quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Bovespa em 19-01-2017

Bovespa fechou em queda de 0,3% em 63.950 pontos,

Perdeu aquele canalzinho de alta que monitorava.....se perder o último fundo no tempo horário, a faixa de 63.400, praticamente resvalada hoje, o Bovespa pode ficar feio no curtíssimo prazo, buscando fundos mais abaixo

Do lado positivo, fechou praticamente "em cima" da, ainda faixxa importante de 64.000.....

Vamos acompanhar amanhã pra termos uma idéia melhor do que podemos ter; se ainda uma chance de buscar o topo nos 65.300, ou se desanda de vez em busca novamente de sua Média Móveil Simples de 200 períodos, hoje,na faixa de 57.000

Suportes em 63.400-63.500, 63.000, 62.500 e 62.000
Resistências em 64.300, 64.700 e 65.300

Bovespa, tempo horário, escala logarítmica








quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Índice "IMAT" (índice dos materiais básicos) sente muito o topo de 2013, faixa de 2.030, e fecha inclusive abaixo da faixa de 2.000

Índice "IMAT" (índice dos materiais básicos) sente muito o topo de 2013, faixa de 2.030, e fecha inclusive abaixo da faixa de 2.000

Vejam que o topo de 2013 está em 2.028 pontos....IMAT bateu na máxima do dia 2.040, mas recuou forte no final....fechamento em 1.995, alta de 0,65%

Maior peso do "IMAT" é  da GGBR4, depois BRKM5 , depois,  VALE5


IMAT, Semanal





Parece que temos um grande canal de alta na VALE5, cuja linha superior passa na faixa de 30,60....ainda temos a grande LTB mostrada fim de semana....o que deixa o papel em situação perigosa na COMPRA

Abaixo, tracei um grande canal de alta pra VALE5......a linha superior foi quase tocada hoje na máxima do papel,,,,,,a linha passa ali por volta de 30,60.....reparem que tem uma forte resistência na faixa de 30,20-30,50

Não esqueçamoss da LTB traçada aqui fim semana que passa na faixa de 29,30......

Papel tem fortíssimas divergências baixistas de IFR14, tanto no diário, como no SEMANAL

VALE5, Diário, escala logarítmica





Bovespa ainda respeitando o canalzinho de alta....agora, junto com ITUB4, BBDC4 e BBAS3 que resvalam em suas LTA's curtas

Bovespa ainda respeitando o canalzinho de alta....

Bovespa fecha em 64.150 pontos, queda de 0,3%

Foi novamente tentar romper a faixa de 64.500, bateu nos 64.680 e voltou para nos últimos 15 minutos tocar a base inferior do canal de alta no tempo horário em 64.000, que também é pivot....

Vejam também algumas LTA'S curtas, no tempo horário, de ITUB4, BBDC4 e BBAS3, papéis do setor bancário e que pesam no Bovespa....

Praticamente os 3 papéis resvalaram na mesma sintonia nas respectivas LTA's

Portanto....os algoritmos estão se falando e continuamos a monitorar esse canal de alta do Bovespa e LTA

Suportes do Bovespa em 64.000, 63.500 e 63,000
Resistências em 64.500, 64.700, 65.300 e 66.500

Bovespa, tempo horário, escala logarítmica





ITUB4, tempo horário, escala logarítmica





BBDC4, tempo horário, escala logarítmica





BBAS3, tempo horário, escala logarítmica










Descarregaram "Venda" fortissima no setor imobiliário nas 3-4 últimas horas, revertendo vários papéis do setor, quando o índice "IMOB" (Setor imobiliário") tocou exatamente a LTB na faixa de 665, máxima do dia

Descarregaram "Venda" fortissima no setor imobiliário nas 3-4 últimas horas, revertendo vários papéis do setor, quando o índice "IMOB" (Setor imobiliário") tocou exatamente a LTB na faixa de 665, máxima do dia

Nesse momento, "IMOB" operando em 649.00, queda de 1,3%

Vamos ver o Gráfico semanal, período 7 anos


IMOB, semanal, período 7 anos






"PDGR3" (PDG ON) é opção ? Queda de 33% da máxima do dia até a mínima do dia em apenas 5 horas.....isso, depois de tocar uma LTB de 2 anos e meio

"PDGR3" (PDG ON) é opção ? Queda de 33% da máxima do dia até a mínima do dia em apenas 5 horas.....

Máxima do dia em 4,69 logo após a abertura.......há menos de 1 hora, bateu 3,15

Reparem que puxando um gráfico semanal lá de 2010, temos uma LTB da máxima da faixa de 67 para a semana corrente


PDGR3, tempo horário, escala logarítmica




PDGR3, SEMANAL, escala logarítmica








terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Bovespa vai mantendo a "boa vontade" até os 65.300 dentro de um canal de alta

Bovespa vai mantendo a "boa vontade" até os 65.300 dentro de um canal de alta

O canalzinho que eu postei no meio da tarde...

Em termos de pivots, rompeu os 62.500.....rompeu os 63.500 de forma "atabalhoada", assim, ele teve que voltar nessa faixa e bater 2 vezes, com varios candlles no horário fazendo o pullback nos 63.500.....e finalmente rompeu no fechamento outro pivot importante, a faixa de 64.000

Ainda que volte a bater nos 64.000, resvalando novamente na base do canal, continua a tendência de alta olhando pro topo duplo nos 65.300, e quem sabe, até mesmo a ida nos 66.500, que não seria surpresam antes de uma nova correção

Bovespa, tempo horário, escala logarítmica





Mesmo sem o índice IMOB (Setor imobiliário) romper a LTB Longa, "CYRE3" (Cyrela ON) rompe nesse momento sua LTB Longa

Mesmo sem o índice IMOB (Setor imobiliário) romper a LTB Longa, "CYRE3" (Cyrela ON) rompe nesse momento sua LTB Longa


 "CYRE3" (Cyrela ON), semanal, escala logarítmica





Canalzinho de alta do Bovespa no curtíssimo prazo até os 65.300

Canalzinho de alta do Bovespa no curtíssimo prazo até os 65.300

Base inferior praticamente tocada na abertura do mercado americano

Bovespa , tempo horário, escala logarítmica



Bovespa , tempo horário, escala logarítmica







"Sem ajuste, socorro a Estados é ‘inútil’", por Revista "Isto é Dinheiro"

Matéria Revista "Isto é Dinheiro" publicada hoje:

http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/economia/20170117/sem-ajuste-socorro-estados-inutil/450514

Sem ajuste, socorro a Estados é ‘inútil’
Estudo do Credit Suisse diz que falta de contrapartidas a ajuda da União e queda da receita põem em xeque renegociação de dívidas 

17/01/2017 08:11

A ausência de contrapartidas e a queda brutal da receita colocam em xeque os resultados do pacote de renegociação das dívidas dos Estados, aprovado pela Câmara no final do ano passado e já sancionado pelo presidente Michel Temer. Essa é a conclusão de um estudo feito pelo banco Credit Suisse.

Na avaliação do economista Paulo Coutinho, responsável pela análise, se os Estados não implementarem o duro pacote de ajustes, que inclua medidas como o congelamento de salários e de benefícios e a redução gradual de renúncias fiscais, além de privatizações, eles correm o risco de entrar em crise em 2019. “Não é possível afirmar categoricamente, porque não sabemos como cada Estado vai reagir, mas a probabilidade é alta de a crise voltar em três anos se não fizerem os ajustes necessários”, diz Coutinho. A projeção leva em consideração dois fatores.

O primeiro deles é a forma como o pacote saiu do Congresso. A lei prolonga por 20 anos o prazo de pagamento das dívidas com o Tesouro e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Dá carência e desconto nas parcelas até junho de 2018. No entanto, os descontos nos serviços da dívida vão caindo ao longo do tempo: 100% ao que era referente ao segundo semestre de 2016; 94,7% em janeiro deste ano; a partir daí, redução em 5,3 pontos porcentuais ao mês até junho de 2018.

Por essa característica, o relatório destaca que a lei apenas posterga o pagamento do serviço da dívida, sem alterar o seu saldo total ou os juros contratados, beneficiando principalmente Estados do Sul e do Sudeste, que detêm a maior parte da dívida com a União. Outro detalhe: o alívio maior vai ocorrer em 2017. A diminuição gradual do desconto fará com que o impacto em 2018 seja menos da metade do ocorrido em 2017.

Insuficiente. A principal contrapartida prevista é insuficiente, na avaliação de Coutinho: os Estados que aderirem terão de limitar o crescimento da despesa ao IPCA do ano anterior. Mas por apenas dois anos. “É muito pouco em termos de contrapartidas e o prazo é curto: os Estados podem apenas adotar medidas paliativas, postergar contratações e reajustes, sem adotar o ajuste necessário”, diz.

Coutinho lembra que o argumento dos deputados para retirar dos projeto as contrapartidas consideradas mais enérgicas foi a de que cada Estado deveria ter flexibilidade para decidir o seu ajuste. “O Rio de Janeiro é um exemplo de no que essa flexibilidade dá”, diz Coutinho. 

A equipe do governador Luiz Fernando Pezão encaminhou para a Assembleia Legislativa um pacote que previa cortes de R$ 9,3 bilhões. Mas o lobby dos servidores sobre os deputados foi forte, diz: propostas que somavam R$ 8 bilhões foram limados do pacote e a economia final será de apenas R$ 1,3 bilhão.

Nos últimos dois anos, os Estados fizeram cortes onde foi possível. O investimento caiu de R$ 65 bilhões para R$ 37 bilhões ao ano. Houve economia de R$ 32 bilhões nas despesas correntes. Mas os gastos com pessoal seguem em alta.

Para Coutinho, a história já mostra que é muito difícil para os Estados atacarem sozinhos o cerne desse problema, porque é preciso enfrentar a pressão e o descontentamento de setores organizados entre funcionários da ativa, aposentados e pensionistas.

“Em menos de 30 anos, este é o sexto pacote de ajuda aos Estados sem contrapartidas prevendo ajustes: isso mostra que, sem essas contrapartidas, não haverá consolidação fiscal”, diz ele. Desde a promulgação da Constituição de 1988 foram feitos programas de ajuda aos Estados em 1989, 93, 97, 2001 e 2014, mais o do ano passado.

Outro componente que fragiliza os efeitos do pacote é a queda da receita. No acumulado dos 12 meses entre outubro de 2015 e outubro de 2016, os Estados, no conjunto, perderam R$ 34 bilhões.

Na média, a receita caiu 6,4% entre 2014, véspera da crise, e 2016. Alguns tiveram queda suave, como Minas Gerais: retração de apenas 2,5%. Outros registraram redução de dois dígito, como o Espírito Santo, que viu a receita encolher 15,4%. O baque é maior nos que dependem de transferências da União. É o caso do Acre, que acumula queda de 17,7%.

Fazendo uma análise entre o fôlego financeiro oferecido pela renegociação das dívidas e a queda brutal da receita nos Estados, percebe-se que o alívio financeiro é mais restrito ainda. O desconto dado pela lei cobre a queda de receita em apenas quatro Estados – Alagoas, 
Paraná, Mato Grosso e Minas Gerais. Os demais continuam a sofrer com a retração.

Ao final do relatório, Coutinho sugere dez medidas de ajuste para evitar uma recaída nos Estados, entre elas: aumento extraordinário da alíquota de contribuição previdenciária de 20% a 30%, inclusive de inativos; congelamento de salários e benefícios em 2017; redução da carga horário da funcionalismo com redução proporcional dos salários; suspensão de contratação por período predefinido.