segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Primeiro teste a "ser defendido"





Vários divisores-testes a serem defendidos pelos bulls nesse momento para os mercados americano e brasileiro.
Acima , os gráficos:
Dow Jones ainda devendo o teste na faixa de 11.850, porém fechou abaixo de um suporte psicológico que é a faixa de 12.000 pontos.
SP500 testou "por cima" o divisor de 1.250.
O nosso "BOVESPA" testou 58 k, embora possamos ainda especular que o divisor seja 57.500-58.500.
Finalmente o VIX, foi direto testar uma resistência fortíssima, antigo suporte forte perdido, a faixa de 30.
Ressalta-se que do ponto de vista de cruzamento de médias exponenciais, principalmente, 13 e 21, das quais eu gosto muito, tanto Dow Jones, como o SP500, ainda temos a 13 acima da média móvel exponencial de 21.
Todos os números acima são divisores que definem o mercado para uma nova "recaída", ou uma possível alta mais a frente.
Alguns outros índices, como o TED, sugerem ainda um comportamento extremamente cauteloso para especularmos sobre um cenário "altista" no médio-longo prazo.
Isso pra não falar de componentes "macro- fundamentalistas", como a concordata da MF Global hoje.

Quem pode ser o próximo ? Ou próximos ?

A Concordata da MF GLOBAL , um banco de investimentos, na Corte de Nova York, por conta de forte exposição a títulos de países europeus (quais países ?), abre uma enorme incógnita acerca de quem poderá ser o próximo ( ou próximos ?)
Afinal, a historinha da semana passada, de "corte voluntário" de 50% sobre a dívida soberana da Grécia, por conta dos bancos, não é bem assim, não é ?

Como já disse aqui antes (veja post http://pracompraroupravender.blogspot.com/2011/10/o-bla-bla-bla-e-o-grafico.html), todos sofrerão, mais cedo, ou mais tarde

Crédito: ESTADÃO - DOW JONES


Exposição à dívida da Europa contribuiu para concordata, diz MF Global


Exposição do banco de investimentos à dívida soberana europeia era de US$ 6 bilhões
31 de outubro de 2011 | 17h 20


Renan Carreira e Regina Cardeal, da Agência Estado
NOVA YORK e LONDRES -

A MF Global, que pediu concordata nesta segunda-feira, 31, em um tribunal em Nova York, apontou sua exposição de US$ 6 bilhões à dívida soberana da Europa como uma das razões para os problemas enfrentados pela corretora. A empresa, que teve sua classificação de risco de crédito rebaixada pelas agências de rating, anunciou na semana passada um surpreendente prejuízo no terceiro trimestre, em que revelou a posição comprada em títulos da dívida europeia.

A série de más notícias levou órgãos reguladores como a Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC, na sigla em inglês) e a comissão de valores mobiliários dos EUA (SEC) a manifestarem "grande preocupação" com a viabilidade da empresa, segundo a MF Global. Chamadas de margem também teriam contribuído para dificultar a posição da empresa.

A MF Global, dirigida pelo executivo-chefe Jon Corzine, ex-executivo chefe do Goldman Sachs e ex-governador de Nova Jersey, pode entrar para a lista dos dez maiores colapsos da história corporativa dos EUA. Com ativos de US$ 41 bilhões e passivos de US$ 39,68 bilhões, a MF Global seria a oitava maior concordata norte-americana pelo menos desde 1980.

Algumas grandes empresas do setor financeiro que detinham grande participação acionária na corretora, entre elas a Fidelity Investments, a Guardian Life Insurance e a TIAA-CREF, que gerencia aposentadorias para médicos e profissionais do setor acadêmico dos EUA, podem ficar entre as mais prejudicadas pela concordata da corretora, de acordo com o Wall Street Journal.

A Fidelity e a Guardian Life detinham, cada uma, participação de 8,44% na empresa. O fundo de privaty equity JC Flowers II LP, com fatia de 10% das ações preferenciais, seria outro potencial prejudicado. Em geral, após uma empresa pedir concordata, suas ações acabam perdendo todo o valor. Entre os maiores credores não assegurados da MF Global estão o JPMorgan Chase Bank e o Deutsche Bank Trust Co, como agentes fiduciários de mais de US$ 1,5 bilhão em dívida em bônus. Outros grandes credores estão a cadeia de notícias CNBC e a Bloomberg Finance LP.

A MF Global tinha chegado a um acordo preliminar para vender pelo menos parte de seus ativos para a Interactive Brokers na noite deste domingo, que foi desfeito em meio a discussões durante a madrugada, disse uma fonte. A corretora considerava pedir proteção de concordata apenas para a sua holding e, então, levar a venda adiante, o que acabou não ocorrendo.

O rápido declínio da MF Global representa um sério revés para Corzine, que assumiu a companhia em março de 2010, apenas quatro meses depois de sair derrotado de uma tentativa de reeleição para governador de New Jersey. Ele transformou a MF Global de uma corretora de derivativos de médio porte em um banco de investimento que assumiu riscos com seu próprio capital.

A MF Global apresentou prejuízo de US$ 186,6 milhões no trimestre encerrado no dia 30 de setembro, depois de perder US$ 38,8 milhões no mesmo trimestre do ano anterior. No comunicado em que rebaixa hoje a nota da MF Global de BB+ para D (default), a Fitch destaca que a MF é uma corretora de futuros e opções com subsidiárias nos principais centros financeiros. A MF é membro de mercados de commodities, futuros e ações nos EUA, Europa e Ásia.

IFR's 14 em 2 momentos distintos






Separei 3 gráficos, Dow Jones, Nasdaq e CRB Commodities e seus respectivos IFR's de 14 períodos em 2 momentos.
Quando temos topos e fundos ascendentes, o IFR 14 chega "facilmente" ao patamar de 7o, com divergências altistas por um longo tempo (3-6 meses).
Por outro lado, quando temos uma congestão ou topos e fundos descendentes, há uma "resistência" clara do IFR14 alcançar o patamar de 70; vejam que num período longo (3- 6 meses), raramente o IFR14 toca 70 e, quando o faz, não avança de forma a provocar divergências altistas.

domingo, 30 de outubro de 2011

Europa em resistências-divisores importantes






Todos gráficos semanais.
Todos já registravam IFR's 14 períodos abaixo ou próximos de 30 antes do rally forte.
França e Alemanha, inclusive com divergências altistas de IFR 14 quando fizeram novas baixas

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Nunca subestime a Linha de retorno












Tentarei levantar alguns poréns acerca do fantástico rally dos últimos dias nos mercados mundiais de rendaa variável.

Deixarei para fazer uma análise um pouco mais profunda no fina de semana.


Por ora, quero deixar alguns registros; talvez o principal, a linha de retorno daquela LTA de longo prazo, no gráfico mensal em escala linear, perfurada em agosto/2011 do Dow Jones testada ontem.


Sim ! Podemos buscar um "sem número" de razões para explicar o rally do mês de outubro, mas a linha de retorno acima talvez resuma melhor.


Daqui em diante, ela determinará se os mercados de fato querem "enagatar" um movimento de alta no longo prazo, ou a insanidade dos governos mundiais com seus trilhões e trilhões de Q1, Q2, Q3, Q4 , Dólares e Euros, apenas empurrou os mercados para um realinhamento momentâneo ; no caso dos mercados americanos, para um teste da linha de retorno da LTA perfurada.


Como ilustração, agrego ainda o gráfico do VIX, com o teste daquela antiga resistência rompida de 25.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Alguém está errado....

Vejam a notícia abaixo.

Ou o governo brasileiro, com suas intermináveis historinhas ao longo do ano está errado, ou a OCDE está errada.

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,ocde-preve-tres-anos-de-crescimento-abaixo-do-potencial-para-o-brasil,89757,0.htm

Organização afirma que economia brasileira deverá crescer 3,6% neste ano, 3,5% em 2012 e 4% em 2013
26 de outubro de 2011 12h 18


PARIS - A economia brasileira deverá crescer 3,6% neste ano, 3,5% em 2012 e 4% em 2013, prevê a organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que estima em um relatório divulgado nesta quarta-feira que o desempenho está "bem abaixo da taxa potencial de 4,5% ao ano".


Essas projeções dependem ainda, segundo a organização, de um cenário econômico global "relativamente favorável".


"Há riscos negativos ao redor deste cenário, e o desempenho econômico do Brasil depende da materialização de um cenário relativamente favorável para a economia mundial", diz o relatório Estudos Econômicos sobre o Brasil.


Segundo a organização, a demanda interna, "estimulada por um investimento vigoroso, deverá provavelmente continuar sustentando a atividade econômica, mas deverá se atenuar progressivamente" em razão do aperto das políticas macroeconômicas.


O ministro da Fazenda, Guido Mantega, declarou em Paris há cerca de duas semanas que o PIB brasileiro deverá crescer entre 3,5% e 4% neste ano e 5% em 2012, "mesmo com uma piora internacional", previsão bem acima da anunciada nesta quarta pela OCDE.


Mantega também afirmou na ocasião que a desaceleração econômica no segundo e terceiro trimestres havia sido "programada" e foi decorrente de medidas adotadas para atenuar o nível de atividade em um cenário inflacionário, como o aumento dos juros.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

CRB, XLF, SPXA5OR, VIX e TED






Navegar, "ir e vir", "brincar", refletir........muitas vezes ajuda a manter o foco....podemos aprender bastante, e ter novos pontos de vista..

O Blá, Blá, Blá e o gráfico


Vocês querem o quê ? o blá, blá, blá das conversas intermináveis dos europeus ou os gráficos ?
Bom......a enrolação, como consta na matéria abaixo da Reuters continua; o fato é que, muito provavelmente, qualquer plano de ajuda aos países endividados emperra num emaranhado de detalhes que não conseguem esconder o óbvio: "se correr o bicho pega,se ficar o bicho come".
Em outras palavras, se a Europa acenar, por meio de um conjunto de forças ou não, com um mega plano de salvamento, os países ora endividados, obviamente, se endividarão mais, já que, de algum lugar, o dinheiro tem de sair.
Por outro lado, se não acenar com dinheiro algum, não há dinheiro para o curto-médio prazo, acentuando os já delicados problemas.
Não há solução mágica; me parece que o fim apenas se posterga; todos irão sofrer, de uma forma, ou de outra, mais cedo, ou mais tarde.
Bancos, nações, endividadas ou não, sociedade; enfim. uns mais, outros menos.
A conta a ser paga chegará para todos, e os próximos 3-5 anos não serão nada fáceis.
Acima, olhemos para o gráfico mensal do Dow Jones, destacados os períodos do início de 2008 e atual. Com o MACD cruzado na venda, já no início de 2008, o mercado demorou cerca de 4 meses para sair de uma congestão e finalmente cair muito forte.


Wall St. down on rising concerns over Europe

By Angela Moon
NEW YORK | Tue Oct 25, 2011 11:17am EDT
(Reuters) - Stocks fell on Tuesday on news that a meeting by euro zone finance ministers was canceled, adding to doubts about the region's efforts to tackle its debt crisis.

While the meeting of European Union finance ministers set for Wednesday was canceled, the summit of EU and euro zone leaders will proceed on Wednesday as scheduled, an EU spokesman said.

"This comes as a shock because we thought they (European leaders) were nearing an agreement," said Larry Peruzzi, senior equity trader at Cabrera Capital Markets in Boston.

The gathering of finance ministers, known as an Ecofin, was canceled because details of the meeting had not been finalized, sources told Reuters.

Further pressuring the market, data showed U.S. consumer confidence unexpectedly dropped in October to its lowest level in 2 1/2 years as consumers fretted about job and income prospects.


(Reporting by Angela Moon; Editing by Kenneth Barry)

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

sábado, 22 de outubro de 2011

Resultados da reunião de hoje.....nada....

Crédito Reuters



By Julien Toyer and John O'Donnell
BRUSSELS | Sat Oct 22, 2011 6:50pm EDT
(Reuters) - EU finance ministers outlined a deal on Saturday for recapitalizing European banks, and the leaders of Germany and France said they hoped for a breakthrough in tackling the euro zone debt crisis at a summit on Wednesday.

After nearly 10 hours of talks, finance ministers overcame strong opposition from Spain, Italy and Portugal and agreed on the need to inject around 100 billion euros into European banks to protect them from the threat of a Greek debt default, and the broader risks of financial contagion in the euro zone.

The ministers will submit their thoughts to EU leaders, who meet on Sunday to discuss a "comprehensive" solution to the debt crisis, which needs to contain a second bailout programme for Greece, a scaling up of the euro zone's bailout fund, and the strengthening of European bank balance sheets.

No headline deal is expected from Sunday's meeting, but German Chancellor Angela Merkel said she was hopeful that another euro zone summit scheduled for Wednesday would produce definitive results and France's Nicolas Sarkozy agreed.

"We have to take far-reaching decisions," Merkel told reporters ahead of a pre-summit meeting near Brussels. "I believe that the finance ministers made progress, so that we can achieve our ambitious targets by Wednesday."

Speaking to journalists in Brussels, Sarkozy said: "Progress has been made. Between now and Wednesday a solution must be found, a structural solution, an ambitious solution, a definitive solution." Asked if he was confident that could happen, he replied: "Yes, otherwise I wouldn't be here."

During their meeting on Saturday, EU finance ministers heard from the head of the European Banking Authority, who told them that if EU banks were to raise their core capital ratios to 9 percent, and if the bad government bonds on their books were accounted for at current prices, then between 100 and 110 billion euros was needed to shore up the banking system.

Italy, Spain and Portugal, which face paying a hefty price to strengthen their banks, were reluctant to agree a deal that they see as putting them more in the firing line than France and Germany, who also have large exposure to Greek debt.

But under intense pressure from the other 24 EU states, the outlines of a deal were agreed, officials said. Sources said, however, that the proposal EU leaders receive from finance ministers on Sunday may not mention a recapitalisation figure, leaving that up to the leaders to haggle over.

"We have laid down the foundations for an agreement," said Swedish Finance Minister Anders Borg as he left the meeting, a position seconded by Britain's George Osborne.

If EU leaders are able to reach a deal on bank recapitalisation in the coming days, it would be a significant step forward in efforts to contain a crisis that has raged for nearly two years and threatens the EU and global economy.

But several major areas of disagreement remain and it will require vast amounts of hard negotiation between Sunday and Wednesday to strike a deal that convinces financial markets and Europe's major trading partners that the crisis is in hand.

The biggest sticking point is agreeing on how best to scale up the European Financial Stability Facility, the 440 billion euro emergency fund set up last year and so far used to bail out Ireland and Portugal.

Financial markets are not convinced the EFSF is big enough to handle the threat of deeper bond market turmoil in Spain and Italy, so leaders are examining ways they can raise the EFSF's firepower without increasing their commitments to the fund.

One proposal is to the use it to provide guarantees to buyers of Spanish, Italian and other at-risk euro zone debt in an effort to convince institutions the bonds are safe to buy.

By guaranteeing only a portion of the bonds -- say 20 percent -- the EFSF could reach up to five times further.

However, France and several other member states believe a better approach would be to turn the EFSF into a bank so that it could access European Central Bank funds, potentially providing it with unlimited liquidity.

Germany, the Netherlands, Finland and the ECB are opposed to the idea, which the European Commission also says would probably violate EU treaty rules.


Miami: Férias, roupas, mar, consumo, real valorizado e a bolha imobiliária

Miami: Férias, roupas, mar, consumo, real valorizado e a bolha imobiliária

Podemos ver o Brasil atraves de Miami ! É interessante, mas há tempos, Miami apresenta uma atração para os brasileiros de uma forma que eu nunca entendi muito bem; talvez seja porque eu não goste de calor, sei lá.

Mas é fato que o brasileiro adora Miami !

E agora, muito mais ! Miami hoje explica o momento pelo qual vive o Brasil.

Uma bolha imobiliária insana que pode estourar a qualquer momento; um consumo desenfreado, impondo aos brasileiros níveis de endividamento perigosos, e um real, a despeito de uma desvalorização recente de cerca de 12%, que ainda mantém um patamar alto, fora do equilíbrio.

Leia a matéria da Bloomberg e esteja por dentro do Brasil, ou, dependendo da ótica, das novidades recentes de Miami,

http://www.bloomberg.com/news/2011-06-21/brazilians-buy-miami-condos-at-bargain-prices-after-45-surge-in-currency.html

Brazilians Buy Miami Condos at Bargain Prices as Real Gains 45%


By John Gittelsohn and Jose Sergio Osse - Jun 21, 2011 1:54 PM GMT-0300


Frederico Azevedo went to Florida looking for a second home. He left with three, paying $300,000 and $500,000 for condos in two Miami towers, and $1 million for a unit at the Trump International resort in nearby Sunny Isles.

“I bought one to use as a vacation home and the other two as investments,” Azevedo, 39, president of Construtora Altana Ltda, a housing-development company, said in a telephone interview from his office in Sao Paulo. “It’s actually very cheap in Miami compared to here.”

Surging real estate prices in Brazil and the currency’s 45 percent gain against the U.S. dollar since 2008 are sending Brazilians to South Florida in search of bargain vacation homes and property investments. That’s helping bolster Miami’s condo market, with total sales increasing 79 percent in the first five months of 2011 from a year earlier, according to data from the Florida Association of Realtors released today.

In the Miami area, Brazilians bought 9 percent of homes and apartments sold to international buyers in the 12 months through March 2010, behind only Canadians and Venezuelans, according to the Miami Association of Realtors. Since then, “anecdotal evidence certainly points to a significant increase,” said Lynda Fernandez, a spokeswoman for the group. In May, international clients bought about 60 percent of existing houses and condos and 90 percent of newly built homes, the association reported today.

Million-Dollar Sales

As many as half of the downtown Miami condos that have been sold to foreigners for more than $500,000 since January were purchased by Brazilians, said Craig Studnicky, president of International Sales Group LLC, an Aventura, Florida, property- marketing firm. Buyers from Brazil also accounted for about half of sales of more than $1 million in Miami Beach.

Demand from Brazilians is “growing geometrically,” he said. “Next year, it’s clearly going to be the dominating force.”

The Brazilian real’s 45 percent increase against the dollar from the end of 2008 through yesterday is the best performance among 25 emerging-market currencies tracked by Bloomberg. The nation’s economy, Latin America’s biggest, grew 4.2 percent in the year through March 31, compared with U.S. expansion of 2.3 percent.

Pricier Than U.S.

The fastest economic growth in two decades last year and accelerating inflation made Sao Paulo, Rio de Janeiro and Brasilia more expensive than any U.S. city, according to a survey by ECA International, a London-based human-resources company. Brazil’s home prices rose an estimated 25 percent during the 12 months through May, with prices up 44 percent in Rio, Adrian E. Huerta, a JPMorgan Chase & Co. analyst in New York, and Marcelo Motta and Marina Mansur in Sao Paulo, wrote in a June 15 report.

“Are these price increases sustainable?” the analysts wrote. “Well, we are not seeing any deceleration in home price increases yet.”

U.S. housing prices have fallen to 2003 levels as foreclosures depress values and unemployment hovers around 9 percent. Miami-area homes are selling for 51 percent less than their December 2006 peak, according to the S&P/Case-Shiller index. Only Las Vegas and Phoenix had bigger price declines.

In Rio’s exclusive Leblon enclave, near the city’s Ipanema district of bossa nova fame, apartments sell for an average $1,058 a square foot ($11,388 a square meter), according to Sindicato da Habitacao do Rio de Janeiro, or Secovi, the city’s real estate association. In Miami’s South Beach, the average condominium price was $354 a square foot during this year’s first quarter, said Condo Vultures LLC, a Bal Harbour, Florida, real estate brokerage and consulting firm.

‘Other Way Around’
“Five years ago, it was the other way around,” Studnicky said in a phone interview. “Miami was trading for $500 to $1,000 a foot. Rio was trading for $300 to $500. It has absolutely switched.”

Um artigo brilhante de Martin Wolf: "Zona Euro em delírio""

Resgato aqui um artigo brilhante de Martin Wolf, do Financial Times, e publicado em 30/09/2011 pelo "Diário Economico", de Portugal.
O artigo pode ser resumido numa expressão que no Brasil quer dizer :"Se correr o bicho pega; se ficar, o bicho come"



Opinião

Zona euro em delírio

Martin Wolf
30/09/11 07:01

A reunião anual do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional no último fim-de-semana juntou pessoas assustadas e zangadas.

A crise financeira que se abateu sobre o mundo em Agosto de 2007 entrou numa nova fase e, em certos aspectos fundamentais, mais perigosa. Vislumbra-se uma mudança de atitude entre bancos e Estados soberanos fracos no sentido de uma maior confiança, que pode ter um efeito potencialmente calamitoso na zona euro e na economia global: a zona euro não é uma ilha. O facto de os Estados fracos não terem capacidade para lidar por si próprios com a situação e de a zona euro carecer de verdadeira liderança torna este processo particularmente assustador. Resumindo, a zona euro provavelmente não conseguirá debelar a crise.

O perigo subjacente é explanado no mais recente relatório de estabilidade financeira global do Fundo Monetário Internacional (FMI). Vigilância no seu melhor: claro, consistente, corajoso. E qual é a mensagem? Está resumida em duas frases: "Cerca de metade dos 6,5 mil milhões de euros de dívida pública emitida pelos governos da zona euro mostra sinais de aumento do risco de crédito" e, "consequentemente, os bancos que detêm quantidades substanciais de dívida soberana mais volátil e de maior risco tiveram de fazer frente a consideráveis dificuldades nos mercados."

No seu livro inspirador, "This Time is Different", Kenneth Rogoff, da Universidade de Harvard, e Carmen Reinhart, do Peterson Institute for International Economics, explicam que as grandes crises financeiras conduziram amiúde a crises de dívida soberana. Eis o estádio em que o mundo se encontra e que deixou de estar circunscrito aos pequenos países periféricos da zona euro, alastrando também a Espanha e Itália. As dúvidas que emergiram em torno da capacidade dos Estados lidarem com a sua dívida põem em causa a percepção de solidez dos bancos, quer directamente, por estes deterem grande parte da dívida daqueles, quer indirectamente, devido ao cada vez menor valor das garantias soberanas.

O relatório do FMI explica: "O efeito de contágio entre os membros da zona euro com spreads mais altos e os sistemas bancários locais alastrou a instituições noutros países... Além destas exposições directas, os bancos também assumiram riscos de dívida soberana indirectamente ao concederem crédito a bancos que detêm dívida com risco mais elevado. Os bancos são igualmente afectados pelos riscos de dívida soberana no passivo dos seus balanços, devido à deterioração das garantias implícitas do governo, à queda no valor dos títulos de dívida pública usados como colateral, ao aumento do número de pedidos de cobertura (‘margin calls') e à revisão em baixa dos ‘ratings' soberanos, seguida pela descida dos ‘ratings' dos bancos." A pressão sobre o financiamento levou à contracção no crédito e fez com que o sector privado se tornasse mais cauteloso, enfraquecendo as economias e mitigando a solvência orçamental e financeira.

Na pior das hipóteses, o mundo encontra-se à beira de uma grande crise. Foi por este motivo que figuras como Tim Geithner, secretário do Tesouro americano, e Christine Lagarde, directora-geral do FMI, instaram os líderes europeus a agir: acabaram-se os dias do pouco demais e quase tarde demais. Alegam que a incapacidade de agir rapidamente equivale a agir tarde demais.

Quem está de fora exige o quê, afinal? A resposta tem duas faces: recapitalização de instituições bancárias fracas a uma escala credível e liquidez suficiente para evitar o pânico caso os bancos e os Estados vulneráveis venham a falir. As estimativas para os montantes necessários diferem. Os americanos, conscientes da sua experiência em 2008 e 2009, recomendam uma estratégia ‘shock and awe' (que na gíria militar significa "domínio rápido"). Perante as necessidades de financiamento de bancos e Estados, o valor em causa terá de ser muito superior a mil biliões de euros, provavelmente várias vezes este montante. Nada que ponha um alemão prudente em pânico.

Como pôr isto em prática? O meu colega Peter Spiegel brindou-nos com um excelente manual a 26 de Setembro, intitulado "Europe thinks the unthinkable" (A Europa pensa o impensável). Primeiro, e durante o mês de Outubro, a zona euro deveria (com sorte) ter ratificado as alterações ao Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF), com capacidade de empréstimo efectiva de 440 mil milhões de euros. O FEEF poderia então injectar capital nos bancos e comprar títulos de dívida de governos mais fragilizados no mercado aberto. Ora, esta é uma "arma" de pequeno calibre.

A Europa precisa de uma maior e mais eficaz. Aparentemente, estão em discussão cinco planos distintos, entre os quais a alavancagem do montante disponível no FEEF, a emissão de garantias em vez de empréstimos ou a disponibilização de linhas de crédito pelo Banco Central Europeu (BCE), ou ainda financiamento nos mercados. Porém, se for preciso agir no imediato, como é o caso, a única entidade que pode, de facto, libertar as verbas necessárias é o banco central.

Poderá funcionar? A minha resposta divide-se em sete partes. Primeiro, se houvesse acordo sobre as medidas a implementar e a amplitude das mesmas, talvez fosse possível travar o pânico.

Segundo, esse acordo será, talvez, impossível de alcançar, em particular se o financiamento depender em grande medida do BCE, pelo menos no curto prazo. Mario Draghi, futuro presidente da instituição, ficaria na desagradável posição de ter de salvar o seu país sob uma chuva de críticas da opinião pública alemã face aos gastos excessivos do seu banco central.

Terceiro, a partir do momento em que bancos e Estados se tornam excessivamente dependentes do financiamento oficial, o regresso ao mercado tende a ser mais difícil.

Quarto, esse comportamento não vai resolver as profundas dificuldades dos países não competitivos nem aliviar a sua necessidade de financiamento externo em larga escala por um longo período de tempo - a participação do sector privado será residual devido aos receios que a situação actual suscita.

Quinto, é provável que depois de um resgate como este os imprudentes voltem aos velhos (maus) hábitos, obrigando a novas intervenções.

Sexto, as transferências internas só poderão ser suspensas se houver ajustamentos na zona euro, nomeadamente nos países excedentários, dos quais pouco temos ouvido falar. Resumindo, a zona euro corre o risco de se transformar numa união de transferências ilegítima.

Por último, existe o perigo de um programa ambicioso vir a deteriorar a posição dos Estados mais sólidos da zona euro, muito embora um colapso possa causar danos idênticos no seu ‘rating'.

Não restam boas opções. Os riscos que as medidas propostas acarretam são consideráveis, mas a alternativa - colapsos financeiros e crises de dívida soberana que fazem ricochete pelo mundo - é substancialmente pior. A necessidade de um resgate desta magnitude pode ser visto como o preço a pagar pela insensatez e pressa com que a zona euro aceitou um casamento monetário indissolúvel, tolerando o aparecimento de grandes desequilíbrios, mostrando-se incapaz de impor disciplina aos bancos e de lidar capazmente com a crise.

A zona euro ainda tem de decidir o que quer ser quando for grande, mas, primeiro, tem de lá chegar. Os custos de um colapso seriam demasiado graves para, sequer, equacionarmos essa hipótese. Os Estados-membros têm, muito simplesmente, de evitá-lo. É a única opção sensata.

Tradução de Ana Pina

Bovespa, mercado de baixa ainda intocável


Acima , o gráfico Bovespa. Ao longo da semana, testou sua LTB de curto-médio prazo, praticamente encerrando a semana "em cima" dela.
No entanto, mais importante, por ora, é olhar 56 k e, principalmente, 58.500 para "sonharmos" com uma reversão no médio-longo prazo.
Por enquanto, é mercado de baixa clássico para o Bovespa. Vejam o círculo que fiz ao longo dos últimos 6 meses para o IFR 14 períodos; muito tempo abaixo do patamar de 50 e, em nenhum momento, sequer tocou o patamar de 70. Em nenhum momento ! Há alguma chance de dizermos que não estamos numa mercado de baixa com esse comportamento do IFR 14 períodos ?

Gráficos da semana - DOW e VIX




Dow Jones, mesmo com um "atraso", revisita seu antigo suporte rompido de 11.850.

Vix, apesar de um rompimento falso ao longo da semana, fecha a semana acima de um importante divisor, 30.

Voltei a postar o gráfico mensal do Dow Jones, por vê-lo ainda intacto em relação a semelhança com 2008; isto é, MACD mensal ainda cruzado na venda. Em 2008, mesmo cruzado na venda, ficou praticamente numa congestão por 4 meses.


sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Siga os passos da Alemanha - Parte 5

Angela Merkel fala ali, aqui. ali novamente; depois conversa acolá.

Mas ela tem dito o seguinte: "Virem-se ! "

Agora, abaixo, ela diz: "Virem-se e virem-se de novo com mais perdas !"



Merkel: perdão da dívida grega será maior que o calculado

Fontes destacaram que a chanceler disse aos deputados que um perdão de 21% da dívida grega será insuficiente para enfrentar a crise orçamentária desse país

Berlim.- A chanceler alemã, Angela Merkel, admitiu nesta sexta-feira perante seu grupo parlamentar que o perdão da dívida grega será maior que o calculado inicialmente.

Fontes da União - democratas-cristãos (CDU) e social-cristãos (CSU) - destacaram que Merkel disse aos deputados que um perdão de 21% da dívida grega será insuficiente para enfrentar a crise orçamentária desse país.

As mesmas fontes assinalaram que Merkel adiou para a próxima quarta-feira a declaração do Governo perante o Parlamento sobre a crise da dívida.

Durante a reunião da União, a chefe do governo alemão defendeu o adiamento das decisões sobre o Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF) até 26 de outubro.

A chanceler comentou, segundo as fontes, que é importante realizar um trabalho minucioso e minimizou a importância do adiamento para quarta-feira das decisões que deveriam ser tomadas no domingo.

Na mesma reunião, o ministro de Finanças alemão, Wolfgang Schäuble, assegurou que a Alemanha não aceitará a exigência da França de criar uma licença bancária para o FEEF, que desta forma teria as atribuições de uma instituição financeira.

Segundo fontes de seu grupo parlamentar, Schäuble também ressaltou que existe entre os parceiros da zona do euro um amplo consenso de que devem continuar a ser negociadas as bases dos acordos e normas vigentes.

More Money ! Mais Dinheiro ! Plus D’argent ! Mehr geld ! 更多的錢 ! Piu Soldi ! больше денег ! Más Dinero ! より多くのお金 !

More Money !

Mais Dinheiro !

Plus D’argent !

Mehr geld !

更多的錢 !

Piu Soldi !

больше денег !

Más Dinero !

より多くのお金 !


Não há impressora que resista a tanto papel moeda !!

E que venha a estagflação !

http://www.reuters.com/article/2011/10/21/us-eurozone-greece-idUSTRE79K59E20111021

EU/IMF approve next aid tranche for Greece: euro zone source

BRUSSELS | Fri Oct 21, 2011 2:17pm EDT

(Reuters) - Euro zone finance ministers and the International Monetary Fund have approved the payment of the next tranche of financial support toGreece, a senior euro zone source told Reuters on Friday.

The 8 billion euro payment is the sixth tranche from a total package of 110 billion euros of bilateral loans agreed between the EU/IMF and Greece in May last year.

"The sixth tranche is agreed, it's free to go," the source, who is involved in the discussions, told Reuters.

Without the payment, Greece faced the possibility of defaulting on its debts later this year.



Risco e mercado não estão falando a mesma língua



TED subindo, subindo......

Mercados, no mínimo, ainda numa congestão de 2-3 meses

Uma declaração realista do CEO do Commerzbank

Dentro do "lenga-lenga" dos últimos dias, uma voz "realista"

http://www.reuters.com/article/2011/10/21/us-commerzbank-greece-idUSTRE79K0T920111021

Commerzbank CEO calls for Greece to declare insolvency: report

FRANKFURT | Fri Oct 21, 2011 2:10am EDT

(Reuters) - Commerzbank Chief Executive Martin Blessing called for Greece to declare insolvency and restructure its debt, according to German daily Bild.

"It is not enough to just take writedowns on bank balance sheets," Blessing told the paper in an interview published on Friday, adding that Greece could not be helped and markets could not be calmed without real restructuring of Greek debt.

When asked whether banks would voluntarily contribute to resolving the issue, he said, "It would only be on a voluntary basis if Greece declared itself insolvent."

"If the Troika makes sure that the next tranche is not paid, this (Greek insolvency) will be possible. Voluntarily foregoing (payments on bonds) without insolvency is poison for the credibility of government bonds of other countries as well."

In July, banks and insurers agreed to contribute 50 billion euros ($68.5 billion) to reducing Greece's debt via a debt buyback and swap agreement, which equated to a 21 percent writedown. That is now seen as insufficient to make Athens' debts sustainable.

Blessing said banks will probably need more capital to weather an insolvency of Greece and called for governments to make clear rules for all banks quickly that create a level playing field and avert harm to the economy.

He said giving banks 18 months' time to reach a certain capital ratio would cause banks to cut back on business, making it more difficult for companies to obtain loans.

"Also, everyone would try to sell their government bonds rather than trying to gain more capital. That would just worsen the crisis."

E tome mais "carry-trade" na cabeça do Banco Central do Brasil


Anteontem o Banco Central do Brasil baixou mais uma vez a taxa de juros, ainda sinalizando novas quedas lá na frente.
E o que o mercado fez ? "Partiu" pra cima do dólar e mais "saída" do "carry-trade".
A "guerra" continua e o mercado ainda tem muito "posicionamento" pra se desfazer; a munição é farta !
Acima , no gráfico diário do "dólar x real"", podemos ver esse movimento.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Índice Shangai - Gráfico semanal - LTB IFR 14


Índice Shangai também com LTB de IFR 14 no gráfico semanal , escala linear.
Repetitivo, porém, isso indica que os algoritmos são os mesmos colocados nos computadores de vários índices. Apenas uma, ou outra variável é modificada , dada a particularidade de cada país.
É muito "cansativo" mudar o comportamento não é mesmo ?

BOVESPA - Gráfico semanal - LTB's de IFR 14 períodos


Gráfico semanal em escala linear do Índice Bovespa também apresenta outras LTB's de IFR 14 períodos, como registrado acima.

Nasdaq - Gráfico semanal - Outra LTB IFR 14


Outra LTB de IFR 14 períodos no gráfico semanal (escala linear), agora, no índice NASDAQ

Índice CRB Commodities - Gráfico semanal


Diferente do que foi postado há algumas semanas, resolvi colocar dessa vez em escala linear.
Fica clara uma LTB de IFR 14 períodos em curso no gráfico semanal, como destacado acima.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Mais um filme sobre Wall Street - estréia em 21/10/2011 nos EUA


Mais um filme sobre os bastidores de Wall Street às vésperas da crise financeira de 2008.
O objetivo dos produtores é contar os detalhes, ao longo de 24 horas, de um banco de investimentos ao longo da crise financeira de 2008.
O filme tem estréia marcada na próxima sexta-feira, 21/10/2011, nos Estados Unidos. No Brasil, ainda sem data de estréia.
Ainda não vi o filme, porém, fica aqui o destaque do blog para quem puder vê-lo lá fora e, mais à frente, no Brasil.

Acima o trailer do filme.

Abaixo, uma resenha de janeiro de 2011 da Revista Exame, da Editora Abril.


São Paulo - As 24 horas anteriores à eclosão da maior crise financeira mundial desde a Grande Depressão, vividas de dentro de um banco de investimentos. O cenário é onde se desenrola a história do filme “Margin Call”, do diretor e roteirista J.C. Chandor. Na trama, enquanto o mercado se dá conta da gravidade do colapso financeiro, oito trabalhadores de um grande banco de investimentos tentam manter suas carreiras e fortunas.

A mais nova leitura de Hollywood sobre a crise de 2008 traz os momentos decisivos vividos num banco claramente inspirado no Lehman Brothers. O termo margin call, ou chamada de margem, é um jargão do universo dos investimentos. É um pedido a um cliente que forneça dinheiro ou valores a um corretor depois de ter sido feita uma compra ou venda a descoberto, ou seja, sem recursos. A margem é chamada na ocasião de a operação não ter sucesso.

O elenco é liderado por Demi Moore, estrela escalada nada menos do que para o papel de gerente de riscos da companhia. No filme, Moore enfrenta as conseqüências desastrosas das quedas de braços internas sobre o negócio arriscado mas lucrativo de hipotecas comerciais. Uma escalação incomum num mundo dominado por homens engravatados, e que dá um toque de glamour a um cargo pouco charmoso, afirma matéria do New York Times sobre o filme. Para se preparar para os papéis, Demi e vários membros do elenco, que inclui Kevin Spacey, Penn Badgley e Simon Baker, visitaram as salas de negociação de vários bancos de Wall Street e entrevistaram na vida real analistas sobre suas experiências durante a crise.

Premiado no festival de Sundance na última terça-feira (26), o filme ainda não tem data de estreia no Brasil. De acordo com os produtores, o orçamento do longa foi de 4 milhões de dólares.

Demanda por crédito já mostra queda no Brasil

Notícia veiculada pelo jornal O Estado de São Paulo


http://economia.estadao.com.br/noticias/economia%20brasil,demanda-de-empresas-por-credito-caiu-67-em-setembro-aponta-serasa,88786,0.htm



Demanda de empresas por crédito caiu 6,7% em setembro, aponta Serasa

A entidade relaciona a queda de setembro ao agravamento do cenário financeiro internacional e ao processo de desaceleração do crescimento econômico doméstico

19 de outubro de 2011 | 11h 17

Agência Estado

SÃO PAULO - Caiu em 6,7% o número de empresas que procuraram crédito em setembro em relação a agosto, mostra índice da Serasa Experian. Na comparação com setembro de 2010, porém, houve avanço de 3,9% e, no acumulado de 2011, o Indicador da Demanda das Empresas por Crédito está 3% acima do mesmo período do ano passado. Para o levantamento, a Serasa Experian consulta 1,2 milhão de CNPJs em todo território nacional.

A entidade relaciona a queda de setembro ao agravamento do cenário financeiro internacional e ao processo de desaceleração do crescimento econômico doméstico. Esses fatores afetaram principalmente as micro e pequenas empresas, responsáveis por puxar o índice para baixo, com variação negativa de 7,1% ante agosto, enquanto as médias empresas apresentaram demanda 1,1% maior e as grandes companhias, uma alta de 2,2%.

O indicador mostra que no geral houve recuo na demanda por crédito em todos os setores, com destaque para a queda em serviços (-7,7%). Na indústria foi registrada queda de 6,9% e no comércio, de 6%. Na comparação anual, os três setores apresentam alta de 8%, 5,7% e 0,5%, respectivamente.

A queda generalizada em setembro ante agosto ocorreu também em todas as Regiões do País, com as maiores baixas registradas no Norte (-13,3%) e no Sul (-10,1%), seguidas por Nordeste (-6,8%), Sudeste (-5,2%) e Centro-Oeste (-3,1%).

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Dow Jones - Mensal - 4 meses para uma queda forte, ou não ?


Vejam acima o movimento do Dow Jones no ínicio de 2008 mesmo com o MACD mensal cruzado na venda. O índice demorou cerca de 4 meses para, de fato, fazer um forte pivot de baixa e furar o suporte anteriormente de 11.600/11.700.
Podemos especular sim que, por ora, o índice possa demorar o mesmo tempo até que fure o suporte de 10.400/10.600. Até lá, em análise gráfica, fica em aberto, para os mercados americanos, a possibilidade de um rally até a sua resistência principal de 12.800/12.850.

DOW JONES - MME13 x MME21


Acima, o cruzamento das médias móveis exponencias de 13 e 21 das quais eu gosto. Porém, tive o cuidado de ressaltar que, num movimento recente, houve uma falha nesse cruzamento.
Logo depois , o mercado mergulhou forte.

VIX acima de 30




Vix se segurou acima dos 30, mesmo com uma recuperação forte dos mercados na última hora

Não dependam mais da China

Dessa vez, não é bom depender mais da China não, pois as expectativas/notícias que vêm de lá, não são nada animadoras.


Economia da China cresce 9,1% no 3º trimestre

Resultado do PIB veio abaixo dos 9,5% no segundo trimestre e dos 9,7% do primeiro

18 de outubro de 2011 | 0h 31

Agência Estado

PEQUIM - A economia da China cresceu 9,1% no 3º trimestre em relação ao mesmo período do ano passado, abaixo dos 9,5% no segundo trimestre e dos 9,7% do primeiro, informou o Escritório Nacional de Estatísticas. A alta do Produto Interno Bruto (PIB) apresentou o menor ritmo de crescimento desde o começo de 2009.

A expansão ficou abaixo da mediana de previsões de 14 economistas consultados pela Dow Jones, que apontava para um crescimento de 9,2%.

A economia chinesa se expandiu à taxa de 2,3% no terceiro trimestre em relação ao segundo em bases ajustadas à sazonalidade, de acordo com o órgão de estatísticas.

Os dados dos primeiros três trimestres do ano mostraram que a economia da China cresceu em um ritmo relativamente rápido, disse Sheng Laiyun, porta-voz do Escritório Nacional de Estatísticas.

A possibilidade de a China manter um crescimento estável e razoavelmente acelerado é "relativamente grande", afirmou o porta-voz. Ele acrescentou que é improvável que a China enfrente um "segundo mergulho" nos próximos meses.

As incertezas existem tanto no ambiente econômico doméstico como no global, observou Sheng. Ele declarou ainda que a China deve manter suas políticas macroeconômicas, equilibrando-se entre a reestruturação econômica e o controle da inflação e ao mesmo tempo mantendo o crescimento estável.

As informações são da Dow Jones.

(Com Hélio Barboza, da Agência Estado, e Reuters)