terça-feira, 31 de maio de 2011

Novos pontos de vista



Há sempre mais de um ponto de vista para um objeto a ser observado. Isso é verdadeiro no mercado financeiro ou fora dele. Não fique preso a modelos prontos ou "em tudo que dizem".

Paradigmas podem e devem ser questionados e quebrados.

Veja o filme promovido pela Volkswagen e reflita.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Especulação SP500



Acima apenas uma especulação sobre um eventual canal de baixa que poderia ser formado no período aproximado de 10 anos. Pegamos uma reta com os fundos dos últimos 10 anos (2002-2009) e traçamos uma paralela a partir do último topo que foi o de 2007 para o índice SP500 dos EUA.

Atenção : O Gráfico foi montado em escala logarítmica no período mensal desde 1985.

Nuvens Negras na Europa, por Bob Chapman

Aqui um artigo de Bob Chapman expondo o seu ponto de vista a respeito do tamanho do problema que ronda a Europa, principalmente Grécia, Portugal, Irlanda, Itália e Espanha.


Vamos reproduzir parcialmente o artigo. Para vê-lo todo clique abaixo



Pra quem não conhece Bob Chapman, aqui vai o link de sua consultoria:


If you can believe it, even though the Fed has provided financial flows and assisting speculative flows so Wall Street, banking and hedge funds can glean mega-profits, it still has not provided enough liquidity for additional GDP growth. The small and medium sized businesses have been shut out. The latter participants do not play those games, it is the propriety trading desks, hedge funds and the remainder of the leveraged speculating community that takes advantage of the excess liquidity and the Bernanke put of keeping bonds and stocks up artificially. The Fed and the others are sustaining this process........
. ...The euro is attempting to break $1.40 to the downside as a result of those election results and the Greek impasse. It is obvious that Greece cannot service its debt and reduce its deficit and the other deficient nations are in the same boat. The CDS marketplace would be severely disrupted if there were a sovereign debt default. That fear, of contagion, could be seen in higher rates in Spain, some .30%, the highest upward move this year. Greece, Ireland and Portugal have problems that can never be resolved and Spain, Italy and Belgium are not far behind..........

Greek PM George Papandreou, who secretly promised Europe’s elitists bankers that he would sell-off and or pledge Greek state assets, wants to sell stakes in Hellenic Telecommunications, Public Power Corp., Postbank, the ports of Piraeus and Thessaloniki and their local water company. All supposedly worth $70 billion. The bankers, of course, say they are worth far less. They want to buy them for 10% to 20% of what they are worth – so what else is new. The Cabinet went along with the giveaway, as expected, and without a whimper. The EU is demanding all the assets be sold off immediately, so the bankers can buy them as cheaply as possible. The threat by the bankers is if you do not sell and sell fast for a pittance, then we won’t fund loans of $42 billion over the next 2-1/2 to 3 years. If not funded it would be “re-profiled” another new euphemism for default and debt restructuring, or perhaps debt extension.

Then there is the threat that the bankers, the ECB-European Central Bank for the Euro Zone, would refuse to supply the Greek banking system with any further liquidity. They would then admit their new word refilling would mean default. This would end with Greece leaving the euro zone and the euro and total default, the issuance of a new drachma at 50% of the value of the euro and perhaps even leaving the EU, the European Union........

European bondholders with a 50% debt write off are offside $1.2 trillion for Greek, Portuguese and Irish debt. If we include Spain, Italy and Belgium the 50% write off is $846 billion. That should easily destroy the ECB and the euro zone. We predict that by October changes will have to be made not only in the EU and euro zone, but in the UK and US as well. The battle rages in the euro zone, EU, UK and in the US over overwhelming debt. The debts are all unpayable. This dance of debt could go on for 4 or 5 months. Even a temporary solution is not going to work. The debts are unpayable. Once the lending stops the bottom falls out. The same is true in the US.

Global Research Articles by Bob Chapman

© Copyright Bob Chapman , Global Research, 2010

Nova crise financeira ‘está por vir’, diz Mobius, da Templeton

Mark Mobius ainda pessimista quanto ao futuro da economia mundial.

Veja o que ele pensa na matéria da Revista Exame, reproduzida da agência de notícias Bloomberg:


Kana Nishizawa, da

Tóquio -- Mark Mobius, presidente executivo do conselho para mercados emergentes da Templeton Asset Management, disse que uma nova crise financeira é inevitável por que os fatores que causaram a última ainda não foram resolvidas.

“Definitivamente, há outra crise financeira por vir porque ainda não resolvemos nenhuma das causas da última crise”, disse Mobius hoje no Clube de Correspondentes Estrangeiros do Japão, em Tóquio, em resposta a uma pergunta sobre oscilações de preços. “Os derivativos estão regulados? Não. Ainda há crescimento em derivativos? Sim.”

O valor total do mercado de derivativos no mundo é dez vezes maior que o produto interno bruto global, disse Mobius, que gerencia mais de US$ 50 bilhões. Com tal volume de apostas em diferentes direções, crises de volatilidade e no mercado de ações irão ocorrer, disse ele.

A crise financeira três anos atrás foi provocada, em parte, pela proliferação de derivativos atrelados a empréstimos imobiliários nos Estados Unidos. Esses ativos deixaram de dar retorno, causando bilhões de dólares em perdas contábeis e o colapso do Lehman Brothers Holdings Inc. em setembro de 2008. O índice MSCI AC World Index, que acompanha ações dos mercados desenvolvidos e emergentes, caiu 46 por cento no período entre a queda do Lehman e a maior baixa da crise, em 9 de marco de 2009.

“Toda crise traz grandes oportunidades”, disse Mobius. Quando mercados estão despencando, “é quando nós podemos investir e fazer um bom trabalho”, disse ele.

O congelamento do mercado global de crédito fez com que governos de Washington a Pequim injetassem mais de US$ 3 trilhões no sistema financeiro para estimular a economia global. O índice MSCI AC World avançou 99 por cento desde sua baixa em março de 2009 até o fechamento em 27 de maio.

A exigência de mais capital dos bancos e uma maior supervisão devem ser impostos a instituições consideradas “importantes demais para quebrarem ”, para reduzir as chances de crises de grande escala, segundo relatório do Fundo Monetário Internacional de 27 de maio.


Link aqui:

http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/nova-crise-financeira-esta-por-vir-diz-mobius-da-templeton

Começa a revisão para baixo do IBOVESPA

Ao final do ano passado víamos inúmeras projeções otimistas acerca do desempenho da bolsa brasileira para o ano de 2011.
Passados praticamente 5 meses, o IBOVESPA patina sem forças para sequer superar os 70 mil pontos e já há previsões explícitas no mercado com targets em torno de 73 mil até o fim do ano.

Tenho certeza que será o primeiro de muitos outros que explicitarão para baixo o novo target da bolsa brasileira.

Veja a matéria abaixo reproduzida pelo site www.infomoney.com.br.

SÃO PAULO - O Deutsche Bank cortou sua projeção para a pontuação do Ibovespa ao final de 2011 de 79 mil para 73 mil pontos, refletindo a apreciação do realfrente ao dólar desde a última revisão do target, realizada em novembro de 2010.

Todavia, a pontuação teórica projetada para o Ibovespa na moeda norte-americana permaneceu a mesma, afirmaram os analistas, uma vez que não houve grande alteração em sua tese para os mercados emergentes em 2011. O valor justo projetado pelos analistas "permanece como um dos mais baixos do mercado", reconhece a equipe do Deutsche Bank, em relatório.

Fatores de risco
A equipe do banco de investimentos alemão manteve sua percepção de que as bolsas em países emergentes estão posicionadas para andar de lado, com mudanças abruptas de trajetória e volatilidade.

As razões por trás deste movimento seriam a fuga de capitais das ações de países emergentes, bem como a deterioração do cenário para inflação. Também chamam a atenção os temores sobre bolhas e incertezas relativas à trajetória dos preços de commodities.

Dirigente do FED diz que juro precisa subir nos EUA

Matéria da Revista EXAME:

Washington - O presidente da unidade distrital de Kansas City do Federal Reserve, Thomas Hoenig, disse hoje que a taxa de juros precisa subir nos Estados Unidos. Em entrevista a Fareed Zakaria, na CNN, Hoenig disse, sobre o juro do Fed: "Não estou advogando por política monetária apertada, mas nós precisamos sair do zero". Atualmente, os juros básicos norte-americanos estão em um intervalo de zero a 0,25%.
Hoenig disse que os norte-americanos têm pouco incentivo para poupar com o juro baixo, pois o retorno do dinheiro mantido em poupança rende muito pouco. "Nações que se tornaram grandes e continuam grandes têm taxa de poupança razoável", disse ele, acrescentando que os cidadãos deveriam ser incentivados a poupar.

Ao falar do ex-presidente do Fed Alan Greenspan, que reduziu o juro durante sua gestão, Hoenig afirmou: "Nós erramos". E disse: "Eu sou pelo reequilíbrio, normalização da política".

Hoenig completou que o Fed deveria "deixar os mercados cientes de que nós (Fed) não vamos garanti-los mais por tudo". As informações são da Dow Jones.

Aqui o link completo:

sábado, 28 de maio de 2011

Miriam Leitão fala sobre seu livro "Saga Brasileira"



Ótimo livro na praça !

"Saga Brasileira, a longa luta de um povo por sua moeda", ou apenas "SAGA BRASILEIRA"

Recheado de exemplos e detalhes verdadeiros, o novo livro de Miriam Leitão resgata um ciclo negro da economia brasileira, mais especificamente os anos 80 e parte dos anos 90, anos em que o povo brasileiro vivia sob uma inflação galopante e massacrado por inúmeros planos que buscavam, sem sucesso, atacar a corrosão da moeda circulante.
O ciclo teve fim com o Plano Real, plano ousado que inseria no dia a dia das pessoas 2 moedas, uma virtual, a embrionária URV (Unidade Real de valor), que se tornaria posteriormente o "real", e a antiga, o cruzeiro real.
Idealizado em sua essência por André Lara Resende e Pérsio Arida, e colocado em prática pelo então Ministro da Fazenda e posterior Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, o Plano Real representou um marco na história econômica mundial. Uma história que teve difíceis e incontáveis percalços cujo ator principal foi o povo brasileito.
Em seu livro, Miriam Leitão, de maneirá única e extremamente competente, nos coloca de volta a história, que, para muitos, ainda vai demorar a sair de suas mentes.

O vídeo acima é um aperitivo do livro.

Criatividade e Modelo Educacional



Vamos aproveitar o fim de semana e falar sobre criatividade e modelos educacionais.

Pensar e refletir sobre criatividade e modelos educacionais tem sim espaço no universo do mercado financeiro.
Refletir sobre criatividade e modelos educacionais tem como objetivo pensar sobre os quadrados e formatos que nos são impostos.

Nesse contexto, o mercado financeiro reverbera também a limitação imposta pelos modelos educacionais à medida que não nos estimula a pesquisar e questionar um sem número de teorias.
Como consequência, a teoria passa a ser manipulada sem o devido cuidado, observada como o caminho ao paraíso, o que pode provocar eventualmente imensos estragos.

Temos que ser criativos; temos que recorrentemente pensar fora do quadrado.

Pérsio Arida e André Lara Rezende, quando criaram o arcabouço do Plano Real,não pensaram a inflação apenas como um componente monetário. Introduziram ao pensamento econômico uma nova forma de ver a inflação brasileira no início dos anos 90 (como curiosidade, a origem verdadeira do Plano está num paper chamado LARIDA, escrito pelos 2 na PUC do Rio de Janeiro em meados dos anos 80); a nova forma respondia pelo nome de INFLAÇÃO INERCIAL.
E, assim, a inflação brasileira foi domada com o Plano Real a partir de 1994.

No vídeo acima, Ken Robinson fala um pouco sobre criatividade e fracasso dos modelos educacionais sobre os quais estamos assentados.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

O teste em 1.332 em situações diferentes


Vejam o gráfico acima com a configuração de 2 médias móveis exponenciais de que eu gosto muito, a de 13 e 21 períodos. Há 2 meses, mesmo sem a MME13 cortar de cima pra baixo a de 21, quando houve o teste nos 1.332, o SP500 foi lá testar 1.250.
Ontem, o SP500 bateu 1.328. Há uma boa possiblidade de acontecer teste, hoje ou na segunda, em 1.332.

No entanto, como podemos ver no gráfico, hoje a MME13 já está cortando, de cima pra baixo, a MME21.

Ou seja, se há 2 meses o teste nos 1.250 aconteceu mesmo com a MMME13 por cima da MMME21, hoje podemos concluir que há uma forte possiblidade de vermos , uma vez que a MME13 esteja por baixo da MME21, o teste nos 1.250 em breve.

Renda variável não apresenta soluções únicas ou prontas; apenas estabelecemos uma correlação para especular sobre uma direção.

VIX novamente próximo dos 15


O VIX novamente próximo de testar o forte suporte de 15.

Ontem, dia 26/05, já testou "por cima".

Nuvens negras no curto prazo para os mercados de renda variável ?

A Hora da Verdade para os americanos


Os americanos agora enfrentam a hora da verdade.

Novamente o VIX com cara de teste no suporte forte dos 15.
SP500 retestando a linha de retorno da LTA de longo prazo perdida que vem lá de 1040; e ainda uma LTB de curtíssimo prazo pra ser testada.

Vamos ver nos próximos 2-3 dias o que os americanos farão.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Mercado de baixa visto pelo IFR 14 períodos



Um mercado ou ativo em baixa, visto pela "´ótica" do IFR 14 períodos, é um mercado onde em boa parte do período, o IFR não tem "forças" para superar a barreira de 50. Isso apenas acontece em "repiques" mais longos numa recuperação de patamares excessivamente "sobrevendidos". Essa passagem do patamar de 50 para 60/70, deve ser analisada sempre com cautela. Uma análise sempre focada numa sinalização de "topos e fundos ascendentes".

Caso não fique claro que a recuperação está fundamentada em "topos e fundos ascendentes", a ida do IFR 14 períodos ao nível de 60-70, deve ser lida apenas como um repique mais acentuado e de prazo mais longo.

No gráfico acima vemos que o índice Bovespa, de outubro de 2010 até hoje, final de maio de 2011, tem uma tendência clara de baixa.

Vejam que em boa parte desse período, o IFR 14 períodos raramente ultrapassou o patamar de 50. Quando lá bateu, a tendência de "topos e fundos descendentes" não foi modificada.

Um Tour pela NYSE



Um tour pela New York Stock Exchange, ou simplesmente a Bolsa de Valores de Nova York; por dentro de Wall Street.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Correlação VIX-SP500 - 20 anos


Falamos de VIX no último post.

O gráfico ao lado mostra a correlação VIX-SP500 nos últimos 20 anos.

Ou seja, VIX "em tendência de alta", em tese, sinaliza uma direção negativa para os mercados de renda variável.

terça-feira, 24 de maio de 2011

A LTB do VIX - The CBOE Volatility Index® (VIX®)


O índice VIX é considerado um índice referência da volatilidade do mercado acionário americano.







Abaixo reproduzimos o próprio conceito definido pela própria Chicago Board Options Exchange.


http://www.cboe.com/micro/VIX/vixintro.aspx


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Introduction to VIX Futures and Options

The CBOE Volatility Index® (VIX®) is a key measure of market expectations of near-term volatility conveyed by S&P 500 stock index option prices. Since its introduction in 1993, VIX has been considered by many to be the world's premier barometer of investor sentiment and market volatility.


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O gráfico acima está no período semanal. Eu inseri 2 retas pra configurar 2 LTBS. Uma que considera todo o candle, e a outra passando apenas pelos fechamentos dos topos.


Há um suporte forte nos 15 desde junho-2008.

Poderíamos argumentar que estaríamos diante de um triângulo descendente. Não confiaria muito nesse aspecto não. Focaria mais na LTB. As divergência altistas, tanto no IFR 14 períodos, como o MACD, sustentam que a LTB pode ser rompida em breve, o que sinalizaria uma busca, primeiro do patamar de 45, nível de maio-2010; depois o nível de 90, patamar de out-nov-2009, praticamente o ápice da crise de 2008.


“O mercado não está barato só porque caiu muito”


A frase acima é de Leandro Ruschel, da Leandro & Stormer, em matéria divulgada pela Revista Exame em 23/05/2011.

Complementa a matéria:

Leandro Ruschel ressalta que desde o final de abril a bolsa dá indicações que a correção pode ser mais aguda

Os investidores precisam ficar atentos porque a bolsa pode entrar em uma fase de correção mais aguda. Neste sentido, deve-se evitar a tentação de comprar ações apenas por terem caído muito neste ano, alerta Leandro Ruschel, da Leandro & Stormer. No ano, o Ibovespa tem queda de 10%.

É preciso respeitar a tendência do mercado e a dinâmica dos preços e não acreditar que está barato apenas porque caiu bastante. Temos exemplos históricos em que o mercado ficou baixo por bastante tempo”, opina o analista gráfico.


Para ter acesso a matéria completa, acesse pelo link abaixo:


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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Portfolio Fundos Administrados por Soros até 31/03/2011

Posição registrada junto a SEC americana até 31/03/2011 de fundos administrados por George Soros na Soros Fund Management:


A BOVESPA está cara ou barata ?

Uma boa pergunta não é ? O índice BOVESPA, isto é, a nossa bolsa brasileira está cara ou barata ? Bom, leiam essa matéria da Revista Exame. Segundo o BANCO WEST LB (matéria divulgada em 11/05/2011) , a bolsa brasileira está cara; no entanto, segundo a GERAÇÃO FUTURO (matéria divulgada em 05/04/2011), nossa bolsa está barata.

O curioso é que, em 05/04/2011, o índice Bovespa fechou em 69.837 pontos; no dia 11/05/2011 , fechou em 63.775. Não é possível identificar com precisão em que data as 2 opiniões foram colhidas, mas, ainda assim, a opinião da Geração Futuro foi dada num patamar próximo a 70 mil pontos e a percepção é de que a Bolsa estava barata; para o WEST LB, a opinião foi dada num patamar próximo a 64 mil pontos e a percepção era de que a Bolsa estava cara ! Na sexta-feira, dia 20/05/2011, o índice fechou em 62.600 pontos, cerca de 10% abaixo dos 70 mil pontos e cerca de 1,5% abaixo do patamar de 64 mil pontos.

Poderíamos mudar o ponto de vista não ? Poderíamos perguntar: " É PRA FICAR FORA OU DENTRO DA BOLSA BRASILEIRA nos próximos 12-24 meses ?"

Ou melhor, "NO LONGO PRAZO, ou seja, nos próximos 12-24 meses, vamos lucrar mais operando vendido ou comprado?"


Vejam a matéria toda no link abaixo; parte da matéria veja mais abaixo também reproduzida:


http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/bolsa-brasileira-esta-cara-e-depende-do-governo-para-subir

http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/acoes/noticias/bovespa-esta-barata-diz-geracao-futuro


Visão do WEST LB:

São Paulo – A bolsa brasileira é vista como cara e depende de uma atuação mais forte do governo para retomar a trajetória de alta, explica Roberto Padovani, estrategista-chefe do banco West LB. “A bolsa no Brasil se adiantou em relação às bolsas mundiais desde 2009. É natural, por isso, que a bolsa seja vista como cara”, disse em entrevista ao Programa Portfólio, de EXAME.com.

VISÃO DA GERAÇÃO FUTURO:

São Paulo -Nos últimos 12 meses, o Ibovespa se manteve dentro da faixa que vai dos 57.600 até os 73.100 pontos. O resultado acumulado em todo o período, entretanto, fica muito próximo do zero a zero, o que deixa frustrado quem comprou ações com horizonte de longo prazo e permaneceu com as mesmas posições durante esses 12 meses. Para o sócio-diretor da corretora e banco Geração Futuro, Wagner Salaverry, o cenário de curto prazo continua complicado para investir em bolsa, mas as perspectivas já são otimistas para quem busca retorno em um horizonte mais longo. "A bolsa está barata", afirma ele. "Não esperamos grandes ganhos no curto prazo, mas tem oportunidades no mercado."

domingo, 22 de maio de 2011

O perigo que ronda os mercados americanos





O gráfico semanal ao lado praticamente fala por si só.

Vejam a cunha formada pelos topos e mínimas desde meados de 2008 até os dias atuais. Se considerarmos apenas os movimentos de mínima de fevereiro pra cá, a LTA curta sustenta nos próximos dias até algo em torno de 1.330 pontos. Se furar, podemos ter um teste na LTA mais longa formada desde a mínima de março de 2009.

No entanto, a questão maior é que, na minha percepção, ambas têm que ser analisadas sob um prima mais amplo; sob o prisma de pertencerem a essa cunha destacada.

Por enquanto, vamos focar a LTA curta sustentando o índice em torno de 1.330 para os próximos dias. Adiante, a LTA de longo prazo seguraria o índice até o final de junho, por volta de 1.250, justamente a mínima do movimento de queda de março de 2011.

Destacam-se também as imensas divergências baixistas de MACD e IFR 14 períodos apresentadas nos útlimos 6-12 meses.

Russell Napier argumenta: SP500 irá nos 400 pontos !

Russell Napier, um estrategista financeiro da Scottish Investment Trust, em entrevista apresentada pelo Financial Times em seu site, argumenta que o SP500, índice da Bolsa de Nova York, poderá ir nos 400 pontos em futuro próximo.

Para se ter idéia do tamanho do estrago, tal patamar representaria uma queda de cerca de 70% frente ao fechamento de sexta-feira de 1.333 pontos.

Veja aqui a entrevista:

http://video.ft.com/v/946244201001/Long-View-Historian-sees-S-P-fall-to-400



Veja quem é Russell Napier em link da própria Scottish Investment Trust:

http://www.sit.co.uk/pdf/russell-napier.pdf



Aqui a reprodução de seu perfil:

Russell Napier was appointed to the board in July 2009. He is a consultant global macro strategist with
CLSA Asia-Pacific Markets. He began his career as an investment manager at Baillie Gifford & Co and then
moved to Foreign and Colonial Emerging Markets where he managed Asian portfolios. From 1995 to 1998
he was Asian equity strategist for CLSA in Hong Kong. He is a director of Mid Wynd International Trust and
a limited partner of Cerno Capital Partners. He is also a member of the investment committee for the
National Trust for Scotland and runs a course in financial history at The Edinburgh Business School. He is
author of the book “Anatomy of The Bear: Lessons from Wall Street’s Four Great Bottoms”.

sábado, 21 de maio de 2011

Flash Crash ONLINE em 06/05/2010




Vamos começar o blog com um momento marcante, um dia marcante, na verdade, poucos minutos que serão lembrados por muito tempo. Durante cerca de 10 minutos do dia 06/05/2010, o mercado americano e, por tabela, os mercados mundiais, viveram uma intensa volatilidade que não víamos desde o dia 11/09/2001, e mais fortemente, desde o crash de 1987. A queda forte de quase 10% , tanto para o DOW JONES , como o SP500, ocorreu mais precisamente num intervalo de aproximadamente 5 minutos. Veja o vídeo com a queda fortíssima do SP500 em apenas 5 minutos e posterior volatilidade e recuperação parcial após 4-5 minutos.