quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Engolfo de baixa do DOW JONES e SP500 no fechamento

Volatilidade começa a "mostrar a cara".

Mas, por enquanto, apenas os gráficos abaixo dão a dimensão do fechamento.

Um engolfo de baixa no fechamento para o DOW JONES e SP500 com forte volume.

O dia termina com engolfos de baixa nas principais praças européias (já destacado aqui no início da tarde) e agora, nos índices americanos







Crash da prata no início da tarde - "mesma foto abril/2011"

Abaixo vemos o que ocorreu com a prata no início da tarde.


O preço spot fez uma máxima de 37,48 e mergulhou num verdadeiro crash, direto pra faixa de 34 (bateu 33,99), uma queda de 9% no intraday.


Coloquei o gráfico mais amplo, no diário. Ontem bateu numa LTB de longo prazo.


Vemos que no final de abril/2011, a commodity caiu forte no intraday e o mercado americano ainda conseguiu fazer "pequenas novas máximas".
Depois, ao longo de maio/2011 , a prata mergulha numa queda de cerca de 30% e então os mercados americanos corrigem 1.000 pontos (Dow Jones).


A prata estaria antecipando os mercados americanos agora também ?












Engolfos de baixa para Alemanha e França

Abaixo, podemos ver no fechamento de hoje, Alemanha e França com engolfos de baixa em cima de várias divergências baixistas de MACD e IFR14 no diário por vários dias.

Não coloquei o gráfico de Londres, porém, caso vocês vejam, o engolfo, tecnicamente falando, não se seu "por centésimos".











Alemanha, França e Reino Unido perdem suas LTA's curto prazo

Mercado europeu começa a fazer "pá de ventilador" pra baixo.

Outras LTA's perdidas por Alemanha, França e Reino Unido em fechamentos praticamente nas mínimas, num desmonte de posições na última hora do pregão.








Novo toque na cunha do DOW JONES - VIX não faz novas mínimas


Dow Jones rompe novas máximas, tocando novamente na linha superior da cunha.
IFR14, tanto do Dow Jones , como SP500 acima de 70 (no intraday para o Dow), com divergências baixistas há 2 meses.

VIX não faz novas mínimas







"Obrigado senhor" ! 530 Bi Euros para 800 bancos !

Wow !!!

530 bilhões de Euros para "apenas" 800 bancos !

Isto é uma tragédia !! Como 800 bancos conseguem estar numa posição onde "precisam" demandar 530 bilhões de Euros assim, numa "tacada" só ??

Diz o Banco Central Europeu que provavelmente será o último "financiamento" nessa modalidade e nesse período de 3 anos......

Talvez a corrida "desesperadora"......

Isso é uma tragédia....

Veja a noticia completa abaixo:

Crédito: Reuters

http://www.reuters.com/article/2012/02/29/us-ecb-ltro-idUSTRE81S00R20120229


Banks gorge on 530 billion euros of ECB 3-year funds


By Paul Carrel
FRANKFURT | Wed Feb 29, 2012 5:49am EST
(Reuters) - Banks grabbed 530 billion euros at the European Central Bank's second offering of cheap three-year funds on Wednesday, fuelling hopes that more credit will flow to businesses and government borrowing costs will ease further.


A total of 800 banks borrowed money at the tender, with demand exceeding the 500 billion euros expected by traders polled by Reuters and well above the 489 billion allotted in the first such operation in late December.

"This will increase the level of excess liquidity pretty sharply which is ultimately positive or very positive for risk trades," said Luca Cazzulani at UniCredit. "Italian and Spanish bonds are likely to benefit from this and equity markets as well."

The euro rose briefly before easing versus the dollar while stocks were little changed immediately after the slightly better-than-expected take-up.

The 3-year loans are the ECB's latest attempt to fight the euro zone crisis.

ECB President Mario Draghi, whose native Italy was at the epicenter of the crisis when the bank announced the measure late last year, said after the first of the operations, known as LTROs, that "a major, major credit crunch" had been averted.

Banks used much of the 489 billion euros they borrowed first time around to cover maturing debt. Draghi has urged them to lend out the funds they tap at Wednesday's operation to households and businesses, helping strengthen economic growth.

ECB officials hope banks will also use the new money to buy higher-yielding bonds more aggressively, especially from Italy.

Anecdotal evidence suggests banks especially in Spain but also in Italy used the first LTRO to make most of this "Sarkozy trade" - a term adopted by markets after the French president suggested governments look to banks flush with ECB cash to buy their bonds.

Spanish banks bought a net 23.1 billion euros of government debt last month and Italians 20.6 billion, both record increases.



terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Nada pra ver aqui ?

Vejam o Dow Jones


Nada pra ver aqui ?











Bovespa - possível teste na Linha de retorno

Bovespa - possível teste na Linha de retorno da LTA curta perdida.





Cunha e divergências altistas "Dólar x Real"




Vejam acima uma possível cunha a ser rompida no "dólar x real brasileiro". Patamar de 1,70 indica vértice da cunha.

Divergências altistas de MACD , histograma e IFR14  já são vistas há cerca de 45 dias.




Bandas muito estreitas nos índices europeus

Fechamento nas principais praças européias ainda acima da LTA.

Na verdade, Alemanha, França e Reino Unido fecharam exatamente "em cima da LTA".

E todos os índices com as banda bollinger muito estreitas, sinalizando um forte movimento em prazo curto.







Keynes na "berlinda" - Durable Goods orders cai 4%

Humm......Uma queda de 4% no "Durable Goods orders" americano em janeiro-2012, a pior queda desde janeiro-2009.

"Houston".....precisamos de mais dinheiro......mais dinheiro......Palavras de Keynes......

Veja matéria e gráfico abaixo:

Crédito: Reuters





Durable goods sink most in 3 years in January

By Jason Lange
WASHINGTON | Tue Feb 28, 2012 9:00am EST
(Reuters) - New orders for long-lasting manufactured goods fell in January by the most in three years as demand slumped across the board, suggesting the economy started the year on weaker footing than expected.

Durable goods orders dropped 4.0 percent, the biggest decline since January 2009 when the country was still mired in a deep recession, according to Commerce Department data on Tuesday.

"It is not a great start to January," said David Watt, a currency strategist at RBC Capital in Toronto.

Data on durable goods can be volatile, and January's weakness followed strong gains in December and November. Still, economists had forecast orders falling just 1.0 percent.

A slew of economic data had recently allayed fears economic growth could slow sharply in the first quarter. Other gauges for manufacturing have been more solid, for example, and the unemployment rate sank to a three-year low last month.

The weak orders reading could add to concerns about the many threats faced by the U.S. economic recovery.

Europe's debt crisis continues to fester, while rising gasoline prices also could sting consumers. In a sign of Europe's ongoing struggle to tackle its crisis, Germany's high court issued a ruling on Tuesday that raised a hurdle to swift action in financial rescues.



segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Bovespa não segura LTA curto prazo





Algumas ETF's confirmam os riscos numa "posição de compra"

Comecei semana passada a publicar também gráficos de ETF'S.

ETF'S (Exchange Trade Funds)  são um tipo de "reversos de índices". Há uma infinidade deles.

Aqui, um pouco da literatura:

http://www.ehow.com/info_7920398_information-reverse-stocks.html

http://www.proshares.com/funds/sh.html



Abaixo, temos 2 deles, o "DOG" e o "SH". O primeiro um "reverso" do Dow Jones e o segundo um "reverso" do SP500.

Como vocês podem ver, todos em tendência de baixa clara, numa direção "inversa" dos mercados americanos, porém apresentando divergências altistas de MACD e IFR14, no tempo diário, já há mais de 3 meses.

Cunhas claras, tanto do "DOG", como, "SH", dão sinais que podem ser rompidas pra cima no curto prazo.








VXX com fundo duplo, VIX e VXO







Acima 3 "espelhos" de volatilidade

VXX, com divergência altista de MACD e IFR14 em cima de um fundo duplo.

VIX, com primeira LTB rompida e com um teste na linha de retorno. Fortes divergência altistas nos últimos 3 meses de MACD e IFR14 no tempo diário.

VXO, a antiga fórmula do VIX, com gráfica semelhante.



Dow Jones e SP500 no fechamento




Novas máximas do Dow Jones e SP500 hoje.

SP500 rompeu a máxima do ano passado, tocando o patamar de 1.372, porém fechando abaixo de 1.370

As divergências baixistas de MACD e IFR14 continuam acentuadas.

Destaquei 1 LTA curta para o SP500 tocada hoje e ainda acima.
Para o Dow Jones, também uma LTA curta ainda respeitada. com uma possível cunha no limite.




Alemanha, França e Reino Unido fecharam "em cima" de suas LTA's

Abaixo o fechamento das praças européias: Alemanha, França e Reino Unido.

Alemanha e Reino Unido exatamente "em cima" das LTA's de curto prazo. França, um pouco menos "sofrível".

Vejam que todas as praças com divergências baixistas de MACD e IFR14 no diário bem fortes.




Cunha Dow Jones nesse momento

Dow Jones, horário Brasília, Brasil, 13:46 , 27/02/2012








domingo, 26 de fevereiro de 2012

Os "sacoleiros de Nova York", Mantega e o real brasileiro


Essa semana, o Banco Central divulgou novos dados acerca do Balanço de Pagamentos do Brasil no mês de janeiro/2012.
O Déficit, no valor de U$ 7,1 bilhões, foi o maior de toda a série histórica desde 1947.
E mais uma vez, sem nenhuma surpresa, o item "despesas em viagens internacionais", foi alto,  US$ 1,9 bilhões, 13% maior do que o número registrado em janeiro de 2011.
Isto é, o sacoleiro brasileiro continua fazendo a "festa" em Nova York e Miami. Veja abaixo a trajetória do "sacoleiro brasileiro". Desde 2005, ele não para de comprar lá fora; já em meados de 2007, ele havia superado o patamar alcançado no período 97-98.
Unidade: US$



Agora, comparemos com o gráfico abaixo; 

O "primeiro recorde" do item " DESPESAS INTERNACIONAIS"  é atingido em meados de 2008, justamente quando a paridade  "dólar x real"  atinge o patamar de  R$ 1,50 , a mínima ds últimos 12 anos, se considerarmos o período de dólar flutuante
O "segundo recorde" do item "DESPESAS INTERNACIONAIS", de cerca de US 2,3 bilhões no mês, é também atingido praticamente no mesmo período de nova mínima da paridade "dólar x real",  no igual patamar de R$ 1,50.





Não cabe aqui, é claro, discutir porque a classe média, "média-alta" brasileira, tem uma verdadeira obssessão em se esbaldar em compras pelos lados de Nova York e Miami, e chegar aos aeroportos brasileiros com dezenas e dezenas de malas carregadas de Armani, nikes, e roupas de grifes.
Muito menos, em discutir qual a diferença em ser sacoleiro na rua 25 de Março, em São Paulo, ou ser sacoleiro em Nova York.
Cabe aqui destacar desequilíbrios e especular sobre os limites de tais desequilíbrios.
Dentro desse contexto, não quero me ater aos desequilíbrios, e sim, estabelecer comparações pra que entendamos, à luz desse universo, uma possível  dinâmica que pode nos indicar uma reversão de sinais.

Abaixo, temos um índice de "preços internacionais de commodities" construído pelo IPEA que, nada mais é, do que um índice que visa indicar o nivel de preço internacional de commodities, ponderado por um outro índice chamado IPA-BR, que representa um índice de preços por atacado.
 A cesta na qual se baseou o IPEA é um  resumo de uma cesta de commodities dada pelo FMI em dólar desde 1980; ou seja, com isso, o objetivo seria ajustar tal cesta ao  "índice de preços" IPA-BR dado pelo próprio IPEA.
Destaca-se que, segundo consta no próprío boletim de Conjuntura do IPEA, a metodologia usada pelo IPA-BR é estabelecida a partir de metodologia construida pelo Departamente Econômico do Banco Bradesco.
Toda a metodologia, você encontra nesse Boletim de Conjuntura do IPEA 




Vejam que em meados de 2004, o índice de preços rompe a barreira de 125 de 1997, e chega a bater 200 pontos ao final de 2006.
De meados de 2007 a meados de 2008, portanto, em 1 ano, o índice "explode" 75% ao subir de 200 para o patamar de 350 pontos, seu ponto máximo nos úlitmos 3 anos e meio.

Ora, vamos comparar com o mercado acionário brasileiro ? 

Vejam abaixo que o nosso índice BOVESPA tem um desempenho muito semelhante. 
Em 2004, o índice  (não deflacionado aqui) já está acima de  patamares de 1997 e, explode a partir de 2007, subindo de janeiro/2007 a meados de 2008, cerca de 65% (de 44.500 a 74 mil pontos)




Vamos inverter (apenas com o  artifício de colocar de cabeça pra baixo) o gráfico da paridade "dólar x real" pra lermos gráfico na paridade "real x dólar".

O movimento é muito semelhante. A explosão começa a acontecer também no início de 2007 pra chegar ao ápice em julho /2008.






Os 3 gráficos, "INDICE DE COMMODITIES", "BOVESPA" e "REAL X DÓLAR" estão absolutmante na mesma sintonia.
Há que se destacar também que, após breves e fortíssimas quedas ao largo da turbulência enfrentada pelos mercados com a Quebra do Lehman, principalmente no período agosto/2008 - março/2009, os 3 índices retomam novas e rápidas altas, atingindo praticamente os mesmos topos anteriores e também, praticamente ao mesmo tempo.

Recoloquemos os 3 gráficos, agora, todos juntos:





É interessante também notar que é  possível que tal correlação tenha se acentuado nos últimos 5 anos sim; já que foi nesse período que tivemos uma queda considerável na participação dos "produtos manufaturados" na nossa pauta de exportações,  como vemos abaixo: ; saímos de cerca de 60% para 40% no total dos "manufaturados".




Fonte: www.tradingeconomics.com

Tamanha correlação nos coloca desafios imensos pela frente.

Num cenário de queda dos preços das commodities no mercado internacional. o que fazer para amenizar eventuais quedas nos preços das ações e uma alta forte no preço do dólar ?

Por ora, apenas penso em 2 coisas:

1- O Ministro da Fazenda Guido Mantega está gastando tempo e "munição" em tentar conter a alta do real.
2- Os sacoleiros de Nova York não precisam parar de comprar, mas poderiam fazer um "hedge" comprando dólar.




sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Bovespa fechou "em cima" da LTA curto prazo

Fechamento do Bovespa "sofrido" , ainda segurando na LTA de curto prazo


Há alguém operando em Nova York ? Aqui, os "reversos" do Dow e SP500

Um volume escandalosamente fraco girando no mercado acionário nesse momento em Nova York.

Não sei se tem alguém de fato operando ou apenas hedge funds dando liquidez aos mercados.

O fato é que SP500 muito, mas muito perto de 1.370, a máxima do ano passado.

Por enquanto vou deixar abaixo 2 ETF'S pra explicitar o quão está perigoso operar na compra nesse momento por lá e,  por conseguinte, nos mercados mundiais.

2 ETF's (Exchange Trade Fund), o Short Dow, espelho inverso do Dow Jones, e o Short SP500, espelho inverso do SP500.

Pra quem não conhece, são basicamente índices que "fazem o reverso" dos índices respectivos, isto é, à medida que os índices sobem, os ETF's  respectivos caem. Por assim dizer, representam o "espelho / inverso" dos índices.






quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

4 Gráficos com divergências baixistas volume, IFR14 e MACD

4 gráficos abaixo com fortes divergências de MACD e IFR14, e com volume gritantemente decrescente, a despeito do rally de alta dos últimos 3-4 meses.

 Gráficos de 3 papéis do índice Dow Jones, que totalizam 22%:

 IBM (11,3%)
 3M (6%)
 Exxon (5%)

E mais o índice do setor financeiro , o "XLF"

Todos eles muito parecidos com o gráfico do WAL MART, postado agora há pouco, papel que teve uma queda de praticamente 8% nos 3 últimas dias em Nova York.









Só mais um pouco......patience...patience....