sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Fim de linha para o Dow Jones ? Vejam o mensal


Acima Dow Jones, gráfico mensal.

Fechamento hoje, dia 30 de setembro de 2011 em 10.910.

MACD cruzado de cima pra baixo, portanto, cruzado na venda.
IFR 14 períodos "ainda" em 50, portanto, longe de "sobrevendido" no mensal
Longe ainda da base inferior da "banda bollinger".

Preparem-se para novos tempos.

André Esteves, do BTG Pactual, está comprando ou não ?

Notícia veiculada pelo portal Exame dá uma visão de André Esteves, principal executivo do BTG Pactual.

É uma visão ligeiramente ambígua. Diz ele, em dado momento, que as ações dos bancos brasileiros estão baratas, que o mercado de ações está "interessante".
Por outro lado, mais adiante, o mesmo André Esteve diz que é hora pra ser mais "defensivo".
Enfim, o que ele quer dizer com isso ?
Compra ou não compra ? Ou seria, tá "barato", mas nem tanto; tá barato, mas eu não compro.
Pensem nisso !!

Abaixo separei alguns trechos:


Ações dos bancos brasileiros estão “bastante baratas”, diz André Esteves
Em entrevista à CNN, executivo diz ainda que o mercado de ações está interessante, principalmente com a correção do real

Gustavo Kahil, de
Julio Bittencourt

São Paulo – O chefe do BTG Pactual, André Esteves, está de olho no mercado de ações aos níveis atuais, principalmente após a correção da moeda brasileira em relação ao dólar.

“Eu gosto do mercado de ações, especialmente com essa correção na moeda. É uma alternativa interessante para um investimento”, disse o líder do maior banco de investimentos brasileiro em uma entrevista concedida à CNN nesta quarta-feira em Londres, após inaugurar um escritório na cidade.

Segundo ele, as ações dos bancos brasileiros estão “bastante baratas”. Em 2011, o Ibovespa – principal índice do mercado brasileiro – apresenta uma desvalorização de 23%. O IFNC, índice que acompanha os papéis das principais instituições financeiras do país, tem um recuo de 18,2% no período.

Defensivo

Perguntado sobre o que ele venderia agora, Esteves preferiu uma postura mais conservadora. “Acho que a pergunta não é vender, mas é hora de estar mais defensivo. Para uma boa performance no longo prazo há períodos em que você deveria tentar ganhar dinheiro e outros em que você precisa tentar proteger o seu dinheiro. Acho que estamos mais no estágio da proteção”, afirmou ele.




quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Mercados testando seus limites









Os gráficos acima falam por si só.

Mais uma vez próximos a inflexões decisivas.
Prestem atenção que DOW JONES e SP500 também testando a região de 50 para o IFR 14 períodos, como adiantado pela manhã

terça-feira, 27 de setembro de 2011

DOW JONES - O script do IFR 14 períodos e LTB



Vejam acima. Agora, 11:34 de terça-feira.
IFR 14 períodos ainda "andando" em cima do patamar de 50.
LTB de curtissimo prazo bem próxima

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

VIX e SP500 nas MMA's 50 períodos





Acima destaquei 1 ponto interessante para reflexão.
Tanto o VIX, como o SP500, recentemente, tocaram em suas médias móveis aritméticas de 50 períodos e retornaram; SP500 pra baixo e VIX, no sentido inverso, pra cima.
Quero deixar claro que eu não uso a média móvel aritmética de 50; na verdade, o movimento que mais dedico atenção lá fora é o cruzamento das médias móveis exponenciais de 13 e 21 períodos.
No entanto, tem muita gente que usa as médias moveis aritméticas de 50.
E como os movimentos acima foram muito semelhantes, decidi registrá-los aqui.

E o governo quer mais imposto....

E o governo brasileiro continua na sua insanidade total.
Semana passada o Banco do Brasil mostrou-se inclinado a aumentar o crédito. Ou seja, num ambiente econômico, no mínimo perigoso, a melhor atitude seria de cautela.; mas não, o governo aumenta o crédito, expõe novamente o setor público a mais uma fragilidade lá na frente.
Agora, o governo acena com um novo imposto, sobrecarregando ainda mais um economia massacrada por uma carga tributária colossal. e num ambiente econômico que está num iminente colapso.

Veja a notícia abaixo:


Ideli Salvatti: 'A Saúde vai ter um novo imposto'
Em entrevista ao 'Estado', ministra das Relações Institucionais diz que governo tem ‘clareza’ de que precisa de novas fontes para financiar setor
25 de setembro de 2011 | 23h 06

Vera Rosa e Tânia Monteiro, de O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA - Sem caneta na mão, mas com "muitos baldes de saliva para gastar" na tarefa de unir a base aliada, a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti (PT), admite que o governo ainda quer a criação de um imposto para financiar investimentos em saúde no País e arrecadar mais R$ 45 bilhões por ano. A expectativa do Palácio do Planalto é que o tributo seja aprovado em 2012, apesar das dificuldades previstas por causa das eleições municipais.
Para Ideli, coalizão é como democracia: 'O pior dos modelos, mas não encontramos outro melhor'
Nesta entrevista ao Estado, ao mencionar as "fontes" em debate para custear a saúde, Ideli não fez rodeios para definir do que se trata: "É um novo imposto". Articuladora política do governo, a ministra garantiu, porém, que nada sairá neste ano porque decisões assim precisam ser "adequadas" à situação econômica. "Você não pode trabalhar desonerando de um lado e onerando de outro", ponderou.

Cinco dias após a Câmara ter aprovado a Emenda 29 - que define os gastos com saúde para União, Estados e municípios -, Ideli reiterou que o dispositivo não resolve o problema porque não indica de onde virão os recursos. Para ela, a comissão acertada entre os governadores e o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), poderá "resgatar" projetos de lei que criam base de cálculo para a nova versão da CPMF, o imposto do cheque extinto em 2007. "Nós já colocamos o dedo na ferida", disse Ideli.

A Câmara aprovou o projeto que regulamenta a Emenda 29, mas não incluiu a base de cálculo para a criação da Contribuição Social para a Saúde (CSS). O que pode ser feito?
Apesar de estar criada a contribuição, a alíquota terá, obrigatoriamente, de ser fixada por lei. A comissão que o Marco Maia formou com os governadores deixa uma porta aberta para o debate.

E quais são as alternativas para financiar os gastos na saúde?
Já se falou em taxação de grandes fortunas, bebidas, cigarros, remessa de dinheiro para o exterior, royalties do petróleo e até em legalização do jogo. A presidenta Dilma tem pedido muito cuidado porque estamos vivenciando uma crise internacional, que será prolongada. Você não pode trabalhar desonerando de um lado e onerando de outro.

O governo vê necessidade de financiar a saúde, mas não quer arcar com o ônus de medida impopular, não é?
O governo tem clareza de que precisa de novas fontes para a saúde. Nós já colocamos o dedo na ferida.

Nova fonte é um novo imposto...
É um novo imposto, que poderá ser de uma forma ou de outra. A questão é que essa nova fonte tem de ser adequada à conjuntura econômica e só pode ser criada com uma discussão de caráter federativo e em consonância com o Congresso.

sábado, 24 de setembro de 2011

Tentou-se tudo ! Insanidades foram praticadas ! E nada !

Artigo interessantíssimo de Jim Willie.

Perdeu-se a razão em vários momentos; "dinheiro" foi jogado aos montes na economia, taxas de juros no chão por um tempo "infinito"; toneladas de dinheiro foram direcionadas para os bancos; bancos e montadoras foram "nacionalizados", e nada ! Nenhuma recuperação ! Nada ! E o que vemos ?

Um iminente colapso do sistema financeiro mundial.

Veja abaixo parte do artigo:



Monetary System In Ruin, Signals Of Systemic Collapse
Stock-Markets / Credit Crisis 2011
Sep 22, 2011 - 12:41 PM
By: Jim_Willie_CB

Wow!! The billboard signals of extreme crisis are overwhelming. Three years of near 0% with no recovery. A full year of ample USTreasury and mortgage bond monetization with no recovery. Tons of cash aid deliveries to the big US banks with no recovery. Some key corporate nationalizations with no recovery. Oodles of errant stimulus programs with no recovery. Some important misdirection in home loan aid initiatives with no recovery. The US Federal Reserve admits it can do nothing more as a recovery remains elusive. The USGovt is paralyzed by disguised fascist warmongers opposed by disguised marxist collectivists, but intent on maintaining the status quo among bank fraud. An approved accounting fraud directive is kept in place to present a picture of bank solvency. Intermediate credit markets have come to a standstill


The US stock market is in tatters. The USTreasury Bond market is the only conventional rally at work. And with all these programs, developments, and events, the USEconomy moves toward a recession with relentless determination and purpose, In today's age of lying about price inflation by at least 5%, that means the recession is about to turn into a Minus 5% Recession after never exiting the recession recognized in 2009. The billboard messages are dire, ugly, dreadful, dangerous, and full of destruction, typical of systemic failure. Too bad the Keynesian textbooks do not have a chapter on banking system insolvency, or one quarter of the households living in negative equity, or central bank toxic paper pits, or global currency war, or confiscation of tyrant accounts. The ineffective monetary & fiscal policy has ushered in the nightmarish systemic failure. That is what is occurring.

by Jim Willie CB
Editor of the “HAT TRICK LETTER”

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Alguma coisa acontece com Deutsche Bank


Os credit-defaults swaps dos bancos estão subindo, subindo subindo !!!

E também com o poderoso Deutsche Bank......

Gráfico muito semelhante ao do Société Générale e do BNP PARIBAS.......

Certamente , nas mesas de operações, o cenário mais próximo da realidade é uma absoluta aversão entre os próprios bancos, isto é, nada, provavelmente, é feito entre eles mesmos

Veja matéria da Bloomberg:


French, German Bank Credit Default Wagers Soar

By Abigail Moses and John Glover - Sep 23, 2011 6:15 AM GMT-0300

Deutsche Bank AG , Germany’s biggest lender, was the most-traded company of 1,000 issuers tracked by the Depository Trust & Clearing Corp. in the week through Sept. 16, up from 12th the week before. Credit Agricole SA climbed to seventh place from 43rd, while Societe Generale SA soared to eighth from 58th. Photographer: Hannelore Foerster/Bloomberg
Trading in credit-default swaps insuring the biggest German and French banks’ debt is soaring as the euro-region crisis spreads.
Deutsche Bank AG (DBK), Germany’s biggest lender, was the most- traded company of 1,000 issuers tracked by the Depository Trust & Clearing Corp. in the week through Sept. 16, up from 12th the week before. Credit Agricole SA (ACA) climbed to seventh place from 43rd, while Societe Generale (GLE) SA soared to eighth from 58th.
Banks hold more than half of the bonds issued by other lenders and are hedging that risk in the credit-swaps market. U.S. lenders Wells Fargo & Co. (WFC), JPMorgan Chase & Co. (JPM) and Morgan Stanley (MS) also jumped into the top 10 most-traded companies, according to the DTCC, amid speculation the world’s largest economy is headed for another recession................

Credit Agricole and SocGen had their long-term credit ratings cut one level by Moody’s Investors Service on Sept. 14. French and German banks have the biggest holdings of Greek debt, according to the Basel, Switzerland-based Bank for International Settlements.
Moody’s lowering of Bank of America Corp. and Wells Fargo’s ratings on Sept. 21 also helped push European bank-bond yield spreads wider, with the Barclays Capital Euro Aggregate Banking Senior Index climbing to a record 339 basis points, from 322 in the previous session.
Record Risk
The cost of insuring European bank bonds using credit- default swaps rose to a record this month, with the Markit iTraxx Financial Index of default swaps on the senior debt of 25 lenders and insurers climbing to as high as 314 basis points on Sept. 12, according to JPMorgan. The gauge fell three basis points to 299 as of 10 a.m. in London today.
Swaps on Deutsche Bank jumped to a record 225 basis points on Sept. 12, and now cost 210 basis points, from 96 basis points on July 1, according to CMA prices. Credit Agricole rose to an all-time high 322 basis points this month and are now at 310, from 130 at the beginning of July. Contracts tied to SocGen’s debt jumped to a record 435 in September, from 128 at the start of this quarter and are now at 413, according to CMA.
Credit-default swaps allow investors to hedge against debt losses or speculate on creditworthiness. A basis point on a contract protecting 10 million euros of debt for five years is equivalent to 1,000 euros a year.
“People who bought protection on banks and sovereigns have trades that are in the money now,” said Peter Tchir, founder of hedge fund TF Market Advisors in New York. “Now they’re getting nervous and buying more protection.”

O script do default não muda

Há 1 ano, o default da Grécia nem era cogitado.

Há 6 meses, as autoridades diziam : "É....pode ser, contudo, todavia"

Há 1 mês, diziam: "Estamos reunindo todos os esforços para cumprir todas as metas de forma a se evitar o default"

Agora, o desânimo começa a tomar conta das autoridades. Sempre foi assim.. Não muda o script de uma nação excessivamente endividada e que é jogada contra a parede dia após dia, semana após semana, meses após meses. Todos a empurram para o còrner. Mercado, bancos, outras nações.

Abaixo o desânimo do presidente do Banco Central Holandês:

Aqui o link do jornal O Estado de São Paulo:



Grécia admite calote e sugere desconto de 50% na dívida

De acordo com o jornal local, ministro de Finanças apresentou aos parlamentares do Partido Socialista três cenários possíveis para a Grécia
23 de setembro de 2011 | 5h 03


Gustavo Nicoletta e Hélio Barboza, da Agência Estado
ATENAS - O ministro de Finanças da Grécia, Evangelos Venizelos, disse a parlamentares do seu partido que o país enfrenta o risco de um default desordenado, segundo a edição desta sexta-feira de um jornal grego. A publicação acrescenta que o ministro sugeriu um possível desconto de 50% na dívida do país. De acordo com o jornal Ta Nea, Venizelos apresentou aos parlamentares do Partido Socialista três cenários possíveis para a Grécia.

No primeiro cenário, a Europa seguiria adiante com os compromissos assumidos em uma reunião de cúpula de 21 de julho, estendendo um novo pacote de ajuda aos gregos, no valor de € 109 bilhões, mas incluindo o oferecimento aos credores do país de um programa voluntário de troca da dívida.

No segundo cenário, a Grécia não conseguiria chegar a um acordo com seus credores internacionais nos próximos dias, o que levaria o governo grego a ficar sem dinheiro no meio de outubro e o obrigaria a um default desordenado.

Sem citar fontes, o Ta Nea relata que Venizelos também indicou uma terceira opção para o país, que incluiria uma reestruturação ordenada da dívida grega, mas com os credores enfrentando uma perda de 50%. Tal cenário seria acordado com os credores e permitiria a permanência da Grécia na zona do euro, diz o jornal. O Ta Nea acrescenta que esse cenário parece estar ganhando terreno no restante da Europa.

O ministro das Finanças disse, no entanto, serem contraproducentes informações distribuídas na mídia sugerindo que o país avalia um default programado, com perdas de 50% aos credores. Embora não tenha negado diretamente, Evangelos Venizelos reafirmou o compromisso da Grécia de atingir as metas de déficit e dar prosseguimento a uma agenda ambiciosa de reformas, como o prometido a seus parceiros europeus.

BCE em alerta

O calote da Grécia não pode ser descartado enquanto o país mediterrâneo lutar para escorar suas finanças, disse Klaas Knot, novo representante da Holanda no conselho da presidência do Banco Central Europeu (BCE), em uma entrevista ao jornal Financieele Dagblad. Knot, que também é presidente do Banco Central Holandês, disse que o default "é um dos cenários".

"Eu não estou dizendo que a Grécia vai entrar em default", afirmou. "Eu já havia sido convencido há muito tempo que um default não era necessário, mas as notícias que chegam de Atenas não são encorajadoras", declarou. "Todos os esforços são destinados a impedir isso, mas eu agora tenho menos certeza do que tinha há alguns meses para descartar um default", disse Knot, em sua primeira entrevista desde que tomou posse no Banco Central Holandês, em julho.

Knot é uma das primeiras autoridades do BCE a admitir publicamente um possível calote da Grécia. O banco sempre insistiu que o default seria evitado a todo custo porque poderia desestabilizar a zona do euro. Mas os mercados estão cada vez mais se antecipando a este cenário, enquanto a Grécia luta para reunir condições que lhe assegurem ajuda financeira. Sem essa ajuda, o país ficará sem dinheiro em meados de outubro.

Na entrevista, Knot questionou "se os gregos percebem a seriedade da situação" e disse que "há dúvidas quanto à qualidade do governo grego e se os políticos têm um controle firme do país".

Nas próximas semanas, inspetores internacionais do BCE, do Fundo Monetário Internacional (FMI) e da Comissão Europeia - a chamada "troica" - vão revisar os esforços do país para amparar suas finanças. "Será tenso", declarou Knor ao jornal. "(A troica) terá de chegar à conclusão positiva de que a Grécia está fazendo o que prometeu."

Um eventual calote da Grécia poderia deflagrar o contágio para outros países da zona do euro, como Itália e Espanha. Repetindo o que havia afirmado seu predecessor Nout Wellink, Knot disse que tal cenário pode ser impedido pela ampliação substancial do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira.

Reunião

A agenda de eventos dos EUA desta sexta-feira traz como destaque o início da reunião anual do Fundo Monetário Internacional (FMI), em Washington. Paralelamente a esse evento, também acontecerá o encontro dos ministros de Finanças e representantes de bancos centrais do G-20. O grupo deve conceder uma entrevista coletiva por volta das 21h30 (de Brasília). As informações são do site do FMI.

As informações são da Dow Jones.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Mercados de renda variável no mundo



A água começa a tomar conta do Titanic

SP500 e VIX


Acima Vix já cortado de baixo pra cima; péssimos sinais à frente.
SP500 confirmou o rompimento de uma LTA de curto prazo; ainda possível o teste na sua linha de retorno entre 1.150 e 1.180.

Muito cuidado com o VIX !





Vejam como está o VIX.

Mercados lá fora cada vez mais perigosos; volatilidade tem aumentado, ora dia com alta, ora dia com baixa.
Se o MACD do VIX cruzar de baixo pra cima no nível em que está, ao redor de 40, a probabilidade do VIX romper os 48, aumenta sobremaneira.
Isso fará os mercados explodirem numa volatilidade assustadora com chances muito altas de fortes quedas.
Segurem-se nas poltranas, la fora e aqui.

O perigo se torna maior , já que, como destacado também acima. a LTA de curtíssimo prazo que vinha segurando o SP500 foi perfurado com o fechamento de hoje.

O Titanic já está com furos por todos os lados; acaba de ter mais um e não sei até quando ele permanerá em curso,
Aqui, para os mais desavisados, dólar em alta não é, e nunca foi sinômino de "bolsa barata".
Se fosse assim, os anos 8o, famosos por desvalorizações e maxi-desvalorizações cambiais, seriam marcados por mercados fortemente altistas.
O mesmo vale para o período em que o dólar subiu fortemente, tocando os R$ 4,00, com o risco da vitória do Lula em 2002.


O Ataque dos Geiselistas

Imperdível artigo de Alexandre Schartzman em seu blog.

Deixei passar uma discussão em torno do novo IPI para os carros que não têm índice de nacionalização acima de 65%.

Resgato aqui um pouco da discussão, na verdade resgato para termos consciência de mais uma aberração praticada pela política econômica e industrial do atual governo, lembrando, em muitos aspectos, o retrocesso imposto pelos militares durante o milagre econômico brasileiro da década de 70.


O Ataque dos Geiselistas

Eu nunca entendi o fascínio, o verdadeiro tesão enrustido, que os economistas “de esquerda” do Brasil têm pelas políticas econômicas adotadas pelo regime militar nos anos 70 e que causaram uma desaceleração de crescimento que durou mais de 20 anos.

A última de nossos geiselistas redivivos foi estabelecer barreiras de entrada ao mercado automotivo brasileiro via tributação seletiva, em nome de... seja lá o que for que essa jumentada chifruda acredita além de reciclar políticas fracassadas dos governos militares.

Pois não posso dizer qual foi o objetivo do aumento seletivo do IPI para veículos.

Mas qualquer economista não-babão pode dizer o que este aumento acarreta:

(1) cria uma barreira à entrada de novas montadoras no Brasil (devido à necessidade de conteúdo nacional mínimo);

(2) permite que as montadoras aumentem seus preços (e não adianta o jumento mugir, que é isso que vai acontecer);

(3) permite que as mesmas montadoras continuem operando a um custo acima do mínimo eficiente (porque não estão sujeitas às pressões competitivas);

(4) reduz o emprego na indústria automobilística no longo prazo, já que a barreira à entrada de novas montadoras tem o efeito direto de reduzir o emprego no setor, assim como a ausência de pressão para redução de custos e a proteção ao mercado doméstico reduzem a capacidade de exportação da indústria nacional;

(5) aumenta as desigualdades regionais, ao gerar rendas que serão apropriadas por uma indústria concentrada nos estados mais ricos;

(6) quebra compromissos internacionais a que nos submetemos no âmbito de acordos comerciais (WTO) e fóruns internacionais (G20), o que nos expõe a retaliações e ridiculariza as promessas feitas pelo ex-presidente Lula durante os meses mais graves da crise financeira internacional;

(7) por outro lado, existe um silver lining: com carros mais caros, podemos contar com uma redução marginal na congestão de nossas cidades.

E aí me vem a gringada da imprensa internacional dizer que a presidente quer governar com uma ‘tecnoburocracia’. Faltando um “r” talvez?

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Commodities em queda, avisa Rio Tinto

Matéria do Financial Times:

http://www.ft.com/intl/cms/s/0/5defb86a-e3a6-11e0-bd3d-00144feabdc0.html#axzz1YaXSu7RY



September 20, 2011 10:30 pm
Rio Tinto warns of slowdown in demand
By Javier Blas in London

Rio Tinto, one of the world’s largest natural resources companies, has warned that some of its customers were asking to delay shipments of metals, in a clear sign that the financial turmoil is starting to affect the commodities sector.
The warning represents a marked shift in industry sentiment from only six weeks ago, when most miners, commodities traders and oil groups painted a bullish outlook for commodities demand and prices despite falling equity markets.
“It is noticeable that markets are somewhat weaker,” said Rio Tinto chief executive Tom Albanese in an interview. “In a few cases, customers are asking to reschedule deliveries. “This is consistent with customers being cautious about the current state of business.”
Rio Tinto is the world’s second-largest iron ore miner and a top producer of commodities from copper to aluminium, and the wide reach of its business links helps it to anticipate changes in the economic cycle.
“In the last two months most economists have been derating global economic forecasts. You cannot ignore that,” Mr Albanese added.
The benchmark Reuters-Jefferies CRB index – a basket of raw materials including copper, oil and wheat – hit a 1½-year high in May, but since then has fallen nearly 13 per cent as the global economy cooled.
The health of the natural resources sector, from oil to mining, is critical for London’s stock market, where it accounts for nearly a third of the blue-chip FTSE 100’s market capitalisation.
Commodities are also important in Sydney, São Paulo, Toronto and Johannesburg.
Cargill, the privately held company that is one of the world’s largest traders of food commodities, last week also warned that global growth was “weak and weakening”. Codelco, the state-owned Chilean company and the world’s largest copper producer, also has warned that some customers were asking to delay shipments.
Diego Hernández, Codelco’s chief executive, said this month that the company has had “interest from some clients to reduce quantity for the second half [of the year]”. But he cautioned that, at the same time, some other clients have ordered more copper.
Mr Albanese said the current slowdown in demand was not nearly as acute as that experienced at the start of the financial crisis in 2008, saying that Rio Tinto’s order books were still full. But he acknowledged that customers were cautious.
“Customers are restocking in September – but below normal levels. They’re taking a wait-and-see approach,” he said.
He added that the slowdown was not spreading into Asia: “In China, our largest customers are not showing any sign of slowdown.”

Alguém pra dizer que o Brasil "brinca" com ajuste fiscal

Finalmente alguém pra dizer, ainda que nas entrelinhas, que o Brasil "brinca" com as contas públicas.

Está mais do que na hora de termos consciência de quão equivocada foi a condução da política econômica nos últimos 3-4 anos e quão equivocada é conduzida agora; a consequência ?

Desconfianças dos agentes econômicos, insegurança e inflação.


Brasil terá dificuldade para adotar ajuste fiscal, diz economista do Bird

No início do ano, ministro Guido Mantega afirmou que governo adotaria medidas fiscais que economizariam R$ 50 bilhões.

20 de setembro de 2011 | 21h 22

Da BBC Brasil em Washington - No momento em que se prepara para grandes eventos, como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, o Brasil terá dificuldade para cumprir sua promessa de ajuste fiscal, disse nesta terça-feira à BBC Brasil o economista-chefe do Banco Mundial para a América Latina, Augusto de la Torre.

"É um desafio muito grande, porque o Brasil está enfrentando um ano de gastos importantes, associados à Copa do Mundo e todo o resto. Então não vai ser fácil cumprir a promessa de fortalecer a posição fiscal", afirmou.

No início deste ano, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou a intenção do governo de fazer um ajuste fiscal de R$ 50 bilhões.

O economista diz que o cumprimento das medidas é crucial para o país, especialmente diante do início de uma trajetória de redução da taxa básica de juros (Selic).


20 de setembro de 2011 | 21h 22

terça-feira, 20 de setembro de 2011

BNP PARIBAS e Société Générale- Diário e Semanal







Qualquer semelhança com o Bear Stearns não é mera coincidência.

Eurobonds, "FMI da Europa", e o tempo vai passando...

Europeus correm contra o tempo. A bola da vez é a Itália; bancos franceses com dificuldades em fechar seus caixas.
Parece o filme do titanic; a cada hora que passa, entra água por um lado.
Enquanto isso, ais idéias vão aparecendo: Eurobons, "FMI DA EUROPA", enfim, tudo para salvar o Euro, a Europa, os correntistas, os americanos, os chineses que têm lá seus imensos depósitos produzidos pelo próprio consumo dos "agora" falidos europeus.

Vejam abaixo parte da matéria do Wall Street Journal:

aqui toda a matéria:

http://online.wsj.com/article/SB10001424053111904194604576580492979479086.html?mod=WSJ_hp_LEFTTopStories

Euro Bonds Won't Save the Euro
A new €2 trillion monetary fund, linked to the central bank, could better assist cash-strapped governments in liquidity crises.

By Philippe Marini

From former German Chancellor Gerhard Schröder to several French Socialist presidential hopefuls, the idea of a euro bond is gaining supporters. The rising popularity of this idea, however, makes it all the more troubling: In practice, it could constitute a potentially fatal threat to the euro zone.

I won't deny that I voted "no" in 1992, against the Maastricht Treaty that created the European Union as we know it and formed the basis for the euro. Moreover, so there is no ambiguity: The current crisis confirms my belief that we would all be better off if the euro had never been established.

However, I am today in favor of maintaining the euro, for the simple reason that its collapse would be an economic disaster. Unfortunately, many supporters of the 1992 "Yes" campaign have not learned the lessons of Europe's crisis and are attempting a dangerous leap forward for the EU and euro area.

To understand why the idea of euro bond is so troubling, imagine an aircraft that is undergoing engine failure while in flight. You could either land at the nearest airport to fix the engine, or attempt to exit the aircraft and repair the engine mid-flight. The latter doesn't seem like much of a solution at all—it seems more likely to end with the plane and all its inhabitants crashing to the ground. Yet this seems a bit how the euro-bond "solution" might work in practice.

Euro bonds are a seductive idea, as they would replace (at least in part) the separate debt liabilities of the governments of France, Germany, Italy and so on, with a single liability for the whole euro area. This single liability would be managed by a single European agency, which would finance itself by issuing its own bonds—euro bonds. This would allow European states to fund themselves at a single rate.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Missão Impossível para o BCE, FMI e o FED ?



Missão Impossível ?

Siga os passos da Alemanha - Parte 2

Leiam abaixo:

...10, 9, 8, 7, 6......



BC alemão: reformas devem considerar chance de calote

19 de setembro de 2011 | 11h 43
CLARISSA MANGUEIRA - Agencia Estado

FRANKFURT - As reformas para a zona do euro precisam incluir a possibilidade de um país entrar em default (calote) se não conseguir cumprir com as exigências para o recebimento de um pacote de socorro, afirmou Jens Weidmann, presidente do Banco Central da Alemanha e membro do conselho executivo do Banco Central Europeu (BCE). Weidmann disse à Comissão parlamentar da Alemanha que as reformas para a zona do euro podem enfraquecer parcialmente os incentivos para uma política fiscal sólida entre os Estados membros do grupo. Para evitar que isso aconteça, o presidente do BC alemão afirmou que o livro de regras da zona do euro, seu Pacto de Estabilidade e Crescimento, precisa ser fortalecido para que aqueles que violarem as normas possam ser mais facilmente punidos, ao invés de passarem por um processo político.

Em um sistema, no qual a política fiscal é descentralizada e os Estados assumem a responsabilidade por suas próprias finanças, a ajuda pode somente ser concedida numa capacidade limitada e sob condições restritas, afirmou o presidente do BC alemão. Além disso, em última análise, são os Estados que recebem ajuda que decidem se eles preenchem, ou não, as condições.

"Essa responsabilidade nacional requer urgentemente nesse modelo que nenhum socorro financeiro seja concedido se as condições (para a ajuda) não foram cumpridas e que um default nacional com consequências correspondentes para o Estado e investidores privados não seja excluído", destacou Weidmann. Ele não mencionou a Grécia nesse contexto, contudo, e não pareceu estar sugerindo que seria permitido que a Grécia declare default, nas atuais circunstâncias.

Os investidores estão incrivelmente preocupados que a Grécia terá de declarar default de suas obrigações e isso alimentou um debate na Alemanha, com o ministro da Economia, Philipp Roesler, afirmando publicamente que um default grego não deveria ser descartado. Durante o fim de semana, o ministro das Finanças da Alemanha, Wolfgang Schaeuble, repreendeu Roesler, dizendo que só ele e a chanceler Angela Merkel são responsáveis pelos assuntos ligados ao euro.

Weidmann também reiterou sua preocupação de que o acordo fechado pelos líderes da zona do euro no dia 21 de julho para expandir os poderes da Linha de Estabilidade Financeira Europeia (EFSF, na sigla em inglês), se mova em direção a uma coletivização das responsabilidades e reduza a disciplina no mercado, sem reforçar o controle sobre as políticas fiscais nacionais.

Ele disse que o prêmio cobrado dos países que tomam emprestado recursos da EFSF deveria continuar pelo menos dois pontos porcentuais acima dos custos de financiamento. Weidmann repetiu que a compra pela EFSF de bônus governamentais no mercado secundário reduzirá os incentivos para uma política fiscal apropriada. As informações são da Dow Jones.

domingo, 18 de setembro de 2011

Siga os passos da Alemanha, já dizia George Soros

Texto longo, porém vale a pena, pela analogia e pela semelhança dos acontecimentos.

Vamos rever o que fez George Soros agir mais fortemente contra a libra esterlina em 1992.

Em seu livro . George Soros, de Wien, Byron e Koenen, Krisztina. (Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1996) , Soros diz claramente que ele seguiu os passos do Bundesbank.

Lembrando que naquela época tínhamos um sistema semelhante ao atual EURO e que era chamado de ERM (European Exchange-Rate Mechanism).

Vamos lá:

“A libra, como você sabe, era parte do Sistema Europeu de Taxas de Câmbio (ERM-European Exchange-Rate Mechanism), e este sistema funcionava, há um razoável período de tempo, em condições de quase equilíbrio. Era realmente um sistema sofisticado e inteligente, que permitia ajustes freqüentes, e os ajustes não eram suficientemente grandes para especuladores como eu ganhar muito dinheiro com eles. Portanto, era um sistema de quase equilíbrio, tão bom quanto possível para um regime cambial.

Vieram, então, o colapso da União Soviética e a reunificação da Alemanha, e o sistema foi levado a um desequilíbrio dinâmico....O problema é que o Bundesbank (Banco Central Alemão) tem um papel duplo no sistema: ele é simultaneamente a âncora do ERM e o defensor constitucional da estabilidade da moeda alemã. Durante o período de quase equilíbrio, o Bundesbank podia preencher os dois papéis sem problemas, mas a unificação alemã, que se realizou a uma taxa de câmbio excessivamente elevada da moeda da Alemanha Oriental com referência ao marco alemão, criou um conflito entre os dois papéis do Bundesbank: seu papel constitucional e seu papel como âncora do ERM ... E a imensa injeção de capital da Alemanha Ocidental na Alemanha Oriental levou a pressões inflacionárias na economia alemã. O Bundesbak tinha a responsabilidade - não apenas pela legislação ordinária, mas também pela Constituição - de contrapor-se a essa tendência, elevando as taxas de juros, o que fez decididamente. Caracterizou-se, assim, um conflito entre os dois papéis do Bundesbank - e, sob a Constituição, não havia dúvida sobre qual teria precedência. A implementação resoluta de uma política monetária contracionista, numa época de recessão no resto da Europa, desqualificava o Bundesbank como âncora do ERM. Isto levou o ERM, que estava operando em quase equilíbrio, a um desequilíbrio dinâmico.”

E é numa entrevista do próprio presidente do Bundesbank que George Soros vê a possibilidade de enxergar a essência da questão. Diz ele ao ser perguntado sobre quando teve a idéia de que uma quebra da libra esterlina era iminente: “Tive uma primeira pista em um discurso do presidente do Bundesbank, Schlesinger, pronunciado em uma reunião prestigiosa. Ele disse que os investidores estavam cometendo um erro quando viam a ECU (European Currency Unit) como uma cesta fixa de moedas. Ele estava se referindo em particular à lira italiana como uma moeda não muito sólida. Depois de seu discurso, eu lhe perguntei se gostava da ECU como moeda, ele disse que gostava da ECU como um conceito, mas não gostava do nome. Ele preferiria que fosse chamada de marco.

Eu captei a mensagem. Ele nos encorajava a ter posição vendida na lira italiana, e, de fato, a lira foi forçada a sair do sistema europeu de taxa de câmbio um pouco depois. Era um claro sinal de que a libra estava também vulnerável. Por outro lado, o lucro que fizemos realizando nossa posição vendida de lira deu-nos recursos para arriscar com a libra....O clímax foi finalmente alcançado quando o governo britânico subiu a taxa de juros em 2% para defender a libra. Era um ato de desespero que nos sinalizava que a posição britânica era insustentável. Isso nos encorajou a continuar a vender libra ainda mais agressivamente do que antes. Este era o fim: as taxas de juros subiram ao meio-dia. À noite, a libra tinha saído do ERM.”


Agora, vamos a algumas declarações de vários membros do Banco Central Europeu, a listar Jens Weidmann, a própria Angela Merkel, o ex-integrante Jürgen Stark's e Ministro das Finanças alemão.

Sim.....parece que a Alemanha não é muito simpática ao “TOO BIG TO FAIL”, ou pelo menos, não é muito simpática a imprimir "dinheiro", euros, dólares e outras moedas a fim de salvar países que foram irresponsáveis em suas políticas fiscais, irresponsáveis com suas políticas econômicas.

Foi assim em 92, as palavras abaixo caminham nessa direção.

Mas o show precisa continuar......


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http://www.reuters.com/article/2011/09/17/us-ecb-weidmann-idUSTRE78G1OA20110917

ECB'S Weidmann says wrong to ditch monetary policy principles

(Reuters) - ECB Governing Council member Jens Weidmann, an opponent of the bank's bond-buying program, told Germany's Spiegel magazine the ECB had burdened itself with considerable risk and it was wrong to abandon established principles of monetary policy.

The usual divisions between fiscal and monetary policy had become blurred, and some measures carried particular dangers, he said in an interview made available on Saturday.


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http://www.spiegel.de/international/europe/0,1518,763294,00.html

German Chancellor Angela Merkel on Tuesday evening blasted Greece and demanded that Athens raise the retirement age and reduce vacation days. Germany will help, she said, but only if indebted countries help themselves

It was the kind of criticism that one isn't used to hearing from Angela Merkel. Normally sober and analytical to a fault, the German chancellor on Tuesday evening blasted a handful of heavily indebted southern European countries, saying they needed to raise retirement ages and reduce vacation days.

Keeping debt under control, Merkel said in a speech at an event held by her party, the conservative Christian Democratic Union, in the western German town of Meschede, isn't the only priority. "It is also important that people in countries like Greece, Spain and Portugal are not able to retire earlier than in Germany -- that everyone exerts themselves more or less equally. That is important."



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http://www.thelocal.de/national/20110911-37511.html

Berlin prepares for Greek insolvency

Published: 11 Sep 11 09:22 CET

Sha

German Finance Minister Wolfgang Schäuble is making preparations for a Greek insolvency, according to newsweekly Der Spiegel.

His officials are reported to be preparing for several scenarios that might arise should Athens go bankrupt.

There are two possible outcomes, in the view of the ministry. Either the country stays in the euro zone, or it re-introduces its former currency, the drachma.

A key consideration in Schäuble’s thinking is the EU’s
bailout mechanism, the European Financial Stability Facility (EFSF). A crisis summit in July made provision for expanding the mechanism’s powers.

Two key instruments of the EFSF could come into play in the event of a Greek bankruptcy. The first are contingent credit lines, which would help countries like Spain or Italy if investors were to stop lending them money following a possible Greek insolvency. In addition, banks in numerous euro-zone countries could be reliant on aid from the EFSF if they had to write off billions in
Greek governmentbonds. This is likely to happen regardless of whether or not Greece holds on to the euro.



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http://www.spiegel.de/international/europe/0,1518,785668,00.html

09/12/2011

ECB Chief Economist Quits

Jürgen Stark's Resignation Is Setback for Merkel

By Peter Müller, Christoph Pauly and Christian Reiermann

The chief economist of the European Central Bank, Jürgen Stark, resigned on Friday, apparently over his opposition to the ECB's bond-buying program. The loss is embarrassing for Chancellor Angela Merkel, coming just months after the resignation of Axel Weber as Bundesbank president.

Undermining the Euro's Stability

Stark already voted against the first bond purchase program in the spring of 2010, and he also voted against the ECB's recent purchases a few weeks ago. Stark feared that the measure would undermine the stability of the euro. Worst yet, he felt that the central bank is giving up its independence and placing itself at the behest of politicians. This runs counter to the tradition of Germany's central bank, the Bundesbank, which Stark internalized during his tenure as its vice-president.

For the same reasons, Axel Weber resigned as president of the Bundesbank and chose not to succeed Trichet as head of the ECB. Stark's resignation is bad news for the current Bundesbank president, Jens Weidmann, who is also opposed to the bond purchases, and who is now losing an ally in the struggle over monetary policy. For German central bankers, monetary policy traditionally involves using all means possible to fight the risks of inflation. Printing money to buy up bonds is clearly not part of that approach.

The loss is embarrassing for German Chancellor Angela Merkel and Finance Minister Wolfgang Schäuble, both members of the center-right Christian Democratic Union (CDU). It is the second time that they are being abandoned by a well-known monetary policy expert because he can no longer support the approach to saving the euro that Merkel's administration has shaped.

sábado, 17 de setembro de 2011

Dow Jones 2008 e 2011 - O mesmo quadro ?


Vejam acima o corte do movimento do Dow Jones em 2008 e agora.

Em 2008 parecia uma congestão por 45-60 dias entre a faixa de 10.800 e 11.800. Porém depois desse período perfurou forte e caiu até 7.800.
A faixa que estamos andando agora é praticamente a mesma. IFR'S 14 períodos andando ali por volta de 45-55.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Bancos europeus com dificuldades em fechar o caixa

É claro que a notícia divulgada ontem ao longo do dia dando conta de um apoio conjunto de bancos Centrais da Europa, dos Estados Unidos e da Inglaterra, entre outros, tem a ver com a dificuldade de alguns bancos europeus em fechar seus caixas.

Falamos aqui há alguns dias sobre o fechamento do mercado em dólares para o Société Générale (veja aqui o post : http://pracompraroupravender.blogspot.com/2011/09/nao-ha-mais-emprestimos-em-dolares-para.html )

Muita coincidência, poucos dias depois, bancos centrais do mundo correrem para direcionar dólares aos mercados europeus.

A sequência de eventos nos últimos dias parece um "eu já vi esse filme antes" em relação a sequência de eventos em 2007-2008; isto é, bancos com pesadas perdas em seus balanços pelos possíveis calotes de países europeus, dificuldade de fechar caixa; enfim, até mesmo a "infeliz" coincidência da suposta fraude do operador do UBS, publicada aqui ontem , contribui para essa visão.

Destaca-se que em vários casos, a situação me parece até mais grave do que em 2007-2008, pois estamos falando hoje em defaults de países, possível falência do Euro e. em muitos países, como o Brasil, uma inflação recorrentemente alta que contribui, sobremaneira, para uma conjunção de fatores "sinistra" mais à frente , cujas consequências, entre outras, são a inadimplência crescente, redução de crédito abrupta, queda da moeda corrente, e forte desaceleração econômica.

LTB'S Dow e SP500




No fechamento hoje, dia 15-09-2011.



2 Visóes, 2 pontos de vista.; no Dow Jones, o fechamento foi na LTB e não rompeu.

No SP500 houve o rompimento

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

O mesmo filme - Seria pra rir, se não fosse trágico

No início de 2008, o Société Générale reconheceu uma perda gigantesca por conta de uma suposta fraude ou erro cometido por um trader em um de seus escritórios. Lembramos que já naquele momento, vivíamos períodos tensos por conta de inúmeras intervenções e boatos que giravam em torno da saúde financeira de vários bancos americanos e europeus, como o Bear Stearns, Lehman, Citi e tantos outros.
O Final da história todos conhecemos.
Agora, hoje, a "bola" da vez" foi o UBS , que acaba de reconhecer perdas fortissimas por uma suposta fraude também, ou erro, ainda não sabemos, de um trader localizado em um de seus escritórios.

Abaixo a notícia atual do UBS com o link:

E aqui, o link com a notíca do Société Générale em 2008 :

http://www.estadao.com.br/noticias/economia,societe-generale-anuncia-perda-de-49-bi-de-euros-com-fraude,114399,0.htm




By Steve Slater and Emma Thomasson
LONDON/ZURICH Thu Sep 15, 2011 7:54am EDT
(Reuters) - Swiss bank UBS said a trader had lost it around $2 billion in unauthorised deals, and police in London arrested a man in connection with the case.

UBS would not comment on a Financial Times report on Thursday naming the man as Kweku Adoboli -- a director of ETF and Delta 1 trading in the bank's London office, according to his profile on networking site LinkedIn.

British police said they had arrested a 31-year-old man on suspicion of fraud. Swiss newspaper NZZ cited UBS as saying the trader worked in its London equities division.

"I can confirm that an employee of the bank was arrested in London in connection with the statement," a UBS spokesman said.

UBS said it might post a third-quarter loss after the rogue trades, a huge blow as it struggles to rebuild its credibility after years of crises.

The loss threatens the future of UBS's investment bank, which is being reviewed by chief executive Oswald Gruebel as part of a wide-ranging restructuring following heavy losses in the credit crisis and a damaging scandal over bankers helping rich U.S. clients dodge taxes.

UBS, which said no client positions were affected, is scheduled to hold an investor day on November 17 at which it was expected to announce major restructuring of the investment bank.

"The matter is still being investigated, but UBS's current estimate of the loss on the trades is in the range of $2 billion," the bank said in a statement.

UBS employed almost 18,000 people in its investment bank at the end of June, most of them outside Switzerland, particularly in London and the United States.

UBS shares were down 8.2 percent at 10.03 Swiss francs at 1034 GMT, while the European banking sector was up 2.8 percent.

"(This) is a staggering demonstration that all the clever systems that the banks now have, especially after the financial crisis, still cannot stop a determined individual getting round them if they want to," said Chris Roebuck, Visiting Professor at Cass Business School in London.

"It will yet again confirm to the majority of shareholders who are Swiss that investment banking is not 'proper' banking, as private banking is."


http://www.reuters.com/article/2011/09/15/us-ubs-idUSTRE78E15I20110915

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

LTB's 2 meses DOW e SP500 não rompidas








2 LTB'S de 2 meses não rompidas no diário para DOW e SP500.
O blog está com problema para anexar imagens. Tão logo eu consiga. eu postarei aqui. De qualquer forma a LTB de que falo para o DOW é a que vem de 12.750 e a do SP500 que vem de 1.345.
O interessante é que o teste se deu no IFR na faixa de 50 e com uma forte reversão nos últimos 15-30 minutos.
É claro que qualquer LTB ao ser tocada normalmente é sentida. Porém diante do teste do IFR na casa dos 50 sempre me deixa em alerta. Como tenho ressaltado, em mercados de baixa, os testes nos IFRS na casa dos 50 são efetuados para que ganhem força pra novas quedas até IFR'S abaixo de 30.

VIX - LTA curto prazo











Acima gráfico diário do VIX, por enquanto segurando numa LTA de curto prazo

Americanos "brincando" de LTB no IFR 14 períodos
























Acima 2 gráficos, um no diario e outro no semanal. do SP500 com suas respectivas LTB'S para os IFR'S de 14 períodos.

Já tangenciei algumas vezes aqui no blog o comportamente dos IFR's, tanto num mercado em alta, como em baixa.

Nesse momento, como suponho que já trabalhamos num mercado em baixa para os americanos, os repiques acontecem sempre na faixa dos 50. Mas no repique mais acentuado, algumas vezes começamos a ver configurações de LTB'S para o IFR 14.

No semanal acima fica mais caracterizada a divergência baixista forte. No entanto, no diário, a LTB não funciona mais como sinal de divergência, e sim, como sinal de pontos onde o repique termina. A se confirmar nos próximos dias o desempenho do SP500 e sua LTB de IFR.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Não há mais empréstimos em dólares para o BNP PARIBAS, diz o WSJ

Vejam a matéria abaixo: Mercados em dólares fechados para os franceses do Paribas, segundo o Wall Street Journal:

http://online.wsj.com/article/SB10001424053111904353504576566821711712348.html



By NICOLAS LECAUSSIN

'We can no longer borrow dollars. U.S. money-market funds are not lending to us anymore," a bank executive for BNP Paribas, who declines to be named, told me last week. "Since we don't have access to dollars anymore, we're creating a market in euros. This is a first. . . . We hope it will work, otherwise the downward spiral will be hell. We will no longer be trusted at all and no one will lend to us anymore."

He's not the only one worried. France's three biggest banks have been the subject of whisper campaigns about their solvency since the beginning of the summer, and Société Générale has lost 22.5% of its value.

BNP, Société Générale and Crédit Agricole together hold nearly $57 billion in Greek sovereign and private debt, versus $34 billion held by the largest German banks and $14 billion at British banks. French banks also held more than €140 billion in total Spanish debt and almost €400 billion in Italian debt as of December, according to the latest figures from the Bank for International Settlements. If either of these latter two governments were to default, their banking systems could collapse and take the French system with them.

BNP, Société Générale and Credit Agricole all say that their finances are in order and the market worries are unfounded. But it's difficult for the BNP executive to hide his concern.

"Look at the French banks' debt holdings versus those of U.S. banks," he continues. "The total debt of the three big U.S. banks (Bank of America, JP Morgan and Citigroup) is $5.86 trillion, or 39% of GDP, while the debts of BNP, Crédit Agricole and Société Générale come to €4.7 trillion, or 250% of French GDP."

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Images.com/Corbis
Analysts are suggesting that the government is set to start nationalizing France's banks. The banks have remained silent on the matter, and the government denies this talk. But the last time the French state intervened in the banking system in a big way, the results were disastrous. As recently as the 1980s, most French banks were owned by the state, and by the 1990s the sector was bordering on bankruptcy. The French banking sector shrank by nearly 50% during the decade, while the those in other countries such as Britain and the U.S. grew by 39% and 50%, respectively.

The most famous case of that time was Crédit Lyonnais, which was plagued by mismanagement throughout the 1980s and 1990s until it shifted its debts and liabilities into a new state-owned company, the Consortium de Réalisation. In 2003 Crédit Lyonnais was taken over by Crédit Agricole, but in July 2008 its bills came due anyway.

An arbitration court ordered the Consortium de Réalisation to pay €240 million to the liquidators of the Bernard Tapie group, along with €105 million in interest and €45 million in moral damages—a total of €395 million for one erstwhile borrower. Meanwhile, the SdBO (Western Bank Corporation), a subsidiary of Crédit Lyonnais, lent sums to the Tapie family that added up to more than two-and-a-half times the bank's total capital. French taxpayers paid out more than €15 billion for the mismanagement of Crédit Lyonnais over the years.

The taxpayer-backed losses of mortgage lender Crédit Foncier came to €2 billion. And the Hervet bank (now part of the HSBC group) announced the first losses in its history after its 1982 nationalization.

These and other disasters were brought on by the bank nationalizations of the early 1980s. But despite the subsequent privatizations, French bank boards are still dominated by the alumni of France's famous ENA, the Ecole Nationale d'Administration, and by officials who have worked at the Ministry of Finance. A study by the Management Institute at the Université de La Rochelle finds that between 1995 and 2004 banks administered by government-linked technocrats were in greater total debt than those that were not.

Whether the market's worst fears are realized or not, French banks certainly maintain an all-too-close relationship to the state. This opaque system doesn't offer outsiders much visibility, save for the knowledge that indebted banks and an indebted French state intend to continue to cover each other, no matter the cost and on taxpayers' backs if they must. If U.S. money-market managers no longer trust the French system, this is a glaring reason why. The fastest way to regain their trust would be to end this system.

Mr. Lecaussin is director of development at France's Institute for Economic and Fiscal Research.