domingo, 25 de fevereiro de 2018

"O comportamento fiscal dos conservadores não vai causar uma recessão", por Paul Krugman, na Revista Exame

Um bom artigo de Paul Krugman, economista vencedor do Prêmio Nobel de Economia em 2008 e hoje Professor na Princeton University, publicado pela Revista Exame esse final de semana 

Certo ou errado, o artigo nos leva a reflexões

Crédito: Revista Exame: https://exame.abril.com.br/blog/paul-krugman/o-comportamento-fiscal-dos-conservadores-nao-vai-causar-uma-recessao/

O comportamento fiscal dos conservadores não vai causar uma recessão
Republicanos agem irresponsavelmente, mas não causarão recessão nos Estados Unidos

Por Paul Krugman 22 fev 2018, 09h13

Os republicanos pregavam austeridade fiscal quando a economia americana precisava de estímulos, e se voltaram para a extravagância fiscal agora que ela não precisa. Se isso te surpreende, ou você esteve completamente alheio à realidade do Partido Republicano moderno ao longo da última década, ou você é um centrista reflexivo, o que é essencialmente a mesma coisa.

Mas quão ruim é a libertinagem fiscal? Não é boa: significa dívida maior, que por sua vez vai reduzir o espaço fiscal para responder à próxima crise. Também vai esvaziar o investimento, prejudicando o crescimento no longo prazo. Porém, eu tenho visto algumas pessoas sugerirem que os déficits crescentes vão afetar a economia no curto prazo, e talvez até causar uma recessão.

Será que vão?

Bem, por mais que eu goste de acreditar nesta hipótese por razões políticas, ela não faz sentido. Os mesmos analistas que nos disseram que a austeridade era uma coisa ruim, nas profundezas da recessão, dizem que as despesas públicas agora não vão causar uma contração. Os casos não são simétricos; este déficit vai trazer muito menos benefícios do que a austeridade causou prejuízos. Mas, ainda assim, nós devemos ser consistentes.

Lembrem-se, o efeito direto da política fiscal é mudar o gasto geral na economia: Uma expansão fiscal significa mais gastos; uma contração fiscal significa menos gastos. Quando a economia está deprimida, como ela esteve durante anos após a crise econômica de 2008, o número de empregos é contido pelo nível geral de gastos. E, porque o Federal Reserve tinha uma influência limitada – as taxas de juro de curto prazo, que o Fed controla, já estavam em zero -, a contração fiscal se traduziu em grandes perdas de postos de trabalho.

É verdade que os defensores da austeridade tentaram dizer o contrário. Durante algum tempo, um bocado de legisladores aderiu à doutrina da “austeridade expansionista”, na qual cortar gastos públicos em uma economia deprimida de algum modo nos conduziria a uma grande alta nas despesas privadas. Mas essa doutrina, como eu escrevi em 2010, dependia da crença na “fada da confiança”, a crença de que de alguma maneira os consumidores e investidores estariam tão confiantes da disposição do governo em causar dor que a economia iria disparar.

Não foi assim que aconteceu: A austeridade prejudicou as economias tanto quanto os keynesianos disseram que prejudicaria.

Porém, se nós não acreditássemos que a fada da confiança vinha nos resgatar naquela ocasião, nós não deveríamos crer que ela irá nos abandonar agora. O que o Partido Republicano tem feito é enormemente irresponsável, mas não esperem que isso cause algum efeito significativo nos gastos do setor privado.

E quanto às taxas de juros? Será que este estímulo indesejado vai elevá-las? Sim, um pouco, mas é importante entender o porquê.

Como eu disse, o Fed estabelece taxas de juros de curto prazo, e as taxas de juros de longo prazo são em grande parte guiadas pelas expectativas sobre as futuras taxas de juros de longo prazo – isto é, pelas expectativas sobre a política futura do Fed.

Assim, por que o estouro do déficit vai fazer com que o Fed eleve as taxas? Precisamente porque ele tenderá a fazer a economia crescer mais depressa no curto prazo, aumentando o risco percebido de inflação, e o Fed vai aumentar as taxas para prevenir esse risco. Você pode pensar que o Fed está excessivamente preocupado neste flanco, mas é assim que vai funcionar.

E isso quer dizer que você não deveria se preocupar com as taxas de juro maiores causando uma recessão – as taxas estarão subindo apenas até onde o Fed acreditar que este estouro fiscal vai provocar uma expansão econômica.

Claro, o papel do Fed vai limitar os efeitos expansionistas do déficit. O Fed não podia compensar os efeitos das políticas de austeridade entre 2010 e 2013 cortando taxas, mas ele pode e vai compensar os efeitos de estímulos indesejados agora aumentando as taxas. Contudo, ele vai limitar o alcance do efeito expansionista, e não transformá-lo em uma contração.

Só existe uma pequena carta na manga aqui: Se acontecesse uma bolha nos preços dos ativos, as perspectivas de alta nos juros pelo Fed poderiam ser o alfinete que fura a bolha.

Mas nós não temos certeza disso, e mesmo que este seja o caso, a bolha estouraria eventualmente de qualquer forma.

Conclusão: O comportamento fiscal do Partido Republicano tem sido hipócrita, irresponsável e deplorável. Mas não vai causar uma recessão.



sábado, 24 de fevereiro de 2018

Índice dolar.....não podemos ainda cravar o rompimento da LTB de 3 meses

Vejm que o fechamento de ontem mostra um ligeiro rompimento da LTB de 3 meses.....ainda não é o suficiente pra cravarmos esse rompimento

Fechamento ontem em 89,81...alta de 0,17%

Índice dolar, diário, escala logarítmica






sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Bovespa hoje com um canal de alta de 2 anos....e as correções do Bovespa na sua MA50 tempo SEMANAL no Bull-Market 2003-2008

Vamos colocar 2 gráficos hoje do Bovespa....os 2 no tempo SEMANAL

O primeiro, com um canal de alta que eu tracei...linha de topo passando ali pouco acima de 89.000 pontos...linha de suporte do canal ali por volta de 73.300 pontos.

Hoje, por onde passa a MA50 do tempo SEMANAL ?

Ela está marcada na linha amarela abaixo que passa pouco abaixo da linha de suporte do canal.....MA50 hoje em 71.065 pontos

Por que cito essa MA50 no tempo SEMANAL em correções mais longas ?

Por que vimos esse padrão em correções passadas e, principalmente, em grande parte do Bull-Market de 2002 a 2008....

Nesse último Bull-Market do Bovespa, o reduzi ao período 2003-2008....

Vejam a MA50 no tempo SEMANAL em linha azul.....vejam que as correções mais fortes sempre se deram tocando nessa MA50.....em seguida, retoma-se a tendência de alta


Bovespa, semanal, escala logarítmica, período atual últimos 3 anos




Bovespa, semanal, escala logarítmica, período 2003-2008






"Fitch rebaixa nota do Brasil e país fica mais longe do selo de bom pagador", por Portal G1

Mais um rebaixamento

Notícia publicada há cerca de 50 minutos:

Credito: Portal G1: https://g1.globo.com/economia/noticia/fitch-rebaixa-a-nota-do-brasil.ghtml

Fitch rebaixa nota do Brasil e país fica mais longe do selo de bom pagador

Rebaixamento já era esperado e acontece dias após o governo desistir de votar a reforma da Previdência em razão da intervenção no Rio de Janeiro.

Por Darlan Alvarenga e Olívia Henriques, G1
23/02/2018 13h02  Atualizado há menos de 1 minuto

A agência internacional de risco Fitch rebaixou nesta sexta-feira (23) a nota de crédito soberano do Brasil de "BB" para "BB-". Com isso, o país ficou ainda mais longe do selo de país bom pagador de sua dívida. O rating do Brasil foi colocado agora 3 degraus abaixo do grau de investimento, mesma classificação dada pela Standard&Poor's (S&P), que em janeiro também anunciou o rebaixamento da rating do país.
"O rebaixamento do Brasil reflete persistentes e grandes déficits fiscais, a alta crescente da dívida pública e o fracasso em reformas legislativas que melhorariam o desempenho estrutural das finanças públicas", destacou a Fitch no comunicado.
O corte já era esperado pelo mercado em função da demora na aprovação de medidas para reequilibrar as contas públicas e de incertezas ligadas às eleições. O rebaixamento acontece dias após o governo ter desistido de tentar aprovar a reforma da Previdência em fevereiro, como inicialmente anunciado, em razão de decreto de intervenção federal no Rio de Janeiro.
Justificativa da agência
Ao rebaixar o Brasil, a Fitch citou a situação fiscal e considerou a suspensão da tramitação da reforma da Previdência um retrocesso.
"A decisão do governo de não colocar a reforma da Previdência em votação no Congresso representa um importante revés na agenda de reformas e reduz a confiança na trajetória de médio prazo das finanças públicas e no compromisso político de abordar a questão", afirmou a agência. "O cenário político continua desafiador e o ciclo eleitoral de 2018 pode trazer mais incertezas", acrescentou.
Já a perspectiva para a nota mudou de negativa para estável. Ou seja, a Fitch não prevê novo corte no cruto prazo.
Apesar do rebaixamento, a agência reconhece que a economia brasileira continua se recuperando de uma recessão profunda e cita a inflação moderada como um ganho para a credibilidade da política monetária (de definição da taxa de juros) do Banco Central.



quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Falei do perigo para as commodities......e qual o perigo para o Bovespa ? A LTB de 9 anos do índice EWZ, o "Bovespa operado pelos estrangeiros"

Tenho falado aqui sobre a correlação que parece "andar" sobre as commodities no curto prazo.

No longo prazo, historicamente, commodities e índice dolar andam em direções opostas.

No curto prazo, não seria diferente; porém, como pode haver algum tipo de gap ou ligeiro ruído, no curto prazo, as correlações podem demorar alguns poucos dias.

Por outro lado, nos últimos 15-30 dias, parece que o que está determinando e segurando uma correção intermediária de grande parte das commodities e papéis afins é uma LTB do índice dolar.

Como o Bovespa apresenta um peso não desprezível de papéis ligados às commodities, a correção intermediária do Bovespa simplesmente não vem.

Assim, temos apresentado a LTB do índice dolar nos últimos dias.

Agora, vamos apresentar um outro ingrediente.

A grande LTB de 9 anos do índice EWZ, o "Bovespa operado pelos estrageniros"

Já falamos dela....do toque dela.....quando aconteceu isso, o Bovespa foi para a faixa de 79.600 , pouco antes do carnaval.

Assim, me parece "pouco"

E lá foi o EWZ vir próximo ao seu antigo topo, ali colado à faixa de 48,00

Ontem, fechamento de 45,85, depois da máxima em 46,87

Novamente, resvalando na LTB de 9 anos

Abaixo, destaco 2 plataformas gráficas pra acompanharmos essa LTB....

As 2 divergem quanto aos números, porém, não divergem quanto às LTB'S


EWZ, diário, escala logarítmica



EWZ, SEMANAL, escala logarítmica



EWZ, Mensal, escala logarítmica





Índice dólar fecha "em cima" da LTB ontem

Índice dólar fecha "em cima" da LTB ontem

Fechamento em 89,91, alta de 0,31

Índice dólar , diário, escala logarítmica




terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Bovespa faz topo duplo nos 86.200 hoje...não sei se para por aí....vai depender da Petrobrás, Vale e siderúrgicas, que vão depender do rompimento da LTB curta do índice dólar....se romper, acaba essa perna de alta em curso do Bovespa.....mas, ainda teremos muito mais....vamos a LTB do índice dólar

Bovespa faz topo duplo nos 86.200 hoje...

Não sei se para por aí....vai depender da Petrobrás, Vale e siderúrgicas, que vão depender do rompimento da LTB curta do índice dólar que tenho destacado aqui

Essa dinâmica do índice dolar, que na verdade ainda não dá pra cravar que finalizou seu bull-market, é que está empurrando quase todas as commodties pra cima.......

O papo de uma inflação nos mercados desenvolvidos em curso não me convence

Então.......pra início de conversa, o primeiro ponto a ser visto é esse rompimento

Se romper, acaba essa perna de alta em curso do Bovespa

Mesmo que corrija, e a tendência é corrigir de 13% a 20%......13%-15% tem sido o padrão desde o fundo de 37.000, ainda teremos muito mais...até 110.000 pontos pelo menos antes do crash de 50%-60%

Sim....já está claro que, como o mercado brasileiro passou pela maior recessão da história, ele tem que chegar ao mesmo patamar insano dos mercados desenvolvidos.....principalmente os americanos

No final de semana passada, falei....são apenas números...e é isso.....especulação, números.....reversão da recessão...enfim.....

Mais....lembram que, em algum momento eu disse que seria possível afirmar se entramos finalmente em BULL-MARKET secular ?

Sim....entramos....

Só há uma possibilidade de demorarmos a engatar a quinta marcha lá na frente....

Se Lula ou Bolsonaro ganhar......

Em qualquer cenário, quando vier a forte correção mundial, o Bovespa deverá estar próximo a 110.000 pontos......devera ser início do próximo governo....

Com qualquer Presidente, o mais provável é a correção até a faixa de 45.000, que se revelou forte suporte nos 2-3 anos anteriores. Isso, dependendo do nível que vai bater o Bovespa, poderá ser uma correção de 60% ou 70%.

Se Lula ou Bolsonaro ganhar, o mercado vai esperar.....e não teremos muita perspectiva...alguns repiques...enfim

Com uma opção de centro como vitoriosa, o mercado explode e romperá fácil a faixa dos 44.000 pontos em dólar

Ainda falarei com mais calma sobre os mercados americanos.....também está próxima uma nova perna de baixa , depois da queda forte de 12% na últimas 2 semanas...

Essa perna de baixa deve levar a correção total dos mercados americanos para algo em torno de 15%-18%....

Depois, a tentativa de ida até o antigo topo, no caso do Dow Jones, a faixa de 26.600

Também não deve parar por ai...

Lembram que falei do grande canal de alta de 100 anos do Dow Jones , e que poderíamos ver o índice resvalando lá em cima

Pois sim....

Vamos a LTB do índice dólar novamente testada hoje, depois de uma nova alta de 0,7% a 89.64


Índice dolar, diário, escala logarítmica




sábado, 17 de fevereiro de 2018

Qual o grande perigo hoje para a grande parte das commodities ? Minério de ferro, petróleo e papéis afins, como VALE, siderurgia, etc....ou seja....por onde poderemos ver uma forte correção intermediária ? Pela reversão da forte tendência de queda do índice dólar, que ao longo da semana sentiu a LTB curta novamente e fez ontem uma nova mínima, quase fundo duplo

Qual o grande perigo hoje para a grande parte das commodities ? 

Minério de ferro, petróleo e papéis afins, como VALE, siderurgia, etc....ou seja....por onde poderemos ver uma forte correção intermediária ? 

Já discutimos isso ao longo desses últimos 15-20 dias...

Historicamente, índice dolar e commodities andam em direções contr

Só que o índice dolar parou novamente na LTB curta, o que certamente contribuiu fortemente para que situações como a da VALE3 no Brasil e fortes repiques vistos no mundo pelas mineradoras fossem possíveis.

Isto é....

Se o índice dolar pelo menos nao romper a LTB curta e abrir possibilidade para alcançar o patamar de 92,5-93,5, a correção forte das mineradoras e siderúrgicas ao redor do mundo terá baixa probabilidade.

Por outro lado, como pode ser visto abaixo, as fortíssimas divergências altistas de IFR14 , MACD e Histograma já vistas no índice dolar devem empurrá-lo paraum forte repique no curto prazo.

Se vai reverter a tendência é uma outra questão.

Também marquei uma LTA Longa , questão também já levantada aqui dias atrás.

Por fim, vejam o toque na faixa de 88,17 na sexta-feira, ontem, ligeiramente abaixo do fundo anterior e praticamente um fundo duplo

Índice dolar, diário, escala logarítmica



Índice dolar, SEMANAL, escala logarítmica



sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Resumo Pós-Carnaval ? As mesmas aberrações que cansamos de ver muitas e muitas vezes no mercado financeiro....mas, números são números....A correção provável de 15% do Bovespa ainda não está descartada com objetivo na sua MA200.. hoje, próxima a 71.400 ....porém, tendência de alta intacta ainda.....e convenhamos.....nada deve mudar até a faixa de 100.000-110.000 pontos....isso mesmo....e uma semana que mostrou uma eleição cada vez mais próxima a Geraldo Alckmin, os motivos ainda vão se fortalecer ainda mais lá na frente

Resumo Pós-Carnaval ? 

As mesmas aberrações que cansamos de ver muitas e muitas vezes no mercado financeiro....mas, números são números....

Sim....para mim, uma das grandes surpresas foi a evolução da VALE3.....A ida até o topo histórico, faixa de 49,00, para mim "deveria" acontecer após uma correção intermediária que está por vir....mais do que "na hora", dadas as inúmeras divergências baixistas de IFR14, MACD e outros rastreadores que se espalham por aí.

Mas, não....rompeu a faixa importante de 43,75 e bateu hoje 46,19.....uma resistência nada muito forte antes dos 49,00, seu topo histórico.

Assim....

O que podemos especular ?

A correção provável de 15% do Bovespa ainda não está descartada com objetivo na sua MA200.. hoje, próxima a 71.400

Ou seja....aqueles canais de alta destacados aqui dias atrás continuam ainda valendo....veja um deles abaixo já com o fechamento de hoje em 84.520, alta de 0,28%

Porém, tendência de alta intacta ainda.....

E convenhamos.....nada deve mudar até a faixa de 100.000-110.000 pontos....isso mesmo....

Sim.....a catastrófica dinâmica-evolução das altas recorrentes que já vieram e virão das taxas de juros americanas e toda sua cadeia de correlação não deve atingir os gráficos brasileiros nos próximos 6 meses.

"É tudo junto"....números....números....momentum de alta....gráficos...tendências...

E, por que 100.000-110.000 ? Existem 2 grandes resistências do Bovespa em dólar antes dos 44.000 pontos.....37.000 e 39.000...

É só fazer a conta para o dólar.....e 110.000 bate "3 vezes" o fundo de 37.000 do início de 2016.

Depois dos 100.000-110.000, alguém finalmente vai ter que "consertar" o país, correto ?

12 meses....1 ano....Presidente novo.....um novo país a ser moldado...

Aí, o mercado faz a correção de 50%-60%....afinal, já teremos passado por 7-8-9 aumentos de taxas de juros americana.....e o mundo não será mais o mesmo de 2008-2016....

E na semana que passou, tivemos mais ingredientes para acreditar nesse cenário.

A eleição presidencial brasileira caminha para 3 grandes eixos....

1 - Indicado e-ou sugerido pelo PT-esquerda
2- Extrema-direita, no caso, Jair Bolsonaro
3- Centro....ou seja....Geraldo Alckmin

Difícil imaginar que a "classe média" "compre" o PT-esquerda agora......"compraram" em 2002...em 2006...2010........

Em 2014, eleição apertadíssima.....

Não há histórico nenhum....absolutamente nenhum que mostre uma sociedade brasileira que tenha "comprado" em todos esses anos de República alguém ligado a idéias de extrema-direita, como Bolsonaro

Portanto.....abre-se uma avenida, depois da desistência de Luciano Huck....segunda, diga-se de passagem, para a candidatura de Alckmin....

Um crescimento de Alckmin ali pouco depois da Copa do Mundo, julho..para cerca de 12%-15% soará como música para o mercado financeiro...

Batendo 15% na porta da eleição, vira tendência......enfim....

Abaixo,diário do Bovespa


Bovespa, diário, escala logarítmica







quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Depois de 2 dias 2 fortes nos mercados americanos ao longo do Carnaval brasileiro, Bovespa volta também forte e sai rompendo tudo novamente...82.000, 83.000.....VALE3 com novo topo, ITUB4 e GGBR4 encostando no topo antigo.....

Surreal a volta do Bovespa...

Mesmo com os 2 dias fortes pelos mercados americanos ao longo do Carnaval, talvez nem o mais otimista esperasse tal força

Fechamento hoje em 83.540 pontos .....alta de 3,27%

VALE3 chegou a faixa de 44,55 apenas no dia de hoje......sua próxima resistência...acima, praticamente apenas a faixa de 45,00 e 46,00.....

Pra baixo, agora só volta a ficar feia se perder a faixa de 43.70

Lá fora, sua ADR em Nova York já tinha rompido a LTB ontem, destacada aqui semana passada, e também já opera na faixa de 13,77

Outros papéis andaram forte...ITUB4 se aproxima do topo anterior de 53,10

GGBR4 também se aproxima da faixa de 15,38, seu antigo topo

E as divergências baixistas de IFR14, MACD e Histograma se aprofundam nesses papéis

Bovespa agora tem como suportes mais fortes a faixa de 83.000, 82.500 e 82.000

Resistências em 83.800, praticamente a máxima de hoje, 84.500 e 85.600...depois, o topo histórico em 86.200....


Bovespa, diário, escala logarítmica