloggings Twitter os espanhóis, além de lançar epítetos duros contra os argentinos, também tiveram humor e propuseram a "nacionalização" ibérica compulsiva de Messi, estrela do Barcelona F.C., de forma a que este deixe de integrar a seleção argentina e passe a jogar pela Espanha.

Mas, os espanhóis também estão irritados. Esse foi o caso da TVE, que havia previsto um programa especial para esta terça-feira à noite no programa de turismo "Classe Turista" dedicado à Patagônia, região meridional da Argentina. O canal havia feito grande publicidade sobre o programa, mostrando imagens de El Calafate, onde está a geleira Perito Moreno (e onde a presidente Cristina Kirchner passa os fins de semana).

No entanto, o programa transmitido foi sobre a capital tcheca, Praga. A mudança súbita do assunto turístico foi explicada de forma lacônica pela TVE: "razões de programação".



terça-feira, 17 de abril de 2012

Linha MACD "Dólar x Real " cruza na compra no semanal

Será que o Ministro Mantega agora vai ficar feliz ?


Paridade "Dólar x Real" no gráfico semanal abaixo mostra a linha MACD cruzada na compra. Rompimento da faixa de 1,85 consolidará uma nova pernada de alta.

À frente bastará "apenas" o rompimento da faixa 1,92-1,93





A linha MACD no mensal já havia cruzado ano passado. Veja abaixo:






Divergências altistas MACD e IFR14 gritantes no índice "VXX"



Gráfico diário, escala logarítmica, com uma possível W 
Divergências altistas de MACD e IFR 14 há pelo menos 3 meses. Novo toque na LTB de longo prazo semana passada







Gráfico semanal, escala logarítmica.

As divergências altistas de MACD e IFR14 já produziram novos repiques há cerca de 1ano.
No entanto, novos pivots de baixa a paritr de então e novas divergências altistas.