sexta-feira, 29 de julho de 2011

Dow, SP500, VIX, semanal e diário - todos no limite



































Vou me ater aos gráficos diários e semanais, todos na escala linear para explicitar o quanto estamos no limite da análise técnica, pois a fundamentalista já aqui tive inúmeraas vezes oportunidade de tangenciar.


Sempre gostei do cruzamento das médias móveis exponenciais de 13 e 21 períodos para os mercados americanos.


Aqui vemos que no diário, ambas estão absolutamente juntas, tanto no Dow, como no SP500;


No semanal, o DOW testou finalmente hoje sua LTA de longo prazo, sustentando-se acima dela; já o SP500, falta muito pouco pra bater lá, sem esquecer que seu suporte principal ainda é a faixa de 1.250/1.260.


Já o VIX, também no semanal, finalmente tangenciou sua LTB, fechando praticamente "em cima" dela.


Nada impede que o DOW vá testar os 12 mil, fechando ainda dentro da LTA semana que vem, até porque seu suporte principal é 11.850; mas estamos muito próximo do limite para um novo rally de alta, ou uma precipitação mais profunda lá fora.


Aqui, o fato positivo, foi termos nos mantido acima de 58k depois de testá-lo hoje.

Lembro que o suporte e divisor principais ainda são os 57.600 pontos.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

VIX no limite e Dow Jones ainda na LTA








VIX semanal no limite da LTB de longo prazo na escala linear.

Dow Jones , como acima destacado, ainda dentro de sua LTA de longo prazo, também na escala linear.

Votação para o aumento do teto da dívida norte-americana no Congresso Americano ainda é uma incógnita.

Enfim, emoções não faltam para os próximos dias.


Aqui no Brasil, continua a lenta e "agonizante" ida do BOVESPA para o patamar de 57.600 pontos.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

MME13 X MME21 para o Dow Jones ainda positivo





A despeito de preocupações sobre a renegociação de um novo teto para a dívida norte-americana, os gráficos lá fora continuam a sinalizar pontos positivos.

Já escrevi aqui que gosto muito das médias móveis exponenciais de 13 e 21 períodos, principalmente para gráficos americanos.

Acima vemos que a MME13 ainda está acima da MME21; portanto, ainda dentro desse contexto, os movimentos negativos lá fora, parecem ainda dentro de simples correções, devendo, no entanto, romper o importante patamar de 12.750 para o DOW JONES, para a busca de 13.100.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

A região de 13.000 para o DOW JONES









O rompimento de 12.750/12.800 no Dow Jones levaria o índice para o patamar de 13.100.


Vejam no gráfico acima que ao bater nos 11.750, o índice fez o último suspiro em 2008 nessa faixa, antes de mergulhar forte até os 6.470.


Vejam também a divergência baixista de Histograma MACD no mensal.




segunda-feira, 18 de julho de 2011

VIX e Dow Jones em 18/07/2011








Vix muito próximo de sua LTB de longo prazo e Dow Jones próximo de sua LTA de longo prazo.

Ambos em escala linear.

domingo, 17 de julho de 2011

SP500 - Gráfico 1993-2011







Veja o gráfico acima do SP500 em escala logarítmica de 15 anos, no período mensal.


Um grande bull market de 1994-1995 até 2000; depois uma queda forte com a bolha da internet, mesmo depois de passar pela crise asiática e a quebra do fundo LCTM em 97-98.


O mercado recupera-se já a partir de 2002-2003, e faz um topo duplo na região de 1.570.


Com a crise de 2007-2008, uma queda abrupta e muito forte.



Nos últimos 26-27 meses um grande rally para o patamar atual de 1.300-1350.


Veja que a primeira grande pernada de 94-95 até 2000 é quase um canal perfeito com uma inclinação excessivamente alta.


Fica a pergunta: por que o mercado quando fez um topo duplo não percorreu direto essa queda até o patamar de 450-500.


Bom, poderíamos especular que a queda até 666 pontos se deu em apenas praticamente 18 meses; enquanto a outra pernada de alta se deu em 15 anos.


Daí, uma "parada" pra respirar, até mesmo , dada a insanidade da política expansionista do Tesouro Americano.


Deixo aqui a seguinte reflexão:



O que vemos agora é :





1- Um fim do ciclo expansionista com seguidas críticas a um possível Q3 e o teto da dívida americana



2- Um crescente risco de default de várias nações européias, sem condições de lidarem com seus crescentes déficits fiscais. Tais defaults se autoalimentariam numa proporção inimaginável, causando uma reação em cadeia a um sem número de agentes econômicos



3-Aumento da taxa de juros de vários países emergentes incapazes de gerenciarem uma inflação em alta.


Com tudo isso em pauta, não seria impossível imaginar que a queda para o faixa de 500 pontos do SP500, num prazo mais longo, (quem sabe os mesmos 15 anos de 95-2000) torna-se bastante possível.



Portanto, poderíamos especular que a nação mais poderosa do mundo sofreria até cerca de 2020 , num processo longo de queda até a faixa de 500 pontos do SP500.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

SP500 Mensal






Gráfico do SP500 no período mensal , escala linear.

Bandas bollinger estreitando "aos poucos". MACD começa a dar sinais de "cansaço", não mais tão inclinado pra cima.

Vejam a divergência gritante no histograma MACD no mensal.

Tal comportamento poderia sinalizar uma congestão nessa região "1.250-1370" por um período 3-6 meses até furar pra cima ou pra baixo.



quinta-feira, 14 de julho de 2011

VIX sinaliza algo muito perigoso









Insisto no gráfico do VIX; diário e semanal.




Hoje , no diário, fechou acima de uma importante resistência de 20. No mínimo, busca os 25, que, em tese, pelo gráfico semanal na escala linear acima, poderia levar ou não ao rompimento da LTB de longo prazo, dependendo do fechamento.




Já discuti o gráfico semanal em outra ocasião, porém, agora , a margem de manobra está cada vez menor; o rompimento dessa LTB poderia carregar para os mercados americanos uma imensa incógnita quanto ao final desse bull market que vem desde o início de março/2009.



Aquela LTA de longo prazo do DOW JONES ainda sustenta os mercados. A mesma LTA, aliada ao não rompimento dessa LTB do VIX, poderia levar os mercados no curto-médio prazo a novas máximas

quarta-feira, 13 de julho de 2011

VIX x Mercados



Mercados fecharam com sinais interessantes.



Aqui, no Brasil, a despeito de ter fechado ontem abaixo de 60k , o mercado recuperou-se, com muitos papéis sobrevendidos no diário e deu um forte pullback. Volume foi forte, porém, com o VIX cruzado de baixo pra cima no diário , todo cuidado é pouco.



É fato que o Vix ainda não fechou acima de 20, sua resistência principal., mas com o MACD já cruzado de baixo pra cima no diário, como destacado acima, podemos ter um teste nos 24.



Ibov ainda deve um longo caminho para melhoras de longo prazo, porém sua resistência principal agora é 64 k.



Dow Jones respeitou o patamar de 12.450 que foi a mínima de ontem. Macd no diário ainda cruzado de baixo pra cima.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Ibov abaixo de 60 k e VIX fechando "em cima" de 20









Ibov fechou muito feio, abaixo de um suporte importante e divisor psicológico, os 60 k.


No entanto, o divisor realmente mais determinante da direção de longo prazo, é 57.600 pontos.


Tudo indica que mais cedo ou mais tarde , esse suporte será testado.


A depender do VIX, que estamos postando acima, é possível até que o mercado abra amanhã bastante pressionado e , quem sabe, amanhã mesmo, no mínimo esse suporte seja testado "por cima", ali na região dos 58 k.


Vejam o VIX acima. Fechou praticamente em cima de uma resistência importante, que é 20, com o MACD "querendo" cortar de baixo pra cima no diário, o que, certamente levaria o VIX a testar os 24, com uma boa chance de furar a LTB de longo prazo na escala linear.


Buscando os 24 ou mais acima, representa dias turbulentos para os mercados de renda variável.


Isso não impede que o DOW possa respeitar os 12.000 pontos que ainda é o suporte daquela LTA de longo prazo que vem desde os 6.470 de março-2009.


Porém, muita cautela se o VIX furar essa LTB, pois, nesse cenário, a possibilidade de quebra do suporte dos 12,000 para buscar os 11.850 ou mesmo até os 11.550, torna-se mais alta.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Dow e Ibov






Uma correção para o Dow Jones, por enquanto, normal, a despeito das péssimas notícias vindas lá de fora, principalmente na Europa com a preocupação em torno da Itália.


Inclusive o fechamento do Dow Jones foi acima de 12.500 e do Ibov acima de 60.000 pontos.


A situação do Ibov é mais delicada, já que no diário fez novo pivot de baixa ao furar os 60.400 e buscar os 60 k.


Abaixo de 60 k , o objetivo passa a ser de 57.600. Lá fora, melhora acima de 12.650 e principalmente acima de 12.750.


Abaixo, o suporte mais forte é 12.187 e depois 12.000, por onde passa hoje aquela última LTA de longo prazo pela escala linear.



Acima destaco um possível canal de baixa em formação para o Dow Jones nos 15"

domingo, 10 de julho de 2011

BCE não tem dinheiro para socorrer a Itália

"BCE não tem dinheiro pra socorrer a Itália".

Isso é o que diz, em outras palavras, uma fonte não identificada do Banco Central Europeu ao jornal alemão Diet Welt.

Agora, imaginem um efeito "cascata", principalmente aquelas nações em situação fiscal mais delicada.

Vejam abaixo a matéria da Reuters, reproduzida pelo portal G1.

link aqui: http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/07/uniao-europeia-convoca-reuniao-de-emergencia-sobre-crise-economica.html

A passagem onde tal informação é veiculada está destacada em negrito.


10/07/2011 19h31 - Atualizado em 10/07/2011 19h42
União Europeia convoca reunião de emergência sobre crise econômica
Segundo agência Reuters, Itália pode ser a próxima afetada por crise.FMI liberou 3,2 bilhões de euros à Grécia na sexta-feira (8).

Do G1, com informações da Reuters

O chefe do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, convocou uma reunião de emergência com as principais autoridades que lidam com a crise da dívida da zona do euro para segunda-feira (11). Segundo a agência Reuters, o encontro reflete a crescente preocupação com a chance de a crise chegar à Itália, a terceira maior economia da região.
Participarão da reunião o presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, o chefe dos ministros das Finanças da região, Jean-Claude Juncker, o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, e o comissário de Assuntos Econômicos e Monetários, Olli Rehn, disseram à Reuters três fontes oficiais.

O porta-voz de Van Rompuy, Dirk De Backer disse que "é uma reunião de coordenação, não de crise". Ele completou dizendo que a Itália não será tema da reunião e se recusou a dizer o que será discutido.
De acordo com o jornal "The Wall Street Journal", a reunião foi convocada para discutir um segundo pacote de ajuda financeira à Grécia. Entretanto, duas fontes disseram à Reuters que a situação na Itália será discutida.
As conversações foram organizadas depois de uma grande venda de ativos italianos na sexta-feira (8), que aumentou os temores que a Itália, com a maior relação entre dívida soberana e produção econômica na zona do euro após a Grécia, poderá ser o próximo país a sofrer com a crise.
A pressão do mercado se deve, em parte, à elevada dívida pública da Itália e à sua economia letárgica, mas também à preocupação de que o primeiro-ministro Silvio Berlusconi possa estar tentando prejudicar e até mesmo derrubar o ministro da Economia, Giulio Tremonti, que promoveu grandes cortes para controlar o déficit orçamentário.
"Não podemos seguir adiante por muitos dias como a sexta-feira (8)", disse um alto funcionário do Banco Central Europeu. "Estamos muito preocupados com a Itália".
O encontro de emergência de segunda-feira vai preceder uma reunião previamente marcada entre os 17 ministros das Finanças da zona do euro para discutir como garantir a contribuição de investidores do setor privado para o segundo pacote de socorro à Grécia, assim como os resultados dos testes de estresse dos 91 bancos europeus.
A Espanha, tradicionalmente vista como o próximo dominó da crise, tem conseguido manter o seu acesso a financiamentos do mercado por meio de reformas fiscais. Mas por causa do tamanho das economias da Espanha e da Itália, a pressão na zona do euro pode aumentar drasticamente se os países eventualmente vierem a precisar de ajuda financeira.

O jornal alemão Die Welt citou no domingo uma fonte não identificada do BCE que teria dito que o atual fundo de resgate europeu, que tem um tamanho nominal de 440 bilhões de euros, não seria grande o suficiente para proteger a Itália porque não havia sido projetado para fazer isso.

Na Itália, neste domingo (10), políticos e funcionários do governo se esforçavam para apresentar uma frente unida e defender Tremonti. Umberto Bossi, o poderoso líder da coalizão de aliados da Liga Norte de Berlusconi, elogiou Tremonti por 'ouvir os mercados.'
"A partir de amanhã [segunda-feira], temos que mostrar que estamos unidos e bloqueando o esforço dos especuladores", disse Paolo Bonaiuti, um subsecretário e assessor de Berlusconi.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Alguns gráficos ainda perigosos




Semana termina com Dow e Ibov em direções opostas. Dow ainda forte e IBOV fraco, a despeito de um rápido rally de "intraday" no final da semana passada.
Dow com MACD no diário totalmente cruzado de baixo pra cima, o que demandará muita força dos bears para mudar essa direção.
Porém, o MACD no semanal do Dow ainda cruzado na "venda". Acima, quero mostrar alguns gráfico ainda perigosos, a despeito da força do DOW no diário.
Gráfico do Morgan segurando em suporte perigoso. Já há cerca de 2 meses rondando essa área.
Gráfico da India, que não deixa de ser uma referência para o Brasil, mostra uma LTB um pouco mais longa não rompida, e com uma base respeitada , configurando um perigoso triângulo descendente.
Por fim ,um gráfico do SPXA50R, que mais uma vez não rompe uma LTB.

terça-feira, 5 de julho de 2011

TED mostrando força




Vejam o gráfico do índice TED, que é basicamente o spread entre as treasuries de 3 meses do governo americano e a taxa LIBOR, que , em essência, é a taxa interbancária de Londres, uma “taxa referência de empréstimos comerciais”. Nada mais é do que uma indicação de risco de crédito, já que a LIBOR é uma taxa para empréstimos comerciais, enquanto a treasurie americana é “livre de risco”.
Continua sinalizando “força” tentando romper a faixa de 25 pontos-base. Vejam em maio/2010 o que aconteceu quando houve o rompimento dos 25 pontos base
Outro gráfico interessante:
No índice financeiro americano, não houve o rompimento da LTB. Aqui , representado pelo código “XLF”
Gráfico acima do JP MORGAN lá fora, também mostra um “não rompimento” de sua LTB , com um agravante de ter feito um topo duplo no semanal, com divergências de IFR 14 e MACD.

sábado, 2 de julho de 2011

Semana incrível



























Semana incrível para os mercados acionários, principalmente os americanos.....Dow Jones saiu de cerca de 11.900 para 12.600 sem parar pra respirar.

Vários gaps por aí. Vix retornando aos 15.

Não sei se isso parece saudável para os mercados.


Em tese, mercados fazendo máxima atrás de máxima, o que sinaliza para novas máximas até que pelo menos , no caso do Dow Jones, fure os 12.187.

Aqui no Ibov , rompeu forte uma LTB. O teste agora é nos 64.000.

Postarei 2 gráficos.

O do Dow Jones, em escala logarítmica, com um possível teste na sua linha de retorno de uma LTA rompida desde os 6.470 de início de março de 2009.

E o do VIX , com uma grande LTB. Esse gráfico está em escala linear. É óbvio q eu estou misturando 2 escalas; mas nesse caso achei apropriado apenas pra especulação.

No entanto, no caso do VIX, independente da escala, fica a observação de um grande "M" no semanal, com uma base forte nos 15 e o eixo nos 30. Nesse caso , caso rompido, o objetivo seria nos 45.