sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Vento que venta lá, venta cá também...VIX fecha em cima da faixa importante de 15, depois de um zigue e zague

VIX abaixo, depois da alta espetacular da semana passada até a faixa de 17,00

Caiu até a faixa de 11.....e voltou a subir hoje com quedas fortes nos mercados americanos

Alta de hoje de 32%, fechamento em 15,55.....praticamente em cima da faixa importante de 15,00 como destacado abaixo

Volatilidade vai aumentando, indicando que não estamos longe do topo da bolha....

Mas, Vento que venta lá, venta cá também....

Isso quer dizer que aumentam as chances de uma alta espetacular antes da queda final.....

Talvez a alta em pouco tempo até a faixa de 24,000 que esperamos

VIX, Diário






domingo, 13 de agosto de 2017

"Limites do autoengano? Supor que ‘nada é mais elástico que a economia’ pode ser fatal", por Pedro Malan, no Jornal "O Estado de São Paulo"

Um primoroso artigo do ex-ministro da Fazenda, Pedro Malan, durante o Governo FHC, publicado hoje no Jornal "O Estado de São Paulo".

Vamos a ele:

http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,limites-do-autoengano,70001934241

Limites do autoengano?

Supor que ‘nada é mais elástico que a economia’ pode ser fatal

Pedro S. Malan, O Estado de S.Paulo
13 Agosto 2017 | 03h00

A inimaginável tragédia que expressa o colapso econômico e o caos político da Venezuela de hoje pode constituir um ponto fora da curva, mas o fato é que não faltam experimentos populistas – de “esquerda” e de “direita” – na História da América Latina.

A carta que Perón, como presidente da Argentina, escreveu ao presidente do Chile, general Ibáñez (1953), é um dos exemplos mais admiráveis da postura que se encontra na raiz da crise venezuelana: “Dê ao povo, especialmente aos trabalhadores, tudo o que possa. Quando lhe parecer que lhes dá demasiado, dê-lhes ainda mais. Verá o efeito. Todos tratarão de assustá-lo com o fantasma de economia. É tudo mentira. Não há nada mais elástico que esta economia que todos temem tanto, porque não a conhecem”.

A data da carta é importante. O início dos anos 50, em parte por causa da guerra na Coreia, foi marcado por extraordinário aumento dos preços de exportação de países produtores de commodities, como Argentina, Brasil, Colômbia, Chile e Peru. A melhoria dos termos de troca e do volume da exportação permitiu um crescimento da renda em muito superior ao do produto doméstico, dando fôlego a certos experimentos como os sugeridos por Perón em sua carta, na suposição de que “nada é mais elástico que a economia”.

Os autores da expressão “efeito voracidade” (Tornell e Lane, 1999) no artigo que leva esse título já haviam tentado criar um modelo para explicar por que alguns países não apenas cresciam pouco, mas com frequência respondiam de maneira perversa a choques externos favoráveis – como elevações de termos de troca –, aumentando mais que proporcionalmente a “redistribuição fiscal dissipatória e investindo em projetos ineficientes”.

Vimos esse filme recentemente entre nós. Vimos também que a popularidade alcançada com esse tipo de política pode ser transitória, mas sua duração pode ser suficiente para acalentar sonhos de um “projeto” de permanência no poder no longo prazo. Como escreveu Perón na mesma carta: “É incrível até onde se pode ir neste caminho até capitalizar politicamente a massa popular. Uma vez em possessão dela, você não terá problema e o governo é uma coisa simples”.

Uma suposição endossada por muitos na América Latina nas décadas que se seguiram à carta de Perón. Inclusive no Brasil nesta segunda década do século 21, em que o governo acreditou (e levou muitos a endossar a ideia) que a aceleração do crescimento poderia ser assegurada por uma política dita “keynesiana” de caráter duradouro. Isto é, tanto pró-cíclica quanto anticíclica, já que nessa visão “gasto público é sempre investimento” em alguma coisa e teria sempre efeito multiplicador em termos de geração de renda adicional. Ainda há quem acredite nisso, apesar de todas as evidências em contrário. Quem duvida aguarde os discursos de alguns dos candidatos às eleições de 2018.

“A austeridade não é uma fatalidade” foi o mote da campanha vitoriosa de François Hollande à presidência da França, em 2012. Em artigo nesta página (13/5/2012) escrevi que a frase de efeito de Hollande expressava de forma sintética o sentimento, à época, de milhões de europeus e tinha dado renovado alento a um falso dilema; mais uma genérica dicotomia entre os “defensores da austeridade” e seus antípodas, “os defensores do crescimento”, como se essa fosse a fundamental, óbvia – e fácil – escolha europeia. E brasileira, diriam muitos.

Afinal, por que alguém preferiria sofrer as agruras da “austeridade” quando poderia, livremente, escolher maior crescimento, renda e emprego votando em quem se proponha a trazê-los de volta – pela força de sua vontade e autoproclamada capacidade para tal empreitada? No processo de tentar fazer valer a pura “força da vontade política” em condições muito adversas, governos podem tornar a situação ainda mais insustentável, como bem o sabemos.

E nas inevitáveis respostas a essas situações governos podem beirar os limites de suas capacidades (de tributar, de bem gastar, de se endividar, de reformar, de gerir, de investir), ficando tentados a seguir cursos indesejáveis de ação. Enquanto os políticos hesitam em empreender ações dolorosas, mas necessárias, para pôr a economia no rumo apropriado para o crescimento de longo prazo, os problemas se agravam e se tornam mais difíceis de resolver, levando ao aumento dos encargos da dívida pública, mais direitos (ou expectativas de direitos) frustrados ou inacessíveis. E a um crescente número de desfavorecidos.

A questão central é se políticas de aceleração do crescimento e de geração de emprego com inclusão social e redistribuição de renda estão sempre destinadas ao fracasso. A resposta é, claramente, não. Mas isso exigiria uma atenção muito, mas muito maior a certos riscos, que os populistas aparentemente não estão muito dispostos ou preparados para aceitar – especialmente na área fiscal (nível, composição e eficiência tanto dos gastos públicos quanto da tributação), dívida pública e quanto à absolutamente necessária elevação da produtividade em seus respectivos países.

O debate sobre austeridade versus crescimento, quando generalizado, é um falso debate. Assim concluí meu artigo de maio de 2012: “Por certo, há limites para a austeridade, que podem ser de natureza econômica ou político-sociais, e que sempre dependem do contexto específico de cada país. Mas também é verdade que há limites para o crescimento, que são ou deveriam ser conhecidos. Governos não decidem, por meio de atos de vontade política, quais serão as taxas de crescimento futuro de uma economia”.

Em resumo, há limites para austeridade, há limites para o crescimento e há limites para o voluntarismo. Nenhum deles é uma fatalidade. Ainda bem. O que pode ser fatal é a recusa a reconhecer realidades (e irrealidades) fiscais, os principais fatores de risco para uma moeda – e para o crescimento –, na suposição de que “nada é mais elástico que a economia”

*Pedro S. Malan, economista, foi ministro da Fazenda no governo FHC





Até o ex-Presidente do BC, Afonso Celso Pastore, fala no índice VIX.....Mas, vamos ao título de sua ótima entrevista publicada hoje no Jornal "Folha de São Paulo": "Situação externa favorável deixou o mercado bêbado, diz Celso Pastore"

Até o ex-Presidente do BC, Afonso Celso Pastore, fala no índice VIX.....

Sim...

Em sua ótima entrevista reproduzida abaixo, em dado momento, para explicar a "calmaria" dos mercados mundiais, ele cita o índice VIX....Falou no patamar de 80 pontos...depois, 10.....a entrevista foi dada antes de sua explosão na quinta-feira até 17 pontos

Sim....

Ele está certo......nada....absolutamente nada justifica o estágio atual do mercado brasileiro....

em vários ativos.....vários....principalmente bancos....sim.....eles....os bancos...

Mas, o mercado é o que está aí.....

Dow Jones em 22.000....bateu 22.180 a semana que passou......

23.000 ??....24.000 ???....25.000 ?

Quem vai saber...

Há uma luta desesperada dos agentes econômicos por rentabilidade.....rentabilidade de 0% por 7 anos, como vimos ? Ainda em 1%-1,25% ?

Então....que se busquem outras rentabilidades...

A culpa é dos Bancos Centrais espalhados pelo mundo....especialmente FED, BCE e Banco da Inglaterra.

É uma bolha...tudo é grande bolha.......uma hora vai estourar.....

Vamos a ótima entrevista publicada hoje no Jornal "Folha de  São Paulo": "

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/08/1909427-situacao-externa-favoravel-deixou-o-mercado-bebado-diz-celso-pastore.shtml

Situação externa favorável deixou o mercado bêbado, diz Celso Pastore

RAQUEL LANDIM
DE SÃO PAULO

13/08/2017  02h00

O economista Affonso Celso Pastore, ex-presidente do Banco Central, afirma que o mercado não está punindo como deveria o governo Temer pelo descontrole fiscal.

"O mercado está bêbado com uma situação internacional extremamente favorável", diz, ao explicar a queda do risco-país e do câmbio.

Ele acredita que o presidente não tem força política para elevar impostos e fazer a reforma da Previdência, medidas essenciais para equilibrar a dívida pública.

Folha - O senhor está preocupado com a situação das contas públicas?

Affonso Celso Pastore - A situação fiscal é grave. O crescimento da dívida pública é absolutamente insustentável em razão do aumento do gasto. A gestão Temer tomou a iniciativa de passar uma emenda constitucional congelando as despesas reais [descontada a inflação].

Mas não congelou os gastos com a Previdência e ainda deu aumento para o funcionalismo. Esses, juntos, representam 80% dos gastos públicos. Portanto, a primeira restrição fiscal de Temer é cumprir o teto de gastos em 2018.

O senhor vê riscos de que o teto de gastos seja descumprido?

Cumprir o teto não é uma escolha. Está na Constituição. Se o congelamento de gastos não for mantido, a dinâmica da dívida pública explodirá.

A dívida pública em proporção ao PIB já estava em 50% com Dilma, chegou a 75% quando Temer assumiu e está indo para 80%. É por isso que o governo precisa tanto da reforma da Previdência.

Mas a primeira dúvida que surge para qualquer cidadão é como um governo que gasta boa parte do seu capital político só para se manter no poder vai conseguir apoio para isso [aprovar a reforma].

O senhor ainda acredita na aprovação da reforma?

Não vejo como. A idade mínima para a aposentadoria precisa de 308 votos na Câmara, que o governo não tem. Daí começam a falar em dar uma "arrumadinha". O problema é que uma idade mínima menor gera uma economia menor.

Precisamos também de equalização dos benefícios pagos a funcionários públicos, militares etc. com o INSS. Temos de fazer uma reforma justa socialmente que caiba no Orçamento. Se o governo tivesse força política, é isso o que faria. Ele agora quer descobrir qual é o tamanho da sua força. Também não sei, mas a minha suspeita é que ela seja muito pequena.

A expectativa é que o governo eleve a meta de deficit fiscal de 2017 e de 2018. Essa revisão é necessária?

A meta fiscal é a segunda restrição que o governo enfrenta. Hoje, temos um deficit de 2% do PIB e precisamos de um superavit de cerca de 1,5% num cenário otimista para reduzir a dívida pública em relação ao PIB.

Com a queda de arrecadação provocada pela crise, o governo disse que ia fechar o buraco com receitas não recorrentes, mas não conseguiu.

A segunda fase de repatriação de capital não saiu. A Câmara transformou o Refis num projeto indecoroso que favorece os próprios deputados e precisa ser vetado.

O governo também não foi capaz de aprovar a reoneração da folha de pagamento. Contava com a receita das concessões, mas não conseguiu fazer os projetos.

Em resumo: a previsão de receita se frustrou não apenas por causa da recessão mas também porque não aprovaram as medidas extraordinárias propostas.

Nesse cenário, o senhor acha que a revisão da meta fiscal é inevitável?

Acho que o governo vai assumir que não consegue cumprir. O problema é que confiança se pode ter em qualquer número que seja apresentado.

A equação atual só fecha com aumento de imposto e corte de gasto. Mas, do mesmo jeito que o governo não tem força para aprovar a reforma da Previdência, também não consegue subir imposto.

Temer falou em elevar o Imposto de Renda, mas logo voltou atrás.
Não vejo como fechar esse buraco sem aumento de imposto e sem corte de gastos. Vai ser preciso fazer as duas coisas.

Elevar o Imposto de Renda prejudica muito as pessoas. Eles soltaram o balão de ensaio e enfrentaram uma enorme oposição. De onde vem essa oposição?

Se o governo estivesse fazendo um ajuste fiscal bem-feito, se tivesse aprovado a reforma da Previdência, se estivesse visivelmente produzindo resultados, teria apoio.

Não quero dizer que não há resultados positivos. A política monetária está indo bem: a inflação foi ancorada, e a taxa de juros vem caindo. Estou me referindo à batalha no campo fiscal.

O risco Brasil está baixo, e o dólar recuou. Se a situação é tão ruim, por que o mercado não reage?

Porque o mercado está bêbado com uma situação internacional extremamente favorável. Nunca tivemos no mundo uma liquidez tão alta e um grau de aversão a risco tão baixo.

Não é o real que aprecia ou o CDS (risco-país) brasileiro que cai. São as moedas de todos os emergentes que estão se valorizando.

Com os Estados Unidos subindo os juros menos que o esperado e com a Europa ainda injetando liquidez, os capitais migram para os países emergentes.

O índice Vix, que mede aversão a risco, chegou a bater entre 60 e 80 pontos e hoje está abaixo de 10 —um mínimo histórico.

O desempenho do câmbio não significa que o mercado não reconheça que existe um problema fiscal ou que acredite que o Temer tem força política para resolvê-lo.

Os investidores sabem que existe um risco. Mas a alta demanda por ativos brasileiros mascara o problema e o mercado não pune o governo como deveria.

Apesar do desarranjo das contas públicas, a economia está se recuperando. Por quê?

O motor da recuperação é a queda da taxa de juros. O desajuste das contas ainda não provocou uma piora na inflação porque a economia está muito fraca.

O BC cortou um ponto porcentual da taxa Selic e deve cortar mais. O consenso de mercado hoje é que os juros estejam em 7,5% no fim do ano, e acho que é por aí mesmo.

Como a economia ainda não se recuperou, temos uma força desinflacionária muito forte. Os preços administrados [tarifas, como as de energia elétrica] tendem à estabilidade, enquanto os preços dos bens duráveis têm deflação.

A economia está tomando uma rota de recuperação sem desequilíbrio inflacionário, mas isso não resiste a desequilíbrio fiscal permanente.

No longo prazo, desajusta a política monetária e provoca uma situação caótica. Só não sabemos quando isso vai ocorrer. Num cenário muito favorável, pode continuar até o próximo governo.

É melhor empurrar o problema até 2018 ou trocar o governo agora?

Não me compete opinar sobre a permanência ou não do governo. O que eu acho é o seguinte: governos sem força política têm desempenhos econômicos piores.

O desempenho econômico do governo Temer, portan- to, será pior do que poderia ser se não tivesse perdido força política.

O que um novo governo eleito em 2018 deveria fazer?

O Brasil já entrou e saiu de várias crises. Temos uma crise fiscal e precisamos resolver.

Mas também precisamos fazer reformas microeconômicas, abrir a economia, parar de dar "bolsa empresário", tirar os subsídios do BNDES.

É uma agenda conhecida, e boa parte está na "Ponte para o Futuro", que Temer soltou lá atrás.

Estava também na cabeça de Armínio Fraga [ex-presidente do BC], quando ele ainda estava ao lado de Aécio Neves [ex-candidato do PSDB à Presidência flagrado pedindo dinheiro a um empresário].

O Brasil vai ter que executar essa agenda mais cedo ou mais tarde, respeitando e reforçando as suas instituições.

RAIO-X

Nascimento: 19 de junho de 1939, em São Paulo

Formação: doutor em economia pela Faculdade de Economia da Universidade de São Paulo

Carreira: sócio-fundador, presidente e consultor da A.C.Pastore & Associados; presidiu o BC entre setembro de 1983 e março de 1985 




sexta-feira, 11 de agosto de 2017

O Canal de alta do Dow Jones

O Canal de alta do Dow Jones

Dow Jones, diário, escala logarítmica





O Canal de alta do SP500....e o gráfico do "SPXA50R" (reflete o percentual de papéis acima da MA50)

O Canal de alta do SP500....e o gráfico do "SPXA50R" (reflete o percentual de papéis acima da MA50)

Vejam no segundo gráfico abaixo, o do "SPA50R", o toque novamente no suporte forte de 43...

SP500, Diário, escala logarítmica




SPXA50R, Diário, escala logarítmica









DAX Alemanha resvala na MA200 e para nos 12.000 pontos

DAX Alemanha resvala na MA200 e para nos 12.000 pontos

O índice EUR não respeitou a MA200 hoje, perdendo-a no intraday e no fechamento

O principal índice de ações da Alemanha, o DAX, também está preso a uma LTB; porém, hoje, ao bater na mínima em 11.934, resvalou na MA200 , em linha vermelha abaixo, que passa em 11.916 pontos.

DAX, Diário, escala logarítmica





Índice "EUR" (Euro Top Index) afunda mais 1% e continua feio....parou no forte suporte de 2.850 pontos

Índice "EUR" (Euro Top Index) afunda mais 1% e continua feio....parou no forte suporte de 2.850 pontos

Ainda depende de romper a LTB Longa destacada abaixo pra pensar em melhoras no curto prazo.

EUR, Diário, escala logarítmica





Mesmo com ligeira queda de hoje, índice "EEM" (Mercados emergentes) nem chegou a tocar a LTA, base do canal de alta destacado aqui ontem

Mesmo com ligeira queda de hoje, índice "EEM" (Mercados emergentes) nem chegou a tocar a LTA, base do canal de alta destacado aqui ontem

Mínima de hoje em 42.72...fechamento em 42.92, alta de 0,23%

EEM, Diário, escala logarítmica








Perspectiva dos 24.000-24.300 para o Dow Jones cancelada depois da forte queda de ontem nos mercados mundiais ? Não....por ora....Índice "DJW" (Dow Jones Global Index) também anda sobre canal de alta longo e sobre MA50

Perspectiva dos 24.000-24.300 para o Dow Jones cancelada depois da forte queda de ontem nos mercados mundiais ? Não....por ora....Índice "DJW" (Dow Jones Global Index) também anda sobre canal de alta longo e sobre MA50

MA50 em linha azul abaixo...

Bateu na base do canal hoje....LTA.....MA50

DJW, Diário, escala logarítmica





Índice VIX, espelho de volatilidade e Hedge do SP500, explode 44% e toca a faixa de 16, mesmo nível de abril desse ano, uma alta de 65% em apenas 3 dias

Índice VIX, espelho de volatilidade e Hedge do SP500, explode 44% e toca a faixa de 16, mesmo nível de abril desse ano, uma alta de 65% em apenas 3 dias

VIX, Diário, escala logarítmica